VEREADOR PAULO PÉRICO (MDB): Obrigado, senhor presidente. Eu gostaria aqui de deixar o voto de pesar, junto com o colega Felipe Gremelmaier, da Sra. Ida Poli Guerra, que faleceu no sábado. A torcedora mais antiga da S.E.R. Caxias, ainda da época do Flamengo, com 104 anos. Ferrenha torcedora, filhos e netos todos juventudistas, mas ela sempre disse: “Jamais trocarei de time.” Isso é uma pessoa inteligente. E, além disso, o meu voto de pesar também, porque é minha tia, a última irmã da minha vó. Nasceu em 1915, a tia Ida, era a irmã mais nova da minha vó e morreu com 104 anos. Há dois anos, há um ano, sua irmã morreu com 102, e a minha bisavó, mãe da tia Ida, morreu com 101. Então já se sabia que seria uma longa vida. Então eu gostaria de deixar esse voto de pesar a toda a família, à Maria Inês e ao Carlos, meus primos, filhos da Dona Ida, porque ela, realmente, construiu não só uma família, mas também ela deu um exemplo do que é torcer por um clube de Caxias do Sul e que ser motivada a sempre ir ao estádio. Não importa se é do Esporte Clube Juventude ou da S.E.R Caxias ou do antigo Flamengo, mas é ter orgulho de torcer para um clube de Caxias do Sul. E ela foi esse exemplo aqui para nós não só como também mãe e como também por ter participado da vida cotidiana do nosso município. Então um voto de pesar muito profundo não só pela questão da minha família, mas também pela questão de ser torcedora do nosso clube, do meu clube, do clube de tantos outros colegas, como o meu colega Felipe aqui, que estamos aqui passando esse voto de pesar. Obrigado, senhor presidente.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR ARLINDO BANDEIRA (PP): Senhor presidente, senhoras e senhores vereadores. Quero aqui cumprimentar a todos que se encontram aqui no plenário e a todos aqueles que nos assistem pela TV Câmara, canal 16. Bom dia a todos. Senhor presidente, a gente está aqui mais uma vez hoje fazendo aquelas visitas, mostrando as nossas visitas, o nosso trabalho. Todo mundo sabe que muito a gente não pode fazer. Não podemos fazer grandes revoluções, nós como vereadores. Mas sim participar junto às comunidades, colegas vereadores. Aí nós podemos fazer bem feito. Levar o assunto, cobrar, agendar reuniões com o secretário e assim por diante. Estamos, então, continuando, dando continuidade às nossas visitas nos nossos distritos, no nosso interior e assim na nossa cidade, nos bairros, assim, quando a gente é convidado. Não só quando a gente é convidado, muitas vezes a gente vai até lá, observa, olha, cuida. O que a gente vê que está errado a gente cobra, sim. E muitas vezes, sempre falo aqui, muitas vezes temos que elogiar, sim, o que está sendo feito. Não podemos tapar o sol com a peneira. Temos que elogiar aquilo que está sendo feito e também cobrar aquilo que não está. Dessa forma, colegas vereadores, então estive na capela Caravaggio, quem entra para São José. É uma estrada que está sendo feita, vereador Thomé e colegas vereadores, de São José... De São Braz até São José. Entra ali, quem não conhece, quem vai a Santa Lúcia do Piaí, aqui por São Luiz da 6ª Légua. Também dá para ir por outro lado, por Fazenda Souza, mas eu fui por aqui, por São Luiz. Desce, chega em Caravaggio. Quando chegar em Caravaggio, ao invés de ir para Santa Lúcia do Piaí, pega à esquerda, aí é a Capela São José. Assim, na sequência, vai até São Braz. Sai lá quase perto de Fazenda Souza. E por que da nossa visita? Porque nós fomos muito cobrados pelos moradores ali da região, vereador Kiko, e a gente tem que, repito aqui, estar junto. Por quê? Aí, vereador Rafael Bueno, tem uma empreiteira que está fazendo a obra. Começaram a obra. Sempre é bom aqui ressaltar, falar. É uma bela obra. Sempre quando se fala em asfalto tem que parabenizar, sim, porque o interior fica contemplado, a nossa cidade fica contemplada, os moradores ficam contemplados. Agora, não podemos aqui aceitar, colegas vereadores, quando se começa uma obra e aí para. Aí levam todas as máquinas embora, desaparece o equipamento, as máquinas, as pessoas, funcionários como um todo.
VEREADOR ALCEU THOMÉ (PTB): Um aparte, vereador.
VEREADOR ARLINDO BANDEIRA (PP):  E aí o que vocês estão vendo aí? Um monte de pedras, entulhos barrando o acesso às famílias, barrando o acesso do transporte escolar, hortifrutigranjeiros, caminhões cortando os pneus. Um carro já inclusive, passando naquela região, subiu uma pedra e quase furou o assoalho. Então muitas vezes a gente percebe que tem coisas que não dá para aceitar, não dá para acreditar. A obra, repito aqui, é ótima, excelente, não podemos... Temos que deixar bem claro. Agora, quando uma empreiteira começa uma obra e deixa o Estado como está aí em situações precárias, quase, podemos dizer, intransitável...
VEREADOR RICARDO DANELUZ (PDT): Peço um aparte, vereador.
VEREADOR ARLINDO BANDEIRA (PP): ... não podemos aceitar. Temos que levar o assunto sim. Já entramos em contato com a empreiteira. Segundo ela, iriam iniciar as obras nessa semana. Segundo pelo que temos informações, a empreiteira, felizmente, ela esteve já ontem lá. Estão trabalhando, não sei se é por completo, se só uma máquina, duas, a gente vai ficar acompanhando de perto. Muitas vezes, daqui a pouco chega lá, dois, três funcionários, e daqui a pouco para de novo. Então nós vamos ficar acompanhando de perto essa situação. Então, repito, felizmente, ontem recebemos um retorno de moradores que as máquinas, uma máquina, estão vindo as máquinas de volta, retornando as máquinas para trabalhar. Outra situação, colegas vereadores, que a gente percebe aí que são esses postes aí que vocês estão vendo. É lamentável que continuam esses postes barrando essa bela obra, assim podemos dizer, esse asfalto que está sendo feito no nosso interior, barrando. Então a gente está entrando em contato também com a RGE para ver como é que são os procedimentos, vereador Kiko, vereadora Gladis, como é que funcionam. A gente tem que saber explicar, o povo quer entender isso. E aí estão esses postes novamente atrapalhando a conclusão dessa bela obra. É lamentável! É um absurdo! É uma vergonha que a gente tem que mostrar isso, quando se fala numa obra como essa. Então a RGE que se mova, que se mexa, faça alguma coisa. Não sei... A gente muitas vezes fica de mãos atadas...
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Permite um aparte, vereador Bandeira?
VEREADOR ARLINDO BANDEIRA (PP): ... sobre essa situação aí. Mas nós, com certeza, iremos ficar acompanhando de perto esses postes aí para ver qual o retorno. Nós temos que ter um retorno. Muitas vezes aqui os colegas vereadores e também a Gladis já falou esses dias, vereador Edson, sabe, já explicou como mais ou menos funciona. Mas temos que ter aprofundadamente como é que funciona esse projeto quando seja feita uma obra do interior. Como é o procedimento de RGE, empreiteira. Isso aí não dá para aceitar. Isso aí é caso de Justiça, assim podemos dizer. Isso é caso de Justiça, porque uma obra começa e tem que parar lá, ficar parada seis meses, um ano por causa de um poste que está atrapalhando a rua. Então nós não podemos aceitar mais isso, essa vergonha, assim podemos dizer. Eu quero rodar um videozinho aí para os colegas vereadores, que a gente esteve lá no local. (Procede-se à execução do vídeo.) Senhor presidente, uma Declaração de Líder da bancada do PP. Então o vídeo que vocês viram aí é bom. Pode deixar passar aí as fotos que são importantes, esses moradores aí que pediram socorro. Então é importante que essa nossa visita, seja aqueles que concordam, seja aqueles que não, mas é importante nós estarmos lá juntos, sim, e atender a nossa população. São eles, eles querem ser representados aqui, eles querem escutar a voz deles, o palavreado deles, lá do interior, eles querem que nós falamos aqui e que as coisas, sim, sejam resolvidas e que saia do papel. Nós vamos tentar inclusive uma reunião com a RGE para ver, para escutar a RGE. Iremos protocolar, enfim, pedir uma informação, alguma coisa tem que fazer. Assim não dá... Quando se fala nesses postes atrapalhando muitos trechos que a gente já mostrou aqui, em 3ª Légua, na Estrada dos Romeiros, enfim, tantos locais por aí que atrapalhou. Esperamos que outros trechos que estão por aí e que inclusive a gente vai acompanhar de perto já que a gente pegou esse trabalho, seja de Fazenda Souza que vai para Vila Seca, aquele trecho, seja de Santa Lúcia para Vila Oliva, enfim, todos esses trechos, para ver como estão esses postes. Vamos mostrar aqui que esses postes sejam retirados com urgência, antecipadamente. Esses postes que eu quero fazer uma visita inclusive nesses trechos que ainda não tem asfalto, colegas vereadores, que esses postes sejam retirados antecipadamente, antes que comecem as máquinas, antes que a empreiteira esteja lá no local, que aí facilita o trabalho da empreiteira e assim o trabalho seja concluído mais rapidamente e assim a nossa cidade, o nosso distrito, o nosso interior fica mais contemplado antecipadamente e mais rápido, impedindo um trabalho precioso, desse asfaltamento do nosso interior. Eu quero conceder os apartes aos nossos colegas que também sabem, são conhecedores. A gente inclusive soube que o vereador Adiló, Thomé, também estiveram no local, chegando lá nos falaram que vocês estiveram lá. Que bom, que cada vereador tenha lá a sua família, que tenha lá o seu amigo, o seu eleitor, que admira o trabalho de cada um que assim a gente vai. Então é importante todos os colegas vereadores que fazem esse trabalho e aí em conjunto, com certeza, a gente consegue avançar e barrar situações como essas que são lamentáveis. Pela ordem, o vereador Thomé.
VEREADOR ALCEU THOMÉ (PTB): Vereador Bandeira, sempre atento ao nosso interior, está de parabéns por sempre atento aos chamados. Nós também fomos chamados aí porque a preocupação referente a essa obra, que saiu sem dar explicação. O pessoal ficou preocupado e deixaram como se pode perceber um desnível muito grande principalmente na parte de baixo, que de cima já tem um cascalho já está melhor. Ali aquela parte de baixo realmente é um rally para tu poder passar por aí onde que é escoada a produção. A gente sabe que é uma região que produz bastante e os produtos que são levados daí certamente perdem na qualidade no transporte. Então a gente está fazendo essa cobrança também, acho que é importante. Estivemos lá eu e o vereador Adiló onde que a reclamação de vários moradores onde que a gente às vezes a própria entrada como o senhor pôde constatar ali tem dificuldade de entrar. Então eu acho que essas obras principalmente precisava dar uma explicação para a população ou pelo menos dar um cascalhamento para que se possa tornar a via viável. Onde tem barro e onde tem pedra ali a qualidade do pedregulho é muito forte e causa transtorno para os vereadores. Então é isso aí, vereador, está de parabéns por estar sempre presente no nosso interior. Obrigado, vereador.
VEREADOR ARLINDO BANDEIRA (PP): Obrigado, vereador Thomé.  Eu acho que caberia até uma audiência pública, não sei, chamar essa equipe da RGE para explicar para esse povo. Acho que não tem outro jeito. Vereador Edi Carlos que eu faço parte da Comissão Participativa e Comunitária daqui a pouco, não é, vereador, podemos articular de chamar, de fazer, seria até no nosso interior. Não precisa nem ser feito aqui para ter explicação para esse povo, para dar explicação para esse povo.  Como se fala em telefonia também, porque não funciona mais nada começando por Santa Lúcia do Piaí. Telefonia fixa não temos, aqueles telefones que estavam funcionando não funcionam mais. Está precário também. Nós estamos tentando organizar uma audiência pública nesse sentido também, temos que fazer isso aí, mesmo que muitas vezes tu não consiga fazer tudo. Quero falar com os vereadores dessa comissão que eu faço parte para nós fazermos algo, vereador Edi Carlos. Uma audiência pública sobre telefonia, porque também a gente fica chateado com isso, fica envergonhado muitas vezes de estar morando começando por Santa Lúcia do Piaí e a nossa telefonia precária. Muitas vezes nós temos na frente, nós somos presidente da comissão da telefonia também,  mas que não conseguimos evoluir muito. Tem que dar atenção, algo tem que ser feito. Pela Ordem, vereador Daneluz.
VEREADOR RICARDO DANELUZ (PDT): Vereador Bandeira, eu estive também nessa estrada no último sábado de manhã, inclusive estava chovendo, então deu para ver a dificuldade que os moradores estão passando ali. Em modo geral está sendo feito uma grande obra, um grande alargamento, com detonação, tudo beleza, mas quando, seja lá por qual motivo a empreiteira sai de cena como é o que aconteceu a prefeitura tem que estar lá atenta para pelo menos dar condições aos moradores de sair das suas casas. Então, vereador Bandeira, parabéns por essa pauta. Se espera que o quanto antes possa voltar aos trabalhos. Essa questão da RGE que a gente vê em toda a cidade, em várias estradas que tem alguma intervenção, algum alargamento ou algum projeto de asfaltamento na minha opinião falta um planejamento do município de Caxias do Sul. A gente sabe que existe um custo, existe um planejamento, existe um programa. Não adianta chegar lá rasgar a estrada e depois ficar cobrando RGE. Então tem que partir sim talvez de um encontro alguma coisa por parte do município para que seja melhor planejado essa questão dos postes no meio das estradas. Obrigado, vereador.
VEREADOR ARLINDO BANDEIRA (PP): Obrigado, vereador Daneluz. Nós vamos continuar acompanhando de perto essa situação, porque não dá para aceitar muitas vezes situações como essa. Vereador Adiló, seu aparte.
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Obrigado, vereador Bandeira, eu lhe cumprimento pela atenção. Nós já havíamos feita essa cobrança pelas redes sociais quando da visita lá. Só quero dar um pitaco na questão dos postes. A gente também não pode cobrar da RGE da forma como nós estamos cobrando. Quando é feito um alargamento de uma estrada como essa é necessário que o alargamento esteja pronto, porque o projeto ele é  aprovado 7 metros do eixo carroçável da via, então é preciso que esteja o barranco cortado. Como é que tu vais mudar o poste antes de cortar o barranco? Então isso vai acontecer sempre. O que não pode acontecer é quando a via está pronta e o poste fica lá meses. Aí é falta de planejamento de quem contratou a obra. Então ruas de pavimentação, paralelepípedo ou asfalto, que tenha meio-fio, o poste vai trinta centímetros depois de colocado o meio-fio. Estradas do interior é sete metros do eixo carroçal. Então o corte da via tem que estar pronto. Sempre vai ficar um pouco o poste transtornando porque é uma rede de média tensão, deve ser 12, 13 mil volts, que ela tem que ser desligada, vai deixar uma região enorme sem luz. Então a RGE ou a... normalmente são empresas contratadas, quando elas fizerem a mudança eles vão fazer numa tacada só. Então apenas para justificar porque sempre vai ter esse problema. O que tem que acontecer é o poste ficar bem sinalizado, não causar acidente, esse cuidado. Obrigado pelo aparte, vereador Bandeira.
VEREADOR ARLINDO BANDEIRA (PP): Vereador Adiló, obrigado pelo aparte. Então eu fiquei bem atento a sua fala e por isso que a gente fica confuso, vereador Adiló, percebi bem certinho, pela sua fala, que aqui não precisamos culpar a RGE, mas é a pergunta lá de fora, quem é o culpado? Então nós também temos culpa. Por isso que é bom chamar alguém responsável da RGE, fazer, se for necessário, uma audiência pública, uma reunião, não sei, que explique para a população porque até nós... Eu estou cobrando, mas V. Exa. já fala que não dá para cobrar muito da RGE, mas nós vamos ter que... Concluindo, senhor presidente, de fato Executivo, empreiteira, quem compete? Qual é o certo, vereador Fiuza? É isso que nós precisamos. Então nós vamos continuar acompanhando de perto e quem sabe fazer algo... pressão para que isso não aconteça mais, atrapalhando essas vias, esses asfaltos do nosso interior que são belas obras, sim.  Obrigado, senhor presidente. Era isso.
 
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Bom dia, senhor presidente, senhoras e senhores vereadores. Primeiramente gostaria de agradecer, vereador Elói, pela cedência do seu espaço, seu Grande Expediente, para que nós viéssemos aqui divulgar uma semana de extrema relevância, de extrema importância que é a nossa Semana Municipal de Prevenção, Conscientização e Combate a Automutilação. Uma lei que nós tivemos o privilégio, junto com cada vereador, cada vereadora aqui presente, a Lei nº 8.204, que institui, então, a Semana Municipal de Prevenção, Conscientização e Combate a Automutilação. Nós sabemos que essa matéria da automutilação, do suicídio, a qual a minha colega, vereadora Paula Ioris, também defende essa bandeira de prevenção ao suicídio, ao bullying. Nós sabemos que infelizmente é uma situação latente que acontece na nossa sociedade de infelizmente muitos jovens, na sua maioria, muitos adolescentes, sofrerem com essa situação e às vezes o poder público não tem o braço para poder, com as suas políticas públicas, fazer um trabalho de conscientização, a nossa sociedade, em defesa dos nossos cidadãos e cidadãs. Quero também aqui cumprimentar o coordenador da Juventude da Prefeitura Municipal de Caxias do Sul, o qual se encontra presente, Lucas Guarnieri, toda sua equipe da Coordenadoria da Juventude que de uma certa forma, com toda sua dificuldade, muitas das vezes de recurso, tem feito um excelente trabalho na frente da coordenadoria, com a equipe, fazendo as suas diversas divulgações do seu trabalho. Inclusive também aqui durante a nossa explanação nós estaremos falando também do que estará acontecendo nesta Semana Municipal de Prevenção, Conscientização e Combate à Automutilação. Eu gostaria que colocassem na tela para a gente então aí a Lei 8.204, a qual foi instituída em primeiro de setembro de 2017. No seu artigo primeiro, fala: A semana municipal de prevenção, conscientização e combate à automutilação dar-se-á anualmente, na primeira semana do mês de setembro, devendo ser amplamente divulgada. No seu artigo segundo: Durante a referida a semana, serão desenvolvidas ações para a conscientização da população a respeito da doença e suas características, e também sobre os meios de prevenção. Nós sabemos dessa extrema importância. E uma delas, da inspiração desse projeto, foi uma ação, Help, chamada Quebrando o Silêncio, no Instituto Federal aqui no Bairro Fátima. Nós tivemos aqui, na semana retrasada, com o grupo chamado FJU, é um grupo de parceiros, Força Jovem Universal, que tem feito um trabalho nas escolas, nas universidades, enfim. E nós estivemos lá também participando desse projeto, no qual, vereadora Paula, o que nos chama tanta atenção é que, na abordagem da palestra diversos alunos, quando foi feita uma pergunta aos alunos fazendo uma interação com eles de quem aqui conhece alguém que sofre bullying, que já tentou o suicídio, que já fez automutilação, muitos, muitos levantaram a mão dizendo “eu conheci, eu convivi”. E você veja que isso é de extrema importância, porque muitas vezes o jovem, o adolescente, eles têm muita dificuldade muitas vezes, quando sofrem, vereador Edson, com esse tipo de situação, de poder falar com alguém. Eles ficam muitas vezes prisioneiros daquela situação.
VEREADORA PAULA IORIS (PSDB): Um aparte, vereador.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (PRB): Muitas vezes até com vergonha de falar que sofrem bullying ou que cometem automutilação. E muitas vezes, por não terem esse alcance de muitas vezes não conversarem, não dialogarem com alguém, a gente infelizmente tem a notícia da infelicidade do suicídio diante dessas questões.
VEREADORA PAULA IORIS (PSDB): Um aparte, vereador.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (PRB): Então isso é de extrema importância, a gente fazer esse comentário e essa abordagem, para que toda a nossa sociedade, eu uso aqui as nossas redes sociais, eu uso aqui a TV Câmara, todos que nos acompanham para nos auxiliarem nessa divulgação muitas das vezes dessa quebra de paradigma, de preconceito para que nós, sim, quando “visivilizarmos”, tivermos a visibilidade de ver ou de ouvir alguém, um jovem com essa situação, poder conversar com ele e muitas das vezes auxiliá-lo no que diz respeito a um atendimento psicológico, enfim, de saúde, para que a gente possa cuidar com relevância dessa pessoa. Seu aparte, vereadora Paula.
VEREADORA PAULA IORIS (PSDB): Vereador Fiuza, lhe parabenizar por esse tema. De fato é uma responsabilidade de todos nós, de toda a sociedade cuidar dos jovens. Entendo que o Poder Legislativo nós temos feito diversas ações, que elas se encontram. Quando a gente está falando de prevenção ao suicídio nós estamos falando de bullying, nós estamos falando de automutilação. Todos esses assuntos se encontram. Ontem houve o lançamento, aqui nesta Casa, da campanha de prevenção ao suicídio do CVV. Inclusive a Casa aderiu à iluminação amarela. Agradecemos ao nosso presidente. Então tem um refletor ali na frente na Câmara. E também no dia 30 nós encerramos o recebimento dos projetos das escolas para o Selo Escola Atenta ao Bullying, que é uma forma de nós estarmos incentivando e reconhecendo o trabalho que já é feito nas escolas. Então, penso que o Poder Legislativo, dentro dessas iniciativas, faz a sua parte no sentido de despertar para todos a importância desse tema. Porque, de 2017 para 2018, que são os últimos dados que nós temos, dobrou o número de tentativas de suicídios dos nossos jovens. Registrados foram 138 casos, registrados. Isso é muito grave. Obrigada pelo aparte. Parabéns pelo trabalho!
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Eu que agradeço, vereadora Paula. Isso é de extrema importância, por isso, é importante ver que nesta Casa existe uma democracia, e nós aqui não levantamos uma bandeira. A bandeira praticamente de vários assuntos que são abordados aqui de V. Exas. é uma bandeira que todo mundo constrói, diverge de uma forma positiva e propositiva para que se soma diante da sociedade. E isso demonstra que o Poder Legislativo, sim, busca cada vez mais fazer o seu trabalho institucional e provar que, realmente, nós que temos esse privilégio de ter esse assento aqui nesta Casa, representando a nossa sociedade, que fazemos um trabalho para que no final seja algo extremamente positivo. Eu gostaria de dividir com os senhores e senhoras um vídeo que vai demonstrar aqui, através desse grupo FJU, trabalhos que têm sido exarados, sido feitos nesse mês de setembro em todo o estado do Rio Grande do Sul e também no Brasil. Vamos acompanhar, por gentileza. (Procede-se à execução do vídeo.) Bacana não é? Isso é a maior demonstração do calor humano, da humanização sem julgar, sem criticar, mas sim emprestar o ouvido, um aperto de mão, um abraço apertado demonstrando solidariedade. Quero aqui também ressaltar o cronograma da Coordenadoria da Juventude que, no dia de ontem, já na Escola Estadual de Ensino Médio Olga Maria Kayser, e também receberão no dia 4 e 6 de setembro palestras motivacionais e de superação do bullying, ministradas pela pedagoga Alessandra Réus. Nas palestras também os estudantes conhecem a história da personagem Azeitona, baseada em fatos reais, e passam também a conhecer mais sobre dados causados por atos violentos, intencionais e repetidos nas relações sociais e escolares, por meio de reflexão sobre atitudes vencedoras. Na noite também do dia 5 de setembro desta semana, na Sala de Conferência do Prédio G do Centro Universitário da Serra Gaúcha, a nossa FSG recebe debate acadêmico Juventude e Saúde Mental, Automutilação voltado à reflexão acadêmica do tema com estudantes universitários. O evento também é uma realização da Coordenadoria com o Diretório Acadêmico do Curso de Psicologia da instituição e conta com apoio da Secretaria Municipal da Saúde por meio de Grupo de Trabalho e Promoção da Vida e Prevenção ao Suicídio. Ao longo também da semana, também a Coordenadoria da Juventude estará apoiando a realização do Projeto Amar-Elos: Costurando Palavras e Tecendo Vínculos, desenvolvido por um grupo voluntário de psicólogos vinculados ao serviço DNA Espaço da Saúde e subliminar Espaço de Psicologia , no dia 4/09, às 19 horas, ocorre o bate papo entendendo o Setembro Amarelo com a participação  do Centro de Valorização da Vida, o CVV, como todas V. Exas. conhecem voltado para profissionais da área da saúde mental. Também no dia 5, às 19h30, ocorre também o bate papo: “Como lidar com a adolescência do meu filho” com a psicóloga Giovana Grison e ambas as atividades ocorrem no DNA Espaço de Saúde que fica na Avenida Júlio de Castilhos, nº 2773 aqui no centro de Caxias do Sul. Senhoras e senhores vereadores. Nós sabemos então da extrema importância da divulgação desta semana. Eu gostaria de pedir a V. Exas. que no seu espaço de tempo e também nas suas atividades e suas obrigações pudessem também nos ajudar nas suas redes sociais divulgar essa semana municipal de conscientização, prevenção ao combate a automutilação. Era isso, senhor presidente, senhoras e senhores vereadores. Muito obrigado a todos. 
 
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR KIKO GIRARDI (PSD):  Senhor presidente, vereadoras e vereadores, quem está aqui presente, que nos acompanha pelas redes sociais e também pela TV Câmara. No momento agora que eu vou falar vai ser em nome do partido, como presidente, logo em seguida também depois do processo em si que está entrando, eu falo depois também, mas a minha fala já vai direcionar. Primeiramente gostaria de falar que todos nós, vereadores, pessoas públicas ou qualquer cidadão quando fala alguma coisa  ele pode morder a língua e depois não digo se prejudicar, mas  ter que depois estar se justificando. Primeiramente digo isso, porque na sessão de meses atrás, eu falei que quando viesse um processo de impeachment eu votaria favorável não importava qual o motivo, a gente tem que rever esse tipo de situação, mas tudo bem, não estou falando do processo e sim. E outra também refere-se a minha  fala de quinta-feira quando fui pego de surpresa aqui na Câmara. Tinha um projeto meu sendo debatido e alguém da imprensa me questionou sobre esse processo protocolado pelo colega de partido. No plenário, quando cheguei, falei, no âmbito eu disse que pediria para retirar. Não tenho esse direito. Depois conversando com o próprio proponente, particularmente, pessoalmente na direção do partido, reiterei que me equivoquei e que não tenho esse direito de pedir para ninguém tirar. Agora tenho a obrigação de defender a minha sigla e a cara que deu para bater em nome da sigla, isso eu tenho e isso eu faço, porque estou defendendo não só a mim como várias pessoas que fazem parte do partido e que pela segunda vez ele é usado para esse processo de impeachment. Usado eu digo por quê? Não saiu de dentro da executiva. O proponente ele faz parte não só do partido como filiado, mas é vice-presidente do PSD jovem. Então teria obrigação sim de conversar com a executiva, teria obrigação, principalmente para toda a executiva estar preparada e este vereador também para poder falar alguma coisa, não ficar falando às vezes no ímpeto aqui. Analisar como foi analisado o processo em si, mas tudo bem. E se formos falar também em processos de impeachment em processo disso e daquilo por cada ato de servidor, aí não há prefeito que dure na prefeitura. Cada ato de servidor se o prefeito responder todos eles duram muito pouco tempo. E por que eu  me refiro que existe por trás alguém? Algum partido? Comprova-se hoje no jornal, que está ali, o Podemos dizendo que já convidou o colega que atualmente está suspenso do PSD, suspenso de representar o PSD. É o Patriotas, onde sai uma matéria hoje na imprensa e onde... Todos os senhores sabem que quem protocolou esse processo de impeachment, que trouxe até a Câmara, quem adentrou e entregou, na Secretaria, para a secretária do presidente desta Casa, foi outra pessoa, nem o proponente. E essa outra pessoa todos são conhecedores que aparece o nome dele em vários documentos desse processo, que é o Sr. Ricardo Fabris. O mesmo que saiu do partido do PSD descontente por uma atitude da mesma forma, igualzinho, igualzinho. Então têm pessoas que estão atacando ao prefeito e de repente a este vereador e ao PSD. Não tem problema, a política foi feita para quem tem coragem de enfrentar e não corre. Quem tem medo não dê a cara para bater. Claro que às vezes nos equivocamos com as nossas falas, isso faz parte. Mas também quero deixar dito aqui, senhor presidente, que devemos, através da Mesa Diretora, mudar a forma de aceitarmos protocolos aqui nesta Casa. Eles poderão vir de qualquer maneira, de uma pessoa desconhecida que chega e entrega na portaria e é levado ao protocolo onde nós podemos correr o risco de estarmos analisando, não digo esse, porque o proponente já justificou que foi ele mesmo que colocou, não estou falando disso, poderemos ter documentos falsos entrando aqui dentro e nós apreciando aqui. Aconteceu, presidente, não quero constranger esta Casa, há tempos, aquela questão dos telefones. Então esta Casa tem que ter o mínimo de cuidado de aceitar documentos externos sem a identificação. Aonde quer que eu vá e qualquer cidadão vá tem que se identificar para pegar... Qualquer documento ele tem que se identificar. Para pegar qualquer exame de saúde de um filho, de uma esposa tu tem que se identificar e nesta Casa não acontece isso e nós estamos aqui, mais uma vez, com um processo que entrou, entregue e constrangeu a secretária da vossa presidência a levar no protocolo. Quem levou foi a secretária. Eu tinha solicitado as imagens para colocar, mas para não constranger a funcionária, que é uma pessoa correta, ela fez simplesmente a obrigação dela, inclusive de protocolo fizeram a obrigação porque existe essa facilidade de fazermos esse tipo de coisa. Então fica aqui, presidente, a minha postura dizendo que esta Casa tem que ter muito cuidado para nós não ficarmos depois respondendo. Vale ressaltar também que não tem problema nenhum ficar criando no WhatsApp, redes sócias, essas redes que ficam mandando mensagens para mim, não tem problema nenhum. O dia eu que tiver medo ou anojado da política eu saio fora. Não quero criar inimigos, mas também não corro ninguém. Agora, também se cada ato de servidor virar processo de impeachment de qualquer vereador ninguém dura. Inclusive, Sr. Jefferson, olhando nos seus olhos, com todo respeito, não posso condenar a sua pessoa, como disse para ti mesmo, a sua atitude como cidadão, tem todo direito, mas como filiado, na minha visão e da executiva, o senhor falhou, mas o que aconteceu, daqui para frente, o senhor tem todo direito de entrar na justiça, naturalmente, para reaver, conforme a decisão do partido. Mas inclusive, Sr. Jefferson, pelo que me consta, o senhor também responde um processo administrativo, uma sindicância interna, que está sendo julgada e que o senhor está se defendendo e dizem, acredito, que nada... Não tem procedência nenhuma. Acredito também que se o senhor poderá ser condenado na sindicância o senhor poderá usar o seu próprio ato errado para também pedir o impeachment do prefeito. Não é isso? O senhor pode. Então eu cometo um erro para derrubar uma pessoa. Isso não é política correta, como muitas pessoas dizem que a política está incorreta e que o PSD, através do presidente, pressionou vossa pessoa para retirar e que isso é a velha política. Não é a velha política. Posso ter falado no ímpeto, naquele dia, repito, aqui alguma coisa... Na hora que fui pego de surpresa. Mas fica aqui a minha indignação de pessoas usarem de outros partidos, como o presidente do Patriotas, que está na imprensa, repito, dizer que já tinha procurado, convidou o caro colega do PSD. Então não tem como dizer que não existem coisas por trás, influências de outros partidos e principalmente do seu Ricardo Fabris de Abreu, que agora pegou implicância também contra esta pessoa, contra este vereador e contra o PSD. Não tem problema nenhum. Eu vou dormir tranquilo. Não tenho crime nenhum, não tenho nada para me preocupar. A minha vida pessoal, como a de qualquer cidadão aí fora, é avessa à política.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (MDB): Uma Declaração de Líder ao MDB, por gentileza.
VEREADOR KIKO GIRARDI (PSD): Então fica aqui a minha defesa do partido e ao filiado, que ele tem todo o direito, como esteve ontem na executiva, foi chamado, deu a cara também, se justificou, foi questionado, se explicou. Mas a executiva, conforme suas respostas, também, que é coisa interna, também tem seu jeito de tomar sua atitude. Mas fica registrado, meu caro Jeferson, que, segundo, o senhor foi usado. E o senhor, como vice-presidente do PSD jovem, o senhor tinha a obrigação de comunicar a direção. Fica aqui esse registro. E depois, quanto ao processo em si, depois eu falo mais um pouco. Era isso, senhor presidente. Muito obrigado.
 
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Bom dia a todos e a todas. Minha saudação, senhor presidente, senhoras e senhores vereadores, todos que nos prestigiam no plenário nesta manhã, os que nos acompanham pela TV Câmara, canal 16 ou pelas mídias. Solicitei, presidente, esta Declaração de Líder para, em nome da Comissão de Desenvolvimento Urbano, Transporte e Habitação, rebater aqui, de forma oficial, a manifestação do ilustre secretário municipal de Planejamento, Fernando Mondadori, relativa à tramitação da discussão da revisão do Plano Diretor Urbano. Eu confesso que até fui orientado, no bom sentido, pelos colegas vereadores de que não exagerasse na minha manifestação. Porque, efetivamente, minha vontade seria essa, minha vontade seria essa. Por conta de que parece, com toda a honestidade... Esta semana foi divulgado que nós somos uma cidade de 511 mil habitantes, vereadora Paula. E quem está dirigindo o município parece que está dirigindo uma aldeiazinha, que este Poder Legislativo aqui não representa uma cidade de meio milhão de habitantes e que as discussões que nós estamos travando aqui não sejam assuntos sérios, que mexem com a vida das pessoas, que interferem diretamente no desenvolvimento econômico da cidade, no desenvolvimento social. E parece que nós estamos aqui de brincadeira, recebendo um salário no fim do mês, parece que esse é o objetivo da Câmara Municipal de Vereadores. E tem gente que se presta nas redes sociais, nos comentariozinhos do Jornal Pioneiro a essas abobrinhas, como se a Câmara Municipal, no seu conjunto, não estivesse preocupada com os destinos da cidade, não estivesse preocupada do ponto de vista de dar respostas às demandas da nossa comunidade, e que essas demandas sejam atendidas da melhor forma possível. Que aqui, provavelmente, o que se quer é o pior. Então me permitam nem falar, só colocar um pequeno trecho da fala minha e da fala do secretário na sessão do dia 18 de abril de 2019. Por favor, Igor. (Procede-se à execução do vídeo.) Então, senhor presidente, senhoras e senhores vereadores, aí está a manifestação do secretário Municipal de Planejamento.
VEREADORA PAULA IORIS (PSDB): Um aparte, vereador?
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Lá no dia ainda 5 de abril, nós tínhamos encaminhado esse ofício a ele, solicitando o apoio técnico de um servidor. E para que você que está em casa, vocês que nos acompanham no plenário consigam compreender, isso aqui é o texto do Plano Diretor, é o texto da lei. Mas, junto como Plano Diretor, existem 18 anexos. Então, por exemplo, isso aqui é um anexo do Plano Diretor. Isso aqui só pode ser produzido pelas máquinas lá da Prefeitura, porque é um software desenvolvido especialmente para esses anexos, que é o chamado... através do DIGEO. Aqui nós temos os parâmetros de edificação do uso do solo. Então todas essas cores só é possível a gente alterar se a gente tiver acesso ao software. Para produzir esses mapas... Esse aqui é o principal, o fundamental, que é o chamado Anexo 12 do Plano Diretor, que é onde está o zoneamento da cidade, esse aqui, eu só imprimi em duas folhas A4, mas ele é um tamanho bem maior, só é possível ele ser impresso com as alterações que foram propostas através de acessar o software da Prefeitura. Então, nesse sentido, que nós colocamos já, viemos insistindo desde o dia 5 de abril. E é importante que a gente diga, vereadora Paula, desde abril, nós estamos com o relatório pronto. Com as alterações propostas pelos vereadores, pela comunidade, o relatório pronto para ser submetido a esse plenário. Estamos aguardando que o Executivo nos forneça aquilo que não é deles, é da cidade. O Secretário Municipal de Planejamento não é dono do Software do DIGEO que faz as alterações que qualquer profissional pode acessar ali na internet. Então, nesse sentido, é que faço aqui em nome da comissão, e gostaria que os colegas também se manifestassem, porque esse é um trabalho conjunto que viemos com muita dedicação fazendo.
VEREADOR GUSTAVO TOIGO (PDT): Um pequeno, vereador?
VEREADOR RENATO NUNES (PR): Um pequeno aparte, vereador?
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Vereadora Paula e, logo em seguida, o vereador Gustavo. Vereador Edson em seguida.
VEREADORA PAULA IORIS (PSDB): É importante que se diga com todas as letras, depois dessa fala que foi apresentada aqui, nós estivemos pessoalmente lá na Sala de Planejamento então levando esse pedido. Naquela ocasião o secretário: “Mas o que é mesmo que vocês querem fazer? O que é mesmo?”. E nós explicando de novo, explicando de novo. Daí ele: “Mas eu terei gente da equipe em férias”. Já começou a enrolar lá. Depois, nós recebemos então, ele ficou de encaminhar alguém para cá. Depois, nós recebemos uma devolução que se nós quiséssemos isso nós teríamos que fazer um pedido direto ao prefeito. Depois o vereador intermediou junto ao vereador Renato Nunes. O que me consta, quem veio para esta Casa ao invés de vir com um software, tipo assim um Mercedes, veio com um fusquinha. Depois me corrijam os técnicos se eu estiver errada. Agora, ouvi na Rádio Caxias, no sábado pela manhã, que os vereadores desta cidade teriam que ter a consciência da importância do Plano Diretor para a cidade é uma vergonha, é um absurdo e é importante que a cidade saiba disso. Nós temos mais de 150 emendas que nós trabalhamos ao longo desse tempo e esses anexos são documentos. Se eles não estiverem bem explicativos, bem delineados, eles são documentos não vale o que nós anexamos ao projeto. Então é uma vergonha isso, realmente nos tira do sério.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Só para lhe ajudar, vereadora Paula. No ofício que encaminhamos ao secretário em resposta, a gente colocou assim, depois da vinda dele aqui:
3) Através do Ofício nº 11/2019, de 30 de abril de 2019, Vossa Senhoria confirmou que seria disponibilizado software e usuário para operá-lo nas dependências da Prefeitura, o que não aconteceu;
4) Somente nos dias 15, 16 e 17 de julho foi disponibilizado um técnico, o qual compareceu junto à CDUTH, com o software Q-GIS, diferente do software ARCHI-GIS utilizado pela Prefeitura. Pelas dificuldades que se apresentaram, não realizou o trabalho de forma completa e/ou satisfatória, consequentemente, não atendendo as necessidades;
(Texto fornecido pelo orador.)
 
VEREADORA PAULA IORIS (PSDB): Vereador, só para complementar, eu disponibilizei o meu assessor 40 dias na SDUTH para fazer esse trabalho junto a esse assessor, esse estagiário.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Correto. Uma dedicação fantástica dos nossos técnicos, do João, do Moschen, da turma toda que toca, que assessora a comissão. Vereador Gustavo. (Manifestação sem uso do microfone.) Eu concluo, senhor presidente, dizendo, me permita, desculpem os demais vereadores porque passamos do tempo, mas fica aqui esse nosso desagravo, dizendo que solicitei, concluo, ao vereador-presidente da Casa, amanhã, uma reunião com todos os vereadores para nós colocarmos então a forma como vamos conduzir então a tramitação desse processo a partir de agora. Muito obrigado.
 
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR PAULO PÉRICO (MDB): Bom dia, senhor presidente; bom dia, senhoras e senhores vereadores. Sobre essa questão que o vereador Elói aqui traz é bom que se diga de forma bem clara: propositadamente trouxeram um programa, um software errado. (Manifestação sem uso do microfone.) Mais simples, mas é propositadamente. Admira-me que não saibam na Seplan qual é o software que foi utilizado para a elaboração do Plano Diretor já que, segundo o secretário, ficaram meio trabalhando nesse Plano Diretor e depois não souberam qual software trazer aqui para esta Casa.
VEREADOR GUSTAVO TOIGO (PDT): Dentro desse assunto, vereador Périco, um aparte.
VEREADOR PAULO PÉRICO (MDB): Sim, bem rápido que tenho outro assunto aqui, vereador.
VEREADOR GUSTAVO TOIGO (PDT): Pois não, vereador Périco. Eu acho que é importante esse assunto porque veio também à baila através da imprensa. Acho que o secretário Mondadori, do Planejamento está sendo extremamente ingrato com esta Casa. A Comissão de Desenvolvimento Urbano tem feito um trabalho exaustivo, um trabalho de muita compenetração, de muita reflexão para poder legar esse instrumento de planejamento que é o Plano Diretor para a nossa sociedade, um plano bom, exequível. Um projeto que nós estamos tratando alguns meses. Muitas reuniões públicas, audiência inclusive públicas, mais de 140 contribuições, vereador Périco, das entidades, de setores, da própria comunidade, dos contribuintes, contribuições importantes desta Casa, então fazer um grande trabalho de avaliação, de valorização, de pertinência das emendas, agora, para nós legarmos um plano que está em tese pronto o seu relatório, nós precisamos dos técnicos daquela secretaria para fazermos os ajustes necessários que são próprios daquela secretaria o que não vem acontecendo. Isso foi prometido pelo secretário aqui, ou seja, vieram alguns estagiários, fizeram uma análise preliminar, mas não foi entregue ao fim e ao cabo aquilo que nós precisamos para que o projeto seja debatido em plenário. É lamentável que mais uma vez o governo queira produzir essa polêmica e querer jogar  no colo da Câmara a responsabilidade pelo projeto não ter sido ainda votado. Muito obrigado.
VEREADOR PAULO PÉRICO (PMDB): Obrigado.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Vereador Paulo, trinta segundos.
VEREADOR PAULO PÉRICO (PMDB): Eu gostaria...
 VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Trinta segundos, me permite.
VEREADOR RENATO NUNES (PR): Um pequeno aparte, vereador Paulo.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Eu só gostaria assim de deixar bem registrado. Desde o início nós tivemos o apoio total do vereador líder do governo Renato Nunes. Então, vereador Renato, V. Sa. não tem nada a ver com isso. Tentou nos ajudar. Na realidade o técnico foi colocado aqui, veio ali com um programa diferente, mas resolveram o problema, só que não nos entregam o produto do trabalho, está stand by lá. Por ordem do secretário está stand by. Por quê? Eles não  concordam com as alterações que foram propostas no plano diretor, só por isso. Eles não concordam, mas eu não estou dizendo que isso aqui vai ser aprovado ou vai ser rejeitado. Esse plenário é soberano para decidir o que vai votar, o que vai deixar de votar. A comissão está fazendo o seu trabalho, entregando para o plenário: oh, foram sugeridas 150 emendas, votem a favor, votem ao contrário, sei lá. É isso, vereador Renato. Só que eles não nos fornecem o trabalho, porque o trabalho está lá no tal do software deles. É isso.
VEREADOR PAULO PÉRICO (PMDB): Obrigado, vereador.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Não sei. A nossa fala quando vai os nossos técnicos lá dizem que o secretário mandou deixar em stand by. Ele gosta de falar essa palavra: deixa em stand by. Obrigado.
VEREADOR PAULO PÉRICO (PMDB): Obrigado, só um recado ao secretário Mondadori. A próxima vez que ele vier aqui e disser que vai bater o capacete, ele vai levar um capacete na cabeça, porque mentiroso esta Casa já está cansada de receber aqui, principalmente por secretários que vêm a mando, com textinho prontinho, lido e depois mente na nossa cara ou não nos responde, tal como V. Exa. trouxe aqui, vereador Edio Elói Frizzo. Muito bem. Meu assunto hoje é outro, porque nós temos..
VEREADOR RENATO NUNES (PR): Permite um aparte, vereador.
VEREADOR PAULO PÉRICO (PMDB): Desculpa, vereador Renato, não é porque é V. Exa. mas eu quero entrar no meu assunto. E o meu assunto é justamente sobre um pedido de impeachment encaminhado aqui a esta Casa na qual eu fiz um requerimento ainda no mês de abril, ou melhor, justamente sobre esta questão ao prefeito municipal isso no mês de abril sobre como é que estava a situação daqueles terrenos lá do estacionamento. Um memorando da secretária Mirangela, ela coloca assim: por tudo cabe ressaltar que em decorrência da colocação constante no memorando e citado anteriormente, qual seja, abre aspas, "do acervo cadastral dessa gerência como sendo possível a área do estacionamento do aeroporto Isto é da prefeitura como sendo possível área. Aí é encaminhado ao gabinete do SMU na qual a gerente Caroline Chaulet  coloca duas matrículas do acervo cadastral dessa gerência como sendo possível a área de estacionamento do aeroporto regional Hugo Cantergiani, oficial documento. Nem a prefeitura sabe de quem é aquele terreno Ela acha que é dela. O que me admira é que quem está colocando isso é o secretário de Planejamento, da Seplan. E aí eles encaminham, a esse secretário, que é o cara, aqui está a letra dele: Para o secretário de Governo, em 12/04/2019. Nada a acrescentar por parte dessa secretaria. Assinado, Fernando Antonio Granjo Mondadori. Nem o secretário de Planejamento deste município sabe quais terrenos públicos tem este município. Aqui está o nome daquele que se acha o dono do município e o dono de todos os mapas do município. Ele quer ser o dono dos mapas e não sabe nem quais terrenos o município é proprietário. Aí, neste meu requerimento, encaminham duas escrituras que estão em nome da prefeitura, porém, não encaminharam aquela escritura que foi penhorada na Justiça do Trabalho porque realmente não é da prefeitura. É isso que esse pedido está pedindo. É isso, nem se for um metro. Um metro não é da prefeitura e lá foi feito investimento. Por quem? Bom, se foi pelo secretário de Transporte, o secretário Cristiano, que é um grande secretário, se o fez só o fez porque da Seplan veio o documento errado. Se o fez veio de lá porque se nem a Secretaria do Planejamento desse município sabe o que tem de propriedade... E aí mandam autorização para alguém fazer a obra lá no estacionamento em propriedade privada.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Um aparte, vereador.
VEREADOR PAULO PÉRICO (MDB): Eu pergunto, mais uma questão que está aqui nesse processo, executante de mandados, Marise Dresch.
 
Certifico que, nesta data, me dirigi ao endereço indicado, após verificação junto ao setor DIGEO/SEPLAN da Prefeitura Municipal, e lá foi informado de que a área a ser penhorada está cadastrada em nome do município, e trata-se do estacionamento do aeroporto regional. Isto posto, devolvo este, para apreciação.DOU FÉ.
Em 20.08.2018, SEGUNDA-FEIRA...
 
A prefeitura diz que é seu, o terreno. A prefeitura diz que é seu e entrega duas escrituras na qual não aparece aquele terreno. Aí vem a Justiça do Trabalho que pedi para a prefeitura uma resposta e pasmem, senhoras e senhores, este é o tratamento, a prefeitura não respondeu a Justiça do Trabalho porque não tem resposta e levou a multa. Aí depois intimaram o município para que apresentasse a escritura, a Matrícula nº 7.025. Pois a prefeitura não mostrou a matrícula e aí vem de novo, em negrito. Me dirigi ao endereço – e aqui vem a mesma resposta anteriormente lida por mim. Então eu pergunto, se três funcionários da Codeca foram para rua por justa causa porque ali foram, num terreno de uma senhora idosa, cortar a graminha dela... Isto foi porque fizeram alguma ação em um bem particular, eu pergunto a todos os senhores, quem será responsabilizado por isso aqui? Quem tem que ir para a rua por isso aqui? Se três simples funcionários foram para a rua porque cortaram a graminha, da Codeca, quem... Ah, se não for... (Falha no microfone) Certo, é por telepatia talvez, quem que o senhor vai demitir? E esta Casa tem que exigir isso e a imprensa tem que exigir isso também. Quem vai ser demitido? Porque alguém deu a resposta para o secretário, para a Secretaria de Obras: Vá e faça porque é nosso. E quem é o responsável por isso? Esta sumidade mentirosa chamado Fernando Mondadori.
PRESIDENTE FLAVIO CASSINA (PTB): Obrigado, vereador.
VEREADOR PAULO PÉRICO (MDB): Para corroborar com V. Exa., vereador Elói, esse é o que quer ser dono de todas as áreas. Pois muito bem. Aqui está provado que ele não é dono de 47 metros do estacionamento da Prefeitura de Caxias do Sul. Por isso eu peço aqui publicamente, senhor presidente, que essa pessoa seja demitida imediatamente pelo prefeito municipal.
VEREADOR RENATO NUNES (PR): Peço a palavra, senhor presidente. Declaração de Líder.
VEREADOR PAULO PÉRICO (MDB): Porque ela é a responsável por esse investimento que a prefeitura fez num imóvel particular.
PRESIDENTE FLAVIO CASSINA (PTB): Obrigado, vereador.
VEREADOR PAULO PÉRICO (MDB): Obrigado, senhor presidente. Obrigado, senhoras e senhores
 
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR RENATO NUNES (PR): Muito bom dia a todos e a todas, senhor presidente. Eu o cumprimento como presidente deste Poder Legislativo. Cumprimentando-o eu cumprimento todos os demais vereadores e vereadoras, autoridades, todas as pessoas que estão aqui no plenário e todas as demais que nos assistem através da TV Câmara, canal 16 ou pela internet, através das redes sociais. Nobres pares, já estava deixando para o momento posterior ser lido ali esse novo pedido de impeachment, sexto, número seis. Mas vamos dar uma “parladinha”, vamos conversar um pouco mais aqui com o pessoal, vamos tentar dar uma explicada. O que acontece, nobres pares? Eu vou fazer uma fala aqui. Quero dizer para os senhores o seguinte, de todos os pedidos de impeachment que entraram aqui nesta Casa, este de número seis, em minha opinião, em minha opinião, desculpa aqui o senhor Jefferson Côrtes, não tenho nada contra a sua pessoa, o senhor sabe disso, nem contra os seus familiares e amigos, bem pelo contrário. Por muitas vezes, inclusive, lhe defendi aqui  desta tribuna. E tenho o senhor como um amigo. Não somos inimigos. Estivemos do mesmo lado. Talvez hoje estamos em lados opostos na política, mas não somos inimigos. Mas, em minha opinião, com todo o respeito, esse é o pedido mais confuso que teve até agora, sem pé e sem cabeça. Uma verdadeira aberração, nobres pares. Uma verdadeira aberração, em minha opinião, em minha opinião. O que me entristece, porque vejo que esse instrumento importante da democracia, que é o impeachment, esse instituto está sendo banalizado. Qualquer coisa está virando... Virou moda agora, virou modinha. Qualquer coisa “não gostei do prefeito”. Pedido, pedido de impeachment. Vamos tirar ele de lá. O que há? Não fui com a cara do prefeito: impeachment. O prefeito não me atendeu: impeachment. Poxa! Está difícil. Então, para começar, é nítido, senhor Jefferson Côrtes Torres, que praticamente, com todo o carinho e respeito que tenho por sua pessoa, a gente entende aqui, já foi falado inclusive pelo vereador Kiko, o senhor está fazendo uma gentileza de emprestar o seu nome para assinar o documento. Nós sabemos que tem outras pessoas por trás. Inclusive tem uma delas, que foi citada aqui, que é o ex-vice-prefeito, senhor Fabris, Ricardo Fabris de Abreu, que assina inclusive. A maior parte do documento é ele que assina. Então o ex-prefeito, todos conhecem, todos conhecem, foi aquela pessoa que nem bem o prefeito Daniel Guerra se elegeu ele já começou a brigar com o prefeito. Não tinha nem tomado posse ele já estava brigando. Ele já saiu do partido pelo qual ele foi eleito juntamente com o prefeito para ser vice. Daqui a pouco ele já não quis mais ser vice ele renunciou. Passou dois, três dias ele voltou atrás. “Não, não quero mais renunciar.” “Desrenunciou.” Enfim, aí começou a peregrinar por diversos partidos aí. Alguns meses, ele passou por uma meia dúzia de partido. Foi para um, não gostou. Foi para outro, não gostou. Foi para outro. Agora parece que está no Patriota, Seu João, está no Patriota. Então, hoje, qual é o objetivo do Sr. Ricardo Fabris de Abreu, na minha opinião? Eu tenho direito de fazer essa manifestação. É derrubar o Guerra, é tirar o Guerra de lá. Aí depois ele renunciou. Agora, dessa vez foi, dessa vez foi. Então ele quer tirar o Guerra de lá. Virou inimigo do Guerra, ou seja, a pessoa que mais confiou nele, assim como o senhor, Sr. Jeferson, o senhor teve um voto de confiança do prefeito, o senhor foi convidado, teve a honra, a oportunidade de ser convidado para ser um subprefeito. Olha, quantas pessoas gostariam de ter essa oportunidade que o senhor teve. E assim também o Sr. Ricardo Fabris de Abreu, ele também teve a honra de ser convidado para ser o vice-prefeito de Caxias do Sul. Era só ficar lá tranquilo, trabalhando, ajudando. Não, mas quis partir para outro lado. Então a gente sabe que é ele que está por trás disso. Então o que estão alegando, nobres pares? Eu trouxe aqui, por gentileza, vamos colocar no telão. Não sei se eu vou conseguir aqui. Deixa eu ver. Eu vou... Alô, alô, eu vou falar desse microfone aqui só para não ficar de costas. Nobres pares, por coincidência... Ah, está ali, oh. É, mas eu acho que eu fico aqui, porque aí eu mostro lá não é. Dá para mostrar? Aparece, não? (Manifestação de vereador sem uso de microfone.) Ah, muito claro, muito claro. Bom, está ali. Por coincidência, isso aqui foi um quadro que eu achei lá na Seplan, tirei fotos só para mostrar para os senhores, esse é o mais antigo que eu achei. Então, oh... (Manifestação de vereador sem uso de microfone.) Oi? Não, esse é um quadro, uma foto antiga, antes de tudo. Então o que estão alegando, nobres pares? Que o Município, através dessa atual administração, construiu um estacionamento lá nesse local. Pode ir passando, por gentileza. Vai passando, que eu vou falando. Aí foi passando o tempo. Olha ali, ali só... Já estava só o terreno ali. O pessoal começou a usar o terreno, foi cedido e tal, não é? Ali está o atual estacionamento que foi construído. Pode passar adiante. Ali, tirei fotos. Não sei se os senhores conhecem, já estiveram lá pessoalmente. Pode passar, por gentileza. Vai passando. Isso. Pode ir passando. Está ali, oh! Tá? Deixa eu ver se funciona. Espera um pouquinho. Não, não vai funcionar lá. Tá, mas enfim, então esse aí é o novo estacionamento, novo estacionamento tá? Só para um pouquinho. Nobres pares, quando a gente procura no mapa, no GeoCaxias lá, quando aparece em verdinho ali é porque a terra, o local é do Município. Quando aparece verdinho ali. Então aquele número dois ali, oh, é exatamente onde foi construído esse novo estacionamento. Pode passar à frente. Está ali. Só para um pouquinho ali. O que acontece, nobres pares? O que acontece? Agora, volta para mim, por gentileza, a imagem. O interessante, o interessante... Por gentileza, para mim, a imagem aqui. O interessante é que nesse pedido de impeachment – nome bonito, não é? – número 6, eles dizem que o Município construiu um terreno numa área particular, mas ninguém apresenta o documento dessa área particular, ninguém sabe onde fica. Uma confusão, não é? Ninguém diz onde é. Não, era um terreno particular. Mas aonde? Cadê o documento? Porque onde foi construído ali, onde tem a Matrícula nº 32.783, que tem uma área de 789 metros, 790 m² praticamente do lote dois, esse terreno aí é do Município, nobres pares. Nós temos matrícula, temos documento, temos tudo. O que há? Então eles não sabem onde é. Mas eu quero chamar atenção... Bota um pouquinho para cima, por favor. Para cima! Sabe esse triângulo aqui? Está vendo lá do ladinho tem aquele número, matrícula... Onde está? (Manifestação sem uso do microfone.) Não, não é esse daí. Esse daí é um terreno que tem ao lado, que tem a matrícula, está tudo direitinho, onde está amarelo é a rua, é a Avenida Salgado Filho que também pertencia a esse cidadão. Antigamente, ele tinha esse terreno ali, aquele triângulo ali. Então essas duas matrículas aqui embaixo é que originaram aquele terreno do município lá. Eu estou fazendo essa primeira fala aqui porque eu sei que não vai dar tempo, depois na hora eu vou pedir a palavra, vou falar mais 10 minutos, depois eu vou pedir a Declaração de Líder, vou falar mais 10 minutos, depois eu vou pedir a Declaração de Líder e vou falar mais 10 minutos. São dois minutos? Cinco minutos, mais 10 minutos, mais 15 minutos pode ser eu consiga depois na Declaração de Voto também. Então eu vou à prestação, nobres pares, aqui nesta tribuna para explicar essa bagunça, essa confusão. Uma hora eles falam em 790 metros quadrados... Só um segundo de tolerância, senhor presidente. Daqui a pouco eles falam em 47 metros quadrados. E avaliaram sabe quanto o terreno? R$ 790 mil, quase R$ 1 milhão. Eles estão avaliando a terra toda... Pode passar para frente. Não vai dar tempo... Está ali só para mostrar. Está aí a escritura, titular: Município de Caxias do Sul. Para cima, meu querido, só para mostrar lá. Está ali. Proprietário: era do Seu Jaime Luiz... E tem outros documentos onde pertence, a rua também que foi cedida, depois tem todos os documentos direitinho... Eu peço desculpas aqui que realmente o tempo foi curto, mas a gente continua depois explicando para vocês. Muito obrigado.
 
Parla Vox Taquigrafia

Não houve manifestação

Ir para o topo