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O fortalecimento de políticas públicas de inclusão foi reivindicado por Wagner Padilha, representante do Instituto Capoeira, Cultura e Cidadania. Ele se manifestou a partir da tribuna, durante a sessão ordinária desta terça-feira (04/08), no plenário da Câmara Municipal, no espaço do Acordo de Lideranças. Enfatizou que a modalidade esportiva consiste em patrimônio cultural do Brasil, como símbolo de resistência, identidade, ancestralidade e liberdade.
De acordo com Padilha, em Caxias, a capoeira tem transformado vidas por meio de um trabalho social, realizado por mestres, professores e projetos comunitários. Contou que, diariamente, são acolhidas crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. Salientou a difusão de valores, tais como: respeito, disciplina, cidadania, convivência em comunidade, vínculos familiares, com afastamento das drogas, da violência e da criminalidade.
O capoeirista atentou que, na roda de jogo, cada pessoa encontra o próprio lugar. “Zelamos por um espaço de diálogo e fraternidade. Representamos a resistência do povo negro escravizado. A arte se tornou um instrumento de liberdade”, disse.