VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Minha cara presidenta. Presidente, senão a Dilma vai se remoer lá. Minha saudação a todos os colegas vereadores. Minha saudação aos estudantes da Escola Olga Maria Kayser, à sua direção, aos professores que aqui se encontram. Meu bom dia a todos que nos assistem pela TV Câmara, canal 16; pelas mídias; pelas redes. Vereador Rafael, me permita comentar sobre a Escola Olga Maria Kayser. E aqui a gente retorna ao assunto do Cristóvão de Mendoza também. Na realidade essas escolas estaduais estão aguardando há muito tempo as reformas pleiteadas. Acompanhei, enquanto estive no governo do Estado, toda essa discussão dos projetos de recuperação das escolas. Lamentavelmente, se chegou ao fim do governo e essas obras não aconteceram. Então... Sim, já vi. Obrigado. Lamentavelmente não aconteceram. Mas para dizer para as nossas professoras, para os alunos, que a Câmara tem se debruçado sobre esse assunto. O vereador Paulo Périco, especialmente, tem sido um porta-voz permanente dessas demandas junto ao governo do Estado. Então, nesse sentido, faço essa observação até para dar uma resposta aos alunos que se mobilizaram e estão aqui nesta manhã. Pela ordem, vereador Rafael. Depois, vereador Tibiriçá.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Vereador Frizzo, mais uma vez solicitamos, então, à Comissão de Educação para que possamos visitar o quanto antes a escola, porque eles estão mobilizados, vereador. Vereadora Paula, suplicamos ao nosso governador Eduardo Leite, que tem um discurso bonito em época de campanha e que iria garantir. Ele esteve no Jornal do Almoço e não garantiu nada, que não teria. Aqui em Caxias do Sul, cerca de 150 professores estão faltando nas nossas escolas. Só eles aqui da escola, esta turma aqui, amanhã eles não vão ter aula, eles vão ser dispensados. Hoje eles não têm três matérias. Então, também discurso bonito já passou em época de campanha.
VEREADOR ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Um aparte, vereador.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): O governador preferiu fazer todos os acordos políticos com partidos, botar pedágios no nosso Rio Grande, fazer privatizações, mas deixou a educação em segundo plano. Nós não podemos... Não tem nem coordenador da CRE ainda. Estão em processo de currículo, vereadora Paula. A senhora tem que defender, mas estão com processo de currículo, currículo, currículo. Enquanto isso fazem as indicações políticas e esquecem a nossa juventude, que está sem escola. Obrigado, vereador Frizzo.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Obrigado, vereador. Vereador Tibiriçá.
VEREADOR TIBIRIÇÁ MAINERI (PRB): Vou ficar de pé por causa da Libras. Bom dia, vereadores presentes, presidente Cassina e Escola Estadual Olga Maria Kayser. Como o João Victor explicou ali antes, eu lembrei que, em 2017, eu fui a uma visita da escola para verificar a questão de acessibilidade, por causa da questão dos votos. As pessoas com deficiência iam votar e não tinha acessibilidade. Eu fiquei bastante preocupado com essa questão dessa escola estadual e aí eu conversei com a 4ª CRE do Estado. Fui ao Ministério Público também para conversar para ver essas melhorias. Então, segunda-feira eu estarei de novo indo a Porto Alegre para realizar uma nova conversa, para conversar com o partido para ver de que forma eles podem nos ajudar, e conversar direto com o governo para tentar resolver uma melhoria de acessibilidade dentro da escola. Obrigado, vereador.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Obrigado, vereador Tibiriçá. Não sei se os alunos perceberam, a gente utiliza então o sistema de Libras para a relação com vocês em razão da condição do vereador Tibiriçá. Vereador Meneguzzi.
VEREADOR ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Vereador Frizzo, eu até parabenizei o presidente do grêmio estudantil da escola, o João Victor, porque essa juventude, na idade de vocês aí, poucos têm a coragem de se aventurar num grêmio estudantil e de lutar por causas importantes para os estudantes. Então, quando eu vejo um jovem da idade do João Victor e vejo o comportamento dos colegas dele aqui na Câmara de Vereadores, eles reivindicando, trazendo situações, eu acho muito importante. Acredito na nossa juventude quando vejo jovens assim. Eu fui presidente do grêmio estudantil da Escola Emílio Meyer. Isso há 30 anos. E os mesmos problemas, João Victor, que tu relatas da tua escola, relatava há 30 anos da minha escola estadual. Problemas com pavilhão, sem material escolar, faltavam professores. Até hoje a escola Emílio Meyer sofre com uma série de problemas de infraestrutura. E quando trabalhei na rádio São Francisco, vereador Frizzo, eu fiz uma matéria especial a respeito de várias escolas estaduais, uma reportagem especial e todas elas tem um problema de acessibilidade. Todas elas têm um problema com falta de internet. Todas elas têm problemas estruturais. As escolas estaduais há muito tempo elas sofrem com problemas estruturais. Então é urgente que se faça alguma coisa. É urgente que se trabalhe algo para minimizar um pouquinho o sofrimento dos estudantes, dos professores e das comunidades das escolas estaduais. Não é o fim do mundo, vereador Frizzo, mas as escolas sofrem. Quando vem um estudante aqui e traz isso, poxa, isso está acontecendo em uma escola estadual, está acontecendo próximo da gente, o que a gente pode fazer? Aí a mídia traz a situação do Cristóvão, mas esquecem outras escolas que têm os mesmos problemas até mais graves. Então parabéns, João Victor, parabéns a comunidade desta escola que tem a coragem de vir aqui trazer essas situações e mais do que isso pedir providências. Pedir para que a situação melhore um pouco. Obrigado, vereador.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Obrigado, vereador Meneguzzi, até lhe agradecendo também pela cedência do seu espaço e fecho este assunto dizendo que ontem, vereador Tibiriçá, estivemos também na Secretaria de Obras do Estado, conversando com o secretário José Stédile a quem está afeta essas obras, mas que depende da liberação de recursos à Secretaria da Educação. Ele disse: Frizzo, não posso fazer nada, enquanto não receber o ok para que eu dê prosseguimento nessas obras que foram paralisadas. Então o vereador Tibiriçá também está dizendo que volta segunda-feira a retomar este assunto diretamente com os responsáveis e acredito que os outros vereadores todos estão também muito preocupados, digo isso aos nossos alunos, as nossas professoras com relação a esses problemas que estão acontecendo nas escolas estaduais. Eu tenho ainda três minutos aqui, não posso deixar de repercutir, continuar repercutindo, vereador Felipe, essa decisão infeliz do fechamento das bancas de revistas na nossa cidade. Eu ouvi a entrevista da senhora juíza Maria Aline dizendo o seguinte. Ela marcou uma audiência de conciliação, mas só para definir qual é o prazo que as bancas vão ter para sair. Isso não precisa de conciliação. E a senhora secretária de Desenvolvimento Urbano, secretária de Urbanismo, dizendo que não, que o município inclusive vai recorrer da liminar. Eu digo, mas isso é uma insensatez que está permeando o governo municipal. É uma postura autoritária. Uma postura que não dialoga com a cultura, com a educação, por que se proibir bancas de revistas em Caxias do Sul? Ontem na discussão, a gente falava, vereador Périco, que seria a banca da praça, a banca da Ana e a banca do Melo lá de São Pelegrino. Agora estão falando que são cinco. Então a do Postão provavelmente, a banca do Clóvis aqui também, mas é uma insensatez, vereador Fiuza, com todo o respeito a essa administração. Não vai mais ter banca de revista em Caxias, mas é um contrassenso. É uma coisa que é incompreensível para qualquer cidadão. Você que está nos vendo pela TV Câmara não vamos ter mais bancas de revistas em Caxias do Sul. O pessoal do Pioneiro, da Folha de Caxias, vão ser vendidas aonde? As pessoas que pegam os jornais nas bancas. Eu até diria assim. Bom, se o município estivesse dizendo o seguinte. Nós queremos fechar essas cinco bancas e vamos abrir 10 bancas, 50 bancas na cidade, menores, em vários espaços. Vamos universalizar em Caxias do Sul a questão de bancas de revista, não vão fechar, mas não tem alternativa nenhuma. Aí se falava que na banca da Ana vão botar um bicicletário e uma tomada para carregar celular. (Esgotado o tempo regimental.) Se me permite prosseguir em Declaração de Líder, senhora presidente.
PRESIDENTE PAULA IORIS (PSDB): Pode prosseguir, vereador.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Até porque o assunto tem que render, porque esta Casa não pode ficar impassível a uma atitude totalitária, uma atitude imbecil, idiota...
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Permite um aparte?
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): de parte do Executivo como essa de fechar as bancas de revista de Caxias do Sul. (Esgotado o tempo regimental.) O prefeito está fechando as bancas de revista. Eu me criei comprando figurinha, batendo. Ia lá para Emílio Meyer, vereador Meneguzzi, e batia figurinha lá com a gurizada, mas até com essa alegria o pessoal quer acabar. Mas é um prefeito que não sei, não consigo conceber o que passa pela cabeça dos nossos ditos gestores. Quem é que pediu a declaração? Vereador Meneguzzi? Perdão, vereador Adiló.
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Obrigado, vereador Elói. V. Exa. tem toda a razão. O nosso prefeito se resume na expressão do prefeito de Veranópolis, que esteve com este vereador em Porto Alegre. “De onde é que saiu essa figura?” Eu disse que das urnas e da ilusão que ele vendeu num discurso bonito, teatral, ensaiado e trabalhado que ele fazia aqui na Câmara de Vereadores, o seu sapateio. Para tudo ele tinha solução, faltava com educação com ex-prefeito Alceu Barbosa Velho e assim ele construiu a imagem de totalitário que ele sabia tudo, que ele ia resolver tudo. Então ele apenas está pondo em prática aquilo que ele fez e prometeu na campanha, totalitário, solução para tudo. Só que a solução dele não dialoga com a comunidade. Esse quesito banca, para que os senhores e as senhoras tenham ideia, é a polêmica de número 173. Isso está aqui relacionado, todas elas, com data, com publicação na imprensa, não é uma invenção deste vereador. Isso, eu duvido que se recorde seja batido. Um prefeito conseguir criar... E não coloquei a polêmica que ele criou com a Amesne, constrangendo o prefeito Waldemar De Carli e todos os colegas aqui da região, onde ele os chutou, dizendo que cada município que se vire com os seus problemas. Ele é absoluto, ele tem solução para tudo. Obrigado pelo aparte.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Vereador Adiló, eu até ia fazer um histórico para os nossos estudantes que aqui estão. O porquê de esse assunto estar repercutindo na Câmara? Na quinta-feira, nós estivemos aqui a presença de dois proprietários de bancas da cidade.
VEREADOR GUSTAVO TOIGO (PDT): Um aparte, vereador Elói.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): A Banca da Ana e Banca do Melo, dizendo que tinham sido, que estavam sendo despejados, já tinha estourado o prazo e tal. Essas bancas estão aí há 40 anos e eu dizia ontem de que elas... Por que nenhum prefeito foi lá e retirou a banca da Praça Dante Alighieri? Ninguém retirou a banca lá da Praça de São Pelegrino, ou a Banca do Clóvis aqui, e outras que lamentavelmente também estão sendo colocadas nesse pacote, como a banca que funciona em frente ao nosso Postão? Por que elas são tradição da nossa cidade? As pessoas vão lá comprar o livro, vão lá comprar o jornal, vão lá comprar o cartão de telefone. Vão lá pegar coisinhas do dia a dia, a balinha, o chicletes e assim por diante. Isso é tradição em nossa cidade. Então nenhum prefeito quis meter a mão nisso. “Ah está irregular?” Então lá atrás se de seu um alvará provisório. Porque, se a gente for seguir a lei de fato, que é o que o prefeito está fazendo, tem que haver novas licitações. É isso, vereador Fiuza. Nenhum prefeito quis fazer por isso. Mas isso daí é um contrassenso. Essas pessoas que trabalham nessas bancas, essas bancas pelo nome que tem, elas fazem parte do dia a dia do município, é um patrimônio da nossa cidade. Então por que os outros prefeitos não fizeram, não retiraram as bancas, por quê? Exatamente por isso pelo que elas representam do ponto de vista de tradição em nível de Caxias. Então essas questões que eu levanto que fazem com que a gente... Eu dizia que era o tal do negócio do quero-quero. Bota os ovos aqui e canta lá para não mexer nos ovos que está aqui. Este prefeito sofre de síndrome de quero-quero porque na realidade o qual é o objetivo que eu vislumbro por trás desse tipo de decisão, que faz com que a gente repercuta isso na Câmara. Porque os problemas na saúde, vereador Rafael, são gravíssimos. Nós estamos com três postos de saúde prontos e não inaugurados. Não foram colocados em funcionamento. Nós estamos com o inverno chegando e o Postão fechado. Começa agora as vacinas da gripe, e Caxias, todo mundo sabe, os nossos problemas com relação ao frio, e eu vou dizer como é que vai ficar o atendimento na cidade, concentrada nas UBSs, e nas UBSs faltando médicos. Então é um governo de discurso, não é um governo de prática. A prática desse governo é desastrosa. Então é um governo que só faz discurso, é um governo de vento. Pois não, vereador Toigo.
VEREADOR GUSTAVO TOIGO (PDT): Obrigado, vereador Elói. Olha, profundamente lamentável essa posição da administração Guerra com relação a essas cinco bancas, hoje, de jornais que estão há muito tempo instaladas no município, fazem parte já inclusive do mobiliário urbano da cidade. Presta um serviço inclusive público de informações a nossa população na venda de jornais, de revistas, periódicos e tantas outras coisas. Então a gente percebe colocar toda uma máquina, uma administração para ter uma atitude como essa, uma atitude autoritária, sem uma negociação plausível, sem chamar os interessados: Olha, nós vamos passar por uma revitalização nas nossas praças e parques. Nós vamos dar um período aí, enquanto que a legislação for encaminhada, um processo licitatório, um ano, dois, três. Afinal de contas estão aí há mais de 30 anos. Então faltou bom senso para administração e é uma atitude, vereador Elói, em última análise, que vai contra as nossas liberdades democráticas e isso atenta contra o princípio do acesso à informação, contra a liberdade de imprensa, liberdade de informar que o poder público tem que ter esse compromisso com a nossa população. Então realmente nós precisamos reverter isso, a administração precisa chamar os donos dessas bancas e fazer uma negociação a altura do serviço importante que elas prestam a nossa comunidade. Muito obrigado.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): E nesse sentido, vereador Gustavo Toigo, é que eu coloco de que essa audiência de conciliação que a senhora juíza coloque prazos, três anos...
VEREADORA GLADIS FRIZZO (MDB): Declaração de Líder para o MDB.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Que o governo diga o seguinte: Não, nós queremos refazer as licitações, vereador Fiuza, queremos colocar 20 bancas em Caxias do Sul com tamanho menor. Não precisa ser aquele tamanhão. Essa foi uma das questões, quando foi revitalizada a Praça Dante, que eu discutia com o então secretário Mauro Cirne, que não precisava aquele tamanhão. Você vai a Porto Alegre e tem banquinhas de um metro e meio. São Paulo é o típico. São Paulo tu vai e tem banca em tudo que é quadra, mas banquinhas pequenas onde tu vende ali revistas, jornais, pequenas coisas. Tu não precisa ter uma loja na praça, mas que ela se distribua universalmente, atendendo toda a população. Nesse sentido é que eu acho que seria interessante de que, vereador Fiuza, o governo revisse essa posição porque ela mexe com a cidade como um todo.
VEREADOR EDSON DA ROSA (MDB): Concede um aparte.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Pois não, vereador Edson. Vereador Rafael.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Vereador Frizzo, ontem no Jornal do Almoço, que eles mostraram a respeito das bancas de jornais, a prefeitura disse que eles iriam retirar aquela banca da Ana para construir um módulo da Guarda Municipal. Vereador, qualquer pessoa que circular na praça vai visualizar um módulo da Guarda Municipal que não está funcionando, está servindo de depósito de caixas. As próprias câmeras de videomonitoramento não estão funcionando. Então quer botar um módulo, mas as câmeras, que ao olho vivo da nossa cidade, não funcionam. Tem o módulo. A presença da Guarda não é efetiva ali no local. Estão agredindo idosos nos banheiros das praças porque não tem a presença da Guarda. Agora, tirar uma banca para por uma tomada? Ah, por favor! Obrigado.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Obrigado, vereador Rafael. Vereador Edson.
VEREADOR EDSON DA ROSA (MDB): Vereador Elói, parabéns pelo assunto da tribuna. Dizer, principalmente para essa juventude, que é importante o esclarecimento que aqui na Câmara de Vereadores, para que depois se saia, ninguém está pregando a ilegalidade. É prerrogativa do Poder Executivo, é poder discricionário fazer algumas adequações? É, só não pode esquecer, nesse caso das bancas, como o vereador Frizzo muito bem frisou, que estão há mais de 40 anos. Tem vidas, tem organização familiar em volta nisso tudo, e agora vai ter uma audiência de conciliação. Esse é o problema, primeiro se judicializa para depois ter a conciliação? Não se envolve as pessoas que estão no assunto para tentar achar um termo comum. Então é isso que nós aqui na Câmara de Vereadores estamos fazendo fortemente desde ontem com o assunto trazido... Foi na quinta-feira passada que o pessoal nos procurou. Trouxeram para cá essa demanda. É isso que a Câmara de Vereadores tem que fazer, através do seu pronunciamento, vereador. (Esgotado o tempo regimental.) Nós não podemos deixar fechar as bancas.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Concluo, senhora presidente, saudando mais uma vez os nossos alunos do Olga Maria Kayser e dizendo: Prefeito Daniel, vou tratá-lo com todo o respeito, revise essa posição. É um contrassenso. O senhor não está dialogando com a cidade, o senhor não está atendendo os interesses da cidade. Eu acho que isso é uma decisão muito infeliz do seu governo. Já temos colocado isso ao vereador Fiuza, nosso líder do governo. Eu acho que essa decisão, nessa reunião de conciliação, tem que ser, vereador Fiuza, seguindo: “Oh, temos dois anos aí para frente para realizar uma nova licitação. Vocês vão ter esse prazo para isso. Vamos ampliar o número de bancas, com espaço menor, coisa assim”. Uma nova proposta, mas não essa decisão de ver lá o pessoal encaixotando os livros, encaixotando as coisas e fechando sua banca. Muito obrigado, senhora presidente.