VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Hoje eu vou falar aqui, vereadora Sandra, do legado até agora do nosso prefeito Adiló, que ele vai deixar para as próximas gerações, que vai ficar o nome dele na história, que vai ficar para sempre aí. Bom, vou começar dividindo em três temas, que são as prioridades: educação, segurança e saúde. Ou saúde, educação e segurança. Não interessa a ordem. Mas o que mais chega para mim, no gabinete, são essas demandas. Até eu quero voltar a falar do governo federal e do presidente Lula, porque eu acredito que, sim, aqui a gente pode falar de temas nacionais. Por mais que, por exemplo, o nosso presidente João Uez já falou que não concorda, que às vezes tem que falar os temas das cidades, mas... O Dambrós também não concorda às vezes, mas faz parte da tribuna, aqui, do parlamento, que é para parlar, expressar o que a população ali fora está de olho. Até porque as decisões do governo federal vão impactar no preço do feijão, do arroz, que as pessoas, os caxienses vão pagar. Então, eu acredito que sim, quando puder falar do governo federal a gente vai falar. Mas está bem difícil, vereador Bortola, porque é complicado. Às vezes eu acho que o Adiló está fazendo mais erro do que o Lula. Estão ali os dois, eu não sei qual que é o pior. Mas vamos falar aqui do Adiló, porque é o que chega mais para o meu gabinete, questão municipal. A educação, ele vai deixar o legado, ali, com a polêmica da retirada dos nonos anos, vereadora Sandra, a polêmica de retirada do transporte em locais do interior. Então é isso que vai deixar e também polêmicas envolvendo servidores e perseguições, como foi o caso, lá, do Bairro São Luís, daquela escola que a gente vivenciou, trouxemos o assunto aqui, mas já está passado isso aí. Na segurança, ele vai ter de legado o não chamamento dos guardas municipais que ele prometeu chamar.
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Um aparte, vereador.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): A gente vai ter a GMC em local inadequado para ficar, eles ficam espremidos ali em uma salinha, não é? Me dói, no coração, passar lá ontem e ver alguns dias, já, uma viatura, tão bonita, da Romu parada há tanto tempo lá na esquina, ela fica lá, estacionada, poderia, estar trabalhando, patrulhando, fazendo policiamento municipal ostensivo, mostrando aquilo ali. Quando passa uma viatura, às vezes é um furto que vai ter a menos, um arrombamento que vai ter a menos, uma pessoa que não vai ser assaltada. Esse é o policiamento ostensivo, a gente não está fazendo. Eu não vejo ações mais de moto. O Grupo Tático de Motos, a GTM que a gente tinha, eu não vejo mais essas ações efetivas na cidade, então esse é o legado da segurança. Eu não vejo a Romu na rua, que eu já falei aqui, então, eu acho que algumas cidades vêm fazendo um excelente trabalho envolvendo a questão de segurança pública, que eu acho que é um tema caro para a sociedade, é uma coisa que tantas pessoas me pedem. Quando a gente falava de perturbação de sossego e das operações, ali, que o Bressan vinha fazendo. O que já era alguma coisa, agora, foi cortada a hora extra, nem isso tem mais, mas as pessoas me cobravam, vereadora Sandra, que não tinha essas operações nos bairros, dentro do bairro. As operações às vezes ocorriam ali na UCS, ocorriam na parte do Centro, mas os bairros, a gente tem meio milhão de pessoas morando nessa cidade. Não existia essas operações. Isso aí para mim poderia ser feito com a Guarda Municipal, com a Semma, que pode levar um aparelhinho para medir os decibéis dos locais, nos bairros. Eu só digo: não vão fazer. Não vão fazer porque o prefeito não quer, o prefeito não quer, o prefeito não quer, o prefeito não quer. Eu falo isso para as pessoas. Eu dou a diretriz, eu falo. Porque é ele que é o zero um da gestão. E na saúde a gente vai ter como legado um caos, os servidores colocando atestado porque estão sobrecarregados. Eu fui lá, eu vi. Então, tem gente que bota atestado porque está sobrecarregado, está quase bitolando ali da cabeça, porque às vezes, infelizmente, o serviço é muito, a pessoa não está recebendo nem em dia o salário, muitas vezes. Então esse é o problema da saúde que a gente está. Servidores quase sendo agredidos nas UPAs. Tanto a Central como a Zona Norte a pessoa está lá, ela já chega braba, ela já desconta em quem está lá, era pra descontar em quem manda em tudo, talvez no prefeito, secretário, que são quem recebe pra fazer a gestão e acabam descontando em servidores que estão lá na ponta da lança. Uma coisa que eu tenho observado também, vereadora Sandra e vereador Alexandre Bortoluz, que fala sobre segurança pública, infelizmente uma coisa que está... Sabe o que está acontecendo na UPA Central? Lá na ala de psiquiatria, os servidores têm se queixado, eu fui lá e vi com meus próprios olhos, tanto que uma pessoa que me reclamou que não era atendida, eu fui ver a situação dela, porque ela não está sendo atendida: Ela mesmo tinha... Ela rasgava a fita e colocava uma outra. Rasgava a fita e colocava uma outra. Sabe por que, vereadora Sandra? Sabe por que, vereador Fantinel? Essa pessoa, possivelmente usuária de crack e está virando moda os usuários usarem o crack deles, aprontar as deles, furtar, arrombar e depois ir pra UPA tomar um sorinho, pegar uma cobertinha, comer uma sopa, tomar uma sopa e ficar lá na UPA. Está assim. Os servidores não sabem o que fazer, se nega o atendimento se ferra, não tem um policiamento, não tem guarda municipal lá, não tem nada, tem que aceitar. E essa pessoa estava ali incomodando as outras na entrada da recepção. Ou seja, o que é isso pra mim? É uma cidade desleixada. Tu vai ligar para a guarda, talvez eles vão dizer que não tem viatura. Tu vai ligar para o secretário ele vai dizer que não é com ele, que é com a FAS. Tu liga para a FAS, a FAS diz que é segurança pública. Aí a segurança pública vai dizer que não, é com a Brigada. Aí a Brigada vai dizer que não tem viatura também. E no meio disso tudo, está lá os servidores sobrecarregados e a população no meio disso tudo. Sabe por que, vereadora Sandra? Porque não tem alguém com vontade, com coragem de botar todo mundo em uma mesma sala, botar o Comandante da Brigada Militar, botar o secretário de Segurança, botar o Comandante da Guarda Municipal, botar o secretário da FAS no mesmo lugar e resolver a situação. O Rafael Bueno... Todo mundo em uma mesa. Mas não é só botar, tirar foto, e mandar para a imprensa. É cobrar efetividade. É cobrar meta. É dar meta para o secretário. Se não muda, troca. Pode mudar 60 vezes, não tem problema. Muda 60 vezes o secretário, se tiver que mudar, não tem problema. Eu já falei: será que eles assinam um contrato vitalício igual o Ronaldinho com a Nike? Eu entendo que vão três, quatro meses, seis meses para ajeitar uma Secretaria. Eu entendo. Tanto que eu deixei de criticar a Secretaria de Saúde há bastante tempo, até o secretário Rafael colocar as medidas dele, as ideias deles. Que eu sei que leva um tempo e ainda vai levar mais um tempo para ele conseguir colocar as ideias dele. Mas eu acho que a gente precisa de mais cobrança por parte do Executivo em quem está abaixo nesse cronograma. E então, essas filas, filas e filas, os médicos agora fazendo greve, está um caos, isso reverbera na população. A população já fica sabendo disso pela imprensa, chega na UPA já descontam quem está lá e aí, esse está sendo o legado por não cobrar metas, por não ter alguém que se imponha. Alguém que bote a cara, que cobre o governador para mandar mais dinheiro. Alguém que cobre os secretários para apresentar metas e planos traçados com efetividade, com resultados, como se fosse uma empresa nessa questão. Eu entendo que a questão pública é bem diferente de uma empresa. A empresa é mais fácil demitir o incompetente. Isso, infelizmente, não ocorre nos serviços públicos, mas também a falta de liderança somada às pessoas que não estão com vontade de trabalhar, ou somada às pessoas que não estão recebendo o seu salário em dia, isso tudo acaba ocorrendo no caos que a gente está, que parece que tudo dá errado. Qualquer licitação. Pode ser de uma ponte. Pode ser de uma obra. Tudo reverbera e acaba, infelizmente, dando errado. O seu aparte, vereadora Sandra.
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Obrigada, vereador Hiago. Bom, eu falo em fatos. Não quero falar aqui de opiniões. E fato é que, no ano passado, em dezembro, a gente fez um pedido de informações sobre a PPP, a gente está falando de educação. A gente viu a notícia de ontem de noite que deixou todo mundo assustado. Nesse pedido de informações tem duas perguntas que falam exatamente do que aconteceu ontem. Então: quais foram as adequações orçamentárias? No momento da publicação do edital, as adequações orçamentárias necessárias já estavam concluídas? E a gente recebeu de resposta... Isso é fato, ninguém está aqui no achismo ou na opinião, é fato, está aqui respondido. Então, a primeira resposta: “Todos os pareceres referentes às adequações necessárias à técnica orçamentária foram efetuadas dentro do processo que originou a PPP.” Bom, eu entendo então que havia dinheiro. “O processo tramitou junto à Secretaria Municipal do Planejamento, sendo atestado por essa unidade que as adequações iriam ser realizadas após o certame.” Então, também significa que estava tudo certo. Bom, quando é feito um pedido de informações, sim, a gente está no achismo. A gente acha quê. A gente pensa quê. Mas quando vem a resposta, é fato. É fato que estava tudo certo. Mas e agora gente, o que deu de errado com a PPP da educação?
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Um aparte, vereador Hiago.
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Essa é a pergunta: o que deu de errado? O que tem de errado se estava planejado estava tudo certo? “Tudo está sendo feito, está tudo certo, está tudo maravilhoso.” O que deu de errado? Seria isso, vereador, e muito obrigada.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Obrigado, vereadora Sandra. E também é o que eu repito aqui...
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Declaração de Líder do NOVO.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Obrigado.
PRESIDENTE JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Continua da tribuna o vereador Hiago Morandi, em Declaração do Partido NOVO.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): O que eu repito aqui, vereadora Sandra, o pessoal às vezes não gosta que a gente convoque um secretário, que a gente faça pedido de informações. Eu vou repetir: a gente não está precisando convocar aqui por enquanto o secretário Elói Frizzo. Eu, na minha opinião, a gente não está precisando aqui convocar o secretário Weber. Eu não estou precisando aqui convocar ou mandar pedir informações para o secretário Lucas Suzin. Ou seja, não é a crítica por simplesmente fazer, é uma crítica que a gente recebe lá fora. São as pessoas que pedem para nós. Então, quando a gente aqui é mais ousado de convocar um secretário... Aliás, fazendo um comentário sobre o pessoal da Codeca que veio aqui. Eu fico triste, vereadora Sandra, porque não resolveram nada. Só “migué”. Parole, parole, parole, parole. O que eu falei dos contêineres de metal, que isso aí é 200 anos todo mundo sabe que precisaria, isso aqui é unanimidade na Casa, disseram que não tem dinheiro. Ou seja, qual que é a lógica então, vereadora Sandra? Não tem dinheiro. É melhor tu não investir... Nem que se fosse para fazer um empréstimo. É melhor tu não investir no de metal e deixar pegando fogo dois, três por dia, quatro, talvez. É melhor esse cálculo de a gente comprar os que estão pegando fogo e repor isso? Será que é mais barato do que comprar um de metal que vai durar para sempre? Quando eu fui à UPA Zona Norte, botaram umas cadeiras de plástico onde ela tinha dois pinguinhos de solda. Eu falei que ia dar problema. Dito e feito: uma senhora de mais de 80 anos, estourou a cadeira e ela caiu de cabeça. Bateu a cabeça e não queriam levar para o Pompéia. Então, também isso é outra coisa. A gente não tem alguém com coragem. Churchill dizia: “A coragem é a mãe de todas as virtudes”, porque a partir dela vêm todas as outras coisas boas. A gente não tem alguém com coragem para cobrar os hospitais e colocar os hospitais nos eixos. Dar uma cobrada no Geral, no Pompéia, a gente não tem alguém na gestão, do Executivo, com essa coragem, porque senão não iria deixar eles fecharem leitos e mostrarem que quem manda são eles. Só querem, na hora das emendas e do dinheiro, receber; mas na hora de prestar um serviço bom ou estar de acordo com o Executivo e as demandas da cidade, aí parece que às vezes não fazem, muitas vezes. Tem pessoas boas lá que fazem, mas outras vezes fazem pouco. E a senhora bateu a cabeça, caiu dessa cadeira barata de plástico, vereadora Sandra. Eu fui lá, na época, e falei com o Gustavo, diretor do Ideas. Eu falei: “Gustavo, é melhor colocar uma de metal. Por mais que ela seja mais cara, vai durar por mais tempo. Não adianta vocês colocarem essa daí de plástico e toda semana mudar”. Então, com os contêineres era a mesma coisa. Volto a dizer: eu não sei o que eles fazem aqui. O pessoal que veio aqui da Codeca diz que não tem dinheiro, não tem nada. Infelizmente, é como eu costumo dizer: eu acho que o outro prefeito da outra gestão deixou quebrada para esse aqui. Parece que o antigo Adiló deixou quebrada para esse Adiló 2.0. Então, eu não consigo entender. Se não tem dinheiro, se sabiam que não tinha dinheiro para fazer nada, por que se candidataram de novo? Saíssem, então, fossem embora. Seu aparte, vereador Lucas.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Olha, vereador Hiago, eu acho que chegou em um momento que nós estamos chegando no limite, e a democracia nos garante todas as formas. Nós estamos aqui, a nossa função é fiscalizar, é parlar, é criticar. Nós já fomos governo nesta cidade. E, vereador João Uez, o senhor que é da cepa do Chico Spiandorello, nós fomos governo desta cidade com a maioria desta Casa como oposição e com uma líder da oposição, saudosa Geni Peteffi, sabe? A presidência era da oposição em uma época em que não se tinha tanto republicanismo quando a presidência já esteve na oposição aqui nesta Legislatura. Então, eu acho que, se o prefeito Adiló tem intenção em garantir o mínimo de governabilidade, porque eu já tenho escutado aqui que tem gente que vai sair da base logo mais, logo mais o governo não vai ter maioria, o governo vai ter minoria aqui. Então, se o governo quer salvar a sua governabilidade ainda enquanto pode, que venha a esta Casa, que reúna com os vereadores em uma sessão aberta, em uma sessão fechada, e dê a real dimensão do que acontece com Caxias. Com sinceridade, com tranquilidade e apresentando solução. Porque na democracia é isso, né, vereadora Rose? Bom, quem governa tem que apresentar solução. Chorar, reclamar, dizer que não está bom, a oposição, a guerra no Irã, a pandemia, a chuva. Tem guerra, tem pandemia, tem chuva para todas as cidades. Agora, se o governo quiser seguir bancando normalidade, nós caminharemos para momentos difíceis do ponto de vista da política institucional da nossa cidade. Muito obrigado.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Eu acredito que falta mais humildade, na verdade, do governo. Não adianta o pessoal dizer. Aqui tem o líder, o vereador Calebe. Mas eu acho que, na verdade, às vezes a gente não quer ouvir do vereador Calebe. É como o vereador Lucas falou, às vezes é bom o prefeito vir aqui, colocar a cara também e conversar com nós. Não precisa ter medo. Vem aí, fala com nós, faz uma reunião. Como eu falei, podia vir. Ele domina o assunto da Codeca, por que não veio aqui? Eu já citei outros prefeitos que vão e falam na Câmara de Vereadores. Parece que tem medo. Falei, comentei com os servidores da UPA Central que tem um monte de erro por parte da população. Aí os servidores falaram: “Pois é, talvez até o prefeito poderia falar desses erros”. Às vezes, o pessoal, talvez, vai atrás de atestado ou quem está lá e diz que está há oito horas, chega lá e o pessoal está há uma hora e meia. Já ocorreu também. Mas eu acredito que aí não. O prefeito não tem essa moral para apontar o erro da população. Porque, se ele ficasse e passasse uma madrugada lá, visse o que os servidores estão passando ou o caos que estava segunda e terça-feira, que eu fui lá, e ele ficasse de madrugada uma noite, aí ele teria moral para apontar o dedo para alguém. Como ele não faz, infelizmente, não adianta. Eu sei que tem os secretários, mas não é a mesma coisa. Um gestor, um líder de uma empresa, um dono, tem gente que tem 30 empresas na sua carteira. O Luciano Hang tem 30, 40 empresas, e pode ter certeza de que uma ou duas vezes por mês ele visita as empresas que tem, porque, se não for lá, não é a mesma coisa. Essa visão da pessoa que está no comando da situação. Não é a mesma coisa que o secretário ir, não é a mesma coisa que o adjunto ir. Não tem o porquê ele não visitar. E depois não tem o porquê ele não botar a cara aqui. Se a gente for só em evento de pessoas que gostam de nós, onde tem servidores, CCs que estão de acordo com nós e vivem em uma bolha, aí fica complicado. Eu quero ver ele ir para um paradão, ali, do Ópera em horário de pico. Eu quero ver ele ir para uma UPA Central quando está lotada. Eu quero ir ver ele lá na UPA Zona Norte quando está lotada. É ali que eu queria ver o prefeito. Mas infelizmente a gente critica, a gente não presta, querem cercear até a liberdade de expressão dessa tribuna ou nossa quando a gente se elegeu com essa liberdade de expressão, querem cercear nossa palavra por conta de uma crítica. Eu acho bem diferente, eu sempre digo, eu não bloqueio os haters lá na nas minhas publicações. Só quem se passa, faz alguma ameaça ou coisa assim, a gente vai acabar bloqueando, mas senão eu sempre deixo. Porque dos haters já veio muito erros meus que eu aprendi a melhorar. Então, eu acho que a gente aprende até com quem não gosta de nós. Eu acho que a gente às vezes tem que ouvir e se auto avaliar. Mas às vezes, as pessoas têm uma certa idade e mesmo assim não aprenderam, me parece. Seu aparte, vereador Jack.
VEREADOR JOSÉ ABREU - JACK (PDT): Declaração de líder da bancada do PDT.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Beleza. Então eu continuo, vou continuar cobrando, sempre cada vez mais...
VEREADORA ROSE FRIGERI (PT): Um aparte.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): De imediato, vereadora Rose
VEREADORA ROSE FRIGERI (PT): Não, acho que é isso, o governo municipal tem que começar a se preocupar se até agora não se preocupou, porque ontem foi um show dos horrores de noite já. E assim, quero lembrar que fala da liderança do governo, já na outra Legislatura, nenhum dos líderes do governo se reelegeu porque é muito difícil defender esse governo. Então é uma preocupação que o governo tem que ter também. Se a gente pensar, quem for líder na legislatura passada ficou de suplente, segundo suplente, enfim. Então, é realmente difícil defender esse governo. Obrigada, vereador.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Com certeza. A gente vai continuar cobrando cada vez mais aí e obrigado, presidente, pela palavra, aí e aos vereadores que colaboraram. Estamos junto.