VEREADOR TENENTE CRISTIANO BECKER DA SILVA (PRD): Senhor presidente, nobres colegas vereadores, quem está aqui no nosso plenário, muito bom dia. Quem está nos assistindo pelas redes sociais. Não poderia deixar de lembrar, hoje, da data festiva, senhor presidente, da nossa servidora Roberta Rugeri Tronca, que está aniversariando hoje. Toda a felicidade do mundo a ti, Roberta. Parabéns! Uma moça que está sempre aqui, assessorando esta Casa legislativa com muita paciência, com muita tranquilidade, sempre com aquele sorriso no rosto. Então felicidades, Roberta. Meus parabéns e toda a felicidade do mundo a ti e à família. Era isso hoje, senhor presidente e nobres colegas vereadores.
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VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Presidente, bom dia ao senhor, aos colegas vereadores. Com muita alegria nesta manhã, eu quero cumprimentar o meu tio Rosano Garbin, que está aqui no plenário, juntamente conosco. É irmão mais velho do meu pai. Conhecido de alguns aqui desta Casa, inclusive. Atuou como assessor do vereador Jeronimo Dani, então, à época. Foi também assessor de deputado estadual, o saudoso padre Roque Grazsiotin. Também contribuiu com muitas prefeituras e organizações Brasil afora. Hoje, já há mais de uma década, mora em Brasília, um lugar estratégico, de onde desenvolve estratégia política, também organização de campanhas. Contribuiu em algumas campanhas, inclusive, Brasil afora, especialmente no estado de Goiás. Recentemente, também esteve em uma comitiva de relações políticas e comerciais lá na China, tratando de alguns assuntos de inovação. Nós conversávamos, aqui nos bastidores, junto com o vice-presidente desta Casa, sobre esse assunto. Então, saudá-lo mais uma vez. Bem-vindo a esta Casa. A sua cidade, inclusive. Ter o privilégio de ter ele conosco aqui, por estes dias, em que está tirando uns dias de descanso aqui conosco, em Caxias do Sul. Fugindo do calor de Brasília e vindo para o frio de serrano. Era isso, senhor presidente. Muito obrigado.
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VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Muito obrigado pela gentileza. Peço desculpa pela confusão. Ao senhor e à senhora de casa, meu bom dia, a quem nos acompanha pelas redes sociais e pela TV Câmara. Aos demais vereadores desta Casa os meus cumprimentos. Presidente, nessa semana, em especial nesse sábado, nós comemoramos os 28 anos da Feira Ecológica de Caxias do Sul. E a feira ecológica, que hoje se encontra no calendário do município, uma propositura do vereador Zé Dambrós, que tive o orgulho de ser o relator. E essa Feira Ecológica que hoje se encontra na Praça das Feiras, vereador Zé Dambrós. Eu tive a oportunidade de estar, no último sábado, conversando com os feirantes acerca da cobertura e eles são integralmente a favor da cobertura da Praça das Feiras. Porque eles falam que só quem não faz feira seria contrário. Vai ter uma garantia de que a feira vai funcionar mesmo com intempéries do tempo, em especial, entre os meses de maio e agosto. Então, eu queria cumprimentar todos os feirantes, em especial, o Rodrigo e o Rafael, que tem sempre disposição em estar conversando comigo, explicando as necessidades da feira e também a toda essa comunidade. Tem famílias lá, as cinco famílias que iniciaram a feira permanecem por lá fazendo a alegria da nossa comunidade todos os sábados hoje na Praça das Feiras. Parabéns.
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VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Bom dia, vereador João Uez, presidindo a sessão, colegas vereadores e vereadoras. De forma especial, a querida Isamar Ordovás está aqui, Criança Feliz, que bom te ver. Dias que nós não nos... (Manifestação sem uso do microfone.) Anjos Voluntários. Desculpe. É que o nosso presidente acabou de fazer uma deferência à senhora, que a senhora seria uma ótima presidente da FAS, da qual eu assino com o relator. Nesse caso, responderia pela relação com todas as entidades. Por isso que fiz esse erro, mas ele foi inclusive atribuído a essa nossa relação. Então, eu quero só dizer aqui e fazer um voto de congratulações ao governo Lula que hoje traz mais recursos para nossa cidade, vereador Cláudio Libardi. É dinheiro que não acaba mais. É ambulância. Grande dia, vereador Calebe Garbin, para o senhor que é líder do governo com recurso que não para em Caxias. Recurso para saúde. Não é para outras áreas. Não tem relação com filme nem nada. É recurso para a saúde. Prefeito Adiló hoje abraçando o governo Lula, por mais que não tenha recebido o quadro no passado, mas sem esse dinheiro não dava para governar. Vamos que vamos.
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VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Obrigado, presidente, nobres pares, todos que nos assistem. Bom dia a todos. Eu quero dar as boas-vindas aqui a querida amiga irmã Marta Bertoti, que está aqui no nosso Plenário. Que veio aqui hoje para fazer um convite especial a todos os nobres pares aqui para a homenagem que será feita no dia 2 de junho de 2026 aqui por esta Casa, aprovada pelos vereadores por unanimidade, ao senhor Jovir Bertoti que é o seu esposo. Eles que são proprietários do CFC Santo Antônio. Então, o presidente da Câmara Municipal de Caxias do Sul, vereador Wagner Petrini convida para a sessão solene de outorga do título de cidadão caxiense ao senhor Jovir Bertoti, por iniciativa do vereador Pedro Rodrigues. A distinção será entregue às 19h30 no dia 2 de junho de 2026 no Plenário Nadyr Rossetti da Câmara Municipal de Caxias do Sul. Seria isso, senhor presidente. Muito obrigado.
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VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Senhor presidente, eu quero fazer um voto de congratulações à Secretaria da Agricultura, especialmente ao secretário Rudimar e toda a equipe; também à Emater; a UCS; a SDR, Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado; a prefeitura, especial o prefeito, enfim. A todos que se envolveram para nós trazermos para Caxias R$ 200.000 em mais uma horta comunitária, mais uma horta urbana que é uma luta desta Casa, uma luta minha. Então, no Vila Ipê, onde há um ano atrás eu estive lá com os técnicos e agora já está em Caxias R$ 200.000 para cercamento, para preparação dos canteiros, onde mais de 30 famílias estarão utilizando aquela área. Também ao deputado Neri que fez toda a interlocução, nos ajudou. Então, mais uma horta comunitária para Caxias. Estou muito feliz. Então, parabenizar toda a administração. Era isso.
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VEREADOR ALDONEI MACHADO (PSDB): Bom dia, presidente; bom dia, nobres colegas, a todos que nos acompanham aqui no Plenário. Em especial, meu querido amigo Alex, que está aqui desde cedo, acompanhando a nossa sessão. Seja bem-vindo, Alex. Depois vamos prosear. Eu queria convidar, em especial, o pessoal de Criúva, da região de São Francisquinho, Dalágno, São Jorge da Mulada, hoje à tarde, em parceria com a Secretaria da Agricultura, com a Receita do município, Secretaria da Receita, Sindicato Rural, nós teremos um curso bem importante na Capela de São Francisquinho, referente à nota fiscal eletrônica, GTA[1] e Declaração Anual de Rebanho. Então, hoje estaremos lá, na parte da tarde, das 14 às 17 horas, em um evento bem importante para todos nós agricultores que teremos que nos adaptar agora nessa questão de que não teremos mais o bloco de produtor, aquele que nós usávamos para fazer notas. Então, agora é tudo eletrônico. Então, nós precisamos passar essas dicas para a comunidade. E claro, para toda a comunidade caxiense, a nossa Festa do Divino está na reta final, em Criúva, mais alguns dias. Então, quem quiser ir para Criúva, até domingo ainda tem um churrasco bem gordo para todos vocês. Forte abraço, presidente.
 

[1] Guia de Trânsito Animal
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VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Senhor presidente, não poderia deixar de fazer dois votos de pesar, porque infelizmente desde semana passada tive que ir a dois velórios. Um deles foi o da dona Olnira Nunes da Silva, uma senhora de 97 anos que foi muito amada e cuidada pelos filhos. Ela é mãe da Mari Santos, do Paulo, do Mauro, do Leandro Velho e de toda a família envolvida no nosso partido, no Sindicato dos Metalúrgicos. E é uma senhora que viveu muito, vereador Zé Dambrós. E, como eu falei, obviamente, por mais que ela já estivesse em uma idade avançada, toda mãe que se vai faz falta. Então queria deixar aqui meu carinho e o meu abraço para toda a família da Dona Olnira. E também do Jaime Vieira Tavares, que é um companheiro, na verdade, ligado ao Partido dos Trabalhadores, mas que, historicamente, fez a sua luta no Sindicato dos Gráficos. Infelizmente, nesta semana nos deixou, fruto de uma doença, aos 66 anos. E também queria desejar os meus pêsames e meus sentimentos neste momento difícil para toda a família. Seria isso, senhor presidente. Obrigada.
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VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Obrigada, colegas vereadores e quem nos acompanha aqui ou de casa. Fazer uma saudação especial, daqui a pouco conversa conosco, à Isamar, nossa querida, sempre à frente da Anjos Voluntários. Aliás, a Anjos foi um sucesso ontem, aqui, na homenagem que nós fizemos com o Título de Cidadão Caxiense ao Anilto Caureo. Os alunos da Anjos Voluntários participaram conosco em um vídeo que estava lindo demais, emocionante mesmo. Quero fazer votos de congratulações aos nossos atletas que venceram no Pan-Americano Open de Taekwondo, no Rio de Janeiro: Guilherme Griebler, que foi prata no Poomsae Individual Sub-30 e bronze no Poomsae Freestyle; o Lorenzo Paese, que conquistou o título de campeão do Pan-Americano Open; e a nossa querida Maria Eduarda Stumpf, que já esteve aqui também nesta Casa, prata no Campeonato Pan-Americano de Parataekwondo. Aos três, parabéns. Sempre ao Daniel também, parabéns por nos representar tão lindamente em todos os lugares. E quero só fazer uma referência ao que o vereador Lucas Caregnato falou há pouco, das ambulâncias que chegaram. E aí eu quero fazer uma referência: além das ambulâncias, elas chegaram transportadas pela prata da Casa, dos nossos queridos amigos do Guincho Expresso. Então, Moisés, parabéns por estar conosco neste momento tão especial. Que orgulho que a gente tem. Parabéns.
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VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Senhor presidente, senhores vereadores, agora sim, nosso Grande Expediente. Não tinha como não falar sobre a questão da convocação de ontem do secretário. Ontem, tivemos esvaziamento da sessão, então não tive a oportunidade de utilizar minha Declaração de Líder, mas a farei hoje para falar um pouquinho, reverberar algumas das situações que aconteceram ontem. Antes disso, um parênteses, quero agradecer ao secretário Rafael Bueno pelo atendimento de uma situação que passamos a ele. Uma situação grave que aconteceu na nossa última fiscalização da UPA Central. Para o amanhecer de sexta-feira, detectamos uma criança que estava aguardando o leito para tirar uma semente de girassol do ouvido. Acompanhamos essa família, ela foi para o Hospital Geral. Conseguimos o leito na sexta-feira para essa família, ela foi para o Hospital Geral e foi dispensada logo uma hora depois do Hospital Geral porque não tinha otorrino no Hospital Geral. Situação grave que consta no nosso contrato que tem que ter. E a família me disse assim: "Eu fui para o Hospital Geral, mas lá eles fizeram menos do que fizeram na UPA". Porque não tentaram nem com o soprador para tirar. Eles tentaram com a pinça, assim como na UPA Central, mas não tiveram sucesso. E dispensaram a família direcionando ela a procurar o CES novamente. Eu visitei a família no sábado à tarde e a gente detectou – então, a Paula vai passar o vídeo, pode passar na TV Câmara ali – uma semente de girassol que ela colocou em uma atividade escolar na quinta-feira na escola e foi direcionada. E sim, pasmem, tirada do Hospital Geral sem o devido encaminhamento. Liguei para o secretário Rafael Bueno e ele prontamente conversou com o pessoal da equipe da saúde. Disse: “Foi um erro médico, um erro do hospital em si, que está passando por algumas situações” Mas imediatamente nos atendeu, mandou um áudio para eu direcionar para família. E hoje pela manhã essa criança, o Noah, fez a retirada da semente do girassol do ouvido. Foi até o CES e deu tudo certo, graças a Deus. A família me agradeceu agora, mas a gente quer fazer de público, um agradecimento ao secretário da Saúde, Rafael Bueno. Que após a gente entrar em contato com ele, fez esse direcionamento. Que eu acredito que é importante ter um secretário atento também quando a gente passa uma situação. A gente fala de tantas vezes que os secretários não nos atendem e ontem até foi justificado pelo líder do governo aqui que quando a gente defende o corte de CCs e corte de secretário adjunto, ele disse que a gente não pode pedir o corte dos secretários adjuntos porque é os secretários adjuntos muitas vezes que nos atendem. Isso me causou um certo espanto, do tipo de defesa do governo, mas está tudo certo.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Um aparte, vereadora.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): O secretário Rafael Bueno, indicado do prefeito Adiló, eu acredito que está pelo menos tentando fazer. Claro que tem ainda muitos problemas na área da saúde, mas quero parabenizar e principalmente agradecer pelo atendimento da questão, principalmente do Noah, o qual estive na casa dele no final de semana. E hoje a mãe dele nos agradeceu esse atendimento muito solícito da Secretaria da Saúde. Parabenizar, o secretário Rafael. Seu aparte, vereadora Andressa.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Vereadora Daiane, importante tema que a senhora traz hoje pra nossa Casa. E queria dizer que eu posso discordar de muitos vereadores aqui, mas eu prezo pela democracia. Então, ontem quando eu e a senhora tínhamos a oportunidade de falar, nós não pudemos falar porque o quórum da sessão simplesmente foi esvaziado para que a gente não pudesse fazer uso da palavra. Justamente porque nós falaríamos sobre a vinda do secretário. Que foi uma decisão desta Casa e a gente ouviu um monte de explicação do secretário Michael técnicas, digamos assim, mas nós queremos ouvir as explicações da gestão. Então, faço um pedido, ainda não sei se o prefeito Adiló vem na sessão. Não nos informaram. Espero que ele não venha de uma hora para outra, porque é isso, a gente não sabe, a gente não consegue nem se preparar de direito, porque não há um diálogo com esta Casa. Então, aguardamos a vinda do prefeito Adiló para que a gente possa questionar e compreender o que eles pensam em fazer com a nossa cidade. Obrigada pelo aparte, vereadora.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Obrigada, vereador Andressa. E agora entrando propriamente na fala do secretário Micael, que além de outras coisas, inclusive que a gente já colocou na rede social. Mas uma situação que nos preocupou foi a situação da policlínica. Até então, a licitação suspensa pelo TCE.
VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte, por gentileza, vereadora Daiane.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): O TCE pediu para a prefeitura um novo direcionamento, quanto a algumas questões. E eu fiz uma pergunta para o secretário Micael, porque agora, com essa licitação estando suspensa teria que passar pelo comitê, pelo grupo gestor, enfim. E o secretário trouxe a informação que mais nos causa preocupação, porque pode ser que a Policlínica não saia. Infelizmente a gente tem hoje no Jornal Pioneiro, na parte do Mirante: Finanças de Caxias colocam em dúvida implantação da Policlínica. Então, a Policlínica, para quem não sabe, é todo aquele marketing que o governo Adiló fez em cima. São todos aqueles vídeos no local de colocação de placa de que vai ter a Policlínica, depois de mudança de local da Policlínica. E agora, por falta, eu digo, de planejamento, porque automaticamente, mesmo o governo federal fazendo o aporte de 17 milhões, o município teria que fazer o aporte de 11 milhões, e depois, claro, equipá-la e mantê-la. É um valor considerável, mas que o governo pensasse antes de fazer o marketing, porque no marketing, na comunicação, tudo funciona. Eles fizeram vídeos de todos os jeitos, cores, amores e valores na frente de onde ia ser. Depois, tiveram que mudar o lugar por falta de planejamento e agora dizem que praticamente é impossível fazer por causa do valor anual de 100 milhões de reais para manter a Policlínica. E, normalmente, autorizando isso, a gente vai ter diminuição de outros serviços na área da saúde. Então, no marketing funciona bem, mas no planejamento, mais uma “pataquada” do governo em relação à Policlínica. Seu aparte, vereador Libardi.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Parabéns, vereadora Daiane. Talvez, se fôssemos falar, eu e a vereadora Andressa, a gente ia seguir uma linha muito parecida com a senhora na integralidade da fala da senhora. Eu queria, primeiro, lhe cumprimentar em razão da revolta com a supressão do seu direito de falar ontem. E, posteriormente, queria falar, vereadora Daiane, que, quando a gente apresenta a ampliação de custos da Policlínica, não é uma verdade universal, porque alguns serviços vão ser deslocados à Policlínica que eram prestados em outros locais, e serviços mais custosos. Eu já tive a oportunidade de apresentar neste plenário, tive a oportunidade de apresentar ao prefeito Adiló, tive a oportunidade de apresentar à senhor e tive a oportunidade de apresentar ao secretário Rafael que o modelo de execução de emendas parlamentares e o orçamento oriundo da União prejudica o município. Porque nós pagamos muito mais pelos serviços, vereadora Daiane. E essa é a questão que nós precisamos debater aqui: a execução de serviços na Policlínica seria mais barata ou não seria mais barata? E eu acho que o que a comunidade precisa entender é que essa suspensão do edital e a apresentação do secretário Micael, ontem, têm uma informação que é evidente, mas que precisa ser dada à nossa comunidade. O prefeito Adiló possivelmente desistirá de fazer a Policlínica e a sua estrutura. Essa é a informação que todos aqui temos e que precisa ser publicizada. Bom, foi realizada a suspensão do edital. Como vão realizar agora a Policlínica? Nós estamos buscando viabilizar. E tem gente, vereadora Daiane, que entende que porque nós sugerimos o Hospital Saúde a inviabilidade da Policlínica. O que ficou claro aqui para a senhora, para mim e para todos é o seguinte: o município não tem capacidade econômica de fazer, e muito menos capacidade econômica de gerir. Partindo disso, qual é a saída que nós temos, vereadora Daiane?
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Exatamente isso, vereador Libardi.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Um aparte, vereadora Daiane?
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Tivemos o anúncio, o marketing, muito do que vai acontecer e tudo mais. E ontem a gente viu que não foi pela suspensão. A suspensão do processo licitatório foi por uma indicação do TCE. Porém, o Município aproveitou-se dessa situação para dizer: “Opa, pera lá, não é bem assim”. Então, a gente não tem a questão de leitos no nosso município, uma dificuldade imensa de leitos. O inverno chegando logo mais, então a gente tem uma grande preocupação quanto a isso. A gente tem uma dificuldade de consultas com especialistas, porque por mais que se fizeram diversos anúncios de muitos mutirões a gente gostaria de sugerir para a Comissão de Saúde um novo pedido de informações que se assemelha ao do ano passado, para verificar a quantidade de pessoas que temos na fila. Porque já direcionamos diversas emendas parlamentares para que sejam diminuídas as filas. Então a gente quer saber se está surtindo efeito ou se estamos enxugando gelo. Daqui a pouco está acontecendo, mas não é o suficiente. E também a questão da Policlínica anunciada pelo governo, com um desgaste gigante por troca de local. Inclusive eu e o vereador Hiago estivemos na reunião da comunidade. A comunidade enlouquecida com o prefeito pela mudança de local e falta de planejamento. Tantos outros vereadores estiveram juntos também. E um desgaste e coisas que não aconteceram. Declaração de Líder da bancada do PL.
PRESIDENTE JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Continua, da tribuna, a vereadora Daiane Mello, líder da bancada do PL, em Declaração de Líder da referida bancada.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Obrigada, presidente. Então, continuando o nosso raciocínio, lá tiveram que chamar inclusive a Guarda Municipal, me lembrava o vereador Hiago, porque o prefeito estava completamente cercado pelas pessoas, e as pessoas falando que foi prometido na eleição uma UPA zona sul, e não foi feito. Daqui a pouco, a policlínica ia ser a UPA. Uma confusão do governo na questão de anúncios. E, agora, não temos a UPA e também não vamos ter a policlínica. A gente fica sem palavras aqui. Vereadora Estela Balardin.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Muito obrigada, vereadora Daiane, pelo aparte. Com toda a certeza, já pode contar, de antemão, com a Comissão de Saúde para produzirmos coletivamente um pedido de informações para que a gente saiba, infelizmente, o que a gente já sabe. Está demorando muito para qualquer coisa relacionada à saúde aqui em Caxias do Sul. E qualquer coisa mesmo. A gente não fala só de especialistas, só dos procedimentos mais complexos. A marcação de consulta na UBS, que deveria ser simples, está dificultosa para as pessoas. Eu acho importante a gente relembrar que foram muitas as promessas de campanha e que foram muitas as promessas deste governo para a população, mas que, na prática, não se cumpre. Só que tem uma questão. Quando a gente publica uma mentira e ela tem muita visualização, depois, se a gente publica a verdade, ela nunca vai ter o mesmo impacto. Então, é muito desonesto por parte desta prefeitura eles terem publicado sobre a policlínica da forma como eles publicaram, dizendo que ia servir como uma UPA ali para a região, sendo que a gente sabe que não é isso, que policlínica não é isso, que policlínica não funciona de portas abertas. Então, naquela época já foi passada uma informação bem-desajeitada para a população. Só que, agora, é algo mais entristecedor ainda. Porque o que foi passado naquela época, além de ter sido mascarado, foi passada uma mentira. Porque a prefeitura não tinha certeza da possibilidade da realização dessa obra. Mesmo assim, quis fazer o anúncio para a população. Durante a campanha, muitas promessas relacionadas à saúde foram feitas. E bem-lembrada a questão da UPA Zona Sul, que é um pedido e uma necessidade da população, mas que a gente não vê sair do papel, sendo que a gente tem falta de leito, que a gente tem falta de consulta nas UBSs, que a gente tem fila de espera de mais de dois anos. Pedir a construção de um equipamento novo de saúde parece até uma utopia. Muito obrigada.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Obrigada, vereadora Estela. Exatamente isso. A senhora lembra da questão dos agendamentos nas UBSs. Eu recebo todos os dias as dificuldades do pessoal, de agendamentos. Eu vou tentar colocar um áudio aqui. Deixa eu ver se ele passa. Da Bruna, que eu recebi no dia de ontem, sobre a questão do Agenda+. Isso é rotineiro, né? Mas eu vou passar como é uma situação simples, e olha a dificuldade. (Reprodução de áudio) Gente, é renovação de receita a dificuldade. É renovação de receita. Eu recebi, na outra semana, um relato de que o agendamento, em determinado UBS, era na segunda e como a gente teve feriadão, o feriado, daí a pessoa não conseguiu. Na outra semana, eles estavam em algum atendimento, não se conseguiu e ela já estava há mais de mês tentando uma consulta normal, uma consulta de rotina na UBS. Isso, sim, faz ampliar o acesso na UPA, a dificuldade. E por isso que às vezes no contrato na UPA, a gente tem 500 atendimentos, mas quando a gente vai verificar à noite, vereador Hiago, eles já fizeram 750 atendimentos. Por quê? Porque as pessoas não conseguem a consulta na questão da UBS. Então, essa é a dificuldade que as pessoas têm no dia a dia, de atendimento, de exames, de consultas com especialistas e tantas outras. E a gente vem com questão de anúncios e mais anúncios. Primeiro a promessa era UPA Zona Sul. Depois, era a Policlínica. A Policlínica foi anunciada pelo governo como se fosse uma UPA, como se tivesse atendimento aberto para todas as pessoas e a gente sabe que não funciona assim. Era uma super UPA com pronto-socorro, mais ou menos assim que foi anunciado. Depois se retirou quando a comunidade disse assim: "Não, não vai ser aqui, tem problema porque a gente quer aqui." A Policlínica não é bem isso. A Policlínica, daí eles explicaram a real função da Policlínica. Mas agora o que a gente tem visto na questão do jornal e também com a fala do secretário Micael no dia de ontem, nos preocupa porque é uma indefinição. Então, não temos UPA Zona Sul, não temos policlínica e anúncios temos aos montes. Agora com a questão do decreto. Uma pergunta que ficou bem clara também no dia de ontem foi sobre a questão técnica do secretário Micael que nos expôs de uma maneira muito realista e transparente sobre as situações. E que a equipe também indicou outros métodos de redução de custos da máquina pública. Um deles era o corte, sim, de CCs.  E isso não foi levado para frente, porque não era interesse do governo. Então, foram cortadas outras coisas que impactam, sim, na vida do dia a dia das pessoas; que é a roçada nos nossos bairros; que é a castração dos animais, que a gente sabe que o número de animais só sobe nos bairros e a gente tem um verdadeiro problema de saúde pública e também a parte do corte da questão das britas que impacta realmente a vida dos nossos agricultores e de vários locais da nossa cidade onde não tem calçamento e asfaltamento e o pessoal depende do patrulhamento e cascalhamento. Então, são situações que a gente traz, que a gente reverbera aqui, porque esse é o nosso local de fala. A gente pode falar dessas questões aqui para as pessoas para ficar transparente. Que não é a falta de busca de alternativas, de sugestões, de emendas muitas vezes parlamentares, que a gente vai buscar para que as coisas funcionem, mas, sim, uma decisão de governo. E ainda a gente não veio também para esta Casa – para completar o meu tempo aqui – que a prefeitura suspendeu o contrato com a empresa de sistema digital atendimento ao cidadão. Que foi uma licitação que aconteceu no valor de 15 milhões de reais, que é a digitalização de vários processos dentro da prefeitura. Foi suspenso o contrato e a gente não verificou nada mais e acho que a gente precisaria de informações do que está sendo verificado para realmente esse serviço funcionar. Porque mais uma vez foi anunciado que seria resolvido diversos problemas na questão da digitalização e de processos que funcionariam de uma maneira digital muito mais rápida e agora foi suspendido porque a empresa não entregou no prazo. E concordo, está correto. A questão, mas a gente não sabe o passo a passo do que vai acontecer logo mais. Então, era isso, senhor presidente. Agradeço aos colegas que colaboraram com o tema, porque saúde é prioridade, sim, e a gente gostaria de mais respostas do Executivo. Mas não as respostas aqui na fala, a realmente a entrega dos equipamentos. A prática acontecendo no dia a dia nas UBSs, nas UPAs e nos nossos hospitais. Era isso, senhor presidente. Obrigada
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VEREADOR JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Obrigado, vereadora Andressa, que preside os trabalhos neste momento. Senhoras e senhores vereadores, o assunto que me traz à tribuna hoje, é para convidar os colegas vereadores e a comunidade que nos acompanha através da TV Câmara e também pelas nossas redes sociais para uma grande reunião pública, na próxima segunda-feira, da Comissão de Constituição e Justiça. De imediato, já agradeço a vereadora Andressa, que é membro, ao vereador Libardi, ao vereador Dambrós, que estão aqui, juntamente com a Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte, por gentileza.
VEREADOR JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Intermediada pelo vereador Libardi, junto com o deputado Pepe Vargas, que é membro da comissão em nível estadual. Então, vamos aproveitar tanto a reunião da CCJ quanto a reunião da Comissão de Assuntos Municipais para debater um assunto muito importante que, nas últimas semanas, tem trazido vários caxienses aqui, que é o trevo de Monte Bérico. Vereadora Marisol, a senhora também fez diversas reuniões com a CSG, o vereador Hiago também fez algumas reuniões, justamente para a gente terminar de tirar as dúvidas daquela comunidade no que diz respeito à decisão prematura do governador Eduardo Leite e do Governo do Estado em retirar o conjunto de sinaleiras que tem salvado vidas nos últimos 10 anos, no mínimo, naquele local, que antes era um acidente de manhã ou de tarde e, quem dirá, até uma da madrugada. Então, eu acho que é muito importante essa discussão. O prefeito Adiló se manifestou na última semana, ontem, solicitando ao governador Eduardo Leite que, caso sejam retiradas as sinaleiras daquele local, seja feita uma elevada, que é o que vai resolver, de fato, o problema de Monte Bérico e dos fundos de Santa Lúcia. Mas, acima de tudo, eu tenho certeza absoluta de que, naquela voltinha que o chefe do Executivo estadual deu em Caxias, ele deve ter passado pelo trevo de Monte Bérico. E, conhecendo o prefeito Adiló como eu conheço, interessado com os assuntos da municipalidade, certamente levou o nosso amigo que vem papagaiar em Caxias até o trevo de Monte Bérico e mostrou aquilo o que precisa ser feito. E prova disso é o encaminhamento através dele para a construção de um viaduto em uma reunião importante. E, mais do que nunca, vereador Libardi e vereadora Estela, que é do Partido dos Trabalhadores, a importância de nós termos deputados estaduais ativos da nossa cidade, que defendem o interesse do povo, das pessoas e o clamor. O deputado Pepe já se manifestou, desta tribuna, sobre a questão do Samae, porque já foi prefeito e conhece a questão da autarquia, mas também aproveitou o dia e se manifestou sobre o trevo de Monte Bérico. Se manifestou tão bem que está promovendo, junto com esta Casa, uma reunião pública na próxima segunda-feira, justamente para tratar. Quem dera que a gente tivesse mais deputados estaduais assim na cidade, que busquem o interesse da cidade e não, muitas vezes, os interesses de conchavos, a portas fechadas, reuniões ou até mesmo acordos. Todos têm as suas posições, mas eu acho que, quando beneficia a população caxiense, nós temos que nos unir, independentemente de sermos base de governo ou oposição.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte.
VEREADOR JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): A cidade é muito maior que qualquer coligação ou qualquer esquerda ou direita, e, sim, direitos. Vereador Libardi, seu aparte.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Muito obrigado, parabéns ao senhor. Queria destacar a atuação do senhor e a atuação do Pepe, porque aqui, quando se tem uma pauta tão importante, a gente pode tentar pessoalizar a pauta para colher diversos louros, né? E tanto o senhor quanto o Pepe foram muito importantes nisso, porque quando eu recebi a ligação do chefe de gabinete dele, ele me comentou: “Nós queremos fazer a reunião em conjunto para que tenha mais gente”. E quando eu falei com o senhor, o senhor me falou: “Eu quero fazer a reunião em conjunto para que tenha mais gente”. Então, o nosso objetivo é convencer a CSG da necessidade da oitiva. E, mais do que isso, esses processos de estruturação para oitivas são processos que, infelizmente, não funcionam, vereador João Uez. Nós precisamos deixar isso claro ao governador Eduardo Leite. Ele comentou, quando estava no gabinete do prefeito Adiló, que vai estabelecer um grupo de trabalho em que o governo do estado vai ter 40% das cadeiras e os governos municipais vão ter 60% das cadeiras para estabelecer o que deve e o que não deve ser regionalizado. Vereador João Uez, o senhor imagina que, na nossa região, vão ficar nós, Bento Gonçalves, Farroupilha e Nova Roma do Sul, todos eles com dificuldade e nós com a garantia de água. Como é que o senhor acha que vão votar Farroupilha, Bento Gonçalves e Nova Roma do Sul sobre a necessidade de privatizar o Samae? Vão votar ‘sim’! Então, a resposta está na resposta do governador Eduardo Leite. Essa é a questão. Então, parabéns ao senhor e parabéns ao meu amigo Pepe Vargas, por entenderem que essa luta ou é comum, ou não é de ninguém. Tem que ser de toda a comunidade. Parabéns.
VEREADOR JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Obrigado, vereador Libardi. Exatamente, né? É aquilo que eu falei, a pauta do saneamento não é nem de esquerda e nem de direita, ela é de direitos da comunidade. Eu tenho ido a diversos municípios do Rio Grande afora, sendo convidado por câmaras de vereadores, justamente para falar sobre a questão de um serviço de saneamento público. Recentemente, estive na cidade de Venâncio Aires, com mais de 20 câmaras de vereadores, onde aquela comunidade, aquelas cidades querem voltar a ser público, querem voltar a ser do município, justamente pelo trabalho e pela entrega da Aegea, de má qualidade. É só a gente percorrer. Os vereadores é só conversarem com os colegas de bancada Rio Grande afora para ver a falta de qualidade. Mas, acima de tudo, a comunidade de Monte Bérico trabalhou, se esforçou, procurou diversos colegas vereadores, procurou o prefeito, procurou esta Casa, vieram em massa aqui, na segunda-feira estarão aqui, justamente para discutir e reivindicar um direito deles, que é salvar vidas e evitar mortes no trevo de Monte Bérico. Então, estão todos convidados. Uma grande reunião, não só em nível local, mas também em nível estadual, com a presença do deputado Pepe, através da Comissão de Serviços Municipais, a fim de levar esse assunto o mais rápido possível ao governo do Estado. E o prefeito Adiló já o fez, solicitando a construção de uma elevada naquele local.
VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Um aparte, vereador.
VEREADOR JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Vereadora Marisol Santos, seu aparte.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Um aparte, vereador.
VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Desculpa lhe interromper no meio da fala, mas eu só queria fazer uma referência da importância dessa discussão, de mais este momento. Cada um de nós, aqui, tem formas diferentes de trabalhar. Eu, imediatamente, quando recebi essa solicitação da comunidade, da dificuldade de entendimento dessa fala: “Vamos tirar sinaleiras.” Mas a gente não sabe o que vai acontecer lá. Enfim, meu primeiro passo foi, no primeiro momento, já de intermediar uma reunião com a Caminhos da Serra Gaúcha, com a CSG, para entender, afinal, o que se pretende fazer. Discutimos muito e entendemos que a comunidade segue descontente com a ideia, por mais que entenda a necessidade da duplicação. Mas entende também que tem um outro recurso maior para se fazer ali e também tem essa percepção – né, vereador Uez? – de que, se a gente faz uma grande obra agora, para uma duplicação como está sendo prevista, como é prevista no contrato, obviamente, a elevada não vem em momento nenhum, depois, porque vai ser um investimento feito aqui. Então, o importante é que continue essa discussão. Eu já me referi, já conversei com a Nádia, já conversei com a comunidade. Provavelmente, na segunda-feira eu não consiga estar presente na reunião pública aqui, neste momento de discussão, porque tenho um procedimento de saúde para fazer de manhã. Então, não sei como estarei à noite. Mas, enfim, a nossa equipe vai estar aqui, vai estar representado o nosso gabinete, porque é muito importante que a gente discuta, e discuta muito fora dessa paixão, dessa briga, mas se discuta com mobilização, como essa comunidade sempre fez, historicamente, e que volta a fazer, com argumento da necessidade. E o maior argumento ali é a preservação das vidas.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Um aparte, vereador.
VEREADOR JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Obrigado, vereadora Marisol, pelo seu aparte. Vereador Fiuza, tenha a bondade.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Obrigado, vereador João Uez. Primeiramente, eu quero parabenizar V. Exa. pela percepção, pela sensibilidade de levantar a discussão neste parlamento. Através da sua percepção, através desse desempenho, junto com a comunidade de Monte Bérico, todos os vereadores, como a própria vereadora que me antecedeu, a vereadora Marisol, também muito sensível, foi através desse movimento que aconteceu, do outro lado, de eles tomarem uma decisão, que ainda não é a decisão mais assertiva, mas foi através desse movimento que as coisas começaram a mudar. Então, é preciso que o nosso parlamento municipal cada vez mais esteja atento para as demandas e anseios da nossa sociedade. Muito obrigado.
VEREADOR JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Obrigado, vereador Fiuza. Fica o convite a esta Casa, mas também a toda a comunidade caxiense, principalmente aos moradores de Monte Bérico, dos fundos de Santa Lúcia, que compareçam na segunda-feira, a partir das 19 horas, ao plenário, para essa reunião pública, a fim de escutar a CSG, escutar o governo, mas, acima de tudo, escutar as pessoas que lá residem, que lá passam todos os dias. E muitos perderam diversos parentes, entes queridos e amigos nos últimos anos, antes da colocação da sinaleira naquele local. Muito obrigado, presidente-vereadora Andressa Mallmann.
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VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Bom dia a todos. Obrigado aos colegas que ficaram no plenário para nos ajudar. Então, vamos seguir. Hoje, eu venho a esta tribuna para elogiar o governo Adiló, coisa que é bem difícil eu fazer. Mas eu venho aqui para elogiar uma mudança que foi feita e todo mundo fica contente. Eu tenho, hoje, o vereador Fiuza, que veio do Trânsito e está aqui na Câmara de Vereadores. A gente tem uma relação boa. Mas também queria saudar, defender e parabenizar o Eloi Frizzo, por repensar na questão dos radares. Que a gente vem defendendo tanto a questão dos pardais que ficaram errados. Hoje, saiu a matéria no Pioneiro. O único erro foi o Frizzo não ter me avisado que iria sair isso aqui, né? Mas, tirando isso, eu queria parabenizar ele pela coragem. Nas poucas coisas que a gente teve no início dele na gestão do Trânsito, ele vem se mostrando corajoso. Veio aqui, deu a palavra dele que não iria alterar a questão dos táxis-lotação. E aqui vai, também, parabéns ao prefeito por dar autonomia aos secretários. Quando o secretário faz medidas assim, é porque o prefeito está dando autonomia. Isso é muito bom, porque mostra que cada pessoa sabe o seu jeito e como é bom ser o gestor da secretaria.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Então, eu venho parabenizar o governo pela questão do trânsito. De imediato, vereador.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Esse é um tema comum de toda a sociedade, e eu preciso defender que nós precisamos ir ainda mais fundo, porque é inaceitável que as pessoas... Tem gente que levou 21, 22 multas naquele pardal, nas proximidades da Chardonnay. Aquele local atrás de uma árvore. Muita gente levou mais multa do que vale o carro da pessoa. Eu conversei com o secretário Frizzo, conversei com o prefeito Adiló, conversei com o chefe de gabinete Dornelles. Hoje de manhã, estive conversando com o vereador Alexandre Bortoluz, que é o relator na CCJ do nosso projeto de lei. Então, nós precisamos avançar. As pessoas não têm condição econômica de arcar com essas multas. Não é uma questão educacional. Naquele pardal específico da Chardonnay ele precisa ser retirado e a Prefeitura precisa voltar atrás e não executar os valores das multas. As pessoas estão com dificuldade para tudo, como que vão ter condição econômica de arcar com quatro, cinco mil de multas? É uma coisa inexplicável. Tenho certeza que até o prefeito Adiló concorda com isso.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): É verdade. Com certeza. Então, parabenizar o Eloi pela coragem de vir aqui dar a palavra dele da questão dos táxis-lotação, dizendo que não ia tirar os Azulzinhos e agora eles repensando a questão também dos pardais, que a gente vem batendo tanto nessa tecla. Então, para os próximos dias, a gente vai ter novidades. Eu espero que eles sejam retirados desses pontos que estão escondidos atrás de árvore. Eu já fiz vídeo mostrando, ficavam escondidos. E que coloquem em lugares que precisam. Na minha visão, nenhum lugar precisaria, né? Teria outras medidas, mas eu sei que esse governo entende que precisa em alguns locais, então que levem para outros locais, mas que retirem dali, porque eu acho que foi um erro. E aqui, também gostaria de dizer que foi consertado o raio X da UPA. O pessoal desta Casa, os vereadores fizeram pressão. Agradecer aos vereadores de oposição aqui, todo mundo que está sempre fazendo oposição. Se não fosse nós cobrarmos, talvez teria dois, três meses sem raio X, vereadora Daiane, porque se não fossem os vídeos, se não fosse a pressão, e a gente está falando nisso entre nós, com os vereadores, o negócio ia se estender. Então, eu acredito que a pressão popular e a opinião pública mudam. A gente viu isso com o táxi-lotação, por exemplo. Ontem, eu fui até a UPA Zona Norte, e realmente constatei a falta de remédios importantes.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Um aparte, vereador?
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Então, a gente tem que ficar atento para que não ocorra mais isso. De imediato, vereador.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Obrigado, vereador Hiago. Eu já falei em outra oportunidade aqui, e hoje, nesta sessão, reforcei, de que, se os problemas nas UPAs continuarem, e acho que a vereadora Estela já levantou isso, nós vamos ter que pensar em medidas mais efetivas e enérgicas desta Casa no que se refere à investigação e à fiscalização. Ontem, recebemos essa informação da falta de vários medicamentos. E a justificativa de que foi uma falta pontual não se aplica na medida em que esse problema tem sido recorrente. A Prefeitura precisa rescindir o contrato com o Ideas e entregar a uma entidade que tenha condições de fazer isso de forma competente, sob pena de a população continuar sofrendo e os profissionais exaustos. Então, vereador Hiago, estamos juntos na fiscalização e cobraremos medidas efetivas, sob pena de termos que retomar ou criar novamente uma CPI nesta Casa para analisar as questões da saúde. Obrigado, vereador Hiago.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Eu só vou acrescentar no discurso, vereador Lucas, porque o secretário Rafael, eu acredito que ele não vai fazer isso, mas fica aqui o meu registro, que não estoure a corda para o mais fraco, que não seja nenhum servidor punido pelo vídeo que a gente fez lá, pela movimentação que a gente fez ou pela lista de remédios que a gente colocou.
VEREADOR TENENTE CRISTIANO BECKER DA SILVA (PRD): Dois segundos.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Então, eu espero que não coloquem em nenhum servidor essa culpa. Tem gente que ganha muito bem para isso. Secretário ganha bem, o adjunto ganha muito bem, tem o Ideas que ganha milhões, então, que não estourem para o mais fraco, que não arrumem uma pessoa e digam que foi o problema dela e joguem ela para a rua. Já teve caso de demissão na secretaria, em outros momentos, não era esse secretário, mas eu deixo o meu relato e meu pedido para que o Rafael Bueno, secretário de Saúde, não tome nenhuma decisão dessa. Acredito que ele não vai tomar. Seu aparte, vereador.
VEREADOR TENENTE CRISTIANO BECKER DA SILVA (PRD): Muito rapidamente, vereador Hiago. Parabéns. Ontem, sei que o senhor esteve por lá fiscalizando. E parabenizar pelo ato que o senhor teve. Ato que eu acho que até nem vou falar em público aqui, mas pelo que o senhor fez, junto com as pessoas que estavam trabalhando, exaustas, cansadas, porque a demanda tem sido muito grande. Claro, esfriou um pouquinho, gente, é em qualquer lugar que seja. É na Unimed, é no Virvi, é no Posto de Saúde Municipal, enfim. Mas só para contribuir na questão do Ideas, o prefeito queria antes, também, que fosse a UCS, e tentaram de alguma forma, porém não foi possível pela legalidade. Mas o prefeito também queria que fosse a UCS. Ele queria passar para a UCS, visto que estava administrando muito bem, à época, a Zona Norte aqui em Caxias do Sul. Era só isso. Só para contribuir, vereador Hiago. Mas parabéns. E por ontem, também, meus parabéns por estar junto com o pessoal.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Obrigado, vereador. Então, aqui fica o registro. Espero que o secretário reveja e faça um plano de ação. Talvez eu vou convidar também a vereadora Estela e a Comissão de Saúde, vereador Lucas, para nós vermos um plano de ação para ver a questão dos leitos. Ou vamos esperar no outro mês aumentar o inverno e a gente ver pessoas morrendo? Como já estão muitas pessoas perdendo a vida, estão sem leito. Eu fui lá, eu constatei várias pessoas ali. Às vezes, ficam definhando. Tem gente que desiste e vai até embora. Tem um relato, depois eu vou postar nos stories, de uma pessoa que foi embora e foi até feliz. Foi se tratar com o médico e desistiu do atendimento. Vou postar o relato e o nome da pessoa para não dizerem que é mentira.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Um aparte, nobre colega vereador?
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Então, para que não piore a situação, eu espero, realmente, que o secretário pense em algum planejamento. Mas a gente vai fazer, talvez, uma reunião pública para a gente ver como é que vai ser o plano de ação para o inverno que está chegando, ou se vai continuar assim. Eu acredito que eu ajudei o Rafael a chegar até lá, o secretário. Fiz o que eu podia. Falei que ele iria mudar, vim aqui, falei na tribuna, elogiei. Ele era o vereador desta Casa que mais entendia do assunto e a gente fez ele chegar lá e assim a gente tem que ser coerente e cobrar. Vereador Juliano.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Parabéns pelo tema, vereador Hiago. Mas ressaltando que, por mais que se consigam leitos, não quer dizer que esses pacientes que estão lá na UPA vão poder usufruir desses leitos, porque são 48 municípios de abrangência que utilizam. Então, no momento que abre o leito, pode ser que uma cidade como Bom Jesus, Vacaria, desses outros 40 municípios venham a utilizar esse leito. Não que eles não tenham esse dever, mas os prefeitos têm que ser competentes para investirem, para terem equipamentos como raio X, tomografia, para não estarem aqui jogando em Caxias do Sul. Sobra para o senhor, vereador Hiago, para nós, para o prefeito, todo mundo é culpado. Então, assim, falta competência, e por isso que a gente precisa ter deputados federais em Brasília, agora vai ter eleição, que possam representar e mudar essas leis benditas que, às vezes, acabam atrapalhando. Enquanto muitos vão morrer na UPA, vão tirar leitos de Caxias para beneficiar outros municípios. Meu muito obrigado, vereador.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Com certeza. Obrigado, Juliano Valim, pela participação. A gente vai continuar cobrando, foi o que eu me propus. E também elogiar os servidores que fazem o máximo. Há vários servidores, mas o pessoal falou da questão dos atrasos de horas extras e tantas outras coisas, problemas que enfrentam, muitas vezes, com a empresa e, mesmo assim, estão lá trabalhando, dando o seu melhor, o que não é fácil. Às vezes, é um cenário de guerra com tanta gente que tem lá. A gente entra e vê pessoas esperando leito e vários quartos como se fosse um hospital. Aquilo não é um hospital, era para ter um atendimento e a pessoa ser encaminhada para um hospital quando precisa ou para casa quando melhora. São esses dois caminhos. Não é para ficar lá acampada por nove, dez dias e, às vezes, uma pessoa que está ali de companhia perdendo trabalho, não tendo atestado, muitas vezes, para ter que estar ficando com a pessoa. Então, fica difícil. Espero que eles tenham algum plano, alguma ação para o inverno que está chegando. Porque, às vezes, vereador Lucas, não vai adiantar chegar ambulância e a gente não ter servidores para dirigir essas ambulâncias, não vai adiantar chegar equipamentos bons e a gente não ter dinheiro para fazer a manutenção. Então, assim, não é só a entrega também, tem que fazer o processo inteiro andar. O Rafael Bueno está se destacando muito nessa questão de entrega, trazendo muita coisa aqui para a cidade, mas também a gente cobra para que o processo seja feito todo e não tenham tantos problemas como a gente tem na questão dos leitos e de atendimentos ali. Muito obrigado, presidente. Seria isso.
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VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Presidente, meus cumprimentos ao senhor, aos demais vereadores, a quem nos acompanha do plenário. O meu agradecimento público aos colegas. Chegamos sempre à sessão com um número de vereadores baixo, e sempre os mesmos vereadores. Mas meu agradecimento público aos que permanecem aqui. Queria começar fazendo um cumprimento especial ao meu amigo, o secretário de Obras Lucas Suzin. Tem diversas demandas atendidas minhas, lá no Século XX, mudando a vida das pessoas e, mais do que isso, deixando de colocar as pessoas em risco. Eu, infelizmente, perdi um amigo, vereadora Daiane, lá em 2020, em um desbarrancamento, porque faltava a instalação de cordões um pouco mais altos, para que a água não entrasse no barranco. A água entrando no barranco, acabava promovendo o deslizamento, a erosão. Ele acabou falecendo e deixou duas crianças, Cristiano. Fiz uma audiência com ele umas quatro da tarde. Acabou a audiência, ele foi para casa. Lá pelas seis, fiquei sabendo que ele havia falecido. E é um negócio totalmente evitável, né? Eu tenho conversado com o secretário Lucas Suzin de a gente fazer pelo menos uma pequena obra, uma pequena intervenção. E, lá no Século XX, a gente tem diversos terrenos nessa situação. E essas diversas situações colocam em risco as pessoas. E a gente precisa atingir diretamente essa pessoa que está em risco. Eu nunca me sentiria bem sabendo do risco dessas pessoas, das casas muito próximas ao barranco. Então, são situações que, evidentemente, são de suma importância para o município. E o secretário Lucas imediatamente aparece no local. Então, sou um cara muito grato a ele. Então, muito obrigado, Lucas. Presidente, hoje é um dia que tem marcado a política nacional, né? Eu sou vereador do município, sou um pouco de vereador federal. Eu queria começar me solidarizando com a centro-direita e a direita do Brasil, que têm sido duramente atacadas por falarem o que é óbvio, por falarem que o Flávio não tem condições de ser candidato a presidente do Brasil. O Zema foi atacado de um jeito que eu nunca tinha visto. Nem nós sofremos ataques. Tem um deputado federal aqui de Caxias que atacou todo mundo. Sobrou até para o Zema. Será que ele acha que o único santo do mundo é ele? Que bom mesmo é o Flávio Bolsonaro? Eu queria fazer um checklist para ser candidato a presidente da República pelo PL. Vamos lá. Rachadinha com salário de assessor. O Flávio fez ou não fez? Fez. Vamos lá. Tinha um laranja que movimentava dinheiro suspeito chamado Queiroz? Tinha. Vem cá, ele chegou a comprar algum imóvel com dinheiro vivo? Ele tinha uma loja de chocolate que era utilizada para lavagem de dinheiro? Espera aí. Ele tinha relação com o escritório do crime? Ele chegou a nomear algum parente do Adriano da Nóbrega no gabinete dele? Ele conseguiu crescer o patrimônio, sem nenhuma explicação na Receita Federal, comprando mansões em Brasília, mesmo tendo um salário de R$ 40 mil por mês? E sabe o que é o mais estranho? Seguir o discurso anticorrupção. Isso que é o inacreditável. Porque todos os dias era discurso anticorrupção. Deus, pátria, família e dinheiro público. Esse era o checklist completo do Flávio Bolsonaro. E ontem... Eu tenho uma impressão, assim, que não é uma questão só dele, é uma questão que nós conversamos aqui, que às vezes a política, em si, acha que o povo é otário. Sabe? Porque, primeiro, o jornalista pergunta para ele: “O senhor manteve algum contato com o Vorcaro fazendo o requerimento do pagamento de R$ 61 milhões de reais ou teve 61 milhões liberados?” “Tu está louco! Isso nunca aconteceu.” Daí, depois, saiu um áudio falando: “Oh, meu irmão, não quero te incomodar. Esses 61 milhões aí, tu sabe como é? Contratamos uns baitas de uns atores. A gente não quer que o Dark Horse seja mal visto, então a gente precisa da tua ajuda.” É um delírio total. Ontem à noite, cheguei em casa, tinha uma agenda pelas nove da noite, eu fui olhar as notícias, fui olhar o Instagram do Flávio Bolsonaro. Ele recebeu R$ 61 milhões para o financiamento de um filme. Sabe qual era a defesa dele, vereador Lucas? Que não era dinheiro público. Este país pagou as vítimas do Banco Master, R$ 60 bilhões, de dinheiro público. Meu, do senhor e da senhora. Então isso é muito mais do que dinheiro público. Hoje, o pai do Vorcaro foi preso porque ele havia desviado um montante superior a R$ 2 bilhões em nome do pai. Se isso não é de interesse público, o que é de interesse público? A gente não pode ser moralista na tribuna, e na realidade está recebendo mais de R$ 60 milhões escusos para financiar um filme que no fundo, no fundo não serviu para nada, né? Então, eu, nesse momento torço muito para que o Flávio Bolsonaro seja o candidato da direita. Nunca torci tanto. Porque, primeiro, o que ele fez com os seus antigos aliados é deplorável, deprimente. E o que uma parcela da direita faz com eles, é algo terrível. Então, hoje, no dia 14 de maio, eu subo a esta tribuna para me solidarizar com a parcela da direita do Brasil, que está sendo duramente atacada por falar a verdade. Que Flávio Bolsonaro não tem envergadura moral para ser candidato a presidente do Brasil e eu torço para que logo esteja na companhia do seu pai, preso. Muito obrigado, presidente.
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VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): (Som de sirene) Não, não, não, não estão prendendo ninguém, fiquem tranquilos. Eu só trago notícias boas. Quero saudar aqui todos da equipe da Secretaria da Saúde. Eu quero mandar um recado para o Rafael Bueno, que eu tenho muito orgulho. Às vezes eu até me preocupava com... O pessoal dizia: “O Rafael é meio hemodiálise, né? Ele um dia está calmo, outro dia ele explode, outro dia...” Mas ele queria ver as coisas acontecendo. Então, Rafael, Daniel, Tadeucci, serão seis ambulâncias. E olha que notícia boa, uma é odonto. É para visitar os interiores. É para levar odontologia nas comunidades. Então serão seis ambulâncias hoje, às 4h30, nós estaremos lá recebendo, porque são três milhões do governo federal. Três milhões do governo federal. É bom esse governo federal que olha na saúde, que olha na construção de apartamentos, que olha em saneamento, né? Tem 50 milhões aí já com empresa para começar o túnel da Matteo Gianella, que estão construindo três UBSs. Que coisa boa. Mas o meu assunto agora, se puder colocar o vídeo, porque eu quero falar de uma pauta única, uma pauta que eu trabalho desde 2021, senhor presidente, e que foi em alguns lugares, nós encontramos inclusive a forma de eliminar lixões, que são as hortas comunitárias. Tem lei, nós ajudamos a organizar para que essa lei fosse promulgada. Eu, quando estive no Orçamento Comunitário, visitei muitos locais. Na época,nós tentamos inclusive eliminar lixões com flores, plantação de flores, com crianças das escolas, professores, mas não deu certo. O melhor caminho onde for possível para eliminar um lixão é uma horta urbana. E eu quero mostrar aqui antes de passar o aparte, uma vinda a Caxias, anteontem, do secretário Pain da SDR, Secretaria de Desenvolvimento Rural, com uma notícia magnífica. Essa notícia, que nem diz o nosso colega Juliano Valim, tem que ter início, meio e fim. Essa escolha da horta comunitária no Vila Ipê, nós estivemos, quase um ano atrás, com o secretário Rudimar verificando uma área para que o RS Seguro aplicasse 100 mil para uma horta, cercamento, preparação de calçadas. E a notícia foi tão boa que vieram 200 mil. Então, por favor, gostaria que passasse o vídeo, depois eu sigo com a minha fala. (Exibição de vídeo.)
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Se o senhor puder me permitir um aparte.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Um aparte, nobre colega vereador?
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Seu aparte, nobre colega Libardi.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Parabéns pelo tema, vereador José Dambrós.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Um aparte?
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Eu só queria que, na próxima oportunidade, o senhor me convidasse, que eu iria com o maior gosto lá. Esse é um tema que é tão importante para toda a nossa sociedade e toda a comunidade. Com educação e produção agroecológica, nós conseguimos mudar a sociedade, Zé Dambrós. O senhor falou bem. Qual é a melhor saída para que as pessoas se sintam pertencentes? Elas estarem em cima da terra. Ali elas evitam o lixão, deixam o local limpo, bonito, fazem produção, agricultura e têm de comer.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Verdade.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Então, isso é emancipar a comunidade, Zé Dambrós. É disso que a gente precisa. Parabéns, querido.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Obrigado. Seu aparte, Valim.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Vereador Dambrós, parabéns. A horta comunitária é algo que só agrega valores para a sociedade caxiense. Como diz o nosso colega estimado vereador Libardi, isso evita lixões, descartes irregulares. Então, é cuidar do meio ambiente, é alimentação, é comida. Então, somos parceiros. E parabéns, ao prefeito junto, a Secretaria da Agricultura, a união, a corrente do bem fazendo a diferença no bem-estar da nossa sociedade. Isso aí. Estamos juntos. Parabéns, vereador Dambrós. Continue firme nessa caminhada.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Obrigado. São 200 mil do RS Seguro. Teve a SDR, a Secretaria de Agricultura – obrigado, Rudimar –, a Emater, a UCS, Relações Comunitárias. Também quero agradecer ao deputado Neri por ter intermediado. Nós temos na frente de duas escolas, então, no Vila Ipê, na Clauri Flores e também na Ruben Bento Alves. Também quero aproveitar os outros minutos, não posso mais dar aparte porque o presidente está me cobrando a falta de quórum, mas eu quero encerrar dizendo o seguinte: nós teremos mais duas hortas. Só para encerrar, senhor presidente. Nós teremos mais duas hortas urbanas onde também mapeamos quando estava no orçamento comunitário. A Valdirene, a nossa professora da UCS, conversei com ela ontem, no Reolon, na frente do Celeiro de Cristo, e também no Planalto Rio Branco. Então, mais duas hortas urbanas. Precisamos de mais hortas urbanas na nossa cidade. Aproveitando, também...
PRESIDENTE JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Vereador Dambrós, tendo em vista que ontem foi usada a mesma prerrogativa do Regimento, para esta Mesa seguir os mesmos passos sempre, de forma unilateral, e para manter a urbanidade, para não beneficiar nem vereador A nem vereador B, por falta de quórum, por estarmos em sete vereadores no plenário, eu declaro encerrados os trabalhos da presente sessão.
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Não houve manifestação

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