VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Bom, presidente, colegas vereadores, quem nos acompanha hoje, aqui no Plenário, quem está acompanhando de casa também. Eu só queria fazer aqui um Voto de Congratulações. Ontem fui convidada, ontem à tarde, para dar uma passadinha na VitalFit, uma loja que está celebrando 11 anos. Então quero parabenizar a Iris, muito, pelo trabalho. A gente sabe que, muito mais do que o comércio, muito mais do que um pouquinho mais de uma década, é também um espaço de acolhimento. Encontrei muitas amigas, muitos amigos lá, ontem. Então parabéns para vocês pela coerência, pela resiliência, pelo trabalho, pela persistência. E parabéns, também, pelos 11 anos, então, da VitalFit. Parabéns, Iris.
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VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Obrigado, senhor presidente, senhoras e senhores vereadores. Eu gostaria de fazer um voto, aqui, de congratulações à profe Gerusa, à profe Jéssica e ao diretor Rodrigo, da nossa Faculdade Anhanguera, que nos dá um apoio, vereador Libardi, na questão do Direito. Um privilégio de ter vocês aqui conosco, também os estudantes e os presentes aqui. Mas não posso deixar de fazer também um outro voto de congratulações à torcida Mancha Verde, do Esporte Clube Juventude, que celebra, hoje, 36 anos de história, marcada por paixão, lealdade e apoio incondicional. Ao longo dessas décadas, esteve presente nos momentos de glória e também nas dificuldades, sempre cantando mais alto e empurrando o time com orgulho. Sua trajetória é feita de união, tradição e amor pelo Juventude, representado a força da arquibancada e a identidade de milhares de torcedores. Parabéns pelos seus 36 anos de dedicação e por manter viva a chama alviverde. Parabéns! Obrigado, senhor presidente.
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VEREADOR TENENTE CRISTIANO BECKER DA SILVA (PRD): Bom dia, senhor presidente; bom dia, nobres colegas vereadores, a quem está aqui no nosso Plenário nos assistindo. Saudar a presença do Milton e do Angelo aqui; do Queixo, nosso grande amigo, que está aqui nos prestigiando. Não poderia deixar também de citar o Vanderlei e a Neuci, que estão aqui, hoje, nos prestigiando. O pai da nossa assessora Vanessa, que está aqui trabalhando. Vieram prestigiar o trabalho da filha e dos nossos vereadores aqui, também, da nossa Caxias. Não poderia deixar de ressaltar a nossa audiência pública ontem à noite. Então tenho que lhe parabenizar, vereador Libardi, pela condução dos trabalhos de ontem, que manteve íntegro um evento de grande repercussão para a nossa Caxias do Sul, que é a questão da arborização. Parabenizar a fala da promotora Janaina De Carli, do secretário Ramon, do Weber, do prefeito Adiló também, que também contempla essa questão da arborização aqui em Caxias do Sul. E como disse o secretário Ramon, podemos até divergir em relação a conceitos, mas todos querem uma cidade arborizada. Todos em prol da mesma causa. Eu tenho certeza que todos os vereadores desta Casa também atuam da mesma forma. Então parabéns, vereador Libardi, pela condução dos trabalhos ontem à noite. Era isso, senhor presidente, nobres colegas vereadores.
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VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado, senhor presidente. Meus cumprimentos ao senhor, à senhora de casa, a quem nos acompanha do Plenário, aos demais colegas vereadores e vereadoras desta Casa. Primeiro, fazer um cumprimento especial à minha amiga Gerusa Colombo, foi minha colega no mestrado, junto da professora Jéssica, que também foi minha colega. Hoje nos honram com a sua presença e dos demais alunos da faculdade Anhanguera. São professoras do vereador Elisandro Fiuza. Que privilégio para elas ter um aluno tão dedicado. Queria fazer um agradecimento público ao vereador Cristiano Becker, à vereadora Roselaine Frigeri, ao vereador Zé Dambrós e ao vereador João Uez, que estiveram presentes na nossa audiência pública, que teve mais de 100 pessoas. O Plenário lotado para nós tratarmos de arborização urbana. Na minha proposta, no meu panfleto de eleição tinham duas propostas: revogação do Decreto n° 22.832 de 2023 e defesa da Codeca pública. Essas eram as minhas duas propostas na eleição. E o prefeito Adiló, Daiane, se comprometeu em alterar o Decreto n° 22.832 ontem, ouvindo a comunidade. Saiu muito aplaudido da nossa audiência pública. Né, vereador Cristiano? Então, obrigado ao prefeito Adiló; obrigado ao Conselho das Árvores, a todos e todas que estiveram presentes. E meu muito obrigado, em especial, à comunidade, que se mobilizou para participar.
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VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Senhor presidente, quero saudar o Sindilimp; quero saudar também a direção da Codeca, quem está aqui hoje. Mas eu quero fazer um voto de congratulações ao GTC, que é o Grupo de Trabalho por Caxias, especialmente o nosso grande amigo Gilson, da Receita Federal, que tem trabalhado muito para conscientizar a população e destinar o percentual do imposto de renda. Também a Beatriz, do Sescon. Enfim, todo o conselho, CIC, CDL. Porque estamos na luta para que o povo tenha consciência e destine um percentual, ou para o Fundo do Idoso ou para o Fundo da Criança e do Adolescente. Eu fiz a minha parte, nobres colegas. E eu gostaria que todos, que esta Casa desse o exemplo: destinar, na declaração do imposto de renda, para o fundo, ou do Idoso ou da Criança e do Adolescente, para que os projetos sociais continuem. Porque nós perdemos mais de 20 milhões por ano. Então, é de extrema importância a nossa conscientização na destinação do imposto de renda. Senhor presidente, o Fundo do Idoso precisa de recursos. Tem o inverno chegando. E ampliar o cuidado subsidiado. Que tenhamos, lá na família, alguém cuidando do idoso, já que não temos vagas nas casas de hospedagem. Era isso, senhor presidente.
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VEREADORA ROSE FRIGERI (PT): Bom dia. Bom dia, colegas. Bom dia. Saudar quem está aqui. São vários assuntos hoje. Lamentavelmente, em que pese diga-se em algumas notícias que não está confirmado o feminicídio, a gente que conhece como funciona isso, imagino que o caso que aconteceu ontem, no Diamantino, especialmente para quem é um guarda municipal, muito dificilmente teria atingido a companheira sem querer ao tentar se suicidar. Então, com certeza mais um feminicídio no nosso estado e agora, lamentavelmente, na nossa cidade. Eu também quero saudar, então, a audiência de ontem à noite. Em que pese o prefeito ter saído às oito, já avisado, tudo certo, seus secretários não justificarem, não apresentarem, dizerem que defendem uma cidade com árvores, mas, na prática, continuarem e continuem praticando o arboricídio na nossa cidade. Então, é lamentável ouvir algumas coisas, especialmente do secretário Weber, no final, que me atacou e atacou o meu colega vereador Lucas, em uma questão nitidamente pessoal, mostrando que perdeu a estribeira, como se diz, para justificar o injustificável.
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VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Presidente, a minha saudação, de maneira especial, nesta manhã, a todos os presentes. De modo distinto, à Caroline, à Anelise e ao Baltazar, que lá estão, representando a Associação Fome de Amor, que hoje vem para celebrar, aqui, a declaração de utilidade pública, projeto de nossa iniciativa, que está em segunda discussão e votação nesta oportunidade. Também saudar os membros aqui da Codeca, na pessoa do Milton e do Angelo. O Milton, que é o presidente da nossa companhia; todos os demais. O Henrique e a Ivanir também, da mesma forma. Todos os demais que compõem aqui. E deixar registrado, presidente, eu não sei se é voto de pesar para a turma do Lula e do PT, ou se é voto de congratulações para os senadores, mas eu quero parabenizar, na pessoa do senador Luiz Carlos Heinze, presidente, porque, corajosamente, o Senado, depois de 130 anos, negou a indicação de alguém para o STF. Desde Floriano Peixoto, em 1894, isso não acontecia no Brasil, demonstrando que ainda podemos ter alguma coisa de esperança dentro do nosso país. Então, parabéns aos senadores, na pessoa do nosso sempre senador, que encerra o mandato final do ano, de cabeça erguida, demonstrando responsabilidade com a população brasileira e não colocando um pseudo evangélico e um abortista como ministro na Suprema Corte do país. Muito obrigado.
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VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Senhor presidente, nobres colegas, todos que nos acompanham aqui. Hoje, dia 30 de abril, é a data de aniversário do nosso pré-candidato à presidência da república e, se Deus quiser, futuro presidente do Brasil, Flávio Bolsonaro. Aqui eu estendo, de Caxias do Sul, os meus parabéns ao senhor, nosso futuro presidente e atual senador. E também, acompanhando o meu colega vereador Calebe Garbin, eu faço um voto de congratulações aos 42 senadores que tiveram coragem de peitar o establishment, de peitar todo um sistema e rejeitar, depois de mais de 130 anos de história, a indicação de um ministro ao Supremo Tribunal Federal. Isso é histórico. E nós, ontem, tivemos o nosso dia de sorte. E com certeza, a partir de hoje, dia 29 de abril de 2026, será o dia da virada da direita do nosso país. Muito obrigado, presidente.
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VEREADOR JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Colegas vereadores, colegas vereadoras. Primeiramente, agradecer ao vereador Zé Dambrós pela cedência do espaço. Quero lhe dizer que, no meu próximo Grande Expediente, o espaço está à sua disposição. Mas um assunto que me traz à Casa hoje, e ao microfone, colegas vereadores, não é a Curva do Tchaca, do vereador Velocino, mas, sim, vocês sabem que, depois que eu comecei a postar alguns vídeos do papagaio lá de Porto Alegre, o nosso governador, que gosta bem de papagaiar pela região, a minha família... Não a minha família, mas as pessoas começaram a receber ligações para solicitar que eu retirasse das redes sociais. Isso aconteceu lá no passado. Só não ligaram para minha mãe. Coitada da dona Leonilda lá em casa. Desde então, eu acompanho a agenda do senhor governador. E hoje ele estará em Caxias. Eduardo Leite. Sim, ele estará em Caxias. O Pinóquio da Corsan, o Pinóquio dos Pedágios. E aí, como eu acompanho? Porque vai que ele queira ir visitar a minha mãe para se queixar de mim, né? Tem que pelo menos ter um cafezinho, um bolinho frito lá para ele. Mas que bom que ele vem a Caxias. Eu vi que ele tem agenda no gabinete do prefeito, ele tinha uma visita ao viaduto seco, lá na 453. Mas eu gostaria de fazer um convite ao governador Eduardo Leite, que gosta muito de vir papagaiar na cidade. Certamente, em algum momento ele vai me processar. Mas, como diz o vereador Hiago, um processo a mais ou a menos. No caso, vai ser o primeiro, vereador Hiago. E o primeiro processo, vindo do governador do Estado, vai ser uma honra. Os advogados estão aí para nos defender. Mas eu queria convidar o governador Eduardo Leite, junto com todo aquele aparato que vem com ele, vem os deputados do partido aqui da região, aquele staff, que visitasse. Primeiramente, que ele venha pela 122 e ele veja a capoeira e o mato alto na entrada da cidade. Que recentemente, lá no início do ano, vereador Pedro, foi roçado. Foi passada uma tintazinha naqueles cordões de calçada. Na verdade, nem foi passado, foi despejado, porque a primeira chuva que veio levou tudo embora. Depois, o governador pode ir à entrada de Monte Bérico, que a comunidade esteve aqui. Alô, Monte Bérico! Providenciem boas-vindas ao governador, porque ele pode ir lá visitar vocês para entender a comunidade e escutar a comunidade, já que a comunidade não foi chamada. A importância da sinaleira naquele local, que evitou mortes, que evitou muitas tragédias em famílias. Depois ele pode sair de lá, ele pode passar pelo viaduto seco. Ele que vá ao trevo da Gecele e olhe aquilo que está acontecendo
naquele local e tome providências. Porque logo, logo, vão ter acidentes naquele local em função de toda a manutenção que está se fazendo. E a gente não está aqui falando mal da manutenção; ao contrário, tem que acontecer a duplicação. Depois, ele pode ir à Vicente de Menezes, que trecho dela é estadual, verificar a qualidade do asfalto que está lá e, de repente, pedir um recapeamento, já que a gente pede há muito tempo e a gente não é ouvido. Depois ele pode sair de lá e pode passar próximo ao Colégio Cristóvão, no prédio da 4° Coordenadoria de Obras, que está aqui estabelecida, que foi reformado, todo novo. Sabe o que tem lá, vereadores? Só as paredes, porque foi abandonado. Foi investido dinheiro público, e está lá abandonado. Alguém está utilizando ele. Mas poderia estar utilizando uma entidade, um grupo ou a própria Coordenadoria de Obras. Mas para que ter Coordenadoria de Obras, se não se faz obra, aqui na cidade, pelo governo do Estado? Aquilo que se faz de obra é pago novamente com o nosso dinheiro do pedágio, que aumentou esta semana. Usar os impostos. Mas depois ele pode ir a outro lugar. Ele pode ir a Galópolis e olhar como é que está o prédio, o antigo prédio Lanifício Sehbe, que ele prometeu um milhão de reais, eu mesmo divulguei nas minhas redes sociais, e até agora nada. Então, governador Eduardo Leite, venha a Caxias hoje à tarde e percorra com toda aquela turma que vai vir de Porto Alegre fazer foto. Tem um cara que é pago para bater palmas. Nós estivemos no lançamento da Nossa Senhora da Saúde. A cada pouco, o governador falava, e passava um senhorzinho de gravata batendo palmas. Olha, o dia que eu precisar ter um assessor ou alguém da minha equipe para puxar salva de palmas daquilo que eu falo de bom e de ruim eu me aposento e vou para casa. O senhor vai se aposentar, sim, dia 31 de dezembro. O senhor deve ir para a iniciativa privada. Sabe Jesus onde. Tomara que não seja vinculada à área do saneamento. E falando em saneamento, aproveite, de repente venha a esta Casa, converse com os colegas vereadores, vá ao Samae e veja a importância e o trabalho que o Samae, através dos seus servidores públicos, faz em Caxias do Sul. E venha nos contar por que da regionalização, que, conforme o senhor, não é privatização, mas é o início. Porque o senhor fala um negócio aqui, depois faz outro aqui. É mais ou menos parecido que nem o programa da Xuxa, antigamente: primeiro beijinho, beijinho; depois tapa, tapa. Para não usar outra palavrinha com ‘p’.  Mas o senhor é acostumado. Mas eu quero ser o mentiroso. Estou esperando o senhor encaminhar à Assembleia Legislativa o projeto de regionalização. Estou esperando ter Caxias. Porque vai ter, o senhor já divulgou. Tomara que o senhor esteja mentindo e, no dia 30 de março, o senhor tenha apresentado um cronograma de regionalização e futura privatização do serviço de saneamento de 175 municípios. E o senhor falte com a verdade, como o senhor faltou com a verdade no caso da Corsan, no caso dos pedágios e daí para fora. Então, venha à Caxias e utilize seu tempo. Que bom que o senhor levantou da cadeira, o senhor seguiu o mesmo conselho que o senhor deu ao governador Sartori lá atrás. Levantou da cadeira e está vindo a Caxias. Mas não venha papagaiar, venha ver os assuntos sérios: entrada de Caxias, o mato alto; Monte Bérico; Linha 40; Gecele; a obra abandonada, da 4ª Crop; Galópolis. E depois, governador, quando o senhor for embora, provavelmente para Santa Cruz, porque eu acompanho a sua agenda, sim, eu me preocupo com a sua agenda, governador, volte pelo Vale Real e veja a escuridão que está a divisa entre Nova Palmira e Vale Real. E se sobrar um tempinho, caso o senhor queira ir pelo litoral, veja a qualidade péssima que está a Rota do Sol. Eu fiz um vídeo falando da questão da Rota do Sol. Tive que tirar, porque o senhor ligou quase que para minha mãe, a dona Leonilda, lá em casa. Volte pela Rota do Sol e veja a qualidade que está aquele asfalto que o senhor promete, promete e não faz. Se o senhor passar por Nova Palmira, o meu pai reside em Nova Palmira, governador, o senhor pode parar lá que ele lhe mostra como está a 453 no trecho entre Caxias, Vale Real e Feliz, abandonado, às escuras. Mas às escuras é fácil falar para o senhor, governador, porque o senhor faz as coisas às escuras. Até tentou privatizar e regionalizar o Samae de Caxias às escuras. Sorte que tinha um cidadão caxiense em Porto Alegre acompanhando a reunião e se ligou. Muito obrigado, colegas vereadores e colegas vereadoras. Se os senhores também tiverem algum local para o governador visitar, que está abandonado, sucateado ou esquecido, hoje à tarde é um momento importante que ele ficará duas ou três horas na cidade de papagaiano. Muito obrigado.
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VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Meu nobre presidente, hoje venho falar de uma pauta importante para a nossa cidade de Caxias do Sul, pois existem as melhorias a serem feitas, algumas adequações, mas também, temos que enaltecer o lado positivo. E hoje teve aqui a apresentação da Codeca e eu estava observando alguns detalhes. E os apontamentos são válidos, mas também os apontamentos extremamente positivos que será a esse novo roteiro em nível de cidade de Caxias do Sul, que é a parte da coleta do lixo seletivo e orgânico. Isto é algo nobre, são avanços, inovações. A gente não pode parar no tempo, a gente tem que evoluir.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte sobre este tema.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Nós temos que evoluir sempre que possível. E eu fico feliz quando o Ângelo, que eu tenho grande carinho, o presidente Milton, vem aqui se expor e apresentar em nome do Executivo do nosso prefeito Adiló, de nós aqui, enquanto sociedade e secretariados, essas pautas de tamanha relevância. Mas eu também tenho aqui que ressaltar algumas demandas do qual eu faço parte, fiz parte, e que hoje está funcionando e está dando certo. Que são algumas conquistas, das quais há mais de 20 anos, 30 anos, estavam sendo reivindicadas e hoje o excelente trabalho executado pelos profissionais, colaboradores e funcionários da Codeca vem exercendo para nossa sociedade caxiense. Exemplo... O Libardi aqui, está me deixando sem concentração, não é vereador? (Manifestação sem uso de microfone). Deixa eu trabalhar, não é nosso líder de governo? Exemplo: a Estrada Velha que liga Caxias do Sul à Flores da Cunha... Vamos pegar no pesado primeiro. A Estrada Velha que liga Caxias do sul à Flores da Cunha, onde eu fiz a reunião com os moradores, onde que o prefeito participou, o Soletti, que na época era o secretário de Obras, e hoje é uma realidade. Depois, na época do vereador, que o vereador Fiuza era o secretário de Trânsito, eu fiz o pedido e ele foi lá presente, foi feita a divisões de pista, foi colocado mais sinalizações, as placas de pare, a que sinaliza lá as curvas, foi feito as barreiras de contenções. Então obras significativas que envolvem um coletivo. E também tenho que aqui ressaltar que é uma obra do qual também faço parte, que é a ligação da parte do bairro Castelo, São Cristóvão à Rota do Sol, RST 453, que é a Avenida Euclides Triches. Esta obra era uma cobrança da presidente do bairro, a Ivonete, há mais de 20 anos.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Um aparte vereador.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Vários políticos se envolveram e não saía do papel. Era só teoria, reuniões e reuniões, passava eleições, iam lá e cobravam porque era época de eleição, vocês sabem, conforme o político promete até terreno no céu. Mas tem todo um trâmite, que não é só o vereador, ele tem que fazer uma indicação, um protocolo, um processo administrativo, reuniões com os moradores, às vezes, a presidente do bairro vai lá e ela também faz o protocolo, que é muito válido e importante, uma união de esforços. E o prefeito Adiló fez várias reuniões junto com a presidente do bairro, junto com alguns moradores, sei que alguns outros políticos também se envolveram, enfim. Hoje a obra está lá 98% pronta, quase concluída, falta pequenos detalhes que envolvem a RGE, que tem uns postes que estão na via e tem que ser retirados. Então, será entregue em breve e muitos aqui dos vereadores, inclusive da oposição, estarão lá presentes. Porque é isso que é importante. É a união: oposição, base, é uma corrente do bem, porque lá vai beneficiar indiferente da ideologia partidária, vários moradores, empresas, vias alternativas que hoje são para tirar o transtorno que existe na trafegabilidade conforme o horário. Também tenho que citar aqui, o asfaltamento lá de Loreto, Cerro da Glória, também reivindicações de diversas lideranças. Deputados que, em época de eleição, iam lá, faziam reunião, prometiam e aconteciam. E eu tenho orgulho de poder dizer que fiz parte das reuniões com os moradores. A nossa amiga Sandra, uma grande liderança daquela região, também participou de reuniões, esteve lá no ato de entrega. Eu participei do ato de assinatura, participei com alguns moradores lá, fiscalizando, acompanhando caminhões, até tratores atolados que não saíam. E lá tem um grande escoamento de produção, que é ameixa, caqui, verduras, que geram a economia de boa parte, hoje, do nosso município de Caxias. Então, nem tudo está ruim, como se diz. Às vezes, se fala de buraco. Não existe melhoria sem buraco, não existe obra sem transtorno no trânsito. Por exemplo, eu sou um que mais cobra o Samae, porque se abre bastante... Quase todos os dias rompem canos pela cidade. Claro que vai ser obrigado abrir um valo na rua. Eles vão lá, botam aquele pó de brita. Até hoje, não existe um planejamento, até onde eu saiba, para, quem sabe no futuro, no mesmo dia vá lá e já coloque aquela camada de asfalto. Mas às vezes demora três, quatro dias, cinco dias. Mas vai ser tampado o buraco. Eu sou um que cobro bastante, porque, na minha região, é aquele sistema de canos extremamente antigo, da era da pedra, que são só encostados os canos. Hoje ele já vem em um sistema embutido, canalizado.
VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Então hoje, esses retrabalhos que são feitos, já não vão mais dar problemas. Pelo menos dos que eu peço não estão acontecendo. Devido à ansiedade do meu colega vereador Libardi, o seu aparte, por gentileza.
VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado pela gentileza, vereador Juliano Valim. A gente precisa ter um novo Plano Municipal Integrado de Resíduos Sólidos, porque a vida mudou muito nos últimos 14 anos. E a nossa lei tem 14 anos. A lei também determina que ela precisa ser revisada a cada quatro anos, vereadora Daiane. E nós já triplicamos o prazo de revisão. Foi encaminhado pelo Executivo a esta Casa um Plano Municipal Integrado de Resíduos Sólidos. Eu opinei, junto da vereadora Andressa Mallmann e da vereadora Estela Balardin, pelo arquivamento do Plano Municipal Integrado de Resíduos Sólidos, que esse determinava a manutenção da containerização e não promovia nenhuma alteração no modelo de coleta, vereador Juliano. A gente precisa olhar para frente, está todo mundo mudando. Eu fiquei feliz com a assunção do secretário Ramon Sirtoli na Secretaria do Meio Ambiente, porque eu fui visitá-lo, junto da Vitória, que é do Caxias Lixo Zero e trabalha na prefeitura. E eles têm disposição em fazer uma nova experiência e um novo bairro com container integrado. A gente precisa acabar com a lógica dos containers. Eu, o senhor, quem está em casa e os vereadores desta Casa sabem para que serve o container e quem o container financia. Então, não é possível que nós sejamos o maior financiador da desgraça da sociedade, como somos hoje, através da coleta seletiva. Vereador Juliano, nós recolhemos 85 toneladas de lixo seletivo. Só 20 vão para as associações. Fora todas as outras, que são retiradas antes por situação de catação. Não é uma pauta de esquerda e de direita. Eu, vereador Cristiano, vereador Hiago, vereadora Rose, vereadora Estela, todos falamos sobre isso, a vereadora Daiane. Nós temos que mudar o Plano Municipal Integrado de Resíduos Sólidos. Infelizmente, quem financia a desgraça da sociedade é o Plano Municipal de Resíduos Sólidos, que precisa ser revisto. Parabéns pela pauta.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Agradeço as considerações. Vereador Fiuza, por gentileza.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Vereador, muito obrigado pelo aparte. Agradecer a V. Exa. pela explanação e dizer que, na verdade, a gente só tem que parabenizar aqueles servidores aguerridos, principalmente da sinalização viária que, de uma forma atuante, sempre procura fazer com que essas demandas, principalmente no que se refere a sinalizações viárias, que dá segurança viária aos usuários de carros, enfim, e também os nossos pedestres. Então os parabéns vão a essa equipe. Muito obrigado.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Exatamente. Então obrigado, vereador Fiuza. Agradecer aqui ao nosso secretário, que assumiu recentemente, o Elói Frizzo, na Secretaria de Trânsito e Mobilidade Urbana, com o qual também já tive algumas reuniões lá, já deixei alguns encaminhamentos. Mas, aos poucos, melhorias irão acontecer no nosso município de Caxias do Sul. Em breve estaremos inaugurando mais obras. Sabemos que a cidade de Caxias do Sul é muito grande, mas se todos os secretários se engajarem, Samae, Codeca, todas as demais secretarias, secretários, servidores públicos, nós aqui, vereadores, muitas coisas irão acontecer e uma corrente do bem, a união de esforços, juntamente com o Executivo, o prefeito Adiló e nosso vice Néspolo, muitas coisas boas irão acontecer no futuro. Estamos junto. Um bom feriadão a todos. Fiquem todos com Deus.
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VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Senhor presidente, colegas vereadores, prazer retornar a esta tribuna desta Casa para mais uma oportunidade de falar com os colegas. Nesta oportunidade, uma Declaração de Líder. Eu tenho dois assuntos aqui para tratar. Tentar dividir este tempo, aqui em duas partes. O primeiro deles, colegas, vou tentar tratar da maneira mais Republicana, em que pese o fado de eu ser do Progressistas vereador Fiuza, mas tratar da maneira mais Republicana, vereador João Uez, e não tornar isso um picadeiro, mas oportunizar um pedido de retratação do vereador Cláudio Libardi, que, ontem, de maneira sorrateira e sórdida, tentou jogar parte dos vereadores desta Casa contra a população caxiense ao afirmar que nós não estávamos trabalhando, como ele mesmo fez questão de gravar aqui, desta Mesa Diretora, um vídeo, em selfie, dizendo que nós não estávamos trabalhando. E ainda disse: “Onze da manhã, e os vereadores da base do governo não estão aqui” e etc., e etc. Pois bem, para quem está em casa e não costuma frequentar o plenário aqui desta Casa, precisa saber que um vereador não resume a sua atuação parlamentar a três sessões ordinárias de uma semana.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Peço um aparte, vereador.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Nós temos sessões aqui na Câmara de Vereadores terças, quartas e quintas-feiras, das 8h30 da manhã, com prorrogação até 8h45 para iniciar, em razão de falta de quórum, e nós nos estendemos até encerrar a pauta ou até o vereador achar que deve ficar, vereador Cristiano Becker. Porque o Regimento diz que para você ter presença, nas terças e quintas, tem que votar pelo menos em um projeto. E na quarta-feira é dar presença, porque não tem projeto. É uma sessão apenas para declarações, Grande Expediente e etc. Pois bem. O vereador Dambrós é minha testemunha que, inclusive antes de eu sair do plenário aqui ontem, disse a ele que não estaria aqui, para que ele respondesse pela base do governo na minha ausência, porque eu estava indo até o Dornelles, chefe da Casa Civil do município, para tratar da vinda, presidente João Uez, do presidente da Codeca, Milton Balbinot, que hoje esteve aqui conosco. Pedido esse que este líder de governo tem cobrado desde a última segunda-feira. E aqui os colegas que são da base sabem muito bem. Disse isso publicamente ao prefeito: “Prefeito, o presidente Milton precisa ir.” Repeti na terça-feira em ligação ao diretor Milton, que pretendia vir na próxima semana, e disse: "É necessário ir ainda esta semana." E ontem reafirmei, inclusive encontrando, vereadora Daiane, presencialmente o Milton lá na prefeitura. Não marcamos de nos encontrar. E aí nós somos surpreendidos, enquanto estamos trabalhando, o vereador Libardi tira tempo para, no plenário, entre aspas trabalhando, controlando a agenda dos vereadores.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Um aparte, vereador.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Eu lembro um dia que ele disse, vereador Pedro Rodrigues, para o senhor que o senhor era pago para dar opinião e não para opinar sobre a fala da vereadora Andressa. Eu precisava lembrar ao vereador Libardi que ele é pago para dar opinião e não para cuidar da agenda dos vereadores. Eu tenho duas pessoas que cuidam da minha agenda.
VEREADOR HIAGO MORANDI (PL): Um aparte, vereador.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): A primeira é a minha esposa, e a segunda é a minha assessora, que está aqui me filmando. Então assim, nós não medimos a atuação de um parlamentar por aquilo que se faz dentro de um plenário. Nós medimos a atuação de um parlamentar quando ele vai ao bairro, quando ele visita o centro comunitário, quando ele anda de ônibus, nem que seja só uma vez na vida, para poder gravar um vídeo e falar sobre o ônibus, mas ele está lá fazendo dizendo isso. Quando ele resolve o buraco. Porque inclusive atendi eleitores e diretor sindical, vereador Fiuza. Eleitor do vereador Libardi, diretor sindical, me ligou e mandou mensagem, ano passado, isso está registrado. Eu estava sentado lá e disse: “Vereador Libardi, seus eleitores estão me ligando para resolver problemas de buracos nas ruas.” E ele disse: "Eu não sou um vereador de buraco." Essa foi a resposta que ele deu. Pois bem, eu sou vereador de buraco, eu vou à Assembleia Legislativa, eu vou a Brasília, eu vou à prefeitura, eu bato à porta das autarquias, eu vou ao bairro das pessoas, eu fico no gabinete para receber as pessoas, eu estudo projeto de lei, protocolo projeto de lei, cobro projeto de lei, participo ativamente de comissões, participo de frente parlamentar, conduzo reunião pública e audiência pública, e muito mais. Porque, vereador Valim, a atuação de um vereador não se resume a estar aqui, tão simplesmente. Eu não coloquei nenhum atestado médico aqui, e não me orgulho disso. É um direito. Se alguém está por uma situação médica deve fazer uso. Agora, cada vez que alguém não está no plenário nós temos que ter um fiscal dos vereadores para saber o que está fazendo? Então, cada vez que alguém sair daqui, tem que ter um cartão-ponto ali, onde a gente vai registrar. Libardi, estou indo ao banheiro. Libardi, estou indo à prefeitura. Libardi, estou indo ao no sindicato. Libardi, estou indo à Codeca. Então assim, é decepcionante ver a conduta de um parlamentar nesse ponto. Eu não entro no mérito de que ele cumpre expediente no Sindicato dos Metalúrgicos no contraturno da sessão, enquanto eu estou no bairro. Ele está no seu direito, e nós estamos no nosso direito. Então, de maneira muito tranquila aqui e Republicana, sem erguer muito o tom da voz, deixar um recado. Porque, tempo atrás, também tentaram insinuar que esta Casa estava silenciando a voz de um parlamentar, enquanto cinco ou seis vereadores estavam em reunião tratando exatamente do tema em que estava sendo tratado aqui embaixo. O senhor lembra disso, vereador Valim? Eu, o senhor, o vereador hoje licenciado, Daniel Santos, vereador Bortola, vereadora Sandra e vereadora Rose Frigeri estavam nessa reunião, e estavam dizendo o quê? “Não, estão silenciando a voz de parlamentares.” Não. Cada um escolhe trabalhar como quer. E eu não estou vindo aqui falar enquanto líder de governo. Estou vindo falar como vereador e tentando defender os que foram atingidos.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Quando possível, um aparte.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Por um vídeo sórdido e baixo que joga a população contra os vereadores. A população quer contar com os vereadores? Aqui tem 23 que trabalham. Não posso falar por todos, mas a maioria daqueles que eu encontro e, às vezes, encontro inclusive na rua, encontro às vezes em agendas, estão trabalhando e buscando o interesse do povo caxiense. Sua palavra, vereador Pedro.
VEREADOR ALDONEI MACHADO (PSDB): Um aparte, vereador?
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Um aparte, vereador?
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Obrigado pela gentileza, vereador Calebe. Eu já me senti muito bem representado na sua fala. Eu, inclusive, outro dia, fui chamado a atenção pelo vereador Libardi. Não vamos entrar de novo nesse mérito. Com uma falta de respeito, ele me exigiu respeito, porque eu disse que era uma falácia dizer que era difícil de conversar com o prefeito. Só isso. E eu não sei por que se ofendeu tanto, mas tranquilo, não vamos ressuscitar um troço que já foi. Mas, sobre ontem, gente, já que eu preciso prestar conta para todos os colegas do que eu estou fazendo, eu estava no meu gabinete resolvendo a situação do Seu Joaquim Quintana que está internado no Hospital Pompéia e não consegue uma ambulância para ir até o Hospital Geral para fazer um procedimento. Ele tinha cinco procedimentos. Para anteontem, com muito jeito, eu consegui. Não sei até se o comandante dos bombeiros com a ambulância, não foi ele com o carro dele. Não sei como que ele deu o jeito dele para levar, porque ele está, inclusive, de férias, e o homem é militar. Então por ele ser do plano do IPE não pode ser levado por uma ambulância, por um recurso do SUS, do Sistema Único de Saúde, porque o sistema IPE é diferente. O que ontem eu estava fazendo no meu escritório? Dando determinação para o meu assessor ir lá com o carro ajudar e levar esse cidadão até o Hospital Geral. E veio, para mim, os recortes das fala de, pelo menos, dois vereadores, mostrando o plenário aqui, dizendo que estava vazio, que os outros vereadores não trabalhavam pelo salário que ganham. Fiquei bem chateado, mas me senti representado na sua fala. Muito obrigado, vereador.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Obrigado, vereador Pedro. Nós temos vários apartes. Peço aos colegas 30, 40 segundos para poder contemplar todos. Eu não tenho Declaração, porque estou já fazendo o uso. Quem pediu o segundo aparte? Vereador Hiago? Trinta segundos, por gentileza, vereador.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Bem rapidinho, vereador Calebe. Eu acho que, às vezes, os ânimos estão sempre exaltados aqui e, pela falta de comunicação, acabam acontecendo muitas coisas que não precisariam acontecer. Eu também coloquei o vídeo, até fiz um vídeo dizendo que concordava com um comunista na rede social. E, quando alguém fala alguma coisa, a gente diz, às vezes: “A carapuça serviu”. E hoje, o seu discurso a carapuça serviu para mim. E eu peço desculpas porque eu acho que, no meu ver — ao final do dia, falei, comentei com o vereador Cristiano Beker e comentei com o Aldonei — no fim não agregou nada para a população aquele meu vídeo também. E aí eu acho que eu sou o primeiro a falar que a política não se faz aqui dentro, se faz fora do gabinete. Então eu acho que, talvez, a gente acabou... Só que entendo que, no momento que a gente estava aqui, a gente ficou indignado. Eu vou falar por mim. O vereador Cláudio pode falar por ele, eu não tenho procuração ainda, só tenho processo contra ele, eu não tenho a favor. Mas o que eu quero dizer é que a gente estava indignado porque a gente estava debatendo assuntos importantes e parecia que a gente estava sendo deixados de lado. Vereadora Andressa também estava aqui. Mas eu acho que foi isso que acabou acontecendo. Mas eu também peço desculpas, como o vereador Capitão fez, que não agregou em nada.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Obrigado, vereador Hiago. Vereador Fiuza, seu aparte. Depois o vereador Aldonei e depois o vereador Libardi.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Obrigado, vereador Calebe. Eu sempre costumo dizer que, no parlamento, principalmente para os novos que estão chegando, com todo respeito aos estagiários, que possam compreender que, no parlamento, todos nós temos telhados de vidro. O pau que dá em Chico dá em Francisco. Obrigado, Calebe
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Obrigado, colega Fiuza. Vereador Aldonei, seu aparte.
VEREADOR ALDONEI MACHADO (PSDB): Colega Calebe Garbin, obrigado pela sua fala. Realmente, ontem, eu chamei no privado o colega Cláudio Libardi e o colega Hiago para tratar desse assunto. Porque, há um tempo, o colega Ramon fez o mesmo discurso aqui e todo mundo o chamou em um canto e o puxão de orelha pegou. E hoje, tem que ser feito também, porque todos nós temos perfis de trabalho. Cada um tem um perfil de trabalho diferente, uns são mais burocratas, outros são mais de rua, mas, aqui, todos nós somos vereadores e temos que se respeitar aqui dentro. Eu não preciso dizer onde eu estava ontem, mas se vocês quiserem conversar com a equipe de sinalização de trânsito, nós estávamos acompanhando uma demanda nosso no Loteamento Treviso, na Rua Barão do Amazonas, fazendo uma obra importante para aquela comunidade. Estava acompanhando e fiscalizando, que é trabalho nosso também. Então, esses vídeozinhos, esses cortezinhos, essas falácias, esses discursinhos que são feitos aqui dentro não enchem a barriga de ninguém e não resolvem problemas na nossa cidade. O que resolve é trabalhar, ir para a rua, trazer demandas e indicações e cobrar os secretários para que as coisas aconteçam, é isso que resolve. Obrigado.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Obrigado, vereador Aldonei. Prejudicado seu aparte, vereador Becker. Mas, vereador Hiago, lhe agradecer. Recebo o pedido de desculpas. E dizer que o senhor sai daqui maior, dessa discussão. Esta é a nobreza de um homem, quando reconhece o erro, como foi o Capitão Ramon. Eu não pude entrar no outro assunto, mas, enfim... Bom dia a todos.
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VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Eu vou pedir um aparte para a senhora.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Senhor presidente, senhores vereadores, ao pessoal que nos acompanha aqui e o pessoal que acompanha nós das redes. Seu aparte vereador Libardi, para depois eu entrar em um tema.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Muito obrigado. Bom, eu tenho muito respeito pelo vereador Calebe, pelos demais vereadores, tendo a escutá-lo. E eu vou utilizar um minuto, porque para mim, uma coisa é essencial: nós precisamos depois esse 50 de nós precisamos que não estavam mais não
O que precisa ficar claro aqui, nós precisamos ter quórum mínimo nas sessões. Isso é inadmissível. Ontem era 10h50min, e nós não tínhamos quórum em uma Sessão.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Se possível, um aparte.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Nós precisamos garantir o quórum. Eu falo isso nos Gabinetes, falo isso em reuniões fechadas e falo isso agora por uma provocação do vereador Calebe. Falar que não estavam trabalhando foi injusto, eu peço desculpa aos demais, não estar trabalhando não é uma questão que eu tenha que verificar ou não. Agora, o que precisa ficar claro a todos aqui, é que da minha parte nós precisamos manter um quórum mínimo na Sessão, a gente está perdendo pelo menos duas Sessões por semana, sem quórum. Todos aqui sabem, da minha opção de manter a vida privada, depois eu vou pedir uma declaração de líder para esclarecer, trabalho fora da Câmara, tenho orgulho de trabalhar fora, porque acho que uma relação de dependência econômica me complicaria muito. Agora, eu mantenho integralmente o que eu falei quanto a necessidade de termos quórum. Uma coisa é imputar conduta, que não é do meu perfil, se fiz, me desculpem, outra coisa é não ter quórum, que no meu entender é uma vergonha para a Câmara. Se nós não temos condições de manter a Sessão ás 08h30, que alteremos para as 17h00.
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Um aparte, vereadora.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Obrigada, vereador Libardi. Vereador Calebe, depois. Eu vou entra no meu assunto, se não, não vai dar, tá gente?
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Vereadora Daiane, muito obrigado pela sua gentileza, desculpas aceitas vereador Libardi, repito o que disse, o senhor sai maior se retratando. Agora, eu acho que a gente tem foro para isso, nós temos a Comissão de Revisão do Regimento Interno, todas as segundas-feiras, ás 08h30, eu estou presente, o vereador Bortola, o presidente, a vereadora Daiane participa, e outros vereadores. E a gente já debate sobre isso: a necessidade inclusive de incluir votação na quarta-feira para que possamos ter celeridade com a questão do quórum. Então, eu acho que é uma discussão para o Regimento Interno. Obrigado vereadora Daiane, um bom dia.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Obrigado, vereador Calebe. Só deixar claro assim, antes de entrar no meu assunto, a questão de que a gente se sente, e eu vou dizer eu como vereadora de oposição, que infelizmente, não tem quórum, muitas vezes, na discussão, no final da discussão, muitas vezes até mesmo para o Pequeno Expediente, enfim, porque a gente quer discutir assuntos da cidade, e a gente se sente meio abandonado inclusive pela base, quem segura, muitas vezes, o quórum é a oposição, então só deixar, não fiz as questões de vídeo, mas não teria problema nenhum em responder isso, mas a gente fica chateado como oposição, muitas vezes, aqui, com assuntos importantes para tratar, e não tem o quórum mínimo, não é? A gente sabe que muitas reuniões têm que acontecer em horários de manhã também, a gente tem outras situações, mas só para deixar claro isso, e fica uma situação complicada. Mas hoje, finalizando o mês de abril, e não que parem as discussões sobre a questão do autismo, eu quero trazer a questão de que o mês de abril é o mês de conscientização do autismo, não é? E eu gostaria aqui, porque a gente é muito criticado por trazer problemas da administração. Mas eu queria falar sobre ações que o Município vem fazendo em relação ao autismo, mas, infelizmente, a gente tem muitos problemas quanto a isso. A demora no diagnóstico, filas de 3 a 4 anos as pessoas aguardando, principalmente neurologista, a gente sabe que tem um mutirão para vir, a partir do dia 4, e estamos ansiosos pelos atendimentos de neuro e de psicólogos, mas ainda temos muitos problemas quanto a isso, muitos problemas quanto a cuidadoria, monitoria e tantos outros. Mas ontem, eu me deparei com esta postagem no Instagram da Secretaria da Saúde, sobre a questão do autismo. Então eu vi a postagem ali, estava no Instagram da Secretaria, até fiz um print para mim ler depois e o que me causou estranheza, eles falam do Centro do Autismo, que é muito positivo, porém o Centro do Autismo, o Centro Municipal do Autismo, que fica ali na Pinheiro, ele atende 92 crianças. Nós estamos falando de Caxias do Sul, a segunda maior cidade, que só em escolas municipais tem muito mais de 2 mil crianças já diagnosticadas com a questão do autismo. Então, atende 92 crianças. Mas eles estavam expondo um trabalho deles e ok. Só que no último parágrafo diz que as crianças que não são atendidas no Centro de Autismo estão sendo atendidas em outros serviços da rede SUS em Caxias. E aí, eu fiz um link com muitas reuniões que eu faço com as famílias atípicas de problemas que a criança, quando sai do Centro de Autismo com oito anos, não tem outro serviço no município que atenda a essa crianças. E é uma demanda nossa. A gente foi em diversas entidades, conversou com diversas famílias sobre essa questão, mas fiquei para mim a situação. Ok, eu ia falar hoje, dar uma pincelada, mas daí eu recebi uma enxurrada de mensagens no meu celular que as pessoas, famílias atípicas, foram na postagem e elas pagam os seus impostos e se sentiram: “Ah, vou comentar sobre isso.” E os comentários assim como eram feitos, eram apagados, deletados no Instagram da Secretaria da Saúde. Foi feito vários comentários, os comentários foram apagados, inclusive a Jussara — que é até de um outro partido, é do PSB, junto com o vereador Dambrós, enfim, aqui — ela também entrou em contato comigo. Ela disse: "Olha, a gente colocou no grupo do TEAjuntos e as pessoas começaram a comentar lá, foram apagados e isso eu achei um desrespeito comigo.” Então, eu fui buscar a postagem no Instagram e para surpresa da gente não tinha mais nem postagem. Então, eu quero falar que as pessoas já estão desassistidas. Quero falar um pouquinho sobre empatia, em escutar as pessoas. Daqui a pouco, se eles não conseguiam mostrar mais ações do autismo, ok, fala sobre a conscientização mesmo, sobre as pessoas saberem dos seus direitos, tem lei municipal, tem lei estadual, tem lei federal sobre isso. Ocupem o Instagram da Secretaria da Saúde da prefeitura para divulgar, então, a conscientização. Se a gente não tem serviço, a gente divulga a questão da conscientização. “A gente tem atendimento no Centro do Autismo, 92 crianças somente, é insuficiente, mas estamos buscando parcerias” Coloquem isso. Mas não coloquem simplesmente uma postagem. Vou pedir para a Paula voltar à postagem em si, esse é o texto dela. Mas não coloquem uma postagem sem, ao menos, querer ouvir pessoas que lidam diariamente com a questão do Autismo. Abril Azul, sim, o mês de conscientização do autismo. E aí? Se nem pode ler os comentários, deixar ali os comentários e, até mesmo, responder aquelas pessoas. Então, eu quero dizer que falta um pouco de empatia. Empatia de fazer, empatia de ouvir, empatia de se comprometer com aquela causa.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Um aparte, vereadora.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Só a postagem por si só deixa um vazio, mas, principalmente, negar que as pessoas possam comentar, pessoas que vivem o autismo diariamente, que vivem com a situação atípica das suas crianças, dos seus adolescentes. Qual é o serviço que é ofertado no município, se nem a conscientização a gente consegue fazer isso? Seu aparte, vereador Hiago.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Eu acredito que é um erro a prefeitura apagar comentário, eu acho um erro, porque se não tiver uma ameaça de morte, um crime ali, eu acho que é errado por estar cerceando o direito do pagador de imposto de falar, é ele que mantém tudo isso. Como o vereador João aqui falou das palmas, o político vai ter que pagar alguém para bater palma, a mesma questão é em um post. Tu retirar os comentários de uma publicação tu acaba cerceando o direito das pessoas de reclamar, de falar e depois não adianta. Na campanha, eles ouvem todo mundo, eles têm a paciência para ouvir todo mundo, para escutar, para prometer. E quando chegam à rede social, eles não querem apanhar. Faz parte apanhar, os meus haters eu deixo lá. Em todas as reportagens, não peço para retirar comentário nenhum, porque faz parte. Muito obrigado, vereadora.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Obrigada, vereador Hiago. Não dá para eu... Porque é só Declaração de Líder, vereador Calebe. Mas, a gente fica triste com essa situação. A Jussara chegou a protocolar aqui na Câmara uma carta sobre isso, sobre as questões das postagens. São famílias que se sentiram desrespeitadas e como a gente se propõe a ser a voz da comunidade, a gente tem que vir aqui e falar. E ontem então, para finalizar o mês de Abril, a gente protocolou mais um projeto de lei, uma política de fomento à empregabilidade das mães atípicas. Colocar políticas públicas para favorecer, para tentar conscientizar as pessoas também sobre a contratação das mães atípicas que já tem uma situação de carga muito grande, mas, muitas vezes, elas não querem abandonar o seu emprego. Então, ter políticas focadas nessa parte de divulgação, com apoio psicológico, com horários flexíveis para essa mãe atípica também conseguir trabalhar e trazer o sustento muitas vezes da sua família e não... Ela muitas vezes não quer depender de auxílios do governo, ela quer trabalhar e promover esse sustento. Então além de falar sobre a questão da conscientização do autismo, falar também desse nosso projeto que vem aí para somar na questão das famílias atípicas em Caxias do Sul e o nosso repúdio a essa situação, em específico da questão do mês de conscientização do autismo. Era isso, senhor presidente.
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VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Primeiro, antes de entrar no meu assunto, só o finzinho dessa carta da Jussara, que ela mandou para mim também, e como a vereadora Daiane já expressou aqui a sua indignação, e de certa forma a indignação das mães atípicas, que ela botou bem assim: “Sem escuta não existe politica pública, sem transparência não existe gestão, sem respeito não existe democracia.” Jussara Monteiro, fundadora da Teajuntos, e representante de famílias atípicas, presidente. Então acho que é isso. Nós estamos em uma lógica que parece que a democracia é só se eu quero, se eu gosto, se me interessa. Sobre as obras e sobre o governo federal, não vou falar aqui, porque eu precisaria de algumas declarações de líder e várias declarações de líder e vários Grandes Expedientes. Então eu deixo para os outros falarem. Mas eu já propus, vereador Hiago, e vou reafirmar que eu acho interessante propor essa divisão. Quem quer ficar com as obras, com as políticas públicas, com tudo que foi feito com o governo anterior, fica de um lado. Quem aceita e quer ficar com os atuais programas, obras, políticas públicas do atual governo Lula, fique do outro lado, vamos ver como é que vai ser essa divisão aí, ou vamos dividir para ver. Eu estou louca para ver o resultado, como eu lhe falhei. Mas gente, eu vou ter que falar aqui da Codeca. Infelizmente, eu queria fazer perguntas para o diretor presidente, mas o regimento não permite. Nós faremos a convocação, acho que já tem esse pedido, não sei se já foi protocolado. Mas tem um pedido de convocação, aqui, que ele venha, mas que a gente possa dialogar, fazer perguntas, entender, porque nem sempre números dizem a realidade e expressam aquilo que a gente gostaria de falar. Então vou aproveitar 11 minutos, aqui, para falar sobre a Codeca. Primeira coisa que me chama atenção... Primeiro que ele fala que chegou lá e a Codeca estava um horror, não é? Muito pior do que ele imaginava. Até então, não era esses os boletins, as prestações de contas que nós tínhamos aqui. Então, falando de governo, porque eu não sou daquelas que acho que troca o secretário, começa tudo de novo. Meu Deus do céu, o que já trocou de secretário, de diretor, disso, daquilo nesse governo, eu acho que teria que fazer um estudo para ver se em outro momento se trocou tanto. Mas o problema não é trocar. É um direito do prefeito fazer isso. O problema é de chegar para o novo secretário e ele dizer assim: "Olha, eu respondo daqui para frente. O que aconteceu, não é de minha responsabilidade". Então aí, já começa é um problema, porque é uma continuidade de governo. E eu ouvi isso muito no mandato anterior do prefeito Adiló e espero que não pegue essa moda de novo porque já está pegando agora. Porque eu já conversei com outros que já me disseram isso. Porque daí é cansativo, a gente se esgota. Talvez é isso que queiram. Porque cada secretário tu vai lá reivindicar exatamente as mesmas coisas que tu já tinha falado para o anterior. Aí começa tudo de novo, manda os pedidos de novo.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Um aparte, vereadora?
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Olha, isso esgota. Então, o presidente da Codeca, quando veio aqui dizer que pegou uma Codeca pior do que ele imaginava, então, se abra toda a caixa lá, desde o início do governo, essa questão da Codeca.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte, vereadora Rose Frigeri.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Seu aparte, rapidinho, então, porque eu tenho que entrar no assunto, vereadora Daiane.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Vereadora Rose, eu queria falar sobre a questão dos secretários. Normalmente, os secretários nos atendem, e não é a questão de nos atender... a nossa conversa, a nossa reunião, é resolver os nossos problemas, que não são nossos, são da comunidade. Eu levei para o secretário Elói Frizzo, esta semana, a questão de indicações do meu mandato na Secretaria de Trânsito. São 110 indicações, sabe quantas atendidas? Dezessete. Dezessete atendidas. São simples, pintura de faixa de segurança, lombofaixa, sinalização e, infelizmente, são menos de 17%, desde 2025. Então, é isso que é complicado. Os secretários nos atendem, conversam conosco, nos reúnem e tudo mais. O problema é que não são feitos, não são realizados os serviços. E, digo de novo, não é nosso, é da comunidade que nos solicita. Obrigada.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Eu fui, um pouquinho antes de trocar o secretário de Trânsito, conversar com o agora vereador Fiuza, e ele despachou um guard rail que eu estou pedindo há anos, de dois, três metros, na ligação do Vila Ipê para o Canyon. Fui pedir o guard rail, ele despachou na hora, o cara ia fazer na hora. Uma semana depois, trocou, tive que ir lá de novo. Estou aguardando se vai ter ou não vai ter. Então, quando a gente é atendido um pouquinho, troca o secretário, sabe? Aí é complicado. E vou dizer assim, ó, eu não sei em que mundo... Estava conversando com a vereadora Estela antes e eu comentei com ela. Às vezes, eu penso que a gente está em cidades diferentes, porque não é possível. O vereador Valim vem aqui falar tudo que a Codeca tem feito, homenagear a Codeca. Eu quero perguntar... Por exemplo, ele falou em redução de despesas, mas eu quero saber como que foi reduzida a despesa. Eu sei que cortou o cafezinho do RH, por exemplo.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Um aparte, vereadora?
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Eu sei que agora é que nem escola, não tem café para a professora, a gente tem que pagar. Eu sei que foi cortado o café do RH. Mas, por outro lado, foram feitas obras lá dentro de mais de um milhão, foi feita uma casinha na estação de transbordo do São Giácomo por 16 mil, sem licitação, para uma pessoa particular.
VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Um aparte, vereadora Rose?
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Eu tenho recebido... Eu vou falar isso aqui e eu vou perguntar, ou com um pedido de informações ou eu vou lá conversar com o diretor, porque eu não vou jogar coisas aqui sem ter certeza do que está acontecendo. Mas, por exemplo, ele apresentou dois milhões, se eu não me engano, de ações trabalhistas. Aliás, talvez a dele estivesse nisso, né? Porque esse diretor-presidente já colocou a Codeca em uma ação trabalhista falando horrores da Codeca. Então, talvez, esses dois milhões tenham dele no meio. Mas é um horror o que eu recebo de denúncias e assédio moral e de assédio sexual, inclusive, na Codeca, que as pessoas vão lá denunciar, as pessoas vão lá falar e dizem: “Bom, entra na justiça”. Eu acho que não é isso, a gente pode tentar resolver antes de entrar na justiça. Seu aparte, vereador Libardi. Desculpa. Ele pediu logo depois.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado, Rose. Eu acho que a senhora trata muito bem do tema, mas eu só queria deixar de avaliar a Codeca por lucro e prejuízo. Porque a população não faz uma avaliação em uma empresa pública especificamente por lucro e prejuízo. Nós temos 10 milhões de prejuízo e 500 mil habitantes. Levando em consideração isso, ele tem um prejuízo relativamente baixo perto da arrecadação. E o prejuízo está diretamente vinculado em seis milhões, a dívidas, juros e multas.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Exato. Era isso que eu ia falar.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Então, nós temos que tratar disso, vereadora Rose. E, mais do que qualquer coisa, o que a Codeca precisa é garantir que a cidade esteja limpa. E, cortando receitas da Codeca, nós não vamos garantir isso, porque não tem como reduzir a folha de pagamento. Sessenta por cento do custo vinculado à folha de pagamento reduz em incremento. O que vai acontecer, vereadora Rose? Vai aumentar o passivo. É a mesma coisa que a Marcopolo começar a reduzir encaminhamento de matéria prima para uma sistemista. O que vai acontecer? A sistemista vai baixar o preço ou vai ter que aumentar o preço? Vai ter que aumentar o preço. Então, além de reduzir serviço, a Codeca vai ter que aumentar o preço, se não, vai quebrar.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Sim, então são esses questionamentos. Infelizmente não vou poder dar mais apartes. Mas são esses os questionamentos que eu gostaria de fazer, inclusive quando ele diz assim: a Codeca será atingida pelo decreto. Eu queria saber, atingida como? Que ele disse aqui, porque eu sei, não é? Mas que é? É a Codeca, ou é a população? Porque cortar gastos, cortando hora extra e cortando serviço, por favor, a gestão que busque. Eu conversei, um dia em uma reunião que teve lá, eu falei para o diretor, ele disse que ia atrás, que estavam mudando aqueles contratos que são com supermercados, com grandes produtores de resíduos, que hoje tem uma empresa privada fazendo, retomar para a Codeca, ele disse que estava nesse empenho. Eu quero saber! (Manifestação sem uso de microfone) Sim, o Samae, aquela história do Samae, nós conversamos lá, com o Alcolumbre, lá no Rio de Janeiro: eles conseguiram ver uma forma, que uma empresa, uma autarquia faça o serviço para a... A Codeca faça o serviço para uma outra autarquia dentro do município, porque também não me adianta fazer um outro serviço, o preço é baixo porque a porcaria é feita, é feita de uma forma absurda que dali a pouco vai mudar. Então tem que entrar essas coisas também, enfim. São vários questionamentos da Codeca que nós precisamos fazer. Porque para mim, é uma questão de gestão e é isso que tem que ser discutido.
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VEREADOR JOSÉ ABREU – JACK (PDT): Presidente, colegas vereadores, todos que nos acompanham daqui e de casa. Seu aparte de imediato, vereador Hiago.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Eu queria pontuar sobre o assunto de antes, que era a Codeca, não deu tempo. Primeiro, elogiar a vereadora Rose, que ela está vindo para o nosso lado, está de patriota, o casaco amarelo, a unha verde, é assim que a gente quer. A senhora vindo para o lado nosso, o lado do bem. E segunda coisa, vereador Jack, falar que enquanto cidades, vereador Cláudio, lá no Ceará, vereador Fantinel, que eu sei que o senhor é proponente, já deu até uma ideia lá para o pessoal, cidades do Ceará vereador Capitão, estão usando lixo para transformar em energia e descontar da luz das pessoas, a gente aqui não está dando conta de fazer o básico, recolher o lixo. A gente não está conseguindo recolher o seletivo, a gente não está conseguindo enterrar o seletivo, a gente não está conseguindo organizar... Agora me fugiu a palavra. Os containers de lixo, que eu concordo com o vereador Cláudio, que deu errado. Então, com tantas coisas assim, a gente não consegue sair do mais do mesmo. Porque são as mesmas pessoas esperando resultados diferentes. Sai um amigo do Adiló, entra outro amigo do Adiló. Sai um amigo do Adiló... Eu acho que a gente precisaria de pessoas técnicas lá. Minha opinião. Muito obrigado, vereador.
VEREADOR JOSÉ ABREU – JACK (PDT): Obrigado, vereador Hiago. Vereadora Rose, este ano é um ano para a gente ser cada vez mais patriota, como foi Brizola, né? O maior patriota deste país. Quero... (Manifestação sem o uso do microfone.) Com certeza. Muita gente adora ir lá pelos CIEPs[1] que ele construiu lá no Rio de Janeiro. Tá, vereador Capitão Ramon? Melhor que ficar na fila para comprar osso com o governo Bolsonaro. Muito obrigado. Quero falar aqui, neste momento, do que realmente importa, que é a vida dos trabalhadores. Amanhã é o dia do trabalhador, né? Então, quero falar aqui principalmente das mulheres trabalhadoras que acordam todos os dias antes de nascer o sol, voltam à noite e têm que cuidar dos seus filhos. Então, quero começar aqui parabenizando o pessoal da limpeza, na pessoa da Irone, que, ninguém sabe, é minha prima. Quero parabenizá-las pelo trabalho. Quero falar dos servidores desta Casa, da importância dos Servidores desta casa.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte.
VEREADOR JOSÉ ABREU – JACK (PDT): Quero agradecer aos servidores desta Casa porque, quando eu cheguei aqui, me receberam muito bem e me ajudam todos os dias. Vou passar o seu aparte de imediato, vereador Cláudio. Depois eu continuo.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado, querido. Nós vamos sempre ter que lembrar, vereador Jack, da invisibilidade no trabalho. Nós, 23 vereadores, todo mundo sabe quem somos. Aparecemos no jornal significativamente. Agora, para que esta Câmara exista, quantos servidores nós temos aqui? E muitas vezes a gente toca o interfone, sobe correndo a escada, e três, quatro trabalhadoras ali. E parece que, para a gente e para a sociedade, aquilo é invisível, vereadora Daiane. Essa invisibilidade do trabalhador precisa ser tratada, vereador Jack. Da sua prima, de todas as senhoras e senhores que trabalham na limpeza e organização desta Casa. Então, meu cumprimento a todas e todos os servidores. Parabéns pelo excelente trabalho a todos os trabalhadores que nos acompanham de casa. E que nós possamos, todos os dias, combater essa invisibilidade, vereador Cristiano Becker. As mulheres que trabalham na higienização, vereador Elizandro Fiuza. Porque, Jack, trabalhar e ser invisível é ter a sua dignidade suprimida. E nós precisamos combater essa invisibilidade.
VEREADOR JOSÉ ABREU – JACK (PDT): Estou aqui nesta Casa, vereador Cláudio, para combater a desigualdade e a invisibilidade. Por isso eu estou aqui parabenizando de coração. Não é falácia, não é discurso vazio; é de coração. Parabenizar mais uma vez o pessoal da limpeza desta Casa, os servidores desta Casa. Quero parabenizar o pessoal da construção civil, que muitas vezes passa batido. O pessoal da construção civil, o quanto são importantes. Os rodoviários desta cidade, deste país, que movimentam esta cidade. Os bancários, os vigilantes. O pessoal da saúde, haja vista o que aconteceu na pandemia. Os trabalhadores da saúde continuaram trabalhando, salvando vidas. Meus parabéns a todos os trabalhadores da saúde por tudo aquilo que fizeram para salvar vidas, e fazem todos os dias, mas principalmente durante a pandemia, gente, que era o pessoal da linha de frente que estava ali. Então parabéns a todos os trabalhadores da saúde. Mas eu quero parabenizar aqui os agricultores também, que trabalham diuturnamente, todos os dias, o pessoal da agricultura. Eu venho da agricultura. Muitos não sabem, mas eu sou um cara que... Sou considerado um agricultor, graças a Deus. Venho da agricultura. Então, parabéns a todos os agricultores da nossa cidade, do nosso estado, do nosso país. Parabéns a todos os agricultores. Mas, em especial, quero aqui parabenizar os metalúrgicos, os trabalhadores metalúrgicos, meus colegas metalúrgicos, pelo seu dia. Parabéns a todos os trabalhadores metalúrgicos desta cidade, meus colegas. Se Deus quiser, mais tarde vou estar abraçando alguns. Deixar meu abraço, meus parabéns a todos os trabalhadores desta cidade. E deixar aqui uma reflexão, vereador Cláudio Libardi, porque muitos não sabem por que tem o Dia do Trabalho, o dia dos trabalhadores. É com muita luta que esse dia acontece hoje. E dizer que nós trabalhadores não conseguimos nada de graça, só na luta, não é? Então é só na luta, mesmo, e vamos continuar lutando, estamos aqui para lutar junto com vocês, trabalhadores e dizer que nunca vamos desistir, haja visto que está acontecendo agora, aqui, com a questão da escala 6x1, redução da jornada de trabalho, que com certeza nós lutaremos juntos e seremos vencedores de mais essa batalha aí.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Me permite um aparte, vereador.
VEREADOR JOSÉ ABREU - JACK (PDT): Seu aparte, vereadora Estela.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Muito obrigado, vereador Jack. Eu gostaria de aproveitar, também, esse espaço para parabenizar todos os trabalhadores e trabalhadoras do nosso país que incansavelmente são as pessoas que, de fato, sustentam tudo aquilo que faz a vida funcionar. Se nós temos o nosso pão quentinho para comer de manhã é porque a gente teve pessoas que acordaram muito cedo para ir para a padaria. Se a gente chega aqui, a gente já tem os nossos tablets na mesa para poder participar das votações é porque teve toda uma equipe que organizou o nosso trabalho. Então de fato, a gente tem muitos trabalhos que ainda são invisíveis na nossa sociedade, mas que são fundamentais, que estruturam o funcionamento das coisas. É invisível, também, o trabalho materno, o trabalho do cuidado que muitas vezes fica para a mãe, para o segundo, para o terceiro turno. Então, é importante também parabenizá-las nesse momento. É o dia do trabalhador, é o dia da trabalhadora, mas é o dia, também, daquele trabalhador que ainda trabalha no mercado informal, que ainda trabalha na escala 6x1, e que ainda precisa tanto da gente para lutar por uma melhoria e por uma ampliação de direito para a classe trabalhadora. Muito obrigada.
VEREADOR JOSÉ ABREU - JACK (PDT): Obrigado, vereadora, pela sua contribuição. Quero dizer que continuamos aqui nesta Casa, nos bairros, nas fábricas, em todos os lugares lutando em defesa dos trabalhadores, em defesa de quem realmente move essa cidade. Então, mais uma vez, eu quero aqui desejar a todos os trabalhadores, trabalhadoras da nossa cidade um ótimo Dia do Trabalho e uma ótima luta e que a gente consiga, um dia, realmente ter aquela dignidade tão sonhada que é trabalhar para poder manter a nossa família, ter um futuro melhor, ter dignidade. É por isso que a gente está aqui, é por isso que a gente vai continuar lutando. Mais uma vez, aqui, quero reforçar parabéns em especial às mães trabalhadoras. Eu sei o quanto que é difícil chegar em casa, ter que fazer o trabalho de casa, e cuidar dos filhos ainda. Então, parabéns a todas as mães, e deixar aqui um convite a todos os trabalhadores e trabalhadoras dessa cidade que amanhã, nos pavilhões da Festa Uva, tem a Festa do Trabalhador que é organizado pelas centrais sindicais aqui desta cidade. Então, todos convidados a participarem. Vai ser maravilhoso, como foi todos os anos e parabenizar todos os sindicatos que estão organizando essa grande festa para os trabalhadores. Meu muito obrigado a todos, um grande abraço. Parabéns aos trabalhadores e trabalhadoras dessa cidade.
 

[1] Centros Integrados de Educação Pública
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VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Obrigado, senhor presidente, senhoras e senhores vereadores, aqueles que nos acompanham pelas nossas redes sociais, TV Câmara e aqueles que nos dão o privilégio de estarem aqui até a esta hora, neste momento, diante de todos os compromissos, que os senhores e senhoras, estão aqui presentes no plenário, mas acompanham as discussões importantes do nosso parlamento. Que pena que a vereadora Rose não pôde estar aqui, mas acho que ela está em um compromisso atendendo algum munícipe, mas logo daqui a pouco, ela vai estar aqui de volta. E dizer que nós precisamos compreender que a pior decisão de um gestor público, seja o chefe do Poder Executivo, seja um presidente de uma autarquia, seja ele um diretor de uma empresa de economia mista, como a Codeca, de ter que, diante de todos os desafios que enfrenta para poder entregar, vereadora Sandra, a nossa cidade aos nossos munícipes. Porque nós, pessoas públicas, independentemente de governo, independentemente de ideologia partidária, independentemente de qualquer coisa, temos que respeitar as pessoas. Foi através delas, que nos deram o seu voto de confiança, para que todos nós aqui, representantes do Poder Legislativo, pudéssemos estar aqui, para ser a sua voz e a sua vez no Parlamento para a cobrança de serviços. Senhores e senhoras vereadores, aqueles que nos acompanham pelas nossas redes sociais e TV Câmara, qual o gestor, em sã consciência, que vai pedir ao seu jurídico que redija um decreto de contenção de despesa de gasto público, sabendo que nós, com uma situação difícil que é a orçamentária, ter a consciência de entregar serviços à nossa população? É a pior decisão que uma pessoa que está à frente da gestão tenha que fazer. A responsabilização que eu fico pensando hoje, sem fazer menção ou defesa do prefeito Adiló, como esse senhor, de mais de 70 anos, com todo o respeito que tenho à sua pessoa, pode conseguir dormir, descansar à noite, preocupado em poder entregar aos munícipes da nossa cidade um atendimento de qualidade? Não é uma decisão que ele quis tomar ou que os seus conselheiros jurídicos e conselheiros de governo quiseram tomar. É uma questão da realidade hoje, do município de Caxias do Sul, com um orçamento quase chegando a R$ 4 bilhões.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Um aparte, vereador?
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): É duro para as pessoas que acompanham a gente e que precisam de uma consulta especializada, que precisam de um tratamento médico, que precisam fazer uma cirurgia, entender e compreender essa questão. A Codeca, vereadora Rose, eu não sei se foi em 90 ou qual foi o ano, mas recebeu um prêmio e até mesmo, se eu não me engano, saiu em rede nacional, como uma cidade acima de 300 mil habitantes, a referência da coleta mecanizada e também da limpeza urbana da nossa cidade. Mas nós estamos falando, vereadora Daiane, de uma época em que nós éramos apenas 300 mil habitantes, 350 mil habitantes, com, naquele momento, um orçamento nada parecido com o orçamento que temos hoje. Tínhamos dinheiro em caixa. E grandes investimentos foram feitos nessa época, a ponto de que tanto, na época o prefeito Pepe, o prefeito Sartori teve o privilégio de fazer várias elevadas na nossa cidade de Caxias do Sul, obras estruturantes para a cidade de Caxias do Sul, as quais hoje, infelizmente, nós não conseguimos vislumbrar, obras, ainda neste momento, por conta da questão orçamentária. Aí a gente vai a Brasília, porque, se temos projeto em mãos, temos condições de conseguir recursos do Poder Executivo Federal para que a gente possa implementar grandes obras, como eu acabei de dar aqui exemplo. Mas chega lá, nos dias de hoje, como a gente chegava até os ministros e ali se entregava o projeto e buscava esse recurso. Hoje, os recursos não estão mais nos Ministérios. A grande parte, hoje, dos nossos recursos, para que a gente possa implementar projetos, está na Câmara Federal e no Senado Federal, através de emendas parlamentares. Então, a gente está em uma situação, hoje, bem complexa para que a gente possa deliberar, às vezes, algumas expressões de que isso não funciona ou deixa de funcionar. Nós sabemos que Caxias do Sul precisa melhorar em muitas coisas, mas dizer que Caxias do Sul não tem feito grandes obras, que tem buscado atender várias demandas, também não é verdade. Por isso que eu sempre digo que todos os vereadores e vereadoras que aqui estão presentes, com respeito que eu tenho a todos os colegas, devem de ter uma oportunidade, se assim vocês tiverem a chance, de ser secretário de uma pasta do seu município. Para vocês compreenderem a complexidade que é sentar naquela cadeira, atender os seus munícipes, atender os seus eleitores, atender quem quer que seja, independente de ideologia, raça, cor, credo, entender na pele o choro daquela mãe quando ela diz que precisa de um leito. E você, como uma pessoa do bem, gestor, querendo ajudar, auxiliar, e você não tem a capacidade econômica de poder fazer com que aquele atendimento seja o mais breve possível. É difícil dizer o não. É difícil dizer não, mas com uma categoria jurídica, amparado juridicamente, às vezes, por um pedido que, às vezes, aquele munícipe faz sem ter o conhecimento jurídico. Quero dizer que nós precisamos e vamos avançar, independente de quem estiver no paço municipal. Nós, da Câmara de Vereadores e Vereadoras, que aqui estivemos atuando nesta legislatura, ou na próxima, se Deus nos permitir, temos que ter a responsabilidade de fazer com que o chefe do Poder Executivo possa fazer a entrega que precisa à sociedade. Vereadora Daiane, seu aparte, por gentileza.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Obrigada, vereador Fiuza. Eu falei, ontem, da questão do decreto e serviços que nos preocupam. Por exemplo, hoje eu recebi a mensagem, aqui, que o secretário Weber conseguiu atender uma demanda ali na frente do Maguari, próximo ao INSS, onde ele fez a roçada daquela área com a sua equipe. E é isso que nos preocupa. Ficou bem bonito ali, eles fizeram as podas necessárias e deixaram tudo organizado. Então a Secretaria de Gestão Urbana consegue nos atender ainda em muitas demandas, assim como eu falei ontem da Secretaria de Obras, mas o que nos preocupa é essa redução, através do decreto desses serviços tão essenciais à população, que não é só um corte de custo, é um corte de serviços para a população. É isso que a gente entende. E a Codeca também, porque se estamos falando da Codeca ser competitiva e estar atuando no nosso município ao reduzir esses contratos, também traz uma situação de inviabilidade logo mais à frente. Então, essas questões nos preocupam. Muito obrigada pelo aparte. E um agradecimento especial ao secretário Weber e a toda a equipe da Secretaria de Gestão Urbana, que atenderam mais uma demanda do nosso gabinete. E digo, não é nossa da Daiane, é das pessoas que nos solicitam a todo momento, e a gente faz através da indicação. E é isso a prestação de serviços do município. Obrigada, vereador Fiuza.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Muito obrigado pela colaboração, vereadora Daiane. Peço desculpas àqueles que me pediram aparte, por conta do tempo. E dizer que a proposta dessa redução não é porque nós queremos neste momento, é para a gente poder viabilizar e consertar a questão orçamentária. Eu penso que tenha que ser antes que venha findar este ano, que a gente possa ter o conserto disso e ter mais orçamento para investir para a nossa população. Muito obrigado, senhor presidente.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Um aparte, vereador.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): De imediato, vereadora Roselaine Frigeri.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Não, apenas para dizer que eu tenho algumas décadas de vida e de política, mas eu continuo esperançando ou talvez sendo ingênua. Porque eu acredito que as demandas, acreditaria que as demandas fossem atendidas conforme a necessidade, a condição e a capacidade do município. Mas, vereadora Daiane, eu sou talvez, eu não faço ideia, porque eu não vou atrás dos outros mandatos, dos outros vereadores, vereadoras, mas talvez a que menos faça indicação, porque eu só faço indicação daquilo que eu sou demandada e não sou tanto. E eu vou especificamente.. Se eu tenho duas, três em cada, eu vou, levo, cobro, pergunto, volto, faço todo esse caminho. Mas eu pedi uma demanda para a secretaria do Weber e não só não fui atendida, como ainda fui exposta, ontem, na reunião, na assembleia pública, por causa de uma demanda. Então, eu gostaria que as demandas, os atendimentos, não fossem seletivos, mas, sim, de acordo com as necessidades da comunidade, porque, ao fim e ao cabo, o que a gente está discutindo aqui é a comunidade, não é a gente. Obrigada, vereador.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Um aparte, vereador?
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado, vereadora Rose. Vereadora Daiane.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Trinta segundos, só para eu falar que, na questão da Secretaria de Gestão Urbana, eu estou falando de uma área pública na frente da Escola Maguary, onde as crianças transitam ali para ir para a parada do ônibus. É uma demanda superimportante, não é de agora, eu tenho muitas indicações em todas as secretarias, acho que a de trânsito é uma das que eu menos tenho. Tenho 110, desde o ano passado. Então, só para dizer, eu sou muito demandada, faço muitas indicações, faço todos os caminhos e cobro, principalmente, nesses ambientes onde tem muita circulação de pessoas e que precisam desse atendimento, tanto a remoção daquele banco que ficou por muito tempo lá quebrado, que a gente pediu a retirada, foi retirado, e agora foi limpada a área. Então, é uma demanda que não é de uma pessoa em específico, mas de muitas pessoas que transitam naquele ambiente. Mais uma vez, obrigado à Secretaria de Gestão Urbana. Continue nos atendendo. Obrigada, vereador Libardi.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado a ambas. Eu fico feliz de vir a esta tribuna para falar sobre a audiência pública da Comissão do Meio Ambiente de ontem à noite. Quem esteve presente, foi impressionante, estava lotado, né, Cristiano? Não tinha nem mais banco para sentar, de tanta gente que veio para debater a arborização urbana. Então eu queria fazer um agradecimento público à doutora Janaína De Carli, promotora de justiça do Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul. Queria fazer um agradecimento público ao Conselho das Árvores, à Apsiconor[1], a todas as entidades e associações que participaram da audiência pública, com uma voz uníssona, né, vereadora Rose Frigeri? Em defesa de uma arborização urbana que constitua um ambiente agradável de se viver. Da necessidade da ampliação das podas, vereador Cristiano, para manutenção das árvores de forma saudável. E aqui não tem uma divergência entre a fala da senhora e a fala da vereadora Daiane. Nós precisamos ter podas. O que nós precisamos é ter podas que deixem as árvores vivas porque hoje a poda mata a árvore e tenho certeza de que não é a pretensão da senhora e essa é a defesa que eu e a vereadora Rose e eu fazemos. E esse estado se fez a pata de touro e água de carquejinha, diria o imortal gaúcho, Pedro Ortaça. E eu sou muito orgulhoso de viver tão próximo ao Pampa, embora aqui tenhamos outro bioma, porque o Pampa é algo único. Se não fosse a carqueja o Pampa não tinha sido fixado, e nós podemos viajar o planeta todo que nós não encontraremos um bioma com as características do Pampa. E todo mundo sabe quanto é bonito ver o Rio Grande do Sul, aquela paisagem que tem a grama, a carqueja, a araucária e o céu azul no fundo. E é muito característico neste estado. E eu queria cumprimentar a Tatiele e a Alessandra, que me trouxeram este livro que fala sobre a resistência das araucárias no Rio Grande do Sul. Tem poucas coisas que marcam mais a nossa região do que essa árvore, que já é devidamente protegida, mas que, infelizmente, tem sido derrubada através do licenciamento pré-estabelecido pelo decreto do nosso município. Nós precisamos proteger, mais do que a questão ambiental e a previsão dos postos do artigo 225 da Constituição Federal, o Rio Grande do Sul e a cidade histórica como nós vemos, porque não há nenhuma confusão em sermos uma cidade histórica e sermos uma cidade moderna. A gente pode ser moderna em diversas áreas. Agora, algumas questões históricas precisam ser estabelecidas. E a história da nossa cidade foi escrita, explorada e apresentada. E o que mais me deixou feliz, Felipe, quando eu abri esse livro, é que fala que nós precisamos olhar Caxias do Sul com o olhar da historiadora Loraine Slomp Giron, como um território resguardado de mitos e em torno da imigração italiana. Porque assim que nos fizemos, vereadora Rose. Nós estamos acabando com o jeito que nós olhamos a cidade e nós precisamos estar juntos para manter essa cidade. Por isso eu destaco que não é uma preocupação minha, é uma preocupação minha, do Vivacidade, da Psiconora, do Instituto Orbis, de tanta gente. E um diagnóstico comum nosso, do Ministério Público, e de todos que estiveram na audiência pública, inclusive do prefeito Adiló, é que a lei atual não serve. Porque outorgar a integralidade da responsabilidade à pessoa, vereadora Daiane, primeiro que quem é munícipe não tem condição de cortar uma árvore de 15 m na frente da sua casa. E é isso que diz o decreto hoje. E mais do que isso, nós precisamos separar o que é competência da RGE para riscos energéticos e o que é mera expectativa de direito. Ontem, nós ouvimos uma das participantes da... Vera, falar que a RGE, em vez de fazer a poda para manter a árvore, aparecia na casa dela, vereador Cristiano, a cada 12 anos. Doze anos. É óbvio que se a poda é promovida a cada 12 anos, nós não temos condições. Mas eu queria fazer um chamamento à comunidade que nos acompanha, e também que nos acompanha futuramente por redes sociais, para falar que nós estamos por uma solicitação do secretário do Meio Ambiente no próximo período, através da Comissão do Meio Ambiente do Ministério Público, com um grupo de trabalho para determinar qual será o novo regramento de podas, com apresentação de sugestão de um novo decreto de 60 dias. Eu escrevi duas coisas, como havia falado anteriormente no meu panfleto quando fui entregar, um tratava do regramento de podas, outro da Codeca pública, e eu queria convidar os demais vereadores, aqueles que participam e aqueles que não participam. Porque eu sei que é uma demanda intermitente no gabinete das pessoas a supressão e poda. Então, nós precisamos construir um arcabouço legal que garanta a manutenção da vida arbórea da nossa cidade, a manutenção da arborização urbana e que haja possibilidade de execução. Porque não adianta a gente fazer como fez um Plano Diretor de arborização urbana que não consegue ser cumprido. Eu quero fazer uma lei, vereadora Daiane, que todos nós possamos cumprir. Então, eu queria convidar todos e todas para participar, para verificar qual é o limite do cidadão na poda, e qual é o dever do Estado que pode ser efetivamente realizado. Por fim, queria fazer um agradecimento público ao prefeito Adiló por ter participado da audiência pública, queria fazer um agradecimento público ao secretário Ramon Sirtoli, queria fazer um agradecimento público ao secretário Rodrigo Weber, queria fazer um agradecimento público a todos os gabinetes dos vereadores que mandaram representação. Ontem, Foi um negócio que, eu vou te falar, fiquei apavorado. E quando eu cheguei na audiência pública, tinha sete vereadores. E tinha pelo menos 10, 12 gabinetes representados. Então, queria agradecer publicamente a todos e todas que estiveram na representação. Mas queria reiterar que nós trabalhamos ontem até 10 horas da noite. Mas queria fazer um agradecimento, novamente, aos vereadores que estiveram presentes, porque nós temos por previsão regimental o mínimo de três vereadores para abrir audiências públicas. E nós, infelizmente, temos descumprido o Regimento abrindo audiências públicas de sessão solene sem três vereadores. Então, nós precisamos alterar o Regimento Interno para garantir a abertura dessas, mas agradecer os que estiveram presentes para que nós pudéssemos isso. E mais do que isso, eu me sinto com dever cumprido porque se teve um ponto que eu reclamei do prefeito Adiló, foi a poda de árvore. Devo ter feito mais de 30 discursos sobre poda de árvore. E ontem, ele chegou na audiência pública, cumprimentou todos e a primeira coisa que ele falou é: "Eu vou rever o decreto da poda de árvore. Vamos construir juntos um novo decreto da poda de árvore". Então, tem dias que são de derrotas, tem dias que são de vitórias e ontem, para mim, foi um dia de uma grande vitória, porque uma parcela de até 50% do que eu vim fazer aqui, e sou meio sistêmico, eu consegui resolver ontem. Não sozinho, obviamente, por muita mobilização, mas queria agradecer aos nobres pares que me aguentaram muitas vezes falando sobre esse tema no final da sessão. Muito obrigado.
 

[1] Associação dos Psicólogos do Nordeste do RS
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VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Não, hoje está liberada, Rose. Não vou falar do presidente Lula. Está tranquilo, está tranquilo. Bom, vereadora Sandra, obrigado por ceder o espaço, a gente está aqui, sempre tentando cobrar o que tem que ser cobrado. Então é importante a gente estar ficando aqui nas sessões para estar tentando buscar soluções. Às vezes a gente não consegue trazer efetivamente... A gente não é do Executivo, então a gente não executa tão rápido assim, as pessoas nos cobram, porque muita gente lá fora acha que a gente fica em uma sala, ali, com o prefeito, com o pessoal tudo junto e trabalha todo mundo junto e eles falam que a gente trabalha na prefeitura. Então, às vezes a gente tem que mostrar que a gente cobre uma parte de criar projetos de leis, fiscalizar, isso aí é o que um vereador faz, não é? Aqui eu venho...
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Um aparte, vereador.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): De imediato, vereadora, pode falar.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Vereador Hiago, eu só queria fazer uma... Mostrar uma situação que aconteceu comigo. Ontem, aqui na câmara, eu falei sobre as questões do decreto, sobre a Codeca e sobre a habitação, que tinha uma reportagem na RBS. E o secretário Silvio se deu ao direito de ir a uma postagem minha, que eu vou deixar lá, porque eu não vou excluir, fazer um comentário muito grande sobre a questão de eu ser cristã e tudo mais, indicando versículos da Bíblia para ser lido, totalmente desconexo com a realidade do que foi dito. Ele disse que eu credito a ele o trabalho de seis meses de governo. Ele só está há seis meses no governo. Não, eu falei ao prefeito Adiló, que está no segundo ano do segundo mandato, e sobre uma legislação aprovada nesta casa e não cumprida, na qual eu fiz denúncia no Ministério Público de Contas e no TCE. Uma lei desta Casa não foi cumprida ao comprar terrenos e não edificar as casas da Vila Sapo. Então, secretário Silvio, em nenhum momento eu usei o seu nome na tribuna. Falei que o secretário havia falado para a RBS sobre uma licitação. Mas o mais importante o senhor não respondeu. Vai ter licitação do pessoal da Vila Sapo ou não vai ter? Vai ter licitação das casas ou não? Vocês vão cumprir a legislação ou não? Com todo o respeito que eu tenho pela sua pessoa, eu, ao invés de ficar comentando no Instagram, gostaria que o senhor viesse aqui na câmara, ao invés de vir falar sobre o San Gennaro, que é uma listagem que o senhor está creditando a sua pessoa e já estava lá, viesse responder, falar do Refis aqui do Funcap? Não, eu gostaria que o senhor viesse aqui, e falasse sobre as casas da Vila Sapo, sobre a licitação do Campos da Serra e tantas outras, ao invés de ficar destilando as suas respostas na internet. Eu gostaria que o senhor viesse a público nos responder sobre essas licitações. E sobre a Bíblia, eu conheço muito bem e agradeço a sua indicação de leitura e aula, sobre a questão da Bíblia, e ser cristã. Muito obrigada.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Obrigado, vereadora Dai. Aqui parabenizar o, na época então, secretário Jack, que ajudou no Refis, lá, não é? E eu já elogiei aqui, também, a postura do Jack, que me ajudou lá quando eu precisei na Habitação. Bom, aqui eu venho cobrar o que está me deixando de saco cheio e estou já sem paciência é a questão da saúde, todo mundo sabe. Porque é o que a gente mais é cobrado. Então, está bem complicado a questão do raio-x que acabou estragando, o pessoal não repõe, a prefeitura joga para terceirizada, a terceirizada joga para a prefeitura, mas no meio disso está a população, infelizmente. E a gente sempre vem aqui, tentar ser justo e cobrar quem tem que cobrar. Então agora eu fiz uma indicação, um pedido de informações, a gente anexou junto com a Comissão de Saúde e eu vou esperar que o quanto antes se resolva isso. A gente não sabe mais o que fazer, porque acaba inviabilizando as pessoas lá da Zona Norte são levadas para a UPA Central, fica aquela bagunça inteira e ninguém resolve nada. A gente vai olhar as redes sociais, parece que está tudo uma maravilha. Não está. Eu já falei, as soluções é o prefeito se impor, dar uma coletiva, dizer que não conseguimos atender todos os municípios que a gente atende, vereadora Sandra, e se impor com o governo estadual, pedir ajuda como o Melo fez e alguns outros prefeitos fizeram. Essa é uma solução. A outra solução é tentar viabilizar a questão do Hospital de Saúde. Então assim, tem várias soluções. É só sentar ali e tentar articular, chamar os vereadores, tentar pensar todo mundo junto. Eu acho que não é feio recuar ou ouvir os vereadores, eu acho que isso faz parte da democracia, não é? Aqui também, a questão ali que a vereadora Rose falou, do Weber não atender ela. Para mim é o contrário, o Weber vem me atendendo muito bem. Mas eu tenho certeza que não é questão de ideologia ou pessoal com cada um. Pelo que eu vi, pelo que eu conheço lá da Secretaria de Gestão de Obras, eles vão seguindo um cronograma e ninguém pode ser passado na frente. No caso, a vereadora Rose eu acho acabou pedindo agilidade para ele, que era uma demanda dela. Bom, agilidade todo mundo vai ter nas suas demandas. Eu acho que o Weber ali é bem democrático na questão de ir seguindo uma fila ali na secretaria. Para mim, sempre fui atendido. Algumas coisas ele consegue, outras não. Não vou dizer que é o Weber, mas tem outros secretários, vereadora Sandra, que o pessoal já me falou, mas eu não eu não elogio aqui para, às vezes, não ser perseguido, porque vão dizer: "Bah, mas tu é amigo do Hiago e tal." Mas de outras secretarias que eu soube que até colocam dinheiro, recurso do próprio bolso em algumas coisas na secretaria, para andar e cumprirem algumas missões. Ou seja, tem secretários bons, sim. Isso eu reconheço. Por isso que a gente, volta e meia, vem aqui e elogia um secretário em uma ação ou outra. Neste último tempinho, eu queria falar que o vereador Fiuza veio aqui, faz uma defesa boa do prefeito, assim como o Dambrós também faz. Mas quando a gente ouve vocês, aqui, dá quase vontade de chorar. Eu tenho vontade de emprestar dinheiro para o Adiló, eu tenho vontade de ir lá cozinhar para ele, eu tenho vontade de dar um abraço nele, porque vocês descrevem muito bem como, sei lá, ele fosse um coitadinho por não dormir de noite. Mas nós também não dormimos. São muitas demandas. A cidade é grande. Mas eu acho que ele poderia dormir muito bem se ele botasse pessoas mais qualificadas em algumas Secretarias, tá? E aqui eu venho falar de uma secretaria que está, ultimamente, também me ajudando bastante, que é a Secretaria de Segurança. O pessoal está indo bem, melhorou bastante. O secretário Paulo tem nos ouvido em algumas questões. Eu queria agradecer que ele se fez presente, ele; o César, da Guarda Municipal. A gente acabou chegando a umas conclusões ali na audiência pública sobre a questão de as barbearias estarem sendo arrombadas e furtadas. Agradecer aos vereadores que mandaram representantes e também ao vereador Capitão Ramon, que participou e ajudou bastante. Então, ali a questão que a gente vai fazer um levantamento dos CNPJs com a Prefeitura. O comandante Fernandes foi muito bem, veio à reunião pública e pediu um estudo mostrando onde estão os CNPJs, onde estão as barbearias, para a gente estar tentando atender melhor e resolver. Ver se é alguém especialista em furtar, em arrombar as barbearias ou, talvez, coincidência. Também a gente vai falar com a Gestão Urbana para melhorar a questão da iluminação em alguns pontos onde tem barbearias. O pessoal nos cobrou a questão da iluminação, a gente ficou de ver com aquela secretaria responsável e com a empresa também.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Um aparte.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): De imediato.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Eu tenho uma preocupação significativa com um... Eu vi um vídeo do Capitão Ramon na Júlio de Castilhos, me mandaram. Eu acho que nós temos que ter uma preocupação sobre a Avenida Júlio de Castilhos à noite. Posteriormente, eu fui lá dar uma olhada.Eu acredito que... (Manifestação sem o uso do microfone.) Perfeito, nós precisamos das luzes, fica bonito, mas nós temos que ligar as lâmpadas à noite.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): É isso aí.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): É inaceitável. Porque a grande questão é que aquilo ali é um convite ao furto.
VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Me permite um aparte, vereador Hiago, por gentileza.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): De imediato, 30 segundinhos.
VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Eu ratifico aquele vídeo que eu fiz. Eu comparei, em um domingo à noite, que tem um grande fluxo da população, que por vezes as luzes elas se alternam entre cores e, nas cores vermelha ou mais escuras, fica totalmente escura a Júlio de Castilhos. Eu prontamente pedi ao secretário Weber que ligasse novamente as luzes dos postes, para que voltasse a iluminação, porque não pode a maior rua de Caxias do Sul estar totalmente às escuras. Muito obrigado.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Muito obrigado, vereador Capitão. Isso a gente tem cobrado até para a identificação de quem está furtando ali, porque às vezes o pessoal fica perambulando. Se estiver escuro, não vai conseguir estar flagrando quem está ali. Às vezes o cara está com um boné, com um capuz, fica difícil a identificação mesmo com iluminação. Imagina se não tiver iluminação. E aqui também a gente pode seguir a teoria das janelas quebradas, né, vereador Capitão? Ou seja, é uma questão de menos iluminação, mais incidência de crimes. Isso aí já ficou comprovado. Então é bom ali, o quanto antes. E a sensação de segurança também. As pessoas se sentem ruins ali no escuro, sem uma visão de quem está ali ou do que a pessoa está fazendo às vezes. Ela está escorada em uma porta, às vezes, tu vai achar que o cara está mal-intencionado. E talvez está esperando um Uber, é alguém que trabalha em uma loja. Então, para identificação melhor, precisa estar bem iluminado. Mas aqui eu venho elogiar o Delegado Cavalheiro, venho elogiar aqui o comandante Fernandes, que fazem um excelente trabalho. O secretário Paulo, que veio à nossa reunião; o César, da Guarda Municipal. Infelizmente... Eu acredito que os 70 guardas seria muito bom para melhorar alguns números de Caxias, que fossem chamados, mas eu acho que algumas outras coisas eles vêm atendendo bem, então aqui vai o meu agradecimento. Andaram modificando algumas coisas que eu requisitei, que eu pedi. A gente vê que o pessoal atende e tenta estar sempre melhorando. Trouxeram alguns números que eu não sabia, então a gente começou a mostrar que tem como dar certo. Lembrando, o Paradão do Ópera não viralizou mais vídeo de gente se dando garrafada, Cristiano Becker, vereador; não viralizou gente usando craque lá, por conta da incidência dos nossos vídeos. Teve um custo para mim, fui ameaçado de morte. A investigação está lá na 3ª Denise Pessôa. O pessoal me ameaçou, mas pelo menos deixou de traficar lá no Paradão do Ópera. Com isso eu fico feliz com os nossos... Às vezes, muitas vezes o pessoal fala “videozinhos”. Né, vereadora Sandra? Mas o vídeo que eu fiz lá, do tráfico, bateu 680 mil visualizações. O secretário colocou uma torre de segurança lá, e a gente teve já, esse ano, o ano que passou, 100 foragidos, acho, presos pela Guarda Municipal. Mais de 100. E agora, também, já estamos batendo o recorde. Seria isso, presidente. Muito obrigado.
Parla Vox Taquigrafia

Não houve manifestação

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