VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Senhora presidente, eu faço um voto de congratulações, eu que parabenizo o caxiense Germano Rigotto pelo seu trabalho na reforma tributária. Ele esteve aqui o ano passado a convite do MDB e também desta Casa e falou por uma hora e meia, que o Brasil não é do Lula; o Brasil é de todos. Então teve muitos avanços. Escutei ele hoje emocionado falando na rádio, por toda sua contribuição quando esteve desenvolvendo então esse projeto que logo, logo vai beneficiar, inclusive, alíquota zero, a cesta básica e tantos outros benefícios aos que mais precisam. Então é caxiense, passou por esta Casa, contribuiu para o Brasil, merece nosso reconhecimento, Germano Rigotto. Um amigo e foi meu professor no Cursão e eu muito me orgulho de ser amigo desse cidadão que contribuiu para a reforma tributária e que, com certeza, vai melhorar o nosso país. Obrigado.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Eu tenho meu Grande Expediente na semana que vem, aí o seu Camillis me solicitou uma troca, e eu busquei alguns assuntos da comunidade que acho importantes. Estamos no último ano desta legislatura, está a sociedade cobrando muito dos vereadores. Eu percebi e percebo que nós precisamos melhorar a harmonia entre os poderes. Fazendo uma avaliação das minhas caminhadas: “Dambrós, não calçou nenhuma rua no Altos da Maestra? Dambrós, e a Rua das Andorinhas? Dambrós, e a UBS do Belo chovendo dentro?” Bom, a comunidade precisa compreender a diferença de legislar e o Executivo. Então, por isso que eu acho importante este momento, para que a gente melhore no futuro. Agora também, no momento em que as redes sociais aceitam tudo, a gente percebe um monte de ofensas. “Ah, chegou o último ano, saiu a academia. Ah, chegou o último ano, resolveram iniciar a construção na capela mortuária.” As pessoas não têm a compreensão da dificuldade dos recursos, as pessoas não têm a compreensão da busca por projetos, de recursos. Agora, nós precisamos melhorar. Eu vou lembrar aos senhores que, quando fui presidente desta Casa, conversei com vários secretários, e a gente fez uma devolução sugerindo alguns investimentos. O município tem suas prioridades; mas, por exemplo, hoje, quando eu passo atrás do Tancredo Neves, eu vejo o passeio que não foi construído. E a gente levou lá secretários, nós levamos lá o prefeito e destinamos recurso para esse passeio. Mas o passeio não aconteceu. Aí nós percebemos que compra de pedras, que a gente destinou também, não foram compradas. Aí nós percebemos que ao Urbanismo nós destinamos R$ 500 mil, porque, vejam, o município não tem estrutura suficiente. Aí essas 31 áreas públicas que estão sendo regularizadas, já foram entregues muitas, Conquista, Vitória, muitos condomínios, nós destinamos R$ 500 mil para que esse fundo ajudasse na regularização. E vejam, nós temos ainda, só em áreas públicas, mais 100 áreas. Se das 31 nós conseguimos entregar a metade, ainda nós temos mais 100 áreas. Quantas ruas nós temos que, de um lado, o cidadão paga IPTU e, do outro lado, era área verde e hoje é ocupação? Então o município precisa avançar nessas questões. Eu gostaria de solicitar à líder do governo, Tati também, uma outra questão, Tati, de que as a nossas indicações tenham um pouco mais de atenção. Por exemplo, a questão da Mário Lópes, eu gostaria que o governo, não sei se o Fiuza pode nos orientar, ou a Tati, Xuxa. A Mário Lópes, por exemplo, a Mário Lópes, na conversa que eu tive com o Afonso, nós precisamos que a Mário Lopes, o Via Atacadista, dê uma contrapartida. Então eu gostaria de saber qual a contrapartida do Via Atacadista para o município, até porque a Mário Lopes está incluída nas 66 ruas. Então nós não vamos fazer alargamento, pavimentação e o mercado nada de contrapartida. Então nós precisamos saber qual a contrapartida do Via Atacadista. É bem importante.
VEREADOR WAGNER PETRINI (PSB): Um aparte, vereador.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Então, nessa destinação dos recursos, nesse estreitamento, eu na minha fala, na entrega como presidente da Câmara aqui, o repórter pediu, o repórter do Pioneiro solicitou: “Qual teu legado?” Bom, eu tenho uma bandeira no social, O meu legado, nessa passagem como presidente da Casa, talvez foi a briga pelo cuidado subsidiado. Participei de muitas reuniões. Veio do Executivo? Sim, veio do Executivo, mas nós, com toda a parte da comunicação, trabalhamos muito para não perder recursos da destinação do imposto de renda, porque sem dinheiro, meu parente Uez, senza soldi não se faz nada. Então como nós vamos ampliar a nossa arrecadação? Como nós vamos ter investimentos para as melhorias? Então eu falei no encerramento, eu falei que o legado, talvez, foi ter vindo, no final do ano, o projeto Cuidado Subsidiado, porque com o Cuidado Subsidiado, que a presidente Marisol há muitos anos vem lutando para que a gente perca menos e as pessoas tomem consciência em destinar os 6%. Eu, esses dias fiz a declaração e paguei lá meus R$ 350,00. O que eu quero dizer com isso? De que o Cuidado Subsidiado, que tem um fundo no idoso de 6 milhões, o conselho já destinou 2 milhões. Tá, mas por que não começa o Cuidado Subsidiado? Falando com o Tacca ontem, o Tacca me orientou que estão averiguando. Eu começo a me preocupar mais um pouco com a Procuradoria do município, começo me a preocupar. A legislação eleitoral, em tese, veda de 01/01 a 31/12, ano da eleição, a criação de novos programas, mas nós votamos o ano passado o cuidado subsidiado, nós votamos o ano passado. Então, o inverno está aí, nós não temos vaga para idosos, nós não temos vagas para idosos. E aí, tem 2 milhões destinados, que o conselho destinou 2 milhões para o cuidado subsidiado e nós não conseguimos colocar em prática. Tá, mas então eu começo a me preocupar com a Procuradoria do município. Por quê? Porque a cartilha, por exemplo, de obras, daquilo que pode e que não pode, também foi uma lentidão. Então, nobres colegas, eu uso esse espaço para falar de harmonia, mais harmonia nos próximos governos entre os poderes, nós precisamos ter para que a gente pense juntos, independente partido, independente de quem esteja na presidência da Casa, isso é de extrema importância. Seu aparte, nobre colega Wagner Petrini.
VEREADOR WAGNER PETRINI (PSB): Obrigado, vereador, meu colega de partido, líder da bancada do PSB. Primeiro te parabenizar pelo trabalho que V. Exa. faz. O legado eu acho que ele é muito extenso então, ajudar aqui nossa imprensa, o pessoal que nos assiste de Casa, porque desde que eu acompanho o seu trabalho, principalmente na Zona Norte, tem muito trabalho social. Essa capela mortuária eu sou prova de quanto o senhor correu, junto ao Executivo, para que ela saísse do papel. O trabalho que o senhor deixou aqui quanto presidente e aquele trabalho na ponta do bairro, que conhece o nome de rua mais que qualquer outra pessoa que eu conheço dentro do serviço público, então, te parabenizar por isso. Quanto às ruas, colega vereador, eu estive, no momento que eu estava no Executivo, ajudei o prefeito a selecionar algumas ruas que necessitavam uma intervenção e a questão da Mário Lópes, o prefeito está aguardando, ela sim, está na lista para nós selecionamento reformular ela, fazer essa rua, a Mário Lópes, estão esperando o estudo do impacto de trânsito, que se o líder atacadista ficar na responsabilidade de fazer toda aquela via, outra via será inclusa nesse plano de reconstrução das vias. Obrigado, vereador.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Obrigado. Uma Declaração do Líder, só para eu finalizar o raciocínio, nobre presidente.
PRESIDENTE MARISOL SANTOS (PSDB): Segue em Declaração de Líder à bancada do PSB, vereador Zé Dambrós, da tribuna.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Também, quero falar das emendas parlamentares dos deputados, que muitos vereadores foram contemplados e também não tenho problema nenhum de falar para o Marcon, da emenda do Marcon que o Scalco me cobrou nos corredores “ah, ninguém fala, mas o Virvi está funcionando materno, graças ao Marcon.” Não tem problema nenhum! Sendo dinheiro para a cidade pode vir até de Cajuru não tem problema nenhum. Então, eu quero dizer o seguinte, nós precisamos ter muito mais, também, muito mais, diálogo com as emendas para que elas sejam de fato destinadas, porque vejam: nós temos mais de dois milhões, por exemplo, de emendas da deputada Denise Pessôa para o social, Aapecan, Lar da Velhice, Portal da Luz, Fundo da Criança, APADEV, mas precisa o projeto andar junto com a emenda, Fantinel, nobre colega, a emenda junto com o projeto porque senão causa uma frustração! E eu quero falar do projeto do Centro de Formação Jovem do Vila Ipê, é antigo o Flor de Ipê, que nós com a delegada Sueli, que foi diretora da Secretaria de Segurança, nós trabalhamos muito para que acontecesse e temos, aqui na plateia, o Darci Jesus, que sabe quanto o Flor de Ipê colocou jovens no caminho certo, quanto o Flor de Ipê colocou jovens no mundo real, no mundo do trabalho, oportunizando. E hoje nós temos recurso, 300 mil da deputada Denise. O projeto pronto, que nós lutamos muito para que fosse feito o projeto de reformas. Trezentos mil não são suficientes, precisa o município colocar a contrapartida. Quando que o município vai colocar contrapartida? Este ano já não coloca mais o dinheiro está na conta! Então, ano que vem tem que buscar mais recursos no Governo Federal ou o município colocar contrapartida.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Peço um aparte, vereador.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Porque a nossa lei municipal não permite recurso de contrapartidas para reformas!
VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Permite um aparte, vereador?
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Só para obras novas! Isto é errado! Aí tem que buscar uma emenda parlamentar para conseguir fazer uma reforma de um prédio, por quê? Porque nossa lei não permite contrapartida do empreiteiro, de um loteador para fazer uma reforma, tem que ser só obras novas! Conversei muito com a Margarete, mas isso está errado, Margarete, secretária! Quantas UBSs, quantas escolas poderíamos reformar com contrapartida? Com dinheiro de empreendedores? Olha, eu sei de empreendedores que devem milhões para o município, mas só podem dar em obras novas, não pode ser em reforma. Então, o Centro de Formação Jovem do Vila Ipê, que tem uma emenda de trezentos mil reais, nós precisamos que o município coloque a diferença e que encaminhe para a licitação! Jovem aprendiz, cursos, é no meio de duas escolas, uma estadual e uma municipal, aquela comunidade precisa. O projeto está pronto há tempo. Seu aparte, vereador Fantinel.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Vereador Dambrós, obrigado pela parte e parabéns pela sua fala. Eu vou dizer assim, aqui não é querer desmerecer, atacar esse, aquele ou aquele outro, mas é para fazer parte da discussão que o senhor está trazendo aqui que é muito importante. E eu vou dizer para o senhor que muitas vezes nem a emenda resolve, porque eu trouxe uma emenda de R$ 400 mil, há um ano e meio exatos, um ano e meio exatos, para ser distribuída entre as UBSs do interior, onde o pedido principal era a colocação de um toldo na frente das UBSs, um todo, e o que me passaram foi que fizeram licitação e deu deserta. Mas um todo custa quanto? Quatrocentos mil. Um tolo custa quanto? Eu, que me resulto, deve custar, exagerando bastante, R$ 20 mil, mas vamos exagerar bastante. Então parece que as coisas são travadas, não se sabe por que, por qual motivo. A gente já falou aqui, já discutiu muitas vezes que o problema é, e aqui não é ninguém criticando o Adiló, mas o problema são os projetos que demoram muito tempo para sair do papel. Não adianta a gente ir a Brasília buscar dinheiro se não tem o projeto. Então tem que encontrar uma solução. Seja este prefeito ou aquele que vier. Não importa. Tem que encontrar uma solução para a questão dos projetos, senão não adianta eu e os colega aqui nos sacrificarmos, buscarmos emendas se não tem como implantar elas. Obrigado, vereador.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Obrigado. Eu acho que a emenda parlamentar é de extrema importância. Nós temos a prova na zona norte de duas coberturas de escolas, dois ginásios que custaram e que o município colocou muito recurso em contrapartidas. Tem que reconhecer. A Ilda Barazetti foi em torno de uns 700, 800 mil reais; a Tancredo Neves, o município colocou contrapartida sim. Era uma emenda do Pepe ainda. Então eu compreendo que ela é importante, a emenda parlamentar, mas eu me preocupo com a harmonia. Harmonia. Bom, tem que ter prazo de licitação. Caiu na conta uma emenda de 300, 400 mil, tem que ter prazo de licitação. Teria que ter a emenda já com o projeto pronto, porque senão a sincronia não funciona.
VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Permite um pequeno aparte, vereador?
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Colega Renato, pode ser agora então.
VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Vereador Dambrós, quero lhe parabenizar pelo seu trabalho, pelo que o senhor tem feito por Caxias, não só pela região norte. Mas quero dizer assim para o senhor que quando fui pedir uma emenda, eu fui pedir uma emenda para a secretária..., para a Daiana Santos, deputada do PCdoB, ela disse: “Olha, a gente vai ver quanto precisa e tal para o Instituto Federal.” Eu disse, bom, fui no Executivo para ver como fazia para fazer certo, se tiver... Bom, se tiver o projeto, onde é que tem o projeto, vamos botar, eu tenho preferência para pôr do Fátima, na UBS. Disse, bom vamos ver se tem projeto; e me disseram que tinha projeto. Depois, vereador Dambrós... Agora veio a emenda e não tem o projeto de reforma da UBS. Com algumas coisas a gente fica bem... Quando o senhor fala da Mário Lopes, segunda-feira, segunda-feira, não foi no mês passado, na segunda-feira eu fui pessoalmente no Executivo para saber o que vai ser feito na Mário Lopes. O pessoal está em pânico lá, vereador: quem vai sair da rua, quem não vai sair, se vão fazer o alargamento na rua, quem sai, quando vai ser indenizado, como vai ser indenizado. Então, assim, vamos lá... Jogaram no ar algumas penas e deixam que as pessoas peguem com o vento. Então ficou difícil a situação lá para as pessoas da Mário Lopes. Eu saí ali de um velório de segunda-feira de manhã e vim direto para o Executivo, porque as pessoas estavam lá, diz que três, quatro, sei lá: “Precisamos de algum retorno. Quando vai ser indenizado? Nós vamos sair? Não vamos sair?” Então uma parte da Mário Lopes que vai ser indenizada ou vai ser só 50, 100 metros longe do atacadão que vai ter que ser feito uma entrada para o Parque Oásis. Muito obrigado, mas, assim, muitas dúvida ainda acredito que dificilmente saia alguma coisa este ano.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Obrigado. Bom, eu quero valorizar todas as emendas parlamentares, em especial da deputada Denise Pessôa. Olha, nós temos para creche, nós temos para regularização fundiária do Canyon e também do Portinari. Nós temos para educação, para cultura. Nós temos para a saúde. Então que bom, que bom, que bom. Nós precisamos de projetos. E para finalizar também dizer que lá no Tancredo Neves graças à cobertura do ginásio a Marcopolo vai colocar um investimento aí para fazer todo o cercamento do ginásio. Então a gente precisa construir com muitas mãos. E essa minha fala de uma harmonia, de mais sincronia entre os poderes também é para nós vereadores porque se olharmos aqui quantas indicações... São sugestões, são ideias que têm que ser atendidas, que têm que ser olhadas. Dá, não dá. Isso é importante para nós. Então só para finalizar, dizer que o Flor do Ipê, que será um centro de formação de jovens para aquela Região Norte, que funcionou por muitos anos no Vila Ipê, já tem uma emenda de 300 mil da deputada Denise Pessôa e nós precisamos que o município coloque a contrapartida e licite para que no ano que vem comece a funcionar aquele espaço para os jovens da Zona Norte. Obrigado, presidente.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Muito bom dia, presidente. Mais uma vez aqui nessa tribuna e para trazer informações positivas através desse meu mandato de vereador, do qual são conquistas, do qual quando assumi aqui na nesta Casa como vereador, no mês de abril, 23 de abril de 2021, eu fiz esse pedido, essa indicação à Secretaria de Trânsito e Mobilidade Urbana para que fosse colocado placas de sinalização, também pintura de pista, divisão e também colocação de faixa de pedestre e divisão de pista e também na questão de parada de ônibus. Aí mostra a foto do antes, fica lá na Rua Cândido Portinari, também esquina com a Rua Jorge Roberto de Oliveira, no Loteamento Consolação e Loteamento Monte Carmelo que pertence ao Bairro Esplanada. Uma região que também carece de bastante melhorias e do qual, quando fui chamado por moradores, juntamente da minha assessoria estive lá e após aí três anos as melhorias foram realizadas, como dá para visualizar aí no telão, juntamente da nossa TV Câmara, a divisão de pista, tem quebra mola que foi realizado pintura. Aí é uma linha principal que passa o transporte coletivo que liga diversos loteamentos. Então é a via principal. Então transporte escolar, transporte coletivo, transporte das empresas, mostrando aí um trabalho eficaz, porque sinalização também a segurança no trânsito, principalmente pedestres e também para evitar possíveis acidentes. Mostrando aí um trabalho sério, coerente aonde que existe o início, meio e fim. Eu sempre faço questão de frisar. A gente não faz somente o documento, a gente não faz só o processo administrativo, a gente não faz somente a indicação, a gente não faz só uma Alô Caxias. A gente cobra, nós agendamos reuniões, nós cobramos e o comunicado, o despacho, 005/2024, foi agora no dia 25 de junho de 2024, e tive o privilégio de estar lá no dia primeiro fazendo o acompanhamento juntamente da minha assessoria. Acho que tem um vídeo. Pode exibir o vídeo. (Exibição de vídeo) Então mostrando o nosso trabalho, sempre com muita transparência. Esse vídeo foi gravado no dia primeiro, pode ver ali que tinha um sol maravilhoso, dia 1° de julho. Mais uma vez frisando, início, meio e fim. Esse vereador, onde que ele é chamado, na condição de vereador, estarei sempre acompanhando, fiscalizando e protocolando, indicando e fazendo que as coisas saiam do papel e se tornem realidade.
VEREADOR WAGNER PETRINI (PSB): Um aparte, vereador.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Como eu sempre friso, não sou vereador do Bairro Serrano e, sim, vereador da cidade de Caxias do Sul e do interior da nossa Serra Gaúcha. Por gentileza, seu aparte vereador Wagner Petrini.
VEREADOR WAGNER PETRINI (PSB): Vereador Valim, vossa excelência tem feito um trabalho e chama atenção o seu mandato, e já lhe falei outras vezes, o seu trabalho diferenciado do início, meio e fim, que muitas vezes, realmente, algumas demandas acabam parando em indicações, talvez em um processo que vai para frente e para trás e o senhor, realmente, tem apresentado início, meio e fim. E te parabenizar já faz, desde que eu, inclusive quando eu estive no Executivo, acompanhei muito o seu trabalho na Zona Sul, aqui, da cidade, na região do Kaiser, Esplanada, aquela região que merece uma atenção especial, o senhor que vem se dedicando muito e eu acho que o senhor tem feito muito trabalho e concretizado, com início, meio e fim, naquela região. E é interessante, o trabalho do senhor e não só na região Serrano e, agora, sim, abrangendo essa região Sul, que o nosso município, aqui, precisa de atenção e o senhor vem fazendo isso no dia a dia. Parabéns pelo seu mandato.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Agradeço vossas considerações, vereador Wagner Petrini. E tem que, aqui, parabenizar o Executivo, somente o secretário de Trânsito, senhor Alfonso, que atendeu essa demanda. E também tenho orgulho dizer que é uma satisfação trabalhar ao seu lado, vereador Wagner Petrini, porque, inclusive, algumas demandas, enquanto o senhor foi secretário da Habitação, foram atendidas para, juntamente ao meu gabinete, principalmente, a população que precisa que foi na região do Bairro Planalto, a gente fez, também, algumas parcerias na região do Bela Vista, Cruzeiro, também no Planalto, também no Serrano, então, mostra que o trabalho em equipe, os resultados sempre são eficazes e quem ganha, principalmente, a população. E frisando meu trabalho, este vereador Juliano Valim, tem início, meio e fim e sempre procurando fazer a diferença, não só na sociedade, mas, sim, na vida das pessoas.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Vereador Juliano, um aparte, por favor.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Vereador Lucas, por gentileza, seu aparte.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Vereador Juliano, primeiro parabenizar o senhor, eu sou um admirador e reconheço, já falei isso várias vezes, acho que nós estamos em uma legislatura, em que pese as divergências que nós temos, ideológicas, partidárias, mas acho que todo mundo trabalha muito assim, eu sou um dos que chega, geralmente, bem cedo aqui e todo mundo está sempre na correria, nos seus afazeres. Há uma onda de antipolítica, inclusive, que a gente precisa se preocupar de ataques a moral e ataques pessoais, que são muito preocupantes assim, mas eu não coaduno com isso, tenho críticas, a gente, eventualmente, se critica aqui do ponto de vista da política, mas quero dizer que não coaduno e sou muito solidário a ataque que a quem sofre, até porque já sofri também, então, e não é o caso, e sou parceiro e sempre elogio, sempre destaque e o senhor é uma das pessoas que vejo um samaritano, trabalhando muito e uma das suas frases é sempre do início, meio e fim. E uma das coisas que o senhor colocou em relação à pintura de meio-fio de uma das ruas e eu tinha abordado, vereador, há dias atrás uma questão ali em cima, no São João Bosco, no Santa Maria Goretti, na falta de retorno do secretário Alfonso. No dia que eu tratei desse assunto, ele me respondeu justificando, enfim, e me disse que nas próximas semanas isso seria realizado. Então, eu fico esperando que seja feito. Só para destacar que me foi respondido, mas que seja realizado. Não sei se o vereador Dambrós... Eu lembro que o vereador Dambrós também, não sei se ele respondeu para o senhor, a mim respondeu dizendo que nas próximas semanas. Mas estamos juntos, vereador. Sei do seu trabalho. Parabéns. Seguimos aí, porque o objetivo é que a comunidade seja atendida no trabalho dos vereadores e de todos os poderes. Estamos juntos.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Algo que eu cito até como exemplo, geralmente a gente faz as indicações, enfim, processo administrativo ou indicação, e sempre a gente, mês a mês, são feitas cobranças para até, de fato, não ficar como muitos dizem: “Ah, foi arquivado, ficou engavetado.” Não, nada fica engavetado. A gente cobra. Quando chega à segunda, terceira vez que a gente não obtém resultado, sempre há aquela ligação do meu assessor Beto, enfim, ou da Adriane, ou da Maríndia.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Um aparte, senhor vereador.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Da minha assessoria ou deste vereador. Logo em seguida, eu agendo uma reunião. Porque uma reunião frente a frente com o secretário, de repente agendando uma visita, porque geralmente eu faço bastante visita externa, que são na segunda e sexta-feira, que eu deixo mais para acompanhar as obras, conversar com a população quando sou chamado. Acho muito importante essa situação. O seu aparte por gentileza, vereador Dambrós.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Só quero parabenizá-lo pelo bom relacionamento que o senhor tem com o secretário de Trânsito, também o Lucas, que já teve retorno. Eu, desde o dia 5 de junho estou aguardando. “Bom dia, secretário, eu preciso de respostas.” Cinco de junho. Então, se a líder do governo puder conversar com o secretário sobre dois quebra-molas na zona norte, é importante. Eu não sei o porquê, não sei, sinceridade. Mas eu parabenizo o senhor, que está tendo respostas. Eu, desde o dia 5 de junho aqui, está no meu celular: “Secretário, bom dia. Preciso de respostas.” Até agora, nada. Obrigado.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Só para concluir a minha fala, frisando que este vereador não tem cargo no Executivo, não tive cargos até alguns meses atrás. Depois acabei me retirando do governo, um exemplo. Então, como friso, eu cobro, fiscalizo. De fato, quem ganha é a população, independente de sigla partidária, independente de ideologia partidária. Acho que o importante é a população ser beneficiada. Meu muito obrigado, presidente.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR CLOVIS XUXA (UNIÃO): Obrigado, presidente. Cumprimento os nobres pares, cumprimento você que está nós assistindo. Eu vou falar hoje sobre iluminação da cidade de Caxias do Sul, o setor de iluminação da cidade de Caxias do Sul. Antes tinha um setor de iluminação, por muitos e muitos anos, dentro da cidade de Caxias do Sul, que era comandado pela Secretaria de Obras. A Secretaria de Obras que ficava responsável por esse setor. A gente tinha uma grande amizade pelo Rafinha, pelo César. Nós nem usávamos mais o 156; já usávamos quase direto com os caminhões para fazer a iluminação que nós vínhamos fazer a indicação. Esse setor de iluminação tinha um depósito aqui no Bairro Floresta, onde tinham diversos caminhões, tinham diretores, tinham servidores que davam muita atenção aos vereadores, davam muita atenção aos presidentes de bairro. Eles tinham um carinho especial com a comunidade. Era um setor bem bacana. A gente tinha um vínculo de amizade com o pessoal que subia lá no poste, aquelas pessoas que dirigiam o caminhão.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Declaração de Líder para a bancada do PT.
VEREADOR CLOVIS XUXA (UNIÃO): Mas aí veio essa parceria público-privada. O Poder Executivo entendeu que pegasse uma empresa de parceria público-privada. Foi feito um projeto e foi feito um trabalho minucioso, um trabalho grande. Foi viajado para diversas cidades para ver se essas parcerias público-privadas tinham dado certo em outras cidades. Nós estivemos em outras cidades olhando para ver se tinha dando certo, e o pessoal das comunidades estavam bem contentes. Daí, foi trazido para a Câmara de Vereadores esse projeto, onde alguns vereadores acharam por bem não votar no projeto, votar não, porque estavam meio por esse vínculo de amizade que a gente tinha com esse setor aí de iluminação, da Secretaria de Obras, uns vereadores acabaram não votando. Este vereador, Clóvis Xuxa, ele votou nesse novo sistema de iluminação de LED na cidade de Caxias do Sul. A empresa está atendendo agora por um telefone 0800, que daqui a pouco mais eu vou passar, mas antes o atendimento, as demandas eram através do 156. Você que está nos assistindo sabe do que eu estou falando, que antes a comunidade, nós vereadores, nossos assessores, ligavam 156, ali é feito um protocolo e aqueles protocolos iam lá para a Secretaria de Obras e lá na Secretaria de Obras já emitia para os caminhões. Os caminhões saíam cedo, passavam ali no setor de iluminação, já pegava as demandas e iam para os bairros. E agora quero informar à comunidade que agora trocou, a responsabilidade agora ficou da empresa Luz de Caxias do Sul. A empresa Luz de Caxias do Sul tem um escritório ali pertinho da Polícia Rodoviária, na BR-116, mas, agora está atendendo pelo telefone 0800 000 4062. Eu vou repetir o telefone, e se você puder anotar, você que está aí em casa, você liga lá para o 0800 000 4062. Tem um pessoal lá atendendo, tem 10 atendentes e eles vão se revezando, uma guria parece que faz seis horas, outra mais seis, outra mais seis e são 24 horas sem atendimento. Eu já liguei duas vezes lá, fui bem atendido, tive a oportunidade de ligar à tarde e pegar a mesma guria lá atendendo, é a Carla. Mas, eu não me identifiquei como vereador, para eu poder ver como é que seria o atendimento dessas pessoas, não me identifiquei com o vereador para que ela não mudasse o atendimento, para eu ver como é que era o atendimento e tivemos um atendimento ótimo. Essas gurias que estão trabalhando nesse setor de atendimento de protocolos, para protocolar as lâmpadas queimadas, elas têm um sotaque, dá para ver que essas gurias não são daqui da Cidade de Caxias do Sul, elas vieram contratadas de outra cidade, mas elas têm uma educação, um respeito, um carinho aí pelas pessoas que ligam. Dá para ver, dá para ver, a gente conversando com elas que elas não conhecem Caxias do Sul mesmo, elas fazem algumas perguntas que dá para ver que elas não conhecem Caxias do Sul.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Um aparte, senhor vereador.
VEREADOR CLOVIS XUXA (UNIÃO): Mas, o que me chamou atenção, assim que eu liguei no 0800 000 4062, eles pedem para digitar o CPF, digite o seu CPF, eu já digitei meu CPF e logo já veio as perguntas da guria. Ela perguntou se essa rua que eu estava pedindo para troca de lâmpada ficaria próximo a um hospital? Não. Próximo a um colégio? Não. Essa rua fica em frente uma residência, sim, ela passa em frente as residências aqui no Bairro Serrano e é a rua tal, tal, tal. Foi o primeiro protocolo que eu fiz. Quero dizer que fui bem atendido, me chamou a atenção o vereador Lucas, que falou que teria que dar altitude, altura do poste, sei lá. Tu comentaste ontem, Lucas, que ia ficar... E daí, ontem de tarde, eu voltei a conversar com a guria, não me identifiquei, achei o atendimento ótimo, atendimento bom, é com carinho que eles atendem, dá para ver sim que eles não conhecem Caxias do Sul, mas eles estão ali para fazer seu trabalho e são pessoas especializadas em telemarketing, onde eles estão atendendo bem as pessoas. Seu aparte, vereador Zé Dambrós.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): O senhor deve ter pesquisado nos Anais, por ter, no início da sua fala, dito que muitos votaram contra. Eu sou muito seu amigo, mas quer dizer que eu votei contra a PPP da iluminação. Por quê? Porque eu sempre, trabalhando quatro anos com o Governo Alceu, nós tínhamos rapidez na troca de lâmpadas. Então, e também porque esta Casa se debruçou na questão da COSIP, na taxa de iluminação, nós dobramos a taxa de iluminação da cidade. Então, eu sempre cobrava do Maurício PPP que tinha que vir primeiro a da educação. Por quê? Porque a iluminação funcionava. Hoje eu compreendo, também, que a estrutura do município não é tão grande para fazer toda troca por LED, tudo bem, concordo, mas são 24 anos, nobre colega. São 24 anos, então tem que funcionar. O tempo não está ajudando? Não está ajudando, mas nós esperamos que as trocas de lâmpadas sejam prioridades.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Um aparte, vereador.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Certo, mas só para reiterar que meu voto foi contra e que nós vamos torcer, vamos lutar para que dê tudo certo.
VEREADOR CLÓVIS XUXA (UNIÃO): Obrigado, vereador Zé Dambrós. A praça de iluminação, essa empresa e parcerias pública-privada, optaram para começar lá em Ana Rech, o qual eu visitei, rua por rua de Ana Rech, as lâmpadas estão todas acesas, uma iluminação fantástica, ela tem um campo de iluminação bem maior que essas nossas e eu creio que, assim que o tempo estiver melhor, melhorar esse tempo, podemos, então, ampliar a quantidade de lâmpadas.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Um aparte, vereador.
VEREADOR CLÓVIS XUXA (UNIÃO): O aparte vereador Cadore.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Vereador Xuxa, eu sempre fui favorável à parceria público-privada e continuo sendo cada dia mais. O Poder Público não tem mais condições de atender ou deixa muito a desejar. Isso é claro. Isso é ponto. Então, em relação à iluminação pública, nós teremos uma cidade mais bonita. Eu tenho recebido informações de pessoas que na rua foi trocada as lâmpadas, foram colocadas lâmpadas LED, segundo a própria pessoa, mudou totalmente o aspecto visual da cidade. Melhora a iluminação, melhora a segurança e teremos, sim, mais economia e isso é muito importante. Então sou favorável à parceria público-privada, sim.
VEREADOR CLÓVIS XUXA (UNIÃO): Obrigado, vereador Cadore. Eu fiz um protocolo para a Atílio Andreazza e hoje pela manhã tive a oportunidade de passar pela Atílio Andreazza, vi totalmente iluminada, de fora a fora, e também tive um protocolo na BR-116, que estamos aguardando, então, uma troca de lâmpada na BR-116. E peço desculpa ao vereador Juliano, o qual tenho um carinho especial, mora no meu bairro, somos amigos lá do bairro, até vamos fazer um churrasco uma hora juntos. Desculpa não poder lhe dar um aparte. Obrigado, presidente.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Bom dia a todas e a todos, colegas vereadoras, colegas vereadores, Mesa Diretora. Então, hoje eu poderia usar o espaço do Pequeno Expediente, mas, como eu quero falar sobre vários pequenos assuntos, eu optei por usar esse espaço da Declaração de Líder. Eu quero começar falando sobre uma questão que eu acho que está trazendo para o debate dessas próximas eleições uma ridicularização, uma criminalização da política que nós, enquanto colegas vereadores e vereadoras, temos que nos mostrar contrários. Quando a gente começa com uma brincadeira, parece que de grêmio estudantil, com videozinhos e coisas que de fato ridicularizam o nosso trabalho, a gente tem que repensar o porquê nós estamos aqui, o que nos faz querer nos eleger, se é para defender a população ou se é para ridicularizar os nossos colegas. Porque uma coisa eu tenho muito certo, assim, para mim, se a gente tem o que falar sobre o nosso trabalho, sobre o que nós fazemos aqui dentro, a gente fala de nós e não precisa perder o nosso tempo falando dos outros. E, vereadora Tati, subo aqui para prestar minha solidariedade ao vídeo que fizeram da senhora e dizer que isso vai te dar mais mídia, que as pessoas estão confundindo. Isso dá mais mídia, mas ridiculariza e criminaliza a política. Então a gente precisa estar atentos. Já tivemos colegas midiáticos que se elegeram, que se ergueram através de política como essa, e a gente sabe aonde dá e eu espero que nenhum de nós, e principalmente aqueles e aquelas que concorrem ao pleito da majoritária, não escolham o mesmo caminho de fazer essa forma de política.
VEREADORA TATIANE FRIZZO (PSDB): Um aparte.
VEREADOR FELIPE GREMELMAIER (MDB): Permite um aparte, vereadora?
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Seu aparte, vereadora Tati.
VEREADORA TATIANE FRIZZO (PSDB): Vereadora Estela, agradeço a sua solidariedade e confesso que é claro que a gente fica muito chateado pela forma pejorativa, baixa como algumas pessoas tentam manipular. E fazer esse tipo de situação eu acho que só demonstra que a pessoa realmente não tem trabalho, tem tempo para ridicularizar alguém...
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Peço um aparte, vereadora.
VEREADORA TATIANE FRIZZO (PSDB): Para tentar denegrir a imagem e não tem trabalho para mostrar efetivamente. Então, eu tenho certeza que ninguém atira a pedra em cachorro morto. E de certa forma, isso como a senhora mesmo falou, me dá mais mídia. Eu tenho certeza que eu sigo forte no meu propósito, nas minhas ideias, naquilo que eu acredito e defendo aqui. Lamento a postura de alguns que fazem esse tipo de baixaria, não tem outro nome, e acham que assim vão se promover. Eu costumo dizer que quem não tem trabalho para mostrar, desqualifica o outro e quem tem trabalho para mostrar, mostra o trabalho, esse é o diferencial.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Muito obrigada, vereadora Tati. Seu aparte vereador Felipe.
VEREADOR FELIPE GREMELMAIER (MDB): Vereadora Estela, acho que a senhora traz um tema que é bem importante, e agora quando começar o acirramento, e tem até começado cedo, eu acho... Inclusive, vereadora Tati, se eu puder lhe dar um conselho, eu registraria um boletim de ocorrências. Eu acho que parou, acho que tem limite, acho que as coisas têm limite e muitas coisas estão passando do limite, inclusive, estão passando o limite. Esse ataque que fizeram com a senhora nas redes sociais no dia de ontem, e eu recebi ontem isso, não sei se começou antes, mas eu acredito que a senhora deva procurar a polícia. Tem que se abrir e tem que começar assim porque vocês imaginem o que vai ser daqui 30 dias. Se o nível já tá nesse formato hoje, a gente imagina o que vai estar daqui 30 dias? Então tem que ir por aí e que se chegue na pessoa que editou, que fez, que se deu o trabalho de simplesmente ofender. A senhora está nesse momento, logo, logo vão ser outros. E é importante, vereador Estela, a senhora trazer esse assunto.
VEREADOR DANIEL SANTOS (REPUBLICANOS): Um aparte, vereadora.
VEREADOR FELIPE GREMELMAIER (MDB): Sim, outros já foram, agora nesse momento é a senhora, mas logo em seguida serão outros.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Um aparte, Estela.
VEREADOR FELIPE GREMELMAIER (MDB): Eu acho que é importante. Quem gosta muito de fazer isso que comece a entender, porque a partir de agora é uma questão de polícia, questão de polícia. Eu, se fosse a senhora, procuraria. E até me lembro, vereador Rafael, há uns anos atrás o prefeito Alceu sempre dizia: Se atacar a honra, tem meios legais. Inclusive, tem outros políticos e outras pessoas que já ganharam na justiça, valores, inclusive, em cima disso e que não pegaram para si, doaram para instituições de caridade. E eu acho que é por aí que tem que se fazer, pedir valor e doar para entidades que precisam, porque não dá para deixar, não dá para deixar. É um absurdo o que está sendo feito, está começando e que se encontre a fonte logo, que se encontre a fonte logo.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Muito obrigada, vereador Felipe. Eu acho que é justamente isso, vamos elevar o nível da nossa política, mostrar a qualificação desta Casa do povo, a qualificação que esses 23 vereadores que estão aqui representando a população caxiense têm. Dizer que é sempre mais forte o ataque quando é contra nós mulheres, vereadora Tati, é sempre muito mais fácil ridicularizar uma mulher dentro do espaço político, isso é estrutural e isso é uma luta que tem que ser de todos e todas nós. Seu aparte, vereador Fantinel.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Vereadora Estela, obrigado. É muito interessante o que a senhora está apresentando aqui. Infelizmente, eu digo infelizmente, porque é triste, eu sou uma das pessoas que mais sofre isso por causa de acontecimentos passados. Inclusive, parabenizo a fala do vereador Gremelmaier, que eu já fiz isso, já busquei a polícia, já tem processo e já tem (*)[1] que vai pagar. Já tem pessoas que vão pagar. Então, assim, oh, é o fim da picada a gente não se apoiar, a gente não se ajudar em uma situação triste como essa. Pessoas que pensam em prejudicar quem trabalha é porque não tem o que fazer. Então parabéns aí pela fala da senhora e me solidarizo com a vereadora Tati por uma situação triste porque eu estou passando também por isso e eu sei o quanto é difícil. Busque a justiça, que é o mais correto. Obrigado, vereadora.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Muito obrigado, vereador Fantinel. Vamos cuidar com os termos que a gente utiliza que às vezes eles podem ser pejorativos, mesmo que a gente não perceba...
PRESIDENTE MARISOL SANTOS (PSDB): Posso lhe pedir um aparte, vereadora?
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Pode. Pode sim.
PRESIDENTE MARISOL SANTOS (PSDB): Só passo, aqui, a condição de trabalhos ao nosso segundo secretário.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Mas seu aparte, vereadora Rose.
PRESIDENTE MARISOL SANTOS (PSDB): Vereador Zé Dambrós, por favor.
VEREADOR RICARDO ZANCHIN (NOVO): Tem meu aparte também.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Não, eu te passei.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Quero, também, me solidarizar. Quero dizer que agora, depois dessa fala, vai viralizar e eu acho que é isso, tem coisas que a gente tem que saber como fazer, mas também não dá para deixar passar. Eu já falei isso outra vez, volto a dizer, eu acho que nós temos que cortar no início.
VEREADOR LUCAS DIEL (PRD): Um aparte, vereadora.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Se não é possível este ano, que se corte, se não foi possível em outros momentos, que se corte no início, antes da campanha, nós estamos, ainda, em pré-campanha e já está nesse nível. Agora também quero pedir para o pessoal, vamos cuidar quando a gente fala com as palavras, as palavras transmitem cultura. Então, vereador Fantinel, vai ter (*) que vai sofrer com isso, mas vai ter “branco” também. Acho que a gente tem que cuidar as nossas fala, às vezes, a gente acaba não se cuidando com os “denegrir” da vida, são todas palavras que trazem, quando a gente fala da misoginia, do machismo e do racismo estrutural é quando a gente fala sem notar e eu gosto que fale isso comigo porque eu também não estou isenta disso e tem que se cuidar.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Exatamente, é sempre bom a gente aprender e eu acho que esse espaço também nos proporciona isso. Seu aparte, vereadora Marisol.
VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Obrigada, vereadora Estela. Ocupou praticamente todo o tempo, eu sei que a senhora tinha outros temas para esse momento, mas eu quero lhe agradecer, até por ter trazido algo, eu não conhecia. E quero aqui me solidarizar. Vereadora Tatiane Frizzo, é assustador, realmente, eu concordo plenamente com o vereador Felipe Gremelmaier, tem que registrar uma ocorrência contra as pessoas que não têm mais o que fazer. Eu não tive acesso a esse vídeo, mas ele chega a ser engraçado porque as pessoas não terem trabalho, não terem mais o que fazer para se preocupar com a vida dos outros, com os vídeos que, em algum momento, podem ter sido gravados com situações... é realmente absurdo que a gente ainda tenha que passar por isso. Toda a minha solidariedade.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Declaração de Líder à bancada do PDT, presidente.
VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Mas muito mais, vereadora Tatiane, o meu respeito ao seu trabalho. Aqui nós todos estamos trabalhando e trabalhando tanto que a gente precisa diminuir a nossa preocupação com esse tipo de coisa, mas precisa sim, de um registro de ocorrência para punir as pessoas que acham que isso é uma piada e que o nosso trabalho é uma piada quando é sério o que a gente faz. VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Muito obrigada, vereadora Tati. Só para concluir, de fato, eu não vou conseguir falar dos outros assuntos que eu tinha para o momento. Infelizmente, não vou poder ceder todos os apartes. Mas eu acredito que eu não poderia deixar de registrar essa minha indignação enquanto política, enquanto mulher.
VEREADOR DANIEL SANTOS (REPUBLUCANOS): Declaração de Líder ao Republicanos.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Enquanto pessoa que quer fazer um trabalho sério por Caxias. Muito obrigada.
 

  1. Pronunciamento suprimido por solicitação da presidência, conforme Art. 136, parágrafo 1º, do Regimento Interno

 

Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Bom, presidente, colegas vereadores, comunidade que nos acompanha através das redes sociais, da TV Câmara. Eu venho falar mais um capítulo de uma novela que parece não ter fim, uma novela que dura quatro anos no Município de Caxias do Sul, mas eu espero, sinceramente, colegas vereadores, que esse capítulo seja o último e que a novela tenha o seu encerramento nos próximos dias. E eu trago aqui alguns documentos para compartilhar com todos vocês, documentos oficiais, trocas de e-mails, documento do Governo do Estado, do Governo Federal e aqui eu falo da perseguição que está havendo com o Hospital Pompéia de Caxias do Sul, um hospital com mais de 110 anos aqui e não importa a pessoa que esteja no comando. Mas eu vou trazer um documento aqui para vocês, uma troca de e-mail da Dra. Cristiane Paim D’Ávila Bandeira ao senhor Aristides De Oliveira, que então era o diretor do governo... do Ministério da Saúde. Porque isso daqui já é bem desenhadinho para todo mundo entender essa troca de e-mails.
 
Prezado Dr. Aristides Oliveira,
 
Espero que esta mensagem o encontre bem.
 
Inicialmente, gostaria de expressar meus mais sinceros agradecimentos pelo atendimento contínuo e exemplar às demandas do Pompéia Ecossistema de Saúde. Seu apoio tem sido fundamental para o bom andamento de nossos serviços e para a qualidade do atendimento prestado aos nossos pacientes.
Reconhecemos e valorizamos o compromisso e a dedicação demonstrados por sua equipe na Secretaria Adjunta de Atenção Especial de Saúde (SAES). A colaboração estreita e eficiente tem sido essencial para alcançarmos nossos objetivos e para a melhoria constante de nossos processos. No entanto, diante dos desdobramentos dados pela MM. Secretaria de Saúde de Caxias do Sul, através da Srª Secretária Daniele Meneguzzi, conforme a seguir relatado estou, mais uma vez, diante de Vossa Senhoria para dizer e ao final requerer o que segue:
Nosso pleito junto ao Ministério, na busca de aumento de Teto MAC para o serviço de traumatologia e ortopedia do Hospital, perdura há mais de 1 ano. Já estivemos junto à Vossa Senhoria por diversas vezes.
 
A qual eu estive, juntamente com a ministra, o vereador Lucas também foi, presenciou essa conversa, nós peregrinamos várias vezes no Ministério da Saúde, hoje nós temos mais de quatro mil pessoas aguardando cirurgia de traumato-ortopedia no nosso município.
 
Além de termos apresentado, farta documentação referente à nossa resolutividade em referidos serviços para mais de 48 cidades da Região Serrana do RS, cidades para as quais somos a única referência em Traumato-ortopedia.
Comprovamos o déficit que a prestação desses serviços, que superam em muito o exigido pelas respectivas Portarias relacionadas aos serviços, representam para nossa Instituição, tanto assim o é, que obtivemos uma Resolução CIB RS atestando nossa demanda, o que acarretou na publicação da Portaria GM/MS 3776/24 que determinou a destinação anual de mais R$ 13.051.568,17 (treze milhões cinquenta e um mil, quinhentos e sessenta e oito reais e dezessete centavos) para custeio do Hospital Pompéia - CNES 2223546 a partir de fevereiro de 2024. Ou seja, já está com delay de cinco meses. E segue o e-mail:
Não obstante a publicação de referida Portaria, conforme já havia lhe sinalizado em nossa última reunião presencial ocorrida em março passado, onde lhe apresentei o ofício em anexo solicitando alteração na redação da mesma, que naquele momento ainda não havia sido publicada, nossa Secretária de Saúde, tem o entendimento de que referido Recurso uma vez sendo denominado de Aumento de Teto MAC e sendo incluso no SISMAC, como ocorreu in casu, deve estar atrelado ao aumento de produção, o que vai de encontro ao nosso pedido inicial, à todas as tratativas havidas junto ao MPE/RS; Secretaria Estadual de Saúde e a própria Secretaria Municipal de Saúde de Caxias do Sul, além do entendimento consolidado em nosso último encontro com a presença da Deputada Denise Pessôa que nos lê em cópia, quando o Sr. esclareceu que aumento de produção é apenas uma das formas de se aumentar o Teto MAC mas que, em nosso caso, referido aumento se daria em virtude do déficit comprovado que a produção atual deixa no Hospital. Tanto assim o é que a redação da Portaria 3776/24 publicada em 17/05/2024 trouxe expressamente que referido recurso serve para o CUSTEIO do Serviço de Traumatologia e Ortopedia do Hospital Pompéia.
Ocorre que, mesmo com a determinação expressa no art. 1º, parágrafo único da Portaria 3776/2024, a Srª Secretária de Saúde do Município de Caxias do Sul, atrelou referido recurso ao aumento de produção. Tudo conforme se comprova com minuta de Termo Aditivo de Contrato em anexo.
Diante do impasse e enorme prejuízo enfrentado pelo Hospital, agora agravado pelo estado de Calamidade do RS devido às enchentes de Maio, convido Vossa Senhoria, em nome de minha CEO Lara Sales Vieira, para uma reunião em nosso Hospital, juntamente com a Secretária de Saúde do Município para que possamos resolver o assunto com a maior brevidade possível.
Dada a urgência na resolução do impasse, caso não seja possível sua presença em nosso Hospital, sugerimos seja disponibilizada data que melhor lhe for oportuna para realização de uma reunião virtual com a Secretária Municipal de Saúde - Daniele Meneguzzi ou seja encaminhado ofício com os devidos esclarecimentos diretamente à Secretária. Tudo como melhor lhe convier.
[...]
Atenciosamente,
(Texto fornecido pelo orador.).
 
A diretora jurídica do hospital. Isso que eu estou falando está aqui, em uma Portaria, na Resolução nº 081/2024, que diz o seguinte... Nós fomos a Brasília e conseguimos ampliar o Teto MAC de traumato-ortopedia de R$ 13 milhões, comprovados. Para vocês terem noção, um médico ganha, por consulta, R$ 9. Aí eu acho que houve um engano na hora, quando o ministério encaminhou um ofício para o município. Ao invés de o município... Porque vem para o município, o município tem que fazer o aceite. Ao invés de dizerem “não, está tudo ok os 13 milhões”, o município disse “não, o Hospital Pompéia precisa só de 13 milhões e 268 mil.” Aí nós conversamos com o Adiló. “Olha, Adiló, acho que esqueceram o um na frente ou deu algum erro, algum problema ali na digitação.” Aí nós solicitamos. O que aconteceu? O município arrumou lá o errinho deles, aí solicitaram os 13 milhões no Ofício 062/2024. O que diz a Resolução no artigo primeiro?
 
 Art. 1º - Tomar conhecimento do pleito da Secretaria Municipal de Saúde de Caxias do Sul, que solicita junto ao Ministério da Saúde incremento de recurso financeiro do Teto de Média e Alta Complexidade (MAC), no valor de R$ 13.051.568,17 (treze milhões, cinquenta e um mil, quinhentos e sessenta e oito reais e dezessete centavos), para manutenção dos serviços de Traumatologia e Ortopedia.
 
(Resolução Nº 081/24)
 
Ou seja, manutenção. Essa Resolução entra em vigor em 11 de março de 2024. Então vejam. E aqui tem uma portaria de maio, que é a que eu falei, do dia 16 de maio, que diz o seguinte:
 
Art. 1º Fica estabelecido recurso do Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde - Grupo de Atenção Especializada, no montante anual de R$ 13.051.568,17 (treze milhões, cinquenta e um mil, quinhentos e sessenta e oito reais e dezessete centavos), a ser incorporado ao limite financeiro de Média e Alta Complexidade (MAC) do Município de Caxias do Sul no Estado do Rio Grande do Sul.
Parágrafo único. O recurso estabelecido no caput refere-se ao custeio do Serviço de Traumatologia e Ortopedia do Hospital Pompéia, CNES 2223546.
 
Art. 2º O Fundo Nacional de Saúde adotará as medidas necessárias para a transferência, regular e automática, do montante estabelecido no art. 1º, ao Fundo Municipal de Saúde de Caxias do Sul, IBGE 430510, em parcelas mensais, mediante processo autorizativo encaminhado pela Secretaria de Atenção Especializada à Saúde.
 
(Portaria GM/MS Nº 3.776)
 
Pois bem. Vereador Cadore, eu perguntei para a secretária da Saúde, naquela reunião que nós tivemos, que o senhor convocou, e todos os vereadores que estavam presentes puderam escutar, eu perguntei como está a situação desse valor. Porque eu fui para Brasília duas vezes com a superintendente do Hospital Pompéia conversar com a ministra, junto com a Lara e o pessoal do ministério. Como está a situação desses 13 milhões? Ela disse: “Não, falta só o hospital assinar. Porque ele não quer assinar, por enquanto. Já está o dinheiro disponível.” Aí eu liguei para a Lara. Sabe o que aconteceu, colegas vereadores? Eu não sei se é uma perseguição ou o quê, mas a secretária está dizendo o seguinte: “Nós só vamos disponibilizar o dinheiro se aumentarem a produção com esses 13 milhões.” Só que está muito desenhado que os 13 milhões é para cobrir o déficit, não para aumentar a produção, porque vai aumentar mais o déficit. (Esgotado o tempo regimental.) Só para concluir, porque isso aqui é um assunto de interesse público, p todos. Aí, presidente, sabe o que aconteceu? Não tem mais voo aqui por Caxias do Sul. Conseguiram uma reunião com o Ministério da Saúde anteontem, como foi visualizado no Pioneiro. Para resolver um problema de má comunicação aqui em Caxias do Sul, tiveram que sair de Caxias do Sul, pegar um avião lá em Florianópolis, de Florianópolis a São Paulo, de São Paulo a Brasília, a superintendente. Perdeu de estar aqui agilizando os atendimentos aqui em Caxias, no hospital, para fazer isso. Só que agora o prefeito vai passar vergonha, porque vai ter que cumprir ordens do Ministério da Saúde, que esse dinheiro vem para cobrir o déficit. Então é mais uma presepada da Secretaria Municipal da Saúde. Obrigado.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR DANIEL SANTOS (REPUBLICANOS): Bom dia, colegas vereadores; bom dia à Mesa Diretora. Eu quero seguir no assunto relacionado à Tatiane Frizzo, à vereadora Tatiane Frizzo. Muitas vezes em casa, antes de tomar posse aqui, eu via muitas situações em campanhas, que é onde começa toda essa situação de ataques. Mais importante do que nós termos a consciência de que esses ataques não levam a nada, é o eleitor entender, a população entender que isso é um desserviço, que isso não é um trabalho de vereador, isso não agrega nada para ninguém. Quem aqui nunca sofreu um ataque, uma desinformação? E eu sempre digo, isso fala mais de quem faz do que aquele que é atacado. Sempre, nas vésperas das eleições, surgem aqueles que vivem de likes, de lacração, como até falou ontem o vereador Zanchin sobre lacração. E não estou pessoalizando neste momento, mas as pessoas, todos nós precisamos das redes sociais, até para chegarmos aqui, como vereadores. Mas o eleitor precisa entender o que é fundamental para o trabalho de vereador, seja ele também deputado estadual ou deputado federal. Infelizmente, hoje nós vivemos na era da informação, onde tudo está ao alcance, mas pouco a população busca a veracidade daquela informação, se tem fundamento ou não. Eu gostaria que mais vereadores estivessem aqui. Eu assisti a um vídeo esta semana onde um parlamentar instiga e chama a vereadora de “Tati abortista” mais do que uma vez. Eu queria que outras vereadoras mulheres estivessem aqui para saber como elas se sentem diante de uma fala que instiga a agressão, calúnia e desinformação. Eu vejo lá em Brasília que tem o parlamentar Janones, que muitas vezes manipula a informação, cria fake news. Existem aqui, em todas as regiões, os Janones, que manipulam e distorcem para ganhar engajamento e difamar outros parlamentares, seja de direita ou seja de esquerda, desde que prejudique a vida pessoal e política da outra pessoa e que dê engajamento para si. Então, fica essa reflexão para nós enquanto parlamentares, o que nós produzimos, enquanto vereadores, o que produzimos, o que entregamos para a sociedade. Eu vejo aqui sempre debates, independente se é oposição, se é base, sempre pensando no melhor para a comunidade. Eu acho que é isso que tem que ser prioridade para a campanha que vem. Eu faço um apelo para o eleitor, para esta eleição que está para chegar: entendam o papel de um vereador, o que ele já fez enquanto candidato, o que ele propõe, não apenas a lacração, que isso não vai levar a lugar algum. E o respeito, independente se gosta ou não. Eu posso vir aqui e criticar as pautas da esquerda, as pautas da oposição, o discurso, mas o ataque pessoal é uma desinformação, um desserviço para qualquer um. Isso não vai resolver o problema do buraco, o problema do saneamento, o problema da luz. Então, fica aqui só a minha observação.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Um aparte, vereador.
VEREADOR DANIEL SANTOS (REPUBLICANOS): Aparte, vereador Scalco.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Obrigado, vereador Daniel. Eu acho que é importante. Existem os meios legais para se descobrir quem é. Hoje em dia a tecnologia tem rastreamento e tudo.  O| que não pode acontecer é ficar de “cochichinho” para cima e para baixo, querendo acusar, fazer, deixar a entender. Isso aí está errado. Então assim, quem se sente lesado, está na legislação, sabe como fazer. Abre a queixa, vai atrás, investiga, vai dar tudo certo; quem for, vai ser punido, eu sou contra isso aí também, não tem problema nenhum. Eu, quando eu trago nas minhas redes sociais, eu assino o que eu faço, eu trago falas de outros vereadores, eu boto e contradigo; normal, é papel nosso a transparência aqui dentro. Agora, fora daqui, o que fazem, deixam de fazer, não me importa porque eu acho que...
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Peço um aparte, vereador.
VEREADORA TATIANE FRIZZO (PSDB): Um aparte.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Nós estamos aqui para trabalhar e apresentar trabalhos.
VEREADOR DANIEL SANTOS (REPUBLICANOS): Apartes, vereador Fantinel.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Então, eu gosto que, assim, quando se vai falar de alguém, quando se vai... não tem que induzir: “Ah pode ser, quem sabe.” Não, se você sabe quem é, vai lá e acusa: “É tu.” depois na justiça a gente resolve. Agora, ficar em nuvenzinha achando: “Ah, pode ser, não pode ser;” Não é. Ou é ou não é. Da para a polícia, investiga, pune e acabou a folia. Eu sou contra qualquer coisas assim. O que eu posto, por exemplo, nas minhas redes, eu assino embaixo e ao mesmo tempo eu trago transparência aqui nessa Câmara. E tenho muito trabalho para mostrar, como o senhor fala que é importante mostrar, eu tenho trabalho à vontade para mostrar, projetos à vontade e estou aí para mostrar para a população o que foi feito. Muito obrigado.
VEREADOR DANIEL SANTOS (REPUBLICANOS): Aparte, vereador Fantinel.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Obrigado, vereador Daniel. E assim, todos esses problemas que acontecem, tipo esses ataques, essas ofensas, essas críticas que a gente sofre da Casa e tal e coisa, ela é uma construção que veio através de uma demagogia que dominou essa Casa por muitos anos. Porque o vereador ele recebe salário para legislar e para fiscalizar o Executivo, isso está escrito aqui dentro na entrada da Casa para todo mundo que quer saber. Nós somos pagos para legislar e fiscalizar o trabalho do Executivo. Todo e qualquer trabalho, além desse, é trabalho voluntário, é trabalho voluntário que a gente faz pela população. A gente não teria obrigação, mas a gente faz porque a gente quer ajudar o povo e todos os colegas aqui fazem. Obrigado, vereador.
VEREADOR DANIEL SANTOS (REPUBLICANOS): Aparte, vereador Tati.
VEREADORA TATIANE FRIZZO (PSDB): Daniel, muito obrigada, e eu acho que cada vez mais a gente precisa conscientizar as pessoas da importância de observar o trabalho, aquele trabalho construtivo que traz pautas propositivas, debates em que a gente possa, de fato, pensar o melhor para a cidade. E esse tipo de situação eu fico muito tranquila em falar que eu me sinto muito bem porque apesar de divergências político-ideológicas, sempre tratei todos os meus colegas com muito respeito. Acho que dito aqui, inclusive pelo vereador Lucas Caregnato, a gente tem divergências no campo político, mas a gente precisa se tratar com respeito. E é isso que a gente espera, que principalmente a população avalie, e não se deixe enganar por pessoas que querem realmente, de alguma forma, manchar a imagem ou tentar tripudiar, ou tentar rebaixar de alguma forma. Esse não é o papel que a gente deve incentivar e apoiar e, portanto, agradeço os diversos comentários aqui e acho que é isso, a gente tem que ter a coragem de entrar em temas que muitas vezes são polêmicos, mas argumentar e ter, de fato, conhecimento das matérias. Eu costumo dizer quando as pessoas elas não têm argumentos contra aquele argumentador, elas começam a pessoalizar e aí nessa pessoalização, de fato, a gente realmente vê que tem muita gente que vai perdendo o fio e certamente essas pessoas cedo ou tarde serão cobradas pela sua postura. E eu acredito muito na justiça divina também. Então tudo que se planta se colhe. Tenho certeza que no meu caminho tenho muitas pessoas do bem, muita gente sempre me engajando. Recebi ainda ontem à tarde esse vídeo de pessoas que me apoiam e que lamentaram esse tipo de postura. Então realmente a gente precisa seguir adiante com a cabeça erguida e com a certeza de que o nosso trabalho aqui no parlamento soma, é isso que eu faço com todos os meus colegas, independente das divergências, e tenho certeza que cedo ou tarde as pessoas que tentam ridicularizar outras pessoas vão colher o que estão plantando.
VEREADOR DANIEL SANTOS (REPUBLICANOS): O que eu vejo, e o meu apelo, talvez seja até uma utopia, seja justamente isso, que a população, o eleitor ele tenha essa reflexão do verdadeiro papel daquele que ele elege. Gostando ou não, não é esse o papel do vereador, ou seja, deputado estadual, seja a esfera que ele estiver. Não é a lacração, não é a difamação, não é desinformação. O eleitor sempre tem que pensar aquilo que vai funcionar diretamente, afetar diretamente a vida dele. Infelizmente a gente tem que viver com essas situações. Quem aqui nunca passou por isso? E acho que, infelizmente, vamos passar. Até mesmo em uma fala aqui na tribuna daqui a pouco estão tirando lá para distorcer e usar nas redes sociais. Então fica esse apelo que eu faço para o eleitor, entendam o que está sendo jogado nas redes sociais e busquem a informação. Obrigado.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PP): Bom dia senhora presidente, senhoras e senhores vereadores. Bom, em primeiro lugar aqui eu só vou fazer um comentário bem pequeno e vou até me dirigir à senhora vereadora Tati. Eu nem sei o que é isso aí, eu vi ontem depois de uma reunião de 3 horas que eu tive que eu mandei até todo mundo largar o celular e fiquei... Recebi alguns vídeos posteriormente. Eu digo de uma coisa: Eu tenho muita coisa para fazer, que isso aí não faz parte, sabe, do meu tipo de trabalho, porque eu faço muito vídeo, mas muito vídeo sobre buraco, que as pessoas odeiam, me criticam para caramba, dizem: “Mas, Bressan, você só arruma problema de buraco?” Sim, mas é só resolver que eu paro de fazer o vídeo, eu paro de fazer o vídeo. E aí, eu tenho um monte de coisa que eu tenho que mostrar para a população, infelizmente. E aí, as pessoas dizem assim: “Mas pare de fazer vídeo.” Mas os que são críticos. E eu acho que quem tem essa questão de fazer um vídeo contra a pessoa, eu digo da seguinte forma: A pessoa nem vai votar em ti, para que eu vou fazer um vídeo? A pessoa nem vai votar, se tu fizesse um vídeo e a pessoa votasse em ti por causa da questão do vídeo, eu até concordo; pessoa nem vota! Então, eu já sofri, sabe, vereadora Tati, com ataques aí, sabe, e com coisas que distorceram ao meu respeito, e daqui da própria Casa, de vereadores aqui da própria Casa que fizeram um vídeo contra mim um tempo atrás que distorceram a minhas falas. Porque eu digo sempre: Por que não pegam toda a fala aqui da tribuna do início ao fim? Por que cortam algumas coisas que têm interesse? Então, assim, eu acho que tem que pegar todo o contexto, às vezes, quando a gente está discursando alguma coisa, e eu discurso em prol da comunidade. E eu quero falar então em prol da comunidade, por isso que eu vim aqui para a tribuna novamente, que eu quero dizer que eu estou cansado de cobrar, de fazer vídeo, mas eu ainda vou ter que fazer acho que muito mais vídeos. A Ivan Antônio Cercato, ela está intransitável na minha região, intransitável.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Um aparte, vereador.
VEREADOR ALEXANDRE BORTOLUZ - BORTOLA (PP): Um aparte, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PP): A Walter Carlos Affonso está intransitável. A Dr. Oscár Serafini... Ontem eu fui lá fazer um vídeo, vereador Rafael, dos 70 dias, que o senhor até compartilhou comigo ali a ideia. E não queria ir hoje fazer do 71, mas pelo jeito vou ter que ir lá fazer do 71, amanhã dos 72, e assim por diante, porque estão lá os buracos abertos. A Darci Narcisa de Oliveira era só um buraco embaixo da parada, hoje é um buraco embaixo da parada, um buraco onde o ônibus passa e um buraco onde vai cair toda a rua desde o dia 21 de março. Aí não pode se dizer que choveu desde lá. Aí todas as demandas que eu tenho da região... Porque eu me lembro que houve um programa Fala Caxias e esse programa Fala Caxias eu levei, vereador Bortola, todas as minhas demandas debaixo do braço, que eram em torno, com certeza lá da minha região, mais de 400 naquele momento, pintura, isso, aquilo. Não atendem este vereador. Estão atendendo os vereadores da base ou que se identificam com esse governo? Acho que sim. Eu não estou sendo atendido! E aí, eu vou novamente fazer lá meus vídeos, e goste quem gostar, aplauda quem aplaudir, porque vocês não votam em mim, quem vota em mim está gostando. Então eu trato dessa forma quem, gosta de mim está aprovando e eu vou fazer meus vídeos. E ontem fui na frente da UBS, que era para ter... Olha a coincidência, as pessoas da minha região me cobrando: “Mas, Bressan, tu conseguiu lá 1,5 milhão para a reforma, e aí, quando é que vai sair e tal?” Digo: “Bah, vou lá, vou lá dar uma olhadinha para ver como é que está a reforma da UBS.” Mas, vereador Bortola, não chego na placa e a inauguração não era ontem. É verdade, parece que é mentira aqui, mas a inauguração era ontem. Está cheio de tapumes lá. E não vai ser inaugurada, obviamente. Eu achei que estava chegando para a inauguração, até eu me fiquei meio, né? Cheguei lá na placa, assim: “10/07 entrega da UBS da ampliação e reforma da UBS Esplanada.” Mas está lá com os tapumes, não vai acontecer, mais uma obra atrasada. Então, assim, daí vão justificar. E aí, justificaram nas minhas redes lá: “Oh, Bressan, essa aí não tem desculpa, que é botar asfalto, porque dava para trabalhar interno.” Sim, ela está coberta, ela está interna. Não trabalharam dentro do cronograma, não vão entregar. Vereador Bortola, seu aparte.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Um aparte, vereador.
VEREADOR ALEXANDRE BORTOLUZ – BORTOLA (PP): Vereador Bressan, somente também, a vereadora Tati saiu, mas me solidarizar e colocar a Comissão de Segurança Pública à disposição. Quem faz esse tipo de vídeo não tem o que fazer da vida, não tem outra explicação. Então é que nem o senhor falou, vereador, a gente vai continuar fazendo vídeo e não tem problema nenhum. Quem vota em nós gosta e quem não vota não gosta e se quiser ficar assistindo, comentando, muito obrigado, porque dá engajamento. Continue comentando, falando bem, falando mal, não tem problema nenhum, dá engajamento na rede social e atinge mais pessoas. Quanto à questão dos buracos, vereador Bressan, eu estou preocupado porque o meu carro tem pneuzinho baixo, assim, é um carro, não é? E aí o seguinte... (Manifestação fora do microfone). Não, já todas tortas, as rodas, está tudo torto, porque tu tenta desviar de um e tu cai no outro. Aí tu desvia do outro já está dentro do outro. Quando vê está o carro inteiro dentro do buraco. Ninguém aguenta mais. Então tu vai, vai, vai... Aí eu fico pensando: Bah, tchê, será que dá para mandar a para a Prefeitura? Porque, cara, a cidade inteira esburacada. Parece um queijo suíço, parece a lua cheia, lua toda esburacada. São as ruas de Caxias. É complicado, é triste! E a gente cobra, a gente faz indicação, a gente faz vídeo, faz isso, faz aquilo. Então é complicado. Obrigado, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PP): Obrigado, vereador. Vereador Rafael Bueno.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Vereador eu quero aproveitar e compartilhar também, peço que a TV Câmara mostre, um marco hoje, e se puder a TV Câmara mostrando enquanto eu estiver falando, as imagens que o senhor está colocando. Hoje faz 100 dias que essa rua... para o povo... 100 dias hoje na Rua Antônio Nonenmacher, deixa paradinha essa foto. Olha a situação na Antônio Nonenmacher? Eu acho que a Prefeitura vai fazer o metrô aí embaixo, que eles não estão fazendo... Estão perfurando, fazendo metrô. 100 dias que esse povo convive com essa situação. Vai passando as fotos. Aí existe várias situações, empresas - pode ir passando – pessoas deficientes, idosos. Já criou mato aí em cima dos paralelepípedos, vereador Bressan, em frente as calçadas. As pessoas não têm como sair com seus veículos mais de casa. Tá, 100 dias. Olha a situação dessa rua? Só que, pasmem, colegas e comunidade, pode ir passando para vocês verem o caos, isso aí não é um problema da chuva, isso é um problema que começou em abril e eu tenho mensagem que eu mandei para o Meletti, que é uma obra do Samae, desde abril. Então hoje completa 100 dias, é o aniversário de 100 dias. Tá, vereador? Então, assim, são idosos, tem deficientes. E é no coração do Bairro Desvio Rizzo, na lagoa do Rizzo, na Rua Antônio Nomenmacher, é na lagoa do Rizzo, onde as pessoas estacionam o carro para o seu momento de lazer, na lagoa, que inclusive está sem lâmpadas e a gente liga para esse 0800 e tu vai dizer que é na lagoa do Rizzo e ninguém sabe onde que é, eu não consigo pedir a troca das lâmpadas. Então eu faço um pedido, Adiló, falei com o senhor essa semana sobre lâmpadas, por favor, troca as lâmpadas na lagoa do Rizzo. Eu falei com o Meletti e ele disse que estaria providenciando só que já faz 100 dias que estou solicitando Então agora não tem chuva, tem só uma cerraçãozinha. Por favor, vamos resolver esse pedido da Rua Antônio Nomenmacher, no coração do Bairro Desvio Rizzo, que é do lado da lagoa. Obrigado, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PP): Obrigado, vereador Rafael. Eu estou preocupado com os buracos. Eu vou fazer vídeo dos buracos, estou preocupado com os buracos. Eu lá na Oscar Serafini, por exemplo, eu achei os canos. Os canos ficam ali... o depósito na Rua Dr. Assis Antônio Mariane. Fica 150 metros, vereadorr Sandro Fantinel, longe. Levemos nas costas se precisar, os canos. Faz 71 dias que eu estou pedindo e está lá, está lá os canos, está lá a brita e não fazem o encanamento lá que tem umas seis, sete casas que não dá para entrar os carros na garagem. A Dona Fabiana que perde tudo quando chove. E aí eu estou preocupado com os buracos, eu estou preocupado com os canos. Eu não tenho tempo de estar fazendo outra coisa nessa minha vida porque eu sou chamado por tudo e quando eu posto os meus vídeos cada vez aumenta mais porque eles me pedem para ir em tal rua, tal rua, tal rua e eu vou indo, e eu vou indo e eu vou fazendo os meus videozinhos. E gostou, gostou, se não gostou assiste de novo, porque vai ter bastante. Não tem problema, eu só estou pouco ligando para quem acha que eu só faço vídeo em buraco. Vou fazer mesmo, não estou nem aí. O meu papel é esse e vou continuar fazendo. Então assim, por favor, eu estou preocupado. Agora vou reforçar, são três ruas lá que não dá mais para andar, Ivan Antônio Cercato, que leva todo o movimento lá para o Montes Claros, para o Consolação, para o Monte Carmelo, ela está intransitável, depois entra na Carlos Walter Afonso, por favor, lá tem, em um metro quadrado, tem mais de 40 buracos, se foi todo o asfalto! Não dá mais! Não dá mais, as pessoas estão enlouquecidas lá e eu, como vereador, tenho que pedir e vou lá hoje à tarde fazer mais um vídeo. Obrigado, senhora presidente.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Bom, eu quero ocupar, na verdade, esse espaço, por dois momentos, eu quase fui pedir um aparte para o vereador Daniel Santos, ele já estava encerrando, depois eu ia pedir um aparte para o vereador Bressan, mas acabou mudando o assunto, também não consegui. Então, só queria fazer, ainda referência, em relação a essa questão que foi trazida hoje em relação às redes sociais, ao cuidado que a gente tem que ter quando a gente e acho que é isso, vereador Bressan trouxe, agora, a nossa rede, a responsabilidade é nossa. Então, se as pessoas gostam ou não daquilo que a gente faz, dos vídeos, enfim, é só não assistir, está tudo certo, tem várias. Eu que trabalhei em TV muito tempo, quando alguém dizia: “Eu não gosto!”. Gente, criaram o controle remoto há bastante tempo, hoje tem outras grandes possibilidades: bloqueia; cancela; touch; arrasta para cima, enfim, tem uma série de opções, mas a gente não pode admitir, e isso eu falo nós como legisladores inclusive, nós não podemos admitir. E aí eu queria só trazer algo que eu acho que é nossa responsabilidade também, de uma certa maneira, eu sei que cada um tem o seu direito e vai ocupar a rede como quiser, mas nós, aqui, somos hoje, também representantes dos nossos partidos, daquelas pessoas que estão próximas a nós. Então, o vereador Daniel trouxe aqui que há pré-candidatos, inclusive, anunciados como pré-candidatos que têm tido esse tipo de postura, a gente vai poder interferir nas redes sociais deles? Claro que não! Mas eu acho que é nossa missão, também, fazer uma orientação nesse sentido e eu falo isso porque eu me lembro, que não faz muito tempo, alguns meses talvez, eu até encaminhei uma mensagem para um assessor de bancada aqui da Casa, de outra bancada, e disse para ele: “Olha, esse moço que publicou isso aqui em um storie, que alguém me mandou, ele é do partido de vocês e já está se anunciando como pré-candidato e ele está fazendo uma postagem colocando para todo mundo que a vereadora Marisol Santos votou contra tal projeto”. Só para lembrar, pré-candidato e presidente não vota, só em caso de empate. “Então alerta o pré-candidato de vocês de que isso é um problema.” Então, acho que, nesse momento, esses vídeos que eu não tinha conhecimento porque eu, realmente, tento me abastecer nas minhas redes daquilo que eu gosto de ver e não desse tipo de absurdo, mas eu, agora, tive acesso a algumas coisas que me assustaram profundamente, mas que eu acho que também é missão, depois deixa que as pessoas se decidam o que elas querem fazer, mas para orientar que existe uma linha importante entre o que é opinião e o que é injúria, calúnia e difamação. Ontem, aqui, a gente teve um evento, a entrega da agenda do Mob, vários colegas, não muitos, mas alguns colegas nossos estavam aqui ontem e a gente falou sobre isso, o nosso Chefe de Cartório, o Edson Borowski, que esteve aqui falando sobre algumas regras das eleições e a gente falou sobre isso, sobre calúnia, sobre injúria e sobre difamação e também sobre essa questão de desinformação. Acho que a gente pode, na medida do possível, alertar os nossos, porque também é o nosso nome, porque é o nome do nosso partido, é o nome da nossa sigla, o nome da nossa bandeira, de dizer: “Olha, vai devagarinho, não é?” Porque tem um limite entre tu não gostar de alguém e tu caluniar, injuriar difamar dessa forma absurda, porque vai perder um candidato, provavelmente, dessa nominata porque essa pessoa.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Um aparte, vereadora Marisol.
VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Pode ser facilmente responsabilizada. Por favor, vereador.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Perfeito vereadora, o limite que a senhora fala é o crime. É isso e é isso, vereadora Tati, o limite é o crime. Quando eu vi o vídeo, uma coisa quando nós nos criticamos, uma coisa é recortar uma fala de um vereador aqui, criticar um posicionamento. A gente até pode discutir; foi mais forte, não. Agora uma coisa é manipular. E hoje se discute muito a inteligência artificial. E isso não se discute, é crime. Porque hoje é a vereadora Tati. Amanhã é outro. E pau que bate em Chico... Então assim, eu falei com a vereadora Tati ontem, falaria com qualquer vereador. Enfim, então é isso. O limite, vereadora Marisol, é o crime. Nós sofremos, nesta legislatura, em vários momentos. A Casa sofreu. E nós não podemos coadunar aqui. Acho que todo mundo se manifestou, uníssonos, solidários à vereadora Tati nisso. E isso acho que fica de lição. Acho que foi bem pedagógica esta nossa sessão. Que fique de lição para todos nós. Obrigado, vereadora.
VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Imagina. Eu acho que é isso mesmo. O cuidado que nós precisamos ter. Porque hoje a gente pode achar engraçadinho por ser um, entre aspas, adversário político. Mas quem age dessa forma agirá com todos, e a gente precisa tomar esse cuidado. Acho que como nós estamos aqui, hoje, nós também temos essa responsabilidade de pelo menos orientar e alertar os nossos, porque são absurdos que a gente está vendo aqui. Crime, criminosos.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR CLOVIS XUXA (UNIÃO): Senhora presidente, obrigado por deixar eu fazer aqui, através da tribuna. Agradeço a você, presidente. Agradeço a todos os vereadores, colegas vereadores, que estão sempre muito empenhados pela cidade de Caxias do Sul. Este vereador sempre empenhado pelos bairros de Caxias do Sul, sensível às causas mais difíceis que estamos vivendo neste período chuvoso deste inverno que está acontecendo em Caxias do Sul. Dias atrás, a nossa cidade passou por vários e vários alagamentos. O pessoal que mora mais na encosta, acabou perdendo casas, móveis, perdendo quase tudo que tinha por causa de um alagamento que deu. Depois veio o rompimento ali da adutora que traz água ali do Marrecas. Muitos bairros eram servidos por essas águas e ficaram por mais de 15 dias sem água. Este vereador, sensível a essa causa, enviou ao Poder Executivo uma indicação, Indicação nº 2045, solicitando ao Poder Executivo Municipal que realizasse um estudo técnico para ver se tinha condições de fazer essa redução, essa isenção da tarifa da água e até mesmo a isenção do IPTU. Agora, para alegria minha, caminhando na rua, encontrei pessoas satisfeitas por terem essa isenção da tarifa da água. Eu venho aqui para cumprimentar o prefeito municipal, que também é uma pessoa boa, de coração e sensível a essas causas que estão acontecendo aí, essas intempéries, devido a essa grande chuvarada. Foi sensível, atendeu o meu pedido e veio fazer essa redução, então, isenção da tarifa da água. Também os bairro de Caxias do Sul, esses que for atingidos, também vão ter a isenção do IPTU também, para que vocês possam se equilibrar um pouco mais, não pagando este mês, agora, a tarifa da água. A pessoa que gasta cinco metros de água não vai pagar nada este mês, porque terá a isenção da tarifa da água. Aquele que gasta um pouquinho mais, daí paga só o excedente da água. Conversei agora mesmo com o Meletti, que é a pessoa responsável pelo Samae. A gente viu também que ele está com muita alegria, porque tudo depende de leis, e foi viabilizado, foi buscado um estudo, até onde o Samae poderia fazer essa redução, essa isenção aí da tarifa da água e chegamos aí que esse mês então a grande maioria das pessoas desses bairros atingido aí pela água, que não chegava na sua casa devido desse rompimento aí da adutora, mais de 15 dias ficaram sem água, essas pessoas vão ser compensada então aí com a isenção da tarifa da água. Também fico feliz, vereador Velocino Uez, que o senhor luta tanto para aquele pessoal lá de Galópolis e Vila Cristina. Aqui diz que o Samae está isentando a tarifa da água em benefício das pessoas e moradores ali da Vila Cristina e ali em Galópolis também, por 90 dias será feito uma isenção e ainda será, logo após esses 90 dias, feito um estudo para ver como está se comportando esses bairros que ficam na parte baixa de Caxias do Sul para que possa ser refeito esse bairro e dar dignidade para essas pessoas. Então fico muito feliz, feliz mesmo por poder estar ajudando as comunidades de Caxias do Sul, os bairros de Caxias do Sul que sofreram tanto por esse alagamento, sofreram tanto ali para a falta da água onde deu esse rompimento da represa e na mesma hora o nosso presidente Meletti já esteve à frente lá do rompimento e já começaram fazer hoje, até foi desviado aquele rompimento para a estrada para que pudesse não dar mais problemas. Então fico feliz de eu ser parceiro dessa comunidade e fazer essa indicação que veio trazer benefício ao povo dos bairros de Caxias do Sul, o qual eu represento o povo dos bairros de Caxias do Sul. Obrigado, presidente.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR RICARDO ZANCHIN (NOVO): Senhora presidente, caros colegas, na medida do possível, que a sinusite me deixar, vou seguir. Nós vivemos a era da lacração. Meu tema é sobre essa questão que foi abordada hoje com a vereadora Tati Frizzo. E esses dias eu estava ouvindo o programa Pretinho Básico, e tem uma participante chamada Rodaika. Eu vou falar aqui o que eu lembro do que ela disse, mas talvez não pontualmente com as mesmas expressões, mas ela falou em algum sentido de que o algoritmo emburreceu a inteligência, o algoritmo emburreceu a inteligência. Olha, eu não lembro se foi pontualmente isso, eu posso resgatar, mas é mais ou menos isso. Então, a tentativa da lacração ela faz com que o algoritmo seja mais importante do que o próprio conteúdo. Então hoje em dia eu vejo as pessoas sendo avaliadas por seguidores, por curtidas, por likes. Então muitas vezes você fala o nome de uma pessoa e as pessoas entram naquele perfil da rede social e dizem: “Bah, mas ele só tem mil seguidores.” Ou entra no outro: “Pô, esse tem 2 milhões de seguidores.” E parece que a inteligência é medida atualmente pelo número de seguidores. Eu conheço alguns em redes sociais que tem mais o de um milhão de seguidores que é só bobagem, é pura bobagem, mas uma asneira de, assim, fazendo lá um suco, uma coisa, 500, 200 mil curtidas, sei lá quantas mil curtidas. Isso é uma pena, porque em breve nós vamos ter que separar a inteligência artificial da burrice real, nós vamos ter que separar a inteligência artificial da burrice real. Então muito cuidado com a lacração. E foi falado aqui, estão preocupado com o vídeo, o vídeo, o vídeo. O vídeo não é problema, o vídeo pode ser por lacração ou por propostas. Uma arma, se eu pegar uma arma qualquer, não sei, eu não entendo de armas, mas vou falar, aqui, um revólver 38. O problema é a arma? Ou essa mesma arma na mão de um policial é uma coisa e essa mesma arma na mão de um assassino é outra coisa?
VEREADOR FELIPE GREMELMAIER (MDB): Permite um aparte, vereador?
VEREADOR RICARDO ZANCHIN (NOVO): O vídeo feito, que nem o vereador Bressan falou dos vídeos, o problema é o vídeo? Não. Quantos vídeos o senhor Bressan faz de denúncias, de fiscalização? Agora, tem vídeo de difamação também. Então o problema não é o vídeo. Uma faca. Uma faca, a mesma faca na mão de um assassino e na mão de um masterchef, o problema é a faca? O vinho, a cerveja, o uísque.Para quem toma um garrafão de vinho por dia e para quem toma um cálice de vinho por semana, o problema é o vinho? O remédio que eu estou tomando para curar uma sinusite ou qualquer remédio, se eu exagerar, não vira uma droga? Não vira um problema?
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Um aparte, vereador Zanchin.
VEREADOR RICARDO ZANCHIN (NOVO): Então, o que eu peço, senhores, e reforçando a fala da nossa presidente, a imprensa, senhora presidente, é muito importante porque dá a validação, a senhora falou gente troca o canal, mas a rede social não se troca o canal, a rede social hoje já tem um vício endêmico, vício endêmico, é só você ir a qualquer sessão, seminário, congresso, palestra, plenário lotado, eu já vi aqui plenário lotado e 200 pessoas olhando para o celular. Calma, não é... É muito importante validar na boa imprensa, porque ali tem o jornalismo, tem a pesquisa, mas realmente não é só não ver o vídeo. Não, hoje é um vício endêmico. Então, eu quero fazer voz e reforçar a palavra da nossa presidente, muito cuidado porque uma lacração para virar crime é um toque só. Seu aparte.
VEREADOR FELIPE GREMELMAIER (MDB): Vendedor Zanchin, de forma bem breve, até para não ocupar o tempo final do senhor, mas eu acho que o que vem acontecendo e, nesse momento, é a vereadora Tati, isso está revestido de desonestidade intelectual. Acho que isso é o pior. Isso é desonestidade intelectual porque são pessoas que sabem o que estão fazendo. Fazem de propósito, sabendo que é mentira, sabendo que é ofensivo, sabendo que é difamatório e mesmo assim atuam para convencer do mal outras pessoas. Isso chama-se, na minha visão, desonestidade intelectual e não é pouca gente que faz isso.
VEREADOR RICARDO ZANCHIN (NOVO): Obrigado, Felipe. Desculpa vereador, não vai ser possível. Mas não vamos confundir, nós estamos entrando, então, para concluir, senhora presidente, a inteligência artificial com a burrice real. Obrigado.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Senhora presidente, caros colegas vereadores. Eu vou trazer à tona um assunto que acho importante. Eu participo da Frente Parlamentar de Apoio a Universidade Federal em Caxias do Sul, sempre fui um defensor e nas minhas falas eu sempre disse que não tem nenhum motivo contra a nossa luta e a criação da universidade federal na região da Serra. E me chama a atenção que o Pioneiro hoje, no mirante, na página do nosso ilustre jornalista Ciro Fabris, ele expõe, porque todos nós sabemos que a UCS, está acontecendo a eleição hoje... A UFRGS, aliás, UFRGS, melhor dizendo. Obrigado, vereador.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Um aparte depois, vereador.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Uma eleição para reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e me chamou atenção que eles apontam com estranheza ou desconhecimento a nossa luta porque já fizemos várias reuniões. Esse assunto aqui na Serra é discutido há muitos anos e recentemente ele está na nossa mesa, tivemos reuniões públicas, e espero que seja um desentendimento, um mau entendimento, uma informação errada que foi passada, porque me surpreende a UFRGS dizer que não tem conhecimento da nossa luta e da nossa necessidade, que estamos pleiteando a universidade federal para Caxias do Sul. Então, eu queria fazer esse registro da minha preocupação e da minha surpresa, espero que seja uma desinformação.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Eu lhe pedi um aparte, vereador.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Vereador Rafael, por gentileza.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Vereador Cadore, eu posso dizer com propriedade esse tema porque é um tema que eu trago do meu movimento estudantil e também oito anos presidindo a frente parlamentar e agora consolidando essa luta. Vereador, eu acho que tem muita gente, não estou falando do senhor, que está invejando porque sabe que é uma cerejinha do bolo a questão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul aqui na serra. Então tem muita gente invejando. Quando a gente fala sobre a questão da reitoria, a reitoria obedece à ordem no Ministério da Educação e eles estão em um momento político dentro da instituição, que se têm várias vertentes dentro, como acontece que na Universidade de Caxias do Sul, concorrendo às chapas. Aquele dia, quando eu falei da tribuna, vereador Cadore, sobre a questão do campus 8, hoje eu posso afirmar que era uma questão que eu já sabia e eu sei de muitas coisas que eu não posso falar nesse momento. Eu não posso falar e não posso abrir aqui para os vereadores, nem para a comunidade, que é assunto que está sendo tratado no MEC com a deputada Denise, junto ao Ministério da Educação e é assunto nosso assunto, que está sendo tratado e a gente não pode abrir agora tudo com o como é que está sendo tratado, mas uma coisa eu posso garantir para todos que estão me assistindo pelo canal 16, TV Câmara, para o senhor e para todos aqueles que estão colocando em dúvida, a UFRGS será em Caxias do Sul e o ano que vem iniciará os cursos na Serra Gaúcha. Nós teremos uma universidade pública querendo, talvez, quem ganhar reitoria, ou não, está consolidado pelo governo federal com recursos empenhados. Eu só não posso abrir todos os detalhes aqui, fiquem na curiosidade, esperando os próximos detalhes. Obrigado.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Obrigado, vereador Rafael, pela contribuição. A minha luta continua em prol da universidade federal de Caxias do Sul e espero que... Há um desencontro de informações e que isso realmente, que o Pioneiro colocou, não seja verdade. Era isso. Meu muito obrigado.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Senhora presidente, colegas. Eu refleti, hoje, toda a manhã ouvindo atentamente meus colegas e confesso que eu estou muito preocupado, eu não sei se é um desabafo ou uma preocupação. Vários assuntos, cobranças legítimas, conquistas legítimas e aí eu me pergunto, vi que o vereador Dambrós disse: “Bah, estão falando que agora fizeram isso porque é ano eleitoreiro e eu nem estou podendo fazer isso na minha comunidade.” Quando o vereador Bressan falou ontem, anteontem, que da chuva, eu fui subprefeito, muitos problemas eu atribuo sim à chuva porque eu fui subprefeito, principalmente, na questão dos buracos, o senhor sabe, fico até com receio dos subprefeitos em não poder dar retorno para a comunidade quanto aos patrolamentos, quem dirá os alargamentos que eu queria fazer quando me propus a ir de coordenador. Hoje vai ter lá em Galópolis esclarecimentos, no sindicato, sobre a reconstrução, eu espero que alguém também esclareça alguma coisa de quando vai ter uma máquina no Rio, que eu já falei. Domingo eu estive em Galópolis, vereadora Marisol, é muito difícil para mim, o povo espera respostas de quem se propôs ir lá pedir votas, de quem se propôs a ir lá pedir votos na época. Porque se nada acontecer, vereadora Marisol, nos próximos dias, em tom de brincadeira agora, eu vou começar achar, por exemplo, uma vez dois amigos foram à praia, um que nunca tinha ido perguntou para o outro, vou fazer um exemplo do Bressan, “se isso fosse vinho, teria um copo para mim?” e o amigo disse: “se sobrar.” Senão, vou começar acreditar nisso: se sobrar vai ter alguma coisa lá para o Velocino, que, talvez, é muito fiel, muito correto, sabe esperar. Mas a comunidade não quer mais esperar. Está em um sufoco, vereador Fiuza, foi isentado a água. Os morros foi dito que vão cair no pleino, o rio vai levar embora. E o povo quer respostas! Eu venho daquele tempo, vereador Cadore, que se plantava trigo e se guardava para depois vir a trilhadeira, mas nós sempre colhíamos o que nós plantávamos. Há quatro anos atrás eu ajudei a semear uma baita lavoura de trigo, vereadora, minha amiga, Marisol, e foi colhido a fartura. No dia 24, professor, que é o dia que, se o meu pai estivesse vivo, seria seu aniversário, os antigos dizem que é o melhor dia para podar as roseiras. Eu podei e plantei rosas vermelhas para colher rosas vermelhas. E quando nos próximos dias vir os anúncios, que não semeie, vereador Fiuza, que eu sou um colono nato aqui dentro, com muito orgulho, quando não semeia tal semente, não se pode esperar colher a outra. O bom entendedor sabe do que eu estou falando. Quando se despreza, na vida da gente, que vou fazer agora, dia 16, 36 anos de casado, uma mulher verdadeira, correta, um amor verdadeiro, uma amizade verdadeira, por uma aventura, poucos eu conheço ter uma caminhada sucedida e com sucesso, vereador Felipe. Então é uma preocupação do governo que quer e precisa entregar mais que a gente se propus e quer, tem vontade. Vontade não falta, mas não se pode deixar de lado a caminhada de uma história que se fecha uma porteira de quem ajudou nesta caminhada. E a comunidade de Galópolis precisa de resposta. Quando eu vejo conquistas aqui de alguns colegas, eu fico feliz, porque eu represento toda a cidade, e não só os 800 votos de lá, mas o povo de lá é uma situação ímpar, ou é o rio, ou são as encostas. E eles precisam que eu, representante nato deles, que eles apostaram, mais forte, vereador Rafael, no mínimo tenha respostas senão fica difícil. E eu volto de novo, se sobrar para o Velocino... mas eu plantei rosas e vou colher rosas.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PP): Obrigado, presidente Marisol. Vereador Velocino, eu vou dizer que eu não poderia deixar de ocupar a tribuna depois do seu pronunciamento, não poderia, porque a gente tem que refletir justamente o que — eu penso assim, vai de cada um — o que realmente o vereador está aqui para fazer e para representar à comunidade. Porque nas palavras do Velocino a gente entende, está resumido e entende que nós somos cobrados, que a gente precisa dar resposta, que a gente é quem está lá no bairro. E da universidade federal, que eu vou pegar essa partezinha aqui, foi o que eu falei ontem na tribuna, e graças a Deus o jornal não me desmentiu em nada. Eu dizia da minha preocupação, sou favorável, minha preocupação que não estavam sabendo, que agora a notícia de hoje eu cheguei ler e reler ela, que diz uma parte ali: “Olha, se quem é reitor não está sabendo, imagina nós que somos diretores.” E aí, tem mais uma questão, vereador Cadore e vereadora Tati, que são os 60 milhões, que eles até falaram: “Mas como que foi anunciado esse valor de 60 milhões se nós ainda temos que fazer a seguinte posição.” Porque se o dinheiro vem, tem que ser repartido. Então, assim, não são os 60 milhões simplesmente para colocar os cursos, ou para construir universidade, ou para melhorar o campus, que já estaria previamente construído, se é o Campus 8, porque ele precisa se manter. É que nem quando se coloca uma UBS ou uma escola, e por isso que eu sou tão favorável à ampliação de escola, por quê? Porque tem um corpo diretivo, tem a entrada de água, tem a entrada de luz, e se nós ampliar aquela escola nós vamos estar tendo uma economia porque ela fica com o mesmo corpo diretivo, ela fica com a mesma entrada de água, com a mesma entrada de luz e amplia para o serviço naquele mesmo local dar mais condições para mais estudantes ir ali estudar. Então, eu sou favorável às ampliações, do que ter novas, porque a gente tem diverso aí, não vou citar agora, mas a gente tem diversos exemplos que têm escolas que são tão próximas que poderiam ter virado só uma e era muito melhor, era muito mais bem cuidada pela comunidade, e às vezes fica no abandono e acaba daí abandonando o prédio. Então a minha preocupação foi nesse sentido com a universidade federal. E a minha outra preocupação, que eu trouxe aqui, que é pela questão das ruas, dos buracos, que estão intransitáveis e eu torno sempre a vir até aqui e trazer essas situações é porque eu tenho que dar a resposta para a comunidade. Eu sou cobrado pela comunidade e quando a gente vem para a tribuna, estar aqui ocupando esse cargo, as pessoas têm que nós sabemos de tudo. Então quando eu venho aqui e falo, um exemplo da universidade federal, que eu não tenho tanto conhecimento quanto outros colegas, é porque eu tenho que ir lá e responder para eles: “Olha está dessa maneira, está desse jeito.” Quando eles me cobram dos buracos eu tenho que dizer: “Olha teria que fazer em vez de ser um tapa-buraco jogado de cima do caminhão, teria que fazer o recorte, fazer a fresagem e colocar uma capa asfáltica nova que aí ela vai durar mais tempo.” Quando a UBS não é entregue no tempo determinado, que as pessoas ontem estavam me cobrando e eu fui lá e deu a coincidência de ser no dia sete a entrega, as pessoas estavam dizendo: “Mas Bressan, e agora vai ser quando?” Porque elas tinham aquilo na placa, aí elas estavam me cobrando a data da placa. Aí eu fui lá e eu não me lembrava da data da placa e deu bem certo que era dia 10/07. Só que quando eu estava lá na frente, vereador Rafael, muitas pessoas ali me conhecem, que é do lado praticamente da minha casa e elas vieram, atravessaram a rua e vieram: “Vereador Bressan, estava esta data. E agora? Vai ser qual data?” Então, vereador Zanchin, é nesse sentido, sabe? O vereador também serve, e muito, para dar a informação para a comunidade. E eu preciso vereador Cadore, informar o quanto mais próximo da verdade possível. Se for daqui a 90 dias, fala “é daqui a 90 dias.” que daí eu vou dizer “90 dias” e as pessoas vão aguardar esses 90 dias para me cobrarem novamente. E a questão das ruas que eu trouxe, que elas tão intransitáveis, lá da minha região, isso é diário porque elas passam com o caro todo dia para ir para o trabalho e para voltar do trabalho e aí elas vão me cobrar todos os dias, quando que vai fazer aquele recapeamento. Então, por isso que eu tenho que fazer essas cobranças que a gente vem fazer aqui. Não é por maldade. Não é para chegar aqui e criticar. É para a gente poder ter a informação correta e passar para as pessoas que mais nos cobram e elas têm essa ligação direta com o vereador da região. Muito obrigado, senhora presidente.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR LUCAS DIEL (PRD): Obrigado, presidente. Nobres colegas, todos que nos assistem. Eu queria me manifestar também quanto ao tema trazido pela vereadora Estela e desde já me solidarizar a vereadora Tati. Dizer que a gente falou brevemente aqui, mas eu acho que é um tema que a gente deve se debruçar quanto à questão das redes sociais, da manifestação. Eu sempre defendi um ambiente, de Câmara de Vereadores, um ambiente digno, um ambiente onde a fala, em que pese, não ser tão formal quanto um tribunal, com V. Exa... a gente deve usar essa nomenclatura aqui porque nós estamos aqui representando o povo, representando os eleitores, representando os cidadãos. Então a gente tem que ter um ambiente... Aqui se dar ao respeito, mas também exigir o respeito da sociedade. Eu sei que as redes sociais, como bem falou o professor Zanchin, ela abriu para comentários diversos e todo mundo se acha no direito de insultar a todos e falar, mas a gente tem que também saber essa linha tênue entre o que é opinião e o que é crime, o que é injúria. Nas eleições passadas a gente se preocupava muito com as Fake News, o pessoal começava a fazer notícias falsas e se jogar e assim lançada por robôs inclusive, uns para atrapalhar outro candidato, outros para monetizar, o outro para, enfim, criar uma tese. Mas agora um assunto também começa a preocupar, a questão da própria inteligência artificial que inclusive nós podemos usar a própria voz da pessoa para transformar em um vídeo falso. Então vejam os mecanismos de defesa que todos nós, políticos vamos ser ter, mas qualquer profissional vai ter que ter para demonstrar que aquilo não era a minha fala ou foi um recorte da minha fala, que foi... Então esse é um assunto que nós temos, sim, que debater, debater na sociedade, mas nós com enquanto políticos temos que defender a nossa classe e mostrar que nós estamos fazendo aqui um trabalho sério, um trabalho de representação da nossa sociedade. Enquanto estava no Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil, nunca deixei e sempre estimulava o bom debate, nunca falar mal da sua categoria. Eu me lembro que tinha um político, inclusive um vereador de outra legislatura que ele era político, fazia o trabalho político e se dizia na sociedade que não era político para justamente justificar às vezes uma crítica, um debate e estimulando a sociedade a falar mal da categoria. E isso nós não podemos compactuar, esse é um ambiente aqui de respeito, um ambiente onde a gente debate diversos assuntos e assuntos de interesse social, interesse comunitário, legislação, fiscalização, homenagens, enfim, uma série de assuntos que são importantes e relevantes à sociedade, que devem ser tratados com o máximo respeito. A crítica, ela pode vir? Pode vir, mas não pessoalizada e não de forma criminosa, a infâmia, a difamação, enfim, tudo aquilo que é considerado pela legislação como crime. E também, compactuo com a manifestação do vereador Felipe, todos os atos que vêm em desabono ou pessoalizados devem ser tomadas todas as medidas judiciais cabíveis. Se levar à última circunstância porque a gente não pode deixar esse debate e assim a desmoralização de uma classe que já está há muito tempo desmoralizada. Mas, nós não podemos compactuar e temos que sim elevar o debate nas câmaras de vereadores, nas assembleias legislativas, nas câmaras federais, respeitando as pessoas, porque respeitando o colega nós estamos respeitando a sociedade. Era isso, presidente.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Um aparte, vereador.
VEREADOR LUCAS DIEL (PRD): Seu aparte.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Bom dia a todos. Só para reforçar o quanto as redes sociais são criminosas, eu, nesta semana, tive duas situações bem claras. A primeira, clonaram o telefone de uma amiga minha, de uma conhecida da família, e tentaram me subornar. Eu só não fui, não entrei na fria porque o banco bloqueou. Eu recebi uma ligação de um pai também, que colocaram a foto do rosto da filha e a foto do corpo de uma outra mulher, colocando a filha em uma situação de muita dificuldade. E eu, para encerrar, concordo plenamente com a fala do vereador Zanchin, temos que estar atentos, as argumentações são sólidas e concretas. Muito cuidado, muita seriedade e muita responsabilidade. Aliás, é tudo aquilo que eu tento passar na minha vida e na minha fala. Era, isso meu muito obrigado.
VEREADOR LUCAS DIEL (PRD): Era isso, obrigado, presidente.
Parla Vox Taquigrafia
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Bom, acho que muito foi falado sobre o ocorrido, mas eu quero pegar na questão da... eu quero falar sobre a questão da linguagem, porque somado ao fato dos ataques, que são criminosos, e acho que o limite sempre... E muitas vezes nós falamos aqui na Casa sobre liberdade de expressão, que também é um debate complexo para a gente fazer, e o limite da liberdade de expressão é o crime. E mesmo assim, bom, mas se eu quero atacar, que se eu quero ousar ser criminoso, mas daí eu vou lá nas minhas redes, posto um vídeo da vereadora Tati com a inteligência artificial e vou responder. Tudo bem, daí ela vai me processar, fui eu que postei, que não é o caso, como de um ataque vil. Então isso mostra o grau de torpeza e de perigo, e de perigo, isso é um alerta. Mas não é a primeira vez, isso já aconteceu em outras vezes, e fiquemos alertas, acho que isso é importante. Mas, somos homens e mulheres públicas e precisamos estar atentos a isso e a outras questões também que, por exemplo, a questão da linguagem. Hoje mesmo na sessão e em muitos momentos nós temos que ir nos adaptando a termos, a ações, a condutas que no passado eram... Eu cito sempre o vereador Lucas Diel porque acho que é o que sabe mais falar idiomas aqui, para pegar a questão da linguagem, sei que fala inglês e fala alemão. E quando eu falo da linguagem, não é só no sentido de falar outras línguas, mas é entender a linguagem como algo em contínua mudança, as palavras, os termos. E enfim, a Câmara é um espaço que a gente usa da narrativa e das palavras a todo tempo e por isso que nós temos que ir se adaptando. E às vezes a gente diz: “Não, mas isso é uma bobagem.” Não é, até porque nós somos exemplos naquilo que a gente fala, na forma que a gente fala, nas nossas expressões. E lógico que às vezes a gente quer falar de uma maneira mais dura ou não, então nós temos que ir aprendendo. E acho que a sessão hoje foi muito boa, produtiva, pedagógica, vamos aprendendo uns com os outros e é importante saber que às vezes a gente erra, volta atrás, dá para pedir para tirar dos Anais, isso aconteceu hoje aqui. E enfim, não é mi-mi-mi, não é mi-mi-mi, várias coisas não são mi-mi-mi, elas afetam. Quando a gente fala do termo de inclusão, há anos atrás a gente falava classe especial, a gente falava... Enfim, os termos vão mudando, vão avançando, e que bom. E por isso que a Câmara, que é um espaço de reflexo da sociedade precisa se adaptar a todas essas questões, inclusive a inteligência artificial, inclusive a inteligência artificial. E presidente, por fim, antes de passar aparte, que a senhora siga com o pulso firme nessas questões daquilo que compete a esse espaço, por exemplo, com o colégio de líderes, para que ninguém agrida a legislação eleitoral e enfim, que a gente siga trabalhando dentro do que a democracia estabelece. Seu aparte, vereador.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Vereador Lucas, se tem gente... Eu me solidarizo com a senhora, vereadora Tati, mas se tem gente que já sofreu ataques, sou eu. Eu estou calejado nisso e estou aqui dentro, quanto mais ataques, mais a gente cresce, pode ter certeza. Ia até pedir um aparte para o vereador Zanchin, a pessoa não está mais aqui presente no plenário agora, mas eu sofri muito dessa pessoa, inclusive. Inclusive, eu lembro que botou até a foto do vereador Lucas Caregnato com o filho no colo e o endereço da casa do vereador Lucas enquanto ele era presidente do Conselho Municipal de Educação. Sofreu ataques. Parecem “Madalena Arrependida”. Que bom, que bom que agora vem todo pianinho falar, mas eu também já sofri ataques. Mas, vereador Lucas, eu quero só aproveitar... e vereador Uez, me sensibilizar com a sua fala vereador. Olha, quem planta ventos, colhe tempestades, e como o senhor disse: quem planta flor, colhe flor. Sucesso ao senhor, vereador Velocino, e minha solidariedade ao seu desabafo.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Vamos lá, gente. Acho que é isso, vamos discutir a cidade, vamos construir. E só destacar, semana que vem nós temos um evento bem importante nessa Casa o Summit Eleições. Vai ser sexta e sábado, e colegas vereadores e vereadoras, um dos temas é inteligência artificial e legislação eleitoral. Então se vocês não puderem vim, as assessorias, as coordenações de partido, as assessorias de bancada são pessoas especialistas nessa área... Acho que a sessão de hoje mostra a importância de nós nos atentarmos sobre essa problemática. Obrigado, presidente.
Parla Vox Taquigrafia
Ir para o topo