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Durante a visita, a parlamentar constatou que as obras ainda não foram iniciadas, apesar dos recursos destinados ao projeto e do prazo anunciado pela Prefeitura para o início dos trabalhos.
Em 2024, a Câmara Municipal aprovou a Lei nº 9.117, que autorizou o repasse de R$ 7 milhões do Samae para a aquisição de 20 lotes e construção de 40 casas. Entretanto, conforme denúncia apresentada pela vereadora ao Ministério Público, os recursos teriam sido utilizados na compra de terrenos, sem a execução das moradias previstas.
A situação preocupa porque as famílias permanecem em uma área de risco, frequentemente atingida por enchentes, como ocorreu em 21 de setembro deste ano.
Daiane já encaminhou denúncia ao Ministério Público solicitando a apuração das possíveis irregularidades na aplicação dos recursos e providências para garantir a segurança das famílias.
A vereadora reforçou que seguirá fiscalizando e cobrando do Executivo Municipal o início das obras e uma solução definitiva para os moradores da Vila Sapo.