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A manifestação de Eduardo Vargas, representante do Instituto Matheus Rocha, que esteve na tribuna do Legislativo caxiense nesta terça-feira (24/03), chamou a atenção dos parlamentares. “A gente não quer nada dado. A gente só quer suporte para garantir uma vida plena”, afirmou, pedindo uma salva de palmas a todas as pessoas com Síndrome de Down e, em especial, aos familiares, os quais “lutam, todos os dias, para a realização de nossos sonhos”.
O integrante do Instituto Matheus Rocha veio ao plenário porque esta é a Semana Municipal de Conscientização sobre a Síndrome de Down, conforme estabelece a lei ordinária nº 8235/2017. No último sábado (21/03), também foi celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down. Eduardo entende que a legislação precisa acompanhar as demandas das pessoas com Trissomia 21. Por isso, os parlamentares, na sua opinião, devem continuar presentes na vida dessas. “Não parem de legislar. Acompanhem quem tem T21. Estejam sempre presentes na vida das pessoas com T21 e seus familiares. Hoje, não se discute se a pessoa com Síndrome de Down é capaz ou não. Essa discussão está ultrapassada. Ela é capaz. A gente quer meios para exercer a nossa capacidade”, reivindica Eduardo, lamentando que é 14 vezes mais difícil as pessoas com deficiência conseguirem se colocar no mercado de trabalho na comparação com quem não é deficiente.
O Instituto Matheus Rocha possui o objetivo de impactar a vida de pessoas com a síndrome, a partir de conscientização dos pais, profissionais e comunidade no geral, por meio de palestras, cursos e encaminhamento de indivíduos mais capacitados para auxiliar na obtenção de melhor qualidade de vida a pessoas com deficiência. Mais informações obre a entidade em: https://www.instagram.com/p/Cgxfi4bOmJ4/
Ainda durante a sessão ordinária, foi mostrada uma matéria da TV Câmara sobre leis que atendem as pessoas com Trissomia 21. Confira: https://youtu.be/hyK7x-viTFQ?si=UKZsr1ysg0QgeARE
A Síndrome de Down é uma alteração genética causada pela presença de um cromossomo a mais (o par 21). Por isso, também é chamada de Trissomia 21 e não deve ser tratada como doença.