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A vereadora Rose Frigeri/PT voltou a defender a implantação de “botões do pânico” nas escolas, medida que visa acionar as autoridades de segurança quando há sinal de ameaça no ambiente escolar. Nesta quinta-feira (28/08), a petista retomou a proposta devido a casos recentes de violência em Caxias e em outras cidades do Estado.
De acordo com dados recolhidos pela Secretaria de Segurança Pública gaúcha (SSP-RS), até junho de 2025, foram registrados mais de 1,5 mil casos de violência no ambiente escolar, dois deles de violência extrema. O primeiro, em Caxias do Sul, quando uma professora de Inglês foi esfaqueada por alunos. Além dos casos registrados, Rose acredita que, na realidade, o número é maior, devido à insegurança que professoras e alunos têm em relação ao registro na polícia.
Temendo que os casos venham a aumentar no município, a parlamentar retomou as discussões sobre o projeto de lei 43/2023, que propõe a instalação dos dispositivos nas escolas da rede pública do município e privadas. Como professora, ela acredita que esta é uma medida econômica e eficaz para interceptar ataques.
Na oportunidade, também convidou os colegas vereadores para que busquem tratar da pauta do bullying em seus mandatos. Entre os problemas que se agravam com a prática, Rose teme pelo aumento de casos de depressão que, segundo ela, são consequências dessa violência.
Andressa Marques/PCdoB pediu aparte para cobrar o Executivo pela inclusão de mais profissionais de Serviço Social e Psicologia para atender à rede pública de ensino. Ela argumenta que professores e professoras têm cumprido funções pelas quais não foram contratados, incluindo a de chamar familiares de estudantes para tratar de questões legais.
Veja também o resumo da TV Câmara Caxias: