VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Bom, presidente, colegas da Mesa, eu volto agora para falar sobre essa questão da homenagem. Que coisa linda quando a gente tem a oportunidade, vereador Bizzy, de reconhecer, a cidade reconhecer pessoas que tiveram uma trajetória na cidade, que foram importantes para a cidade, na formação da sua família, enfim. Então, sempre que a gente tem essa oportunidade nós ficamos extremamente felizes. E eu recebi... Quando foi será, Rafael? Ano passado? Começo deste ano? O Rafael Giovanella, que está aqui com a gente, me mandou uma mensagem perguntando como funcionava essa questão para a gente poder prestar essa homenagem. Então, hoje a gente está aqui, neste momento, para fazer este reconhecimento tão importante. Quero ler para vocês, na Exposição de Motivos, um pouquinho mais do seu Claudino, para a gente conhecê-lo.
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
Claudino Ângelo Casiraghi nasceu no dia 1º de junho de 1921, em Santo Antão, Morro Cristal, 3ª Légua.
Casou-se com Regina Antônia Fachin no dia 21 de junho de 1949. O casal teve seis filhos (cinco filhas e um filho, dos quais dois já são falecidos).
Claudino, carinhosamente chamado pelos netos e filhos de "Nono Claudino", foi um dos fundadores da comunidade de Santo Antão.
No ano de 1965, mudou-se para Nossa Senhora das Graças, na 5ª Légua. Trabalhou como agricultor, tendo como principal cultivo a uva. Além disso, manteve uma pequena vinícola no porão de sua casa, que ainda existe, mas não está mais em funcionamento.
Sempre dedicado à comunidade de Nossa Senhora das Graças, na 5ª Légua, desempenhou diversas funções, como churrasqueiro, atendente na copa e coordenador da sociedade durante muitos anos.
Contribuiu ativamente para a aquisição do terreno onde foi construída a Escola Senador Teotônio Vilela
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Da qual eu tenho a maior alegria de dizer que, inclusive, fui professora. Quando fui profe da rede municipal, foi a minha primeira escola.
Claudino faleceu no dia 14 de outubro de 1995 e está sepultado no cemitério da comunidade.
A antiga casa onde viveu permanece conservada, embora esteja desocupada, sendo cuidada pela nora e pelos netos de Claudino. Seu último endereço foi na mesma rua, no número 3.200, atualmente residência de sua nora Vitalina Bernardi Casiraghi e de seu falecido filho Luiz Casiraghi.
Seus descendentes e os moradores da região estão solicitando que a rua que dá acesso ao local onde o Sr. Claudino residiu por 30 anos seja registrada como: Rua Claudino Ângelo Casiraghi.
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Atenciosamente,
Documento assinado eletronicamente em 04/04/2025 às 15:12
MARISOL SANTOS - Vereadora - PSDB
(Ipsis litteris – Legix)
Não preciso nem terminar dizendo que a última frase fala aqui que, por se tratar de justa homenagem, a gente espera contar com o apoio de todos. É óbvio que é uma justa homenagem, por isso pedimos essa aprovação, também mais uma vez unânime. E fazendo um agradecimento muito, muito, muito especial ao Rafael, que eu já citei, que está aqui conosco hoje, mas também às filhas: a Iria; a Claudete; a Lídia; a Salete; ao marido da Iria, o Luís Carlos. Muito obrigada por estarem conosco. E muito obrigada por me oportunizarem, hoje, como parlamentar, como vereadora, a fazer essa homenagem, que nos emociona, não só a vocês, a todos nós, justamente porque a gente sabe que quem trabalha muito, quem luta muito pela cidade, pela formação da comunidade. E esse relato, colegas vereadores, que foi lido aqui na Exposição de Motivos, não parece com muita gente que a gente conhece? Que trabalha na comunidade, que é atendente de copa, que é churrasqueiro, que se envolve na festa da comunidade. A nossa cidade, o nosso município foi formado por pessoas assim. Então, acho que nada mais justo, neste momento, homenagear o seu Claudino com o nome dessa rua, que tem toda a história dele e da família. Por isso, eu peço o voto dos colegas vereadores, presidente.