VEREADOR ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Senhor presidente, em primeiro lugar, agradeço ao vereador Fiuza pela cedência do espaço. E quero, no espaço aqui que a gente tem, falar primeiro sobre uma questão crucial para a nossa juventude, vereador Fiuza, que é a questão da falta de empregos. Eu pediria para o pessoal baixar um pouco o meu microfone aqui, deve estar um pouco alto demais. Em setembro, o Caged, que é o cadastro que é divulgado mensalmente pela Universidade de Caxias do Sul, Cadastro de Desempregados, mostra que Caxias do Sul teve um decréscimo no número de empregos de 0,09%. Isso mostra que a crise está cada vez... Ela se estagnou e houve pouca melhora no que se refere ao número de vagas de empregos. E quem tem sofrido muito com a falta de vagas de empregos são os nossos jovens. A nossa juventude tem sofrido demasiadamente. As oportunidades estão escassas para eles no mercado de trabalho. Eles estão desassistidos, desesperançados e muitos desalentados. Quer dizer, é aquilo que até os especialistas em adolescência chamam de geração nem, nem, que é a geração que nem trabalha, nem estuda. E a gente carece no país, e Caxias do Sul não é diferente, de ações mais efetivas e concretas para ajudar a nossa juventude. E me causa estranheza, vereador Elói Frizzo, que, no orçamento que foi protocolado aqui, agora no final do mês para o ano de 2020, a Coordenadoria da Juventude, que tem como titular da pasta o jornalista Lucas Guarnieri que, aliás, com as condições que tem, faz um grande trabalho na Coordenadoria da Juventude, pasmem, tem um orçamento para 2020 de R$ 490,00 no ano, no ano, a Coordenadoria da Juventude, que é uma coordenadoria ligada à Secretaria de Segurança Pública e Proteção Social. A Coordenadoria tinha já um orçamento ínfimo para este ano, de R$ 1.200,00 e, para o ano seguinte, para o ano vem, o orçamento de R$ 1.200,00 passou para R$ 490,00 no ano inteiro para a Coordenadoria da Juventude. Olha o desafio de quem está à frente da Coordenadoria da Juventude tem para trabalhar. Quer dizer, se dividir isso por 12 dá R$ 40,00. Um folheto, um banner, uma ação, enfim, o que poderá fazer a Coordenadoria da Juventude em Caxias do Sul com um orçamento de R$ 490,00? É isso que está estabelecido naquilo que foi protocolado aqui no final agora do mês e vai valer para o ano que vem. A gente pode ainda fazer emendas, mas, de qualquer maneira, é ridículo, esse é o termo, é ridículo um orçamento de R$ 490,00 no ano – R$ 40,00 por mês –, para uma coordenadoria, que eu julgo importante, que é a Coordenadoria da Juventude. E que tem a frente um menino que é muito trabalhador, muito interessado, preside o Conselho da Juventude, que é o jornalista Lucas Guarnieri. Ele tem uma experiência nessa área e, fora as posições ideológicas, partidárias, enfim, o Lucas consegue fazer um trabalho bacana nessa área. Mas com R$ 490,00 por ano vai fazer o que na Coordenadoria da Juventude? Vai ficar mendigando recursos? Troca aqui; põe ali para fazer um folder, um material, uma campanha, enfim. Enquanto isso é bom que a gente se lembre, se o orçamento da Coordenadoria da Juventude é esse valor de R$ 490,00 no ano, R$ 40,00 por mês, é bom lembrar o orçamento das diárias de 2020 do Gabinete do Prefeito, Procuradoria Geral do Município e secretarias. O orçamento para diárias do prefeito no ano que vem previsto no orçamento, R$ 10.420,00. Claro que vai fazer relocação dessas diárias. Quer dizer, R$ 10.420,00 em 10 meses, este ano, o prefeito já gastou R$ 73.686.00 entre ele e o vereador Chico Guerra, seu chefe de Gabinete. Trinta e três mil para um, R$ 40 mil para outro. A previsão para PGM é R$ 39.130,00; Habitação R$ 34 mil; Fazenda R$ 6.490,00. Quer dizer, esses são os valores previstos para diárias. O valor para publicidade... É bom que as pessoas deem uma olhada bem atentamente ao orçamento do ano que vem para ver quais são as prioridades fora a saúde, educação, segurança, que é o que todo mundo fala, mas qual é a prioridade desse governo para melhorar, minimizar, o sofrimento da nossa juventude. Quero trazer também que a nossa juventude, vereador Cassina, precisa de capacitação, os jovens precisam de capacitação. Nós precisamos achar alternativas de dar a eles acolhimento. Muitos dos nossos jovens estão procurando um primeiro emprego. As empresas precisam cumprir a Lei de Cotas de Jovens Aprendizes, é a Lei 10.097, lá de 2000, que prevê que as empresas de médio e grande porte devem destinar aos jovens de 14 a 25 anos vagas. Existe uma demanda de 4.370 aqui em Caxias do Sul. Três mil essa demanda está sendo cumprida. Sobra ainda, falta ainda o cumprimento de 1.370 vagas. Então nós temos potencial para 1.370 vagas em nossas empresas para a contratação de jovens como menores aprendizes. Os números do CIEE, que é um dos órgãos que faz a admissão de estagiários, os números são preocupantes. Em busca de um primeiro estágio estão 20.788 jovens; em busca de uma primeira oportunidade, 16.536. Enfim, uma primeira oportunidade como jovem aprendiz. Nós temos 37 mil jovens na fila de espera do CIEE e, fora isso, a gente acompanha trabalhos como o Projeto Pescar, por exemplo, em unidades do São José, Diamantino, Consolação, unidade de empresas como Visate, Pompéia. Bairro São José, por exemplo, que eu seguidamente vou lá, conheço os instrutores, as equipes que trabalham, os empresários, tem em média 300 inscritos para 20 vagas – Diamantino, Consolação e Bairro São José. E os projetos que estão são em empresas, como Pompeia e Visate, são os mais procurados, mil inscritos para 25, 30 vagas. E boa parte desses jovens, vereador Kiko, saem empregados desses projetos. Boa parte desses jovens, em torno de 80% deles, são os que ajudam as famílias financeiramente porque são famílias que não têm renda superior a três salários mínimos. Então, vejam como são importantes esses programas de profissionalização, capacitação, indicação, acolhimento dos nossos jovens para o mercado de trabalho. Quer dizer, é importante sim, a gente pensar em políticas públicas para a nossa juventude. Nós precisamos de mais vagas do Sistema S, e não fechamento de escolas, como aconteceu com o Senai José Gazolla. Nós precisamos de mais vagas em grandes e médias empresas para jovens aprendizes de 14 a 24 anos. E o Município poderia ajudar mais nisso, porque um orçamento de 490 reais por ano na Coordenadoria da Juventude, enfim, é pequeno. Sei que a Coordenadoria não trabalha só a questão do emprego, mas é fundamental, sim, trabalhar em Caxias do Sul a questão do emprego. Eu tenho informações, por exemplo, de que a unidade Pescar da Visate, em função da crise financeira que a Visate tem enfrentado, ele temporariamente vai ser desativado no ano que vem. Então, são 27 jovens a menos em cursos de profissionalização e capacitação. A Visate vai desativar temporariamente, foi confirmado, em função de uma crise financeira. E também o Pescar do bairro Consolação vai deixar de existir, vai passar para as mãos da Alefan, mas teremos menos vagas ainda para cursos profissionalizantes, capacitação da nossa juventude. Então é preocupante, realmente, que nós tenhamos na cidade de Caxias do Sul milhares de jovens desempregados, sem uma primeira oportunidade de emprego, sem a devida capacitação, desorientados. Estudando no Ensino Médio e não sabendo o que vão fazer quando encerrar o Ensino Médio, para onde vão, sem uma oportunidade num curso superior, sem oportunidade de trabalho. E aí cooptados, evidentemente cooptados pelas drogas e pela violência, pelos traficantes. É isso que os nossos jovens, o destino dos nossos jovens, o destino de muitos de nossos jovens, principalmente os carentes. Então, quero desde já, eu lhe agradeço a cedência deste espaço, vereador Fiuza. A minha preocupação em relação a essas questões todas que envolvem a nossa juventude, mas principalmente o nosso gabinete está estudando uma emenda de a gente incrementar a verba para a Coordenadoria da Juventude aqui de Caxias do Sul, 490 reais é um valor indecente, é ridículo um orçamento como esse, um valor como esse destinado a uma coordenadoria tão importante como a Coordenadoria da Juventude. Eu peço uma declaração de líder, senhor presidente, para poder seguir num outro assunto, eu troco de assunto aqui, quero falar também a respeito da questão dos combustíveis aqui em Caxias do Sul. Quero falar de forma muito serena, como consumidor, porque na semana passada, há quinze dias, a nossa a gasolina comum e a gasolina aditivada estavam em quase R$ 4,50. Quatro e cinquenta era o preço do combustível aqui. Quatro e cinquenta, quatro e cinquenta e cinco. Alguns postos mais – né? − bonzinhos baixavam o preço para R$ 4,40. De repente um dos, uma das redes baixou o preço dos combustíveis, e aí ficou uma bronca entre os outros postos, que alegam que quando baixa, quando alguém baixa sistematicamente, baixa consideravelmente é dumping. Quer dizer, quando baixa preço, mesmo assim é punido, é dumping. Este é o termo do momento: dumping para quem baixa preço dos combustíveis. E o Procon inclusive faz averiguação, as denúncias são feitas até no Ministério Público. Baixou de mais, é dumping. Acontece que baixou, os outros os outros postos também baixaram o preço dos combustíveis. E baixou de R$ 4,50, R$ 4,60 para R$ 3,99, R$ 3,98, R$ 3,97, abaixo de R$ 4. E isso foi de um dia para o outro. Um dia a gente dormiu com R$ 4,50 de combustível na gasolina comum e aditivada; no outro dia a gasolina estava R$ 3,99, estava beirando os R$ 4, que é um valor absurdo ainda, mas, de qualquer maneira, houve uma diminuição no preço dos combustíveis em torno de 50 a 60 centavos em alguns casos. Bom, o consumidor ficou feliz, os preços todos os postos… Raramente algum posto não baixou. Em qualquer posto de combustível em que fosse abastecer, tinha ali um preço abaixo de R$ 4. O que eu repito: ainda é um absurdo. Nós já tivemos gasolina, em outros tempos, a R$ 2 e, de repente, nós temos gasolina a R$ 4. E a gente já está achando R$ 4 bom, né, perto do preço que estava. De uma hora para outra, em dois dias, o combustível subiu de novo. Quer dizer, de R$ 3,99, R$ 3,98, das promoções que os postos diziam que estavam fazendo… De um dia para o outro, o preço dos combustíveis passou de R$ 3,99 para R$ 4,50, R$ 4,60, num dia ou dois. Essa oscilação de preços, abaixo de R$ 4 reais e daqui a pouquinho, em um dia, acima de R$ 4,50, é que deixa o consumidor perplexo, confuso. Realmente, qual é o custo do combustível em Caxias do Sul? Onde é que tem uma grande alteração no mercado internacional que possa refletir no preço dos combustíveis? Que essa tem sido a desculpa inclusive dos donos de postos, do Sindipetro, que é o sindicato que representa a categoria. Tem alguma alguma política, alguma decisão, alguma ação em nível federal que influencia nas refinarias, que depois influencia na compra do combustível? Teve alguma alteração? Eu não fiquei sabendo de nada, mas teve essa oscilação de preço, baixando de R$ 4,50 para baixo de R$ 4 reais e, de um dia para o outro, acima de R$ 4,50. Então isso é uma… Eu considero isso uma vergonha, um desrespeito ao consumidor, um desrespeito ao consumidor. Imagina aquele cidadão que precisa do carro para trabalhar, e aí tu tens a gasolina R$ 4,60 em Caxias do Sul. Brincadeira. Então o Sindipetro, inclusive, baseado em uma postagem que fiz nas redes sociais, o Sindipetro me mandou um recado, sem assinatura, sem assinatura, não sei quem mandou esse recado, mas estava lá o símbolo do Sindipetro. Não sei se foi a assessoria de imprensa, se foi o presidente, se foi o estagiário, se foi o responsável de comunicação. Cobrando, reclamando de uma postura minha, de uma fala minha a respeito dessa oscilação dos preços dos combustíveis. Olha, eu recomendo ao Sindipetro… Eu não participo de janta do Sindipetro, não tenho relação com ninguém desse sindicato, não preciso do Sindipetro. Eu recomendo à direção do Sindipetro que vá e explique para o cidadão comum, que pague uma publicidade de uma emissora de rádio, que use suas redes sociais para explicar ao cidadão comum qual é o motivo da oscilação de preço, por que quando querem baixam para baixo de R$ 4, e depois, passam acima de R$ 4,50. Pare de gastar energia comigo, de mandar mensagem indireta, sem assinatura. Gastem energia explicando para o cidadão comum, o cidadão que precisa, para a população o porquê dessa oscilação e o porquê de um preço de R$ 4,60 hoje, vereador Frizzo, e em Farroupilha um preço menor que a gente. Em Garibaldi um preço menor, em Carlos Barbosa um preço menor. E Caxias do Sul, o maior preço de combustível tem no estado praticamente. Então, recomendo ao Sindipetro − que eu sei que tem gente qualificada e bem remunerada para isso − que explique para a população, que gaste a sua energia explicando para a população essas oscilações de preço, por que a gasolina de Caxias é a mais cara, é uma das mais caras do estado. Tem seu aparte, vereador Frizzo.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Vereador Meneguzzi, assim, ó, quem está há muito tempo aqui na Câmara… Esse é um assunto recorrente, né? Eu me lembro de muitas falas do ex-vereador Marcos Daneluz relativas a essa forma de se conduzir dos postos de Caxias do Sul. E sempre foi uma articulação muito bem-feita, porque inclusive o Ministério Público, todos tentaram – né? − fazer com que houvesse uma redução, pelo menos ao nível dos preços das cidades vizinhas ou da capital, da região metropolitana. Mas aqui sempre teve um esquemão aí, e por mais que a gente tentasse, denunciasse… Porque o frete não pode ser. O custo, todo o argumento é que os postos de Caxias do Sul, enquanto os de Porto Alegre vendem 600 mil litros, eles vendem 150 mil. Só que isso aí eu gostaria de ver comprovado na prática. Que por isso o custo deles seria maior, né? Mas todos sabem que nós somos prisioneiros de duas grandes redes de postos de gasolina, que atuam com postos no estado inteiro, no Paraná, Santa Catarina e tal. Então, essa questão do custo é muito, muito, muito… É um argumento muito fraco. Agora, essa das promoções, então, essa é de dar gargalhada, né? “Porque é uma promoção que alguns postos estão fazendo.” Aí tu baixas de R$ 4,40 para R$ 4, R$ 3,90. Promoção? Não entendo qual o tipo de promoção. A coisa bem dirigida, né? Em dois postos tem, no outro não tem. Não sei, ué, porque se é promoção tem que ter em toda a rede, não é, vereador Meneguzzi?
VEREADOR ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Está bom. Obrigado, vereador Frizzo. Para encerrar o meu espaço, fora isso que o vereador Frizzo falou, porque o pessoal não troca inclusive nem a parte de marketing. Quer dizer, a promoção é R$ 3,90, daqui a pouquinho a gasolina está R$ 4,50 e está lá escrito promoção ainda. A promoção é R$ 3,90 ou a promoção é R$ 4,60? Então o Sindipetro poderia gastar energia explicando isso. Por último, quero repudiar aqui, não sei se houve uma alteração, porque neste momento está havendo um café da manhã entre o governador e os deputados líderes da Assembleia Legislativa, essa decisão de cota única por IPVA em janeiro. Aliás, o vereador Eduardo Leite nós já estamos em novembro e as ações do governador Eduardo Leite são: continuar pagando o parcelamento do servidor e anda espichando, está piorando o parcelamento. Dar um milhão para cada um dos deputados através de emendas parlamentares, quer dizer, 55 milhões previstos no orçamento do ano que vem, um milhão para de lambuja para os deputados fazerem proselitismo político nas suas bases eleitorais. E agora nos premia com cota única para o IPVA e ainda com o secretário da receita, sei lá o que é o secretário do Estado fazendo comparações, mas já era assim. Não, o governador Sartori baixou. Diminuiu o prazo, mas não fez isso.
VEREADOR EDSON DA ROSA (PMDB): Concede o aparte, vereador.
VEREADOR ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Então cota única para IPVA em janeiro avisando isso dia 4 de novembro. Quer dizer, quem se organiza para suas férias para o final de ano como é que vai se organizar agora? Como é que vai se organizar agora? O fluxo de caixa de cada um de nós, que nós temos e que o governador tanto fala? Então realmente é parcelamento de salários espichado, 55 milhões para deputados para emendas, agora parcelamento ou cota única para o IPVA e perdão da dívida de juros e multas para empresários que não pagam ICMS. No mesmo dia anuncia cota única para IPVA e no mesmo dia perdão para as empresas não pagarem juros e multas do que devem do ICMS. É brincadeira! Esses onze meses chega a ser lamentável. Eu lamento muito mais que o meu partido faça parte desse governo. Seu aparte, vereador Edson.
VEREADOR EDSON DA ROSA (PMDB): Vereador Alberto, parabéns por essa sua manifestação, vou me cingir na parte do não parcelamento do IPVA, porque no início do ano não é só IPVA. A organização financeira de cada pessoa é IPVA, é IPTU, tudo vence no início do ano. A rematrícula nas escolas, material escolar, é tudo. Esse é um grande problema, porque a gente sabe da situação do Estado, mas discute com a população. Está tendo uma reunião agora com a base aliada, por quê? Isso pegou como uma bomba para todos nós. É para todos nós, atinge todo mundo. Tomara que o governo e todos os seus aliados revejam esse posicionamento do não parcelamento. Até porque na entrevista ontem na Gaúcha, eles disseram que significa 5%. É uma contrariedade o secretário da receita dizer que é só 5% que não parcelava. Então existe uma incoerência nisso tudo que não dá para entender. Nesse sentido não foi bem o governador.
VEREADOR ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Espero que nesse café da manhã que está acontecendo agora com os líderes e presidentes de partidos aconteça uma reversão dessa situação principalmente do IPVA já que não foi discutido com nenhum líder da Assembleia. Não foi discutido com os presidentes de partidos muito menos com a base do governo Eduardo Leite na Assembleia Legislativa. Mostra uma decisão intempestiva do governo e de desrespeito com a população. Muito obrigado, senhor presidente. Era isso e obrigado mais uma vez, vereador Fiuza, pela cedência do espaço.