VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Senhor presidente, senhoras e senhoras vereadoras. Nós estamos apresentando aqui um voto de pesar conjunto, da bancada do PSB, conjuntamente com o vereador Velocino Uez, em razão do falecimento ontem do Juliano Uez, neto do ex-vereador desta Casa Amadeo Uez e que faleceu na Bahia, com pouca idade, ...
VEREADOR VELOCINO UEZ (PDT): Vereador...
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): É irmão inclusive da nossa candidata a vereadora, mais votada, inclusive, no nosso partido, a Jocélia Uez. Então nesse sentido estamos apresentando esse voto em nome dos quatros vereadores. Eventualmente se algum vereador também tem conhecimento com relação à família Uez quiser assinar junto conosco também fiquem à vontade, pessoal. Então lamentar profundamente o falecimento do Juliano. Era um rapaz novo, tocando os negócios da família na Bahia e sofreu uma parada cardíaca. Jogando futebol, não é, Velocino? Jogando futebol e lamentavelmente nos deixou e deixa também toda uma família muito triste e desamparada, Então, nesse sentido, é que apresentamos o voto. Se o vereador quiser se referir também.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PDT): Vereador, obrigado pelo aparte. Também agradeço o partido por me dar essa oportunidade de fazer esse voto junto, sensibilizado com a família. A família que já vem de três situações parecidas. Sensibilizamos pela forma de ter perdido um parente, aos 24 anos. Da mesma forma se tratando do mesmo assunto também em cima não da mesma pessoa, estarei protocolando hoje um voto de pesar também a Luiz Manfro, que é um dos fundadores da Capela São João da 4ª Légua, 92 anos. Sensibilizamos nós com a perda da família e a esposa também, a professora Linda Manfro, que hoje carrega o nome lá do colégio Arlinda Lauer Manfro. Então este vereador também estará protocolando voto de pesar à família de Luiz Manfro. Seria isso, obrigado, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PMDB): Vereador Elói, um apartezinho, por favor. Gostaria de assinar junto esse voto para o familiar do nosso colega e vereador Velocino Uez.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Presidente, de repente, se o senhor me permite, poderíamos, quem sabe, por deliberação de V. Exa. fizemos um voto conjunto então de todos os vereadores.
PRESIDENTE ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Pois não, deferido.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Obrigado.
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VEREADORA ANA CORSO (PT): Senhor presidente, senhora vereadora, senhores vereadores. Eu estou um voto de congratulação a três médicos cubanos que estão deixando o programa Mais Médicos. A Dra. Yamilet Silveira Fuentes, da UBS Salgado Filho; o Dr. Julio César Cardoso Vidal, da UBS Esplanada; Dr. Pedro Pablo Cuesta Alvarez, UBS Campos da Serra. Está encerrando os seus contratos de três anos, estão retornando ao seu país de origem, que é Cuba
E a gente gostaria de ler, então, um pequeno recado que foi deixado pela coordenadora do programa que participou até 2016, a Ruth Ordovás, onde ela diz o seguinte:
 
Gratidão é sentimento pequeno para agradecer tamanha solidariedade, atenção, disponibilidade afetiva e uma humanidade do tamanho do mundo no atender nossos usuários do SUS, seja aqui em Caxias do Sul, seja no país inteiro. Médicos que chegaram aqui em 2014, mas que o Município foi cadastrado em 2013. Médicos humanos que tinham empatia com o seu paciente, despidos de preconceitos e de pré-conceitos. Sofreram discriminação por parte de muitos colegas brasileiros, mesmo assim seguiram a sua missão. Nas pessoas desses médicos – que eu já citei –, a doutora Iamilê, Júlio César e Pedro, o nosso respeito, afeto e solidariedade. Agradecimento pelo trabalho que prestaram aqui nas UBSs de Caxias do Sul.
 
Conto com o apoio dos nobres colegas. Era isso. Obrigada.
 
 
 
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VEREADOR KIKO GIRARDI (PSD): Bom dia, presidente. Bom dia, Mesa Diretora. Bom dia, vereadoras, vereadores, quem está nos assistindo. Não tem como deixar de repercutir dois assuntos que estão na ordem da semana. O primeiro é sobre a audiência pública ontem. Por um lado, ontem, como o secretário Mallmann falou que o policiamento comunitário está garantido, mas por outro lado também fica a preocupação daquelas situações que eles tentam impor, de rastreamento, onde o PM vai estar, o que ele fez o dia todo. Isso aí nos deixa preocupado também que são exigências que, às vezes, não é a função do PM estar fazendo relatório de onde ele passou, com quem ele conversou, o comércio que ele foi. Então, como diz o major Ribas, isso aí foi demandado ao comando maior de Porto Alegre, que lá eles vão analisar essas questões. Mas acredito e tenho fé que não seja por causa dessas coisas que o policiamento comunitário deixa de existir. Mas ficou bem visível, ontem, o descontentamento de toda a comunidade quando se...

 

 

joga na imprensa, se joga uma coisa, né, que poderá, que poderá ou não. Deixa a interpretação de várias formas é onde a população fica alvoroçada e fica muito preocupada. Nós, como vereadores, todos nós vereadores temos essa preocupação e sabemos da importância que tem o policiamento comunitário. Então não podemos deixar que esse convênio deixe de existir porque a comunidade também faz parte deste convênio. Então são três entes: é o estado, é o município e a comunidade. Sendo que, desde quando eu era presidente de bairro na região, lutamos. Na época, veio de Porto Alegre... Veio o Michels... Não me lembro qual outro que nós conversamos e, quando conseguimos para a nossa região, foi muito comemorado. Então não podemos aceitar pacificamente que isso seja desmontado, seja desfeito. Sabemos a dificuldade que tem o comando com falta de policiamento, de policiais, mas também sabemos que o município também tem que fazer a sua parte. Pelo que o secretário falou não vai existir rompimento, aquelas cláusulas que me deixam um pouco preocupado. Também fica a preocupação da relação péssima que fica – não é impressão, é verdadeiro –, entre Executivo e Legislativo. Existe uma barreira, algum vácuo no meio que não está certo e faz mal para a comunidade. Isso aí está me incomodando, deixando muito mal e não tem, às vezes, o que responder na rua sobre certos questionamentos, porque está um jogo de intriga que só faz mal para a comunidade. Então isso aí, acho que nós temos que começar a rever a nossa postura, a postura também do restante do município para que isso pare de acontecer. Quem perde é a população. Esse joguinho que quanto pior melhor, quem sofre é a população. E nós somos representantes da população. Outro assunto também que eu esperava que muita gente viesse comentar e, de certa forma, como representante do povo e como pessoa que também usa, a família usa, a maioria da minha família usa também, as UBSs, é a abertura da UPA. Nós não estamos aqui como situação e oposição. Nós somos representantes do povo. E tem que se comemorar que, de fato, foi assinado este convênio de terceirização. Seja terceirização ou não que funcione, que atenda bem a população. Dessas 279 vagas, são pessoas desempregadas que vão poder estar aí enviando o seu currículo. Aonde, todo mundo sabe, vai em torno de R$ 1.800.000,00 por mês, por mês. E tenho aqui, infelizmente, no meu pensamento que a contrapartida do Estado e da União vai ser complicado. Então o prefeito, com certeza, está sabendo que vai ter que arcar sozinho com isso aí, está ciente com certeza. Mas fica também a preocupação que estão sendo, pelo que está vendo, penalizada outras áreas para que seja aberta a UPA. Torço que não. Mas acredito, pelo que está acontecendo até agora, a educação que o prefeito tanto fala, mas as coisas estão andando muito devagar, andando muito devagar. A gente sabe que têm alguns projetos... Tem pedido deste vereador também, (03:32) muito devagar. Então a preocupação é que esteja sendo tirado da educação, do esporte, de próprias outras áreas da saúde, com essa não negociação com os médicos, também, venha prejudicar em torno só de abrir a UPA. Também, vamos ver logo ali, a semana que vem, qual é o salário que vai ser contratado os médicos. Aí nós vamos poder ver um parâmetro, ter um parâmetro, se o salário que essa empresa vai contratar os médicos. Um salário mais alto, então, significa mesmo que o salário estará defasado. E, se os médicos aceitarem um salário quase igual ao que ganham hoje, aí a gente sabe quem é o culpado. Aí vamos ver... Aí vai ser um divisor de águas na contratação desses novos médicos. A preocupação, também, quanto a isso é que têm pessoas maldosas que usam as redes sociais na hora do desespero, na hora que todo mundo está procurando o seu emprego. Tenho certeza que vários vereadores aqui fizeram, anunciaram nas suas redes sociais, as vagas que vão existir para a UPA. E, também, que vários de nós noticiou, colocou que, a partir da semana que vem, segundo a empresa falou, que vai noticiar qual será a empresa que vai receber os currículos e vai selecionar. Aí têm pessoas maldosas que dizem, que fazem muitas pessoas já começarem ir até a UPA Zona Norte entregar currículo. As pessoas ficam nos perguntando, dizendo: “Vereador, mas o senhor está omitindo a verdade. O que está acontecendo?” Porque está nas redes sociais que é para quem quiser enviar currículo e ir até a UPA zona norte que lá estão recebendo os currículos. Então fica às vezes aquela desconfiança de nós, vereadores, que colocamos nas redes sociais, disponibilizamos as informações corretas, que é a nossa obrigação, e as pessoas ficam na dúvida e estão correndo, muitas delas, para UPA zona norte. Então que fique bem claro, que a população tenha certeza que todos nós vereadores, com certeza, há interesse de divulgar para a população qual é a empresa e quando vai ser começado a receber os currículos e ali selecionados. Então, senhor presidente, para não ficar repetitivo, muito obrigado.

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VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Senhor presidente, senhoras e senhores vereadores. Pessoal que nos acompanha aqui do plenário e também através da TV Câmara. Antes de nós entrarmos no assunto que a gente vai conversar hoje eu quero fazer apenas uma observação, já que fui citado ontem na audiência pública. Realmente este vereador fez duas indicações, uma no governo Alceu e outra agora no governo Guerra, dizendo que ao renovar o convênio do policiamento comunitário deveria constar lá – que já devia ter constato no primeiro convênio e não agora, mas enfim sempre é tempo – um relatório, ao final do mês, do GPS, do rastreador, onde a viatura esteve. Sucinto, imprimir. Teve no bairro tal, tal dia, no bairro tal, tal dia. Por que isso? Porque quando se faz um convênio se pressupõe a obrigação de ambas as partes. O município está cumprindo a sua pagando aluguel, pagando combustível, e o estado, naquela época, se comprometeu a colocar viatura, policial e fazer a ronda naqueles bairros. Nada mais do que isso nós pedimos. Não estamos pedindo para fazer relatório, para dizer com quem conversou, quem abordou. Isso é trabalho da Brigada e nós não temos nada que nos meter. Então tenho que concordar em alguma coisa com o secretário Mallmann, mas sou obrigado a discordar de muita coisa. Que não se use essa indicação, que é para melhorar, que é para aperfeiçoar o policiamento comunitário como um pretexto para acabar o policiamento comunitário. Não vamos inventar essas coisas porque tem muita... O governo larga uns balões de ensaio mal e depois não sabe como sair do brete.
VEREADOR ALCEU THOMÉ (PTB): Um aparte, vereador.
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Já lhe concedo. Então eu aviso que domingo vai chover e então preparem o caminhão do Samae para molhar os canteiros de novo. Quer dizer, nós estamos se perdendo até no arrumar desculpa.
VEREADORA PAULA IORIS (PSDB): Um aparte também, vereador.
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Então a posição deste vereador é muito clara e vou continuar a transparência. A obrigação dos dois lados é importante. Por quê? Um bairro que tem uma estrutura melhor como o Cinquentenário, como o Colina Sorriso, como alguns outros bairros, eles se organizam, a população tem condições, através de grupo de WhatsApp, e passam a interagir junto com o policiamento comunitário. Agora, eu sou obrigado a me preocupar com aquele bairro mais humilde, distante, onde as pessoas não tem capacidade de organização e que ao andar pela cidade e pelos bairros chegou uma época aí que não se via mais a viatura fazendo a ronda do policiamento comunitário. Então vamos deixar bem claro, policiamento comunitário é uma proposta muito boa, muito interessante, tem que continuar, tem que ser fortalecida e não vamos arrumar pretexto e desculpinha para enfraquecer ele. Vamos avançar, vamos avançar com esse controle, com algum retorno para a sociedade, que quem paga esse serviço, em última análise, é o contribuinte. E esse contribuinte engloba a todos, não é apenas os bairros mais abastados e sim toda a comunidade de Caxias do Sul que está ajudando a pagar essa conta. Seu aparte, vereador Thomé.
VEREADOR ALCEU THOMÉ (PTB): Obrigado, vereador. Eu também assino embaixo isso aí porque na oportunidade também eu tinha o rastreador no meu carro, porque eu tinha o carro locado, porque nós saíamos cedo para a feira. A princípio parecia que era um desconforto, mas como a gente sai para trabalhar e tem que estar no trabalho, não tem nenhum empecilho. Se está no trabalho tu, nunca vais ter nenhum empecilho para estar só ligando o rastreador quando tu sai lá da secretaria. Então, para mim, acho que é importante que tenha, acho que só quem quer desviar o trajeto, fazer algum outro trajeto, porque, senão, não tem problema nenhum. Não se vê problema de só chegar lá e quando sai ligar o rastreador. O rastreador vai dizer onde tu estás, onde tu foste, qual é o horário. Então, acho que não vejo nenhum empecilho para que se coloque esse rastreador para saber qual é o trabalho que estão fazendo dentro da comunidade. Se estão prestando ou não estão prestando o trabalho.
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Exatamente. Obrigado, vereador Thomé. É isso que nós queremos. Esta Casa tem o papel fiscalizador, então, ainda no governo Alceu, no nosso governo eu apresentei essa indicação e a repeti no governo Guerra, para não dizer que a gente só fez essa indicação agora. E continuo com a mesma posição. Isso não tira a autonomia da Brigada, não tira a autonomia de deslocar viatura de um bairro para outro, enfim, isso é uma operação que cabe à Brigada Militar. E nem nós queremos que a viatura fique lá estanque o tempo todo estacionada, ou só naquele bairro. Mas quando alguém da comunidade nos reclama, especialmente os presidentes de bairro: “Ah, nós não vimos a viatura.” Bem, está aqui, ela esteve em tal dia, em tal hora ela passou pela rua tal. É isso que nós queremos. Seu aparte, vereadora Paula.
VEREADORA PAULA IORIS (PSDB): Bom dia a todos. Vereador Adiló, eu sou testemunha que sempre que V. Exa. se referiu a esse tema foi de uma forma construtiva. Eu acho que tudo nesta vida depende do olhar que a gente tem. O controle é uma coisa positiva que serve para a gente gerir, administrar, melhorar. A fiscalização nem sempre é uma coisa negativa, muito pelo contrário. Então, eu acho que uma coisa é termos o controle, termos informações para poder fazer gestão sobre essas informações. Agora, burocratizar é impedir o trabalho. Nós já temos exemplos demais, exemplos das diretoras nas escolas, que a gente volta e meia fala – não é, vereador Edson? – a gente vê em diversos... O serviço público por si só, a burocracia entrava. Então, ontem, ficou muito claro aqui o que a nossa população espera. Todos se referiram, quiseram ocupar esta tribuna, elogiaram o policiamento comunitário, reconhecendo que tem coisas para melhorar. Ninguém, em nenhum momento, não reconhece isso. Agora, se não acabou ainda, nós não podemos deixar entrar nessa armadilha de que a burocracia seja uma condição para ele continuar. O controle é diferente. Então, parabéns, vereador.
VEREADOR EDSON DA ROSA (PMDB): Concede um aparte, vereador?
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Obrigado. Já lhe concedo, vereador Edson. Nós fizemos uma economia rigorosa de consumo de combustível na Secretaria de Obras, em toda frota do município e nunca questionamos o combustível que a Secretaria de Obras, que gerencia, que era para o policiamento comunitário ou para os órgãos de segurança. A gente sempre preservou aquele orçamento, porque achamos que é um investimento indispensável e, agora, não se começa, então, já a cortar o combustível, exigir excesso de burocracia para inviabilizar aquilo que deve ser avançado e melhorado. Seu aparte, vereador Edson.
VEREADOR EDSON DA ROSA (PMDB): Perfeito. Primeiro, parabenizar tanto o vereador Rodrigo Beltrão como a vereadora Paula Ioris pela excelente audiência pública de ontem, à noite. Pude ficar aqui até as 20h20. Mas, vereador Adiló, a ferramenta de gestão ajuda as instituições a se organizarem. Ficaram até um pouco milindradas as relações, porque a Brigada Militar tem essa condição de fazer esse controle indiferente... É notório que as instituições, quando elas participam de um convênio, elas têm seus mecanismos de controle. Essa questão toda era algo até que poderia ter sido dispensado na fala de ontem, porque causou até um certo mal estar, em determinado momento, para o major da Brigada, que representando o Comando, fica em papo de aranha, porque vai dizer o quê? Mas, enfim, penso que ontem ficou evidente o fortalecimento, cada vez mais, do policiamento comunitário, porque é uma estratégia inclusive para a Brigada na sua ação repreensiva, que precisa e dá flexibilização para essa corporação. Então, vereador Adiló, V. Exa. sempre é propositivo nas suas ações, e penso que a citação incompleta, na noite de ontem, não foi muito correta com relação a sua pessoa.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Permite um aparte, vereador Adiló?
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Obrigado, vereador Edson. Se cria um mal estar, se lança um balão de ensaio para ver a reação da comunidade depois se arruma as desculpas mais estapafúrdias. Seu aparte, vereador Elói.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Chamou atenção, vereador Adiló, a fala inicial do secretário da Segurança, vereadora Paula. Com uma postura eu diria até surprendente, porque ele deu a impressão de que ele veio contra a orientação do governo. Ele veio ali para dar a cara a tapa, foi isso que ele falou. Cara a tapa. Ele fez um esforço para vir de Porto Alegre e tal para estar presente na audiência e tal. E ficou cozinhando, cozinhando o galo ali não falou absolutamente nada. Então nesse sentido o que a gente percebe mesmo é a postura especialmente do secretário de confronto com alguns vereadores e parece que pegou aquela história daquele KGB. Ficou muito irritado com a história da KGB. O primeiro serviço que a KGB prestou para o gestor parece que furou a (...) Talvez com informações que não completas. A grande manifestação na cidade, trancou estacionamento, chamou carro do Samae e assim por diante. Então nesse sentido parece que o serviço de inteligência...
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Gostaria de uma Declaração de Líder para continuar. Pode continuar.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): serviço de inteligência, vereador Adiló, da nossa valorosa, briosa Guarda Municipal de fato parece que não funcionou. O seu teste de início das suas atividades não funcionaram, mas o que ficou claro ontem, não tinha como não perceber. Eu estava com compromisso familiar, mas não deixei de ficar ligado no canal 16, onde eu estava, logo depois de sair daqui, foram os pronunciamentos da comunidade, vereador Adiló. Pronunciamentos firmes, firmes. Começou com o rapaz do Cinquentenário, de defesa do policiamento comunitário e eles demonstrando a relação que se estabeleceu com os PMs nas comunidades e que eu sou testemunho lá no meu bairro no Jardim América. Inclusive policiais que participam lá do nosso policiamento comunitário estavam aqui presentes. Então cumprimentos, vereadora Paula, vereador Rodrigo, pela organização dessa audiência ontem à noite.
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Ok, muito obrigado.
PRESIDENTE ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Vereador Adiló, o senhor já continua em Declaração de Líder.
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Só cumprimentar então o vereador Rodrigo, a vereadora Paula pela brilhante audiência, oportuna e conte com este vereador em apoio ao policiamento comunitário para melhor, para aperfeiçoar, jamais regredir. Obrigado. Eu vou hoje... Como está se discutindo, está evoluindo no Congresso cada meia hora eles mudam a estratégia. A gente vai mostrar alguns dados aí de quanto custa um deputado, quanto custa esse Congresso que tem alguns bons deputados, bons senadores, mas que na média deixa a desejar e está decepcionando toda a população brasileira. Antes de entrar nisso, eu quero falar que ontem eu peguei só o final da entrevista do presidente Temer e me chamou atenção coisa que eu nunca vi. Acho que está decreto o império dos bancos aqui no Brasil, porque o presidente da república falar de uma tribuna com o emblema do Banco Santander na frente, vamos dar o nome, porque apareceu na imprensa toda, eu não tinha visto. Em país nenhum, nem nas repúblicas de quarta categoria eu vi o presidente da república, autoridade maior do país, fazendo propaganda de um banco. Então está decretada aqui a república dos bancos. Nós estamos... Em vez de usar o brasão da república, em vez de usar o símbolo maior desse país, nós vemos o presidente chegar a esse ponto de fazer uma palestra com a propaganda de um banco. Nada contra o Santander. Não frequento, não tenho conta. Não conheço a administração, mas não pode um presidente de uma nação soberana, autônoma, chegar a esse ponto. E aí a gente viu que ontem os deputados ensaiaram várias manobras, não conseguem achar o time certo porque no fundo, no fundo, o que eles querem é se proteger. Eles querem se perpetuar no poder, manter o fórum privilegiado. Não estou falando dos cem por cento, mas é uma maioria. Ontem felizmente não teve quórum, não conseguiram votar. Então aí vem o Distritão. O Distritão misto, o Distritão com o voto na legenda. A bolsa eleição de 3,6 bilhões. Então a gente trouxe alguns dados aqui parar reflexão. Porque se falou inclusive: “Não, mas nós vamos botar a bolsa de 3,6 bilhões, mas nós vamos baixar 10% do salário do deputado”. Como se isso fosse a solução. Então a gente vai ver que o salário é uma das rubricas, e quanto custa mais ou menos um deputado federal. A gente tomou como base aqui o Rio Grande do Sul, porque é onde a gente tem mais acesso e onde nós temos o direito do voto, aonde o cidadão tem a oportunidade de interferir alguma coisa. Não adianta nós trazermos aqui os dados do Rio de Janeiro, de São Paulo, que nós não temos poder nenhum de mudar essa realidade. Então está aqui. Eles custam, hoje, um bilhão. Aí nós queremos botar mais 3,6 bilhões em cima para fazer campanha. Para ver o tamanho do absurdo. Está aí, um deputado federal, o salário que se propõe agora baixar 10%, que daria 3.376.000,00 de redução, mas olha o que se tem aí: auxílio-moradia, ajuda de custo, 92 mil para contratar os seus assessores. E veja bem que esses 92 mil depois tem a contrapartida da Casa. Isso aqui é apenas o salário, depois vêm todos os reflexos que não estão embutidos aqui, e que custa qualquer servidor, como custa para nós aqui também. Não é apenas o salário, tem todos os reflexos. A cota parlamentar, que pode ir de 30 a 45. Os nossos gaúchos gastaram 40.875, ficaram dentro da média. Um custo total de 172.297. Se nós formos falar em baixar 10% de todo o gasto, Ok., até ajuda um pouco, mas não apenas dos 3 mil e poucos. Pode passar. Nós temos, então, 31 deputados federais, gastando uma média de 40. Isso aí é passagem aérea, combustível, aluguel de carro, telefonia, manutenção, divulgação de mandato. Por isso que eu digo, o povo questiona e critica o salário. O salário não é o problema. Se desse 100 mil para um deputado de salário, daria um gritedo que Deus o livre, mas ele custaria muito mais barato ele se virar com todas as despesas. Aí eles iam fazer economia em algumas rubricas. Agora, falar que dá R$ 100 mil de salário para um deputado cai a casa, mas seria bem mais econômico, mais transparente. Pagaria imposto de renda sobre o salário, coisa que não paga sobre as outras rubricas. Apenas o salário tem desconto do imposto de renda. E aí o gasto, mais ou menos, então. Isso aqui não é apenas criticar por criticar, mas é o momento de se fazer uma reflexão. Têm alguns deputados que justificam e honram o seu mandato, mas alguns realmente estão lá... E ver se eles precisavam se servir do petrolão. Com todo esse custo, com todo esse gasto, ainda sangrar o País da forma que sangraram. E agora, no apagar das luzes aí, que está expirando o prazo para fazer a reforma para a próxima eleição, já que usaram nós vereadores de cobaias no último pleito e não funcionou, agora eles querem encontrar uma saída para justificar o financiamento público de campanha. E ao ponto, ontem, do disparate de eles proporem colocar o anonimato da contribuição da pessoa física. Isso, sim, é a cereja no bolo, a pessoa física poder contribuir e não ser divulgado o nome de quem contribuiu. Aí sim, aí é a cereja no bolo, aí vai aparecer dinheiro podre de tudo que é lado. Então fica “n” vezes pior do que quando era contribuição de empresa. Então fica aí uma reflexão, R$ 2.927.000,00 nesses três...
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Permite um aparte, vereador Adiló?
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Já lhe concedo, vereador Rafael. Então fica como reflexão para a gente analisar neste momento. E que cada um cobre dos seus deputados uma postura correta e que não se use manobras com a desculpa de reforma eleitoral, que é apenas para preservar o mandato de alguns maus parlamentares. O seu aparte, vereador Rafael.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Vereador Adiló, que ótima manifestação do senhor.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Vereador Adiló, só um pequeno aparte.
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Um aparte, vereador Rafael.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Vereador Adiló, que ótima manifestação do senhor...
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Vereador Adiló, só mais um pouquinho, um pequeno aparte.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Até porque, vereador Adiló, quem vai ser beneficiado não são os vereadores. Não chega até os municípios esse dinheiro do fundo partidário. Ou o Cassina, que é presidente de partido, viu alguma vez o dinheiro do fundo partidário? Nunca viu. Fica tudo lá para os donos dos partidos. E daí, vereador Adiló, não tem dinheiro para construir Minha Casa, Minha Vida; não tem dinheiro para construir hospitais, mas tem dinheiro para o fundo partidário. Outra coisa, essas emendas parlamentares, os hospitais, as comunidades têm que estar mendigando migalhas. Quem assistiu o Fantástico, no último final de semana, viu o deputado aquele, que fez a tatuagem, mandou para um amigo dele uma emenda parlamentar lá com um lago de aulas de canoagem, mas nunca teve uma canoa no lago. Ou seja, a emenda foi, mas não teve resultado. (Risos) Então são coisas que são feitas no nosso Brasil que a gente não entende, que é uma reforma política que não condiz com a realidade do nosso país, que só teve lá no Afeganistão, no Oriente Médio, em dois, três países que não funcionam, porque é uma ditadura, e querem colocar aqui no nosso país. É lamentável, vereador. Obrigado.
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Obrigado. O seu aparte, vereador.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Só uma contribuição, vereador Adiló. V. Exa. está em Declaração de Líder, portanto, estou lhe fazendo um segundo aparte. Cada deputado tem uma cota de R$ 12 milhões para emendas parlamentares. V. Sa. poderia incluir aí nesse...
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): É exatamente. No custo.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): No custo, né? No custo. Nem sempre é liberado. Normalmente, só para os apaniguados, os mais próximos do palácio. Isso valia no tempo da Dilma, do Lula, do Fernando Henrique; vale agora no tempo do...
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): E agora funcionou. (Esgotado o tempo regimental.)
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Com o Temer, tá? E também, e também, acho que deputado Beto Albuquerque, o ex-deputado Beto Albuquerque, está fazendo uma postura, uma posição... Hoje até aparece na Zero Hora, o orçamento do Congresso, vereador Adiló, é R$ 10 bilhões, o orçamento do Congresso. Se eles vão fazer um fundo aí de R$ 3 bilhões, quem sabe cortasse em 30%, né?
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Exatamente.
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Em 30% das receitas do Congresso, tu já tem o dinheiro ali, né?
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): É isso aí!
VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Cortasse na própria carne, né? É a sugestão do deputado Beto Albuquerque: cortar na própria carne ali... Quem sabe retirar do próprio orçamento do Congresso, esse fundo aí. Obrigado, vereador.
VEREADOR ADILÓ DIDOMENICO (PTB): Obrigado, vereador Elói. É isso, senhor presidente. Muito obrigado.
 
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VEREADOR PAULO PÉRICO (PMDB): Está valendo já? (Manifestação sem uso do microfone.) (Risos) Ah, tá bom! Bom dia, senhor presidente; bom dia, senhoras e senhores vereadores. (Risos) Eu hoje venho aqui colocar algumas questões que eu acho que não ficaram muito bem explicadas ontem. Quando eu estive ontem representando esta Casa junto ao encontro entre os secretários, a pedido do prefeito Daniel Guerra, e os secretários do Estado, quando daquela nossa reunião na qual nós fomos convidados para ir na prefeitura. Naquela ocasião, o prefeito nos pediu que ajudássemos junto o Governo do Estão, na qual o nosso presidente, o presidente Felipe Gremelmaier, fez contato e, em virtude da saúde, ele passou para eu continuasse com este contato. Algumas questões, ontem, que... Mais uma vez, senhores vereadores, continuamos a ser constrangidos publicamente, mais uma vez. A primeira questão é que tão logo começamos a reunião já apareceu o microfone na mesa, por parte do secretário de Gabinete do prefeito, quando um gravador... Obrigado! Quando já parecia que existiria uma desconfiança do que ali seria conversado. O secretário Burigo, inclusive, disse assim: “Faço questão. Pode deixar ali gravando mesmo, sem problema nenhum”. Quer dizer, parece que por parte do município já tinha desconfiança. Segundo, isso está no jornal, eu li muito rápido, de que parecia que os secretários do Estado já sabiam o que seria bordado. Mas é óbvio que já sabiam tudo. Absolutamente tudo que o prefeito relatou a nós, naquela reunião, absolutamente tudo, os secretários levaram para os secretários do Estado, tudo! Não veio absolutamente nada de novo. Então, era, óbvio que os secretários do Estado já sabiam o que seria abordado. Se alguma novidade viesse,
 
(em elaboração)9
 
 
Comece a gerar mais recursos do município para essa Guarda Municipal, não é se trazer mais responsabilidades para o município? É. Então, você traz mais responsabilidades e, do outro lado, fica dizendo que não tem dinheiro. Então é uma contradição muito forte neste sentido. Muito forte essa contradição.
VEREADOR FLAVIO CASSINA (PTB): Um aparte.
VEREADOR PAULO PÉRICO (PMDB): Por favor, colega Cassina.
VEREADOR FLAVIO CASSINA (PTB): Eu tenho ouvido frequentemente que essa atual administração herdou um balaio de dívidas das administrações anteriores não é.
VEREADOR PAULO PÉRICO (PMDB): Cento e vinte milhões foi o que foi dito ontem.
VEREADOR FLAVIO CASSINA (PTB): Então, a não implantação do Refis nos faz pensar que está sobrando dinheiro, desmente um pouco então essa assertiva de que se herdou um balaio de dívidas. Obrigado.
VEREADOR PAULO PÉRICO (PMDB): Obrigado, vereador Cassina. Então, outra questão que, ontem, eu queria aqui cumprimentar a vereadora Paula e o vereador Rodrigo pelo trabalho maravilhoso que foi feito ontem. E gostaria de salientar uma coisa que para mim é muito importante, na primeira legislatura na qual eu participo, eu acho que nós estamos num momento de uma verdadeira democracia em Caxias do Sul, porque o povo na Casa do Povo, vindo aqui e efetivamente exigindo os seus direitos. É isso que nós estamos vendo nesses oito meses. Isso, sim, está sendo feito, uma democracia. E o colega Renato, ontem, colocava e cumprimentava o senhor prefeito, porque ele está, justamente, contribuindo com essa democracia. Porque o povo está aqui. E é o povo exigindo os seus direitos que a Prefeitura está fazendo alguma coisa. Isso é aquela democracia grega, era o povo na rua, mas não na rua quebrando, era o povo exigindo seus direitos. Então acho que isso é um parabéns à atual administração. Realmente, a população de Caxias está sabendo como se administra um município. É aqui nesta Casa exigindo as coisas. E o policiamento comunitário vai ser mantido, não porque o prefeito Guerra quer, mas porque o povo veio aqui, ontem, deu suas declarações e disse: “Nós queremos!” O povo disse isso. E não vai ser o prefeito que vai dizer isso. E, para finalizar, eu fiquei muito admirado, muito admirado, ontem, que me pareceu que o secretário Mallmann, quando ele leu aqui aquelas exigências, aquelas exigências. Eu pergunto publicamente aqui quem é o secretário Municipal de Segurança que tem o poder de fazer exigências à Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul? Nada. Eu fiquei admirado. Colocando a série, GPS e tudo isso. Desculpa, senhor presidente, e colocando todas aquelas questões como se tiver um policiamento comunitário, só haverá se a Brigada Militar seguir aquelas exigências. Onde é que nós estamos, senhoras e senhores?
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Uma Declaração de Líder, senhor presidente.
VEREADOR PAULO PÉRICO (PMDB): O município querendo se sobrepor ao governo do Estado? Então que faça a sua polícia, a sua Guarda Municipal e deixe a Brigada Militar trabalhar ao lado do povo. E a Guarda Municipal nós não sabemos para quem vai trabalhar. Obrigado, senhor presidente. Obrigado, senhoras e senhores vereadores.
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VEREADOR VELOCINO UEZ (PDT): Um pequeno aparte, vereador?
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): De imediato, vereador Uez.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PDT): Senhor presidente, colegas vereadores. Eu confesso que eu fiquei um pouco confuso ontem. Porque, no dia em que nós estivemos lá em Porto Alegre, o secretário Schirmer foi bem enfático, Paula, ele disse a importância que é o Município continuar dando o seu aporte. Aí, quando vocês vão lá, que nem ontem, aí se ouviu aqui que quem atendeu vocês lá, o secretário adjunto teria dito que não tem problema de combustível. Aí tu fica confuso, porque quando o secretário-chefe, principal diz que é importante que o Município continue dando esse aporte e que cabe só ao Município, sim, a continuidade, eu ouvi isso lá embaixo... A Paula estava lá, o Périco estava lá, o Adiló estava lá. A gente fica um pouco confuso. E toda essa confusão se gerou, eu disse ontem de novo, aquela ideia que eu ouvi, eu não ouvi nada do prefeito lá. (ininteligível) tenho que ser correto. Mas o secretário falou: “Para mim, o policiamento comunitário já deu o que era para dar. Está ultrapassado.” Foi ele que gerou essa polêmica e deixou essa pergunta no ar para o povo. Por isso que gerou isso aqui. Toda essa polêmica foi criada por ele. E aí não adianta vir aqui 
 
 
. Toda essa polêmica foi criada por ele e aí não adianta vir aqui depois querer comparar, jogar a culpa na Brigada. Eu, acredito naquilo que aqueles do governo falaram que vai ter ....(,,,) Só quer ouvir isso. O centro comunitário só não está bom por falta de mais policiamento. Começou em 96 lá na Vila Cristina. Não, com o convênio legalizado no papel, mas em 96 já os Fagundes lá cederam um espaço para o policiamento ir lá embaixo e agora está dando cobertura também para as comunidades em Galópolis. O que nós precisamos é que lá se aumente o efetivo. Mas o importante o secretário Schirmer falou. O aporte do município que se dê continuidade. Era isso.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Obrigado, vereador Uez. Mas eu gostaria também de continuar falando sobre segurança, mas falar um tema que a vereadora Paula Ioris... Sei que o vereador Rodrigo Beltrão, talvez outros vereadores aqui eu não tenho conhecimento, mais já estão inteirados sobre o assunto, vereadora Paula. É sobre o Instituto Geral de Perícias. É um tema preocupante, que dialoga diretamente com a segurança pública do município de Caxias do Sul. Por que colegas vereadores? Porque esse serviço é do governo do Estado a responsabilidade, não é do município. E desde fevereiro, vereador Périco, vereador Bressan, vereador Edson da Rosa e vereadora Gladis, o Instituto Geral de Perícias está mandando e mails solicitando, clamando para o governo do Estado para que seja feito um contrato de forma emergencial ou renovado o contrato com a empresa que faz o transporte dos corpos. Por quê? Eu fiz a visita lá, vereadora Paula Ioris, a senhora sexta meio ficou impressionada um ambiente... Bonita a estrutura, mas o local é triste...
VEREADORA PAULA IORIS (PSDB): Um aparte, posteriormente?
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Um local é triste, porque é onde as pessoas estão assassinadas, suicídios, enfim, mulheres vítimas de abuso sexual, de agressão, de crianças violentadas, enfim. Todos os laudos e as perícias são feitas lá. O posto aqui de Caxias do Sul atende 55 municípios, o criminalístico, ou seja, o Rafael, lá, por exemplo, o meu chará, que ele é um perito, ele atende 55 municípios da região de Caxias do Sul. Os únicos 24 horas, os únicos dois núcleos é Caxias do Sul e Porto Alegre, 24 horas. Treze municípios de Caxias do Sul, treze municípios da região de Caxias do Sul são atendidos com carro que faz a necropsia aqui, que buscam os corpos para fazer a necropsia, treze municípios. Que é o (...) A gente sabe, entende que o efetivo do Estado, o Instituto Geral de Perícias está com 35% do efetivo, dos 100 por cento que deveria estar. Mas eu falo em específico de quatro funcionários. Quatro funcionários desses que um está há 20 anos e outro há 15 anos trabalhando nesse local e volto a falar. Desde fevereiro o Instituto Geral de Perícias Caxias do Sul está solicitando ao governo do Estado para que esse contrato seja renovado, que vai vencer mês que vem. Aliás, a partir do dia 10 do mês que vem. E eles compraram uma viatura nova através do caminhão novo ganharam através de processos criminais da (VEC) ganharam um novo equipamento, um novo veículo que vai ser inaugurado, que vai ser entregue mês que vem, vai ser na Agrimar, na Agrale a entrega, mas não vai ter quem vai buscar os corpos e quem dirigir esse veículo. E é essa a nossa preocupação, vereadora Paula Ioris. Sei que a senhora está inteirada também do tema...
VEREADOR RODRIGO BELTRÃO (PT): Declaração de Líder à bancada do PT.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Por quê? Porque treze municípios deixarão de ser atendidos. Então o horário de expediente termina às 5 horas da tarde, vereador Périco. Se morrer alguém aqui em Caxias do Sul depois das 5 horas não vai ter ninguém para buscar o corpo. Se morrer alguém em Bento Gonçalves, em Farroupilha, só no outro dia para resgatar o corpo ou se vir um caminhão de Porto Alegre para deixar ir para o outro dia ser analisado. E aqui em Caxias do Sul é exemplo. Os funcionários são exemplos, porque os laudos estão prontos desde março. Os laudos de março já estão prontos. Os de Porto Alegre já estão atrasados. A gente vê na imprensa que os laudos demoraram às vezes quase um ano e aqui em Caxias são exemplo o corpo de funcionários. Então eu coloco essa minha preocupação e peço aos colegas, principalmente ao vereador Périco que está atento para que possa interceder junto ao governo do Estado, vereador Périco, para que esse serviço de fundamental importância não seja terminado. E aqui nós estamos avisando para que depois não digam: “Ah, o Rafael veio à tribuna aqui e está cobrando”. Nós estamos avisando e querendo ser parceiros, porque os funcionários estão angustiados. E a comunidade talvez que não conheça esse importante serviço vai perder, e muito, se esse serviço for fechado do Instituto Geral de Perícias. O seu aparte, vereadora Paula.
VEREADORA PAULA IORIS (PSDB): Só para complementar, então, essas informações. De fato, o contato com o IGP está existindo, eles estiveram no gabinete. A ???, a partir de verbas, doou um rabecão novo, como eles chamam. O que estaria faltando são os motoristas. Nós fizemos de imediato, inclusive na presença do coordenador do IGP, um contato com o Felipe, que é o assessor direto do secretário Schirmer, que nos deixou à vontade para ter esse contato sempre. Ele já esteve aqui no gabinete, já esteve em reunião aqui com a gente na Comissão no mês passado. Então, eu expus essa situação, além de ter enviado por e-mail os documentos do IGP. Para vocês terem uma ideia, são 3.050 atendimentos em seis meses. Desses atendimentos, 250 são remoções de cadáveres. Em seis meses. E para isso tem três motoristas contratados, que funcionam 24 horas. O outro trabalho dos 2.700 atendimentos é feito por cinco pessoas, durante 24 horas, de segunda a segunda. Então não tem como essas pessoas assumirem a direção desse veículo que faz as remoções. Essa situação foi enviada por e-mail e falada ao telefone ao Sr. Felipe, que, de imediato, nos passou o contato direto do diretor do IGP de lá. Então já conversamos também com o IGP de lá. Ele me deu o nome de duas pessoas que estariam ligando para nós. Ele deu toda a atenção para nós para nos informar o que estava sendo feito. Garantiu que o assunto não estava parado. Eu já dei esse retorno ao Airton também, estou aguardando que ele me mande esses documentos, desde fevereiro sendo enviados. Então assim, a gente está acompanhando. E, realmente, não pode ficar sem os motoristas. Vereador Périco, eu posso também te passar todos esses dados, que sempre é melhor ter mais gente atuando, mas eu falei em nome da Comissão também. Acho que está encaminhado. Mas, de fato, não podemos ficar sem os motoristas.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Obrigado, vereadora Paula. De fato, vereador Kiko, o senhor também do partido do vice-governador, o prazo está expirando. Vinte dias não vai ter mais gente para recolher os corpos, caso de assassinado, suicídio, enfim, qualquer questão de... uma situação não terá mais esse corpo técnico aí para ajudar os treze municípios da região. Lembrando que as únicas duas cidades que atendem 24 horas é Caxias do Sul e Porto Alegre. E são funcionários que estão há quinze, vinte anos, que sabem todo o procedimento. É só renovar esse contrato por mais quatro, cinco meses, vereador Périco, para que eles possam depois fazer uma nova licitação, enfim, talvez o Município ajudar, um convênio, vereador Chico, esses dois, três meses. (Esgotado o tempo regimental.) É preocupante. Então estou trazendo este tema à tribuna para me colocar à disposição para o que precisar, para que a gente possa interceder via governo do Estado, governo municipal também, para esse serviço continuar na nossa cidade. Muito obrigado, presidente.
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VEREADOR RODRIGO BELTRÃO (PT): Bom dia, nobres pares. A minha saudação. Eu quero abordar aqui o assunto da audiência pública de ontem, mas quero fazer alguns comentários sobre o tema trazido pelo vereador Périco, essa relação com o governo do estado e o Município. É uma situação que... V. Exa. tem razão, parece assim muito muito mi-mi-mi, é muita falta de capacidade de diálogo institucional, porque seria tão óbvio... Mesmo que o prefeito Guerra fosse, digamos, um adversário ferrenho do governador Sartori, que não é... Tanto que acompanho o que o vereador Frizzo disse, que o prefeito Guerra é cria do governador Sartori. Temos até que lembrar daquela foto do secretariado do primeiro do governo Sartori. Então, qual é a dificuldade, nos primeiros dias
 
(em elaboração)13
 

Para o segundo batalhão, de que a PGM, melhor dizendo, falava que não dá para fazer convênios que veda convênios, desses moldes com a Brigada Militar, o que é uma sandice. Mas eu acredito que ele vai recuar, o governo vai recuar dessa posição e vai permanecer o policiamento comunitário porque seria um erro ele não manter, seria um grande erro e não acredito que eles vão ser tão burros a esse ponto.

VEREADOR RODRIGO BELTRÃO (PT): Vereador Frizzo e depois vereador Toigo.

VEREADOR ELÓI FRIZZO (PSB): Vereador Rodrigo, aqui falando de criador e criatura, na coluna da Taline Oppitz, no Correio do Povo, está o seguinte hoje.

 

Assumir responsabilidades.

Aguardando resposta a pedido de audiência há mais de um mês, o prefeito de Caxias do Sul, Daniel Guerra, diz estranhar o descaso do governador José Ivo Sartori com o município que é sua terra natal. Só na segurança são 1,3 milhão não repassados. O governador não tem respeitado suas obrigações constitucionais. Se ele disser que não irá honra-las assumiremos a responsabilidade, disse Guerra, em entrevista ao programa Esfera Pública da rádio Guaíba.

 

A primeira observação, a história de marcar audiência, o prefeito Daniel Guerra não marca audiência com ninguém, ninguém consegue falar com ele. Segunda, a audiência aconteceu ontem. Então o prefeito não quis ele marcar e lá... Eu disse aqui, até por ser o criador e a criatura, o prefeito Daniel Guerra é só levantar o telefone e dizer assim: Oh, Zé, quero falar contigo. Me recebe aí Zé? É só levantar. Duvido que o Sartori não vá receber o prefeito de Caxias, quem conhece o Sartori como nós conhecemos. Então, nesse sentido fica o compromisso do prefeito que ele vai honrar os 1,3 milhão se o governo do estado não repassar. Não é o que o secretário falou ontem, estão rompendo lá os 500 mil que a vereadora Ana falou lá, orçamento de R$ 2 bilhões e 600 mil deve ser uma fortuna. Obrigado, vereador.

VEREADOR RODRIGO BELTRÃO (PT): Obrigado, vereador. Vereador Toigo.

VEREADOR GUSTAVO TOIGO (PDT): Meus cumprimentos, vereador Rodrigo Beltrão e vereadora Paula pela condução de importante audiência pública ontem. Nós sabemos o quanto é difícil, muitas vezes, mobilizar as pessoas. Então estão de parabéns também as equipes de V.Exas. Tivemos um público maravilhoso, basicamente composto de lideranças comunitárias do nosso município que vieram aqui firmar compromisso de que querem a continuidade, querem o aprimoramento desse que é um programa importante. Presente também aqui a nossa Brigada Militar. Eu faria um reparo somente na fala do secretário Mallmann.

VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Declaração, presidente.

VEREADOR GUSTAVO TOIGO (PDT): Eu acho que ele não foi bem justamente querendo delinear as minúcias de uma futura renovação de um convênio. Não era o momento. Eu entendo até que o nosso major, comandante aqui, Ribas ficou numa situação de constrangimento porque não tem total autonomia inclusive para dizer, mas se colocou à disposição, dizendo para qualquer mudança estaria disponível. Nós sabemos que numa renovação de convênio tem que exigir todo um plano de trabalho, com as metas, o cronograma, a participação financeira de cada ente. Enfim, a mão de obra que vai ser utilizada. Então, importante, foi importante a reunião, eu tendo que fizemos avanços. Tivemos a palavra empenhada do governo municipal, que na frase que V.Exa. cunhou, que falta um pouco de traquejo institucional eu concordo também. Nós precisamos que esse governo tenha um pouco mais de fidalguia, um pouco mais de diálogo, de formas de tratamento inclusive. Mas o importante é que eu acho que o objetivo foi alcançado, de que o policiamento comunitário é importante. Nós temos um legado a ser preservado e ele, com certeza, colabora na segurança pública do município. Meus cumprimentos.

VEREADOR RODRIGO BELTRÃO (PT): Obrigado, vereador Toigo. Esgotou o meu tempo. Eram essas as considerações e agradeço os apartes dos colegas.

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VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Senhor presidente, vereador Meneguzzi, nosso presidente, vereadoras, vereadores. Eu creio que o dia de ontem, como a colocação pelo vereador Beltrão e pela vereadora Paula, primeiro parabeniza-lo pela grande audiência pública. Como eu disse aqui ontem, acho que nós vamos precisar de uma... Da próxima vez, se continuar esse governo com a cintura dura como está acontecendo, nós vamos precisar de um telão lá fora, vereador. Ou fazer lá no Jaconi ou no Centenário as próximas audiências, em virtude do número de pessoas. Porque, semana passada, algumas pessoas foram embora, dos agricultores, e, ontem, algumas pessoas me disseram que... Eu conversei com algumas pessoas, porque há algum tempinho que eu estou aqui na Casa, não conheciam a semana passada. E agora, algumas pessoas de novo não conheciam a Casa. Para nós isso é bom, é bom que a Casa aqui está dando uma oportunidade de (ininteligível) a tribuna, conhecendo a Câmara, que a Câmara aqui é a tribuna do povo. Então, para nós é muito importante. Como disse o governo, continuar dessa forma com a cintura dura, eu acredito que vai, cada vez mais, as pessoas conhecerem a nossa Câmara de Vereadores. Eu quero conversar ainda, como o vereador Rafael falou, sobre o IGP, só para... Vereador Adiló, o senhor falou sobre a morte do rapaz ali, conhecido nosso, amigo, que morreu ali no assassinato no Cidade Nova. Quando o vereador Rafael fala do IGP, ele foi assassinado em torno de 19 horas, 20 horas de sábado, véspera do Dia dos Pais, e foi liberado, chegou o corpo para ser velado depois das 15 horas. Então, isso o IGP, a partir das 12 horas parece que foi liberado para a funerária preparar o corpo, não é, então tem coisas que começaram a dar para trás aí também no Estado, algumas coisinhas não é. Então essas coisas andavam mais. Teve um tempo supercrítico não é. Mas assim, além do assassinato, da perda do familiar, a família ficou na véspera do Dia dos Pais, no Dia dos Pais... Ficou para fazer esse sepultamento às 9 horas de segunda-feira, em virtude dessa agilidade que poderia ser feito um pouco melhor. Numa outra oportunidade, mesmo ali no IGP, depois se pronunciaram nesta Casa, nós fizemos um pedido de informações, aquela troca de cadáver. Agora, volta um tempo de 15 anos, 20 anos atrás, esse retrocesso ali com toda a estrutura, porque antes se fazia numa garagem, ali numa funerária que era... Então, agora, tem estrutura, tem tudo, estão faltando pessoas, está faltando gente, como a vereadora Paula disse. Então, assim, o IGP precisa de... Ah, está aberto concurso, vai ser chamado... Bom, Caxias, nós não estamos num... Pô, nós estamos numa metrópole também, nós queremos que nos respeitem enquanto cidade, enquanto... Para que essas perdas dessas pessoas, desses familiares que, por um motivo ou outro, que se perde... Então a gente fica aí, lamentar que o IGP volte a andar para trás, porque isso infelizmente, neste fim de semana, não foi... Como eu disse, há poucos meses, ocorreu aquela troca de corpos ali do Esplanada com aquele lá de Jaquirana. Agora, no assassinato antes das 20 horas e depois... Claro que a funerária pegou lá em torno de 12 horas, às 15 horas que foi liberado.

VEREADORA PAULA IORIS (PSDB): Um aparte, vereador?

VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Então, para nós isso... Eu até comentei aqui em off com a vereadora Paula e o vereador-presidente sobre exatamente isso. Então, eu quero externar aqui na tribuna. Seu aparte, vereadora Paula.

VEREADORA PAULA IORIS (PSDB): Eu vou repetir o que eu falei antes, porque, às vezes, o que os olhos não veem o coração não sente. Mas imaginem se, hoje, cinco pessoas fazem 24 horas de segunda a segunda, como essas pessoas poderiam passar a assumir também, serem os motoristas desse carro que faz as remoções?

VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Um aparte, vereador?

VEREADORA PAULA IORIS (PSDB): Que tem a parte técnica, e os motoristas não só dirigem o rabecão, eles recolhem os corpos, eles ajudam a... são padioleiros. Então, não é possível cinco pessoas fazerem 24 horas, de segunda a segunda, com 2.700 atendimentos e 250 remoções. E não é em Caxias; são treze municípios. Então, é importante que a gente imagine essa situação num fato real. Acontece isso, pessoas ali com o cadáver. É desumano.

VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Obrigado, vereadora Paula. Seu aparte, vereador Rafael.

VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Vereadora Paula, na verdade são quatro funcionários que trabalham na remoção dos corpos, não é? Mas normalmente é um motorista só que recolhe os corpos. Esses dias eu estava vendo o Pioneiro on line, vereador Renato,  um amigo meu, lá do Reolon ajudando a carregar... Eu disse, o apelido dele é panela. Eu disse: oh, panela, o que aconteceu, quem que morreu? Ele disse não, não, eu tive que ajudar. Não mandam gente para ajudar a carregar os corpos. Então as próprias pessoas que já estão fazendo o trabalho que é a função do estado de fazer. Pior ainda vai ser agora... Essa é a nossa preocupação. Quem vai fazer esse trabalho. Vai ter que vir gente de Porto Alegre para remover os corpos para levar até o IGP. É essa a nossa preocupação. Então vai ter carro que eles vão... O Estado vai entregar, mas não vai ter gente para resgatar esses corpos. Então, por favor.

VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Exatamente. Acho que é bem a nossa preocupação aqui na Casa sobre esse assunto. Sobre a audiência ontem, então, mais uma vez parabenizar os dois vereadores que conduziram, foi muito bem. Eu tenho uma expectativa que o governo, o governo municipal dê esse passo atrás, porque estavam lá na frente, nariz empinadinho assim, então agora que recuem em prol da comunidade. Então o senhor quer um aparte, vereador Rodrigo. Por favor.

VEREADOR RODRIGO BELTRÃO (PT): Obrigado, vereador Renato. Também quero me somar as suas manifestações em relação ao IGPM, porque o quadro que está já é de fato lamentável. E se tiveram essa incumbência também de fazer o serviço todo terceirizado vai agravar ainda mais. Vereador Renato, sobre a audiência só esqueci de comentar e conversava ali com o colega. Aquele vídeo trazido ontem com o secretário Malmann do prefeito Guerra. Além de eu achar a abordagem um pouco equivocada, porque a prefeitura deu espaços aqui. Eu não sei quantos metros para chegar aqui na Câmara. Seria muito bem recebido o prefeito o dia que vier vai ser bem recebido. O que me chamou atenção foi... O vídeo era um editor de lero, lero, porque o prefeito falou, falou e não disse se ia continuar o policiamento comunitário, enfim. Eu acho que existem formas atualmente mais transparentes de se fazer política. É vindo em uma audiência pública. É ter uma posição concreta, firme, consistente. Vai continuar ao policiamento comunitário, enfim. Então queria fazer essa menção porque de fato me chamou também atenção esse vídeo aí do prefeito.

VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Obrigado, vereador Rodrigo. Eu acho que exatamente eu estava conversando com os meus colegas. A forma que o senhor encerrou a mesa ali, o encaminhamento que foi feito, por isso que foi feito assim. Não, nós vamos... Porque muita gente ....  o secretário Malmann se posicionou. Então, encaminhar nós vamos e o prefeito vai dizer que ele vai continuar ou não. Ele vai ter que dizer se vai continuar ou não, porque da forma que foi dito ontem de novo. Nós vamos continuar? Mas sim, sim, sim. Agora, se bota uma lista... Bom, então o governador vai ter que trocar... Bota o Sartori para a prefeitura e Guerra no governo do Estado se é toda aquela lista. É isso que foi dito. Tem quem manda aqui é o Guerra no governo do Estado, não é... Se for ir naquela lista que ele deu não vai ter policiamento comunitário. Se for conforme ele diz não vai ter, não vai ter. Só quero fazer um parêntese sobre a greve dos médicos. Eu ouvi algumas notícias que amanhã já tem convocação para segunda-feira. Agora eu, como sindicalista eu respeito muito o Sindiserv. Agora, o sindicato, o Sindiserv eu espero que respeite, no mínimo, a comissão dos médicos.  Negociar a sua greve, eu acho que isso aí, é, no mínimo, é ficou no descrédito o Sindiserv que tem um nome a zelar, tudo assim... Quando se tem essa proposta, espero que o Sindiserv seja o que foi o Sindiserv historicamente. Não é com se for a greve, se tem os grevistas que fizeram... Aguentaram no osso até o último... Esses são a comissão que de fato esses sejam convidados e convocados para a reunião. Então.... a greve. Então eu espero que o Sindiserv faça a coisa, porque sempre respeitei os sindicatos, agora a .... greve não é isso que se negocia com a .... greve. Tem a comissão formada e aprovada. Obrigado, presidente.

 

 

(em elaboração)16

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Não houve manifestação

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