VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Senhora presidente, nobres colegas, vereadores e vereadoras. O meu bom dia a todos os senhores e as senhoras aqui presentes. Também aos que nos acompanham através das redes sociais, meu bom dia. Eu volto aqui hoje talvez um pouco mais calma do que ontem para falar sobre a obra do Rizzo. O meu sentimento é o mesmo dos moradores. A gente fica indignado com a incompetência desse governo Adiló. Bem, nós temos um movimento lá no Desvio Rizzo que o pessoal está querendo paralisar, segunda-feira, a avenida. Nós estamos tentando desmobilizar porque nós não queremos prejudicar ainda mais os trabalhadores, os que vão para as escolas, os alunos, os pais e assim por diante. Mas nós teremos, no domingo, a Festa dos Caminhoneiros, a Festa de São Cristóvão. Eu acho que a maioria dos senhores e as senhoras, que já foram nessa festa ou já participaram, sabem que é a maior festa daquela região e aonde os caminhoneiros, que nós temos muitos lá na região do Rizzo, fazem a procissão. A nossa pergunta é: como será essa procissão no estado daquela Av. Alexandre Rizzo? Eu acredito que cabe aí o protesto nesse dia. Hoje de manhã, alguém me falou que ouviu na Rádio Viva que segunda-feira começarão as obras no Desvio Rizzo, na revitalização da Alexandre Rizzo. Tomara, não é. Mas nós tivemos também, tempos atrás ou dias atrás, o anúncio do prefeito de que a obra do Planalto iria começar no dia 24. O dia 24 também já passou e não começou. Então eu quero deixar aqui registrado nos Anais de que nós estamos torcendo realmente que a obra inicie na segunda-feira de manhã pela Codeca; mas também quero deixar aqui registrado que a gente não tem como confiar plenamente num governo que promete e não cumpre. Eu gostaria realmente que fosse passado algumas fotos aí no telão para que os senhores e as senhoras pudessem observar. (Explanação com auxílio de material visual.) Esses buracos aí eu tenho passado. Logo depois, claro, consertaram e choveu, consertaram. Como é que a gente diz, foi feito uma meia sola, não é, uma tapeação. Correto. Então quem passa aí... Olha, olha a estação do Rizzo como é que está. Está destruída, não é? Quantas vezes nós pedimos para que tomassem providência. Agora aqui eu quero dizer que, se tem um morador que tem uma casa de 50 anos e ele tenta trocar uma tábua que não esteja de acordo com a fachada ou com a época que ela seja tombada, ele vai ser multado.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PP): Permite um aparte, vereadora?
VEREADORA GLADIS FRIZZO (MDB): E nós temos que chamar acho que o Ministério Público, porque conversa, e parla, e parla, e parla e nada acontece. Eu vou lhe passar de imediato.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Permite um aparte, vereadora?
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PP): Obrigado, vereadora Gladis. Pois é, vereadora Gladis, eu fui chamado por alguns moradores ali da região do Planalto; inclusive ontem mais uma vez um comerciante pediu para eu dar uma passadinha hoje ali.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Um aparte, vereadora.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PP): Eu, infelizmente, vou ter que ou desmentir o que eu falei... Eu não sei ainda o que eu vou fazer, porque quando eu estive lá, acho que foi no dia 15, se eu não me engano, eu liguei para o secretário de Obras, eu liguei para a chefe de gabinete, liguei pra quem a gente pede informação.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Permite um aparte, vereadora?
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PP): A informação era: a empresa retorna dia 24. Mas eu confirmei: “a empresa retorna, gente, dia 24. Fiquem tranquilos! Calma que vai dar tudo certo. Dia 24 a empresa vem aqui, começa a colocar o asfalto e vai acabar o barro, a poeira, os buracos, esse transtorno todo.” Não aconteceu! Dia 24 já passou, faz quase 10 dias já, já faz 10 dias e não aconteceu nada. Então vou voltar hoje lá e falar com esse comerciante que eu tenho que dar satisfação, porque eu não vou mentir, mas eu vou passar para ele até a mensagem que eu recebi, porque aí a gente prova que quem falou não fui eu. Eu repassei a informação. Então, assim, está desse tipo, tu pede a informação, eles te dão a informação, a informação é incorreta, é mentirosa e acaba que a gente mente para a população. Então está difícil de ser atendido corretamente. Obrigado, vereadora.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (MDB): Sim, inclusive nessa manifestação do Rizzo, eu quero deixar bem claro porque podem dizer que a vereadora que está promovendo. Nós temos um... Eu recebi a informação através de um grupo de divulgação do Desvio Rizzo, e eu passei essa informação inclusive para a chefe de gabinete, Grégora, para a Maria do Rosário, que é a presidente da Codeca, para que solucionasse antes que isso... Maria de Lourdes, desculpa. Antes que acontecesse. Então não é que a gente está querendo tumultuar; a gente quer ajudar, a gente está tentando ajudar, mas está difícil. Eu estranhei ontem também, o prefeito não tem mais feito o vídeo, está mandando agora engenheiro Reinaldo, que dá impressão de que o cara envelheceu 10 anos. É ele quem está se comprometendo. Não tem mais o vídeo do prefeito falando de mais uma obra importante que está parada. Quem pediu aparte, o senhor Cadore?
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Vereadora Gladis, essa obra do Desvio Rizzo é uma obra que, a senhora sabe, vem se sendo solicitada há muitos e muitos anos. Então, a gente parabenizou no momento que o prefeito municipal e o governo do estado resolveram fazer essa obra. Mas tem que pontuar que o tempo tem sido um grande inimigo.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Um aparte, vereadora.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Além da empresa que assumiu o compromisso, ela não fez.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Um aparte, vereadora.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Eu falava com o prefeito ontem. Veio uma comitiva de Brasília, do Ministério da Agricultura, 20, 30 dias atrás. Foi feita uma análise, uma avaliação do prejuízo que a agricultura teve. Quinhentas propriedades, foram em torno de 108 milhões. Foi uma avaliação feita pela Secretaria da Agricultura, pelo sindicato, pela Emater.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Um aparte, vereadora.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Cento e oito milhões. E o que veio de Brasília até hoje? Nada! Absolutamente nada. Então, temos que pontuar essas situações. Existe a boa vontade do governo municipal, e talvez exista boa vontade do governo federal. Agora, o governo municipal está enrolado, está envolvido na enchente diretamente. E os problemas são muitos. Como a gente está vendo, a chuva é constante. Se a senhora conhece um pintor ou vários pintores que trabalham, nesses últimos oito meses com certeza eles tiveram prejuízo, não conseguem trabalhar. Então também tem que reconhecer isso, a dificuldade em executar o trabalho. E pior, com a chuva os problemas vão aumentando. Então não é uma crítica, é uma avaliação do que nós, como pessoas que conhecemos, temos que pontuar. Era isso. Meu muito obrigado.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Sim. Eu agradeço a sua contribuição. Mas só para lhe dizer que de boas intenções até o céu está cheio. E dizer que, hoje em dia, nós temos tecnologia, vereador Cadore. Como o senhor deve ter acompanhado toda a imprensa, o próprio governador foi avisado de que aconteceriam essas tragédias. Então não foi pego de surpresa. Tanto o governo estadual, quanto o governo municipal. Então não me venha com essa conversa de que tudo é a chuva, de que tudo é o temporal. Eu lembro quando eu fui subprefeita do Desvio Rizzo, o seu Adiló era o meu secretário. Ele um dia me disse: “Nós nunca, Gladis, pegamos tanta chuva como agora.” Então isso não é de hoje, as chuvas acontecem. O que nós temos aqui é uma incompetência municipal. (Esgotado o tempo regimental.) Eu vou pedir uma Declaração de Líder no momento oportuno. O seu aparte, vereador Lucas Caregnato.
PRESIDENTE ADRIANO BRESSAN (PP): Declaração de Líder da bancada do PP.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Obrigado, vereadora Gladis. Então vamos aos fatos. Vereador Bressan, eu gosto que agora... Eu ia brincar. Tem um termo que diz “ninguém é de ninguém”. Nenhum bairro é de nenhum vereador. E é verdade. Porque está todo mundo falando do Planalto. Coisa boa, é isso aí. Eu não estou achando ruim. Acho bom, porque muita gente se preocupa. Se o poder público municipal se preocupasse com os bairros como a gente se preocupa, as coisas estariam melhores. Sobre o Planalto, eu falei com o prefeito. O prefeito tinha me dito, acompanhei isso desde o início, que a empresa era uma empresa que faz reforma de escola, que ia dar não sei o quê. Assumiram capenga. Eu estava lá na ordem de início. Acho que o vereador Bressan estava, outros colegas estavam. Estava lá na ordem de assinatura, vereadora Gladis. No final da assinatura, chegou uma máquina. Final da ordem. Os moradores disseram: “Bah, Lucas, agora vai.” O filho do seu Kempf lá, quem conhece, pai da Denise Kempf, o alemão das galinhas. O saudoso seu Alemão Kempf. O Norberto estava lá, disse: “Agora vai. Chegou até a máquina aqui, no primeiro dia.” Foi devagar, parando, parando, estamos aí. Conversei com o prefeito Adiló, disse que estavam tentando cobrar da empresa. Em resumo, a preocupação é essa. Há de se encontrar uma forma, eu concordo quando a senhora fala, há de se encontrar uma forma de contratar empresas menos picaretas ou mais competentes. É isso! Agora, o problema é que para os moradores... Eu volto a dizer, vão lá ao Planalto hoje. Para entrar no Planalto tem que entrar pelo Bela Vista ou pelo Vila Verde. Para sair do Planalto eles tiveram a capacidade de fazer, colocar aquela... Enfim, proibir a rótula no meio da BR, que era uma coisa importante, mas não sei se agora. Então, tem que sair de helicóptero ou de bondinho. Então é um problema grande, os moradores estão sofrendo. Tem fazer um paliativo urgente. Porque, do contrário, não tem como a gente sair ou entrar no bairro. Obrigado, vereadora.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Um aparte, vereadora.
PRESIDENTE MARISOL SANTOS (PSDB): Peço só um instante para informar que a vereadora Gladis Frizzo segue da tribuna, em Declaração de Líder da bancada do PL. Perdão. Progressistas. Perdão, perdão.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Obrigada, presidente. Seu aparte, vereador Scalco.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Vereadora Gladis, eu quero trazer também, porque foram muitas reclamações, ligações dos moradores do Planalto, como o vereador de Lucas disse, da dificuldade de entrar, de acesso. É interessante que, se a Prefeitura vai demorar para fazer a obra, que bote aquela raspadinha de asfalto, ao menos para liberar o acesso de forma provisória, porque senão a volta é muito grande e a reclamação ali é constante. Agora uma observação que eu acho muito estranha, a mesma empresa que foi contratada para fazer a rótula ali, a entrada do Planalto, é a mesma empresa que está trabalhando para o Dnit, fazendo o canteiro do meio. Então, para o Dnit eles trabalham, para a Prefeitura é rescisão amigável. O que está acontecendo? Por que não trabalha para a Prefeitura e trabalha para o Dnit? Se é a mesma empresa que está trabalhando praticamente na frente da mesma obra? Por que para a Prefeitura não faz o serviço e para o Dnit faz o serviço? É estranho, né?
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Muito.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): É muito estranho. Será que tem um problema de diálogo entre Prefeitura e empresa? Houve algum confronto particular? Eu não sei, porque está fazendo a obra na frente para o Dnit, e para a Prefeitura simplesmente rescisão amigável. Não entendo o que está acontecendo. Quanto ao Rizzo, uma vergonha, né? Quantas vezes até fui com a senhora lá. É difícil explicar para os moradores o que está acontecendo. Não tem mais explicação. É muita incompetência. Então, eu me somo à sua reclamação aqui, porque a gente não tem mais o que falar para os moradores. São promessas, promessas, promessas, promessas, prazos que não cumprem. A população quer respostas que sejam efetivas, não promessas. Então, parabéns pelo tema, vereadora.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Muito obrigada. E dizer assim, talvez, vereador Lucas, que não é que nós vereadores somos de apenas um bairro, nós somos da cidade. Talvez a referência do Planalto seja o senhor. Talvez a referência do Rizzo seja eu. As pessoas já não acreditam mais em nós, nem no senhor, nem em mim, então procuram todos os vereadores para ver se existe algum salvador da pátria. É isso que está acontecendo. Então eles batem de gabinete em gabinete. Se o Lucas não resolveu, o Bressan pode resolver, o Renato, meu Deus! O Felipe, alguém, a Gladis. As pessoas não sabem mais nem para quem ligar! É a vereadora Rose agora? Vereadora Rose, a senhora.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): É porque eu falo bem menos, então garanto meu aparte. (Risos.) Vereadora Gladis, eu vou falar um minutinho do Rizzo. Essa questão da entrada, tudo bem, está todo esse problema, todo mundo já tem falado, não vou comentar disso. Agora a minha pergunta é sobre o resto, então, do Rizzo. Semana passada, eu estive na Escola Nandi, onde eu trabalhei também, e a grande reivindicação da direção, das professoras, da comunidade escolar, é aquela rua que ficou mão dupla. Sem melhorar a sinalização, fizeram mão dupla em função das obras. Antes entrava na...
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): A Domingos Bianco?
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Não a Domingos Bianco. A da frente mesmo da escola, agora me escapou o nome. Ela passou a ser mão dupla. Ali as crianças passam, os estudantes passam. Ficou bem perigoso. Então, se estão paradas as obras, eu acho que não precisa esperar o governo federal para voltar a ser como era na frente da escola, porque ali está muito perigoso. E a Domingos Bianco também, que, em princípio, não tem relação com as obras, não tem espaço para os estudantes caminharem. Não tem espaço...
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): E caiu um pedaço, né?
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Não tem. É buraco na rua. É um perigo. Eu estou falando não só dos transtornos, mas estou falando da segurança neste momento. Porque eles não conseguem caminhar na calçada, que é um acostamento. Não tem nada ali. Está muito perigosa essa região no entorno da escola.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Muito bem colocado. Eu lembro uma vez que o Rafael Bueno esteve em uma reunião lá no Rizzo, que era sobre educação, Rafael. Naquele dia eu fiquei muito triste contigo, e hoje eu vejo que tu tem razão. Porque o Rafael chegou à reunião e disse assim: “Mas esse Rizzo, aqui, é o Caminho das Índias. É vaca, é carro, não sei como é que se entendem nesse trânsito.” Pois o Rizzo está, hoje, o Caminho das Índias. Não é só a Avenida Alexandre Rizzo. Nós temos a outra entrada do Desvio Rizzo, que é a João Lain, Alexandre Luciano, está intransitável. Então, se estão fazendo uma obra na Alexandre, deem atenção para as outras ruas, cuidem das outras ruas. Não é assim que se faz, porque estão fazendo obra o povo do Desvio Rizzo só tem que agradecer. Não, não, não, não é bem assim. Seu aparte, vereador.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Bom, vereadora, quem quer, faz; quem não quer, arruma desculpas. E agora tem o tempo, agora então qualquer desculpa é a chuva. Então, a chuva é a solução ou a desculpa para todos os problemas que estão acontecendo na nossa cidade, para tudo. A questão do Rizzo, vereadora, é muito mais complexa. Veja bem, nós temos um espaço que é o Caminho das Índias, que é o Rizzo, e o Planalto, que o povo está ilhado. São dois momentos diferentes que estão vivendo os moradores da nossa cidade. O Rizzo alagou, que é um cartão postal da nossa cidade, os moradores no entorno estão há três, quatro meses com os paralelepípedos em cima das calçadas, que eles não recolocam.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Por causa da obra do Samae.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Têm pessoas deficientes, têm bebês que precisam passar na calçada e não conseguem, porque a empresa, também, do Samae abandonou, na Lagoa, que é um cartão postal.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Isso. Isso aí.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Paralelo a isso tem aquela questão que a senhora abordou aqui agora. No Planalto, vereadora, a situação ainda é pior, porque o povo está ilhado, não tem nem como chegar para o outro lado da via. E a gente que mora ali no Cristo Redentor, que mora na Vila Ipiranga e trabalha do outro lado da BR, a gente está ilhados para ir para a UBS, para ir para a escola. Os pais têm que buscar no Melvin Jones, na escolinha, quem trabalha em outro lugar... Então, assim, olha, está um verdadeiro caos. Então, que o município busque uma alternativa. Isso que o senhor fala, vereador Scalco, é mais preocupante ainda, porque como é que a mesma empresa que não está trabalhando mais na obra, abandonou uma obra, está fazendo uma obra no mesmo lugar por só um CNPJ diferente? Então isso aqui é... E eu não tinha visto. Parabéns, vereador Scalco, pela sua observação. Agora, alguma coisa tem que ser feita, porque, vereadora, olha o caos que está isso daí. O problema não é a chuva; o problema é que a empresa abandonou. Bom, a empresa abandonou, o que vai ser feito paralelo a isso? Obrigado.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Obrigada pela contribuição. A empresa abandonou, mas nós... Eu como moro lá vinha acompanhando há muito tempo. E a gente toda semana avisava: “Olha, está acontecendo isso, está acontecendo isso. A empresa vai acabar abandonando, não está pagando os funcionários”. Nós sabemos porque muito dos contratados eram moradores do Desvio Rizzo. Agora, eu lhe digo, vereador Rafael, em nenhum momento eu vi preocupação, só me diziam: “Calma, vereadora; calma, vereadora, está tudo sob controle”. Eu estou vendo o controle que está. Quem é que está pagando pato? Quem é que paga o pato? E dizer mais, ali na Lagoa não é só os paralelepípedos, na frente dos prédios as pessoas não conseguem nem acessar as suas garagens. A vergonha daquele prédio que pegou fogo e até hoje não teve solução. Vai acabar esse mandato, vai acabar esse mandato e vai continuar tudo destruído. Então, não se vê benfeitorias, só destruição. E dizer aqui, eu lembro que o vereador Zé Dambrós disse que o Samae é o primo rico da prefeitura, então imagina o primo pobre o que vai fazer... Se o primo rico não resolve, muito menos o primo pobre. Muito obrigada, senhora presidente.