VEREADOR ARLINDO BANDEIRA (PP): Senhor presidente, senhoras e senhores vereadores, eu também... A gente tem moto, sou motoqueiro desde jovem, com 18 anos, mais ou menos, de idade, 17, 18 anos já tinha as primeiras motos no interior. E graças a Deus, até hoje nunca aconteceu nada, mas... Porque, muitas vezes, Deus ilumina a gente porque, realmente, a gente, muitas vezes, se passa. E a moto, quando a gente vê, ela, vereadora Gladis... Quando o perigo está em cima, a gente não consegue segurar, porque são duas rodas. Por isso que tem que maneirar a velocidade, senhor presidente. Porque, no momento em que tem alguma barragem na frente, que barra o cara... Tu vais frear a moto, muitas vezes, tu não consegues segurar o tempo por causa que é uma roda só, podemos dizer. São duas, mas sempre tem que frear a traseira, porque se for puxar a dianteira também, muitas vezes, tu vais para o chão, quem não é piloto. Se puxar a dianteira... Muitas vezes você vai fazer uma curvinha de nada tu vais para o chão. Tem que sempre usar a traseira. E um pneu só segurando, aí não tem, muitas vezes, segurar e aí por isso que dá muitos acidentes, inclusive em nossa cidade – e graves, muitas vezes. Então tem que cuidar, sim, seja no interior, aqui na cidade. Muitas vezes, naquelas entradas e saídas do interior, as entradas vicinais. Não é porque é uma estrada larga que você tem que rodar, você tem que ter atenção a saídas de tratores, máquinas. Tem que estar sempre atento, ver se não sai lá um trator, não sai um caminhão, naquelas entradas e saídas; aqueles tuque-tuque são vagarosos. No momento em que está no meio da rua, você já vai segurar, em uma estrada de chão, seja no... Até no asfalto. Muitas vezes, tu não consegues mais segurar porque está perto do obstáculo que está aí na frente. E volto a dizer, aí que dá uns acidentes, na ocasião. E vejo como um projeto simples; votarei favorável nas... Agora, na primeira discussão, mas, principalmente, quando estiver ali na segunda discussão mais parlamentares irão falar. E vejo... (Manifestação sem uso do microfone) Também, o vereador Rafael está dizendo que também é um motoqueiro.
VEREADOR CHICO GUERRA (PRB): Um aparte, vereador?
VEREADOR ARLINDO BANDEIRA (PP): No momento. Então a gente percebe, vereador Rafael, que é um projeto simples, bem tranquilo, mas eu vejo como muito... Importantíssimo, de ter, sim, a identificação do nosso... Como a gente pode usar um projeto para ter nos motorista, nos ônibus da Visate. O meu projeto aqui que era simples também, de fazer uma plaquinha, de botar o nome do motorista. “Ah...” O vereador aqui ou lá de fora, a população, muitas vezes, “Mas eles já têm o nome no crachá.” Mas o quê que acontece, você andando de ônibus? Você andando de ônibus, às vezes, você tem que ir lá na frente, se virar, olhar assim, ir lá na frente do capô, olhar o nome dele. Tem que estar visualizado aqui. E essa questão, digamos, de também, no próprio ônibus também. Porque ele também, o motorista, sofre acidente, muitas vezes. De ele ter lá a identificação do sangue, inclusive o nomezinho dele. Muitas vezes, a gente vê, percebe que, muitas vezes, projetos simples como este, mas de grande valia e de grande importância. O seu aparte, vereador.
VEREADOR CHICO GUERRA (PRB): Bem rapidinho, vereador. E só para... Você fez me lembrar um momento na minha vida, que essa questão de atenção e a importância de uma faixa refletiva, que, em um desses momentos que eu estava pilotando, eu estava parado em rua e era noite e o trajeto de um carro que veio, até na... Ele veio pela Dom José Barea, eu estava indo para o Bairro Exposição. Pelo trajeto que ele veio, eu vi que ele ia passar por cima, e eu acabei saltando fora da moto, e ele, realmente, carregou a moto longe. E aí quando eu falei com ele, ele disse que ele estava, na cabeça, que ele tinha que chegar na rodoviária e ele não viu nada na frente. Eu acho que seria diferente se eu, realmente, estivesse com uma faixa refletiva, a luz ia bater na faixa e ia refletir. E mesmo ele desatento, com certeza, ele ia mudar o rumo. Mas, como eu estava com a roupa imprópria, aconteceu. Mas, graças a Deus, eu estava atento e consegui saltar fora. Diferente se eu não tivesse atento, capaz de eu não estar mais aqui também. Mas é bem isso aí mesmo: atenção total.
VEREADOR ARLINDO BANDEIRA (PP): Obrigado, vereador Chico Guerra. É isso aí. Então, sou parceiro desse projeto e votarei favorável, senhor presidente. Era isso, senhor presidente. Muito Obrigado.