terça-feira, 14/04/2026 - 159 Ordinária

Requerimento Pedido de Informações ao Prefeito (Art. 176, III) nº 8/2026

VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Obrigado, senhor presidente e nobres pares. Eu venho aqui fazer esse requerimento de informações. Acredito que os colegas que estavam comigo aqui na legislação passada, também acompanharam as diversas vezes que eu vim nessa tribuna comentar sobre esta questão. A questão que eu tive a oportunidade de visitar as cidades vizinhas, nossas cidades limítrofes, aonde que algumas delas possuem o valor, o custo do asfalto em suas estradas, que chega a ser um terço do valor que custa em Caxias do Sul. Aí, não adianta dizer: “Ah, mas é diferente.” Não, não é diferente, porque eu tirei as medidas. A largura é a mesma, a espessura da capa asfáltica é a mesma, e a base também é a mesma. E para não me equivocar aqui, e talvez alguém dizer: “Não, mas não é a mesma”, em algumas cidades onde custa um terço, a única diferença que tem, por incrível que pareça, vereador Calebe, é que a base deles tem 27 centímetros, e a de Caxias tem 30. Então, eu não acredito que dois centímetros de base justifiquem o valor de um milhão para três milhões, isso quando não chega a quatro. Como nós temos alguns casos aqui em Caxias em que chegou a custar quatro milhões o quilômetro de asfalto. Então, eu quero, simplesmente, aqui — essa é uma parte muito técnica, porque eu vi as planilhas de custos de outros municípios — e a questão aqui é uma questão técnica. Ela não chega a ser uma questão política, porque o prefeito não tem obrigação de saber quanto custa o asfalto. Quem faz toda essa parte são os técnicos. E eu quero, e gostaria, que, além de responder essas perguntas que estão sendo feitas através do requerimento, seria muito interessante que um técnico da prefeitura, da Secretaria de Obras, viesse aqui nesta Casa nos explicar, a todos os colegas, por que essa grande diferença de custo. E por que eu venho fazer isso? Porque eu cansei de ver os nossos agricultores — uma região, por exemplo, que eu vou citar aqui, a região de Fazenda Souza — que tem, na realidade, um valor altíssimo de captação de impostos, um faturamento enorme, que teria todas as condições de ter esse asfalto na estrada, para não estragar os caminhões, para poder escoar melhor a safra, que é a região do Carapiaí, de Fazenda Souza. Sem desmerecer as demais, porque tem também a região de São Roque, que vai até o Camping Vale Verde, que também precisaria. Tem outras regiões que também precisariam, mas aqui eu me refiro à questão de faturamento de impostos. A região que mais fatura é a região do Carapiaí. E estão ali, lutando há anos e anos, pedindo para um... Entra prefeito, sai prefeito, e esse asfalto nunca acontece. E, quando a gente tenta fazer uma reunião para ver a situação, e a gente vai atrás de emenda, a resposta é sempre a mesma: “Não, não tem dinheiro.” Mas não tem dinheiro porque o asfalto custa caro demais, ou não tem dinheiro porque não tem interesse? Ou porque, muitas vezes, o faturamento de imposto é altíssimo, mas a quantidade de volta é pequena? Talvez seja isso. Sem desmerecer ninguém, hoje, tu vais fazer um quilômetro de asfalto em um centro urbano, em um bairro da cidade, quantos milhares de votos rende? Agora, você fazer um quilômetro de asfalto onde tem 300, 400 famílias que faturam 50, 60 milhões por ano de imposto, não vale a pena. Então, eu quero aqui que quem é responsável por fazer as contas, quem é responsável por dizer: “Oh, custa tanto por causa disso, disso e disso”, venha nos explicar. Aqui ninguém está dizendo que está tendo algum tipo de desvio. Não, muito pelo contrário. Nós queremos apenas informação. Nós queremos esclarecimentos. Por que na cidade aqui do lado, custa um milhão de reais o quilômetro de asfalto, custa um milhão e meio onde tem que fazer galeria e tem que detonar, e aqui um quilômetro de asfalto, em qualquer lugar, custa três milhões? Sendo que a geologia é a mesma, a largura é a mesma, a espessura é a mesma. Então eu gostaria muito que os nobres pares votassem favoravelmente a esse requerimento, para que a gente — não o Fantinel, todos nós — tenhamos essas informações para poder explicar aos nossos concidadinos, amanhã ou depois, quando eles nos perguntarem por que custa esse absurdo de valor. Obrigado, senhor presidente.
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VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Já vou responder para o senhor, vereador Sandro Fantinel. Vou defender aqui o Adiló, meu prefeito. Eu acredito que, se fosse para dar uma explicação, primeiro: desde a época do Adiló, mudaram poucas coisas, desde que ele estava lá nas Obras. Então, se tiver algum erro, Fantinel, é daquela época. Mas aqui eu queria reiterar que, na Secretaria de Obras, eles respeitam a tabela Sinapi[1]. Aqui eu vou usar alguns termos técnicos, mas não é meu forte, as obras, mas eu acompanho muito e fiz questão de, naquela denúncia, onde eu o denunciei ao MP pelo desvio das britas, uma coisa me chamou atenção: naquela denúncia, algumas pessoas, alguns passarinhos, me falaram assim: "A gente só quer reiterar algumas coisas. O Lucas Suzin não tem nada a ver, que desde o início, apurou, fez a parte dele e as sindicâncias. Então, ele é uma pessoa boa". Então, isso chama a minha atenção nessa parte, Sandro Fantinel, por isso que eu venho aqui poder queimar minha língua ou colocar o meu na reta no momento que eu venho defender quem está à frente da pasta, que é o Lucas Suzin. Então, municípios vizinhos eles contratam, na verdade, só a base e a capa. Muitas vezes, fazem uma coisa mal feita, por isso sai mais barato. Aqui em Caxias a gente vai ter a terraplenagem, a drenagem, canaletas e defensa metálica que eles chamam. Eu não entendo muito dessa área de obras, mas eu acredito que tem uma boa parte de estrutura... (Manifestação sem uso do microfone.) O guardrail, obrigado. Agora me localizei aqui. Mas acredito que toda essa obra acaba custando um pouco mais por isso, mas a gente vai votar favorável e que apure o quanto antes, mas eu venho aqui defender o governo Adiló, fazer o papel de líder do governo aqui, vereador Calebe. Porque eu procuro ser justo aqui. Então, eu acredito que nessa questão aqui, vereador Sandro Fantinel, pode ter certeza que eles vão esclarecer o quanto antes. Eu espero que esclareçam. Porque eu sou o primeiro a cobrar se tiver alguma coisa de errado. Eu acho que tem que pagar. Mas o que eu tenho receio é, daqui a pouco... E não digo que o senhor está fazendo isso, porque o senhor está no seu papel de vereador e eu aqui defendo a fiscalização. Tanto que sou criticado por fazer videozinho às vezes, fiscalizando. O pessoal diz: "Ah, faz videozinho fiscalizando". Eu defendo aqui a fiscalização. Para mim, quem vive de projeto é arquiteto, por mais que eu tenha os meus e incomodo o Calebe e tantos outros aqui para ter projeto aprovado, mas eu acho que o principal de um vereador é fiscalizar o Executivo, para isso aqui não virar uma casa, um puxadinho da prefeitura. Mas também, eu acredito que, muitas vezes, às vezes, alguém, o pessoal do Executivo quer a cadeira do secretário e aí quer derrubar o cara trazendo fatos, não só para esta Casa, usando vereador e tantas outras coisas. E aqui, quando chega a denúncia — às vezes, chega a denúncia da Codeca para mim. Vem um cara da Codeca que quer: “Ah, tu tem que apurar isso aqui, vereador, tem que fazer um vídeo sobre essa questão.” Aí a primeira coisa que eu digo para os assessores. Os assessores: “Vamos postar, vamos postar, vamos postar.” “Não, não, não. Vamos ver se esse cara não quer a cadeira do outro, se ele não está armando, se ele não quer me usar para derrubar outra pessoa.” Então, às vezes, eles nos usam aqui, eles vêm aqui, eles procuram. Não digo que é esse caso, está longe de ser isso, porque não é de hoje que o vereador Fantinel fala sobre isso nesta Casa, sempre cobrou e é cobrado pelo interior por isso. Então, acho que está no papel. Mas aqui eu faço uma, uma defesa prévia, não conversei com o Lucas Suzin, mas eu acredito que se ele conversar com esta Casa ou mandar aqui no pedido de informações, as informações, a gente vai se localizar melhor. Ou também se o nosso líder de governo quiser conversar com ele, seria bom. Muito obrigado, presidente. Seria isso.
 

[1] Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil
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VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Bom, começar dizendo e dando os parabéns ao Slaviero que em duas semanas conseguiu colocar o vereador Hiago nos trilhos. Admirável, admirável! Olha, tive a oportunidade de, no último no sábado, colega João Uez, nós estávamos na coligação no lançamento da pré-campanha do Coronel Zucco, do Flávio Bolsonaro. Conversei com o Slaviero mesmo e disse a ele que eu gostei da definição que ele atribuiu a V. Exa. e V. Exa. mesmo reproduziu aqui nesta Casa, o que já é público, por óbvio. Mas dei os parabéns para ele e disse: "Não, Vereador Hiago, em duas semanas, o que em um ano e três meses não mostrou de comportamento, em duas semanas, está diferente". Então, parabéns, Vereador Hiago, que já tinha pedido ao Suzin. Ele mandou mensagem, Suzin, me replicou as mesmas mensagens aqui. Então só quero reforçar, colega Fantinel, que, sim, os municípios vizinhos contratam a base e a capa e aqui nós temos a terraplanagem, a drenagem, as canaletas e a defesa metálica. E aí, por isso que dá o efeito da diferença do valor. Inclusive o secretário pediu que o senhor pudesse também encaminhar esse contrato de R$ 1 milhão, o quilômetro, correto? Dessa cidade, seria importante até para efeito comparativo e de igual forma a minha orientação, já fiz isso para a base do governo, a orientação é que, sim, nós aprovemos o pedido até por se tratar de um pedido muito mais técnico do que político inclusive. Reconheço isso e é uma dúvida que todos nós aqui temos. Muitos vereadores se questionam sobre isso e eu mesmo antes de entrar na vida pública, Fantinel, me questionei, muitas vezes, sobre isso. Por que da diferença do valor do asfalto de Flores da Cunha para Caxias do Sul, de Flores da Cunha para São Marcos, de Flores da Cunha para Nova Petrópolis. E talvez, essa seja uma grande oportunidade para nós podermos demonstrar em números técnicos aquilo que se mostra aqui. Mas quero dar os parabéns ao colega Hiago, dizer que ele é sempre bem-vindo.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Um aparte, vereador.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Se ele deseja ser independente dentro do governo, então ele tem essa oportunidade. Acho que o vereador Fiuza me pediu a parte anteriormente, depois eu lhe concedo o aparte, na sequência.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Obrigado, vereador Calebe. Só para contribuição. Um dos itens que fazem com que este contrato seja um pouco mais onerado é a espessura do asfalto. Tem uns centímetros a mais do que é feito em Flores da Cunha. Então, isso também faz com que o valor do asfalto seja um pouco maior. E tecnicamente nós estaremos também votando favorável pela importância que tem do vereador Sandro Fantinel de também esclarecer as dúvidas e nós também de podermos entender de uma forma mais específica e técnica a respeito deste assunto deste pedido de informação. Obrigado.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Obrigado. Seu aparte, vereador Hiago.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Então, agradecer e dizer que sempre a gente vai procurar aqui ser justo, vereador Calebe e o senhor sabe, também já elogiei outras, algumas outras secretarias e assim a gente vai continuar. Já elogiei PCdoB aqui, PT, não é? Então o que é elogiar o Adiló? Então aqui, até parabenizar agora, desculpa, peguei um aparte do senhor, parabenizar a vereadora Rose, que estava de aniversário. Desejo que a senhora repense algumas coisas, venha para o nosso lado, largue a esquerda... Mas seja feliz nos teus objetivos. Muito obrigado, vereador.  Dizer que o Suzin mandou aqui que assim que der ele vai mandar as informações.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Obrigado, vereador Hiago. Então para concluir: vereador Fantinel, conte com o apoio da base do governo nós votamos favorável e nós temos essa definição técnica e esse parecer técnico importante para esclarecer a todos aqui desta Casa. Obrigado, presidente.
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VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Então, colegas vereadores, quero dizer que até fiquei feliz do nosso colega vereador Fantinel fazer as perguntas. Eu sei que o vereador é independente, mas é bem da base do governo, amigo do nosso prefeito Adiló. E não saiu ainda lá a obra do Carapiaí, eu acho ainda? Saiu? Não saiu! Veja, nem adianta muito ser amigo do Adiló. Não, estou brincando. Brincadeira, vereador, mas de fato, eu sei que a da mesma forma que o vereador Velocino falou aqui, quatro anos da Curva do Tchaca, mas a Curva do Tchaca saiu. E o seu asfalto lá no Carapiaí eu acho que o senhor está me dizendo que não saiu ainda. Bom, o primeiro ponto que eu acho que eu quero tratar e parabéns, vereador Fantinel, o senhor traz elementos importantes para nós tratarmos sobre o tema do asfaltamento. E a primeira coisa que eu quero dizer é que como vereador me causa um pouco de indignação de ver que... De ver que tem sido utilizado, por exemplo, o fresa. Eu vejo aqui pelo centro da cidade. Está se colocando fresa, aqui, em vários lugares. Em bairros de pessoas ricas, da classe média alta. Aí tem asfalto. Para o centro tem asfalto. Para o rico tem asfalto. No Mariani II não tem asfalto. No beco do Chamichuga não tem fresa. Na chapa também não tem. No Pantanal nem se fala. Lá no Canyon também não tem. Então eu acho que nós temos que discutir um critério na gestão pública. Porque bairro de pobre, de trabalhador, também tem que ter asfalto se há justificativa, e se há estudo técnico. Agora eu me questiono, por que fresa, aqui no centro, em bairro de classe média alta, está brotando mais que inço? E vocês devem lembrar, isso aconteceu muito, lá em 2024. O que eu vi de fresa em 2024 e asfaltinho que foi se soltando logo depois, parece que voltou agora, vereadora Sandra. Tem os bairros, eu vou começar a bater os bairros com as indicação. As minhas estão esquecidas. Eu tenho indicação lá no meu – para falar das regiões central, porque tem pobre também na região central. Lá no Complexo Jardelino Ramos e no Beltrão de Queiroz. E eu já falei com dois secretários. Me pediram 15 dias. Sim, 15 dias. As demandas que eu solicitei, que são do ano passado, não forem respondidas, eu vou começar a falar. Porque eu sei que tem bairro de candidato e de candidata a deputado, bem mais de candidato. Bem mais de candidato, primeiro-ministro, que está saindo obra mais que o caminho de Caravaggio vai ter de promessa. Então não dá, gente. Não dá! Os pobres da cidade precisa de atenção. Vou falar do Vila Lobos, da novela da Rua dos Brilhantes, mas não é só a Rua dos Brilhantes. Aquela subida do ônibus, por que a gente não resolve? “Ah, porque é caro, envolve projeto, tem que fazer drenagem.” Mas tem que fazer, porque está sendo colocado aqui perto de onde nós estamos. Circulem aí, vereadores. E não que em bairro de classe média não tenha que ter fresa, não tenha que ter asfalto. Claro que tem que ter, mas tem que ter uma isonomia. Tem que ter uma fresinha para os becos do Monte Carmelo. Porque tem outros becos que, no período eleitoral de 2024, inclusive que não são do município, que são federais, ocupações que foram colocados fresas. Eu vou falar do Planalto Rio Branco, por exemplo, uma das regiões mais pobres da cidade. Conversei com secretários, porque alaga a casa das pessoas. É barro, as pessoas não circulam. “Não, Lucas Caregnato, não podemos colocar a fresa lá porque é trilho, é ocupação.” Mas sabe que em 2024, na frente desse lugar, teve uma candidata a vereadora, que inclusive não se elegeu, que fez vídeo e colocou fresa lá. Daí dava, daí não precisava da autorização do Adrio, em 2024, e agora precisa. Então, assim, pian pianetto, prefeito Adiló, eu sei... Cuide bem das suas fresas, do asfalto, porque eu acho que tem gente que prioriza demais uns lugares, demais umas indicações e de pouco outras. Votarei favorável, vereador Sandro Fantinel. E o próximo pedido de informação que nós faremos nesta Casa é a lista dos fresados que estão sendo colocados na cidade baseados nas justificativas e nas indicações de quem pede. Voto ‘sim’ no momento oportuno. Obrigado, vereador Fantinel.
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VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Senhor presidente, nobres pares, bom dia a todos. Eu, aqui, não quero defender, mas quero, em primeiro lugar, dar os parabéns pelo trabalho do secretário Lucas. Eu, particularmente, acho que ele está fazendo um belo trabalho, tem se esforçado bastante. Quero testemunhar também o que eu tenho presenciado e o que eu vi. Eu pude ouvir e presenciar a indignação do prefeito quanto a esse assunto, vereador Fantinel, do preço do asfalto em Caxias do Sul. Ele disse que tem que descobrir, tem que achar um meio. Quero testemunhar, aqui, também, que eu vi, presenciei, vi os números de todo o investimento que foi feito em torno dos desmoronamentos e deslizamentos que aconteceram nas enchentes. E foi investido dinheiro com uma promessa de que viria uma verba nacional do governo federal e não veio. Não veio por quê? Aconteceu uma situação, o seguinte: um bueiro, próximo à casa do senhor Fulano de Tal desmoronou, caiu. Não tinha como esperar vir fazer uma vistoria, fazer um encaminhamento, teria que arrumar. Quando foi para liberar a verba que já estava, digamos, pré-definida, foi ido lá e feito uma vistoria. Vocês não poderiam ter mexido nessa rua. Então, essa rua já está fora. Eu não vou me arriscar aqui e dizer o número, mas, assim, para os senhores terem uma ideia de quanto era para ter vindo desse recurso e não veio, foi coisa de 30 a 40% do que era para ter vindo, segundo o que eu ouvi do prefeito Adiló. E ainda está sendo pleiteado para ver se vêm esses recursos, porque foi um recurso alto, o investimento que foi feito por causa das enchentes. Então, eu fui contemplado na fala de alguns colegas vereadores, assim como o vereador Fiuza que já bem falou aqui que para nós é importante, vereador Fantinel, esse pedido de informações, porque ao mesmo tempo que nos traz os fatos — e contra fatos não há argumentos — nos traz os fatos e também é uma oportunidade, então, do governo vir aqui esclarecer, mostrar o que está sendo feito. Porque eu sempre digo que aquilo que não pode ser mostrado, não pode ser feito. Então, venha aqui, mostre os números, mostre os fatos para que haja um esclarecimento para esta Casa, para todos, para a comunidade, de modo geral. Todos os dias, a gente recebe demandas, pedidos, solicitação de um lugar e outro. E outra coisa que eu gostaria de falar aqui também para os vereadores que não são da base do governo, que a gente ouve dos próprios colegas da base do governo todo dia dizendo, fazendo solicitação das suas demandas também. Não é a questão. E inclusive, vereador Fiuza, muitas vezes, até falando, o senhor que foi secretário sabe muito bem, reclamando para o secretário que a oposição é atendida enquanto a situação não é atendida. Que tem que compreender, tem que entender que tem que primeiro atender os colegas vereadores que não fazem parte da base. Então só queria testemunhar aquilo que eu tenho ouvido e presenciado e dizer, vereador Fantinel, que votarei favorável ao seu pedido de informações, que eu acho que é uma ótima oportunidade de nós tomarmos conhecimento dos números, dos fatos, a comunidade de modo geral e uma oportunidade também do prefeito poder estar mostrando isso. Obrigado, presidente.
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VEREADOR JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Muito obrigado. Dizer, vereador Lucas, que preside no momento, que o Burguinho, em parte dele, sim, temos fresa colocada ainda no governo Alceu Barbosa velho, até porque é uma subidinha importante. Mas na linha do pedido de informações do vereador Fantinel, parabenizar o senhor. Essas são informações importantes que esta Casa precisa, mais que a gente muitas vezes já tenha, porque o secretário Lucas nos encaminha. A gente também não iniciou ontem nessa lida, mas é importante porque as comunidades nos pedem, né, Vereadora Sandra? A gente teve em várias reuniões na região de Forqueta tratando sobre água, mas o assunto do asfalto vem: “Ah, mas em Farroupilha é tanto.” A minha própria comunidade na 4ª Légua, São Francisco da 6ª Légua, que tem um trechinho bem importante lá que a turma está reivindicando. “Ah, mas em Flores da Cunha é tanto, em São Marcos é tanto.” E a gente até conversando com algumas empresas que trabalham com a questão de asfalto na cidade, nos colocam. Eu acho que é importante essas informações virem de forma oficial, vereador Fantinel, até para que a gente consiga, vereador Pedro, nas nossas caminhadas diárias, informar a comunidade e ter junto: ”Olha, custa por isso, por isso.” O vereador Hiago trouxe algumas questões mais técnicas que, provavelmente, já obteve junto com o secretário Lucas, que é importante até para a gente colocar. Mas uma coisa nós temos que levar em consideração, nós precisamos, sim, fazer asfaltos em vários locais do nosso interior, justamente para escoar a produção, para dar um pouco mais de conforto para aqueles agricultores e, sim, tem trechos muito importantes. E a gente sabe que o prefeito Adiló já vem trabalhando a questão de um financiamento de 40 milhões para contemplar um pedaço em cada comunidade. Certamente, a questão do Carapiaí que V. Exa. briga a anos nesta casa, vereador Sandro Fantinel, e domingo eu tive a oportunidade de estar no almoço da comunidade do Carapiaí e a comunidade me falava exatamente isso: “O vereador Sandro tem brigado muito pela questão do nosso asfalto aqui.” Que bom que hoje o senhor traz esse pedido de informações que justamente é para nós informarmos a nossa comunidade dos valores reais, até mesmo, para fazer essas comparações que é muito importante. Muito obrigado.
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VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Senhor presidente, nobres colegas. Acesso a Villa Lobos, Codeca 2013; Estrada Serraria, 2014; São Valentim. Obras de 10 anos que até hoje não tiveram manutenção. Eu acompanhei muitas obras que a Codeca, através do DCC, coordenada pelo Cid, fizeram nesta cidade. Falaram aqui de Farroupilha, de Flores da Cunha, eu quero dizer que a estrada de Caravaggio, que o município fez até a divisa de Flores da Cunha, sem custo, os moradores de Farroupilha pagaram a parte da base. Então, eu quero dizer ao nobre colega Fantinel que eu vou votar ‘sim’. E dizer também que eu tenho um projeto já aprovado do asfalto comunitário. Asfalto comunitário. É justo inaugurar o asfalto da Eugênio Rech, no São Mateus, e, 50 metros para cima, a Presidente Costa e Silva, os moradores pagarem mão de obra e pó de brita? É justo asfalto de graça? E a contribuição de melhorias? Nesse financiamento do prefeito Adiló se for com participação dos moradores, que todos concordam, nós estivemos em Fazenda Souza, todos concordam. Se tiver não precisa contribuição de melhorias. Acha-se uma forma. Eu fiz um projeto similar a Flores da Cunha, a Farroupilha, que eles ajudam na base. Então, nobre colega Fantinel, o DCC[1], que inclusive deveria continuar cuidando das manutenções da cidade, que o Samae, não sei por que valores, mudou para Ecopav. E que na rua que eu transitava todos os dias, 32 dias para fazer um conserto. Porque o município mudou para Ecopav e não foi mais, não é mais a Codeca, não sei se está voltando a Codeca. Então, eu quero falar de drenagem, eu quero falar de acostamento, de grama, se tem grama, não tem grama, como é a sarjeta, a preparação, se a capa é cinco, se é seis, se é sete, o asfalto. O asfalto, tem muitas questões no asfalto. Agora, a minha fala, Fantinel, é para dizer para o senhor e para todos, porque eu citei cinco obras que já tem 13, 14 anos e não teve uma manutenção, porque foi a Codeca que fez. Então, às vezes, o barato custa caro. O barato custa caro. Porque, muitas vezes, precisa três licitações e não aparece a empresa, aí chamam a Codeca.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Um aparte, vereador?
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Olha São Valentim. Por quê? Porque tem barranco, porque tem muitas, mas muitas modificações no trajeto. Então, não é só o valor por metro quadrado. Nós precisamos avaliar o que tem embaixo. Nós precisamos avaliar o trajeto. Eu vou votar ‘sim’. Agora, o trabalho do DCC e o trabalho da Codeca... Aliás, quero lembrar da coragem do prefeito Adiló. Quando nós tivemos a infelicidade de perder um servidor lá. Vocês sabem que nós tivemos uma perda de um servidor e que passou-se a ter uma usina de última hora, na 453. Porque, naquela época difícil, o prefeito comprou uma usina, e está funcionando ali no pavilhão. Então, foi importante para as manutenções, para aquela época, de termos uma nova usina. Seu aparte, nobre colega Lucas.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Obrigado, vereador. O senhor traz lucidez, porque o senhor conhece a cidade, já passou pela gestão pública. E eu quero lhe dizer que a BR-116 — eu sempre citei isso, várias vezes — tinha um baita asfalto, ali na entrada do Planalto nunca teve buraco. Conversei com o prefeito, o prefeito falou da qualidade do asfalto à época, da base. Agora, a Codeca que está fazendo o asfalto ali, e está ficando maravilhoso aquele asfalto, vereador. Então, o senhor traz o exemplo da Codeca. E concluo, nós estivemos no Rio de Janeiro visitando a “Codeca Fluminense” e a Prefeitura conseguiu resolver o embrolho de contratar a empresa de economia mista deles com prioridade. Acho que é um caminho nessa questão do DCC para dar qualidade e guarida para aquilo que o poder público precisa fazer. Obrigado, vereador.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Voto ‘sim’, senhor presidente. Obrigado. E, com certeza, a Codeca, onde faz asfalto, é de primeiríssima qualidade.
 

[1] Departamento de Construção Civil
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VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Bom dia, presidente. Bom dia, colegas vereadores. Então, eu queria dar os parabéns ao nosso colega vereador, Sandro Fantinel, justamente porque esse pedido de informações é bem relevante. E também, aqui, eu gostaria de parabenizar o Lucas Suzin, nosso secretário de Obras, justamente porque ele esteve nas reuniões conosco no interior de Forqueta, a qual a gente tem em torno de quatro milhões de emendas parlamentares que são destinadas para asfaltamento de interior. E, realmente, vereador Sandro, o que o pessoal do interior pede é que, com um milhão e meio, que são emendas que a gente tem em algumas comunidades como São João e São Valentim, quanto que dará de percurso. Nessas reuniões, estiveram junto comigo também o prefeito, ao qual eles falaram que a Secretaria de Obras fará a cancha, fará a preparação desta cancha, justamente para que, com esse um milhão e meio, um milhão, possa render mais a capa asfáltica.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Um aparte, vereadora?
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): A gente tem comunidades como São João que precisam asfaltar quatro quilômetros. De milhão em milhão, quanto tempo vai demorar para a gente asfaltar quatro quilômetros? Então, nesse sentido, a prefeitura, juntamente com a Secretaria de Obras, está fazendo o papel dela, que é esticar um pouquinho mais esse asfalto, para que a gente possa garantir qualidade de vida às pessoas que moram no interior e ao escoamento da produção. Seu aparte, vereador Lucas.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Obrigado, vereadora Sandra. Não, só para ser justo, para deixar bem nítido o que eu falei antes. Eu destaco sempre a competência do vereador licenciado e secretário Lucas Suzin. A política e a vida da gente são processos que mudam, né? O Lucas Suzin, quando eu era vereador, foi quem fez o meu pedido de cassação, na minha Comissão de Ética. Mas, como na vida e na política a gente tem que ter maturidade, um dia a gente está lá, um dia a gente está aqui; eu já falei isso e falo mais de uma vez. O Lucas é um baita cara, tem sido elogiado pelas lideranças comunitárias, atende. Ele foi comigo já em demandas minhas. Mas o Lucas Suzin precisa de estrutura, né? Eu escuto ele me dizer da falta de estrutura, da falta de recurso, das licitações que são um problema, dos projetos, muitas vezes, que não saem, das empresas que desistem. Eu já escutei o vereador Dambrós falar várias vezes. A questão da pavimentação comunitária é cara para o município e necessária. Essa proposta do vereador Dambrós, do asfaltamento comunitário, tem em vários lugares e eu acho que as pessoas se disporiam a pagar. E aí, alguns lugares não pagam, e outros lugares precisam pagar toda a obra. É injusto isso, lógico. Como é que uns recebem fresa e asfalto e outros não? Então, neste caso, não adianta ter um bom secretário se não há estrutura ou se, às vezes, as coisas se atravessam. Então, eu só quero fazer coro à sua fala, mas uma cidade precisa. E eu lembro, aqui, do governo do prefeito Alceu, de que se asfaltava e se pavimentavam ruas todas as semanas. É inadmissível que uma comunidade queira pagar para pavimentar ou asfaltar isso e não saia. Então, é importante nós avançarmos nisso também. Obrigado.
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Certamente, vereador. Mas, enfim, o que eu deixo de apelo é que a gente não pode mais ter estradas do interior que têm a questão turística, em que ônibus de excursão não conseguem chegar ao destino porque a estrada está precária. E isso acontece não só em Forqueta. Eu ouvi também de Vila Oliva, de alguns outros lugares, que isso está acontecendo. Então, a gente precisa, para investir em turismo e para investir na agricultura, de infraestrutura. Asfaltamento é necessário para uma questão de infraestrutura, para as pessoas continuarem na terra. Seria isso, muito obrigada.
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VEREADOR ALDONEI MACHADO (PSDB): Bom dia, presidente. Leve uma água para o homem, que o homem está engasgado. (Risos.) Bom, vereador Sandro, primeiramente, parabéns por esse tema, um tema muito importante para nós, que somos do interior. Fiquei feliz de o senhor ter tocado nesse tema do asfaltamento e trazer esse pedido de informações, que, para nós, que somos do interior, somos muito cobrados na questão do asfalto. Eu, ontem, observando as redes sociais do prefeito Tairo Balardin, de Campestre da Serra — e aqui eu quero parabenizá-lo — ele está fazendo toda a Estrada Vacaria-Rio das Antas, que liga a Ponte do Korff, está fazendo ela toda pavimentada, vai ser toda de asfalto, colega Sandro. Mas uma estrada, que isso é fundamental, na época das enchentes, o pessoal passava por Criúva, atravessava a Ponte do Korff e subia Campestre da Serra para ir para Vacaria. Foi uma estrada muito utilizada. Lá em Criúva teve um movimento que nunca antes na história se viu. E aquela estrada é muito importante. E o pessoal nos questiona: "Por que Campestre da Serra faz e Caxias não faz?" E esse seu pedido de informações é importante por quê? Porque tem algumas coisas que, daqui a pouco, não são essenciais nessas obras. Daqui a pouco, se faz, investe em tubulações gigantescas. Hoje nas estradas de chão, tu anda lá tem um bueirinho de 40 e ele suporta toda aquela água. Ele não tem valetas e aquela água escoa e vai para o campo. E aí, quando se faz uma obra, vou dar o exemplo da Governador Euclídes Triches, ali tinha um projeto inicial, era quase 1 milhão e meio, somente em coisas enterradas, coisas que não iriam realmente ajudar. Claro, é importante as proteções, é importante os guard rail, é importante fazer uma ponte bem feita para que não se mexa depois? É importante. Mas, daqui a pouco, vai lá, observa, vai à campo. Quem faz o projeto, não faça só do gabinete. Vá na estrada, dá uma olhada. Vou citar o exemplo da Estrada Professor Natalino Boschetti, na Mulada, que o pessoal tanto pede a pavimentação, o asfalto dela. Essa estrada ela está com a cancha pronta. Ela já tem 15 metros de largura. É uma estrada que está... Tem duas pontes, três pontes que tem que ser alargadas, mas essa estrada ela está pronta, Sandro Fantinel. Essa estrada ela já tem uma rede de canos, de bueiros, pronto já. E, daqui a pouco, a prefeitura... Eu gosto quando eu vejo a prefeitura querendo deixar preparada a base, porque essa base é um valor a menos que vai ser investido depois nessas estradas. Então, temos que parar, temos que sentar, temos que ir a campo conversar, ver o que realmente é importante, o que realmente precisa; o que o agricultor do campo, o que  nós precisamos. Nós precisamos de uma estrada boa para escoar o alimento, para escoar as frutas, verduras, legumes com qualidade. Para que não cheguem na mesa do consumidor tudo amassado, tudo batido, tudo quebrado.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Me permite um aparte, vereador?
VEREADOR ALDONEI MACHADO (PSDB): Então, é importantíssimo, nós investirmos na pavimentação das estradas do interior, tanto em Vila Seca, Fazenda Souza, Forqueta, Criúva, em todas essas regiões. Então, fico feliz em saber que está vindo 55 milhões para Caxias para ajudar nas pavimentações e fico feliz o prefeito do Adiló também estar querendo fazer isso. E é importante que o prefeito tem que querer pavimentar essas estradas do interior, pavimentar as estradas da nossa cidade. Seu aparte, vereadora Estela.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Muito obrigada, vereador Aldonei. É isso. É muito importante que as nossas estradas, aquelas que não são vistas por toda a cidade, também sejam pavimentadas. E quando a gente fala de estradas, assim, eu não posso deixar de citar bairros que ainda não foram regularizados e que, portanto, sofrem com essa falta de estrutura, como o Recanto das Cascatas, o Balardin. As pessoas não podem deixar as suas janelas, suas portas abertas porque a quantidade de pó, em dia quente, que entra nas suas casas é muito grande. Em dias de chuva, elas sofrem com o barro na porta de casa. Então, são questões que a gente precisa olhar com muito carinho, com muito cuidado, com muita atenção da prefeitura para melhorar a realidade e a qualidade de vida dessas pessoas do interior da nossa cidade, mas também dos bairros mais afastados do centro. Muito obrigada.
VEREADOR ALDONEI MACHADO (PSDB): Verdade, vereadora Estela. E ali, na região de Santa Bárbara, nós temos a Estrada Municipal João Uliana que, provavelmente, o prefeito Adiló deve estar atendendo, com 500 metros. É pouco, é pouco para aquela região. Ele vai chegar quase no Recanto das Cascatas, mas teria que fazer mais uns 500 metros para atender aquela região que é muito populosa hoje e, realmente, daqui a pouco, tem que ter esse olhar, achar uns pilas a mais para poder atender esse povo. Obrigado presidente, parabéns vereador Sandro Fantinel, voto ‘sim’, com certeza.
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VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Proporcionalmente, a comunidade que mais teve vereadores na história dessa cidade. Mas vamos lá. A 4ª Légua ganha fácil. Mas vamos lá. Eu queria falar sobre as concepções que nos trouxeram até aqui. São João da 4ª Légua foi asfaltada por um financiamento do prefeito Sartori. São João da 4ª Légua, que foi um financiamento feito junto à CAF, que é a Cooperação Andina de Fomento. Nesse caso específico, o município não tinha capacidade de investimento. E o prefeito Sartori fez o que fez pelo interior, com todas as divergências que eu tenho do prefeito Sartori. Vereador João Uez, que é da mesma comunidade que eu, sabe. Posteriormente, com financiamento também, nós fizemos obras monumentais, a exemplo do Marrecas, financiamento do BNDES, R$ 104 milhões financiados pelo BNDES. Sabe quanto é a remuneração do BNDES por ano, Zé Dambrós? 1.5% ao ano. Tem a inflação e mais 1.5, vereador Fantinel. Hoje o nosso endividamento, salvo melhor juízo, está em 2% do orçamento do município. Então, nós temos capacidade de endividamento da lei de responsabilidade fiscal, salvo melhor juízo, na casa dos 20%. Sabe como é que faz obra? Com financiamento. Como é que as pessoas compram casa, em casa? Financiando. Como é que compra o carro? Financiando. Como é que todo ente público faz obra? Financiando! Nós tivemos grandes prefeitos nessa cidade. E eu sempre sou defensor que nós não precisamos criar a roda. Simplesmente a gente pega uma que funciona e usa. Bem trouxe o vereador Santo Fantinel, aqui, outros exemplos. Vereadora Andressa, se o prefeito Sartori asfaltou metade do interior com financiamento, como é que se asfalta a outra metade do interior? Com financiamento de caixa de fomento. Se o prefeito Sartori fez Marrecas com financiamento. Como é que nós podemos fazer um novo financiamento e uma nova grande obra? Através do BNDES. Como é que o prefeito Alceu revolucionou o centro, Zé Dambrós? Com as novas faixas de ônibus, que mudou a realidade da cidade inteira, Zé Dambrós? Com financiamento. Eu conversava com o secretário Galafassi sobre a capacidade de endividamento do município. E agora que ele foi exonerado pelo prefeito Adiló, eu tenho liberdade de falar, que ele não pode exonerar ele duas vezes, não é? Que ele me comentava, sabe o quê? Que ele conversava com o prefeito Adiló sobre a necessidade de contratação de financiamento. Tenho até testemunha, a vereadora Andressa Marques, estava comigo. Ele chegava para o prefeito e falava: "Prefeito, dinheiro caro é o dinheiro do caixa. Nós temos que contratar financiamento para fazer obra e fomentar o desenvolvimento da cidade.” Ele falava isso.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Um aparte, vereador Libardi.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Foi exonerado. Vereadora Daiane, perdão.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Rapidamente, falar que um dia nesta tribuna eu também falei, saudade do servidor daquela época que buscava os financiamentos com os projetos, Rodrigo Colonnese. Porque muito se fazia na época do Sartori. Eu trabalhei na questão, lá na gestão e finanças, eu trabalhava com o hoje deputado Búrigo, e o Rodrigo Colonnese fazia das tripas a coração para estar em Caxias e Brasília para estar contratando muitos tipos de financiamento, e trazendo muitos projetos muito bons para Caxias do Sul, só para contribuir.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado. Então bom, o que eu acho que o prefeito Adiló precisa fazer e nós combinamos que seríamos mais respeitosos com ele nesse próximo período, eu acho que ele tem que contratar um empréstimo. Ele tem que fazer os projetos e contratar empréstimos. Prefeito Adiló, o senhor precisa contratar empréstimos para fazer investimentos no interior e investimentos na cidade. Todos nós sabemos que a cidade não tem capacidade. Mas de outro lado, todos nós somos pagos para resolver os problemas, mesmo sem capacidade financeira. E tenho certeza que o senhor tem capacidade de nomear um servidor ou um CC, para que faça a captação de recursos por financiamento. Esqueça emendas parlamentares. Vamos ao BNEDS que tem dinheiro a 1,5% ao ano e isso e eu a vereadora Andressa, das poucas coisas que concordamos, temos concordância com o ex-secretário Galafassi, que já falava para o senhor.
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VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Bom, senhor presidente, eu não ia precisar me manifestar, mas vou ter que vir aqui me manifestar. Primeiro lugar, não é cada caso é um caso. Este cara tem conhecimento de obra, 30 anos de obras. Construí centenas de casas, centenas de pavilhões. E eu cobrava como? Eu não olhava o terreno, eu não olhava o lugar, eu cobrava por metro quadrado construído. Esse é o valor. Então, vir com a desculpa de dizer para mim: "Não, tem que ver que cada casa é um caso, porque por isso custa mais barato ou mais caro". Não, isso não existe. Isso é falta de conhecimento dos técnicos que estão fazendo o trabalho. E aqui eu me refiro sempre à causa técnica. Outra coisa, os nossos asfaltos aqui de Caxias, infelizmente, depois de dois, três anos, estão todos esburacados. E eu não comecei a fazer vídeos nas voltas ainda, né? Eu não comecei. Agora, eu quero levar vocês verem os asfaltos das cidades vizinhas para ver se têm buraco. “Ah, mas lá custa mais barato porque é mais mal feito.” Por que lá não tem buraco e aqui tem? “Ah, mas aqui custa mais caro porque tem um monte de pinduricalhos na estrada.” Tira os penduricalhos. O povo quer o asfalto. O povo não quer saber se o cano tem que ter um metro ou meio metro, ele quer o asfalto. Bem disse o vereador Aldonei, como é que o pessoal transita nas estradas hoje, que não têm cano nenhum? A estrada de chão tem um buraquinho e dá conta. Então, que história é essa de que tem que ter o cano tal? Mas quem disse? Eu posso falar por conhecimento de causa. É a minha área. Então, com todo o respeito, com todo o respeito, o povo precisa que esses asfaltos sejam feitos. Se tem que fazer financiamento que se faça. Agora, eu acho que o problema está sendo na área técnica, porque o prefeito simplesmente assina a obra, mas quem faz as contas não é ele. Eu acho que a área técnica está falhando e nós precisamos que isso seja corrigido. Obrigado, senhor presidente.
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VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Senhor presidente, eu até não ia me pronunciar nessa discussão. Os vereadores e vereadoras colocaram todos os elementos oportunos que a gente precisa considerar. Só dialogava com o vereador Libardi e me preocupa pensar para onde vai a nossa cidade. Porque, se a gente não consegue fazer um metro de asfalto, vereadora Sandra, a gente vai conseguir fazer o quê? E aí é a lógica do Estado que... Qual é a lógica dessa gestão? Porque, se o prefeito Adiló não aceita, não quer fazer um financiamento, isso faz parte da gestão pública. E aí eu vejo várias questões na nossa cidade que não andam, das questões simples às questões mais complexas. E comentava com o vereador Libardi também sobre as demandas que nós encaminhamos e nem sou o gabinete que mais faz indicações, tem que ter vários outros que fazem. Fazem centenas de indicações por mês, mas, sempre que fazemos, a gente acompanha as indicações, e eu percebo que elas se perdem. Se não pede umas cinco, seis vezes, o pessoal não faz. E, às vezes, são coisas extremamente simples. Então, eu percebo que, no fundo, tem um problema sério, que é de gestão pública e dos fluxos com que as nossas secretarias são organizadas. Mas, se o prefeito, se quem está à frente da nossa cidade não faz um movimento de qualificar isso, não traz isso para o centro do debate, aí fica praticamente impossível de resolver os problemas. E sobre essa questão do asfalto, é isso. Tem a questão do custo, tem a questão do custo-benefício, mas como nós vamos fazer para as coisas acontecerem na nossa cidade? E a minha preocupação é essa. Será que quem está na gestão hoje quer que as coisas aconteçam ou está deixando a nossa cidade largada para que as pessoas acabem resolvendo seus próprios problemas? No Monte Carmelo, vereador Sandro Fantinel, as pessoas já patrulharam uma rua com o dinheiro da própria comunidade. Agora vão ter que fazer outra? Aí pegaram uma enxada na outra. Daqui a pouco nós, enquanto vereadores, vamos ter que ir lá estar resolvendo fresa, vereador Lucas. Então, nós não queremos isso. Para onde vai a nossa cidade? Temos essa preocupação enquanto bancada. Votaremos ‘sim’, senhor presidente. Obrigada.
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VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Não, senhor presidente, só para as pessoas compreenderem que eu sou muito a favor do asfalto. Inclusive, precisamos ter uma avaliação social e turística nos nossos interiores. Eu recebi o filho do Honeyde Bertussi, o Daltro Bertussi, que acha que o acesso Mulada à Criúva tem que sair do papel. Eu também acho. Por quê? Porque virou um ponto turístico o Monumento dos Bertussi. Agora, nobre colega Libardi, o São Valentim passaram três prefeitos e o prefeito Adiló não prometeu, mas fez. Então, está lá, e a Codeca o fez muito... “Ah, mas custou caro a obra.” Custou caro a obra? Uma obra que não vai dar manutenção. Bom, eu mapeei, quando estava no Orçamento Comunitário, todos os acessos dos bairros da cidade, todos. E olha, nós precisamos de muita obra. Muita obra. Por que o Adamatti? Por que o Veneto? Por que o Balardin? Por que o Parque dos Pinhais? Por que o acesso Nossa Senhora das Graças, ao São Caetano? Nós temos muitas demandas. Então, o asfalto se fosse mais barato! Sim, sim, seria interessante. Agora, a qualidade, eu defendo a qualidade, o serviço do DCC, Departamento de Construção Civil da Codeca, comandado pelo Cid, que onde faz, não precisa manutenção. Olha o acesso a Caravaggio. Então, quando eu fui contra, na época, a Codeca fazer o acesso do Rizzo. “Ah, mas por quê?” Porque a Codeca tem que fazer manutenção da cidade; a Codeca tem que fazer os tocos de rua; a Codeca tem que fazer os asfaltos interiores. Por que quanto? Um ano e meio trabalhando no Rizzo? Tinha que licitar de novo. Era minha opinião, licitar de novo. Por quê? O prefeito não tem culpa se a empresa desistiu. Então, senhor presidente, eu vou votar ‘sim’. Acho interessante, quero ler a resposta desse pedido de informações. Mas eu reitero, onde a Codeca faz, é muito bem feito e não dá manutenção. Obrigado.
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VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Senhor presidente, senhores vereadores, declarar que vou votar favorável, vereador Fantinel, parabéns pelo pedido de informações. É uma situação muito técnica, mas a gente precisa dessas respostas. Eu me lembro de, muitas vezes, o senhor trazendo à tribuna essa questão do asfalto, de ser mais caro num lugar e outro. A vereadora Sandra também, buscando outras alternativas, inclusive em outros municípios, para verificar quais as possibilidades. E também acredito que são fatos de prioridade que, infelizmente, a gestão não tem. A gente vem falando por muito tempo que a prefeitura tem governado com emendas parlamentares e com projetos em nível de governo federal. E isso não se pode acontecer. A gente precisa, sim, de um setor de captação de recursos, assim como tinha na questão do governo Sartori, naquela época comandada pelo Rodrigo Colognese e pelo Diogo Pasquali, onde se buscava, então, projetos e buscava-se recursos para que as coisas acontecessem. E temos mais um recurso da prefeitura, mas, infelizmente, a prefeitura optou por governar com emendas parlamentares e projetos do governo federal e se apavora quando tem que ter contrapartida. Isso que eles começam a se assustar, tem que dar contrapartida. Mas gente, estão governando com emenda parlamentar? E claro, vereador Lucas, eu também assino esse pedido de informações, se o senhor for fazer, da questão das prioridades. Porque a gente tem sabido por diversas fontes que Ana Rech está sendo asfaltada muito em uma parte de nada para lugar nenhum. Então, a gente tem que verificar também da onde é que está acontecendo. Inclusive, o prefeito fez uma opção da questão do asfalto não acontecer mais na totalidade da rua. A Amadeo Rossi, onde foi asfaltada, já os estacionamentos já não são mais asfaltados, fica uma coisa pela metade, isso era para diminuir custo. Então, a gente tem que verificar essas questões para, realmente, colocar o pingo nos is e trazer transparência à administração pública. Era isso, obviamente, votaria favorável.
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VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Parabenizar aqui o vereador Fantinel, a gente também vai votar favorável, tudo o que for para questionar o Executivo nesta Casa, a gente vai estar sempre votando favorável. Mas dizer que desde o ano de 2013 que é assim. Desde que o Adiló era secretário nas Obras e por um bom período, vai continuar. Por que, vereadora Dai? Por que, vereador Lucas? Porque não tem ímpeto para ser um prefeito de coragem de mudar as coisas. Eu não sei se ele cobra, como é que funciona a questão do Mauro Pereira, se ele tem ali esmiuçado, se ele tem um relatório de quanto dinheiro, quanto recurso ele está trazendo para Caxias, porque foi isso que foi passado para a imprensa, quando o Mauro foi contratado. Então, eu acho que seria bom, às vezes, esta Casa ficar sabendo também, porque a gente precisa de recursos da União, que venha recursos da União, não governar por emenda. Que, muitas vezes, a gente sabe que as emendas, mesmo por emenda, vereador Sandra, a gente tem muito problema e mesmo vindo dinheiro, eles não conseguem administrar. Então, antes de a gente olhar também a ponta da lança tem que cobrar o zero um da cidade, que é o prefeito. Então, eu espero que o prefeito seja cobrado, que traga respostas através desse pedido de informações porque ele é o gestor principal. Tem a reportagem aqui do pioneiro que eu separei aqui: Prefeito de Caxias do Sul quer contratar empresa para acompanhar e fiscalizar obras. Adiló Didomenico avaliou o primeiro ano do segundo mandato à frente do município da Serra. Reportagem do dia primeiro, dia 01/01, em janeiro, ele falou que iria ter essa empresa e que tudo iria melhorar. A pergunta que eu faço: a empresa foi contratada? A segunda pergunta: ela está acompanhando? Se foi, está fiscalizando? Então, a responsabilidade é do 01, o chefe do Executivo. Então, por isso que eu digo, e se quiserem uma ideia, a gente traz para esta Casa e vota os secretários-adjuntos. Será que a gente vai votar aqui? A base, como é que vai votar, daí? Será que a base nos acompanha para a gente diminuir um dinheiro que sobrar um caixa e botar na Secretaria de Obras ou em qualquer local que seja? Será que vão fazer isso? Eu, como oposição, faço, trago essa ideia aqui. Então, ideias não faltam. Eu espero que... Falta gestão. Com certeza, tem um monte de problema no Executivo, mas quero dizer que isso vem há anos. É os mesmos que estão lá, a gente não vai ter resultado diferente enquanto eles estiverem lá. Muito obrigado, presidente.
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VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Muito obrigado, vereador Wagner. Eu vou me direcionar ao meu amigo, vereador Zé Dambrós, que tratou do asfalto de São Valentim, que foi um pedido meu. Queria agradecer ao Seu Beneus que trouxe essa demanda e ao secretário Lucas Suzin, que atendeu a demanda. A grande questão, vereador Zé Dambrós, é que quando a gente faz uma análise da vida sempre se separa no bem e no mal. E tem casos que não se separa no bem e no mal. Eu vim aqui e fiz um discurso, uma sugestão ao prefeito Adiló, como fizemos na semana passada da saúde, que ele aderiu. Estamos muito contentes que ele topou pegar o Hospital Saúde. O senhor foi comigo lá, acho que a maioria não sabia ainda, mas o senhor Adiló topou. A questão das multas, ele está analisando se vai topar também. Então, outro avanço significativo. Agora, ele precisa contratar um empréstimo, porque se a gente for fazer 150 quilômetros no interior, o asfalto vai ter uma redução de preço. Essa é a primeira questão. Contratação em uma longa escala, vamos supor que a gente consiga dois milhões de reais o quilômetro. São 300 milhões de reais. Caso o empréstimo seja feito para um pagamento em 10 anos, que é um período curto, por exemplo, os outros empréstimos foram 20 anos, a nossa parcela mensal, secretário Elisandro Fiuza, é 3.480.000 com a remuneração e a inflação. Dá para fazer. Dá para fazer, vereador Sandro Fantinel. Tem saída. Três milhões para um orçamento de 380 milhões é muito pouco. Nós precisamos buscar alternativas, Zé Dambrós. E aqui não é oposição ou gestão, até porque quem vota no Adiló e quem não vota mora na mesma rua e come o mesmo pó. Então nós precisamos ter uma unidade mínima na resolução de problemas. O prefeito Adiló deu uma manifestação que nós entendemos interessante, começou a aderir a projetos que nós apresentamos e nós vamos apresentar esses projetos como é apresentado o empréstimo. Ele precisa contratar o empréstimo, porque quando ele contratou o empréstimo de 60 milhões de dólares para comprar os computadores, sabe quem votou a favor? Eu e a vereadora Andressa, porque o juro era subsidiado e ele tem que fazer isso em outras áreas, não só nos computadores.
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VEREADORA ROSE FRIGERI (PT): Bom, acho que muita coisa já foi dita aqui em relação a isso. Votaremos favorável ao pedido de informações, com certeza. Mas eu também queria reforçar um pouco isso, que me espanta, às vezes, essa dificuldade da coisa andar. Muitas vezes a gente fala em verba. Eu vou citar aqui dois exemplos apenas. Vereador Dambrós, o Parque dos Pinhais, que eu não vou desistir dali, aquele loteamento está há anos pedindo uma solução. Agora nós conseguimos ver uma entrada viável que o município vai ter um mínimo de custo. Estava pedindo uma reunião com o prefeito para conversar sobre isso, ele estava repassando para os secretários, já havia conversado. Não vou conversar de novo com o secretário de Transporte. Ou eu falo com o prefeito, ou, neste momento, vou direto para o DNIT, porque a gente já conversou e eu sei que tem decisões, não é nem do transporte, é da Secretaria de Mobilidade Urbana. E vou falar da rua que o vereador Dambrós conhece bem, também, que é outra que eu adotei, dos Jardineiros, entre o Belo e a entrada do Canyon, que a gente conseguiu uma emenda. Mas, como foi dito, a contrapartida do município, e agradeço publicamente, aqui, à época, porque a Secretaria de Trânsito fez o que tinha que fazer. A última conversa que eu tive com o agora vereador Fiuza é botar os guardrails. Estou esperando, mas ele deu ok. A única coisa que faltou é o asfalto, e nós conseguimos emenda para isso. Só que o município precisava fazer a contenção da estrada, que aquilo são 300 metros e não foi feita. Nós até passamos essa emenda para outro lugar porque o município quer, sim, viver de emenda e não quer fazer a contrapartida. Então, aí fica difícil. Eu não sei por que quer governar e quer ser Executivo se não quer fazer as coisas. Então, com certeza, votarei favorável. Importante a gente ter esses retornos. Obrigada.
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VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Obrigado, senhor presidente. Eu quero dizer que votarei favorável ao pedido de informações. Quero, também, dar uma sugestão, porque a gente debate uma, duas horas para votarmos unânimes. Eu penso que, talvez, quando volte esse retorno desse pedido de informações, que ele deveria ser melhor debatido para nós vermos as questões que foram respondidas, se condizem com os questionamentos feitos e que a gente possa, inclusive, dar sugestões também. Porque agora, em cima de um questionamento que está sendo pedido no pedido de informações, a gente fica debatendo, debatendo, debatendo sem ter a contrapartida, sem ter a resposta antes. E até quero usar aqui como exemplo, presidente Wagner e ex-presidente Lucas, foi investido aqui na Casa em melhorias, em inovação, em tecnologia, o qual o parabenizo, mas tem as questões técnicas. As questões técnicas, por exemplo, a gente vai passar o vídeo e não roda. Eu não sei se é aquele computador, eu não sei se é o PowerPoint que não tem, eu não sei o que acontece. Ou sai o vídeo, não sai a voz, ou não sai o som. Então tem questões para serem resolvidas que, às vezes, nem são só questão de dinheiro, de investimento. E eu quero fazer essa crítica construtiva porque eu acho que os nossos técnicos têm condições de resolver isso aí. Então, seria isso, senhor presidente. Votarei favorável no momento oportuno. Muito obrigado.
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Votação: Não realizada

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