VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Esta reinstalação da frente, porque, na verdade, ela já existia no ano passado, e era uma das, acho que a segunda maior frente aqui na Casa, depois da frente da A Maesa é Nossa, tinham 15 ou 13 componentes, e nós, através da frente, fizemos várias ações na luta por essa instalação da universidade aqui na nossa região. Eu não canso de dizer que essa luta vem de décadas, muitas décadas. Eu participei dessa luta quando da universidade, mas, antes de mim, já teve gente lutando por isso. Depois de mim, muita gente lutou, tanto na universidade como neste parlamento. Então, é uma luta que só vem coroar uma questão histórica, e que estava mais do que na hora de acontecer na nossa cidade. O ano passado, quando nós criamos a frente, logo, no ano retrasado, na verdade, logo em seguida teve muita mobilização na região. Eu lembro de ter ido representar esta Câmara em vários núcleos, Nova Prata, Bento Gonçalves, Farroupilha, enfim. E nós, finalmente, através da notícia do governo federal, na metade do ano passado, a instalação do núcleo aqui. E eu lembro de uma das audiências que nós fizemos, se não me engano foi dia 9 de abril, esta Casa, este plenário estava lotado. E eram pessoas muito representativas. Teve gente da própria UCS, porque tinha... Conversei com o reitor e ele dizia que nós podemos fazer junto essa luta, não tem problema da UCS, não vai ter esse tipo de questão de vagas. Tinha o pessoal da CIC, dos sindicatos de trabalhadores, de patronal, representante do governo municipal, representante de trabalhadores, associações de bairro; enfim, sindicatos. Estava muito representativo, principalmente por estudantes e escolas de nível médio. Então é uma luta de todos e de todas nós. Não é uma luta partidária, de um governo. Enfim, é uma luta da região. Nós achamos importante reativar essa frente porque, embora já tenha tido esse valor destinado, já teve várias visitas da reitora da UFRGS aqui, inclusive foi uma das últimas ações no final do ano passado, tem um núcleo na UFRGS constituído por professoras e professores que estão estudando a necessidade dos primeiros cursos, quais seriam as necessidades da região. Teve mobilização de estudantes na luta por alguns cursos. Eu não vou historiar aqui, até porque tem pouco tempo. Mas nós temos ainda uma caminhada longa. O MEC, recentemente, no fim do ano passado, veio avaliar ali o Campus 8, qual o valor, o que precisa ser feito de reforma. Enfim, está em sintonia com a UCS para ocupar aquele espaço para a universidade, o primeiro núcleo de universidade federal. Mas eu acredito que todos nós aqui queremos que isso se expanda, não fique apenas em um núcleo da UFRGS. Muitas universidades em outras cidades começaram assim, eu cito aqui Santa Maria. Começou com um núcleo e foi se expandindo. Hoje é uma universidade federal autônoma. Eu acredito que esse é o nosso sonho. Começa já de uma universidade criada. Por que não começa com uma nova universidade? Teria que ter toda uma burocracia, os trâmites, o que demoraria muito mais; talvez dois, três, quatro anos. E nós queremos, acredito que todo mundo quer, que esse núcleo já seja realidade a partir deste ano. E nós aqui, enquanto Câmara de Vereadores, temos muito e podemos colaborar bastante nessa luta. Tenho certeza que a nossa ida a Brasília, lá no dia 26 de dezembro de 2023 – né, vereador Rafael? –, acho que foi no final de 2023, na conversa com o MEC, a representação da cidade de Caxias do Sul... (Manifestação sem o uso do microfone.) Vinte e três? Sim, 26 de dezembro de 2023, que nós fomos através desta Câmara, representando o Poder Legislativo da cidade de Caxias, ela é muito importante para continuar. Então eu peço aos colegas não só que aprovem, mas gostaria que, na medida do possível de cada um e cada uma aqui, também compusesse essa frente, para nós termos mais forças ainda nessa luta. Obrigada, senhor presidente.