Parla Vox Taquigrafia
SRA. BRUNA RODRIGUES: Bom dia. Bom dia a esta Casa Legislativa. Quero dizer que eu estou muito feliz de estar aqui, estou muito feliz de poder visitar Caxias do Sul. É a primeira vez que eu utilizo o microfone, presidente. Quero saudar o vereador Wagner Petrini, que comanda os trabalhos neste momento. Eu tive o prazer de, na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, também desempenhar este papel tão importante de atuar na Casa de Legislativa de Porto Alegre. Eu sempre digo que os vereadores são aqueles mais próximos das pessoas. Quero saudar de forma muito especial a minha bancada, o vereador Cláudio Libardi e a Andressa Marques, jovens vereadores de muita garra que compõem esta Casa Legislativa e que têm sido um grande presente à cidade de Caxias. Quero saudar também a vereadora Rose, o deputado Lucas, que é meu parceiro na luta antirracista. Nós, que nos encontramos em tantas batalhas, né, Lucas? Mas venho aqui depois de um grandioso encontro ontem, caloroso, afetuoso, falando sobre uma pauta fundamental nos dias atuais. Infelizmente, presidente, acredito que os colegas vereadores aqui acompanham a situação do nosso estado. Infelizmente, nós vivemos em um dos piores estados para ser uma mulher. Neste momento, eu ainda represento a Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa. E neste momento tão intenso da luta pela vida das mulheres gaúchas, nós ocupamos rankings tristíssimos, porque aqui, neste estado que todos nós vivemos, nós vivemos num dos piores estados para ser uma mulher. Um dos estados que mais mata; um dos estados que menos acolhe; um dos estados que tem menor capacidade de proteger a vida das mulheres. E digo isso porque todos os dias, nos últimos três anos, no nosso estado, uma mulher sofreu uma tentativa de feminicídio. Isso quer dizer que todos os dias do ano uma mulher podia ter morrido, e não morreu por conta, mais do que pela proteção do Estado, pela sua resiliência e a sua capacidade, por diversas vezes da sua comunidade, de se proteger. O nosso trabalho na Assembleia Legislativa, à frente da Procuradoria Especial da Mulher, tem sido de criar instrumentos para que nós possamos construir políticas públicas de forma consistente. Por isso, lideramos a moção de recomendação que trouxe a Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres de volta. Um trabalho intenso, que contou com todas as bancadas da Assembleia Legislativa. E quero registrar que, assim como na Assembleia Legislativa, este ambiente legislativo é diverso, é plural. E também, por diversas vezes, Rose, tem os seus tensionamentos das Casas Legislativas. Nós representamos o povo, e quando nós representamos o povo nós também representamos a diversidade de pensamento da população. E ela se expressa aqui, por diversas vezes, com bancadas maiores, com bancadas menores. Mas ela se expressa aqui. Por diversas vezes, inclusive, sem bancada. Mas ela se expressa. O Parlamento é o reflexo daqueles e daquelas que sonham com uma cidade melhor. E, na Assembleia Legislativa, nós construímos um ambiente unitário. Um ambiente que colocou no centro do debate não as nossas divergências ideológicas, mas a necessidade de o Parlamento corresponder essa que tem sido uma chaga, não só gaúcha, mas brasileira, mas que, com maior intensidade aqui, são os feminicídios e a violência que atenta contra as mulheres. Eu vi o vereador falando do oito de março que se aproxima. Ouvi a vereadora Rose falando da cidade ainda não ter uma Secretaria da Mulher. E nós temos, aqui, uma nova procuradora da mulher, da Câmara de Vereadores. Quem dirá, logo, quem sabe, da Assembleia Legislativa também. Mas vocês, aqui na cidade, e não qualquer cidade, a segunda maior cidade economicamente do estado. E falo isso, também, porque Caxias, inclusive, nos ajuda neste momento. E eu quero dizer para os vereadores que Caxias tem sido um alento. São 14 meses sem feminicídio. Catorze meses sem feminicídio coloca Caxias em um ponto de luz no estado. Quando a névoa ocupa, quando a violência ocupa o estado, quando é o sangue que derrama no estado inteiro, quando uma mulher morre com 127 facadas, Caxias é um farol para todos nós. Caxias tem dito: aqui nós estamos resistindo. Aqui, de alguma forma, aqui há políticas articuladas; aqui há PEM; aqui, os instrumentos que nós criamos nos deram a condição de, há 14 meses, não conviver com essa tragédia. E, por isso, venho até Caxias. Mais do que falar sobre o nosso trabalho, primeiro valorizar a atuação dos parlamentares. E é preciso valorizar, né? Mas também para dizer: é preciso avançar. Não basta mais ficar 14 meses sem feminicídio. É preciso que haja uma vida plena para as mulheres. É preciso que nós tenhamos políticas públicas massivas, que consigam dar condições às mulheres de não só construir uma vida digna, que fale não só de sobrevivência, mas de ser feliz, mas também de ocupar espaços públicos que garantam essa dignidade. Esta Casa tem sete mulheres parlamentares. A Assembleia Legislativa conta com 11 deputadas, deputadas todas unidas, porque foi assim que, novamente, nós nos unificamos para trazer, presidente, um pacote de projetos. E, às vezes, até falam: "Mas como vocês, com tantas divergências ideológicas, conseguiram?" Porque, no debate, no centro do debate político, está um elemento que é central: a proteção da vida das mulheres. E, novamente, as mulheres da Assembleia Legislativa e todas as mulheres da Assembleia Legislativa se unificam para defender um pacote de projetos contra os feminicídios, que vota dia 10. E quero convidar todas as parlamentares, quero te convidar, Andressa, quero convidar a vereadora Rose, a vereadora Andressa, mas todas as vereadoras desta Casa para estarem lá, junto com a gente. Esse pacote vai ser uma votação histórica. Nunca, na história da Assembleia Legislativa, nós tivemos esse momento de unidade da Assembleia Legislativa. São movimentos que ocupam o debate da Ordem do Dia, mas também da reunião de líderes da CCJ. Isso demonstra o quanto o Parlamento é sensível aos pleitos e às pautas sociais Eu, mais uma vez, quero dizer do meu respeito a esta Casa Legislativa, do quanto um plano municipal de enfrentamento à violência é fundamental para que Caxias siga sendo este farol. Eu acho que esse deveria ser um título; essa deveria ser uma grande honraria; esse deveria ser um dos motivos pelos quais vocês deveriam se orgulhar e falar aos quatro cantos que aqui, nesta cidade, vocês, de alguma forma, construíram. E aí a gente precisa se dedicar. E quero te desejar, vereadora Andressa, nestes últimos segundos que me restam, mais do que sorte, quero desejar força nesta caminhada, que não é simples por diversos momentos, às vezes. Inclusive, nós romantizamos a luta. A gente sempre fala da luta. Mas, por diversas vezes, a gente não quer lutar tanto. A gente quer ter o direito também de falar... Sempre me falam: “Bruna, tu fala sobre a violência com muita propriedade.” Infelizmente, vivi ela ao longo de toda a minha vida. Mas eu também queria falar que eu sou uma guria que adora o orçamento. Eu queria dizer o quanto o orçamento me mobiliza e dos quantos projetos que tem nas diversas áreas; do quanto o Parlamento pode auxiliar a sociedade a romper com essas estruturas mais que tradicionais, mas também desiguais. E quero dizer que estou muito feliz de estar aqui, presidente, de poder compartilhar esse momento com vocês e dizer que, mais que vida longa, a Procuradoria Especial da Mulher precisa contar com as presidências da Casa para que nós tenhamos, cada vez mais, condições de enfrentar esses que têm sido problemas que tiram a vida das mulheres. Então, sigamos juntos e firmes para que a gente possa viver em uma sociedade sem violência. Obrigada. (Palmas)
Parla Vox Taquigrafia
SR. DANIEL TRZECIAK: Bom dia. Bom dia, vereadores de Caxias do Sul, vereadoras. Em nome do presidente desta Casa, presidente Wagner, quero cumprimentar todos os 23 vereadores de Caxias do Sul. Um bom dia para todo mundo. De forma muito especial, aos vereadores da bancada do meu partido, do PSDB, da Social Democracia Brasileira. A vereadora Marisol Santos uma grande parceira, grande amiga, de longa data, desde a época da comunicação. A Marisol atuava aqui em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, e eu atuava na área da comunicação no sul do estado, em Pelotas. Trabalhávamos juntos, cada um em uma emissora, mas participávamos ativamente. A Marisol aqui, na Festa da Uva, eu lá em Pelotas, na Fenadoce. Uma alegria a gente estar juntos na política, no mesmo lado, no mesmo partido, trabalhando pelo bem do estado do Rio Grande do Sul. Obrigado pela parceria e pela amizade, vereadora Marisol. O vereador Aldonei também, iniciando as atividades, mas com uma experiência na política, né? Já nos bastidores e, agora, na linha de frente. Enfim, a todos os colegas aqui. Eu estava ouvindo atentamente a deputada estadual, a Bruna. Minha saudação a ela pelo trabalho que faz. Eu estou na política há 10 anos. Em março de 2016, eu me filiei no PSDB em Pelotas. Fui candidato a vereador, fui eleito em 2016 vereador em Pelotas, assumi em 2017. Em 2018, fui candidato a deputado federal. Fui eleito. Em 2022, fui reeleito deputado federal. Não é sobre a minha trajetória política, sobre as três eleições que participei e obtive sucesso. É sobre qual é a nossa contribuição na política. Sobre respeitar, sobre ter diálogo, sobre poder colaborar, sobre ouvir mais e poder apresentar solução. Quero aqui cumprimentar o Roberto Bellincanta, que é um morador de Nova Pádua e que veio hoje, aqui, acompanhar as nossas entregas para Caxias do Sul. Ele que é tio da minha esposa. Também cumprimentar aqui o Rudimar, que foi candidato a vereador, parceiro também. E a todos que nos acompanham aqui, pelas redes sociais, pela TV Câmara. É sobre isso, é sobre participar da política e encontrar solução. A gente está vivendo dias tão difíceis de... Poderia falar de escândalos políticos, poderia falar sobre o ambiente da política, que deveria ser democrático e de respeito, e que vira guerra dentro de uma CPI, socos e pontapés. Não é sobre lado, não é sobre esquerda e direita; é sobre com o que a gente vai contribuir para o futuro das gerações, o que a gente vai dizer nas escolas quando a gente vê exemplos no Congresso Nacional e em muitos outros ambientes que deveriam ser de respeito, de mostrar valores e princípios e que se tornam uma guerra. O que a gente vai dizer para as crianças, para os jovens que querem um Brasil melhor, uma sociedade que, dentro da sala de aula, se fala em respeito, e que muitas vezes não existe esse respeito? Eu digo isso sabendo que, dos 23 vereadores aqui, nós temos partidos de esquerda, como o PT, o PCdoB, dos quais eu não compartilho os mesmos valores e princípios, mas eu respeito. Assim como tem partidos opostos, como o PL, o NOVO. Aqui a vereadora. O qual eu também respeito e compartilho muito de muitos sentimentos e valores, mas isso não quer dizer que eu assine embaixo em tudo. Eu acho que a gente tem que viver em um Brasil onde a gente possa sentar e conversar. Poder dizer: "Olha, qual é a solução?" Nesses 10 anos de política, eu digo sempre uma frase: "Pode ser oposição, pode ser situação, mas o que importa na ponta, para quem está no bairro, pisando no barro, para quem quer melhorar de vida e que precisa da política, que precisa do médico no posto de saúde, do professor na sala de aula, de melhorias na segurança pública, políticas públicas para combater tantos e tantos crimes como o feminicídio, que vem aumentando no estado do Rio Grande do Sul, e tantos outros crimes que vêm diminuindo no estado do Rio Grande do Sul também, a gente precisa de solução.” Não importa se é situação, não importa se é oposição. O que o povo exige e clama é solução dos problemas. E é isso que a gente tem que pregar e apresentar. A minha presença hoje, aqui em Caxias do Sul, é para que a gente apresente um pouco dessas soluções, que a gente possa mostrar que tem jeito, sim. Eu sou muito crítico ao que a gente tem posto no Brasil e colocado há muitos anos. Não é de hoje. No passado recente, se falava em orçamento secreto. Agora se fala dos recursos que o governo libera em demasia, sem responsabilidade fiscal. E essa é uma verdade. Eu fui deputado federal no governo Bolsonaro, sou deputado federal no governo do Lula, e algumas formas de agir são muito semelhantes. O Congresso Nacional tem uma grande fatia do orçamento público, que deveria estar no Executivo. Quando chega um prefeito ao meu gabinete, e todos são muito bem recebidos, presidente Wagner e vereadores também, mas eu digo isso muito aos prefeitos e prefeitas do Rio Grande do Sul, e dizem: "Deputado, eu fui ao Ministério da Saúde, preciso ampliar um posto de saúde, e o ministro disse que não tem dinheiro. Tem que procurar, aqui, os deputados federais." Mas isso não acontece agora, apenas. Acontecia antes também. E eu tenho um lado que é o seguinte, eu não passo pano para ninguém. Nós deveríamos ter um orçamento público que tivesse no Executivo. Não é concentrado no Congresso Nacional. Infelizmente, as regras são essas. A gente fala das emendas parlamentares e que seguidamente, infelizmente também, a gente vê escândalo atrás de escândalo. Hoje mesmo, eu vi um aqui, no estado do Rio Grande do Sul, vindo para cá, envolvendo a Câmara Municipal de Porto Alegre. Isso é ruim, porque contamina a política, porque criminaliza. E a população, que já quer uma distância muitas vezes da política, acha que todo mundo é igual. Acha que: “Não, se o fulano fez isso é porque todos os políticos fazem isso.” E aí nos colocam numa vala comum muito ruim. As emendas parlamentares é uma prerrogativa constitucional colocada no artigo 166, que antes colocava nas emendas parlamentares federais 1,2% da receita líquida. Hoje, já estamos falando em 2% da receita líquida. Ou seja, é uma fatia muito grande dos recursos. Repito, não concordo com essa forma, mas a gente só vai mudar o jogo se a gente estiver participando do jogo. E é claro que eu vou... Alguém vai dizer: "Ah, mas o deputado Daniel está da tribuna dizendo que é contra as emendas, mas está lá anunciando os recursos porque as regras são essas.” Eu não posso virar as coisas e dizer: "Não, não vou colaborar com o Hemocentro de Caxias do Sul, não vou colaborar com um Banco de Leite do Hospital Geral.” As instituições filantrópicas e os municípios precisam, a população precisa desse recurso. O ideal seria que os mais de 5.000 municípios do Brasil tivessem autonomia financeira para poder aplicar os recursos. Porque é o prefeito que foi eleito para fazer as políticas públicas e executar as obras. É o prefeito que sabe onde tem que tapar o buraco, qual é a obra de drenagem que tem que ser feita. Não deveria, com o pires na mão, ir à Brasília buscar o recurso que 70% está concentrado. Mas nós pagamos os tributos aqui, a vida acontece aqui. Como as regras são essas, a gente tenta colaborar com os projetos que chegam à nossa mesa. E, infelizmente, também, a gente não consegue ajudar a todos, porque o cobertor é curto. Quando a gente tapa a cabeça, destapa os pés. Aqui, para Caxias do Sul, já destinamos mais de R$ 2.800.000,00. Recursos esses que hoje a gente tem uma visita, algumas para fazer. Vereadora Marisol, uma delas é o início das obras da reforma do telhado do Hemocentro, que precisa muito tempo e que, se não fosse esses recursos, talvez a Prefeitura nunca iria conseguir fazer a obra. Além disso, no Hospital Geral de Caxias do Sul, onde é uma pauta muito importante, não é só aqui em Caxias, na Zona Sul a gente também contemplou para fazer o Banco de Leite, que é uma demanda importantíssima para as mães. Porque um hospital com maternidade sem um espaço de um Banco de Leite para as crianças que nascem prematuras, de fato, a gente acaba não tendo um acolhimento necessário. Então, nós destinamos, aqui, R$ 350.000 para colaborar com a criação do Banco de Leite do Hospital Geral de Caxias do Sul. Então, são recursos importantes que colaboram, que ajudam e que transformam a vida de quem está aqui. Além disso, também já destinamos R$ 200.000,00 para um projeto do Coro Municipal Infantojuvenil, que é um projeto de crianças da rede municipal. Eu agradeço. Aqui eu estou vendo que o meu tempo já está se esgotando, presidente Wagner. Mas o que eu quero, de forma muito rápida, aqui, é agradecer a parceria. Falei um pouquinho sobre a questão das emendas, das regras que estão postas, sobre esse Brasil tão dividido, tão polarizado. Não tenho dúvida alguma que teremos uma eleição, também, muito dividida. Mas que, cada vez mais, quem nos escuta agora possa colocar a razão, possa entender que não é a questão de ser fã, não é a questão de passar pano para ninguém. É dizer: olha, quem cometeu o crime, que responda pelos crimes, seja do partido A, seja do partido B. Que a gente não tenha que defender o indefensável, porque a gente tem que defender aquilo que a gente acredita com convicção, não com conveniência. Eu sou um dos brasileiros que celebro quantos vão sair de um programa social e poder trabalhar. Caxias do Sul é uma referência no setor produtivo. Eu não sou contra o programa social, mas ele não pode servir de bengala para a vida toda, ele tem que ter um tempo para iniciar e um tempo para terminar. E o que a gente vem vivendo no Brasil são políticas públicas que se tornam permanentes. E, cada vez mais, a gente enxerga, no Rio Grande do Sul, a dificuldade de quem empreende, de quem acredita, de quem sonha de conseguir contratar pessoas, de conseguir ter, de fato, um ambiente e um negócio favorável. Então, eu coloco, aqui, o meu mandato à disposição. Já estou há sete anos em Brasília trabalhando para que, de fato, o nosso estado possa ser mais forte, possa se se desenvolver, possa ser mais competitivo. Contem comigo. Independente da sigla partidária, todos são muito bem recebidos no meu gabinete em Brasília para que, de fato, a gente possa transformar com solução. Parabéns pelo trabalho. Que o debate que é feito nesta Casa, aqui, com ideias e nunca pessoalizando possa resultar em evolução para o povo de Caxias do Sul, porque é isso que a população merece. Meu abraço a todos vocês que trabalham aqui e que representam muito bem a população de Caxias do Sul. Eu fui vereador em Pelotas, sei muito bem que vocês são a primeira pessoa, quando estão caminhando nas ruas, a serem abordadas pela população para falar de um buraco, para falar de uma demanda, seja ela qual for, que afeta a vida da população. Sigam com as convicções que vocês acreditam, com as bandeiras que vocês acreditam e com respeito, acima de tudo. Muito obrigado. Contem comigo sempre que for necessário. (Palmas)
Parla Vox Taquigrafia
Ir para o topo