Parla Vox Taquigrafia
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SR. RAFAEL BUENO: Bom dia a todos e todas; meus colegas; minhas colegas aqui; a comunidade de Caxias, em nome da Samanta, a nossa presidente do Conselho Municipal de Saúde, que tem feito um excelente trabalho frente ao Conselho. Saudar a todos os nossos servidores aqui da Câmara, estagiários, a equipe, minha assessoria, em nome da Marisa e da Jussara presentes. Confesso para vocês que parece que já faz um ano que eu saí aqui da Câmara, vereadora Andressa, as duas Andressas, não é? Mas, amanhã, faz um mês, 30 dias que a gente saiu aqui da Câmara para assumir a Secretaria Municipal da Saúde. E, quando eu me propus e me autoconvoquei para vir aqui na Câmara, porque tinha uma convocação do ex-secretário, não é, e eu me autoconvoquei para estar aqui presente, hoje, mostrando, prestando contas. Eu acho que deveria ser protocolo isso. Muitos dos senhores e das senhoras estavam na minha posse, e eu disse, Cecília, que a gente iria fazer uma revolução na Saúde. E que, dentro dos 100 primeiros dias, a gente ia fazer uma otimização, Dai, de cerca de R$ 35 milhões, 35 milhões de recursos públicos. Então, eu convido vocês, a comunidade que está em Caxias, a nos acompanharem, um pouquinho das nossas primeiras ações, com números, para a gente poder mostrar o que a gente está fazendo. Bom, então, primeiro eu quero agradecer a todos os deputados federais, senadores, indiferente de partido, de cores partidárias. Porque, quando a gente vai para Brasília, a gente não pode olhar se o cara é do PL ou se a mulher é do PT. “Ah, eu não gosto do Zucco ou não gosto da Maria do Rosário.” Não. Quando a gente vai para Brasília a gente tem que olhar o quê? O interesse público, e deixar de lado as cores partidárias. E é isso que a gente faz. E aqui, muitos dos senhores e das senhoras conseguiram as emendas parlamentares. O ministro Flávio Dino o que fez? Ele disse o seguinte: "Não podemos mais utilizar essas emendas para os hospitais ficarem com o dinheiro.” As emendas de bancadas, de comissão. Agora tem que ser usado para procedimentos. Então, depois de grandes conversas com os hospitais, neste exato momento nós estamos tendo uma nova conversa, rodada com os hospitais. Agora, o Virvi Ramos está no meu gabinete, porque tiveram alguns apontamentos. Amanhã vai ter o Hospital Pompéia. Então, para a gente rever algumas situações. Então, nós tivemos uma economia. Por que eu digo economia de 12,4 milhões? Porque esse recurso é um dinheiro de emenda, não é do nosso caixa, e isso vai possibilitar a gente fazer 929 cirurgias no Hospital Virvi Ramos; 636 no Hospital Pompéia; 262 no Hospital Geral; totalizando 1.827 novas cirurgias. Caxias do Sul, hoje, tem 6.400 pessoas na lista de espera aguardando por algum tipo de cirurgia. Nós temos gente desde 2017, por exemplo, esperando cirurgia de ortopedia. Então, vocês imaginem 6.400 pessoas só nessas cirurgias extras, o que nós vamos diminuir do sofrimento das pessoas. Nós temos aqui, eu dou o exemplo do pai do Fantinel, que tem problema de catarata. A vereadora Daiane conseguiu uma emenda de R$ 830 mil, através do deputado Marcon, para dar um exemplo, e nós vamos fazer 219 cirurgias de catarata. Então, com isso a gente vai diminuir e muito. Por isso que eu faço um apelo para os senhores e para as senhoras. Eu quero já agradecer aos vereadores, e aqui eu posso citar vários, mas a vereadora Andressa Marques, a vereadora Estela, os demais vereadores aqui, que estão conseguindo... O vereador Juliano Valim, os demais, que mandam recursos para a Secretaria da Saúde. Porque a partir disso... A vereadora Sandra, os demais vereadores. Mas a gente gerencia esses recursos pela própria secretaria, em vez de mandar para os hospitais e eles usarem para custeio, e a gente não ver o trabalho sendo executado. Aqui, nós vamos eliminar 1.827 pessoas que estavam na lista de espera. Muitas delas, talvez, serão chamadas, e não vão atender ao telefone, porque vieram a óbito esperando a cirurgia. Isso tem muito, gente. Só volta um pouquinho ao slide anterior. Então, nós temos esse quantitativo: R$ 12.400.000,00 serão utilizados. Claro, o Ministério diz que é até três tabelas SUS. A gente está negociando para a gente fazer esse quantitativo de 6.400 cirurgias. Então, são cirurgias extras. E eu, como sou secretário de Caxias do Sul, e eu brigava aqui desta tribuna, eu acho que ao invés de a gente... Eu apontava o dedo, agora eu que estou ali no jogo, eu posso marcar gol. Então, agora a gente tem que fazer. E aí, o que a gente está fazendo? Somente moradores de Caxias do Sul vão fazer cirurgia. Os outros municípios, se querem fazer cirurgia aqui em Caxias, em mutirões, que paguem para nós. Eu vou fazer para Caxias do Sul. (Palmas) Eu vou fazer para Caxias do Sul. Inclusive, o próprio presidente da Amesne me deu os parabéns por estar fazendo isso. Porque vocês imaginem, mais de 170 milhões a gente gasta para subvenção. E está aqui a Samanta, que não me deixa mentir, que nós gastamos extras para custear o tratamento da região. E agora a gente tem que ficar mendigando para botar uma decoração na Praça Dante, enquanto os outros só arrecadam de turismo, e a gente não tem dinheiro para fazer nossas cirurgias. Então, nós vamos priorizar sempre os munícipes de Caxias do Sul. Pode passar, por favor. Bom, então o Mutirão da Saúde foi uma das primeiras ações que a gente fez. Em todas as UBSs, foram mais de quase 14 mil atendimentos, e a gente priorizou a saúde da mulher. Claro que, como estava aberto, os idosos, principalmente homens, estavam presentes, mas a nossa meta era a vacinação. E eu quero dizer para vocês também, colegas vereadores, comunidade, ontem tive uma reunião com a Cruz Vermelha, com representantes do CAM[1], e nós vamos ter um ônibus exclusivo para Caxias do Sul a partir de dezembro, onde nós vamos peregrinar pelos bairros da cidade, no interior, para a gente fazer a vacinação. Porque nós estamos com a volta de muitas doenças que estavam extintas aqui no Brasil. E muito por causa da imigração. Em outros países, além de não ser obrigatória, essas vacinas básicas, como sarampo e outras vacinas, eles tinham que pagar. Dou o exemplo o caso da Venezuela. Então, até eles entenderem que é gratuita a vacinação e tal, há um hiato muito grande. Agora a Secretaria Municipal da Educação vai exigir a vacinação para as crianças. Mas quando eles entram no Brasil, muitos deles são vacinados, mas perdem a carteirinha, então a gente não tem esse controle ainda. Por isso que a gente, dentro desse ônibus da Cruz Vermelha, a gente vai percorrer os territórios, principalmente onde tem fortes imigrações, para a gente ampliar a vacinação. Bom, pessoal, desde o dia 3, agora, da segunda-feira, nós alteramos os horários das UBSs. Isso era um estudo que já tinha sido feito e estava lá engavetado, e eu assumi essa tarefa para mim. As UBSs abriam às 7h30 da manhã e fechavam às 16h30. As de horário estendido às sete e iam até às 21 horas. A gente tinha dados que a média de funcionários das UBSs estendida, cinco profissionais, um médico e quatro profissionais que estavam lá para atender a população. Entre as oito da noite e as 21 horas, nesse hiato de uma hora, a gente tinha uma média de 1,7 atendimento, vereador José de Abreu. Em todas as UBSs, durante um ano, uma média de 1,7 atendimento. Ou seja, cinco pessoas trabalhando para ter 1,7 atendimento, né? Então a gente reduziu esse horário para as pessoas poderem otimizar até as oito da noite. Isso vai possibilitar, então, um fluxo de caixa de 1,8 milhões por ano. Esses dados todos que eu estou trazendo, com 1 milhão e pouco, depois vocês vão ver outros dados, tudo isso, a partir do momento que a gente concretizou, que a gente deu o passo inicial, no período de um ano. Então não é que a economia vai ser hoje de um milhão e 800. A policlínica, que foi um grande investimento do governo federal. E aí eu quero agradecer aos meus servidores lá da Secretaria da Saúde, aos servidores também da Seplan. Mas talvez muitos não saibam dos bastidores; não foi só a questão do terreno. Não somente esta obra, mas outras obras a gente estava na iminência, está na iminência de perder. Por isso que amanhã, hoje é quarta, amanhã o prefeito chegando, amanhã tem reunião com o prefeito Adiló para a gente verificar outras situações, porque a gente precisa agilidade de outras secretarias para a gente não perder projetos. E aí, vereadora Sandra, vereador Capitão Ramon, vereador Fantinel, vereadora Daiane, nós temos emendas parlamentares que vocês têm para reformar UBS. O Capitão Ramon a UBS do São Vítor, a vereadora Sandra a de Forqueta, a vereadora Daiane do Fátima Alto, o vereador Fantinel tem da UBS de Fazenda Souza, o Valim também tem a UBS do Jardim Eldorado. E outras UBSs estão no cronograma. Mas não adianta eu conseguir recursos, e vocês terem esses recursos empenhados se, por exemplo, outras secretarias a Seplan fizer o projeto. Então eu preciso que outras secretarias ajudem, deem celeridade para a gente poder fazer. Não basta a vontade do secretário para a gente depois não conseguir, dizer: “Olha, temos o dinheiro, mas a gente não vai conseguir acelerar.” E a policlínica é um exemplo disso. A policlínica está no meu nome, vereador líder Daniel Santos. Está no meu nome, foi o primeiro documento que eu assinei. E a gente tem até o dia 20 do mês que vem para enviar o projeto. Eu estou cobrando todos os dias, porque a gente não pode deixar para o dia 20 de dezembro para enviar o projeto. Vai que suma o sistema, que dê alguma coisa, apague as luzes, dá um apagão, sei lá o quê. A gente não consegue cadastrar, e aí a gente perdeu uma policlínica aqui em Caxias. Então, pode passar ao próximo slide. Investimento de 30 milhões do governo federal. Aí uma sacada, pessoal. Nós conseguimos também 60 cirurgias. A gente descobriu o SUS gaúcho. Nós fomos atrás, que foi lançado, e conseguimos 60 consultas e 60 cirurgias de ortopedia no mês de outubro, novembro e dezembro. Vinte por mês no Hospital Pompéia. Então, além daquelas 1.800 cirurgias extras, essas 60 cirurgias são do SUS gaúcho, em parceria com o SUS gaúcho, que nós conseguimos. E também, através do SUS gaúcho, nós conseguimos empenhar 140 mil por mês que veio de recurso extra para a UPA Zona Norte. Eu disse: "Mas o que tem o maior problema, o maior gargalo?" E é o serviço de traumato-ortopedia. Porque hoje a gente tem uma clínica que custa em torno de R$ 68 mil por mês, que é a SOS Saúde. A pessoa tinha um trauma na sexta-feira e só ia conseguir engessar o braço, a perna, na segunda-feira, porque a gente não tinha serviço, uma clínica contratada para operar no sábado, domingo, em regime de plantão. Então a pessoa ficava quebrada até segunda-feira. O que eu fiz? Eu disse: “Vamos abrir o serviço de traumato-ortopedia na UPA Zona Norte.” Então esse serviço é diário, de segunda a segunda. Nós temos profissionais. Então é um serviço de referência. Vamos imaginar, vereadora Estela, que ali na UPA Central é o serviço de saúde mental, que a psiquiatria é ali a única referência. E a UPA Zona Norte, então, se os senhores e as senhoras souberem de alguém que se machuque, que tenha alguma lesão, UPA Zona Norte. Não é para aquela pessoa que está com uma dor lombar, que está com um problema no ombro e vai lá se consultar. Não. Isso segue o fluxo normal via UBS. É se tem alguma fratura, alguma questão de urgência e emergência. Pode passar. As melhorias na UBS, então, R$ 1 milhão na UBS Galópolis, que foi melhorada. Nós temos... O Governo Federal também mandou recursos para a UBS Imigrante, na Zona Sul, que é uma obra que já tem ordem de início, vai iniciar nos próximos dias. Então, também nós temos, eu já falei, essas outras UBSs que nós temos a previsão de fazer reformas. E aqui, hoje, não somente essas UBSs que eu citei dos vereadores, anteriormente, que a gente quer reformar a partir do ano que vem, nós temos, por exemplo, a UBS do Cristo Operário, que é no porão de uma igreja, sendo que a gente tem um prédio da Marcopolo, onde era a lojinha da Marcopolo, que a gente pode usar e otimizar serviço. Vereador Dambrós, eu estou cobrando de algumas secretarias, e amanhã tenho reunião com o prefeito para tratar o seguinte: não foi uma promessa minha de campanha, foi uma promessa do prefeito Adiló. Ele se reelegeu prometendo para a Zona Norte construir a UBS Caminho do Meio. E eu quero construir a UBS. Não foi promessa minha. Agora o Governo Federal lançou uma linha de crédito de R$ 20 bilhões, através de um financiamento, que tem dois anos de isenção. A primeira coisa quando eu vi, eu disse: "Vamos nos cadastrar." Eu quero construir um Caps infanto-juvenil, para diminuir a lista de espera das crianças. E cadastrei a UBS Caminho do Meio para a gente receber o empréstimo. Então, está cadastrada para a gente ter esse financiamento da UBS Caminho do Meio. Nós vamos, então, nós vamos desativar duas UBSs no momento oportuno, que é o Fátima Baixo, que está caindo aos pedaços a UBS, a do Centenário também, e vamos construir uma UBS vertical. Falavam tanto nas escolas verticais, né? Mas agora nós vamos ter UBS vertical, com elevador e tudo. Tudo dando certo essa questão do empréstimo. Também preciso de outras secretarias que estejam em sintonia com a Secretaria da Saúde. Não adianta meus técnicos, meus servidores fazerem tudo e barrar em outras secretarias. Gente, isso aqui é a maior sacada de todas, tá? Provavelmente amanhã, neste exato momento que eu estou falando, a PGM, eu quero agradecer ao procurador Tacca, ao prefeito Adiló, à Andressa, minha servidora. Eu disse que ela... Desculpa adjetivar, mas disse que é uma galinha dos ovos de ouro. Porque ela viu isso daqui, que tem em Porto Alegre. O que acontece? Muitas das emendas dos senhores, que destinaram... Por exemplo, a vereadora Sandra Bonetto está dando pulos. Porque o dinheiro das emendas dos vereadores, o que aconteceu? Usaram para custeio. Anteriormente à minha chegada lá, pegaram a emenda dos vereadores e usaram para pagar contas. Nós estamos com um déficit de 44 milhões na Secretaria da Saúde. Mas, então, pegaram e usaram para custeio próprio. Pagar hospital, pagar a UPA, enfim. Mas por que eu botei parceria com a FSG? Os novos cursos de Medicina, o Governo Federal regulamentou que os novos cursos de Medicina têm que dar uma contrapartida financeira. Todo mundo ocupa, vocês que percorrem UBS e quem está me assistindo, ou tem alguém da Saúde na sua família, sabem que ocupam as UBSs como campo de estágio a fisioterapia, enfermagem, medicina. Enfim, os diversos campos de estágio. Já paga na mensalidade. Eu vou dar um exemplo para vocês. A maternidade era no Hospital Pompéia, e foi transferida para o Hospital Virvi Ramos. Na outra semana a Cleciane pediu para eu assinar um documento para começar a cobrar o campo de estágio, que até então quem recebia era o Pompéia, dos acadêmicos que faziam a sua residência ali. E essa servidora, a Andressa Gallo, ela disse: "Rafael, vamos fazer isso aqui em Caxias?" Eu digo: "Mas por que nunca foi feito isso aqui?" Bom, aí eu conversei com o reitor da FSG, com o reitor da UCS, estava até o vereador Daniel Santos, que eu falei que a gente ia fazer o decreto. A gente vai fazer o decreto, provavelmente amanhã sai do forno o decreto e é publicado. Então, a partir do ano que vem, todos os cursos que utilizarem os nossos serviços de saúde, campos de estágio com o nosso serviço de saúde, vão pagar aquela contrapartida que já pagam na sua mensalidade. Isso nós vamos ter em caixa em torno de 6 milhões por ano. Dinheiro grátis, dinheiro extra entrando. Isso a gente vai poder reinvestir. Esse 1 milhão e meio por ano já tem, porque o Ministério da Educação disse: "Vocês só abrem curso de Medicina se derem a contrapartida." Então, o reitor, vereadora Marisol, da FSG, eu quero lhe agradecer que vai sair o seu telhado lá no Hemocs, viu? Da sua emenda. Obrigado por mandar dinheiro lá para nós. E aí, então, o reitor está ansioso para fazer a obra. Porque, se a gente não fizer até o final do ano a obra, a gente perde. Aí a deputada Denise esteve lá comigo dizendo: "Rafael, tem uma emenda que eu dei equipamento de raio-x". Vejam só, Ricardo, nosso diretor da Câmara. Equipamento de raio-x, que hoje o Município paga quase R$ 1.300.000,00 por ano, ali em cima das lojas Marisa, na Sinimbu, para uma empresa terceirizada fazer um raio-x. Hoje a lista de espera está em torno de três meses. Um raio-x custa R$ 30,00. Só que se tu não tirar o raio-x na hora, a pessoa depois vai ter que extrair o dente, tratar canal. Olha o custo que isso vai dar para o Município, essa lista de espera. Fora que depois tu tem que imprimir papel e levar para a UBS. E a Denise disse assim: "Rafael, tem uma máquina minha de raio-x que dá para fazer os procedimentos, que está na caixa e está perdendo a garantia". Eu não sabia disso daí. Aí a vereadora Marisol veio, no outro dia, eu disse: "Marisol, isso aqui eu vou resolver hoje". Porque, daí eu estava falando com o reitor da FSG, e eu disse: "Denis, o que é que precisa...", daí eu estava falando com o meu pessoal e eu disse assim: "O que é que a gente precisa?”; “Ah, precisa fazer uma reforma, vai custar uns 400 mil." Liguei para o reitor da FSG, eu disse: "Denis, eu preciso, esse meio milhão, desse valor aqui, porque vocês querem". Eles queriam utilizar, sabiam dessa máquina que tinha, eles queriam levar para eles utilizarem, para eles abaterem em serviço. Eu digo: “Neca pau que vocês vão fazer isso, porque isso aqui é nosso e nós vamos utilizar". Eu disse: "Vocês podem utilizar para campo de estágio de vocês, mas vocês vão fazer a obra e a gente vai botar em funcionamento". Isso, até março do ano que vem, se tudo der certo, agora, tocando, eles fazem a obra e isso é o bom. Tudo o que for campo de estágio. Então, a gente não pode: "Ah, quero fazer uma reforma na Câmara". Não, tudo tem que ser o que tange a respeito de campo de estágio deles. A gente vai fazer o orçamento, e eles vão executar a obra, não vai precisar de licitação da Prefeitura. Então, são todos os campos de estágio. Isso vai acelerar tudo rápido. E nós vamos botar essa máquina em operação. Um raio-x, na média que os cálculos que o meu pessoal fez, nós vamos gastar 400 mil por ano. Nós vamos economizar quanto nessa brincadeira? Oitocentos mil reais. Uma máquina que estava na caixa, de raio-x, botando e perdendo a garantia. Então, nós vamos fazer... O pessoal dando pulo de alegria, meus servidores. E esse outro um milhão, eu sei que teve uma reunião de saúde mental, essa semana, nós vamos utilizar como campo de estágio da FSG para fazer consultas de psicologia para minimizar esse grande déficit que a gente tem na psicologia. Esse um milhão a gente vai usar, em contrapartida, para abater na lista de espera. Tenho dois minutos. Bom, os Agentes de Endemias, pessoal. O que acontece? A gente tem os Agentes de Endemias no nosso município, nós mandamos para o território. Como que funciona? E está aqui a Samanta, que me ajuda. Hoje, o agente de endemias iria até o seu local de trabalho no centro, ele batia o ponto e tinha que ir para Galópolis ver, por exemplo, os mosquitos. Ia ter que pegar o ônibus e ir até Galópolis. Aí tinha que voltar antes do meio-dia para bater o ponto. Aí depois batia o ponto e voltava para o Rizzo. Daí tinha que voltar. Quanto de tempo desperdiçava nisso? E no mandato do prefeito cassado, a Visate começou a cobrar a passagem de ônibus. O que a gente fez? A Visate cobrando a passagem de ônibus. Meio milhão por ano, a gente vai economizar, porque as pessoas vão trabalhar nas suas UBS, vão trabalhar nos territórios. Tanto que na UBS do Pioneiro, vão ser mais duas, agora, esse mês, que vão para lá. Nós vamos abrir concursos. Então, só nessa brincadeira nós vamos economizar meio milhão de reais. É o que preconiza o Ministério da Saúde: trabalhar no seu território. Eu estou acelerando aqui, tá? Falando sobre a saúde mental, e eu não sei se vocês lembram que eu falei: "Gente, nós temos a saúde mental aqui, nós precisamos, não é?" Eu fui, através do Rimon, dono da Clínica Rimon, e o filho dele, Instituto Amor em Cuidar, pedindo parcerias, não é? Eu estou que nem aquele pessoal que está na rua e está procurando os toquinhos de cigarro, passando o chapéu ali, fazendo uma... Esses dias tinha uma mulher fazendo malabarismo com duas bolas, digo assim: "Não, isso aí eu também sei fazer. Acho que até eu vou para pedir dinheiro para a Secretaria da Saúde, não é? Até isso aí eu já sei fazer”. E pedi, então, para o Dr. Rimon o que a gente podia fazer. Eles vão destinar 60 consultas mentais para a psiquiatria de forma gratuita, 60 consultas por mês. Isso vai dar uma economia de 100 mil reais por ano para nós, para a secretaria. Pode passar. Também pelo SUS Gaúcho, olha só, nós ganhamos 140 mil do SUS Gaúcho para a UPA Zona Norte, eu abri o serviço lá. E aqui para a UPA Central, nós ganhamos só 50 mil. Sabe por quê? Porque ela não está habilitada. Nós estamos deixando de ganhar quanto? Noventa mil nessa brincadeira, 900 e quanto dá? Quem que é bom de matemática? Quanto? Um milhão por ano quase. Um milhão por ano, a gente está deixando de ganhar. Estava deixando de ganhar porque a UPA vai ser habilitada essa semana, não é? Já está tudo certo, vai ser habilitada até o final da semana. Então, nós vamos partir para ganhar 140 mil, nós vamos ter outros serviços ofertando. Aqui a gente está usando, nós contratamos auxiliar bucal para ajudar os nossos odontólogos. Bom, pessoal, o pessoal, antes, foi visitar o município de Recife, eu fui visitar Porto Alegre. Eu quero dizer que nós vamos fazer uma grande revolução tecnológica, nos próximos meses, aqui, em Caxias. Nós vamos tentar minimizar ao máximo, ainda no primeiro semestre, as filas de espera, tanto no CES, tanto... O CES é outra situação que a gente está vendo de mudar aquele espaço, de outro local mais saudável para os funcionários e também para os usuários. E a gente, também, quer fazer essa revolução tecnológica evitando filas, evitando... Tudo na palma da mão. Eu, por exemplo, se vocês me perguntarem quantas pessoas tem hoje na fila de espera de uma consulta, eu até posso saber de cabeça, mas tudo eu tenho relatórios que saem a cada um mês. Eu não tenho nada. Eu não consigo visualizar se aquela UBS não está funcionando, se aquela outra não está. Eu vi, vereadora Daiane, a senhora brigando aqui e gritando por causa do seu projeto de lei. Não vai ser nem preciso aprovar o seu projeto de lei, porque, a gente informatizando, a gente vai ter tudo. Sabe quantas informações que a gente podia ter mastigadas para otimizar recursos e saber onde aplicar, onde a gente está gastando errado? A gente não tem... Então, nós estamos na época analógica, não na digital. Bom, isso aqui também, ó pessoal. Eu estive em Brasília, e nós ficamos sabendo, dos servidores, que a gente tinha, de 2024, das enchentes, um valor que estava perdido, que era para ser usado nos recursos humanos da vigilância em saúde, dois milhões de reais. E aqui também quero agradecer o Mauro Pereira, que é secretário do município, e que ajudou a abrir as portas, e nós conseguimos esses dois milhões de reais que estavam perdidos. Eu descobri esses dois milhões e nós vamos usar, então, isso para o custeio da folha de pagamento. Então, são mais dois milhões de reais que ninguém sabia que tinha e a gente descobriu e conseguimos, semana passada, esses dois milhões. Pode passar. Programa Mais Médicos. Eu defendo o Programa Mais Médicos, quanto mais médicos vier... É um programa do governo federal. Eu lembro que uma vez, quando foi implantado no meu primeiro mandato, em 2013, vereador Cláudio, o senhor era meu assessor, muitos médicos lotaram a Câmara de Vereadores falando: “Dilma, só a Tessari!” Que era secretária na época, né? Só a Tessari, né? E indo contra o Programa Mais Médicos, com um certo preconceito, até, contra os médicos. E que bom que nós conseguimos. E eu liguei um por um dos médicos, fui na UBS abraçar a doutora, a Cleonice, que assumiu. Acho que a gente tem que ter essa parceria com os médicos. Fui agradecer a ela. Nós abrimos no Belo Horizonte, São Caetano e Pioneiro, três médicos. E no Bairro Pioneiro, nós abrimos uma estratégia de saúde da família. Podia abrir no Bairro Cristo Redentor, no meu bairro, que também está precisando, mas eu sei que o Bairro Pioneiro, vereador Dambrós, precisava lá. Nós vamos mandar mais dois agentes de endemias, também, para aquele local. Pode passar. Aqui, quando mais três Unidades Básicas de Saúde, que a gente prevê, são três UBSs novas. E aqui eu quero falar em primeira mão para vocês, na sessão de hoje, com aquela redução de horários de UBSs estendidas, aquele delay de uma hora, né, nós vamos otimizar um milhão e oitocentos mil por ano. Mas a gente não vai guardar esse dinheiro. A gente vai abrir novos serviços e três novas UBSs. E aqui eu quero deixar meu compromisso com a comunidade de Caxias, das regiões, com os vereadores e vereadoras: nós vamos abrir três novas UBSs com horários estendidos. A UBS do Diamantino, a UBS do Planalto e a UBS do Fátima. Três novas UBSs com horário estendido para beneficiar regiões que ainda não estavam sendo contempladas. Então, não é: "Ah, vai fechar serviço e não vai..." Não. Eu quero é abrir serviço. A gente tem que ampliar, quanto mais a gente ampliar. Só que a gente tem que tirar de algum lugar para poder ampliar em outros. Eu tenho mais cinco minutos, depois extra, não está contando isso aqui. Bom, estou que nem o Seu Pizzetti, o finado Seu Pizzetti.
PRESIDENTA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Foram 25 minutos já, vereador Rafael. Secretário.
SR. RAFAEL BUENO: Sim, mas eu já estou concluindo. Mas aqui eu só quero dizer como a gente está na época analógica. A gente perdia 600 ligações por dia, quase, que as pessoas ligavam, os servidores ligavam das UBSs, o pessoal ligava para saber se tinha um medicamento, se tem medicamento no CES, as pessoas ficavam na fila. Eu digo: “Então, vamos fazer o quê?” Vamos montar um call center. Nós colocamos três pessoas lá trabalharem e atenderem telefone, exclusivo para a questão da farmácia básica especializada e do componente estratégico. Mas eu não quero isso, que as pessoas fiquem ligando. Eu quero que as pessoas saibam na palma da mão no celular. Por enquanto, o que eu tenho é um call center, né? As pessoas não vão ficar mais três, quatro horas esperando um telefonema ou se dirigir até o CES e ficar na fila para saber se tem o seu medicamento. A gente dedicou um telefone: 3290-4444, a partir das 7h30 da manhã às 17h00, as pessoas podem ligar para saber se tem o seu medicamento. Pode passar que eu quero... O CAPS, então, que esse é um problema que eu quero resolver, e eu peço aqui, por favor, aos demais secretários, que me ajudem, para a gente não perder esse valor do governo federal que foi mandado para nós, que é o nosso novo CAPS. Isso vai desafogar as filas da saúde mental que nós precisamos, né? Esta aí em uma situação que precisa do cadastramento do projeto, e tenho certeza que a gente não vai perder, né? Espero. Passa. E aqui eu quero desmistificar, Andressa, antes de concluir, é a questão do Hemocentro. Eu vi algumas pessoas falando bobagens em redes sociais dizendo que eu ia terceirizar o Hemocentro. Jamais. Eu jamais vou terceirizar serviço. Pode ser serviço, daqui a pouco, de segurança, nessas casas de acolhimento, alguma coisa, serviço que é meio. Mas serviço, enfim, não vai passar pelas minhas mãos. Então, antes de as pessoas falarem bobagem, as pessoas têm que falar, têm que subir no gabinete do secretário, ligar e tirar suas dúvidas. O Hemorgs, para os senhores e para as senhoras ficarem sabendo, e podem, eu dou o telefone depois para vocês ligarem para a diretora do Hemorgs. A Samantha está aqui e pode me auxiliar também. Nós temos o Hemocentro Regional, que é como se fosse o UAB e associações de bairro. Todos os Hemocentros Regionais são ligados ao Hemorgs. Por quê? Porque eles ganham recursos. É como se fosse, vereadora Andressa, o sindicato e as federações. E o único município que não é associado ao Hemorgs é Caxias do Sul, porque cinco vezes ela esteve conversando com os secretários e nunca quiseram. Eu disse: “Tá, mas qual que é o benefício para nós?” “Vocês vão receber suprimentos, vocês vão mandar serviço para nós, e vai economizar o serviço de vocês.” Só nessa economia nós vamos ter uma economia de 2,5 milhões por ano. Por ano. E o que significa isso? Nós vamos mandar o serviço de imuno-hemato e sorologia para Porto Alegre, para eles fazerem os testes lá, ao invés de aqui. Além de a gente ter uma economia de cerca de 200 mil por mês, nós vamos também ter economia de sete servidores que a gente vai realocar em outros setores, e eles vão continuar trabalhando. Quando uma pessoa passa para um concurso ela tem que saber que ela pode trabalhar lá em Vila Cristina ou no Vila Lobos. Então nós vamos ter essa economia de dois milhões e meio. Nós não vamos terceirizar o Hemocentro. Nós não vamos. Nós vamos otimizar. Pode passar. E aí, com esse nosso diálogo, eu assumi na segunda-feira. De tarde, quando eu cheguei, eu peço para cada setor: "No que nós vamos economizar? No que nós vamos economizar?" Falei com o Roque, que é o diretor do Hemorgs, ele me disse: "Nós estamos conversando com a diretora de Hemorgs, mas só o mês que vem e tal.” “Me consegue o telefone dela.” Botei no viva-voz, ela me disse assim... Eu disse: “Bah, eu queria falar contigo.” Ela disse: "Nunca recebi uma ligação de secretário de Caxias do Sul." Eu disse: “Mas então vamos marcar uma conversa, eu vou aí, a Porto Alegre.” Ela disse: "Não, eu vou aí." Quinta-feira, na primeira semana que eu assumi, nós já decidimos isso. E olha que, na sexta-feira, o que a gente conseguiu? Mil e 500 bolsas de sangue para a coleta de sangue. Uma economia de 81.450 a gente vai ter por mês para a gente coletar sangue. Todo mês eles vão mandar esse valor. Uma economia que a gente vai ter. Eu nem esperava isso. Então, isso são coisas que a gente tem que correr atrás, porque se tu ficar esperando, no ar-condicionado, sem correr, tu não consegue. Estou concluindo. Aqui eu quero agradecer ao nosso governo federal, à carreta da saúde, que está lá em Pelotas. Daqui uns dias vai chegar buzinando aqui na nossa cidade. Eu quero estacionar aqui na frente da prefeitura, para a saúde das mulheres. Estou me vendo até lá dentro já buzinando, gritando, fazendo o que dá. Uhuuu. E a gente chegando para oferecer serviços, especialmente para as mulheres, a carreta. Um projeto do governo federal, do Ministério da Saúde. Estou concluindo, de verdade. A questão da economia das fraldas, então. Em um ano a gente vai economizar dois milhões e meio nas fraldas, porque a gente vai tirar todas, a gente só vai deixar as infantis. Porque, hoje, o governo federal está fazendo esse remanejo para as farmácias populares. E tirando também recursos humanos, enfim, nós vamos ter uma economia de dois milhões e meio para as pessoas poderem buscar no seu território as fraldas. E aqui, pessoal, eu quero compartilhar com todos vocês, quero agradecer à nossa deputada federal Denise Pessôa, que foi muito parceira, ao ministro Alexandre Padilha e a toda a sua equipe. Há seis anos Caxias do Sul deixava de ter habilitação de serviços, e a gente perdia todo ano R$ 10,2 milhões aproximadamente, porque faltavam documentações. E sabe o que era, colegas vereadores? Tipo alvará sanitário, que é a própria Secretaria da Saúde que emite. Vereador Pedro Rodrigues, o alvará de localização, entre outras coisinhas simples que a gente não tinha, a gente não conseguia habilitação. Então, por intermédio da deputada federal Denise Pessôa, que passou dois dias conosco nos ministérios, até o final desta semana nós vamos ter essa economia garantida por um decreto do ministro Alexandre Padilha, de 10 milhões, aproximadamente, que nós vamos reinvestir em serviços para a nossa população. Então, seis anos de espera, e agora nós vamos ter em caixa esse valor sobrando. Pode passar. Então, quando eu falei para os senhores e para as senhoras que a gente teria, ao longo de 100 dias que a gente iria aplicar esses recursos, tirando a UPA, tirando a policlínica, que já estava sendo planejada pela administração anterior, que é um custo de R$ 30 milhões, nós já conseguimos otimizar e investir R$ 70,8 milhões nesse um mês. Então, somente da minha parte R$ 40 milhões já foram otimizados. Eu já bati a meta em 30 dias de trabalho e já ultrapassei 5 milhões. E tenho certeza que, nos próximos 60 dias, nós vamos dobrar essa meta agora, que não é mais de R$ 70 milhões, agora é de R$ 140 milhões. Aguardem, porque nós vamos fazer isso. Para esse dinheiro ser reinvestido no SUS. E eu quero dizer o seguinte, colegas vereadores, por que a Secretaria da Saúde não funcionava? Bom, por que algumas empresas vão à falência? Porque talvez não tenham bons gestores. E eu não estou aqui para falar dos demais, mas eu quero agradecer aos meus servidores da Secretaria da Saúde. Aqui eu vou usar uma palavra para vocês entenderem: eles estavam com tesão adormecido. E eu fui lá, conversei, olhei no olho de cada um, e aquele tesão saiu para fora. Eu nunca vi gente trabalhando com uma vontade de trabalhar, chegando de manhã trabalhando mesmo exausto. Vocês me conhecem, sabem o jeito que eu trabalho, né? A minha assessoria mesmo sabe, né? Vocês; a Andressa, que trabalhou comigo, sabe como a gente trabalha. Que é cumprir, né, Cláudia? É meta, é meta, é meta, é meta, é meta. Então, eu quero agradecer a todos os meus servidores públicos que trabalham muito bem lá na Secretaria de Saúde, os meus assessores também que trabalham, indicado por outros partidos que trabalham na Secretaria de Saúde. Eu quero agradecer a todos e principalmente, Samanta, olhando para ti, agora, e o Conselho Municipal da Saúde, nada, nada a gente vai fazer sem ouvir a comunidade. Muitas das coisas que a gente vê e ouve talvez são corretas, talvez são corretas em diversos setores, eu não vou falar dos últimos acontecimentos. Mas, se a gente dialogar com as categorias, muitas coisas deixam de ser, se tornarem públicas, serem, terem esses contratempos. A gente pode ter embates ideológicos, mas de evitar se a gente ouvir a população. E eu sei, a vereadora Estela, a Comissão de Saúde, pediu para o Jack, enquanto presidente, para a gente poder fazer uma agenda para a gente ouvir o pessoal do Hemocentro. Do Samu, desculpa. Eu mesmo, enquanto secretário da Saúde, era um projeto que já estava lá, antes de eu chegar, não é uma ideia minha, Rafael Bueno, enquanto secretário. Qualquer um, se tivesse, teria que lidar com isso daí. Porque nós temos o Reas. E eu quero, para concluir, falar só disso daqui. Nós temos o Reas. O que significa o Reas? Quando nós aprovamos a 409, nós readequamos os cargos, nós readequamos o padrão salarial. Isso possibilitou também, além de equilíbrio salarial, possibilitou a gente poder ampliar a jornada de trabalho. Então, médicos que trabalham doze horas, enfermeiros que trabalham doze, técnicos, vão poder ampliar sua jornada de trabalho de 12 para 20, de 33 para 40. Isso vai ser um grande trunfo para nós, a administração. Porque nós vamos ter mais profissionais nos seus territórios, a gente não vai precisar chamar novos concursos. Os mesmos profissionais, e vai diminuir hora extra, vai diminuir um monte de coisas. Então, precisa um reequilíbrio orçamentário dentro da própria paz. Isso vai ser explicado para os senhores e para as senhoras nessa reunião que nós vamos fazer. Então, já estava sendo planejado antes do Rafael, e o projeto vem aqui para a Câmara, também, para discussão. Mas eu chamei os servidores do Samu, nós ficamos das 7h00 da noite até às 10h30, nós conversamos. Só peço que a TV Câmara mostre, para eu concluir mesmo. É uma reunião que nós fizemos no dia 22, se eu não me engano, dia 22 de outubro, o Sindicato estava presente, a Silvana Piroli, a Malu, representando também, os trabalhadores do Samu, de diversos serviços lá do Samu. Ninguém discute a qualidade de serviço, que são pessoas que salvam vidas, são os nossos, que estão juntando gente ‘estrebuchada’ do chão, isso, a gente, ninguém, discute o serviço, a gente está discutindo, eu digo assim, a gente, a Prefeitura de Caxias, algumas questões, que era a privatização ou a questão de retirada de alguns benefícios que foi dado lá em 2002, e que teria que ser atualizado segundo a gestão. Então, isso é o passo que está sendo discutido. Tem uma Comissão que foi formada entre Ipam, Sindserv, Secretaria da Saúde, Gestão e Finanças, Secretaria de Governo e PGM. Então, essa Comissão está discutindo isso, porque são muitos dados, é muito, “tira hora extra, coloca hora extra”, e que passa isso, também, para uma equipe de governo e não pela Secretaria de Saúde, é mais uma questão de gestão. Por isso que eu estou sempre disposto aqui, vereador Estela, depois a senhora acerta com o meu assessor, o Dani, para a gente vir aqui semana que vem, quinta ou sexta, para poder explicar. Porque quanto mais a gente ouve, mais chances a gente vai ter de não errar e beneficiar a população. Então, quando vocês ouvem: "Ah, está economizando, está economizando, está economizando", não. A gente está economizando para reinvestir na saúde e investir aonde? Na atenção primária. É a gente incorporando as nossas equipes, ampliando a vacinação, ampliando os nossos indicadores. Gente, obrigado pela tolerância do tempo, nosso gabinete segue sempre à disposição. Quando vocês tiverem alguma dúvida, que talvez, o Everson, meu assessor, que está ali com comigo, ele diz assim: "Tu atendeu 60 e poucas pessoas no dia". Ele disse: "Não, mas tu atendes 60, fora as reuniões que tu tem". Então, se eu não consigo atender vocês, tem o Daniel Corrêa, qualquer informação, qualquer questão de pacientes que chegar até vocês. Tem a Andreia, que é a nossa assessora da Comissão da Saúde, não é, tem o Daniel, tem a Elizangela. Então, ela é meu canal aberto, ela continua sendo a nossa assessora e nosso canal entre a Secretaria da Saúde. Eu mesmo passo as demandas para ela, para ela ver internamente com o nosso pessoal. Então, meu gabinete está sempre à disposição, o gabinete do secretário da saúde, para fazer visitas, para qualquer demanda, contem sempre conosco. Obrigado pela tolerância do tempo, de uns minutinhos que a gente passou. Muito obrigado. (Palmas)
 

[1] Centro de Atendimento ao Migrante
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