VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Senhor presidente, caros colegas vereadores. Hoje é o dia nacional do futebol, e amanhã... Nós, no futebol, sempre fomos referência mundial. E amanhã começa a 9ª Edição da Copa do Mundo Feminina na Austrália e na Nova Zelândia. Serão trinta e duas seleções. Nós nunca fomos campeões e estamos lutando para isso. Então eu queria, hoje, registrar, homenagear e pedir a todos que fiquemos ligados e torcendo para que a nossa seleção traga da Austrália um título mundial. Era isso. Meu muito obrigado.
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VEREADOR CLOVIS XUXA (PTB): Senhor presidente, demais colegas vereadores. Bom dia ao pessoal da Mesa. Quero cumprimentar você que está assistindo através da TV Câmera e também você que está através da rede social. Não podia deixar de manifestar a alegria que estou hoje de trazer este grupo fantástico aqui de Caxias do Sul, que leva o nome de Caxias do Sul para todo o Brasil. Eles já tiveram a oportunidade de estar em São Paulo, nos grandes programas, nos melhores programas de TV. E é importante, porque eles fazem um trabalho nos bairros de Caxias do Sul, levando alegria para as crianças. Eu me identifico muito com esse grupo, porque eu também trabalho com crianças e gosto de ver o ser humano estar alegre.
VEREADOR LUCAS DIEL (PDT): Um aparte, vereador.
VEREADOR CLOVIS XUXA (PTB): Gosto de ver o ser humano estar alegre.
VEREADOR ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Peço a palavra, senhor presidente.
VEREADOR CLOVIS XUXA (PTB): E eles também se sentem bem em estar dançando numa pista de dança. Eu vejo que eles ficam olhando para os lados e vendo o quanto as pessoas aplaudem, o quanto as pessoas ficam felizes no gingado e na sua dança. Então, a vocês o meu voto congratulações, a vocês, ao Grupo Alarme Falso. Seu aparte, vereador.
VEREADOR LUCAS DIEL (PDT): Obrigado, vereador. Quero me somar a esse voto de congratulações ao Grupo Alarme Falso. Sempre quando a gente fala em música, em dança, em cultura, é importante. Porque leva alegria, leva toda essa cultura deles para as pessoas, para a sociedade. Então quero me somar ao voto de congratulações ao Grupo Alarme Falso. Desejar parabéns aos 35 anos do grupo. Vida longa ao Alarme Falso. Obrigado.
VEREADOR CLOVIS XUXA (PTB): Obrigado, vereador. Todas aquelas pessoas que levam alegria ao outro, ao ser humano, têm o meu respeito. Me identifico, porque eu também vivo, aos finais de semana, levando alegria às pessoas. E Grupo Alarme Falso leva todos os finais de semana; eles estão com a agenda sempre cheia de shows e viajam bastante. Estiveram, esse final de semana, ali em Nova Pádua, participando também de um festival ali. E hoje, com prazer, nós estamos recebendo eles aqui na Câmara de Vereadores, onde eles também vão fazer uma dança logo mais aí para mostrar quanto tem valor a dança e a cultura desse querido grupo Alarme Falso. Obrigado, presidente.
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VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Bom dia, senhor presidente, senhoras e senhores vereadores.  Eu gostaria de fazer hoje um convite aqui. (Soa campainha) Obrigado, vereadora Marisol. Gostaria de fazer um convite aqui que veio ontem à noite através do nosso amigo Eleandro Razadori, que deve ter mandado para alguns vereadores, depois a gente também coloca no grupo vereadores, é mais uma ação aqui, é um drive thru para retirada no dia 11/08, das 10h30 às 16h30 a retirada do kit. Quem adquirir, tem direito a dois cachorros-quentes no valor de R$ 25. A retirada vai ser no salão dos Capuchinhos. Com certeza mais próximo a data a gente divulgará novamente, mas, para os nobres colegas e as pessoas que estão nos assistindo e tiverem interesse em adquirir esse ingresso para dois cachorros-quentes vai estar ajudando e muito a comunidade escolar nesse projeto de ampliação da Escola Municipal de Ensino Fundamental Assis Brasil. Era isso, senhor presidente. Obrigado.
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VEREADOR ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Vereador-presidente, bom dia. Quero parabenizar e dar bom dia também ao grupo Alarme Falso. O vereador Xuxa já disse tudo em relação a vocês. Eu quero destacar também a importância da cultura, do apoio à cultura, do fomento à cultura, já que alguns governos praticamente destruíram a cultura deste país. Então quando a gente vê grupos de vocês resistindo, fazendo 35 anos, parabéns pela insistência. Também quero me informar ao registro que pode parecer até engraçado, simples do vereador Cadore, mas, uma Copa do Mundo de Futebol Feminino, quando muito tempo as mulheres ficaram proibidas de jogar futebol, isso é muito significativo. São as mulheres se empoderando não apenas no trabalho, não apenas em outras situações, mas também no esporte. Então é uma evolução, uma evolução lenta, mas é uma evolução importante que independe de resultados, e depende de a gente ver o empoderamento feminino e de a CBF inclusive dar as mesmas condições para as mulheres dos homens, porque, até esses dias, elas nem treinavam no mesmo lugar que os homens na Seleção Brasileira. Então, é importante destacar isso sim, vereador Cadore. Parabéns. Mas, ao mesmo tempo, no futebol, lamentar que hoje está acontecendo uma operação da Polícia Federal com esquema de resultados manipulados no futebol de clubes de futebol aqui no Rio Grande do Sul. Então, por um lado a gente tem uma coisa boa por parte das mulheres e por outro lado, por parte dos homens, não é, nós temos uma ação muito forte da Polícia Federal nos clubes aqui do Rio Grande do Sul na questão da manipulação de resultados. Obrigado, senhor presidente.
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Não houve manifestação

VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Nobres colegas, bom dia. Eu quero trazer aqui três assuntos. Na condição do presidente, às vezes, a gente quer pedir os apartes e não consegue. Então acho importante aproveitar esse espaço para falar três assuntos importantes na nossa cidade. O primeiro refere-se à audiência pública, ontem, sobre os cuidados subsidiados, lembrar que a primeira ação da Mesa Diretora, esse ano, a primeira ação quando percebemos que a cidade perde 20 milhões, nós investimos nos recursos, na mídia, reuniões com a imprensa, sindicatos, Receita Federal, para que a população, que hoje 12%, destinam 6% pelo menos nós aumentássemos para 15, quem sabe até mais. E que, logo no final do ano, saberemos quanto conseguimos e quanto a gente melhorou a destinação dos 6%. Sabemos que nós temos 10% da população idosos na nossa cidade e sabemos que não existe uma vaga para idoso em Caxias e nós sabemos que a FAS compra 80 vagas. Então, muito importante à reunião, ontem, da Comissão do Idoso, presidida pelo colega Rafael. O cuidado subsidiado é uma transferência de renda, que já existe hoje no fundo da Criança e do Adolescente. (Por favor, fecha a porta.) E nós, então, verificamos onde é que está o projeto, o projeto ainda está na FAS, segundo a Geórgia, em 30 dias, deverá vir ao Executivo e será encaminhado a esta Casa. Nós temos hoje em torno de quatro milhões no fundo e vamos reiterar que, se esse cuidado subsidiado, nós conseguirmos para dois... Para 24 meses, que depois a LDO venha para esta Casa já colocando como recurso de cidadã, não de prefeito, para que os próximos, se não tiverem a mesma sensibilidade que o prefeito Adiló, que a lei os obrigue a destinar recursos para o cuidado subsidiado. Os R$ 1.500,00 ou R$ 2.000,00 vão para família. O idoso, como foi falado ontem, vai usar o mesmo travesseiro, o fogão à lenha, o cachorro, os filhos próximos. É um belo de um projeto social. E é por isso que a Mesa Diretora, é por isso que a Marisol também no ano passado fez vídeos pedindo que as pessoas doem, destinem os 6% de Imposto de Renda. Então eu acho que é resultado de muitas mãos, e nós vamos tornar realidade. O edital de captação ainda está na PGM, mas é outro assunto. Então o projeto Cuidado Subsidiado que está na FAS deverá vir para esta Casa. Esse é o primeiro assunto e, com certeza, estará nesta Casa, e nós vamos priorizar e vai ser unânime, tenho certeza. Também, ontem, eu saí daqui para conversar com o nosso procurador Tacca sobre outro assunto, e ele havia saído por um chamado do prefeito, mas eu quero levantar outra questão que nós precisamos melhorar na nossa cidade, e eu peço ao procurador que o olhe com bons olhos a mudança na lei das licitações. Nós temos várias formas de compensação de dívidas com o Município, várias formas: nós temos o débito tributário, nós temos o TAC, o Termo de Ajuste, e a compensação também por troca de uso. O que nós temos nessa compensação de dívidas que os loteadores, principalmente, têm com o Município é que esse recurso seja só para obras novas. Eu tenho conversado muito com a Margarete, e esses recursos têm que vim para reformas também, porque existe o projeto para reforma, tem a fiscalização dos técnicos, tem o engenheiro que fez o projeto. Então o loteador tem que destinar os 15%, mas já tem um espaço público perto, ele destina 7,5 e o restante ele vai dar em equipamentos. Hoje, conforme a lei, é equipamento novo, por exemplo, onde estivemos inaugurando a Praça Raymundo Magnabosco, onde a empresa Ramos devia para o Município em torno de 600 mil e construiu a praça ali atrás do hospital, no Universitário II, onde estivemos num domingo, de tarde, inaugurando. Ficou perfeita, não precisou de licitações, a empresa devia, deu em contrapartida para o Município. Nós temos quantas outras construções, por exemplo, a UBS do Cristo Redentor também foi assim. Então eu gostaria que a PGM tivesse o entendimento que obras de reformas... e nós temos aí o Moinho Galópolis, nós temos aí o Pavilhão na 453, perto da Metroplan, nós temos um Museu Municipal que precisa de reformas, nós temos quantas UBS chovendo dentro. Se a lei permitir que quem deve, e nós temos hoje perto de 5 milhões de empreendedores que devem para o Município, que querem acertar, porque, com isso, eles também vão liberar os loteamentos deles, isso pode ser destinado, que seja destinado também para reformas. Eu quero mostrar para os senhores, por exemplo, o CCJ, que é um Centro de Cidadania e Juventude que está depredando há 17 anos. O projeto está pronto. O projeto está pronto. Mas recurso de onde? Por quê? Porque não tem como ser utilizado para reformas. Nós tivemos a saída do Murialdo Santa Fé daquele centro de formação. Eu acho que seria bem interessante que com essa mudança de lei, por exemplo, nós tivéssemos, então, investimentos em reformas. Porque muitas vezes em uma reforma, nobre colega Uez, a construção antiga é melhor quase que a atual. E tem acompanhamento do fiscal. Tem acompanhamento do engenheiro. Então eu acho que a mudança da lei proporcionando que não se crie um fundo, porque, se for para um fundo, vamos ter licitações de novo. É muito demorado. Então que fosse para reformas. Então tenho conversado muito com a Margarete, devo voltar a sentar com procurador Tacca, porque isso é de extrema importância para que nós utilizemos os recursos desses que devem para o município, em contrapartida, em reformas. Também, por exemplo, a capela mortuária do Vila Ipê, que deverá ser construída, é com a contrapartida. Já estivemos lá com o engenheiro Golin, mas daí é uma obra nova, daí prevê na lei. Eu acho que é muito interessante que a gente amadureça essa ideia. Eu não posso achar que seja certo ir para um fundo, porque o fundo, vocês sabem, alguns governos priorizam para A ou para B. Peço uma Declaração de Líder, meu líder Gilfredo Otto de Camillis Sobrinho.
VEREADOR GILFREDO DE CAMILLIS (PSB): Uma Declaração de Líder do PSB.
PRESIDENTE OLMIR CADORE (PSDB): Declaração de Líder da bancada do PSB.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Obrigado. Bom, eu quero... Não tive a oportunidade também de valorizar a nova diretoria da UAB. Nós estivemos lá. E também valorizar todos os novos presidentes. Também estamos envolvendo um livro, que provavelmente vamos lançar na feira do livro, falando dos 60 anos da UAB, que será muito interessante. Eu fiquei triste, isso vou falar para o prefeito daqui uns dias, quando a gente fizer nossa janta. Fiquei muito triste de não ver nenhum secretário lá na posse do presidente da UAB. Muito triste. Isso é muito ruim. Sei que o prefeito tinha outro compromisso, deu uma passada, cumprimentou todo mundo. E olha, o que eu falo aqui, vou falar para ele lá, tomando uma cerveja junto com ele, com a maior naturalidade, porque nós estamos no governo e nós queremos contribuir com muitas ideias e também com algumas posições diferentes de alguns secretários. Então eu quero dizer o seguinte. Eu sempre digo, é muito melhor a franqueza. Então lá foi muito boa a fala. Eu, como também está completando 10 anos que eu tomei posse como diretor do Orçamento Comunitário, falei do Orçamento Comunitário. E vou falar sempre que a bandeira de qualquer prefeito deve ser ouvir as pessoas, as demandas. E acho que, inclusive, vou falar para ele que deve, até o final do ano, reunir, se não consegue reunir em todos os bairros e loteamentos, mas que reúna por região. São 15 regiões administrativas. Aí pega lá a região Fátima, explica lá no Castelo Branco, para toda aquela região, todos aqueles loteamentos daqueles bairros por que está acontecendo a obra no trevo da Randon. Valorizar a farmácia do Fátima, que hoje tem o CES. A regularização do Centenário II. Enfim, pega por região. O Cruzeiro. Pega as 15 regiões administrativas, reúne os presidentes, os que se reelegeram e os novos, e mostram tudo aquilo de bom que está sendo feito. E quero dizer aos senhores, lá na inauguração da Rua Guaporé, sábado, o prefeito falou que está saindo uma cartilha com muitas cobras. Só que as obras precisam ser divulgadas; a sociedade tem que saber que, quando passa uma adutora, vai levar água para outros bairros, outras construções, que a cidade está se expandindo. Não é porque vai quebrar a calçada na frente do morador que o prefeito não é bom. Não é assim. É uma questão de compreensão, é uma questão de explicar a importância da obra. Então nós temos aí no Serrano, por exemplo, a construção da escola infantil, que é importante que aquela comunidade saiba, por exemplo. Que aquela outra, ali no Centro Social Urbano, parou na metade da escadaria e que a empresa desistiu. Se nós pegarmos também na região de São Giácomo tem muitas obras, o PPCI das escolas. Então mostrar para a população tudo aquilo que está sendo feito. Eu acho que deveríamos então, este ano, através do Orçamento Comunitário, dividir a cidade em 15 regiões e com a presença, evidentemente, dos secretários, do prefeito e da vice. Olha, na mesa que eu estava com o Renato Oliveira almoçando, um presidente de bairro queria conhecer o Meletti. Lembra? “Pois é, eu quero conhecer, porque tem um problema de água lá na minha vizinha.” Outro queria conhecer o secretário de Trânsito. Então, eu falo com a maior naturalidade, porque nós, que vivemos... Eu, que trabalhei dois anos com o Sartori e quatro anos com o Alceu Barbosa Velho, o prefeito, era diferente. Então acho que nós podemos melhorar. Então com isso, com as 15 regiões administrativas, onde teremos essa cartilha de obras, vai ser muito importante para a cidade, para mostrar tudo aquilo que está sendo feito. E tem muita coisa acontecendo, muita coisa boa acontecendo. Então era essa a minha fala. Dizer que nós estamos em permanente diálogo com os secretários, permanente diálogo. Temos respostas rápidas, seguras. E também temos que ter a compreensão da situação financeira do município. Vocês vejam, vejam o quanto nós perdemos de Fundeb, o quanto nós perdemos de Fundeb. Então, nobres colegas, o PSB está no governo para ajudar em tudo aquilo que for possível, e isso a Administração sabe. Então quando a gente... Às vezes a gente critica. É uma crítica construtiva. O senhor pediu aparte?
VEREADOR VELOCINO UEZ (PTB): Um aparte. Vereador Dambrós, acho muito importante essa sua ideia. Eu ando muito. E o que que eu vejo na nossa cidade, infelizmente? Eu vejo uma questão como aquela obra lá da Randon. Vou citar um exemplo. Eu fui chamado lá há poucos dias. Não vou citar nomes. Alguns empresários se sentindo prejudicados por causa da obra, querendo até botar o município na justiça porque deixaram, como se diz, de faturar. Vivemos em um momento que se olha simplesmente ao entorno, enfim, de nós, e não como um amplo, uma obra que pode beneficiar muitos outros. Eu vejo que não se pensa muito no outro. Na situação de água, mais de sem quilômetros de água. Claro, obra dá transtorno; o separador do esgoto, que está andando muito rápido. E eu escuto assim: “O prefeito que só faz buraco.” Mas qual é o prefeito... Quando eu estava lá em Galópolis, Dambrós, em uma certa feita, eu estava com seis obras em andamento, e um morador disse “onde é que tu vai estragar a rua hoje?”. Quem é que quer estragar a rua? É levar benefício à população. Então falta muito isso de mostrar o objetivo que é tudo isso, que é dar mais comodidade à nossa comunidade, que é o dinheiro público. Temos muitas dificuldades, mas está se fazendo muito, talvez muito escondido embaixo da terra, infeliz uma boa parte vê isso como um transtorno e não como um benefício para melhorar a vida das pessoas. Eu acho que é muito importante, eu sempre digo e falou: divulgar e ver, porque isso é uma coisa boa, não é uma coisa ruim. Eu acho que falta um pouco mais nisso, sim, de a população entender que é para melhorar a vida das pessoas. Nenhum prefeito ou subprefeito quer fazer buraco por fazer buraco, e, sim, para melhorar a vida das pessoas. Veja bem aquela obra ali da Gladis que eu digo, lá no Rizzo, vai dar muito transtorno, mas, se não fosse para melhorar a vida das pessoas, aquele dinheiro não precisaria ir lá. Então acredito que a sua ideia é muito boa, divulgar o benefício desse transtorno todo. Não se faz obra sem transtorno.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Obrigado. Então fica a minha sugestão: reunir as 15 regiões administrativas e levar essa cartilha e mostrar tudo aquilo que está sendo feito.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Peço um aparte, vereador.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Seu aparte, nobre colega.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Obrigado, vereador Dambrós. Parabéns pela pauta. Eu queria somar à fala do vereador Velocino a respeito da obra do Sagrada Família. Eu acho que o que tem que melhorar é a fiscalização, vereador, porque eles deixaram aquilo lá parado praticamente dois dias porque tinha que ir buscar uma pecinha não sei aonde. Então, eu acho que antes de começar o serviço, tem que ter a peça. Antes de começar o serviço, tem que ter tudo que é necessário, porque realmente esses transtornos acontecem muitas vezes por falta de fiscalização. A obra, a gente sabe que tem que ser feita, é necessária, os moradores sabem disso, mas, muitas vezes, eles veem as máquinas lá três, quatro, cinco dias paradas, onde poderiam estar trabalhando. Obrigado, vereador.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Obrigado pelos apartes. Obrigado, senhor presidente.
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VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Bom dia, senhor presidente, senhoras e senhores vereadores. Hoje, a gente vai conversar aqui sobre um problema seriíssimo que tem há muitos anos já vem se estendendo essa situação há muitos anos. Vocês vão se identificar, vocês vão identificar no vídeo onde é, porque é na frente da empresa Visate, na Rua Júlio Calegari, lá no Bairro Esplanada, em direção ao Nossa Senhora das Graças, a Estrada do Imigrante, e os moradores daquela região a gente visita ali a todo momento e, infelizmente, nós viemos cobrando desde o primeiro dia de mandato. Ainda na Legislatura passada, quando assumir aqui para algumas vezes nós fizemos a cobrança. E constantemente é chover uma chuva um pouco mais forte e aí acontece esse tipo de situação. Larga o vídeo aí e depois a gente vai... Por favor, se a TV Câmara puder mostrar o vídeo. (Exibição de vídeo.) Vocês imaginem que ali é uma van que está fazendo a filmagem. Olha onde está passando, a altura da água. Obrigado. Exatamente. Então toda aquela água que desce do Bairro Esplanada, principalmente da Av. Bom Pastor, que a gente sabe que é uma descida ali um pouco forte e tudo mais, ela vai chegar num lugar mais plano. E aí essa imagem parece até São Paulo, não é? Porque a gente tem o costume de assistir São Paulo e ver a situação. E aí posterior toda essa situação que as pessoas ali convivem que nós precisamos, precisamos de alguma forma, não sei se é um piscinão, não sei se é o problema dos canos que acaba estrangulando, porque é muita água e o cano não dá conta, mas, no dia que chove um pouquinho mais forte, não tem... Vai alagar na frente da Visate, vai alagar na frente da empresa Visate e ali tem muito comércio, a água entra dentro dos comércios, vira um “tendel”, como se diz, e não tem condições mais de nós conseguirmos, porque o que acontece, vereador Uez? Com certeza, a gente tem um inverno que é chuvoso, aí tu chega no verão e tem aquelas fortes chuvas, que dá no verão, que são pancadas fortes e de imediato alaga ali de novo. Então é constante, não é assim uma vez por ano, são diversas vezes que acontece. E aí, posterior a essas chuvas, está terminando com o asfalto. Eu tenho algumas fotos ali que vocês vão ver, se vocês passarem por lá, é um buraco em cima do outro. Olha quantos buracos em algumas fotos. Assim, já não tem mais condições de tapar o buraco ali, tem que fazer, por exemplo, remendo, porque a água arrebenta o asfalto e aí o que não vira em buraco, ela vai cavoucando e vai tirando todo o asfalto. Que nem essa foto, por exemplo, não tem mais como fazer tapa buraco ali, porque são, acho que, 10, 15, 20 buracos, mais ou menos, na mesma região, de dois metros, mais ou menos, por dois.
VEREADOR CLOVIS XUXA (PTB): Um aparte, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): E aí já acabou. Ali é perto do Genésio Materiais de Construção, quem conhece a região ali, e aí... Perto do Berzan lá também, vereador Uez, que o senhor conhece, acabou com tudo. Então o tapa-buraco, ele resolve quando é um buraco a cada 100, 200, 300, 400 metros, mas ele está tão concentrado que agora, infelizmente, a gente já fez os pedidos que têm que fazer um recapeamento e não tem mais como fazer. Só um tapa-buraco. Acho que foi na semana passada, passou por lá o pessoal da Codeca para fazer um tapa-buraco ali, meio emergencial. Saltou tudo de novo fora, não tem mais condições, porque eles só colocam ali para fazer um emergencial, e a gente não reclama do emergencial, porque acaba... Se deixar como está, passa lá, estoura um pneu. Então, é melhor que faça uma operação de tapa-buraco paliativo, mas, para resolver, nessa situação aí depois de toda essa água aí que passou por cima do asfalto, somente com o recapeamento. Seu aparte, vereador Xuxa.
VEREADOR CLOVIS XUXA (PTB): Obrigado, vereador Bressan. Eu estive conversando, dias atrás, com o secretário Soletti sobre esse escoamento da água e ele me explicou que a tubulação que sai ali da Visate em direção aos bairros, ela não comporta a quantidade de água que vem daquela captação ali, daquela... Da Esplanada, por ali. Mas eu acho que uma solução seria uma bacia de contenção da água, fazer uma bacia por ali, estudar uma maneira, já que se fosse remover essa rede ou ampliar essa rede talvez seria mais difícil ampliar. Então eu acho que a solução dessa água que para sempre em frente a Visate acaba alagando muitos comércios. Eu tenho um amigo meu que tem um comércio ali e está sempre alagando o comércio dele. Eu creio que teria que ser feito então uma bacia de contenção para não ter que remover ou ampliar a tubulação que escoa essa água. Obrigado, vereador Bressan.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Obrigado, vereador. Vereador Rafael.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Vereador Bressan, eu lembro até final do meu primeiro mandato, como era bom quando dava uma chuva, não é? A gente dormia, tudo tranquilo. E a gente só via São Paulo e outras cidades alagando e agora Caxias do Sul, qualquer chuvinha que dá de cinco minutos um pouco mais forte, o telefone não para de tocar e sempre os mesmos pontos na nossa cidade. Eu vejo, vereador, Caxias foi mal planejada. Apesar de nós termos excelentes servidores na Secretaria de Obras, aqui em nome do Ivanor, que é o diretor, do secretário Soletti, que estão sempre à disposição para atender, o Catusso, que é diretor da Secretaria, não dá conta, porque tem que desmanchar toda a Visate, porque os canos estão todos estrangulados, entupidos de lixo, de lixo de pessoas que jogam lixo, e vem lá de cima do antigo Castilhos e também de pedras, árvores, galhos de árvores, e que vai se acumulando. Então, vereador, nós estamos com a canalização pequena pelo tamanho da estrutura de Caxias, são prédios, prédios e prédios, imagina num dia de chuva as pessoas chegando em casa tomando banho, puxando a descarga, não é? E, ainda, mais o escoamento da água que vem das suas residências. Então nós temos que, urgentemente, pensar em alternativas. Não somente as novas construções terem reservatórios de água, mas a gente daqui a pouco pensar em uma nova legislação de as residências começarem a ter também reservatório de contenção de água, porque, do jeito que está hoje, vereador, está insustentável Caxias do Sul. E aí não adianta fazer... Gastar mais dinheiro fazendo um asfalto ali, porque amanhã ou depois vai ter que fazer de novo, vai ter que fazer de novo, e a gente não tem mais o que fazer. Nós estamos estrangulados com o sistema de canalização e eles conhecem tudo, o Ivanor e a Eliana por dentro desses canos. Eles conhecem toda a cidade, eles conhecem, mas não adianta fazer. E são milhões e milhões e milhões, e não adianta tu refazer, porque daí tu vai ter que botar abaixo prédios e casas. Eu sei que o senhor já foi em algumas casas, que as pessoas me chamam também ali no entorno. O muro da Visate caiu sobre uma casa um tempo atrás, tiveram que indenizar, mas não adianta. Então, infelizmente, daqui a pouco a gente tem que rever algumas possibilidades de obrigar algumas grandes moradias aqui de Caxias e prédios a fazerem contenção das suas águas e também o município investir em bacia de contenção. Obrigado, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): É verdade, vereador Rafael. Essa sua explanação eu também ouvi do prefeito, que é um conhecedor, porque foi secretário de obras e, principalmente, quem trabalha nas obras conhece praticamente tudo que tem debaixo da terra que as pessoas acham que é pouca coisa, quando abre uma galeria passa, às vezes... Passa às vezes, não; em muitas galerias, passa um trator dentro ou um carro dentro de tão grande que é, e é o que precisa. Mas acho que a gente tem que pensar sim. Acho que é bom levantar esses assuntos aqui para a gente entender, talvez, o que precisaria. Grandes obras, talvez acima de mil metros, 1.500 metros, enfim. Ter uma metragem, um estudo de uma metragem da obra, que, se for acima de tantos metros ela tenha um reservatório de contenção, porque é difícil ali, não é, vereador Uez? O senhor que também conhece a região, aonde vai fazer uma indenização, porque teria que fazer tipo um piscinão para segurar essa água e ela ir escoando aos poucos, não é? Só que está tomado de residências, tomado de prédios, casas, aquela região, que não se tem hoje; teria que indenizar, talvez, um grande número de pessoas, custaria uma fortuna uma obra dessas, para tentar fazer, resolver, não é nenhum paliativo, mas tentar, sim, resolver esse problema. Mas acho que os vereadores aqui... Claro, é um debate, é uma discussão que a gente tem que ter para o futuro da nossa cidade, que talvez numa obra acima de tantos metros quadrados, a gente possa colocar uma lei municipal, enfim, que fizesse uma contenção dessa água, para essa água ir desaguando aos poucos, saindo aos poucos, para não dar esse problema. E ali onde vocês veem na foto ali... É que é difícil, às vezes, mostrar em foto a gente foi pessoalmente lá, tem muito do cascalho aquele, daquele tapa-buraco, ele já tá todo na lateral. Ele já está... (Esgotado o tempo regimental.) Me concederia uma Declaração de Líder, senhor vereador?
VEREADOR VELOCINO UEZ (PTB): Uma Declaração de Líder ao PTB. Se possível, um aparte também, vereador Bressan.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Já de imediato, vereador.
PRESIDENTE ZÉ DAMBRÓS (PSB): Segue em Declaração de Líder.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Um aparte, vereador.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PTB): Vereador Bressan, eu já estive ali na outra Legislatura ainda e o prefeito hoje conhece muito bem ali. E eu vejo ali, o senhor sabe muito bem, que ao lado, à esquerda, indo para lá, que tem um pedaço a céu aberto ali, que quando afunila embaixo daquele pavilhão ou empresa, que não me recordo, ali é o problema, eu vejo. O cano não está preparado para receber toda essa água. Hoje as águas, elas chegam muito rapidamente, e eu acho que, se tivesse uma oportunidade, talvez, de um piscinão por ali até ajudaria até Galópolis, porque essa água vai para Galópolis.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Vai para Galópolis.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PTB): Então acho que até ajudaria nisso, porque como hoje a Secretária de Obras aumentar aquela canalização embaixo daquele local lá, que o senhor conhece muito bem, que afunila ali á esquerda, ali antes, depois da Visate, se não me engano.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): É a empresa de Newfer.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PTB): É, ali embaixo, o senhor sabe muito bem que ali afunila e precisaria o dobro. E quanto a questão do asfalto, fica muitos dias úmidos, por causa que é plano, para a água ali, asfalto com umidade não dá certo e acaba nisso aí. Então, vai consequente esse gasto para o município enquanto não tiver, enfim, um paliativo, talvez, ou aumentar muito esse vazamento embaixo, se é possível, naquela empresa, ou só um piscinão, ajudaria a resolver esse problema. Senão, ele vai virar contínuo ali na nossa cidade. Já fui muitas vezes ali, mas é muito importante nós debatermos aqui dentro este assunto para que a comunidade veja que nós estamos atentos, sim.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Isso aí. Vereador Diel.
VEREADOR LUCAS DIEL (PDT): Obrigado, vereador Bressan. Excelente tema trazido aqui para a gente debater. Realmente, Caxias cresceu. Caxias não é mais a mesma. Nós temos um volume muito grande aí desse escoamento de água, muitos prédios, estrangulamentos em várias regiões. E essa aí é uma que é do conhecimento de todos. Dizer também que a chuva castigou a gente nesses dias, não é? Choveu em um dia mais do que em dois meses de água, não é? Que deveria ser. Foi um volume muito grande. Na realidade, a gente diz um dia, mas foi questão de horas, não é? Choveu o que deveria ser em dois meses. Então a solução mais, vamos dizer, evidente aí seria os piscinões realmente. A exemplo do que foi feito lá no Pôr-Do-Sol, a exemplo do São José também que resolveu o problema. Também eram problemas crônicos na cidade e que foram resolvidos. Então, é importante a gente ver. Claro que é do conhecimento da Secretaria de Obras, do governo, essas questões aí, mas é importante dizer: não é o caso de se refazer asfalto ali, porque, se fizer o asfalto, logo em seguida vai ter que se refazer de novo. Então é importante a gente debater esse assunto. Muito bem, muito bem lembrado. Mas eu queria aqui aproveitar também, nós estamos aqui com o nosso ex-presidente da UAB aqui. Queria saudá-lo e parabenizá-lo, que hoje está aniversário. Parabéns, Darci de Jesus, aqui que está nos acompanhando aqui. Muito, muito obrigado.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Obrigado. Parabéns pelo aniversário. Seu Darci de Jesus, que foi nosso presidente da UAB. Parabéns. É, o que a gente não pode deixar de vir aqui cobrar, falar, porque o problema tem que ser trazido. Aqui é o local que a gente tem que entender o que a gente precisa. Precisamos lá resolver urgente. É um piscinão, é a ampliação da galeria, é a troca dos canos? Não sei, mas alguma coisa tem que ser feita. Não dá mais para, ano após ano, a gente trazer o problema e nada acontecer. Seu aparte, vereador Sandro Fantinel.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Obrigado, vereador Bressan. A gente, a gente se comove muito com essa situação, a gente sabe que existe esse problema e a gente sabe o porquê que existe esse problema. Eu estive visitando nessa semana passada uma localidade ali, uma comunidade aqui próxima, e qual é que é o problema? Está bem pior do que isso aí, bem pior. Mas é invasão. E reclamam que a prefeitura tem que ir lá e arrumar a rua, e tem que tampar os buracos, e tem que fazer um asfalto, e tem que calçar. Mas é tudo invadido, não tem recuo nenhum, não tem... Ninguém fez cisterna para captação de água, larga tudo na rua. Então é um trabalho infindável, não se termina nunca. Não tem como terminar. Eu falei na questão do Dambrós antes, que o problema em Caxias do Sul é falta de fiscalização por parte da prefeitura. Eu não estou aqui dizendo que é culpa do prefeito, do vice, de quem for. Não! Eu estou dizendo que está faltando fiscalização, porque está todo mundo construindo e fazendo do jeito que acha que tem que fazer. Aí chegam lá quando o negócio está pronto, aí multam. Beleza, multou. Multou, mas a obra está lá.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Já está pronta, não é?
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Aquela obra vai causar problema lá na frente, para as ruas, para todo mundo. Outra coisa, eu acho que como o senhor mesmo falou, mexer naquilo que está feito não tem como. Por que não fazer uma canalização maior no meio da rua? Abre aquela rua ali e faz uma canalização maior, não é? Faz uma canalização maior, porque o piscinão, Velocino, ajuda até um certo ponto. E se em vez de dar duas horas de chuva, der um dia inteiro daquela chuva, o piscinão vai por cima. E aí vai aonde a água? Então nós temos que pensar. Eu acho que ali a única forma seria fazer um novo... Uma nova adutora embaixo da rua para resolver esse problema. Obrigado, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Obrigado, vereador Fantinel. Pois é. O que a gente não pode deixar é de cobrar, não é? Então a população lá... Entendo o senhor pela situação que muitos, infelizmente, loteamentos são mal planejados, não é, acabam acontecendo a moda... Todo mundo vai fazendo o que quer, e depois, infelizmente, causa os problemas. Lá não é o caso, não é, porque, é claro, todo mundo lá está regularizado, está em dia, tem os afastamentos, tem tudo e, infelizmente, como é uma baixada, o problema é toda hora que chove dá problema lá, mas a gente queria dizer também que é claro, esse é um problema que tem que ser resolvido, tem que ser estudado e temos que começar urgente, ainda se puder esse ano, algum... Ou é um piscinão, ou é um alagamento, ou é uma nova galeria, enfim. Tem que ser discutido ainda este ano para começar, para nós não esperarmos as chuvas de verão, se for o caso, e dar mais transtorno para aquela comunidade.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Um aparte.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Claro que muitas coisas estão sendo feitas lá na região do Bairro Esplanada, que foi abandonada por muitos anos pelos prefeitos. Mas nós estamos tendo uma atenção no que dá para fazer. Ainda faltam algumas coisas pontuais, que são os alagamentos que eu coloquei; a ampliação da escola, que a gente está batalhando, porque tem falta de vagas na região; ampliação e construção da escola infantil, que a gente está atrás também dessa demanda; uma horta comunitária, que eu venho cobrando há muito tempo aqui. Não é, vereador Dambrós? E precisam de uma horta comunitária. Eu invejo a Zona Norte pelo lado bom, não pelo lado ruim. Quero uma horta comunitária lá na minha região. Tem muitas áreas verdes ainda lá, que estão se transformando em lixão, porque a gente não tem ação de poder nas áreas verdes de Caxias, principalmente naquela região, vereador Fiuza. Nós poderíamos colocar quadra de esportes, porque tem lugar. A gente já foi fazer os estudos, já viu. Dá para botar uma quadra de vôlei de areia, vamos dizer; um futebol de areia, que é barato, que não custa caro, não precisa fazer piso e tal. Mas tudo tem que ter um pouco mais de boa vontade do poder público de poder nos ajudar. A gente, como vereador, vai lá, olha, mas não tem a caneta na mão para poder fazer. Então nós estamos trazendo as demandas. Seu aparte, vereador Fiuza.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Obrigado, vereador Bressan. Parabenizar o senhor pela atenção de sempre que tem buscado dar ali à sua região do Esplanada. E dizer que é necessário haver um grande planejamento, tanto da Secretaria de Obras como também do Samae, em conjunto, para que situações como essa possam de uma certa forma... A gente sabe que vai ser a médio e longo prazo. Adequações e também visibilizar também construções com obras macros para poder sanar, então, essa contenção dessas águas, que acontece quando há essas chuvas torrenciais. Principalmente no que diz respeito ali próximo também à rodoviária. Que nós, há poucos dias aí também, tivemos a notícia de quanto alagou aquela região ali, de quanto também necessita de uma atenção ali também na rodoviária. Parabéns. Muito obrigado.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Obrigado, vereador Fiuza. Só vou frisar essas duas situações. A do alagamento, claro, a gente trouxe. E, se tudo der certo aí, temos que discutir o quanto antes. Mas vou deixar duas questões pontuais da região. Não adianta ter área verde se a área verde vai servir para lixão. Não resolve. Ou se tem a área verde para a gente poder ocupar ela, com respeito principalmente às árvores, à vegetação que está lá, ou não vai adiantar fazer. Deixar a área verde para o que está acontecendo hoje, para juntar lixo. Então nós temos dois pontos lá. A entrada do Bom Pastor II, entre São Caetano e Bom Pastor II, que dá para fazer uma horta comunitária. Ficaria acho que excelente essa situação lá. E a outra é entre o Bom Pastor II e o Vila Lola, que tem uma área verde em que a gente já recolheu o lixo. Novamente se tomou de lixo. E lá daria para fazer quadra de esportes, para nós podermos iluminar e as pessoas ocuparem. (Esgotado o tempo regimental.) As pessoas ocupando, tenho certeza, que vai evitar de quem tem má educação ir lá levar o lixo, que deveria ser recolhido pela Codeca, e eles atiram naquele local. Então ficam aqui registrados os nossos pedidos lá. Obrigado, vereador Dambrós.
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VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Obrigado, senhor presidente. Senhoras e senhores vereadores, são diversos temas que nós estamos abordando no dia de hoje e cada qual mais importante do que o outro, cada qual necessita de uma atenção cada vez mais de nós, parlamentares, como pessoas públicas, fazendo seus direcionamentos aos órgãos competentes, para que a nossa cidade, cada vez mais, possa estar segura e também poderem os nossos munícipes usufruírem do melhor. Mas eu quero aqui usar este Grande Expediente para falar da Faders, que a Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e Pessoas com Altas Habilidades no Estado do Rio Grande do Sul, a qual tem a responsabilidade de trazer projetos no que diz respeito à acessibilidade. E, neste ano, completa aí cinco décadas, vereadora Tatiane. Cinquenta anos a qual ela traz a inclusão para a pessoa com deficiência, que é um dever com a coletividade. É permitir a integração de um indivíduo aos demais indivíduos e é promover também a acessibilidade nos espaços públicos, no transporte, nos meios de comunicação e nos demais serviços essenciais, mas sabemos o quanto é importante nós termos esse olhar de humanização para com as pessoas com qualquer tipo de acessibilidade ou deficiência, seja auditiva, seja de locomoção. Nós precisamos, cada vez, mais sermos apoiadores e incentivadores dessas pessoas estarem cada vez mais juntamente conosco em todas as áreas. Seja na área pública, seja na área... Na escola. Coletivo ou não, é importante essa inclusão. E eu quero aqui falar um pouquinho do histórico da Faders, que é importante para a gente poder entender como foi o início dela e como é o trabalho que ela tem buscado a fomentar a todo o Estado do Rio Grande do Sul. Pela força então da reivindicação de algumas lideranças, especialmente o movimento Apaeano, cria-se em 23 de outubro de 1973, então, a lei estadual nº 6.616, a Faers, Fundação Riograndense de Atendimento ao Excepcional, vinculada e supervisionada pela SEC, aprovada pelo Decreto Estadual nº 23.046, de 2 de abril de 1974. A Faers é então uma entidade, personalidade jurídica, de direito privado, dotada de autonomia administrativa e financeira, com a sua sede e foro na cidade de Porto Alegre e atuação no território estadual no Rio Grande do Sul. Tem por finalidade atuar na área de pesquisa, de profilaxia, de atendimento ao excepcional nas áreas de saúde, de educação, de trabalho e de Previdência Social. É inclusão da pessoa com deficiência, é essa eficácia aos direitos da Constituição viabilizados na prática também do cotidiano. E, no ano de 1981, considerado como o ano internacional das pessoas com deficiência pela Organização das Nações Unidas, a Faers foi coordenadora da comissão estadual que se reuniu com órgãos públicos e privados com o objetivo de debater temas como então a prevenção, a conscientização, a educação, a reabilitação, a captação profissional e a remoção de barreiras arquitetônicas. E ainda então na década de 80, mais especificamente nos anos de 1981 e 83, a fundação estabeleceu um trabalho conjunto com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a fim de realizar cursos adicionais no ensino de 2º grau nas áreas da deficiência mental, visual, auditiva. E, em 1986, em parceria com a Pontífica Universidade Católica do Rio Grande do Sul, realizou cursos das mesmas áreas como extensão universitária. Durante quase 19 anos de existência a fundação, este órgão passou por diversas transformações. Na tentativa de definir o seu papel destacou-se a alteração da Lei Estadual nº 8.535, em janeiro de 1988, que mudou a sua denominação para o atual nome da Fundação de Atendimento ao Deficiente e ao Superdotado do Rio Grande do Sul, Faders. Acompanhando as modificações da época e a compensação assistencialista permanece então centrada principalmente na reabilitação e na profilaxia. Em 8 de fevereiro de 90, alterou-se novamente a Lei nº 9.049, ficando de definitivamente vinculada à Secretaria da Educação e com atribuições apenas no campo educacional. Nesse sentido, com essa nova proposta, então, a Faders, senhoras e senhores vereadores, passou a ter a finalidade de dar atendimento nessa área às pessoas com deficiência, às pessoas superdotadas ou talentosas.
VEREADORA TATIANE FRIZZO (PSDB): Um aparte, vereador.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): E continua tendo competências tanto na área da saúde, quanto no trabalho, como também na assistência social. Aí, vereadora Tatiane, nos define o quanto tem sido importante essa Fundação no estado para auxiliar tantas e tantas pessoas que realmente necessitam e precisam dessa atenção. Seu aparte.
VEREADORA TATIANE FRIZZO (PSDB): Parabéns, vereador. Sem dúvida, a Faders tem sido importantíssima na articulação de políticas públicas para esse segmento das pessoas com deficiência. E sempre que nós procuramos auxílio da Faders, através da Frente Parlamentar do Autismo, sempre fomos muito bem recebidos pelo diretor-presidente Marquinho Lang e toda a sua equipe. Então quero aqui, de público, deixar os meus parabéns por essa história de 50 anos e desejar que eles continuem trabalhando e lutando em prol de políticas públicas mais efetivas para todas as pessoas com deficiência. Esse olhar de inclusão a gente vê que eles têm e que eles fazem o que fazem com muito amor, e isso faz toda diferença. Parabéns a todos que compõem a Faders. Sem dúvida um órgão importantíssimo para promover políticas públicas para esse segmento.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Obrigado, vereadora. E falando da Frente Parlamentar, eu já ia também ressaltar a importância que teve a Frente Parlamentar do Direito dos Autistas, da qual nós fizemos parte. Uma das coisas que a Faders inclui é o passe livre internacional... Intermunicipal, desculpa. Passe livre intermunicipal, que é a Ciptea, Carteira de Identificação da Pessoa com TEA. E a Ciptea é um documento de identidade da pessoa com TEA, onde constam informações como documento de identidade dos responsáveis legais, laudo médico com indicação, com código da classificação, estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde, o CID, comprovando o transtorno do aspecto do autismo devidamente preenchido e com o nome completo da pessoa com TEA. Então, foi importante o trabalho e a condução da Frente no sentido, vereadora Tatiane, de nós aqui, juntamente com o apoio da Câmara de Vereadores, com os vereadores aqui também, de divulgação para que estas mães e pais pudessem também fazer, então, a sua carteira para ter os seus direitos mais acessíveis. Nós gostaríamos de agradecer mais uma vez aqui, então, ao Marquinho Lang, presidente da Faders, também ao Romário, diretor. E parabenizar por esses 50 anos de história, em que tem sido importantíssima essa Fundação para o trabalho do direito das pessoas com deficiência. Quero agradecer mais uma vez os nobres pares, agradecer por esse trabalho que cada um dos senhores e senhoras também, de uma certa forma, independente daquilo que o senhores têm tratado, desse respeito também juntamente a essas pessoas com acessibilidade. Muito obrigado.
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VEREADOR CLOVIS XUXA (PTB): Bom dia, demais colegas vereadores. Na Frente Parlamentar em Defesa das Melhorias da BR-116 e Rota do Sol estamos trabalhando bastante. Todo dia estou batendo nessa tecla e todo dia estou marcando reuniões para que nós possamos avançar aí na melhoria dessas duas vias que cortam Caxias. Dias atrás, estivemos unidos com o prefeito numa reunião on-line, onde o DNIT, estava on-line, e a Sulgás, o prefeito e a Frente Parlamentar, onde nós traçávamos metas de como fazer a duplicação da BR-116 em frente à Igreja São Romédio, ali naquela duplicação. E, ontem à tarde, tive o prazer de marcar mais uma reunião com prefeito, onde nós estivemos sentados com o prefeito e conversando sobre o andamento que estavam dando sobre essa duplicação e sobre a entrada ali do Planalto. Queremos informar à sociedade caxiense, então, que ontem tivemos essa reunião com prefeito Adiló Didomenico, o qual quero cumprimentar. Tenho muito carinho pelo prefeito. Eu vejo nos olhos do prefeito, ele tem muita... Ele tem uma necessidade de fazer algo pela BR-116, porque ele acha que a BR-116... Ele entende e eu também entendo. Estaria mais do que na hora de receber essa pavimentação asfáltica, essa duplicação aí na BR-116. Também é entendido já pelo prefeito municipal e entendido pelo DNIT, que seja feito melhorias na entrada do Planalto, é de necessidade. Aquela população precisa dessa obra, que essa obra saia do papel. Uma obra que, creio eu, não vai custar muito caro, já que está previsto para retirar aquele refúgio e botar mais para a parte de baixo, em direção à Av. São Leopoldo. Ficaria mais espaço para que os carros pudessem fazer aquela conversão e entrar ali no Bairro Planalto. Ontem à tarde, junto com o prefeito, o prefeito pegou o telefone e ligou para a Sulgás e informou à Sulgás que que o DNIT está tendo resistência por aquela tubulação que passa de gás por baixo da BR-116. O DNIT acha que não deveria ser feita essa camada asfáltica, essa ampliação, sem remover a tubulação de gás. O prefeito ligou ali para a Sulgás e conversou com o responsável da Sulgás e fez um apelo aí para a Sulgás, que viesse a remover, então, essa rede. Se o que está pegando para a ampliação da BR-116 ali em frente a São Romédio, o que está pegando é a tubulação de gás, já que o DNIT, ele nunca fez trabalho em cima de uma tubulação. E o DNIT então tem medo de prejudicar essa tubulação de gás. Então o prefeito Adiló, mais uma vez cumprimento o prefeito Adiló pelo esforço que está fazendo para que possa melhorar a BR-116. Aí ontem ligou para a Sulgás, conversamos ali com o pessoal da Sulgás, com o responsável pela Sulgás, onde o prefeito Adiló pediu que ele retirasse então a tubulação, que ele fosse providenciar a documentação para retirar essa tubulação o mais breve possível já que seria removido 93 metros, que serão removidos 93 metros de tubulação, afastados um pouco da BR-116. Então, quero dizer que a Frente Parlamentar em Defesa da Melhoria da BR-116 e Rota do Sol, composta por oito vereadores, e esses oito vereadores estão junto com prefeito traçando metas para que possa melhorar a vida do cidadão caxiense. Obrigado, presidente.
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VEREADOR VELOCINO UEZ (PTB): Senhor presidente e colegas. Só para colaborar, vereador Xuxa, eu ia lhe pedir um aparte, sobre esse assunto da Sulgás. Ontem pela manhã, colegas, vocês devem ter visto que eu me ausentei em torno de 10 horas, porque eu tinha uma agenda ali no salão nobre, com o Dnit. O Daniel do Dnit veio até o gabinete do prefeito Adiló, depois estava a caminho de Nova Petrópolis, e foi falado. O objetivo, enfim, da agenda era o Moinho Galópolis, vereador Cadore, e o Daniel do Dnit pediu muito para prefeito Adiló para ele, enfim, fazer esse contato, vereador Xuxa, porque a Sulgás está dando muita resistência ao Dnit quanto a retirada dessa extensão de gás. E o Daniel me disse, eu quero muito rapidamente, eu até brinquei, depois vem a ali a Festa da Uva, estar com o recurso para fazer essa obra muito rapidamente e ele disse: “A equipe que o Dnit vai contratar não é entendida em gás. Cabe a eles.” E estão encontrando resistência, vereador Bressan, a Sulgás está encontrando resistência em fazer a sua parte. A comunidade caxiense precisa saber disso. Enfim, o assunto não era isso, mas pediu... Por três vezes foi conversado. Fiquei lá mais que uma hora e o Dnit quer fazer a sua parte, quer fazer a sua parte. Enfim, o objetivo era o Moinho Galópolis, que o Moinho Galópolis, vocês sabem muito bem que aqui nesta Casa, na época do Plano Diretor, foram feitos alguns paliativos ali que o moinho possa resolver o problema das manobras das carretas. O Moinho que tem 74 anos, vereador Bressan, mais de 280 funcionários e, se não houver um bom senso, principalmente, da Polícia Rodoviária, não mais do Dnit, talvez o Moinho Galópolis, e aí Galópolis, praticamente saindo o Moinho dali, porque o Moinho quer fazer aquela obra de descarregamento para o lado de cima. Tudo passaria por cima, mas precisa sim de uma ou duas manobras diária para carregar a farinha no lado de baixo. E o projeto que a Secretaria, enfim, que a Polícia Rodoviária Federal exige é que não dá mais para, enfim, carregar a farinha para o lado de baixo com uma carreta grande, que é proibido, enfim, atravessar a BR. Então, o objetivo era isso. Após isso, o Daniel ia para nova Petrópolis justamente por causa daquela obra, dito por ele, em torno de 22 milhões para poder fazer aquela obra da BR-116. Uma obra de seis meses à oito meses... Seis meses à um ano, estão trabalhando. Então, justamente, vejam bem, uma obra o quanto vai ficar parado. E foi conversado muito diante disso, mas ele veio com vários objetivos, ele estava a caminho de Nova Petrópolis para ir lá ver, enfim, como fazer isso numa época que vai acontecer agora em diante mais final do ano. Imaginem vocês, turismo para aqueles lados, a empresa, muita pressão, mas é muito mais do que aquilo que a gente pensa lá naquela obra. Então quero agradecer ao Daniel. Agradeci ele, vereador Fiuza. Tem muitos problemas ainda na BR, foi pontuado lá na entrada do Villa Lobos, já que ele estava ali eu aproveitei, não é? O objetivo não era esse. Ali na entrada da Madal, que tem vários problemas. Conversaram muito também com o Alfonso, que estava ali, sobre aquela entrada do Serrano que vai haver... Deixar bem claro, o objetivo não era esse, aproveitei o momento porque ele estava ali, de pontuar, não é, cobrar. Mas eu não vejo do Daniel... Eu vejo muito boa vontade do Daniel em resolver os problemas da nossa cidade.
VEREADOR CLOVIS XUXA (PTB): Só um apartezinho, vereador. Só um apartezinho.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PTB): Seu aparte.
VEREADOR CLOVIS XUXA (PTB): Só mais uma vez também agradecendo o prefeito que ontem à tarde também foi assinado então... Ontem à tarde acabamos de assinar então esse projeto que vai fazer essa melhoria na entrada do Bairro Serrano. Foi preferido assinar aqui na prefeitura. E logo, logo, graças a Deus, vai começar as obras ali dessa melhoria da entrada do Bairro Serrano. Obrigado.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PTB): Eu vejo que o secretário Alfonso, por ter sido policial rodoviário há muitos anos, está muito afinado com o Dnit. Eles conversaram também, Xuxa, logo após a Lunelli ali embaixo, que precisa retirar aquele [ininteligível] para os carros saírem fora da rodovia para poder entrar aí naquela obra que foi inaugurada. Então eles conversaram de vários assuntos, mas eu vejo do Daniel uma disposição muito grande. Temos muitos problemas na BR, mas uma das coisas que eu elogiei, que pelo menos a gente vê constantemente funcionários fazendo intervenções paliativas de limpeza na BR. Era isso, senhor presidente.
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VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Obrigado, senhor presidente. Hoje gostaria de, neste Pequeno Expediente aqui, a gente falar sobre o trânsito de Caxias, principalmente sobre o trânsito de Caxias. Um alerta, vereador Fantinel, que a gente está acompanhando, e eu que vivo nos grupos aí, principalmente do pessoal do transporte, tanto escolar quanto fretamento, de um alerta de desrespeito, principal da imprudência dos nossos motoristas. O que está acontecendo de acidente em Caxias do Sul dos últimos tempos não é brincadeira, gente. Está perigosíssimo. É toda hora, vereador Tati, estou recebendo. Ontem, por exemplo, vou dar um exemplo aqui, na Rua Anício Borges dos Santos, com a João da Costa, que logo foi inaugurada... Claro que houve pedido de reforço de sinalização lá, por nós, por diversas vezes. A sinalização foi feita, tem o “Pare” no chão escrito, tem a placa, tem a faixa de segurança. Não sei mais o que fazer. Tem tudo ali. Aí eles tão pedindo, é claro, os moradores, um semáforo. A gente pediu. É difícil? É difícil. É difícil instalar um semáforo lá? Sim, é difícil. Não sei se vai ser instalado. A gente briga, a gente pede. Talvez não há viabilidade para botar. Tudo bem, a gente entende, aceita. Mas eu quero dizer que tem muitos pontos que precisam ser melhorados, sim. Mas onde a gente conseguiu melhorar, está escrito no chão o “Pare”, está escrito da placa. E aí o cara atravessa a rua sem olhar para o lado, veio uma van, bateu nesse veículo, esse veículo era locado, ele era Uber locado, ele capotou, deu em um poste, destruiu o carro. O motorista abandonou, saiu correndo. Ficou uma menina machucada dentro do veículo. Olha a situação que ocasionou ontem lá. Aí esse rapaz, fugiu. Enfim, a história, por enquanto, é essa. Locado, sem responsabilidade nenhuma, fugiu do local. Então olha a situação que está acontecendo. Ainda bem que tem essa situação que ele é locado, enfim. Vamos achar. Alguém assinou essa locação, alguém vai ser o responsável. Mas vocês imaginem a tragédia que está sendo anunciada a todo o momento. É um acidente em cima do outro. Então assim, peço prudência aos motoristas. Porque tem muitos locais que a gente está tentando refazer a sinalização. Tem a sinalização apagada, tudo mais. A gente pede. Estamos fazendo como dá. Quero agradecer aqui o secretário Soletti, que nos atendeu numa iluminação pública lá na Rua Luiz Covolan, que é na entrada do Mattioda, que está um perigo lá, está uma pista de arrancada, está uma pista de velocidade. Estão disputando racha lá. É inacreditável. Mas, pelo menos de noite, agora a gente conseguiu uns pontos de iluminação. Então tem que agradecer o secretário Soletti. Logo em seguida agora, esta semana, a gente já está combinando de ir lá com o secretário Alfonso para ver o que dá para fazer. Se é um quebra-molas, como eu disse ontem aqui, pela questão ali da Rota do Sol, mas que se bote o quebra-molas. Mas tem que evitar uma morte. No sábado de manhã, mais uma vítima fatal lá na Luiz Covolan, da entrada do Mattioda. Um motociclista bateu em um poste e, infelizmente, veio a óbito. Então não essas as notícias que a gente quer trazer, não são essas infelicidades, não é essa tragédia anunciada que a gente quer aqui trazer, à Câmara de Vereadores. Mas é tentar que as pessoas também, não é... Não é só a placa que vai resolver, não é só a pintura que vai resolver. As pessoas têm que ter mais cuidado, as pessoas têm que ter mais prudência no trânsito. Vamos andar mais devagar. Não é, vereadora Xuxa? O quebra-molas tenta de alguma forma prevenir.
VEREADORA TATIANE FRIZZO (PSDB): Um aparte, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Agora, se tu passar o quebra-molas a 120 por hora não vai resolver. Então vamos ter um pouquinho também, não é... A cobrança é bastante grande. Seu aparte, vereadora Tati.
VEREADORA TATIANE FRIZZO (PSDB): Vereador, olha, de cada 10 pedidos que chegam aos nossos gabinetes, tenho certeza que no seu também, oito são quebra-molas ou semáforo. Isso demonstra que o nosso motorista está muito acelerado. A gente precisa ter mais cuidado, mais respeito. Porque é como o senhor falou, tem várias vias que estão com a sinalização adequada e, ainda assim, tem acidentes. Muitas vezes por imprudência dos motoristas, né? Então a gente precisa de mais educação no trânsito e mais consciência para evitar esses acidentes.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Acho que fica um apelo aqui. Só para concluir, senhor presidente. Acho que os vereadores aqui vão concordar, só para concluir. Acho que fica o apelo, sabe, de nós entendermos alguma situação que tem que fazer da educação do motorista. Nós temos que rever. Alguma coisa tem que ser feita. Tem que ter uma educação do motorista, porque a imprudência está muito grande. Existe ali a sinalização, o pare, a sinaleira, e é um caos. Então, fica o registro. Obrigado, senhor presidente.
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VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Senhor presidente, brevemente eu quero reforçar o convite. Hoje, faremos uma visita à UPA da Zona Norte, e todos foram convidados, eu sei, e eu ratifico o convite. A direção da UPA está sabendo. Será uma visita pré-agendada, não é surpresa nenhuma. Então, eu gostaria que todos se fizessem presentes. Não teremos nenhuma van, ninguém nos... Cada um, individualmente, chega com o seu carro lá na UPA, às 14 horas, no dia de hoje. Era isso, meu muito obrigado.
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VEREADOR LUCAS DIEL (PDT): Obrigado, presidente e nobres colegas. Gostaria aqui de reiterar um convite, na realidade um dos projetos da ampliação da Escola Municipal Assis Brasil. Então, no próximo dia 11 de agosto, um drive thru, às 10h30 da manhã até às 16h30, com retirada no salão dos Capuchinhos. Cachorros-quentes a R$ 25,00. É uma ação para a então ampliação da Escola Municipal Assis Brasil. Convidamos então a comunidade a participar desse drive thru, dia 11 de agosto, das 10h30 às 16h30, com retirada no salão dos Capuchinhos. E também, presidente, gostaria de novamente, reiterar o convite à comunidade caxiense: no próximo dia 23 de julho o almoço, seguido de baile, da Associação Cultural Germânica de Caxias do Sul. Às 10h30 da manhã o culto ecumênico na Igreja São Romédio; às 12h30, almoço típico no salão ali então da comunidade São Romédio; às 14 horas, show e diversas atrações. A animação segue pelo musical União. Ingressos a R$ 80,00 adultos, R$ 40,00 criança de 5 a 12 anos. Os contatos de podem ser aqui no nosso gabinete, aqui do vereador Lucas Diel, ou também com a presidente da associação Sra. Nair Kny, pelo telefone 99168.2935. Então, convidar a comunidade ao almoço seguido de baile da Associação Cultural Germânica, dia 23 de julho. Muito obrigado.
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VEREADORA TATIANE FRIZZO (PSDB): Presidente, apenas para reforçar o convite a todos os vereadores que estão conosco, a quem também nos acompanha através das redes sociais, que amanhã teremos uma homenagem merecidíssima, o Título de Cidadão Caxiense ao coronel Fortes, Julimar Fortes. E eu convido a todos os vereadores desta Casa legislativa amanhã às 19 horas para que estejam conosco prestigiando e claro, não é? A todos vocês para que acompanhem também através das redes oficiais da TV Câmara Caxias e do canal da TV Câmara, canal 16.
VEREADOR ALEXANDRE BORTOLUZ - BORTOLA (PP): Um aparte, vereadora.
VEREADORA TATIANE FRIZZO (PSDB): Seu aparte, vereador.
VEREADOR ALEXANDRE BORTOLUZ - BORTOLA (PP): Vereadora Tatiane Frizzo, parabéns pela proposição. Com certeza estaremos presentes. O coronel Fortes, recém promovido a coronel, não é, ele é uma pessoa de uma excelente índole, uma pessoa que sempre ajudou e tentou fazer o melhor enquanto esteve a frente do batalhão aqui em Caxias do Sul de Bombeiros Militar e agora está na Corregedoria Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Sul. E esperamos que, logo mais, ele assuma funções maiores aí no Corpo de Bombeiros. Então, fica aqui os meus parabéns à senhora e especialmente a ele que vai receber essa homenagem da nossa Casa Legislativa. Obrigado.
VEREADORA TATIANE FRIZZO (PSDB): Obrigada, vereador. Sem dúvida uma justíssima homenagem por todo um legado que ele construiu em prol da nossa população. Obrigada.
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