VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Obrigado, vereador Velocino Uez. Vou falar, porque o tempo é curto e eu quero falar bastante. Bom, primeiro, eu gostaria que a TV Câmara deixasse só os slides para a comunidade de Caxias do Sul acompanhar, enquanto eu estou falando. Esse é o projeto apresentado pela Prefeitura, que está sendo exposto às entidades que estão chamando, o secretário Matheus, ao qual, eu quero parabenizar e que ele seja bem-vindo à Caxias do Sul. E ele refez os slides de forma bem didática para que todo mundo possa entender compreender e sugerir. Então esses são os slides do projeto: o primeiro, em 2014, a doação da lei, a lei de doação do prédio. Depois, o diagnóstico da Comissão Especial em 2015. O Termo de Compromisso com o Estado em 2016. A alteração da lei de 2014 no ano de 2021. Em 2022, a conclusão do Masterplan. E agora então, em 2023, com a conclusão dos estudos do PMI. De 2013 até hoje, o que se diz do uso e ocupação? A restauração e conservação do patrimônio histórico-cultural do complexo da Maesa; ter o espaço que seja gratuito; que tenha o museu do trabalho; espaços de arte e cultura, feiras e eventos, principalmente mercado público – e esse é o primeiro a ser instalado – e a instalação de secretarias municipais. (Volta lá.) Esses são os espaços, o cerne da questão da ocupação, é o escopo principal da ocupação da Maesa. Foram avaliados diversos modelos para ocupação da Maesa: administração pública direta – que, com todo respeito aos secretários, servidores que se dedicam, mas a falta de estrutura às vezes para fazer uma licitação de um prego, quem já foi secretário sabe que dá três, quatro licitações desertas, porque não conseguem ter um prego, uma lixeira para por num banco. Nós temos duas mil árvores para serem podadas, a Prefeitura não consegue nem fazer isso muitas vezes, vai querer administrar 53 mil metros quadrados – essa foi descartada; a pública indireta também; a concessão comum também foi descartada; e a concessão administrativa também. A concessão patrocinada, que é uma lei de 2014 do governo federal. Inclusive que está sendo utilizada em diversos municípios do Brasil, caso este de Niterói, que nós iremos conhecer brevemente é a concessão patrocinada. Será feito um contrato, então, essa PPP entre a administração pública e o parceiro privado, onde a fiscalização do cumprimento do contrato cabe à Prefeitura de Caxias do Sul, e a execução e todos os encargos – água, luz, limpeza, segurança, higienização, tudo a cargo do... as obras, manutenção – do parceiro privado. Bom, vamos dizer o que é essa concessão patrocinada proposta pela Prefeitura. É uma obrigação de realizar obras e serviços com remuneração atrelada ao desempenho, ou seja, a Prefeitura dá um aporte para o parceiro, conforme ele vai entregando o contrato estabelecido pelos prazos. O modelo para viabilidade de investimento e manutenção do equipamento público foca nos resultados com fiscalização pública. Então não vai ser “ah, não funciona”. Olha as UPAs. Por que eu venho aqui e cobro as UPAs? Oh, não está sendo cumprido; não tem médicos lá. A Prefeitura vai lá e não paga aquelas horas médicas. É mais ou menos como funcionam as UPAs, A UPA Zona Norte e a UPA Central. Mais ou menos assim, para a população entender. E está funcionando. As irregularidades a gente denuncia, e a Prefeitura não paga. Vamos voltar lá. O que não é venda de equipamento público, privatização... “Não, nós vamos entregar a Maesa para uma imobiliária e eles vão administrar.” Liberdade para o privado fazer o que quiser com o equipamento público. “Ah, eles vão ganhar o prédio da Maesa, ninguém entra, tudo vão ter que pagar, eles não podem fazer.” São fantasmas que criaram e que tentam engrupir na população. Passa aí, por favor. O que tem hoje e é o cerne do debate das audiências públicas... Já tivemos uma, que foi importante, mas mais gastaram o tempo para atacar do que para contribuir, algumas pessoas. Eu vi uma menina falando em nome dos jovens; um deficiente falando em nome dos deficientes, um cadeirante; e um idoso falando em nome dos idosos. Mas o cerne do debate hoje, após avaliação, após o estudo, o que a Prefeitura estabeleceu como forma de viabilizar esse complexo é: museu... Volta ali, TV Câmara, por favor, para o povo que está em casa saber bem o que a gente está falando. O museu, mil metros quadrados, 100% acesso gratuito. Mil metros quadrados. Mercado público municipal, quatro mil metros quadrados, com cerca de 90 bancas. Quatro mil metros quadrados! Centro de arte e cultura, 1.600 metros quadrados. Será o uso da administração pública um programa de incentivo à cultura, também gratuito, 100% público. Espaço de feiras e eventos, 1.900 metros. A Prefeitura terá 48 datas no ano para utilizar. Ou seja, para fazer eventos. Porque esse espaço será um espaço de feiras e eventos, quatro por mês. Esse espaço será que... Eles vão vender para poder ter um retorno para poder gerir o espaço, mas a Prefeitura também utilizará. Pode fazer um show, pode fazer um teatro, pode fazer um cinema, pode colocar os clubes de mães, grupos de ginástica, o que quiser nesses 48 dias. A Administração Pública terá 2.364 metros quadrados para colocar a Secretaria do Meio Ambiente, colocar a Secretaria de Segurança, da Cultura; o que entende como necessário. As áreas comuns, 31.609 metros quadrados: praças, acessos, alamedas e passeios públicos. O maior contexto da Maesa são praças e áreas comuns, que não têm como utilizar, que a população vai poder transitar de forma tranquila. Que é só gasto de manutenção: limpeza, cuidar do lago. Passa, por favor. O que o parceiro privado tem obrigação de fazer nesse grande complexo? Quem conhece a Maesa de fora diz o seguinte “olha, só botando abaixo e reconstruindo de novo”. Mais ou menos isto: quem vai ser o corajoso que vai querer pegar e recuperar tudo isso? Então esse parceiro vai ter a manutenção e a zeladoria, a vigilância patrimonial. Que nós estamos discutindo – não é, vereadora Rose? – a questão da falta de efetivo da Guarda Municipal. Porque nós temos 130 guardas para toda a cidade de Caxias do Sul, que a gente nem consegue dar conta de cuidar das praças, parques, escolas, UBSs. Imagina cuidar de um complexo de 53 mil metros? Nós temos que ter outro efetivo de guarda só para cuidar dali. Olha a despesa com servidores públicos só para cuidar desse espaço. Manutenção e zeladoria: ali tem umas duzentas árvores dentro do complexo da Maesa. Se a gente não consegue podar as árvores da cidade, imagina ali dentro da Maesa? E cuidar do lago. Mais servidores públicos. Vigilância e a preservação do patrimônio histórico cultural. Nós não conseguimos, às vezes, tampar uma boca de lobo que está aberta, que tem que fazer licitação e licitação. Imagina recuperar, às vezes trocar uma lâmpada? Que eu tenho lâmpada desde 2021 para ser trocada e não consigo trocar nos distritos. Imagina ficar aí recuperando todo esse espaço, um vidro quebrado? Olha o investimento que o município vai ter que despender. Então por isso a Prefeitura faz essa parceria, para obrigar o parceiro privado a fazer todo esse processo de zeladoria do complexo. Usos e obrigações. Pessoal que está em casa, por favor, preste atenção neste slide, que é o mais importante de todos, tá? Todas essas áreas em verde, elas são de uso comum da prefeitura. O que está em verde, por exemplo, ali no canto esquerdo da tela, a secretaria do Meio Ambiente. O que está em azul já está utilizado, vai ser da secretaria. Ali em cima, que é a Plácido de Castro, que também está azul, todo esse espaço vai ser da prefeitura. Só ali são três andares. A Guarda já ocupa um espaço, a Secretaria de Cultura outro espaço. Ali já está definido como Centro Cultural, no canto, na Rua Treze de Maio. O Mercado Público será na Dom José Baréa, naquele espaço em vermelho, que já está definido onde será o Mercado Público. Então nós já temos essa definição. Esses espaços em verde ainda, por exemplo, ali o Feiras e Eventos também é acesso comum da prefeitura. Nós estamos falando desse grande complexo. Nada que está ali é algo que é obrigatório para a prefeitura. Nós podemos mudar. E esse é o momento da participação da comunidade, de alterar. “Ah, eu não quero que o Mercado Público seja ali, quero que seja onde tem a Administração Pública Municipal.” Bom, vamos participar do debate, este é o momento. “Aí eu não concordo que tenha um Mercado Público. Tem que ter um Shopping Center.” Venha participar. “Não, tem que ter um posto de saúde”. Bom, de sua sugestão. Este é o momento de participar, o que eu quero alterar desse quebra-cabeça. Mas tudo isso, o Museu do Trabalho, Feiras e Eventos, o Mercado Público Complexo Cultural está estabelecido desde o primeiro momento em que foi assinado lá em 2014.
PRESIDENTE ZÉ DAMBRÓS (PSB): Um aparte, vereador.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Passa, por favor. Uma Declaração de Líder.
PRESIDENTE ZÉ DAMBRÓS (PSB): Segue em Declaração de Líder.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Propostas de ocupação. Então a fase A, após a assinatura desse contrato, que nós estamos nesse processo de audiência pública, para ser analisado no Tribunal de Contas, esse processo legal, 36 meses nos próximos três anos, ou seja, até 2027, com certeza, nós teremos já a utilização... O senhor vai comer pastel, vereador, professor Zanchin, lá no Mercado Público, em 36 meses e no também no Museu do Trabalho. Com certeza, nós vamos lá utilizar. Eu vou levar minha filha, Maria Rafaela, que vai estar com cinco anos, vamos estar lá comprando frutas e verduras no Mercado Público. Então nós temos até 144 meses, até 12 anos, para a ocupação final de todo complexo. E a prefeitura não vai dar dinheiro para o investidor, vai ser cada vez que eles vão entregando uma parte, um bloco, a Prefeitura vai dar subsidiando. Passa, por favor. Então, 36 meses, nos próximos três anos, que serão os blocos quatro, cinco, seis e oito, nós teremos, com toda certeza, porque senão a Prefeitura não vai dar esse aporte, nós teremos já os órgãos municipais entregues, Mercado Público e também o Setor de Arte e Cultura. Esses espaços, com certeza, nós teremos nos 36 meses. Pode passar. A partir dos 72 meses, o espaço de Feiras e Eventos, que é um espaço que a prefeitura também utilizará, onde o parceiro vai poder, também, arrecadar recursos para se manter, junto com o Mercado Público, que vão ser alugadas as bancas, enfim. Então ali teremos um museu, ativação total dos blocos no centro em oito meses, no total, que a é a fase C. E nos 144 meses é ativação total dos blocos, com a previsão de outras construções que estão sugeridas no plano do Vaz, que foi estabelecida e que pode ser alterado nesses 44 meses finais. Então, aí algumas fotos do Mercado Público. As pessoas circulando com as bancas, este é um projetos 3D que foi elaborado, e esse é meu maior sonho enquanto presidente, há sete anos, da frente parlamentar, de ter esse Mercado Público ao lado da nossa casa. Eu moro no Cristo Redentor, vereador Velocino Uez, a gente não tem mercado grande. A gente sonha em ter isso. A gente não tem farmácia. Agora nós temos uma, a São João, ali para baixo da Urca, mas o nosso sonho é ter um grande complexo do lado da nossa casa. Então nós vamos valorizar, vereador Lucas, a nossa vizinhança. Pode passar. O Museu do trabalho, esse Museu do Trabalho é um espaço que contemplará todos os maquinários que todos trabalhadores que lá fizeram história estará... Aqui eu quero saudar o sindicato dos metalúrgicos, através do Jack, que está aqui presente, da diretoria. Nós teremos o museu do trabalho que contemplará a história do Trabalhador principalmente da Maesa, também gratuito; espaços de eventos que será um espaço compartilhado; praças e áreas comuns que também as pessoas poderão fazer... e é um debate que as pessoas não estão conseguindo entender eu não querem entender, que poderá ter também, nesse escopo, momentos de artesanato, de feiras e eventos nesse ar livre, comungando com os espaços já pré-estabelecidos. A área da administração pública, centro de arte e cultura. Aí então que é o assunto principal, a viabilidade do modelo. A concessão patrocinada será 30 anos. O público entrará com 21,5 milhões e uma contraprestação anual de entorno de 120 mil reais, no máximo 1,9 milhões, que é para ajudar a custear esses custos de luz, de manutenção com o parceiro. O privado vai investir 15 milhões e também 239 milhões nos 30 anos na operação do espaço. A obrigação do privado é realizar os investimentos conforme premissas e prazos estabelecidos no edital do contrato; manter o acesso gratuito ao complexo; serviço de vigilância, zeladoria e manutenção do complexo; operação de exposição permanente gratuita do bloco I museu; elaboração e aprovação dos projetos, Compahc, DIPPAHC; e obtenção de licença alvará. Ou seja, nada vai ser feito da cabeça do privado, tudo vai passar por comissões que são compostas pela comunidade. O mercado público que a gente já falou, a restauração. Era isso. Bom, por que quero falar nesses minutos finais, antes de dar o aparte?
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Um aparte.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Porque mais uma vez eu vejo o meu amigo, o meu caxiense Ciro Fabres fazendo uma fala sobre a Maesa. Eu quero dizer que este cabo de guerra está ficando chato, está ficando chato esse cabo de guerra porque algumas pessoas, poucas pessoas, e algumas poucas pessoas estão utilizando de entidades inclusive para transformar esse tema numa polêmica desnecessária. Tudo está sendo dialogado na legalidade. Eu peço publicamente a qualquer pessoa que está me acompanhando aqui, por favor, os advogados, as pessoas entendidas, que façam a denúncia no Ministério Público, aonde que for, se tiver alguma ilegalidade nesse projeto. Se alguém entender que tem uma ilegalidade que denunciem porque eu estou participando e tudo está transcorrendo na normalidade. Está tendo diálogo, o Matheus está apresentando os projetos, nós estamos indo. Nós temos a segunda audiência pública amanhã na prefeitura. O que está acontecendo que não está ilegal? Estão querendo achar pelo em ovo? Então colegas, eu quero dizer que fico triste pela minha presidente do PDT, a qual respeito muito, que colocou o PDT em ordem, estabeleceu a respeitabilidade no nosso partido, ajeitou a nossa casa, a Cecília Pozza, mas o PDT não teve, até hoje, nenhuma discussão interna com os seus filiados. Se foi ou não aceita esse modelo! Nós não tivemos, vereador Lucas, nós tivemos para debater outras coisas, mas não tivemos isso. É inegável que o nosso prefeito, o nosso mestre, o meu mentor, prefeito Alceu Barbosa Velho, ele deixou e deixará esse legado para a história de Caxias do Sul que é o Complexo da Maesa, é a marca do PDT. É o maior patrimônio que o PDT deixará para a história de Caxias do Sul através de várias forças, do ex-governador Sartori, do ex-governador Tarso, com muitas pessoas, muitas mãos. Mas gente, nós queremos transformar num cabo de guerra! Eu fico triste quando a minha presidente diz o seguinte: Essa proposta já veio pronta. E ela não está entendendo uma pressa de uma hora para outra. Quantas vezes nós fomos iluminar o prédio da Maesa e dizer que nós queremos ocupar esse prédio, o “Ocupa Maesa”. Ou nós ocupamos ou nós transformamos nesse debate eterno até o prédio cair e ninguém ocupa mais nada. Eu quero ver se no final desse debate que nós estamos fazendo se alguém ainda vai querer ocupar esse espaço, com essa concessão, porque isso é um pepino que não vai ser descascado por pouco tempo, é um corajoso que vai querer ocupar esse espaço. Seu aparte, vereador Cadore.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Sobre a Maesa, eu desde o momento que foi lido o governo, em 2021, eu sempre cobrei, nos contatos que tive com o prefeito Adiló, uma ocupação desse espaço. Afinal de contas são 53 mil metros quadrados que nós temos disponível. Uma estrutura que, dia a dia, está se degradando. Hoje, temos um projeto e o projeto contempla museu, contempla mercado público, contempla centro de arte e cultura, administração pública, áreas de uso comum. Então é um projeto viável, mas o que me motivou e me empolgou que, conversando com o secretário Matheus, ele tocou num assunto que foi sempre a minha cobrança...
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Declaração de Líder do Republicanos.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): ... em relação ao mercado público. Hoje, o mercado público está definido como quatro mil metros quadrados, mas ele me disse: “Cadore, existe a possibilidade de ampliar essa dimensão. Existe a possibilidade de aumentar o tamanho do mercado público.” Isso vai depender da evolução do projeto, afinal de contas, esse projeto, para ser concluído, ele vai demorar 12 anos. Então ele começa agora, ele vai ter etapas e, nesse meio do... nesse caminho todo, existirá possibilidade de mudança. E outro aspecto importante são os audiências públicas que estão sendo realizadas e essas audiências públicas vão contribuir para que esse projeto sofra melhorias e aprimoramentos. Então sou a favor desse projeto, porque essa estrutura deve, urgentemente, ser aproveitada. Era isso. Meu muito obrigado.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Obrigado, vereador Cadore. Só para concluir, presidente, ali a minha presidente Cecília fala o seguinte: “A discussão é ampla para corroborar o que é administração pretende, mas não que a população quer e precisa.” Mas o que a população quer e precisa? Gente, vamos participar dos debates e vamos sugerir, porque até agora só vi um bate-boca. As pessoas e as entidades têm que se conformar com a democracia. A Frente Parlamentar composta por 15 vereadores, dos 15, 11 concordam com esse debate. Foi a democracia, venceu.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Aparte, vereador.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Eu só quero dizer uma coisa, já está terminando o meu tempo, já terminou. Eu quero parabenizar o Conselho Municipal de Política Cultural, através da Caliandra. Parabéns ao conselho que, de forma democrática, e eu peço anuência do prefeito e da comissão a qual eu faço parte – nós tivemos uma reunião anteontem – que dê mais 30 dias realmente, a Frente Parlamentar também faz esse apelo publicamente, para a gente ampliar o debate, para a gente ampliar o debate com mais entidades. Então foi oficializada anteontem, na reunião deles, e protocolaram mais 30 dias de debate com sugestões de mudanças no projeto. Depois, eu pego aparte dos demais vereadores. Obrigado, presidente.