VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Bom dia a todos. Bom dia ao pessoal que está presente aqui no plenário. Vereadora Sandra, meus colegas, pessoal que está aí. O vereador Cláudio, que está retornando também. Foi uma homenagem bonita. Eu até me senti mal, Sandra, porque eu disse que eu vou trazer problemas da cidade aqui, no meu discurso. E o clima estava tão bom até agora. Então... Mas vamos lá. Eu acredito que a parte boa é que a gente vai um dia solucionar muitos problemas. Muitas coisas, lá atrás, eram problemas; depois o pessoal acabou resolvendo. Então a gente está aqui como homens públicos, mulheres públicas, figuras públicas para resolver os problemas e trazer soluções para a cidade. O primeiro assunto que eu trago aqui, que eu vou começar falando, é agradecendo uma colega, que ela faz um trabalho de forma genuína, que é a vereadora Andressa. Agradecer o apoio dela por quê? Eu fiz um vídeo, esta semana, sobre maus-tratos, uma denúncia. Onde a gente foi apurar com o pessoal da DPA e o pessoal da Semmas lá. E eu sei que essas pessoas têm ligação, são ligadas à vereadora Andressa. Então, são pessoas de confiança da senhora. A gente foi até aquela denúncia, apurou. Elas me ajudaram demais. E aí não deu tempo de eu vir à tribuna e elogiar o trabalho. Ontem, eu estava indo averiguar mais um maus-tratos, o pessoal indo comigo, eu liguei para a vereadora Andressa - vereadora Sandra também sempre me ajuda - e eu disse: “Bah, vereadora, eu não consegui te agradecer ainda do outro e tu já está me ajudando neste novo caso.” Então agradecer ao pessoal. A gente vê que é de forma genuína, um caso bem complexo. Mas quando eu vejo a Valesca ali, não se apegando a detalhes, ela entra onde tiver que entrar, ela faz o que tiver que fazer para salvar os bichinhos ali, a gente vê que é de coração, é genuíno. E a equipe toda com ela, sabe? Eles estavam só em uma equipe ontem. Mas quando a gente vê eles fazendo isso, com o pouco que tem, eu fico imaginando se a gente desse estrutura para essas pessoas, o que a gente faria. Também noto que é muita crítica. Eu sei que as redes sociais tem muita injustiça e eu vejo o pessoal criticando. Outro dia uma pessoa me disse: "Ah, porque as ONGs não querem vir aqui resgatar os animais e tal". Então, o pessoal não entende que as ONGs fazem o que dá com o pouco que tem. Então, eles acham que é obrigação. Não. Obrigação é o poder público. As ONGs já fazem seu a mais. Então, eu disse para a vereadora Mallmann que um dia eu vou poder ajudar elas, com certeza, com mais estrutura. Quem sabe um dia estar em um patamar mais alto para ter mais estrutura e ajudar ela, daqui a pouco ou no ano que vem, e também articular mais emendas com o nosso partido, alguma coisa assim, né, vereadora Sandra? Para a gente estar ajudando essas pessoas.
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Um aparte, vereador?
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): De imediato.
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): É, realmente, o que tu falas referente a vereadora Andressa é total verdade. A gente teve um caso, no ano passado, em dezembro, em Forqueta, do abandono de uma égua quase morta. E o DPA, através da Valeska, não mediu esforços para vir recolher esse animal. Então, para vocês entenderem que a gente nota mudanças depois que o pessoal da Andressa está no DPA, porque antes isso não acontecia. A gente podia ligar, a gente podia falar, mas nada acontecia. Hoje, a gente sente que os casos têm importância para o DPA. Então, eu queria muito agradecer a vereadora Andressa por esse olhar. E, sim, toda vez que a gente precisar falar sobre a causa animal será com a vereadora Andressa que a gente vai falar. Muito obrigada.
VEREADORA ANDRESSA MALLMANN (PDT): Um aparte, vereador?
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): De imediato.
VEREADORA ANDRESSA MALLMANN (PDT): Quanto elogio, que alegria. Eu vou falar pouquinho, mas eu também quero agradecer a vocês, a todos os colegas, ao vereador Hiago que está sempre comigo nessa pauta, à vereadora Sandra que teve a homenagem. A égua, inclusive, se chamou Sandra com todo o carinho. Infelizmente, ela veio a óbito, mas teve todo o tratamento necessário. E o vereador Hiago disse uma coisa muito importante, pessoal, colegas que estão aqui presentes. O Departamento de Proteção Animal é muito pequeno, e nós precisamos da ajuda de todos os colegas, não somente em emendas, mas o esforço de vocês em relação ao governo, para que a gente tenha uma equipe maior, vereador Hiago, porque aí a gente consegue aumentar essa demanda. E eu sei que o senhor também recebe demandas da causa animal dentro de tantas outras que os senhores recebem, mas o departamento, hoje, com duas equipes não consegue dar conta de uma cidade desse tamanho. Então, eu quero agradecer ao vereador Hiago, à vereadora Sandra e a todos os meus colegas, aqui, que são empáticos com a causa. E pedir o apoio de vocês, principalmente agora com esse corte de castrações. Vereador Hiago, obrigada pelo aparte.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Com certeza. A gente sabe que não vai ser fácil, mas pode contar com nós para estarmos cobrando. Com mais estrutura, tudo tem um começo. E aqui eu vou pegar o gancho do que a vereadora Andressa falou um pouquinho, sobre o pessoal e o quanto é importante. E a gente vai ver que ter pessoas importantes em locais certos, se a pessoa está lá e gosta de fazer aquilo, a gente vai ter resultados melhores. Eu me lembro que trabalhei no grupo Herval, nas lojas Taqi, e eu era gerente trainee. Ia para as lojas e sempre pedia para o meu supervisor como aumentar as vendas naquela loja. Eu ia para uma loja em Bento, vereadora Sandra, colocava uma geladeira lá fora, uma placa lá fora, o pessoal na sinaleira. E aí, um dia o supervisor, que era o que mais vendia, ele falou para mim: "Não precisa ir atrás de mais público. Tu vai ter que cuidar dos que estão dentro da loja e assim tu vai aumentar as vendas da loja". Então, às vezes, tu cuidar das pessoas acaba tendo resultados positivos. É sobre pessoas e não sobre estrutura em si e negócios. As instituições são importantes, mas elas são formadas por pessoas. E aqui eu pego esse gancho, porque sobrou pouco tempo, mas vou ser bem breve para falar sobre a saúde, que está um caos, vereador Lucas. E por que está um caos? Eu acredito que é porque não estão cuidando de pessoas, tá? Aqui eu nunca fiz essa fala, sempre tive embate com a classe médica, tendo em vista inúmeros processos aí. Tem um de cerca de R$ 600.000 que eles querem, acho que é basicamente isso aí. Diversos problemas com o Sindicato dos Médicos, um monte de coisa envolvendo a questão dos médicos. Mas a questão que eu vi ontem foi diferente, porque os servidores de lá, eu vi que estão sobrecarregados. Ou seja, várias pessoas... Eu não vou citar nomes, eu sei que depois elas podem até ser perseguidas, né? Já teve caso de gente apontando uma porta para nós. O pessoal foi lá, pegou nas imagens, depois demitiu o rapaz no outro dia, na UPA Central. Então, eu sei como o pessoal opera e tenta calar a boca de algumas pessoas quando vão conversar com nós. E aí, tendo em vista isso, conversei com pessoas, servidores, e alguns mandaram mensagem, não querem se identificar, mas eles estão muito sobrecarregados, vereadora Sandra, tá? Ontem eu fui lá, estava um caos. E aí, quem fica no meio desse tiroteio entre Executivo e servidores é a população. As pessoas sobrecarregadas, eu já trabalhei sobrecarregado, já fiquei sem receber, então eu sei como é um desestímulo, porque a gente não é robô. Quando na loja, o pessoal ficou sem pagar as comissões, é óbvio que vai cair o ânimo de todo mundo, por exemplo. Se a pessoa está com um salário atrasado... E ontem eu lembrei da vereadora Estela. Eu quase liguei para a vereadora Estela, quase liguei para o vereador Lucas, porque ele fala dos servidores. E eu pensei, Sandra, eu vou chamar eles aqui, a gente vai fazer um vídeo com o Partido NOVO e com o PT juntos para mostrar para a população que a saúde não tem ideologia.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Um aparte, vereador.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Eu não consigo entender que ninguém tem coragem ou ímpeto para deixar algum legado. E o problema... Daí as pessoas falaram sobre a saúde mental dos servidores que estão lá. Eu vi uma pessoa que falou comigo que dá para ver que ela está assim em um ciclo assim, morro abaixo. Parece que ela está perdida que uma hora ela vai desabar e não vai aguentar mais. Por quê? Muitos servidores estão com o salário atrasado, vereador Fantinel, estão colocando atestado. Quando eles colocam atestado sobrecarrega os outros e aí estava um caos lá. De imediato, vereadora.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Eu recebi, hoje pela manhã, uma mensagem de uma ex-funcionária da UPA Zona Norte que foi demitida antes mesmo de receber o seu pagamento.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Um aparte, vereador.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): E ela informa na mensagem que procurando o RH da UPA é sempre informado para ela que o pagamento será realizado naquele dia, porém ele não acontece. E isso é algo que já vem acontecendo nas nossas UPAs desde dezembro do ano passado e é algo muito grave. Nesse caso aqui dessa munícipe, ela está sozinha há quatro anos no município, então o seu aluguel, suas contas, a comida, o seu ir e vir ficam sempre em detrimento de um pagamento que é prometido e que nunca vem. Então, o que está acontecendo com esse descaso que o Ideias está promovendo é algo que impacta diretamente na vida das pessoas. Porque é isso, se a gente trabalha, a gente conta com aquele salário no final do mês e se aquele salário não vem as nossas contas ficam atrasadas, as nossas vidas ficam paradas. Então é inadmissível que a gente tenha por parte da prefeitura a resposta de que está sendo feito pagamento por parte da prefeitura. Mas a prefeitura também precisa se responsabilizar e cobrar que o Ideas se passe esses pagamentos. Porque não importa só que a prefeitura esteja fazendo, se as pessoas não estão recebendo. É um problema muito grave que precisa da atenção do nosso município. Muito obrigada.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Imagina, vereadora.
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Declaração de Líder para o Partido NOVO.
PRESIDENTE JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Uma Declaração de Líder para o Partido NOVO. Continua da tribuna o vereador Hiago Morandi.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Obrigado. Eu vou colocar um... Ontem a gente debateu
bastante aqui antes, foi ontem mesmo no início do dia, a questão do raio X. Eu vou colocar um vídeo, porque também subi para acompanhar o raio X e realmente estava o pessoal lá. Uma pessoa até estava levando... Eu disse: “Ah, tu trabalha aqui? Daí ela disse: “Não, não, eu estou trazendo o pessoal da UPA Zona Norte para cá.” Ela estava responsável pelo pessoal da Zona Norte para UPA Central. Parecia um passeio de escola, vocês imaginem o pessoal da Zona Norte vindo para UPA Central, chega familiares lá para ver como é que a pessoa está, “Ah, ela não está aqui.” “Tá, mas aonde que ela foi?” “Não, foi levada para a UPA central por causa do raio X quebrado e tal.” E aí, a ambulância fica tipo um passeio de escola, uma enfermeira igual uma guia levando o pessoal pra outra UPA. As enfermeiras ou os técnicos tem que subir pra quem vai fazer o exame de raio X. Então, ela sobe, vereador Fantinel, e fica esperando porque tem que cuidar do paciente, senão pode acontecer alguma coisa ou precisar. E aí, fica lá. O momento que ela sobe, já não tem mais essa técnica e essa enfermeira lá embaixo. Ou seja, está faltando gestão. Quem estava tocando a UPA para mim ontem, vereador Lucas, quem eu vi que está tocando a UPA e ajudando as pessoas na questão da chegada, que é o principal quando a pessoa entra ali, era o segurança. Tinham três seguranças lá direcionando as pessoas, acalmando e fazendo... Que não era talvez o papel. Eles tão ali, às vezes, para ser fiscal de outras coisas talvez. Mas estavam ali tentando acalmar o pessoal. Acho que falta alguém também para acalmar o pessoal. O pessoal quer acolhimento. Quando chega ali, às vezes, eles vão querer um copo d'água; às vezes vão querer: “A senhora precisa de alguma coisa, precisa ir ao banheiro.” Alguma coisa assim para a pessoa sentir que ela está sendo acolhida. E ali para as pessoas não é o Ideias, não querem saber se é o médico, se é o enfermeiro, quem está lá. Para as pessoas é o primeiro contato com a vida pública, com a prefeitura. No outro dia, eu falei para uns policiais, a gente chegou numa ocorrência e tal, o pessoal estava atendendo uma ocorrência meio ríspida. A gente chegou e explicou para eles até: “Olha, para vocês é várias ocorrências em um dia.” A pessoa acaba tratando aquela ocorrência como só mais uma, como um número. Mas, na verdade, para aquela pessoa que chamou a viatura pela primeira vez, ela quer ser bem atendida pela polícia, porque ela não sabe como é. É a primeira vez que ela está chamando a polícia. Então, as pessoas quando procuram uma UPA, às vezes é a primeira vez que ela está indo lá, ela quer se sentir acolhida e segura. Naquele caos que estava lá ontem, eu fiquei apavorado. Pedi do gerente, tinha 30 pessoas aguardando. Eu imagino quando chegar o inverno o que vai ocorrer. Falei para a minha assessoria: Olha, se nós voltar aqui, daqui um mês, dois meses, eu acredito que nós vamos ver gente perdendo a vida aqui porque está bem complicado, eu não vejo uma... eu estou aqui alertando sobre esse problema, vou cobrar de forma mais enfática, enérgica a questão do raio X, eu entendo o diferencial do Rafael Bueno para os outros que eu ajudei a derrubar. Até a adjunta deu uma entrevista e disse que saiu por conta minha. Tenho orgulho disso, que bom que ela foi. Era muito incompetente. O diferencial do Rafael para os outros? Eu acredito que ele quer deixar um legado, fazer algumas coisas. Porque eu vi que ele é ousado, ele vai, ele procura recursos e tal, ele faz muita coisa. Então a minha crítica aqui não vai para ele. É uma crítica construtiva de ver algumas coisas que tem que ajustar. São pequenos ajustes, não está tudo perdido na minha visão até por ter ele lá e ter uma cabeça nova que pensa para frente. Isso é bom, não é? Então, uma cabeça que está pensando em algumas coisas, alguns diferenciais, mas eu preciso que ele se atente para esse problema, tanto do raio X, como a questão dos leitos para ser resolvido o quanto antes. E aqui eu vou passar o vídeo, porque aqui a gente debateu o raio X, cada um falou uma coisa. Uns disseram que a peça vinha da Alemanha, outros falaram que estava resolvido, cada um falou alguma coisa. Vamos ver o que a população, na minha chegada, me atacou lá, porque o pessoal estava bem aflito. E aí o que ele... Como que eles me abordaram para vocês verem. Pode colocar o vídeo aí. (Reprodução de mídia audiovisual) Ali, a questão, até eu vou dizer para vocês, com certeza não é coisa da minha cabeça. Quem for lá – é só perder uma noite, ficar lá, vai ver – Ali as coisas começaram a andar e muita gente me disse: "Tu vem para cá, começa a andar” e tal. Mas não é. Eu acredito que às vezes, eu vou ali, eu dou uma palavrinha com um servidor ou outro, entendo o lado deles, eles se sentiram acolhidos também, desabafaram algumas coisas para mim, que talvez foi isso que motivou eles a atender mais pessoas, também. Eu entendo que é isso aí. Porque como eu falei antes: É a questão da saúde mental das pessoas. Se tu tiver alguém que está indo lá, te ouvindo, volto a dizer, a gente tem o exemplo de Vitória, que é referência no país, eu pedi para a secretária lá, vereadora Sandra, qual que é o diferencial? Ela falou: "Olha, as noites, durante semana, quase todos os dias, o prefeito vai até as UBSs e até as UPAs e conversa com os servidores. Eu acho que esse seria o nosso diferencial", eles me falaram. Porque aí, o servidor desabafa e se tu traz uma solução para ele, ele consegue trabalhar melhor, ele fica mais tranquilo. E qual que é a meritocracia? Por que um servidor vai se doar, vereadora Sandra, ao máximo e trabalhar um monte, sendo que às vezes, tem três com atestado que não estão ali, então ele está acumulado, ele também vai ficar perdido. E aí, eu notei, ontem, que naquele meio, daquele caos, cada um fazia o seu. E isso é falta de gestão, quando cada um faz o seu. Por exemplo, “Não é comigo essa parte, eu cuido da recepção.” Aí vai reclamar com o outro: “Eu comigo não é atendimento, eu sou só o técnico”, “eu sou enfermeiro”, “eu sou o médico, eu faço o que eu posso.” Cada um faz o - por quê? Porque está sem gestão, né? Está um negócio meio bagunçado. Mas eu acredito também, lá tem a Soraia, também faz, aliás, o Ideas eles fazem cerca de 600 atendimentos, 700. Talvez era para fazer 300. Ou seja, também não culpo ela, ela faz um excelente trabalho, já fui lá, já nos auxiliou um monte. Tenho muitos elogios dela. Então, eu acho que é alguns pequenos ajustes que falta pra gente não estar o pessoal desanimado por falta de pagamento e estar, daqui a pouco está tendo gente perdendo vida, que o inverno está chegando. Então, alguém pediu aparte, dá para encerrar? O vereador Lucas? Está tranquilo, ele vai falar depois, aqui na tribuna. Agradecer vocês, eu peço à Comissão de Saúde, que a gente fique atento, porque nos próximos meses, semanas, porque o inverno está aí e depois, se acontecer o pior, depois o pessoal ainda acha ruim quando eu alerto, quando eu vou lá, gravo o vídeo, mas é a minha maneira de expor. Pessoal que fala dos meus videozinhos não estava lá ontem, entendeu? Quem estava lá era eu. E eu fui lá porque tive um monte de chamada, não consegui negar para as pessoas, não tem como negar. Vereadora Sandra, eu estava de banho tomado já, indo dormir, conversar um pouco com o meu filho, não deu, tive que botar a roupa de novo e ir lá, porque foi o que eu me propus na campanha. Então não tem problema de fazer isso, quantas vezes for necessário. Mas eu fui lá porque se a pessoa vai até lá, acaba vendo a dor das pessoas e é difícil, daí, tu não vir aqui na decidir algumas coisas. Mas sempre agradecer o trabalho dos colegas. Vereador Juliano Valim também que eu sei que acompanha muito a questão da saúde e muda a vida das pessoas através da saúde. Pedir um pouco de atenção para nós, juntos, conseguirmos fazer alguma coisa. Muito obrigado, presidente. Seria isso.