VEREADOR ALEXANDRE BORTOLUZ - BORTOLA (PP): Senhor presidente, senhoras e senhores vereadores. Presto voto de louvor aos guardas municipais Daniel Nogueira, Maicon Robson Moreira Rodolfo e Luis Henrique dos Santos Oliveira, que fizeram uma prisão em flagrante no dia 19 deste mês, no Bairro Primeiro de Maio. A um indivíduo em atividade suspeita foi realizada abordagem e localizado com ele diversos entorpecentes. Obviamente, aqui, parabenizar a nossa querida Guarda Municipal. E aproveitar também, que já fizemos aqui, mas parabenizar aluna Pasquali pelo Campeonato de Jiu-Jitsu do Colégio Tiradentes da Brigada Militar. Seria isso. Obrigado, presidente.
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VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Senhor presidente, quero, primeiro, saudar os festeiros da Vila Seca, onde também já tive a oportunidade de tocar em algumas festas, e até fui festeiro há um tempo. Um dia muito importante para esta Casa. Mas eu quero fazer um voto de congratulações a todos que participaram da excursão, este final de semana, para Aparecida, em especial à organizadora Nice. Estivemos em uma excursão de três dias, com muita música, muita alegria, muitas missas. Então, quero parabenizar a Nice que organizou essa viagem espetacular. Também parabenizar a empresa Vanzo Tur, o ônibus confortável, motoristas confiáveis, grandes profissionais. E que Nossa Senhora Aparecida sempre nos abençoe, ela que é mãe do povo e que nos ensina a caminhar com fé, com esperança e com amor mesmo nos dias difíceis. Então, parabéns à catequista, que também é da igreja Nossa Senhora Aparecida, do Belo. Parabéns, Nice. Foi uma viagem abençoada. Era isso, senhor presidente.
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VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Senhor presidente, nobres pares, todos que nos assistem, bom dia a todos. Eu quero dar os parabéns para a nossa colega, vereadora Marisol Santos, que completou aniversário no meio do final de semana e feriado. Que Deus abençoe a sua vida também. De igual modo, o nosso colega vereador Sandro Fantinel, quero desejar as mais ricas bênçãos dos céus para vocês. Que vocês sejam felizes e que Deus abençoe todos os projetos de vocês em todas as áreas das suas vidas. Forte abraço. Obrigado, presidente.
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VEREADOR ALDONEI MACHADO (PSDB): Bom dia, presidente. Bom dia, nobres colegas e todo o pessoal nos acompanha, em especial, hoje, a toda a turma da Louvação do Divino, de Vila Seca. Sejam todos bem-vindos. Em especial, também, ao nosso subprefeito de Vila Seca, Citon, e o nosso ex-subprefeito, Sandro. Sejam todos bem-vindo à Casa do Povo. Mas eu queria fazer, também, um voto de pesar a tia Jovina Ramos, mãe do gaiteiro Clodoaldo que está por aí. Meus sentimentos, Clodoaldo, a ti e a família. Que Deus abençoe vocês, os irmãos, neste momento de luto. Então, era isso, presidente. Muito obrigado.
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VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Pois não, senhor presidente. Gostaria de fazer, nesta manhã, um voto de pesar ao seu José Carlos Doncato.
 
VOTO DE PESAR
 
Aos familiares de JOSÉ CARLOS DONCATO
 
Manifesto minhas mais sinceras condolências pelo falecimento de José Carlos Doncato, aos 83 anos.
Nascido em 14 de maio de 1942, José Carlos partiu em 10 de abril de 2026, após trilhar um caminho de profunda fidelidade e amor ao próximo.
Neste momento de dor e saudade, uno-me em oração e cuidado à sua família, amigos e demais entes queridos. Que o Espírito Santo traga a paz e o fortalecimento necessário a todos diante desta perda irreparável.
"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé."
2 Timóteo 4:7
 
Caxias do Sul, 14 de abril de 2026; 150º da Colonização e 135º da Emancipação Política.
 
VEREADOR ELISANDRO FIUZA / REPUBLICANOS
 
Então, esse é o nosso voto de pesar à família do seu
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VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Bom dia, presidente João Uez, colegas vereadores, colegas vereadoras, as pessoas que nos acompanham pela TV Câmara, redes sociais, aqui na plateia, em especial aos representantes dessa festa tão querida para nossa cidade, a Festa do Divino. Bem-vindos. Todos os anos nós somos abençoados, aqui, pela Bandeira do Divino. Logo mais, vocês vão nos agraciar. De forma especial, aqui os meus vizinhos, antigos vizinhos do Planalto, o Lindonês e a Cide. Bom ver vocês. E falando em Planalto, eu quero fazer um voto de congratulações à escola Melvin Jones que, no dia 19 agora, de abril, completa anos de fundação. Então, parabenizar aqui a direção, estudantes, pais, profissionais da educação e toda a comunidade escolar, que presta um serviço tão relevante. Eu estudei no Melvin parte do meu ensino fundamental, finado primeiro grau. Né, Dener? Nós somos da época do primeiro grau. O finado primeiro grau foi no Melvin. Então, aqui meu voto de congratulações a essa escola tão importante para a comunidade do Planalto, que forma gerações há tantos anos. Muito obrigado.
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VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Senhor presidente, senhores vereadores, pessoal que nos assiste aqui, o pessoal de Vila Seca, que logo mais vão estar aqui, da tribuna. Eu queria parabenizar, então, a Nina e toda a família. O seu Breno e a dona Sônia, lá de Tainhas; e também o Cristiano e a Camila, lá do Aratinga, que organizaram a festa, no final de semana, lá na comunidade de Tainhas, em São Francisco de Paula. Festa em honra a São Pedro, na qual tive a oportunidade de fazer os sorteios, de fazer o leilão. Então, uma festa maravilhosa, que reuniu diversas famílias que se criaram lá, foram embora, agora voltam para as festividades. Música boa, boas companhias, boa comida. Então, parabenizar a todos pela maravilhosa festa no último final de semana, lá na comunidade de Tainhas, em São Francisco de Paula. Em especial aos festeiros, o seu Breno e a dona Sônia, e também ao Cristiano e a Camila, mas toda a comissão organizadora, em nome da Nina e toda a família lá. Era isso, senhor presidente. Obrigada.
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VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Bom, presidente, colegas vereadores, quero só fazer uma referência também, aqui, aos já muito citados, aos nossos amigos de Vila Seca. Um grande abraço, Clodoaldo, Vítor, Carlos, meus amigos também de uma vida, pela passagem da dona Jovina. O nome da minha avó também, Jovina. Que Deus conceda e conforte os corações de todos vocês. Mas quero também fazer aqui um agradecimento pela presença, logo mais ocupa a tribuna, ao nosso amigo Leandro. E é muito importante que ele esteja aqui conosco. Ele vai contar mais, então não vou dar muito spoiler. Mas nós estamos, neste momento, vivendo a semana escoteira. A gente sabe que uma lei que passou por esta Casa, que foi aprovada por esta Casa. Então, também a todos os escoteiros, por esses dias, por esta semana, pelo dia de amanhã, felicitações. Nós sabemos o quanto esse movimento é importante, o quanto tem feito diferença na vida das pessoas, transformado a vida de tantas famílias. Parabéns a cada um de vocês. E, Leandro, muito obrigada sempre pela presença aqui conosco.
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VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado, senhor presidente. Meus cumprimentos ao senhor, aos demais vereadores desta Casa Legislativa, a quem nos acompanha do plenário, em especial ao senhor e à senhora que nos acompanham de casa. Meu bom dia a todos e todas. Senhor presidente, queria destacar que ontem, no dia 21 de abril, nós comemoramos uma importante data e, efetivamente, todos aqui lembramos de Tiradentes. Mas queria lembrar que ontem também era o dia do metalúrgico e da metalúrgica. Aqui na nossa cidade, nós temos aproximadamente 60 mil trabalhadores na indústria metalúrgica, e todos sabem que esses movem a nossa economia e nos enchem de orgulho todos os dias. Então, em especial para mim, que sou advogado dos Sindicato dos Metalúrgicos, queria fazer um cumprimento a todos e todas que tornaram esta cidade a cidade da pujança, do desenvolvimento e que deixam, todos os dias, todos nós orgulhosos por promoverem a segunda maior indústria metalúrgica do Brasil. Parabéns ao senhor e à senhora que nos enchem de orgulho através do seu trabalho.
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VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Senhor presidente, nobres colegas, as pessoas que nos acompanham daqui e de casa. Então, eu queria reforçar os votos do vereador Cláudio Libardi. É importante sempre que a gente possa fortalecer e destacar as categorias que cumprem um importante papel na nossa cidade. Nós sabemos que os metalúrgicos e as metalúrgicas movimentam e são o coração de Caxias do Sul. Queria saudar a presença do Rafinha Bado aqui, nosso líder lá da zona norte. Então, saudando a presença, aproveito para falar, senhor presidente, da atividade que nós tivemos no final de semana, no domingo, na Feira da Maesa, com a presença, participação e organização da vereadora Andressa Mallmann e sua assessoria, também da Natalie, da assessoria da Procuradoria Especial da Mulher. Andressa, então foi um momento importantíssimo, que nós pudemos chamar a atenção, através da PEM, para o Abril Laranja, que trata sobre a questão dos animais, da violência contra os animais. E naquele momento, nós pudemos fazer as relações com a Teoria do Elo, que onde há violência, seja contra os animais, seja contra as pessoas, essa violência ela está relacionada. Então, tínhamos uma tenda naquele momento, tivemos momento de fala também. A vereadora Rose esteve presente, o vereador Cris, de Canoas, que também é da causa animal esteve presente. Então, nós conseguimos dialogar com a população, entregar material e falar sobre um tema tão importante. Então, gostaria de parabenizar a vereadora Andressa Mallmann e toda a sua equipe por todo o trabalho e dizer que sempre estaremos juntas. No que a PEM puder contribuir, estaremos sempre contribuindo com essas pautas importantes da nossa cidade. Seria isso, senhor presidente. Obrigada.
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VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Senhor presidente, nobres colegas aqui presentes, eu gostaria de fazer uma homenagem a toda a Brigada Militar e a toda a polícia militar. No dia 21 de abril é comemorado o Dia de Tiradentes e também é o dia comemorado de toda a polícia militar do Brasil como um todo. E no dia de ontem, senhor presidente, nobres colegas, nós tivemos um evento incomensurável na sede do 12º Batalhão de Polícia Militar aqui de Caxias do Sul. Nós tivemos a primeira “Cãorrida” e a primeira corrida do 12º Batalhão de Polícia Militar, na qual eu pude participar juntamente com a minha fiel escudeira, a Luna. Participamos desse momento, tinha mais de 400 pessoas participando desse evento. Isso é importantíssimo. Falei com o comandante no momento que a gente ia unir a sociedade, aproximar a sociedade das forças de segurança. Nós sabemos que, às vezes, os pais, não por maldade, mas acabam dizendo para os seus filhos: "Olha, se você não se comportar, eu vou te levar para a polícia militar.” Então, em Santa Catarina fizeram uma campanha para desestimular os pais a fazerem isso, porque a polícia militar é alguém que ajuda, é alguém que está pronto sempre para poder apoiar a nossa população. Muito obrigado a toda a Brigada Militar. Obrigado, presidente.
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Não houve manifestação

VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Obrigado, presidente. Nobres pares, todos que nos assistem, bom dia a todos. Hoje quero falar sobre dois assuntos. Primeiramente, quero pedir que o Mag largue para nós um vídeo, por favor. (Exibição de vídeo)
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Um aparte, vereador Pedro.
VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte, por gentileza, Pedro.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Seria isso. Seu aparte, vereador Cláudio.
VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Queria lhe parabenizar pelo tema, vereador Pedro, que eu estive no Ecoparque no último domingo e a situação é triste, não só do batistério, de todas, todo o local. A grama, significativamente, alta. O local está muito mal cuidado. Os locais que eram, anteriormente, para o deslocamento através das calçadas também estão tomados pelo mato. Nós precisamos dar uma atenção especial para todo o Ecoparque.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Peço um aparte.
VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): É uma situação que me entristeceu muito. E mais do que isso, vereador Pedro, acho que nós precisamos começar a pensar na alteração dos horários dos serviços públicos, em especial, quando nós tratamos de feriados prolongados. O senhor sabe que o Ecoparque fecha às 6h da tarde. Quando está lotado de família, passa uma caminhonete da prefeitura informando que todos devem sair de lá. Eu estive no sábado, no domingo, em especial, na segunda e na terça, no Campo Municipal, vereador Pedro, que é um local que tem muitas famílias porque foi revitalizado. Ele teve uma colocação de um novo parque para as crianças, um piso de segurança para as crianças, e segunda e terça fechado, vereador Pedro. Esses locais que demandaram investimento como o batistério demandou, como todo o parque demandou, como o Campo Municipal demandou, precisam ficar abertos em domingos, feriados e, mais do que isso, precisam ser usuais. Não adianta a gente fazer um investimento gigantesco, 15 dias depois não pode usar. Parabéns pelo seu trabalho.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Obrigado, vereador Cláudio, pela contribuição. E indo nessa mesma linha da questão dos cuidados, de agendas e horários, nós temos agora também, ali, a quadra de areia, que foi inaugurada há pouco tempo e é fantástica. Eu estive ali na inauguração. Até quero dar os parabéns para o vereador Dr. João Uez, que comandou, enquanto estava no Samae, aquele trabalho, aquele projeto com a equipe dele. Eu achei fantástico. Eu penso que ali poderia também ser melhor explorado, inclusive à noite, que é o horário que o pessoal tem, porque de dia trabalham e tal. Então, foi muito boa a sua colocação. Eu também quero passar meio rapidamente os outros apartes aqui, porque eu tenho outro assunto. Vereador Juliano.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Vereador Pedro, parabéns pela pauta.
VEREADOR JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Um aparte, vereador.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Eu acho que uma das atribuições do vereador é fiscalizar, e essas fiscalizações servem para um ajuste perante as secretarias competentes que administram o Jardim Botânico. Porque, como o senhor mostrou nas imagens, é algo nobre e abençoado junto àquela mata fantástica. Hoje, ali é um ponto turístico. É um lugar em que giram muitas famílias aos finais de semana. E, claro, são ajustes que têm que ser feitos nos horários de visitação, maior fiscalização, inclusive, da Guarda Municipal, por se tratar de um patrimônio público. Então, acho que são ajustes que as secretarias têm que ter um olhar mais criterioso, porque é de extrema importância para o nosso município de Caxias do Sul. Parabéns pela pauta. É uma bandeira que o senhor defende e é algo que beneficia principalmente os evangélicos, mas também a comunidade em geral de Caxias do Sul. Que Deus o abençoe e continue sempre nessa pauta de tamanha relevância para o nosso município.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Quando possível um aparte, vereador Pedro.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Amém. Obrigado, vereador Juliano. Vereador Fantinel.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Vereador Pedro, eu só queria parabenizar o senhor pelo seu empenho, pela sua dedicação nessa pauta. Eu estive lá, junto com o senhor, ano passado. Nós estávamos olhando lá. E a gente fica sentido de ver as coisas não andarem – sabe? – muitas vezes quando a gente tanto se empenha. Então, só queria lhe dar os parabéns e dizer que pode contar com este vereador sempre que o senhor precisar. Um abraço.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Muito obrigado, vereador Fantinel. Vereador João Uez.
VEREADOR JOÃO UEZ (REPUBLICANOS): Obrigado, vereador Pedro. Lhe parabenizar, primeiramente, pelo tema. O senhor foi uma das primeiras pessoas que nos visitou quando a gente assumiu a presidência do Samae, justamente para falar desse assunto. Foi quando a gente se inteirou, vereador Pedro, e acabamos judicializando contra a empresa, à época, que ganhou a licitação e fez a obra. Depois ela acabou caindo, porque ela estava com um pouco de má qualidade em alguns acabamentos, o que acabou, com um vento fraco – né, vereador? – derrubando toda a estrutura. A empresa entende que o Samae, à época, recebeu a obra, na primeira gestão do prefeito Adiló, quando o Meletti era presidente, e que não teria mais nenhuma responsabilidade, porque seguiu todos os projetos. O grande problema é que, no projeto, foi botado poste de eucalipto não tratado. Evidentemente que, com o tempo e com a chuva, ele apodreceu a sua base e acabou caindo. Então, desde aquela época, vereador Pedro, já se tinha um projeto novo no Samae, e citei, nos arquivos, para se dar início, novamente, à construção, pela empresa que, à época, construiu. Só que a empresa entende que não vai fazer a obra. Então, por isso que está judicializado. E, até não resolver judicialmente, não tem como contratar uma outra empresa, abrir uma nova licitação, porque fica de responsabilidade da empresa. Então, a gente sabe que os trâmites jurídicos são muito demorados, mas tenho que fazer, aqui, uma defesa a V. Exa., que me ligava, uma semana sim e a outra também, solicitando. Que bom que o senhor já foi conversar com o presidente Edson. Eu vejo na foto o Catusso, que também acompanhou o assunto. Logo ali na frente, é um espaço que tem que devolver para a comunidade, sendo a empresa que venceu, à época, entregou a obra e não quer refazer ou uma nova contratada. Muito obrigado, vereador. Parabéns pela pauta.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Obrigado, Dr. João. Vereador.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Obrigado, vereador Pedro. Parabenizar V. Exa. pelo tema e dizer que é uma conquista de várias mãos, né? Desde 2017, essa conquista para a nossa comunidade. Mas dizer, em especial, a sua pessoa, que sempre, junto conosco, levantou a bandeira e até hoje tem defendido as melhorias para aquele espaço. Muito obrigado. Parabéns pelo tema.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Obrigado, vereador Fiuza. Vereador Hiago.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Parabéns, vereador Pedro. A gente sabe que são temas importantes e, se a gente não fica em cima, às vezes acaba...
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Declaração de Líder.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Declaração de Líder à bancada do PL.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Não é caindo no esquecimento, mas acaba, às vezes, as pessoas deixando de lado, porque são muitas coisas. É uma cidade grande, né? A segunda maior cidade do estado. Então, acredito que o senhor ficando em cima disso, mais rápido vai andar o negócio e as pessoas vão conseguir usufruir disso aí. Então, é um legado que o senhor deixa, se o senhor acompanhar isso desde o início. E tenho certeza que o Edson da Rosa também é um presidente bem acessível, como o presidente João era. A gente vai conseguir chegar longe e resolver muita coisa por lá. Muito obrigado.
PRESIDENTE WAGNER PETRINI (PSB): Segue em Declaração de Líder a bancada do PL. Da tribuna, vereador Pedro Rodrigues.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Um aparte, vereador?
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Obrigado, presidente. De imediato o seu aparte, vereadora Daiane.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Vereador Pedro, parabéns por o senhor trazer o assunto. O senhor, já desde o ano passado, junto à Frente, com a visita lá, verificando. Mas, mais do que isso, da reforma ali, de todas as obras que precisam no entorno, a gente precisa verificar quem é que vai ficar de responsável disso também, né? Eu acho que muito mais do que a obra, do que o recurso encaminhado para esses locais, são os responsáveis por esses locais. Porque, infelizmente, a gente ainda tem muita depredação, tem a falta do cuidado com o patrimônio público. E acaba como está acontecendo agora, na Estação Férrea: as coisas pichadas e estragadas. Então, muito mais do que isso, dessa reforma, que é importante, é quem é o responsável por aquele espaço e de que maneira a prefeitura vai fazer essa gestão, porque a gente precisa realmente do cuidado para as pessoas de bem poderem aproveitar. Obrigado pelo aparte.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Obrigado, vereadora Daiane. Acho que eram esses os apartes. Se mais alguém pediu, por favor repete, porque eu não ouvi. Agradeço a todos que contribuíram, que deixaram a sua sugestão, a sua palavra. Como falou o vereador Fiuza, é um trabalho de muitas mãos. E continua sendo, né, vereador Fiuza? Um trabalho que a gente precisa, como se prontificou aqui, também, o vereador Fantinel, entre outros. E se colocar à disposição para que a gente consiga. Já foi, semana passada, a gente teve aqui, foi colocado sobre o espaço que foi cedido para outra comunidade, para que eles façam os eventos deles. Na época, eu até fiz menção, naquele dia eu fiz menção aqui, da tribuna, da solicitação dessa reforma. Então eu acredito, eu quero que você, que me acompanha e me cobra também sobre essa reforma, fique a par, porque a gente está acompanhando. Nós estamos acompanhando; os departamentos, os órgãos competentes estão trabalhando. Só que, como falou aqui o colega, o vereador João Uez, tem uma questão jurídica também, que implica isso aí, que demora. Mas com certeza eu creio que, em breve, nós vamos ter essa reforma, essa revitalização. Inclusive, pelo que nós estivemos conversando com o ex-presidente do Samae e também com o presidente atual, o vereador Edson da Rosa.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Um aparte, vereador Pedro.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Eu quero agradecer a ele pela atenção que nos deu ali. Ele se colocou à disposição para verificar como é que está agora e nos atualizar nos próximos dias. Ele disse: “Eu não vou te dizer agora, porque eu posso falhar. Eu quero me inteirar bem do assunto, já que estou chegando agora na casa, e eu te retorno.” Posteriormente, quando eu tiver o retorno do novo presidente do Samae, o Edson da Rosa, eu quero trazer de novo, aqui, para você, para te atualizar como é que ficou, como é que está o andamento. Seu aparte, vereador Lucas.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Obrigado, vereador Pedro Rodrigues. Primeiro, parabenizar o senhor por trazer um tema importante para a nossa cidade. Ano passado, quando estava na presidência, acho que no mês de fevereiro ou março, nós recebemos aqui, recebi o senhor, os pastores e várias lideranças da comunidade evangélica caxiense, e falavam sobre essa situação. Eu lembro no governo Guerra, quando se inaugurou. E acho que a cidade tem que ter espaço para todas as pessoas. O que eu quero lhe dizer, vereador Pedro, é que nós precisamos destravar, quando eu digo a gestão pública, precisa destravar problemas como esse. Porque o governo Guerra passou há seis anos. Há seis anos que o Guerra não é mais prefeito. Em que pese haver os prazos que precisam ser respeitados, mas as coisas precisam andar. Eu entendo que o senhor, como liderança evangélica, deva ser cobrado por essa demanda, e o senhor traz um tema importante, que precisa haver uma solução. Assim como o batistério que o senhor apresentou, eu trago o exemplo, e que tem um problema de licitação, é o exemplo da Escola Governador Roberto Silveira. É uma escola, mas tem problema na licitação, a empresa faliu, tem processo jurídico. Lá se vão vários anos. Mas há de se ter uma solução, porque seja um batistério, uma escola, uma UBS, qualquer serviço ou equipamento público mal feito pela empresa, precisa ter uma saída, porque as pessoas seguem precisando. Então, eu parabenizo o senhor. Por fim, além do batistério, se isso é uma questão jurídica, na Marcha para Jesus, por exemplo, não é. E aí o poder público pode auxiliar. Então, quero lhe dizer que tenho um respeito grande pela comunidade evangélica e, sempre que chamado, serei parceiro para cobrar e reivindicar que a comunidade evangélica caxiense tenha o mesmo respeito e valorização de todas as outras comunidades religiosas. Parabéns pelo seu trabalho.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Obrigado, vereador Lucas. Então, agora eu quero passar aqui para o outro tema. Eu estive aqui com o senhor, na época presidente, vereador Lucas, protocolando ano passado esse projeto, também com o nosso secretário, que é o projeto que visa a ampliação do acesso a medicamentos da farmácia municipal. Então, a gente, como é de conhecimento de todos, a gente está com o nosso Sistema Único de Saúde congestionado. Não vou arriscar dizer o número exato aqui, mas há poucos dias eram 140 pessoas nas UPAs precisando, esperando um leito hospitalar. Assim também as filas enormes para consultas médicas, consultas especializadas com especialistas. Assim como exames, cirurgias e várias demandas dessa área, laudos para crianças para que possam ter acompanhamento nas escolas, nas creches, enfim. Então, as demandas são muitos e a gente sabe que tem uma dificuldade grande para atender toda a demanda. E esse projeto visa, justamente, aliviar um pouco, pelo menos nessa área das consultas, o Sistema Único de Saúde. Onde a gente propõe, nesse projeto, que possam ser aceitas as receitas do particular, que não sejam só do SUS, do Sistema Único de Saúde. Eu recebi de algumas pessoas até algumas críticas quando tomaram conhecimento desse projeto, dizendo que quem tem condições de pagar uma consulta para ter uma receita, tem condições de comprar um remédio e se olhar por esse lado, friamente olhando, a gente até dá uma certa razão para a pessoa, mas eles não entenderam na íntegra que quem tem uma receita do particular não significa que tenha poder aquisitivo, que seja rico ou que seja abastado. Por que o que acontece? Um plano de saúde, por exemplo, que nem muitos pagam o Cartão Único, o cartão do povo, é R$ 30 e poucos por mês e já não aceita a receita porque é uma receita do particular. As pessoas idosas que se aposentam com salário mínimo, às vezes, ficam com o plano de saúde da empresa, porque depois de tantos anos de plano de saúde, obrigatoriamente o plano tem que ser continuado, não aceita a receita. Ou outros vários, pessoas que são associadas, o vereador Cláudio sabe muito bem, associadas a sindicatos que muitas vezes recebem também uma receita para pegar o medicamento, não é aceito porque é do particular. Então, não significa dizer que ter uma receita do particular a pessoa não tem a necessidade de tirar o medicamento.
VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Eu penso, eu sugiro que os critérios fossem mudados nessa questão. Então, que se faça um cadastro prévio na Receita municipal para a pessoa poder tirar o seu medicamento.
VEREADOR JOSÉ ABREU - JACK (PDT): Um aparte, por gentileza.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Porque da mesma forma que se entende que alguns me disseram que quem tem condições de ter uma receita do particular, tem condições de comprar um remédio, então, assim, também seria muito fácil para uma pessoa que tem condições financeiras esperar no SUS e ter a receita. Uma pessoa que tem condições de comprar seu remédio, às vezes, é remédio caro, mas tem condições de comprar. “Não, vou esperar uma consulta pelo SUS, se o critério é só ter a receita do SUS já é o suficiente.” Daí entra pessoas de todas as classes sociais, financeiras, culturais e tudo mais. Não, a gente sabe que é um direito de todos, mas pela dificuldade que se tem, pela necessidade que se tem de atender os que mais precisam, deveria de ser feita essa classificação, então, através de um cadastro na farmácia municipal onde se retira os medicamentos e não que o critério fosse simplesmente uma receita do SUS. Seu aparte, vereador Cláudio.
VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Queria, vereador Pedro, lhe parabenizar novamente por esse tema e deixar claro que os sindicatos metalúrgicos, desde o governo Pepe Vargas e os outros sindicatos, fizeram um cadastramento junto ao SUS e podem emitir receita. E essa preocupação do senhor é tamanha, porque vamos fazer uma suposição, os metalúrgicos emitem, mais ou menos, 6.000 receitas por mês. Imagina se tivesse que validar todas essas receitas no SUS, já não tem vaga para ninguém agora, imagina se tivesse que validar as receitas do sindicato.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Obrigado, vereador Cláudio. Seu aparte agora já venceu o tempo. Infelizmente, não foi possível. Obrigado, presidente.
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VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Bom dia, presidente. Bom dia, colegas. Bom dia a quem está aqui, na Câmara de Vereadores, e a quem nos acompanha de casa. Então, hoje, eu venho anunciar, juntamente com o meu colega de partido Hiago Morandi, uma conquista que juntos tivemos para Caxias do Sul. Então a gente conseguiu, através de uma emenda do deputado Marcel van Hattem, uma destinação de 475 mil para a Patrulha Rural. A gente ficou até feliz, né, colega Hiago? Quando a gente foi entregar essa emenda e quando a gente conversou com o tenente-coronel. A princípio, a gente queria aplicar em uma Patrulha da Maria da Penha. Mas ele nos disse que para a Maria da Penha as patrulhas estão ok, que estão novas. Então, a gente deixou que ele escolhesse onde ele gostaria de aplicar. E aí, para minha felicidade e felicidade também do meu colega, vai ser aplicado na Patrulha Rural. Eu fiquei feliz por quê? Porque faz 15 dias que eu recebo ligações e mensagens do pessoal do interior, porque os cemitérios estão sendo arrombados e roubados. Então, todo o metal que existe nos cemitérios do interior está sendo levado. E aí as pessoas dizem: "Mas, vereadora, tudo bem, eles estão vandalizando os cemitérios, levando tudo que tem de metal no cemitério, mas está tudo certo.” Não está. Porque, para os nossos agricultores do interior, na sua grande maioria são descendentes de imigrantes italianos, e quando chegaram aqui, a estas terras, as primeiras coisas que eles quiseram construir foram a sua casa, a comunidade e o cemitério. Por que isso? Porque lá atrás, quando passaram 36 dias em máquina a vapor, muitos dos seus entes queridos foram jogados ao mar. Então, era primordial que chegassem aqui e construíssem um cemitério para ter um lugar onde poderiam deixar os seus antepassados. E daí, para eles perceberem essa insegurança, onde pessoas estão levando, furtando metais do cemitério, isso é uma dor, não do corpo, mas sim da alma.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Um aparte, vereadora.
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Então, justamente por isso, ter mais segurança no interior, faz com que as pessoas do interior permaneçam na terra. Então a gente precisa investir em qualificação, mas também em uma patrulha nova, uma caminhonete, porque a gente sabe que as estradas estão bem boas no interior. Né, vereador Hiago? Então, seu aparte.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Parabéns, vereadora. Bom dia e parabéns. Orgulho de estar ao lado, igual a gente falou, de um propósito. Porque, em um primeiro momento, a gente tinha pensado na questão da Maria da Penha, pela questão dos feminicídios que vêm aumentando. Mas como o comando do 12º Batalhão está fazendo um excelente trabalho, uma pessoa bem acessível, então a gente está vendo o trabalho bom que ele desempenha na função, que não é fácil. Falei para ele que, quando a tropa está contente – né, vereador Becker? – é porque o comando é bom. E a tropa está bem contente com ele ali, e também a sociedade. Os índices estão bons. Tanto ele como o Major Schuh, que também é bem acessível. Então, a gente acabou chegando lá e a gente comentou que eles iriam ver o que era melhor, e eles decidiram que seria para a rural. Mesmo às vezes ele não tendo tanto conhecimento do seu mandato, né? Como eles não têm tempo, às vezes, estão sempre mais no trabalho. E agradecer, aqui, a todo o 12º Batalhão. Tenho certeza que essa viatura vai ser bem usada, não só na área rural de Forqueta, mas também em outras áreas. Né, vereador Aldonei? Porque a gente sabe o quanto a gente cobra o policiamento na zona rural.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Um aparte, vereadora.
VEREADOR HIAGO MORANDI (NOVO): Então vai ser muito bom. Quem agradece são os moradores, uma viatura a mais. Claro que, às vezes, o efetivo é pouco, mas faz muita diferença. Com certeza vão ter lugares que não alcançavam. Muito obrigado.
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Obrigada, vereador e colega Hiago. Então, sim, a gente entregou juntos essa emenda. E foi uma surpresa. Eu disse para o Hiago que isso é a mão de Deus. Eu acredito muito nisso. Segurança é um fator que o colega... Uma bandeira do colega. Ele sempre esteve brigando pela questão de segurança. E segurança rural, então, caiu bem na minha bandeira. E como o senhor falou, esta viatura, ela é para todo o interior de Caxias do Sul, não é destinada só para Forqueta, mas sim para todo o interior. Seu aparte, vereadora Rose.
VEREADORA ROSE FRIGERI (PT): Parabéns, vereadora, então pela conquista, não é? Eu acho que é importante, inclusive na área rural nós temos muito problema... As próprias mulheres inclusive para denúncias na área rural é muito difícil fazer, não é? Então ali também seria importante em função disso, porque tudo é distante. Mas eu queria dizer que tem que ficar... Espero que realmente, esta emenda vá para isso, porque já faz dois anos, eu também consegui uma emenda de, na época, 450 mil com a deputada federal Maria do Rosário para a Deam, para a Delegacia da Mulher, e vai para o governo do estado e agora chegou – agora não, já faz um tempo que chegou a verba – resumo da ópera: Foi usado para outra coisa e não veio para a Delegacia Especializada de Atendimento da Mulher de Caxias. Primeiro, disseram que iam pagar um... Iam dar só um carro, não ia dar viatura, mas um carro já ajudava. Depois nem mais o carro. Então acho que esses problemas da emenda nós temos que acompanhar e tem que ver a forma de garantir que ele venha realmente para aquilo que é específico, porque eu tenho visto que nem no governo estadual e nem no municipal só a palavra do governante não vale. As emendas para aquelas coisas às vezes não vão. Então parabéns pela emenda e fica de olho. Obrigada.
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Obrigada pela dica, vereadora Rose. Sim, a gente vai ficar de olho, porque para nós essa patrulha rural ela significa mais presença, proximidade e proteção para os moradores e turistas do interior, não é?
VEREADOR ALDONEI MACHADO (PSDB): Um aparte, vereadora.
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Proteção do produtor rural, combate a furtos, invasões e crimes no campo. Então, é muito importante. Ontem a gente estava brincando com o Slaviero, e o Slaviero disse para mim que eu sou a campeã de emendas. Sim, porque com essa emenda aqui, em um ano e meio, a gente já trouxe para Caxias do Sul mais de sete milhões em emendas parlamentares. Para asfaltamento, para segurança, para saúde, enfim, em todos os ramos possíveis que a gente possa articular juntamente com os nossos deputados. E também eu fico orgulhosa porque, sete milhões sem ir à Brasília. Então, provavelmente, mês que vem a gente vai à Brasília, e quem sabe a gente possa aumentar esses índices. Seu aparte, vereador Aldonei.
VEREADOR ALDONEI MACHADO (PSDB): Vereadora Sandra, parabéns pelo tema. Tema muito importante para nós que temos raízes no interior. Você de um lado da cidade, eu do outro. Mas essa patrulha rural, como bem a senhora falou, vai auxiliar não somente Forqueta, vai auxiliar Vila Seca, Santa Lúcia, Vila Oliva, Criúva, todo o nosso interior. Então, é fundamental que mais e mais ações iguais a essa, a emendas do deputado Marcel que veio, fantástico, tem que agradecer ele, é um deputado muito atuante. Nossa região aqui de Caxias tem que agradecer pelo apoio dele, embora de um partido diferente do meu, mas eu tenho um apreço grande por esse jovem deputado que trabalha muito pela nossa cidade, Caxias do Sul e com certeza essa verba, essa emenda bem aplicada para o pessoal, para os patrulheiros, vai ajudar muito nós lá no campo, muito nós agricultores, para podermos ter mais tranquilidade, não é só na questão do cemitério, a questão daqui a pouco do abigeato que a gente tem muito ali na região de Criúva, Vila Seca, Vila Oliva, a questão também dos arrombamentos, as residências, o pessoal, principalmente o pessoal que tem as chácaras, tem as suas chacrinha lá o final de semana, quando chega lá, daqui a pouco, está pelada a casa. Então, a gente precisa reforçar cada vez mais essas ações da Brigada Militar no interior e essa sua emenda que você foi atrás e conseguiu trazer. Vem para isso mesmo, vem para ajudar os nossos agricultores. Parabéns novamente, vereadora.
VEREADORA SANDRA BONETTO (NOVO): Muito obrigada. Então novamente agradecer ao meu colega Hiago que esteve comigo entregando essa emenda, agradecer ao nosso deputado Marcel van Hattem e dizer que a gente vai sempre buscar emendas, valores para ajudar a nossa Caxias do Sul. E essa emenda vem justamente para o nosso interior. Muito obrigada.
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VEREADOR JOSÉ ABREU - JACK (PDT): Bom dia, presidente, nobres colegas vereadores, vereadoras, às lideranças comunitárias que nos acompanham daqui e a todo o pessoal de casa. Hoje, eu venho a esta tribuna para, mais uma vez, falar de dois assuntos. Um é o quartel dos bombeiros da Zona Sul, pelo qual a gente está lutando muito, junto com a comunidade, para que a gente consiga levar esse quartel para lá. Nesse final de semana de feriado, eu passei o feriado todo caminhando na nossa região e conversando com os moradores. E fiquei muito feliz, vereador Cláudio Libardi, porque a população está do nosso lado, a população sabe o que é mais importante para a nossa região. Mas eu quero aqui, vereador Calebe, falar de uma situação da nossa região, a qual o senhor conhece muito bem, que é a questão da infraestrutura da nossa região, o quanto falta infraestrutura na nossa região. Então, falar aqui das nossas ruas. Amanhã eu tenho uma reunião com o secretário de Obras para que a gente consiga alinhar algumas coisas e, pelo menos, amenizar o problema. Porque vamos lutar e vamos levar um quartel dos bombeiros para a Zona Sul. Mas não adianta a gente ter um quartel dos bombeiros na Zona Sul, um caminhão e a gente não ter ruas para o caminhão poder chegar. Eu conheço várias ruas, não só na nossa região, mas na Zona Norte. Eu vejo aqui o meu colega do PDT, o Brecha. Na Zona Norte, sabemos que em muitos lugares não passa um caminhão de bombeiro. Então, nós precisamos ter um olhar voltado mais para a nossa comunidade, para os nossos bairros. Vou dar um exemplo, aqui, do Monte Carmelo, do Vêneto. Se pegar fogo em umas casas lá, o caminhão não consegue chegar. Hoje, não consegue chegar caminhão, não consegue chegar a lugar nenhum do jeito que estão as ruas. Então, nós precisamos buscar uma saída para essa situação. Estarei conversando com o secretário. E tenho certeza que o secretário Suzin vai nos atender e vai olhar as nossas reivindicações, porque já estivemos juntos no bairro e ele sabe da necessidade. Mas quero falar aqui, rapidamente, da nossa audiência pública, que teremos amanhã, da escala 6x1. Quero aqui convidar todos os trabalhadores e trabalhadoras para que participem da nossa audiência amanhã, às 19 horas, aqui nesta Casa. Vai ser uma audiência um pouco diferente de todas as que eu já vi por este país. Enquanto presidente da frente parlamentar, a gente propôs, desde o início, que seria uma audiência pública para fazer o debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho. Então, ela é diferente porque nós vamos ouvir os dois lados. Não vamos ouvir só um lado; nós vamos estar ouvindo os dois lados, tanto os empregadores quanto os empregados. Então, muito importante essa nossa audiência, porque vai ser um diferencial, onde vamos ouvir todas as partes. Com certeza vamos tirar encaminhamentos e vamos tentar achar uma solução para esse problema que, para mim, é um problema sério a questão da exaustão dos trabalhadores, o que leva o trabalhador ao adoecimento total. Hoje mesmo falava aqui com o Dr. Cláudio que nós temos trabalhadores, hoje, internados com depressão, internados com problema de saúde psicológica devido ao trabalho. Então, precisamos achar uma solução para tudo isso. E eu não tenho dúvida de que, juntos, nós encontraremos uma saída, com certeza, para essa questão, que é a saúde do trabalhador, que é muito importante para todos nós. Muito obrigado, presidente. Um aparte para o vereador Cláudio, por gentileza. Desculpa, vereador.
VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Que nada. Não tem problema, Jack. Nós estaremos presentes amanhã para esse importante debate e para lembrar à sociedade que ela precisa avançar, Jack. Essa é a nossa principal função aqui, como representantes dos trabalhadores. Acho que a dignidade da pessoa humana teve avanços significativos no último período. Mais do que isso, com as organizações sociais nós conseguimos ter grandes vitórias nos direitos dos trabalhadores. E isso, mais do que implicar em um debate que é meramente formal – né, Jack? –, implica em uma concepção de que as pessoas estão aderindo a esse debate. Hoje, no Brasil, qual é o principal tema? É se vai haver ou não a redução da jornada de trabalho. Então é algo importante de ser debatido. Tenho certeza que teremos uma grande vitória no Congresso. Mas, mais do que isso, eu queria lhe parabenizar pela possibilidade de abrir esse debate em nível municipal, que é algo que diversas entidades sindicais, tanto de trabalhadores como patronais reivindicavam. E Caxias precisa participar desses grandes debates, Jack. Nós somos uma grande cidade e, muitas vezes, debatemos coisas pequenas. Eu vivo conversando com o Zé Dambrós de como a gente debate o micro e esquece o macro. E a gente tem que participar desses debates macro. Porque, caso nós não participemos, os outros vão decidir por nós.
VEREADOR JOSÉ ABREU – JACK (PDT): Obrigado, vereador Cláudio. Muito importante a sua fala, porque chegou a hora de nós mostrarmos para esta cidade e para este país por que a gente está aqui, por que a gente foi eleito: justamente para representar o povo, representar os trabalhadores. Quero fazer aqui uma saudação ao seu Abrelino, nosso colega metalúrgico. Muito obrigado por estar sempre vindo a esta Casa aqui. Alegra as nossas manhãs aqui, seu Abrelino. Muito obrigado. Dizer a todos os trabalhadores mais uma vez que estaremos, com certeza, sempre, aqui, na defesa dos direitos dos trabalhadores, na defesa do povo, pelo qual a gente foi eleito. Aqui, essa discussão é uma discussão que tem que ser feita. E Caxias do Sul não pode ficar fora de uma discussão tão importante, que é o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho. Obrigado, presidente.
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VEREADOR ALEXANDRE BORTOLUZ – BORTOLA (PP): Senhor presidente, senhoras e senhores vereadores. Bom dia a todos os presentes; a quem nos assiste pela TV Câmara, canal 16; a quem nos assiste pelas redes sociais. Agradecer ao vereador Cláudio Libardi, presidente João Uez, por esperarem para eu poder fazer minha fala. Eu quero aqui trazer... Nós, semana passada, tivemos a possibilidade de representar esta Casa legislativa em São Paulo, na Feira Internacional de Segurança Pública, a LAAD. A LAAD é uma feira, como eu falei, internacional, mas ela é a maior da América Latina. Então, tudo que é de novidade, vereadora Daiane, na segurança pública, nós encontramos lá. Inclusive, tinham diversos agentes de segurança pública, polícia militar, da própria brigada militar, polícia civil, PRF. Enfim, todos os órgãos inimagináveis em termos de segurança pública estavam lá presentes. Diversas novidades. Inclusive, nós fomos lá, buscamos e, justamente, estamos fazendo esta fala, hoje, para trazer. Obviamente, tem diversos tipos de viatura, diversos tipos de armamento, diversos tipos de tecnologias que são importantes. Inclusive, tive a possibilidade de visitar a Polícia Civil do Estado de São Paulo. Lá fui muito recebido pelo amigo Alfredo, policial civil; bem como a Guarda Civil Metropolitana do Estado de São Paulo. A gente fala, claro, São Paulo é uma cidade com mais de 12 milhões de habitantes e a gente fala que a Guarda Civil Metropolitana tem mais de 8 mil homens. 8 mil homens. Então lá eles fazem... eles têm um investimento muito grande em segurança pública. O prefeito Ricardo Nunes está fazendo um investimento inigualável em segurança pública. E também, nesta feira, a gente pode buscar mais informações do próprio Smart Sampa, que é um modelo adotado por São Paulo de monitoramento, não somente o cercamento eletrônico, mas de reconhecimento facial. E também, nós podemos trazer a novidade que... é novidade ainda para Caxias, mas no estado do Rio Grande do Sul já tem alguns municípios que tem, que é um totem de cercamento eletrônico. O totem de Caxias,  que tem em Caxias do Sul, se eu não me engano, são dois nas paradas, e um deles, que eu me recordo, é ali na parada do Ópera, ele não tem a funcionalidade que este totem de segurança tem, que inclusive é regulamentado pelo INPI, que é da empresa Helper. E esse totem de segurança ele faz toda a questão de segurança pública, inclusive com o próprio giroflex em cima dele, com contato direto no 190 e no 153. E também, tem um totem que é de extrema importância, vereador Cláudio Libardi, que é de defesa civil. Que monitora o enchimento das barragens, monitora questão climática. Monitora, enfim, diversas questões das adversidades climáticas que ocorrem em nosso país. Obviamente em nosso estado porque a gente sabe que a gente passou pelas enchentes de 2024. Urge nós trazermos para Caxias do Sul, vereador Tenente Cristiano, o totem de defesa civil. É de extrema importância e relevância trazer, não só para o Rio Grande do Sul, que como eu já falei, tem alguns municípios, mas para Caxias do Sul. Porque esse totem, além de ele trazer tranquilidade para a comunidade onde ele é instalado, ele emite alertas e avisos de quando existe... parece aquele alerta que a gente recebe via SMS quando a gente cadastra o nosso número na Defesa Civil, mas é sonoro. Então ele vai emitir... pode emitir ou não uma sirene, mas uma voz vai falar do totem e vai explicar para a comunidade se tem que sair da área, se corre risco ou não, enfim. E a gente sabe... e esse ano... inclusive hoje de manhã no Bom Dia Rio Grande, eu pude acompanhar uma matéria onde que falava do El Niño, que é um fenômeno natural que vai acontecer esse ano no estado do Rio Grande do Sul e que nós temos que já nos preparar para que isso ocorra. Inclusive, como eu falei, semana passada estava em São Paulo, recebi uma ligação do presidente da Cruz Vermelha, que é o seu Eder Dalla Porta, e ele me demonstrou já com antecedência, essa é a parte boa, da preocupação que se tem com esse fenômeno, o El Niño para este ano, em específico no mês de agosto. Então eles já estão como Cruz Vermelha se preparando, e obviamente nós aqui representando a Frente Parlamentar de Proteção e Defesa Civil, nós queremos também nos antecipar.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte.
VEREADOR ALEXANDRE BORTOLUZ - BORTOLA (PP): Reunir os órgãos de segurança e os órgãos competentes para este fim, para que a gente consiga nos precaver, fazer essa prevenção, não é, Tenente Cristiano? Como fala bastante nos bombeiros militares, para que a gente faça essa prevenção, justamente, para que a gente consiga mitigar e de uma maneira ou outra, digamos assim, reduzir ao máximo os danos não somente material, mas como da perda das próprias vidas. Seu aparte, vereador Cláudio Libardi.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Primeiro, lhe parabenizar pelo tema. O senhor sabe que na última semana, a gente teve um debate sobre isso e eu fico muito feliz em ver a posição do senhor firme, ao lado da ciência, porque nós temos uma alteração dos corredores de umidade que é inegável. O senhor sabe, eu sei, o vereador Cristiano sabe, e não é uma questão de esquerda ou direita, é uma questão de que está se apresentando uma realidade que é trágica. As zonas de bloqueio atmosférico, que anteriormente estavam no sul do Rio de Janeiro, e a gente verificava tragédias em Paraty, verificava tragédias no Guarujá, hoje essa zona tem descido para o sul, em razão do aquecimento do oceano. Está parada nas proximidades da saída do Mampituba. E o corredor amazônico, anteriormente, que descia muito próximo do fim do sudeste, está descendo no Rio Grande do Sul. Então, o que vai acontecer, vereador Bortola? Vai acontecer que a precipitação aumenta significativamente, e nós vamos ter cada vez mais tragédias. A gente não tem como mitigar a tragédia com política ambiental no Rio Grande do Sul, exclusivamente. Ela é uma política ambiental que tem que ser construída de forma internacional. As pessoas derrubam uma parcela da Amazônia da Colômbia, chove no Rio Grande do Sul. Esse é o reflexo. Porque, quanto mais a floresta fica ao norte, mais distante fica o corredor, e ele fica cada vez mais próximo das zonas de precipitação do nordeste do Rio Grande do Sul. Se não é o tema mais importante, vereador Alexandre, é um dos temas mais importantes para nós tratarmos. Porque a tragédia está escancarada. O nordeste do Rio Grande do Sul, infelizmente, é o local que mais está em risco. Mais do que isso, a prova maior é que, por exemplo, no Rio Grande do Sul, nas chuvas de 2024, as cidades que mais tiveram aumento de temperatura no Brasil foram as cidades mais atingidas. Por quê? Porque aumenta a precipitação, tchê! É óbvio que aumenta a precipitação. Então, não tem direta relação exclusiva com a supressão de árvores no Rio Grande do Sul. Isso é uma consequência de todo o hemisfério sul que, infelizmente, nós fazemos parte e somos os mais atingidos. Parabéns de forma profunda pelo tema.
VEREADOR ALEXANDRE BORTOLUZ - BORTOLA (PP): Obrigado, vereador Cláudio. E é bem o que o senhor falou. Essa preocupação não é só do senhor, não é só minha, não é desta Casa Legislativa e não tem lado, ela é de todos nós. Então, basta nós, como poder público legislativo, não executamos, mas o que nos resta é nos somarmos, tentar provocar positivamente tanto o Poder Executivo municipal e estadual, em especial, para que a gente consiga fazer essa prevenção. Às vezes, a gente sabe que precisa ser feita uma intervenção muito maior, não é uma simples intervenção. Mas como já se avizinha, daqui a alguns meses, muito provavelmente, novamente, o el niño, então temos que nos preparar, fazer essa prevenção e dar todo o suporte necessário aos órgãos que atuam diretamente e diuturnamente para que sejam salvas vidas e todos esses bens materiais. Então, somente fazer esse feedback, esse relato, presidente, pela nossa representação no estado de São Paulo, conhecendo esses órgãos de segurança e essa feira internacional de segurança pública que a gente vai. Volta e meia estamos para acompanhar, justamente para trazer novidades para a nossa cidade e para o nosso estado. Seria isso, presidente. Muito obrigado.
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VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Obrigado, presidente, colegas vereadores e vereadoras. Temos temas ruins que dizem respeito à nossa cidade e de responsabilidade do governo do Estado. E o primeiro deles é o aumento na tarifa do free flow. Eu já era vereador na legislatura passada, e cabe nós lembrarmos que a implantação do modelo free flow foi um engodo. Foi um engodo porque a população não pôde participar. Aconteceram algumas audiências públicas online, em que era obrigatório fazer a inscrição, se inscrever com CPF, endereço, nome da mãe, fator sanguíneo. Ou seja, era uma dificuldade total para a população participar. Participamos daquele momento. A voz das lideranças políticas que nos representam no Poder Executivo, especialmente, foi muito baixa. Nós deveríamos ter nos levantado, considerando que somos o segundo maior PIB do estado, a cidade que mais produz hortifrutigranjeiros e que estamos ilhados para ir a Porto Alegre com esse modelo que penaliza as pessoas que circulam de carros. Eu recebo muitas reclamações das pessoas com esses malditos tags que, por conta de algum motivo, acabam não contando a passagem dele no free flow, e as pessoas acabam sendo multadas. Então, a situação, hoje, é muito ruim. Isso impacta diretamente no transporte intermunicipal, nas cargas que são enviadas para outras partes do estado e que passam por esse pedagiamento free flow. Bom, como se não bastasse esse escárnio, vem hoje a notícia de que nós teremos o aumento do free flow, da taxa do pedágio. E aí, meus queridos e minhas queridas colegas edis, nós vamos, mais uma vez, aguentar isso calados? É preciso uma reação. Eu dizia, naquele momento, que os nossos bisnetos vão pagar free flow, por uma decisão equivocada deste governo, que está enriquecendo o bolso de algumas poucas pessoas. Então, eu quero deixar registrado nesta Casa o nosso desagravo, o nosso repúdio a esse processo, a esse modelo de pedagiamento free flow e do aumento das taxas, sendo que muitas pessoas seguem sendo multadas porque sequer cancela tem. Nem trabalhadores têm para fazer essa tarefa em glória que é a de cobrar as pessoas. Bom, se tem uma coisa que a atual gestão do governador Eduardo Leite é que mente compulsivamente. O Eduardo Leite é um mentiroso contumaz. Mente quando diz que não ia concorrer à reeleição e concorreu. Mente quando diz que ia valorizar os professores e não valorizou. Mente quando disse que não ia fazer uma reforma da previdência em nível estadual que causasse tantos malefícios aos profissionais da educação e fez isso.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Um aparte, vereador.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): E vários outros temas. Aliás, mente quando diz do SUS estadual. Vereadora Estela, a senhora que é a nossa presidenta da Comissão de Saúde sabe muito bem. O SUS estadual é um engodo, porque o governador Eduardo Leite não pratica o teto constitucional para a saúde, não aplica. Esse SUS estadual é uma obrigação que o governador Eduardo Leite tem que fazer.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Me permite um aparte?
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Então nós, em nível estadual, vivemos em um governo que vira as costas, principalmente para os mais pobres e para o nosso estado. E agora quer se apresentar de bom moço. Aparte, vereadora Andressa, por favor.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Vereador Lucas, o senhor comentava e me veio à mente todo o debate que tem sido feito em relação ao Samae, por conta do risco e de estarem falando em privatização, enfim. Nós sabemos que há uma negação em relação a isso, de algumas figuras aqui da nossa cidade. Mas nós também sabemos que há elementos concretos que nos levam a crer, sim, que há um movimento do governo do Estado para que se privatize onde tem serviço público nas cidades. E há uma articulação e uma movimentação na nossa cidade. Penso que o mesmo nós deveríamos fazer em relação aos pedágios, ao free flow, que não querem chamar de pedágio, mas é pedágio. Daqui a pouco, era o caso de nós fazermos uma reunião pública, chamar a região, conversar com os colegas das outras cidades, para que o governo do Estado entenda que ele não pode governar sozinho. Nós precisamos participar das decisões. A população não é favorável. Já aconteceu, em outros estados, já houve o fim; a justiça, mesmo, acabou com as multas e tal dos free flows. Então, a gente precisa fazer movimentos aqui, porque senão, infelizmente, cada vez mais o governo do Estado vai virar as costas para o povo e vai tomar decisões que são boas para ele e para os seus amigos. Então, concordar com o senhor e dizer que nós precisamos provocar, aqui, os colegas da região.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Obrigado, vereadora Andressa. Vereadora Estela Balardin.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Cirúrgica a sua fala, vereador Lucas. E faço menção ao vereador João Uez, que foi o primeiro a trazer o assunto da privatização do Samae para esta Casa, para esta tribuna. O que nos mostra, sim, que o Eduardo Leite é um baita de um mentiroso, porque na campanha, em diversas oportunidades, ele disse que jamais iria privatizar a Corsan. A gente sabe que a Corsan foi privatizada, agora ele quer privatizar o Samae, ele quer privatizar diversos órgãos públicos, que além de dar retorno financeiro, dão retorno de qualidade de vida para as pessoas, que é o caso da água potável aqui de Caxias do Sul. Então eu quero só fazer coro com o senhor, dizer que o Eduardo Leite, sim, é um mentiroso contumaz.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Obrigado, minha colega querida, vereadora Estela Balardin. E se não bastasse: FreeFlow, pedágio, professor que ganha pouco. Isso que eu nem entrei, tenho falado pouco dos Direitos Humanos. Demos... poderíamos tratar aqui sobre a baixa de pessoal da Susepe, por exemplo. Porque a gente fala do sistema prisional sempre de uma forma sem conhecer. Visitem, visitemos a PICs ou Apanhador para ver quantos profissionais tem um plantão agora. Mas eu quero falar sobre um outro assunto, que o governo do Estado nos presenteia de mau gosto, mas não vai levar, que é o tema da privatização da água. Mas é importante lembrar que esses temas eles passam pela Assembleia Legislativa. E nós tivemos a privatização da Corsan, que hoje é gerida por uma empresa de um fundo internacional, com um CEO, sabe-se lá da onde, pagando e cobrando alta taxa das pessoas e esses são os responsáveis. Olhem aqui, meus queridos colegas e população de Caxias. Esses são os deputados estaduais que votaram a favor da privatização da CEEE, mas nesse caso da Corsan. O que iniciou o ataque da água no Rio Grande do Sul foi a venda da Corsan e a entrega para esse fundo internacional que cobra, que rouba dinheiro das pessoas. Vocês imaginem o Samae ser privatizado, entregar para um fundo internacional e uma taxa que é 60, 70 pila ir para 300. Cobrem dessas figuras. Tem uns rostinhos aqui bem conhecidos. Olhem aí, meus cidadãos e cidadãs caxienses. Quem votou pela privatização da Corsan, pode logo mais adiante, se mudar os seus interesses e também querer entregar o principal patrimônio da nossa cidade, que é a Samae. O meu tempo está acabando, presidente João Uez, porque eu ia ler um por um aqui. Eu ia ler um por um de quem votou favorável à privatização da Corsan. Vereador Cláudio, que vai me suceder aqui na Declaração de Líder, diz que vai trazer à tona todos os responsáveis pela privatização da Corsan. Logo mais votaremos essa frente e esta Casa resistirá para que o Samae, a água, siga do povo caxiense, e que nós não caiamos em discursos de interesses escusos que farão a população caxiense sofrer. Muito obrigado.
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VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado. Eu vou seguir no mesmo tema daqui a pouquinho. Mas primeiro eu queria tratar de um tema que movimentou a cidade. Meus cumprimentos a senhora e a senhora de casa, quem nos acompanha pelas redes sociais. Fomos todos surpreendidos na sexta-feira com o anúncio da notificação pelo fim dos azulzinhos da cidade. O fim do táxi lotação é uma questão que nós precisamos debater aqui, José Dambrós. E eu queria ler uma mensagem que eu recebi de alguém que foi importantíssimo para isso.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Um aparte, vereador.
VEREADOR JOSÉ ABREU - JACK (PDT): Um aparte, vereador, quando possível.
 
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Talvez todos aqui...
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Um aparte, vereador.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Quer dizer, todos nós conhecemos o vereador Zoraido Silva, pai do vereador Cristiano. A tentativa de acabar com o táxi lotação em Caxias do Sul é sem dúvida uma falta de respeito com a população e um desrespeito com a Lei Orgânica. O serviço foi implantado na administração de Pepe Vargas, dos anos 90, que cumpriu uma determinação prevista nas disposições transitórias da LO. Agora, se extingue o processo sem ouvir a população e a ideia no mínimo equivocada. Eu utilizei muito o azulzinho na minha vida para ir para Ana Rech porque é o único meio de transporte Cruzeiro/Ana Rech. É o único meio de transporte Cruzeiro/Iguatemi. É o único meio de transporte Cruzeiro/UCS de forma direta. É o único meio de transporte Cruzeiro/Rio Branco. O azulzinho marcou a vida de muita gente. Todo mundo aqui já utilizou o azulzinho. E mais do que isso, a concepção que nós temos de transporte público precisa ser de ampliação de serviço, não de redução de serviço. Vai explicar para alguém que mora na Luiz Michielon que ele vai ter que pegar um ônibus até a EPI do Imigrante, depois pegar o troncal até a EPI do Floresta e depois pegar outro ônibus para sair da EPI do Floresta para chegar no Villagio. Que antes ele pegava um só, agora vai ter que pegar três e antes era mais barato do que vai ser agora. E o que borbulhava nas minhas redes sociais, vereadora Andressa, sabe qual era? É que não vão acabar com o serviço, é que vão entregar para a Visate. Se entregarem para a Visate, daí tá louco! Daí eu tenho disposição em passar mal de vergonha de ocupar um cargo público. Não é possível que a política ficou tão descarada assim atrás do interesse de alguém. Tem uma fala do ministro Barroso que pode ser utilizada nesse momento, sabe qual é, vereador Andressa? “Estão sempre atrás de algum interesse e nunca é o da justiça.” Estão sempre atrás de algum interesse e nunca é o da população. Predominantemente, as pessoas me buscaram para falar que retirar o táxi-lotação é loucura. Se os ônibus são antigos, se a licitação está vencida, que se renove a licitação e que se renove a frota. A Zona Leste utiliza muito o azulzinho, muito mesmo, para chegar a diversos locais. Quem sabe da qualidade do transporte nunca seria a favor da retirada, vereadora Andressa.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Vereador Libardi, assunto oportuno, ia tratar também desse tema no Pequeno Expediente. Inclusive convidar a todos e a todas que hoje às 7h da noite teremos uma reunião sobre isso na Associação de Moradores do Bairro Cruzeiro. Pessoal se mobilizou, pediu a nossa presença, enfim. Já deixar aqui o convite para os colegas. E nós estamos olhando para as informações e o responsável por esse contrato dos azulzinhos vai estar presente na nossa reunião também porque há controvérsias em relação a esse tema. Ele afirma que havia contrato, que tinham, sim, combinados com a prefeitura e que não vê sentido em finalizar agora. Então, me parece um monte de informação que a prefeitura não consegue conceder de forma direta e objetiva para a população, mas o que eu gostaria de entender de fato é o que o fim dos azulzinhos vai contribuir para a melhoria do transporte público da nossa cidade. O problema é que acabam com os azulzinhos e não apresentam outra alternativa. E aí, a alternativa vai ser conceder os azulzinhos para a Visate, aí a gente já sabe que fim vai dar. E aí, a gente vê que cada vez mais a gente caminha para uma precarização do transporte e não para uma melhoria. Então, os recados que a gente está dando para a população são ruins, por isso hoje estaremos conversando sobre esse tema e a gente precisa cada vez mais apresentar alternativas. Vereador Libardi, me parece que não estão preocupados em como a população vai se locomover pela cidade.
VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Vereador Lucas.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Eu acho que bem lembrado. Eu quero mandar um abraço aqui, uma saudação para o ex-presidente desta Casa, Zoraido Silva, que me lembrou dessa situação. E acho que tem pouco diálogo, em que pese a justificativa de poucas pessoas no percentual do total utilizarem esse serviço, mas ele é importante, cumpre uma função muito necessária, considerando a falta de linhas, de horários, os problemas enfrentados para circular no centro da cidade e os azulzinhos, por exemplo, uma das rotas é a Júlio de Castilhos, que acaba facilitando. Então, é uma pena, quem sofre é a população. Eu ouvi a justificativa de que isso foi discutido no conselho, mas com a população não foi, nem na Comissão de Transportes desta Casa, da qual eu faço parte.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Um aparte, vereador.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Eu não recebi nenhuma justificativa dessa situação. Então, bem lembrado, me manifestei nas redes e acho que nós precisamos, se a prefeitura quer insistir nisso, de uma alternativa, porque já é ruim o serviço e, nesse sentido, ele se torna ainda pior. Obrigado.
VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado. Meu amigo, Elisandro Fiuza.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Obrigado vereador pelo aparte. De uma forma também de contribuição, vale ressaltar que essa situação desse transporte seletivo tramita no Ministério Público desde 2014 uma ação, a qual o município, junto com aqueles que ganharam a concessão na época, precisavam discutir uma atualização dos seus carros. Então é importante vocês irem hoje à noite nessa reunião. Infelizmente por causa de um compromisso não poderei estar presente, mas para que vocês possam ter todas as informações corretas nesse sentido, e também a segurança dos usuários. Obrigado.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Um aparte, vereador Libardi?
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Vereadora Daiane, um minutinho, por gentileza.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Vereador Libardi, eu quero falar um pouquinho da entrevista de ontem, no Mirante, que fala que o Ministério Público havia instaurado o inquérito civil para apurar a precariedade do serviço. Porém, a gente precisa, então, organizar isso, né? Arrumar a legislação e não findar, enfim. E uma fala que me causou estranheza, até mesmo pela quantidade de pessoas que entraram em contato para verificar sobre o Táxi-Lotação, é que no entendimento da Secretaria de Trânsito o serviço está em situação de descumprimento legal, inviabilidade técnica, fragilidade econômica e irrelevância social. Pelo número de pessoas que entraram em contato eu não acredito que tenha essa irrelevância social. Acho que precisa de maior discussão sobre isso. Não domino o assunto, mas eu acredito que a gente precisa, sim, amadurecer isso, conversar sobre esse assunto e não simplesmente jogar para a população, que fica à mercê, sem informação nenhuma. Obrigada pelo aparte.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado pela gentileza. Vamos botar na tela aqui do meu lado, por gentileza. (Pronunciamento com recurso de material visual.) Eu queria tratar que o estado do Rio Grande do Sul tinha uma legislação específica que determinava que em caso de instalação de pedágio havia a necessidade de autorização da Assembleia Legislativa. Isso precisa ficar claro. Para colocar um pedágio aqui tinha que ter autorização da Assembleia Legislativa. O que acontece? Com o clamor da população, tu acha que algum deputado ia votar a favor de instalar um pedágio? Ninguém votou, ficava sem pedagiar. Então, o advogado do Eduardo Leite, que deve ser bem remunerado, pensou: "Vamos fazer o seguinte, vamos acabar com a lei que obriga a autorização da Assembleia". Porque daí é muito mais fácil votar a revogação de uma lei, do que autorização de um pedágio. O que nós fizemos? Acabamos, vereador José Abreu, com a necessidade de autorização da Assembleia Legislativa para instalação de pedágio. Bom, depois disso, todo mundo sabe o que aconteceu, né? O cara vai à esquina, paga 14 pila. O cara vai a Porto Alegre e volta, paga 50 pila. É algo inacreditável, o Eduardo Leite. Com os votos, e aqui eu faço questão sempre de falar, vereador Lucas, nós, na cidade, temos quatro deputados estaduais e, na última legislatura, salvo melhor juízo, tínhamos três: Pepe Vargas, que votou contrário a essa aberração; Neri, O Carteiro, que votou a favor dessa aberração; e Carlos Búrigo, que também votou a favor dessa aberração. Posteriormente, uma nova legislação que abriu o capital de uma empresa pública. Só que, antes disso, vereador Lucas, uma lei que acabava com a obrigatoriedade da consulta popular no caso de venda de empresa pública, que contou com o voto do Neri, O Carteiro e com o Carlos Búrigo. E o que eu fico louco é o seguinte: na vida pública, vereadora Daiane, nós somos exclusivamente o que nós votamos. O que eu falo, pouco importa, o que importa é o que eu faço. Não adianta fazer janta beneficente e no outro di, cobrar 50 pila de alguém que tem que fazer hemodiálise em Porto Alegre. Não adianta nada, vereadora Daiane. Não adianta ficar abraçando o povo da Zona Leste e no outro dia dar uma facada nas costas. Na vida pública, nós somos exclusivamente o que nós votamos. E eu jamais votaria em uma aberração como o Carlos Búrigo e o Neri, O Carteiro votaram.
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VEREADOR JOSÉ ABREU - JACK (PDT): Um aparte, vereador, por gentileza.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Seu aparte.
VEREADOR JOSÉ ABREU - JACK (PDT): Quero falar bem rapidinho aqui. Desculpa, vereador, é que eu tinha pedido um aparte para o vereador Cláudio, mas não deu tempo, e a gente entende isso. Sobre essa questão do Samae a gente tem que pensar que não é só dinheiro. Mas a privatização estão tentando fazer com que aconteça, por quê? Porque o Samae dá muito lucro. O Samae dá muito lucro. Eu estou com os números abertos aqui, são 364 milhões por ano. É isso? Posso estar errado. Mas vale em torno de um bilhão, o Samae. Mas não é só isso, é a água, é o valor da água potável. Porque estava ali a CEEE e a Corsan. Vão ver o atendimento como é, da CEEE e da Corsan hoje. Quanto tempo fica sem água e sem luz. E só para finalizar aqui, vereador, desculpa o tempo. Hoje vocês, nobres vereadores, acho que viram as lideranças comunitárias aqui. A gente tem um problema. Eu sou presidente de bairro. A gente tem um problema que é nós termos que valorizar mais os presidentes de bairro, valorizar mais esses líderes comunitários, que fazem um trabalho maravilhoso e gratuito, totalmente gratuito, e estão aqui para reivindicar um assunto muito importante, que é a questão dos cachorros que tem na rua, muitos cachorros soltos, no meu bairro não é diferente, e acabam mordendo as pessoas. Tem que achar um uma solução para esse problema. Acredito que nós, enquanto vereadores, temos que achar uma solução para isso. Obrigado, vereador.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Agora.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Eu queria relatar, quando eu trabalhava, era estagiário do Sindicato dos Metalúrgicos, eu entregava as cartas para as pessoas que tinham audiência, sabe? Ia à casa da pessoa e entregava a carta. E eu fui mordido por um cachorro no Carmelo. E é uma situação que, infelizmente, precisa ser verificada como política pública, vereador José de Abreu. Essa é a questão. É uma política pública de saúde. Parabéns.
VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Olha, o meu assunto seria outro, mas falar em cachorro... Eu cheguei de uma viagem a Aparecida e, infelizmente, quatro cachorrinhos dentro de um saco de lixo jogado na frente da minha casa. Então nós precisamos, primeiro, conscientização. O ser humano precisa melhorar muito. Mas eu acho muito justo, Claiton, a sua reivindicação hoje, porque nós temos uma região norte também com milhares de animais abandonados. Estima-se que sejam perto de 15 mil animais abandonados hoje, na nossa cidade. E o Monte Carmelo fica entre os primeiros também, né? Porque nós estivemos lá muitas vezes, inclusive em uma troca solidária, e eu fiquei impressionado que quase não dava para fazer a troca solidária de tanto cachorro na rua. Quero saudar aqui o Bado, que está aí, que também é de uma região que tem muitos animais; o presidente Paulinho. Né, Paulinho? E a gente, às vezes, fica sem saber o que fazer. Sem saber o que fazer. Então, acredito que a construção do canil é de extrema importância. Nós precisamos, lá no canil, incentivar as adoções. Por isso que o espaço é grande. Por isso que o espaço é grande. Incentivar as adoções lá no canil. Mas, com certeza, o problema é de... Precisamos nos dedicar mais porque, ali no Altos da Maestra, nós temos vários pitbulls que estão na rua, e é um perigo para as crianças que saem para estudar. Mas nesse último minuto eu quero, que era meu tema, mas vou deixar para amanhã, falar sobre as pavimentações. Eu devo ter reunião nos próximos dias com o Suzin, porque o Canaliza Caxias já está em fase de licitação, e nós vamos ter muita pedra, muitos paralelepípedos. Então eu vou sentar com o Suzin. Precisamos de equipe específica para saneamento. Secretário Suzin, nós acertamos, em uma reunião com o prefeito e com o vice Néspolo, que teríamos, a partir do dia primeiro de agosto de 2025, uma equipe para fazer saneamento. Eu espero que, na organização da secretaria, o senhor disponibilize uma equipe para fazer o saneamento das ruas da nossa cidade, porque o inverno está aí, e a comunidade cobra. Então, secretário, o senhor sabe que a pavimentação comunitária se torna econômica para o município e que nós vamos ter o mais difícil, que é a pedra. Então, eu não quero mais escutar aqui que a Rua dos Cristais, Parque dos Pinhais, Rua das Torres, Cairú, tantas ruas que as pessoas me mandam mensagem que precisam de pavimentação. Então, nos próximos dias, secretário, nós vamos sentar e ver qual a alternativa, até porque nós teremos muita pedra do Canaliza Caxias. Era isso, senhor presidente.
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VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Seguindo nos cachorros, tive uma reunião esses dias, estive visitando a UBS do Belo Horizonte, e as agentes comunitárias de saúde lá do Belo me dizendo da cachorrada lá do Portal da Maestra, que pegam. Pitbull, principalmente. Então é um tema, de fato, que traz problema para a cidade. E eu acho... Pode deixar o tempo correndo e bota mais cinco para mim. Mais cinco minutos.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Um aparte vereador.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Também a questão da educação, vereador Dambrós, de conscientização, porque o poder público tem que fazer a sua parte, mas a população também que eu acho que é do lixo. Eu circulo na cidade e vejo umas aberrações que a população precisa fazer a sua parte. Acho que passa pela educação. Quando eu falo educação eu não estou falando só da educação formal, mas nós precisamos avançar e lembrar que esse é um tema da cidade. Essa pessoa que deixou os quatro cachorrinhos na frente da sua casa é alguém que precisa ser punido, criminalizado. Além de um crime, é um problema de saúde pública, então estou junto nessa luta. Seu aparte, vereadora Dai.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Obrigado, vereador Lucas. Só para trazer também tanto a questão do lixo quanto as questões dos animais, está o Moita, o Claiton, o Paulinho, do Belo. Isso nos preocupa demais também no Fátima, a gente tem diversas reclamações, principalmente, sobre os cães bravis, a questão dos pitbulls e isso é muito complicado. A gente precisa da Secretaria do Meio Ambiente tanto para a questão dos lixos, principalmente na questão da educação ambiental, e também a ampliação do Departamento de Proteção Animal porque, infelizmente, não dá conta ao que se tem pela cidade, do tamanho que se tem e a quantidade de animais soltos.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Um aparte, vereador Lucas, quando possível.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): E falando na questão dos animais, focar no pessoal do Parque dos Pinhais, que dia 25, sábado, a gente vai ter o castramóvel da UCS lá, junto com a atividade do Departamento de Proteção Animal, para fazer as castrações. Então, o pessoal que precisa fazer castrações no Parque dos Pinhais, procurar, então, as UBSs ou então no mercadinho da Clasir para fazer a sua ficha e poder castrar o seu animal. Só para deixar registrado. Obrigado, vereador Lucas.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Obrigado, vereadora Daiane Mello. Eu sigo falando sobre as comunidades e hoje à tarde eu tenho uma reunião com Dr. Adrio, do MP, para tratar sobre a regularização da água na ocupação do Planalto. Veja, nós falamos de muitas Caxias. Em geral todo mundo aqui tem água em casa.
VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Vou lhe pedir um aparte.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Mas muitos caxienses não têm água porque vivem em regiões de sub-habitação que não são regularizadas. Quando o João estava ainda como diretor-presidente do Samae, conversei com ele porque as pessoas ficam sem água. E a exemplo do que aconteceu no Monte Carmelo, em que foi dada a autorização para regularização da água, Nós teremos uma reunião hoje à tarde, inclusive acho que é uma pauta aqui desta Casa de que nós mapeássemos os lugares de Caxias que não tem ligações legai, para que se fizesse um processo de conversa com o MP para que fosse autorizado a Samae fazer essa ligação. Vocês imaginem se nós tivéssemos a água privatizada. Vocês acham que ia ter uma empresa, sei lá eu da onde, com preocupação de que a Dona Maria e o Seu João recebessem água depois de um dia de trabalho? Então, aqui quero destacar o trabalho e a sensibilidade do João. Vamos ter a reunião hoje à tarde. Conto com a sensibilidade do MP para que a população — são mais de 200 famílias — possa ter a água regularizada e acesso a esse bem necessário e vital. Seu aparte, vereador.
VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado pela gentileza, vereador Lucas. Eu acho que é prudente falar e eu quando tive a oportunidade de conversar com o então presidente da Samae, João Uez, acerca da necessidade de ligação de águas em zonas em que encontrava-se limitada, eu arguia que não é uma questão habitacional exclusiva, é uma questão ambiental. Porque o que acontece é que vários poços artesianos são furados ilegalmente e causam um prejuízo inestimável para a população posteriormente. E é sobre isso que nós precisamos tratar. Qual é o prejuízo maior ambiental? É ligar ou não ligar? Não tratando da dignidade da pessoa humana. Não ligar para o meio ambiente é uma tragédia. E o arcabouço jurídico deixado pelo então presidente do Samae, Gilberto Meletti, era trágico. Trágico. Evitava que ligasse água em todas as regiões de zona de água, necessitando a instalação de fossa séptica e sumidouro. Eu sou um ferrenho defensor do meio ambiente. Agora a questão é a seguinte, quem é que tem dinheiro para uma fossa séptica e para um sumidouro nessas áreas? Isso é delírio. Parabéns pelo tema.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Não, eu acho isso. E o problema, vereador Cláudio, é isso. Geralmente, quem toma as decisões que prejudicam os mais pobres é quem tem dinheiro, Moita. Para gastar 30, 40 mil para fazer um poço. Agora quem mora na ocupação do Planalto e em tantas ocupações da cidade não tem. Então, hoje vamos à tarde, abre mais um precedente para que em outras regiões irregulares possam ter acesso a uma questão basilar da vida que é a água. Muito obrigado.
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VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Senhor presidente, nobres colegas aqui presentes, gostaria de saudar a presença do Sr. Rafinha Bado, meu colega do Partido Liberal, concorreu, nosso primeiro suplente. Seja bem-vindo à Câmara de Vereadores. Gostaria também de parabenizar a presença do senhor Claiton Monteiro, que é da Amob Monte Carmelo. Claiton, obrigado por ter vindo. O Sr. Moisés Rodrigues, da Amob Salgado Filho. Nós conversamos pelo WhatsApp sempre que podemos. Obrigado, também, por ter feito o registro ontem. Senhor Paulo Pereira, da Amob Linha 40, obrigado por ter vindo. Sr. Luiz Gilberto dos Santos, Amob Loteamento São Pedro. Acertei todas? É isso? Muito obrigado por terem vindo. Paulinho do Belo, obrigado por ter vindo. Todos esses presidentes de bairros trazem uma solicitação importantíssima para esta Câmara de Vereadores, que é a respeito dos cães que estão nas ruas. E muitos destes, como aconteceu ontem, o Cláudio estava me contando, um cão entrou dentro de um mercado e atacou uma criança autista. Nós temos um canil municipal que está em construção faz anos e anos e anos, e passa gestão, entra gestão e não fica pronto. Nós temos os animais que são sem periculosidade? Sim, mas, neste caso, esse era um animal que deveria estar ou em uma residência ou no canil. Eu sinto dizer isso, mas às vezes tem alguns animais que não conseguem ficar na rua, não podem ser animais comunitários, porque acabam avançando na população. Avançam no carteiro, avançam no morador que passa, avançam na pessoa que vai fazer o registro do Samae, avançam no fiscal da prefeitura, avançam nas pessoas como um todo. Então, esses animais têm que ser adotados ou estarem no canil. Eu sinto muito dizer isso, mas a gente não pode deixar uma fatalidade acontecer. Uma criança ser atacada, um senhor de idade que já foi atacado e teve seus dedos do pé quebrados, ficou uma semana na UTI por causa de um cão que atacou ele. Eu tenho muito respeito pelos animais, mas a gente tem que encontrar uma solução para tentar mitigar esses casos de ataque de cães nos bairros. Eu venho aqui nesta tribuna para falar sobre outro assunto importantíssimo que está acontecendo. Ontem, feriado de Tiradentes, acredito que muita gente estava aproveitando nas suas casas, enquanto isso, tinha motoboy trabalhando em perigo iminente. Cito no Bairro Bela Vista, um caminhão passou, arrebentou toda a fiação elétrica, os fios ficaram jogados na rua. Os moradores me chamaram para a gente tentar solucionar isso. É por toda a cidade. Eu postei um vídeo ontem, colegas vereadores e você que nos assiste, e deu uma grande repercussão. A quantidade de fios que estão espalhados na nossa cidade. Nós aprovamos uma lei aqui nesta Câmara de Vereadores para cobrar multa da RGE, que é a empresa que detém a responsabilidade sobre os postes, e que as empresas de telefonia, que são, na sua grande maioria, as que deixam esses fios largados, ainda não estão sendo responsabilizadas. E eu pergunto, nobres colegas: nós estamos esperando mais uma morte de um motociclista? Isso já ocorreu na Perimetral, no início deste ano? O motociclista que morreu por conta de fios na rua. Na Rodrigues Alves nós quase tivemos motociclistas degolados. Na Rodrigues Alves, passaram com suas motos e, por pouco, não faleceram. Nós vamos esperar o que mais para tomar uma solução? A Secretaria de Gestão Urbana deve cobrar imediatamente. E eu solicitei, aqui, para que as pessoas denunciem as ruas e os locais onde estão esses fios jogados, para que a gente notifique, tanto a RGE, quanto a Secretaria de Gestão Urbana, para que tomem conhecimento e tomem as providências cabíveis. Porque eu não quero que a gente chegue aqui e lamente mais uma fatalidade por inoperância do serviço público. Nós não vamos ver tudo, mas a população, quando nos alerta, nós devemos tomar as iniciativas e resolver aquele problema. Porque senão a gente passa a ser parte desse problema também. Muito obrigado, senhor presidente.
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VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Senhor presidente. Alguns assuntos. Na verdade, temos vários assuntos sempre para tratar, e a gente procura aqui priorizar as situações que mais consideramos importantes neste momento. Primeiramente, eu queria falar sobre essa questão dos animais. O vereador Lucas comentou sobre uma demanda lá do pessoal da UBS Belo Horizonte. Quando estive lá, cerca de duas semanas atrás, conversando com o pessoal na fila da UBS, foi nos trazido também essa demanda por conta dos animais que estão ali pelas ruas, que não necessariamente tem donos e que precisa ser feito um trabalho.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Quando possível um aparte, vereadora.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Já lhe concedo, vereador. Então, queria saudar aqui a presença dos nossos líderes comunitários. De fato, quem conhece as demandas e a realidade do bairro, as necessidades, são as lideranças comunitárias, pelo trabalho e pela proximidade com a população. Então nós, como vereadores e vereadoras, precisamos ouvi-los. Já soube de uma experiência bem interessante na Zona Sul, que foi construída pelo Departamento de Proteção Animal. Penso que precisamos pensar junto ao departamento, junto à Secretaria do Meio Ambiente, junto à vereadora Andressa e aos vereadores que fazem um trabalho nessa área de como a gente pode construir, com a comunidade, alternativas para além da castração, da chipagem, dessa organização dos cães comunitários. Como a gente pode fazer para que não haja esse risco. Porque senão uma coisa leva à outra, e a gente sabe que a população acaba ficando exposta em relação a essa situação, e nós não queremos problemas. Então, o que aconteceu na Zona Sul ali, de uma criança ser atacada por um cachorro, a gente precisa pensar alternativas para que isso não aconteça em outros locais da cidade. Seu aparte, vereador Elisandro Fiuza.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Obrigado, vereadora Andressa. Parabéns pelo tema. Também parabenizar os nossos amigos da Zona Sul, o Moita, o Claiton; e da Zona Norte, também, o Rafinha, que está aqui, e o Paulinho. Dizer que é importante essa discussão no que se refere à causa animal, porque a gente sabe que nem de todos os problemas o culpado é o poder público. A gente sabe que é uma questão cultural. Infelizmente, muitas vezes as pessoas querem adotar os animais, sejam cachorros, gatos, enfim, e não cuidam da melhor forma possível. Agora, nós, como poder público, precisamos, sim, achar uma solução. E essa solução está sendo realizada, que é a construção desse canil. Mas, infelizmente, esses cães bravios, é preciso que as pessoas que se detêm, se deparam com eles, possam fazer uma denúncia, para que então a Secretaria de Meio Ambiente possa fazer uma averiguação dessa situação, para poder sanar essa questão desses cachorros bravios. Mas volto a dizer, não adianta apenas nós adotarmos os animais e não termos o cuidado para que não aconteça esse tipo de coisa. Minha solidariedade. Obrigado.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Obrigada, vereador. Exatamente. Nós precisamos trabalhar muito essa questão da cultura das pessoas, porque ainda há uma dificuldade de ter cuidados com os animais. Tem pessoas que ainda deixam os animais soltos, e isso acaba gerando outros conflitos. Nós sabemos que nem sempre os animais são vacinados. Então uma coisa acaba... Castrados, enfim. Acaba levando à outra. A gente precisa trabalhar isso junto da população. Eu queria reforçar o convite que eu fiz antes para o diálogo, para a reunião que nós teremos hoje, às sete, na Associação de Moradores do Bairro Cruzeiro. Ou, enfim, a gente está vendo, o vereador Ramon me colocou sobre a questão do tamanho, a gente está vendo o salão da igreja do bairro. Para que a gente possa ouvir a população, mesmo, em relação a essa questão dos azulzinhos. Nós temos levantado alguns temas, enfim, debate sobre a tarifa zero, sobre um outro modelo de transporte para a nossa cidade. Então estaremos ouvindo a população em relação aos azulzinhos e construindo alternativas, enfim, frente à realidade da nossa cidade. Também aproveitando para reforçar, estava olhando aqui o jornal Pioneiro de hoje, e saiu entrevista com o presidente do Sindicomerciários, o sindicato dos trabalhadores, em relação ao fim da escala 6x1. E saiu também uma entrevista de uma representante de um sindicato patronal em relação ao fim da escala. E amanhã, a partir das sete horas, teremos audiência pública aqui, na Casa, para tratar sobre esse tema. Nos últimos dias, esse debate reacendeu no Brasil devido ao movimento do governo federal em relação a isso. É um debate civilizacional. A gente está falando sobre a qualidade de vida das pessoas, sobre avanços de direitos para os trabalhadores, para quem movimenta o nosso país. Por isso é fundamental que esta Casa se posicione, trate sobre esse tema e a gente discuta sobre isso na nossa cidade. Então, falar hoje do fim da escala 6x1 é falar, sim, que os trabalhadores e as trabalhadoras terão mais tempo para sua família; é defender a família brasileira; é defender, sim, mais qualidade de vida para aquelas pessoas que acordam cedo e dormem tarde todos os dias. Então, reforçar o convite para a audiência pública que nós teremos amanhã a partir das 7h aqui nesta Casa. Obrigado, senhor presidente.
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VEREADOR CLAUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado, presidente João. Queria tratar de um tema que, para mim, é de suma importância, tratei nas minhas redes sociais, esse final de semana, com uma repercussão positiva, que é o percentual do salário no PIB do Brasil e a relação disso com o desemprego, Zé Dambrós. Eu vou pedir para primeiro colocar um gráfico do lado da tela, para que as pessoas de casa possam ter noção dos dados do PIB brasileiro. Só vou pedir a TV Câmara, então, para colocar, por gentileza. Vamos lá. Então, bom, a primeira questão é a seguinte: como é que se mede se o povo está ganhando bem ou mal? Qual é o percentual do PIB que vai para o povo. Essa é a saída. De toda a riqueza produzida no Brasil, quanto é salário e quanto é excedente de produção, que é o lucro das empresas? Jack, o recorde do percentual de salários no PIB brasileiro, sabe quando foi? Foi com a presidente Dilma Rousseff. O recorde de tudo que era produzido no Brasil, vereador Cristiano Becker, 35.6% ia direto para o bolso do trabalhador de carteira assinada. Nós vivemos o pleno emprego no Brasil aquela época, todos lembram. Com a derrubada da presidente Dilma, a assunção do Temer, aumento da taxa de desemprego, que é política pública deles, Jack. Eles defendem aumentar o desemprego para reduzir salário. Sabe para quanto que foi o percentual do PIB em salário, vereador Andressa, caiu para 31%. Sabe o que é inacreditável? O PIB do Brasil não caiu. Onde é que foi parar esse PIB? Foi parar diretamente no excedente de produção. Então, a soma entre o PIB dos salários e o PIB do lucro das empresas sempre vai estar nas proximidades de 68%, vereador Andressa. Agora, 31% viraram salário e 37 viraram excedente de produção que é lucro. Enquanto antes do golpe na presidenta Dilma, 35% era salário e 32% era lucro. Por isso que se ouvia sabe o quê? Nunca o brasileiro foi tão feliz e nunca tinha ganhado tão bem, Jack. Como ganhou no segundo governo da presidenta Dilma. Vamos lá que eu queria mostrar o gráfico do desemprego do Brasil. Vamos lá. Esse aqui é o gráfico do emprego no Brasil. Nada é pior para uma pessoa que ficar desempregada. Ter que pedir favor para os outros, tchê. E é uma realidade que nós vivemos muito conversando com os trabalhadores. Vereador José de Abreu, como é triste ver um cara que tem 25 anos de soldador, vereador Andressa, ter que pedir favor para dar comida para os filhos, vereador Cristiano. O cara trabalhou a vida inteira, a mulher trabalhou a vida inteira e tem que pedir favor. Sabe por quê? Porque essa é a política de desemprego construída pelos economistas de direita. Nós tínhamos o índice de desemprego, no segundo governo Dilma, de 6.3%. Cada 100 trabalhadores que procuravam emprego, 94 tinham emprego. No governo Bolsonaro, desemprego em 15%. Sabe o que isso representa? Uma tragédia para os trabalhadores. Porque ele tem que vender a mão de obra mais barata, ele não tem oferta de emprego na empresa do lado, ele não consegue encontrar outro emprego. E agora, com o retorno do presidente Lula, nós voltamos a ter um desemprego em 7.9%. Nós precisamos construir um Brasil de empregados, não de gente que viva de favor. E quem defende isso não somos nós. Quem defende isso é a direita, Jack, que aumenta o índice de desemprego em 15% para reduzir a massa salarial e prever o povo passando fome. De imediato.
VEREADOR JOSÉ ABREU - JACK (PDT): Obrigado, vereador Cláudio. Aqui é tratar de realidade. No governo Bolsonaro, quem pedia ajuda, quem nos procurava, tanto no Sindicato quanto nas nossas casas, eram os trabalhadores empregados para pedir ajuda com uma cesta básica, porque o salário não dava conta pelo custo de vida que a gente passava. Isso aqui não é nem uma questão de esquerda ou direita, é informação, mesmo, real. Obrigado, vereador.
VEREADOR CLÁUDIO LIBARDI (PCdoB): Obrigado. E eu preferia apresentar os dados por isso, vereador José Abreu, porque tem gente que, obviamente, vive com um salário maior e que desconhece a realidade do povo. E o povo, infelizmente, quando tem desemprego, tem o seu salário jogado lá embaixo. Por isso que nós lutamos pelo pleno emprego do Brasil. Vamos a luta.
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