VEREADOR ALEXANDRE BORTOLUZ - BORTOLA (PP): Senhor presidente, senhoras e senhores vereadores, bom dia a todos. Aqui eu quero fazer um voto de pesar aos familiares do senhor Bruno Eder Gonçalves Sperb, primeiro-tenente da Brigada Militar, irmão do coronel Sperb. E aqui vão meus sentimentos a toda a família. Que Deus conforte tanto a família quanto os familiares. E também um voto de congratulações aqui, que é aniversário do nosso grande amigo Rodrigo Demetrio, que está conversando com a assessoria. Mas parabéns, felicidades, muitos anos de vida! (Palmas) Quarenta e quatro anos de idade. E que o senhor, por gentileza, pague a festa para todos hoje. Muito obrigado.
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VEREADOR TENENTE CRISTIANO BECKER DA SILVA (PRD): Senhor presidente, bom dia, nobres colegas vereadores. O vereador Bortola acabou se antecipando. Pois bem, eu gostaria mesmo de felicitar o colega Rodrigo Demetrio, que sem ele, certamente, as sessões não teriam o brilho que têm aqui. Cada vez que nos puxa a orelha – né, Rodrigo? – nos orienta a fazer o melhor pela nossa cidade aqui, em Caxias do Sul. Então, meus parabéns. Toda a felicidade do mundo a ti. Que Deus sempre acompanhe e ilumine os teus passos e da tua família. Felicidades, Rodrigo! Era isso, senhor presidente.
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VEREADORA ROSE FRIGERI (PT): Bom dia a todas, a todos. Não, agora eu ia dizer que vocês dois se anteciparam, né? (Risos) Mas fazer o quê? Daqui a pouco só um parabéns coletivo. Também queria dar os parabéns para o Rodrigo. Dizer que é um servidor histórico aqui da Casa, sempre colaborando com várias ações nossas. Então, parabéns para ti, Rodrigo. É um dia especial. Que o dia seja especial para ti também.
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VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Presidente, eu também quero felicitar o Rodrigo. Parabéns! Felicidades! Eu sei que o Rodrigo eu tenho, mesmo fora da Casa, eu tenho incomodado bastante ele, ligado para ele. Em algumas informações ele tem me ajudado bastante. Rodrigo, obrigado! Continue ativo como sempre foi aqui na Casa, sempre nos auxiliando. Quero fazer um voto de pesar para um morador do nosso bairro, lá do Bairro Fátima. Né, Daiane? O seu Walvite da Silva Martins, 92 anos, acabou falecendo anteontem, foi sepultado ontem. Uma pessoa que, quem gostava de futebol, lá do bairro, do tempo antigo, sabia que, no caminhão dele levava o pessoal a jogar futebol, de caminhão. Então, quem gostava. Então, é um tempo que a gente sabe que o seu Walvite sempre morou lá, do lado do centro comunitário, nos cuidava. Às vezes, aconteciam algumas coisas, intempéries por lá, ele nos socorria, nos ajudava. Então, à família toda, à esposa, aos filhos, aos netos, bisnetos, quero deixar um abraço aqui a toda a família. O seu Walvite da Silva Martins, popular. A filha dele é dona da Pastelaria Dileta, que tem feito um grande serviço para a comunidade. Obrigado, presidente.
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Não houve manifestação

VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Minha saudação a todos, a todas. Não sei se a assessoria... Nós estávamos preparados para ser o segundo, para nós apresentarmos um slidezinho nosso ali do Fátima Baixo, sobre um valão lá. Nós estamos atrás para resolver esse problema, presidente-vereador, porque... O senhor esteve até conosco lá, uma casa que foi... A prefeitura desapropriou a casa para resolver o problema do valão, a casa foi desapropriada, foi ocupada por outras pessoas, e os alagamentos continuam em virtude dessa situação. A prefeitura desapropriou essa casa faz dois anos, e as pessoas acabaram ocupando. Então, ontem... Quero agradecer aqui principalmente o Kiko, ex-vereador desta Casa, que esteve lá conosco. Tinha marcado com o secretário, daí ele e o secretário adjunto estiveram lá no Fátima Baixo, mais precisamente na Rua Clementina Grasselli para ver essa situação, e também na Travessão Broliato. Olha esta casa ali. Praticamente já está... Foi demolida uma boa parte, falta ser derrubado o resto e falta tirar uma família ali que, eu sei que em outros tempos, em outros tempos que já tive a oportunidade de ser secretário, quando tem uma família assim, nessa situação, se estiver morando em uma situação assim difícil, se estiver, por um motivo ou outro, atrapalhando momentaneamente, se pode pagar um aluguel social, pode-se fazer alguma coisa e pode ser removida para beneficiar mais pessoas. Então, essa situação aí poderia... Olha ali, a casa está ali mostrando. Praticamente boa parte dela está desabitada. Então, a prefeitura fez o mais difícil, desapropriou a casa, desapropriou, mas não continuou o trabalho. Então, desapropriou a casa, fez o mais difícil. Estava na hora, então, agora de continuar o trabalho. Quando eu disse aqui da tribuna, ano passado ainda, vereador Cristiano, que os 80 milhões que agora estão vindo para Caxias, o Fátima Baixo talvez porque fica em um lugar meio baixo, daí passou por cima os 80 milhões, não chegou ao Fátima Baixo. Então o Fátima Baixo é um bairro que não foi enxergado. Quatro anos atrás não foi enxergado, nos últimos quatro anos os alagamentos, foi feito... Alguma coisa que foi feita ainda foi feita lá na administração Alceu. Ali na outra situação, o secretário Kiko, pode se chamar de secretário adjunto, esteve conosco lá na Amábile Fontana, lá no Fátima. Falando com o secretário Giovanni, na época, ali é valão, tem a questão do valão também, do Valão lá no Fátima Baixo, na Clementina Grasselli. Então, o valão, é limpar o Valão. Isso aí transborda. O Kiko ficou de nos dar uma resposta, ver o que pode fazer. Não confirmou ainda o que pode fazer, o que não pode fazer, mas pelo menos deu uma atenção, foi até o local. Esse valão era bem mais alto. Hoje esse valão, ali, não precisa ser muita chuva para transbordar. Porque algumas coisas a gente vê que saem muito rápido. Por exemplo, logo à frente, lá no piscinão, logo ali na Mário Lopes, lá no piscinão foi tirada, foi desmatada uma boa parte de uma área lá de novo, agora, há pouco tempo, foi desmatada uma área. E essa água vai deslocar tudo. Ao invés de absorver com a mata, não. Ela vai chegar lá no piscinão, vai chegar lá no Fátima Baixo. A gente sabe onde é que estão os alagamentos ali. Então, essa moradinha que está ali, que foi desapropriada, que foi o mais difícil, dois anos atrás, espero que a Prefeitura, entre secretarias... Porque não é só a... A reunião que a gente teve ontem com o Kiko, com os moradores, o presidente do Bairro, a Cleusinha, importante a gente dizer que foram bastantes... Mostrando que as pessoas não fazem nada sozinhos e também precisa que seja tocado adiante. Então é importante que... Vamos esperar que o Kiko nos dê o retorno, ele está esperando o projeto. Então, quando foram anunciados aqueles 80 milhões... E também tenho, eu tenho a expectativa que esses 80 milhões que foram anunciados, vereadora Daiane, a senhora esteve lá presente também, pelo Samae, pela Secretaria de Obras, que venha aqui para Câmara, que venha pra cá de uma vez! Porque senão esses 80 milhões vão ficar só no anúncio. Porque nós, lá do Fátima Alto, seremos, algumas famílias, beneficiadas, de algumas ruas. Mas esse projeto tem que chegar aqui na Casa.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Um aparte, vereador.
VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Eu tive a oportunidade de conversar com...
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Um aparte, vereador.
VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): O diretor do Samae, diretor-presidente. Gostaria de votar esse projeto. Gostaria de votar esse projeto, que viesse para a Câmara, não é? Se pudesse vir até, porque o vereador Libardi, titular aqui do... Logo está voltando. Então, eu tenho até o dia 10. Mas gostaria de ter a honra de votar esse projeto. Agora, aquele anúncio foi uma festa, mas só de festa não vive o povo! O povo vive de feijão com arroz também. Então, os seus apartes. Não. Quem? A vereadora Daiane pediu, depois a vereadora.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Parabéns, vereador Renato de Oliveira, por trazer esse assunto, tanto as obras que tanto precisa lá no Fátima Baixo. E, como um todo, os secretários são solícitos às nossas demandas, eles vão atrás. O problema é a continuidade, o depois. Porque ele vai lá e olha, e daí até... “Ah, precisa de projeto.” Daí já começa: “Não tem recurso.”; “Não tem recurso.” e “Não tem recurso.” É isso que a gente tem escutado dos secretários. A gente leva eles para verificar, como a gente levou o secretário de obras, o Suzin, na subida do Fátima, no Gás Butano, “Não tem recurso, tem que ir atrás de alguma emenda.” E o que o senhor traz sobre o anúncio dos 80 milhões, eu me... Eu fazia essa reflexão ontem. De 100 dias de governo, foi o anúncio das obras de 80 milhões, porém não veio ainda, então, nos preocupa. Ontem teve anúncio de 100 ruas que vão ser calçadas ao longo dos quatro anos, só que a gente só está vendo os anúncios. “Vai ser feito.”; “Vai ser realizado.” E a prática parece que está um pouco longe disso. Como o senhor disse: não é de festa que vive o povo. O povo que está sofrendo com os alagamentos, é para ontem isso. Eles já tão sofrendo há 10, 12, 20 anos a questão dos alagamentos Então, parabéns pelo senhor ter trazido esse tema à tona. E é uma reflexão que a gente faz: está tendo muito anúncio de coisas que vão acontecer e a realidade não está tão palpável para nós. Obrigada, vereador Renato.
VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Muito obrigado. Obrigado, vereadora Daiane. Vereadora Andressa.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Vereador Renato, se tem uma coisa que o senhor com certeza conhece é a nossa cidade e os problemas da nossa cidade. Então, essa questão da agilidade que nós precisamos ter. As obras, de fato, é algo essencial porque as pessoas necessitam, tem cobrado. A gente vê que a realidade pede, novamente chuvas e de novo a gente vê problemas nos mesmos locais. Portanto, agilidade é o mínimo que a gente pode pedir nesse momento para a administração. Então, que a gente possa votar o quanto antes, de fato, esse projeto. É o que a gente pede nesse momento para o nosso Executivo Municipal. Parabéns pela sua fala e pela representatividade de todos esses anos.
VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Obrigado, vereadora Andressa. É, então, eu queria dizer que os secretários, como a vereadora Daiane disse, estão bastante [ininteligível] tem ido... O secretário Jack esteve lá quinta-feira, feriado, oito horas da manhã, vendo a situação. Então, assim, eu não tenho visto queixa de secretários, eles têm feito a sua parte. Mas, assim, em um segundo momento. O binário do Fátima Baixa, que é a abertura de uma rua, isso... Segundo, fala com o secretário, o outro secretário... Não se sabe onde é que está o projeto. Não se sabe onde é que está. Agora, dizer que não sabem onde é que está o projeto, isso é bastante estranho, fica bastante dificuldade. Então, espero, mais uma vez, quero fazer esse apelo ao nosso diretor do Samae para gente vote, esse projeto dos 80 milhões, aqui na Casa, no máximo, 10, 15, 20 dias para que isso dê tempo, também para que o governo consiga fazer essas obras, de fato, Muito obrigado. Não vamos esperar o inverno que vem, no próximo alagamento, vamos fazer agora essas obras. Muito obrigado.
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VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Senhor presidente, nobres colegas e a todos que nos assistem, bom dia a todos. Eu quero trazer hoje aqui um resumo das últimas ações de trabalho, as quais nós temos imbuídos, e quero também fazer menção aqui dessa apresentação da Lucélia, do presidente Luciano que esteve aqui, da Cassandra. Dizer que somos parceiros, que estamos juntos para o que for preciso nos colocar à disposição. Nós que também temos indicação nessa área de acessibilidade aqui do nosso gabinete também para o Poder Executivo. Então, passando aqui algumas ações. Tivemos ali na reunião feita pela frente parlamentar do vereador Bortola, sobre proteção e defesa civil, Estado em alerta. Ali teve alguns vereadores participando da reunião, assim como a vereadora Andressa tem feito menção aqui desse movimento que o governo tem feito em torno de... Demonstrado um interesse, um esforço de ampliar a força da defesa civil em Caxias do Sul. Eu acho muito importante, a gente já comentou aqui em sessões anteriores, em debates anteriores, que Caxias do Sul acho que está mais do que na hora de até inclusive ter a aquisição de um helicóptero, e buscar recursos, meios para a gente estar mais bem preparado nessas questões por essa grande metrópole que a gente é hoje, que Caxias do Sul representando a sede de toda a Serra Gaúcha. Também tivemos aqui uma audiência pública falando mais especificamente sobre o ponto da obrigatoriedade das vacinas infantil contra o Covid-19 e as questões das multas, a imposição. Foi uma audiência bem sucedida, uma audiência pública. Tivemos a Casa lotada, tivemos vários técnicos, vários profissionais falando sobre esse assunto, onde pudemos ter também aqui conosco o secretário da Saúde, o secretário Geraldo, o qual demonstrou um interesse, um apoio, dizendo que o município não está obrigando. Também veio favorável ao nosso ideal sobre essa questão de obrigatoriedade, de imposição de vacina infantil contra o Covid-19. Também tivemos envolvido em torno desse projeto, dessa causa do Rafa. O Rafa, pessoal, eu me sinto um pouco tímido às vezes para falar aqui desse assunto. Parece que eu estou legislando em causa própria, mas o Rafa é filho da Fabi. Para quem não conhece, a Fabi está aqui na minha frente. O Rafa que em 2023 perdeu a visão de uma vista, de um olho, e agora do final do ano para cá ele vem perdendo a visão da outra vista, e ele já está fazendo provas na escola só por audição. Então, tem 16 anos o Rafa, e eu peço, inclusive, ajuda dos colegas, com tudo que a gente possa fazer para ajudar a Fabi nesse sentido, e eu tomo a liberdade para falar aqui, porque eu já falei com ela também. Ela que, esse ano, a pequena dela de 3 aninhos, Fabi? Três aninhos também foi atestada com autismo. Então, a gente não sabia, são tudo coisas agora, que estão acontecendo agora, mas eu não podia me furtar de falar aqui desse assunto, pessoal. Estive pedindo ajuda, conversando com outros vereadores nesse aspecto, assim como tem uma causa aqui que o vereador Bortola, assim como outros colegas também defendem bastante, traz na frente, o vereador Calebe, que é do Lucca, que também é uma questão na mesma linha, da visão. Então a gente esteve ali mobilizado, ajudando a Fabi nessa importante causa. Foi um almoço que foi promovido pela comunidade também, lá onde ela frequenta, na igreja. O pessoal deu uma força gigante nesse sentido, entre muitas pessoas que estão também imbuídas, envolvidas nessa nobre causa. Também estive na Assembleia Legislativa, ali em Porto Alegre, junto com vários deputados de diferentes siglas, buscando recursos, em busca de recursos, na luta, na batalha. Estivemos ali. Foi um dia bem puxado. Saímos de lá eram 20 horas, de dentro do último gabinete. Saímos daqui sete horas da manhã e saímos de lá, da Assembleia, de volta para cá, às 20 horas da noite. Então, em busca de recursos, de meios para os nossos projetos. Projetos que nós temos feito frente e também projetos do município, que eu fui buscar junto às secretarias que vêm ao encontro das minhas propostas que eu já tinha também de campanha. E quero... Eu não fiz menção aqui neste material, mas já quero aproveitar aqui para agradecer publicamente ao deputado Giovani Cherini, que destinou um recurso, que agora nós vamos fazer os encaminhamentos. Ainda não está nos cofres aqui do município. Mas destinou um recurso de R$ 400 mil para uma comunidade terapêutica aqui de Caxias, para fazer uma estruturação, uma construção e estruturação de uma cozinha. E também agradecer ao deputado Ronaldo Nogueira, quando eu estive ali em Brasília, que também destinou uma verba de R$ 100 mil para o Centro Filantrópico Simon Lundgren, que é para a aquisição de um veículo. Eles que têm um trabalho grandioso, magnífico, e não têm nenhum carro, vereador Edson. O senhor conhece bem o trabalho lá do Centro Filantrópico. Sobre acessibilidade, foi muito falado aqui, hoje. Inclusive, o Capitão Ramon fez menção da acessibilidade, das questões do semáforo sonoro. Esta aí é a escola onde o Rafa estuda, e a gente fez uma indicação. Só que é uma escola estadual. Eu tenho buscado, junto ao secretário de Trânsito, as orientações para ver como a gente pode fazer para provocar, fazer uma provocação, então, em busca dessa acessibilidade ali na escola do Rafa, já que ele não consegue mais atravessar sozinho a rua sem ajuda. A gente fez a indicação para que seja colocado esse sinal sonoro ali nesse semáforo da escola onde estuda o Rafa. Também nessa busca que a gente teve em Porto Alegre, na Assembleia Legislativa, nós estivemos também fazendo a solicitação lá para os nossos deputados desse compressor cardíaco automático. Ele faz tipo aquele trabalho de respiração no peito da pessoa. Não sei muito os nomes técnicos aqui, como é. Mas que chega lá e instala o aparelho, o SAMU. Isso aí foi um pedido, uma solicitação de um conhecido meu, lá de um técnico do SAMU. Chega lá e instala esse aparelho na pessoa, e a ambulância pode já ir ganhando tempo e retornando com a pessoa. Isso aí ajudaria e muito. Enquanto eles teriam que ficar lá parado, fazendo aquele trabalho na pessoa, a ambulância ficar lá parada, já poderia... O aparelho faz automaticamente a compressão ali e libera o tempo necessário. Isso aí diz ele que foi trazido para eles por uma empresa ali. Uma empresa trouxe, deixou para eles fazerem teste, foram feitos os pareceres, que foram muito bons e tal, mas não foi feito nada, não foi feita a aquisição. A gente está em busca de dois. Pelo menos dois para começar. O valor estimado é de R$ 250 mil esses dois aparelhos. Outra solicitação nossa ali também é uma solicitação de recurso para uma academia, um projeto ali de uma academia ao ar livre para idosos, para crianças, enfim, ali para o Bairro Reolon. Outro projeto que nós abraçamos a causa é uma horta comunitária ali para o Bairro Reolon também. Fomos, levamos, apresentamos lá para os deputados, ali na Assembleia Legislativa, os quais nos deram bastante esperança. Então nós vamos acompanhar, vamos cobrar, vamos lutar. E também asfaltamento para três pontos específicos da área rural, onde nós temos ali as nossas comunidades terapêuticas ali em Santa Lúcia, também em Vila Oliva e também aqui em Galópolis. Comunidades terapêuticas e centros teológicos. Do automobilismo, nós estivemos reunidos na concessionária, através da Frente Parlamentar, com os vereadores que estão na foto, junto com o nosso secretário, o vereador Wagner Petrini, o vereador Calebe, estivemos reunidos na concessionária da CSG em busca de apoio, dos guard-rails, para poder fazer os eventos de rua. Peço uma Declaração de Líder, meu líder.
PRESIDENTE WAGNER PETRINI (PSB): Segue em Declaração de Líder a bancada do PL. Da tribuna, vereador Pedro Rodrigues.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Obrigado. Estivemos reunidos. Eles não prometeram com certeza, mas vão estudar a possibilidade, vão se reunir e ficaram de nos retornar. Eu também estive, queria aproveitar para falar aqui, hoje, trazer uma prestação de contas, dar um parecer para o pessoal do automobilismo. Estive ontem com o diretor-geral do turismo, o Ricardo Daneluz, conversamos, e ele me deu muita esperança. “Pedro, certeza a gente não pode dar, mas pode ter certeza” diz ele assim “que nós não vamos perder aquele recurso, aqueles 400 mil que estão destinados, que tem prazo, destinado para o automobilismo, porque vai ser, sim, definida uma área nos próximos dias ou mês. Só que não tem como eu te dar garantia de data se ainda não tem algo certo, porque agora, diferente da outra vez, está sendo vista também a questão técnica, ambiental dessa área, tudo está sendo visto com mais cuidado agora.” Para evitar, de novo, segundo ele, me passando, de ser escolhida uma área, ser anunciada uma área e depois ser revogada pelas questões ambientais ou outras questões.
VEREADOR WAGNER PETRINI (PSB): Um aparte, quando possível.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Então, eu quero dizer... Em seguida já lhe passo, vereador. Quero dizer para esse pessoal que tem me cobrado, que tem me perguntado: “Oh, não está resolvendo de nada; voltou à estaca zero. Foi colocado no jornal que, em poucos dias, estaria sendo anunciada outra área, e não foi anunciada ainda.” Eu quero dizer que, sim, nós estamos atentos, nós estamos acompanhando e, segundo o diretor Ricardo Daneluz, é uma prioridade da gestão de trabalho dele esse espaço, para que possa ser feita a pista de automobilismo. O seu aparte, vereador.
VEREADOR WAGNER PETRINI (PSB): Vereador Pedro Rodrigues, obrigado pelo aparte. Quero iniciar a fala parabenizando o teu perfil de vereador, um cara sério, um vereador trabalhando pela cidade e, principalmente, porque vem para somar força em função do setor do automobilismo aqui em nossa cidade. Eu, quando vereador em outras legislaturas, apanhei muito. O senhor, como da área do automobilismo e com projeto, praticamente o nosso projeto é o mesmo, porque a demanda do automobilismo é a mesma: é aquele pessoal que precisa de um espaço há muito tempo em nossa cidade. A luta histórica pela pista, que eu acho que umas três vezes já, desde que eu estou aqui no parlamento, a gente quase chegou lá, e sempre tem um empecilho. E agora não foi diferente, nessa última. A gente estava com a esperança quase encaminhada, e a gente teve esse empecilho. Mas te parabenizar pelo trabalho que vem fazendo à frente da Frente Parlamentar do Automobilismo. Esta foto que o pessoal está vendo em casa, da reunião com a CSG, através do teu contato, Pedro Rodrigues, a gente esteve lá pedindo, então, esse convênio dos guard-rails para que, enquanto não saia a pista, quem gosta de correr, quem investiu no seu carro, quem não consegue sair de Caxias do Sul para ir para cidade de fora, levar sua família, por causa da questão de gasto financeiro, que tu gasta com hotelaria, pedágio, gasolina, para correr aqui em Caxias. Quando começaram os eventos, e a associação conseguiu realizar oito eventos aqui em Caxias do Sul, envolvendo a Perimetral e a Greentech, tiveram algumas pessoas com menos condições financeiras que investiram no carro, e hoje está parado, porque houve aquele acidente no condomínio Greentech, que agora se exige, então, uma proteção para que consiga voltar esses eventos, e o senhor tem contribuído para isso. Tomara que, logo ali na frente, a gente consiga evoluir, ou na pista, ou lá por enquanto. Parabéns pelo trabalho.
VEREADOR PEDRO RODRIGUES (PL): Obrigado, vereador Wagner. Com certeza nós estamos esperançosos. Muito obrigado pela contribuição e pelo apoio que a gente tem tido, unindo forças em torno desse projeto do automobilismo, entre outros também. Então, hoje o que eu teria seria isso. Quero agradecer. Quero me somar a todos os colegas vereadores, cada um aqui. Eu quero dizer que respeito o trabalho de cada um. Cada um tem o seu modo, o seu formato de trabalho, o seu perfil de trabalho, e eu respeito. E também aproveito esse momento para dizer que não é se desculpando que a gente faz e fala, mas se no pessoal a gente às vezes ofende sem querer, eu quero dizer para os colegas que, de coração, eu me desculpo e me coloco à disposição de todos. Inclusive, tem alguns colegas que eu devo uma visita, e que eu quero fazer essas visitas. E convido a todos, também, para estarem ali conosco trocando ideias, unindo ideias, trocando ideias sobre o projeto. Sempre digo que, quando a gente se encontra, vereador Edson, carregando um pão, quando duas pessoas se encontram carregando um pão e trocam, elas vão embora e cada uma vai com um pão. Mas quando se encontram e trocam uma ideia, cada um vai embora com dois. Então, é muito importante. Muito obrigado, presidente. Valeu, era isso.
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VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Senhor presidente, nobres colegas. Novamente retorno ao microfone, agora aqui na tribuna, para agradecer gentilmente a sessão do Grande Expediente por parte do vereador Tenente Cristiano Becker, e para falar de dois assuntos. O primeiro que eu quero compartilhar com os colegas e com a nossa população nessa oportunidade é, justamente, sobre a demanda que nós tivemos atendida no Residencial Maestro Villa Lobos, no bairro Bela Vista. Eu pedi que o pessoal projete para nós, por gentileza, as fotos da situação em que nós conseguimos entregar para as pessoas. Já era um pedido de seis meses, estava completando seis meses, uma semana antes de completar seis meses. Considero que, avaliando e percebendo que a ação do poder público, obviamente, ela é mais burocrática, ela é mais lenta, isso não desrespeita um governo ou outro, mas é a forma que está posto o Estado. Então, apesar de a gente ser incidente e inconstante nas cobranças, agradeço o atendimento. Porque, de fato, ali existia uma necessidade comprovada de centenas de famílias que, inclusive, precisavam dessa ajuda. Então, a situação lá era que nós temos um grande fluxo de pessoas, obviamente dos moradores que ali trafegam, e não tínhamos, até então, uma faixa de segurança que nós havíamos solicitado. Inclusive, os senhores podem observar que tem até o piso tátil. Veja que interessante, tem o piso tátil, o piso tátil leva a um cordão, que também a gente pode pensar para fazer o rebaixo desse cordão, mas não tinha faixa de segurança. Então, agora foi posta a faixa de segurança, graças ao atendimento do secretário Elisandro Fiuza, também o secretário adjunto Alfonso e os servidores que ali estiveram. E, além disso, os senhores estão vendo que tem uma placa de proibido estacionar, permitindo apenas o embarque e desembarque de carros. E por que dessa placa? Inicialmente, o nosso pedido era para que fosse feito um estacionamento apenas para vans escolares, porque foi a reivindicação que o síndico nos fez. Tem uma quantidade absurda de crianças e adolescentes, inclusive vocês estão vendo o vídeo onde a van escolar está deixando as crianças e não pôde estacionar tão bem porque tinha um carro logo ali à frente. Ainda, o pessoal está se habituando, né vereador Edson da Rosa, mas aí está o belo exemplo, a gente vê na prática como é que funciona, como às vezes é difícil, de fato, a questão da mobilidade e da trafegabilidade, e o quão constante é a entrada e saída de veículos, especialmente nesses horários de mudança de turno. Chega criança, sai criança, chega pai, sai pai, enfim. Então, foi atendida essa solicitação. Acharam por bem, por meio do estudo, que fosse colocado o proibido estacionar e permitido apenas o embarque e desembarque, que de fato não restringe o estacionamento apenas da van escolar, mas a todo e qualquer veículo que está em momento de embarque e desembarque. Então, fica aqui o nosso agradecimento. Nós temos aí outros tantos pedidos. Eu sei que é uma cobrança de todos os colegas, o que diz respeito ao transporte, à mobilidade. Temos vereadores que, inclusive, estão em viagem oficial para esta Casa para estudar também a questão da mobilidade. É uma preocupação de todos nós, e pouco a pouco a gente vai alcançando essas medidas que parecem simples, mas resolvem o problema de centenas de pessoas. Muitos apartamentos nesse residencial, diga-se de passagem, muito bonito inclusive, e precisavam desse atendimento. Então, agradecer aos servidores da Secretaria de Trânsito que prontamente nos atenderam. Também quero compartilhar outro assunto aqui, ainda no que diz respeito ao trânsito e à mobilidade, aproveitando que o assunto vem à tona aqui nessa manhã na nossa Casa, que diz respeito à população e à comunidade autista da nossa cidade. Nós sabemos, e estamos ainda em uma situação em que o assunto retorna a esta tribuna, a esta Casa, que no que diz respeito às vagas para o estacionamento de autistas. Por que eu uso a expressão “apenas para os autistas”? Porque foi o público, vereadora Daiane, que levantou esta bandeira. Como bem foi exposto aqui pelo Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, não somente eles ficaram desamparados com aquela situação do decreto, toda aquela polêmica que aconteceu, mas foi a população que mais se manifestou, então por óbvio, foi o que chegou até nós. Isso não restringe a nossa atuação somente aos autistas, vereadora Sandra. Mas, inclusive aqui eu já falei nesta Casa, ao mês passado, se eu não estou enganado, que nós estamos abertos inclusive a pensar na questão dos próprios deficientes com relação à Síndrome de Down, as pessoas com Síndrome de Down, não é portador a expressão correta, é a pessoa com Síndrome de Down. Então, nós temos um exemplo, que inclusive eu já trouxe, falei com o secretário Fiuza duas semanas antes do assunto vir para esta Casa, duas semanas antes de vir aquele vídeo à tona das pessoas questionarem. Por coincidência, eu recebi o secretário Fiuza no meu gabinete e comentei com ele que eu estava estudando um projeto, inclusive depois a vereadora Sandra trouxe esse projeto aqui, sim, nós sabemos um do outro, e eu mostrei para ele, entreguei inclusive o projeto para ele e disse: “Olha, secretário, nós temos um projeto que já está em vigor na cidade de Bento Gonçalves, onde já existem vagas que amparam, que alcançam as famílias de autistas, os autistas de modo geral.” Inclusive lá em Bento, nós temos pintado no próprio solo, vereadora Sandra, o símbolo ali internacional de conscientização com relação à população autista. Ele disse para mim que a lei é uma lei federal, eu disse: Pois bem, a lei federal instituiu, mas quem regulamenta é uma lei municipal, tanto é que nós tínhamos um decreto. Então, ele disse para mim que vai fazer o estudo, deve estar fazendo isso, já junto os servidores. Só que de lá para cá, como a gente não vê uma movimentação e o assunto está latente novamente. Como eu mencionei, final de semana fui questionado, vereador Renato Oliveira, por uma família autista, a família deu os parabéns pela atuação e que enfim, na Casa, e me questionou justamente sobre isso. Dias atrás uma mãe mandou mensagem também, disse: “Olha, tem no Centro algumas clínicas onde nós precisamos levar os nossos filhos, aí a vaga está do lado direito da via e do lado esquerdo onde está a clínica.” Não tem uma faixa de pedestres, não tem um semáforo, não tem um sinal piscante; a esquina está distante, está no meio da quadra, então o mais adequado, o menos custoso e o mais imediato seria transferir esta vaga para o lado esquerdo da via. Então, considerando tudo isso, eu e a vereadora Sandra conversamos, inclusive, nós vamos a Bento Gonçalves, possivelmente aí na próxima semana, eu acredito, nos próximos dias, vamos ir até lá para entender melhor in loco, filmar, fotografar, enfim, ter a experiência com os vereadores que lá estão, com a prefeitura, como isso funciona, para tentarmos dirimir essa diferença que existe ainda no que diz respeito às vagas. O conselho mencionou aqui, nós não tínhamos um aparte, presidente, para questioná-los novamente, então aproveito para fazer isso agora no Grande Expediente, sobre a questão de que o Estatuto da Pessoa com Deficiência estipula uma porcentagem e essa porcentagem já estaria alcançada aqui em Caxias, mas pelo que eu percebo, o estatuto não restringe, ele só diz que existe um mínimo, 2%, se eu não estou enganado, das vagas devem ser para pessoas com deficiência. Então, não quer dizer que nós não possamos ter 3%, 2,5%, aumentar o número de vagas, tanto é que ela comentou que eram 88 e estão em 108 hoje. Acho que é pertinente nós pensarmos, aumentar esse número de vagas. Obviamente, considerar o fator, redução de mobilidade é importante? Com toda a certeza, eu concordo. Eu tenho parentes que têm deficiência, por exemplo, auditiva. Deficiência por deficiência, toda deficiência é, mas de fato, o que é mobilidade? Eu entendo isso. Agora, na questão do autismo, nós temos uma particularidade que é justamente essa desregulação emocional que acontece, que as famílias nos testemunham aqui e essa imprevisibilidade de comportamento. Então, você não sabe o que pode acontecer com uma criança, um adolescente, enfim, uma pessoa com autismo que não esteja próximo da clínica para poder já acomodar essa pessoa. Então, eu penso que é importante nós levantarmos o assunto, iremos a Bento para verificar isso in loco, trazer esse assunto para esta Casa, essa boa provocação, no bom sentido, essa cobrança para que Caxias possa ser modelo também nesse sentido de inclusão, não somente na inclusão dos deficientes físicos com a redução de mobilidade, que já estamos caminhando aí, piso tátil, acesso e etc., mas também com relação à população autista e outros que se somarem a essa necessidade. Então, deixar aqui registrado isso aos colegas, de que nós não estamos alheios a esse tema, e lembrar que acessibilidade não é somente para os autistas e sim para as famílias que dependem disso. Agradecer novamente ao secretário pelo atendimento, nós temos outras demandas aí também que estão postas.
VEREADOR HIAGO MORANDI (PL): Um aparte, vereador.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Eu até brinco com eles, são mais de 25, me atende uma que daí eu fico satisfeito, dali um mês eu cobro outra e assim vai. Eu sei que todos os colegas aqui têm dezenas de demandas, algumas talvez até se somam, muitas vezes, vários vão lá e protocolam a mesma, sem saber muitas vezes, inclusive. Mas pouco a pouco a gente vai sendo atendido e agradece o trabalho que é feito, entendendo que existe uma burocracia, um estudo e etc. Isso é do jogo, faz parte. Seu aparte, vereador Hiago.
VEREADOR HIAGO MORANDI (PL): Diz que a cada 25 demandas sua, 30 são atendidas, que tu é do governo, que eu estou sabendo. Só queria, já que o senhor falou, vereador, de questão do trânsito, queria agradecer, fazer um agradecimento à Secretaria de Trânsito, mas em especial ao Casagrande que sempre nos atende lá. Eu disse, igual o nome dele, eu sempre falo que o coração dele é grande, porque está nos ajudando muito. Então, queria agradecer uma vaga de carga e descarga que eles nos auxiliaram, e pinturas num cordão também, que eu solicitei e o pessoal fez. Então, queria um agradecimento especial para ele e para a Secretaria de Trânsito, que quando nos ajudam a gente deve elogiar também. Então, parabéns para eles pelo trabalho.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Vereador Hiago falou que eu sou atendido, mas olha, eu agradeci por uma, ele já mencionou duas em uma frase. Imagino o que ele não contou que foi atendido. Vou começar a protocolar no gabinete dele minhas demandas. (Risos) Mas era isso, presidente, obrigado. E a gente segue a disposição de toda a nossa comunidade.
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VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Senhor presidente, nobres colegas, vereadores e vereadoras. Eu pedi Declaração de Líder para falar sobre alguns assuntos porque tenho que sair logo mais devido a reunião que teremos e que fomos convidados, os vereadores, com os conselheiros tutelares, às 11 horas ali na AGM. Portanto, logo mais estou me retirando da sessão para poder participar dessa reunião. Primeiro, eu queria falar sobre... Eu vou falar sobre quatro assuntos aqui, trazer um vídeo do nosso presidente, Lucas Caregnato, que está em Goiânia, das suas experiências e do que eles têm trazido. Então, enquanto Mesa, combinei com o vereador Wagner que nós vamos passar. Também vou falar de uma situação de Galópolis das pessoas em situação de rua, e de uma situação específica nas UBSs aqui na nossa cidade. Vou iniciar, na verdade eu vou iniciar de trás para frente, enquanto a minha assessoria... A gente acreditou que a vereadora Marisol ia falar, então eles não haviam decido. Então, eu vou falar do primeiro assunto que não precisa de vídeos e imagens, depois eu falo dos outros assuntos. O primeiro assunto que eu queria trazer é sobre algumas famílias de Galópolis, vereador Cristiano, que estive acompanhando ontem na Secretaria de Habitação. Acredito que todos aqui recordam daquelas famílias que tiveram perdas, inclusive, que morreram sete pessoas aqui na nossa cidade ano passado, que tiveram perdas de casas, cinco casas foram soterradas, enfim. E aí, semana passada, por acompanhar essa pauta, por conhecer algumas famílias, por tratar da questão habitacional, fui contatada pelas famílias para que nós pudéssemos acompanhar a reunião na Habitação. E, para minha surpresa, essas famílias ainda estão aguardando um atendimento. Ainda estão aguardando. E aí, dialogando, porque Galópolis foi o local que mais tivemos, vereadora Sandra, um olhar da nossa cidade pelo que aconteceu, porque de fato foi muito atingido, e fiquei surpresa quando vi que as nove famílias ainda não haviam sido atendidas. Algumas foram inseridas no programa da casa subsidiada do governo federal, três já foram selecionadas, enfim. Mas no todo, as reivindicações das famílias não foram atendidas, seja por dificuldades do governo municipal, estadual ou federal, das três esferas. Portanto, uma questão, e quando eu falo aqui e trago o assunto das políticas públicas, algo que a gente precisasse se atentar é que as famílias foram inscritas no programa da casa subsidiada do governo federal, e aí, por terem uma renda um pouco acima, elas acabaram não conseguindo financiar e ter acesso aos 200 mil reais que elas poderiam ter acesso para ter acesso a uma casa. Elas tiveram acesso a só 40 mil. Mas não é porque a família tem um salário um pouquinho acima, elas não são famílias ricas, são famílias trabalhadoras, de trabalhadores, que elas não deveriam ter acesso. Portanto, a gente combinou com o secretário José de Abreu, agradeço, inclusive, pela sua recepção ontem de nos receber e dialogar com a gente, poder encontrar alternativas, porque nós combinamos de até sexta-feira pensar em um plano de ação para aquelas famílias que ainda não foram atingidas. Mas vejamos, nobres colegas, pessoas que nos acompanham, como é grave essa questão da calamidade, do meio ambiente, da crise climática que nós vivemos, dos problemas da nossa cidade, que um ano depois as pessoas ainda estão aguardando, estão fora de casa, estão tendo que dar o seu jeito. Portanto, me considero na obrigação, no dever, de poder contribuir e pensar alternativas junto a essas famílias. Queria mostrar o vídeo do vereador Lucas Caregnato, por favor. Se puder colocar para a gente, para que os colegas possam... (Exibição de vídeo.) O vereador Lucas, então, fez questão de trazer como está o trabalho que eles vêm construindo e fazendo em Goiânia. Nos trouxe a notícia...
VEREADOR WAGNER PETRINI (PSB): Um aparte, quando possível, vereadora.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Vereador Wagner, de que a TV lá é 24 horas, portanto eles estão vendo essa questão de modernidade, vários exemplos que a gente pode usar na nossa cidade. Ficamos felizes e esperamos implementar coisas na Câmara. Seu aparte, vereador.
VEREADOR WAGNER PETRINI (PSB): Obrigado, vereadora, pelo aparte. Primeiro eu quero te parabenizar pela parceria de independente de partido, como Mesa Diretora, nós trazer, ao vivo, o que então nosso presidente está buscando. Meu colega de partido também, vereador Elói Frizzo, está em Brasília, estão com outras missões, dentro das missões tem essa, então, que o presidente está visitando a Câmara Municipal de Goiás, no sentido de trazer modernização para a Câmara de Caxias do Sul. A gente precisa avançar em muitos assuntos dentro da Câmara, na questão digital, na questão da TV. O vereador presidente tem me mandado no WhatsApp alguns vídeos da TV funcionando 24 horas, diversos programas, muitas ações. E que logo, logo, então, a gente poderá ter o que eles têm lá, aqui em Caxias do Sul. E a gente, como parlamentares, Mesa Diretora, a gente precisa avançar nisso. Parabenizar o presidente Lucas Caregnato, então, que está lá e está nos mantendo, praticamente, com informações instantâneas. Muito obrigado, vereadora Andressa.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Obrigada, vereador Wagner. É exatamente isso. O vereador Lucas Caregnato e o Elói Frizzo foram para lá visualizar o sistema de transportes da cidade. Mas, obviamente, que já olhem para a Prefeitura, para a Câmara, para visualizar as experiências positivas, para que a gente possa trazer para a nossa cidade. Nosso objetivo, eu tenho certeza que de toda Mesa Diretora, é que a gente possa qualificar o trabalho da Câmara, para que assim a gente possa fazer o nosso trabalho com mais qualidade na nossa cidade. Portanto, o próximo assunto que eu queria mostrar para os colegas, que é uma indicação que eu vou fazer ao nosso Executivo Municipal no dia de hoje. Pode colocar o vídeo, por favor. (Manifestação com auxílio de mídia audiovisual) São de usuários lá na UBS Esplanada. Uma UBS que foi há pouco tempo inaugurada, reinaugurada, porque foi reformada, enfim. Mas, nobres colegas, vocês podem ver aqui no vídeo, que o vídeo é feito por usuários que foram para a fila da UBS para poder pegar uma ficha, para poder ter consulta e acabaram ficando para fora do toldo, da estrutura do toldo, estão ali com guarda-chuvas, nos dias de frio. Enfim, esse vídeo é da semana passada. Então, vou fazer uma indicação e peço a ajuda dos colegas aqui, porque uma demanda histórica de todas as UBS é para que tenham toldos nas UBS, para que as pessoas não se molhem.
VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Um aparte, se possível, vereadora.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Já lhe concedo, vereador. Só que, nesse caso, o toldo, a partir da reforma da UBS, acabou ficando trancada, então, a parte que dava acesso ao toldo, fecharam o portão e as famílias ficam na chuva. Portanto, uma indicação que vou fazer para o nosso Executivo é que nós consigamos abrir essa estrutura do toldo, anteriormente, seja com parceria com a Guarda Municipal, para que as pessoas tenham acesso. É inadmissível que a gente trabalhe para que tenham toldos nas UBS e elas não cumpram a sua função social, que é, de fato, de proteger as pessoas no vento. É claro que eu sou totalmente contra, já trouxe esse assunto aqui, a filas nas Unidades Básicas de Saúde, mas enquanto nós tivermos, os usuários tem que ficar, minimamente, protegidos. Não é possível que, nesse tempo, as pessoas fiquem no frio e no vento, porque o portão da UBS está fechado. E tem outras que têm acontecido isso. Então, nós estaremos visualizando e fazendo essa indicação ao município, para que a gente possa proteger os usuários. Seu aparte, vereador Ramon.
VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Vereadora, parabéns por ter trazido esse tema. Eu até proponho que nós façamos, juntamente com a Comissão de Saúde.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Importante. Concordo.
VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Essa solicitação. Certamente para que não fique aberto o tempo todo, mas que ele seja aberto em horário oportuno, por volta das cinco horas da manhã. Aí tem que definir quem vai abrir; mas eu acho muito oportuno fazer essa abertura. E outro ponto especificamente nessa UBS é a questão de acessibilidade. Ela foi reconstruída, nós fomos à inauguração e, hoje ainda, o local de piso tátil está dando para uma cerca. Ou seja, o deficiente visual não consegue acessar a UBS. Ele para em uma cerca e não tem acesso. Por quê? Porque existe um metro para a esquerda da entrada da UBS. Então, o rapaz que projetou esqueceu desse pequeno detalhe.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Sim.
VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Obviamente ele não era deficiente visual, por isso que ele esqueceu. Se ele fosse, ele não esqueceria. Obrigado.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Obrigada, vereador. Com certeza é bastante oportuno fazermos isso enquanto Comissão de Saúde. Inclusive, uma alternativa que o pessoal do Campos da Serra encontrou foi que os próprios usuários da UBS, a comunidade mesmo se organizou e uma pessoa da comunidade faz a abertura do portão para que as pessoas possam ficar cobertas.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Um aparte, vereadora.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Portanto, foi algo que... Foi uma alternativa encontrada pela comunidade, que a gente pode encontrar em parceria com os bairros para que possam fazer esse tipo de ação, seja com a guarda, seja com a própria comunidade. Seu aparte, vereadora.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Bem rapidinho. Porque eu fiz três indicações muito parecidas, pedindo exatamente para que a Guarda fosse mais cedo para abrir. Que é a questão do Parque Oasis, que foi feito tudo novo ali, no caso, e tem um portão para o pessoal ficar embaixo; porém, no pátio da frente, as pessoas não conseguem ficar no frio, na chuva. A questão do Bairro Fátima também a gente fez e lá do Jardim Eldorado, porque as pessoas acabam ficando na parte de fora. Conversei inclusive com o prefeito na minha visita a ele, ainda no mês de janeiro, sobre essas indicações que seriam muito pertinentes, por causa, principalmente, do nosso clima aqui em Caxias do Sul. Obrigada.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Obrigada, vereadora. Para finalizar, senhor presidente. Pode colocar, Maurício, a última imagem, por favor. (Manifestação com auxílio de mídia audiovisual) Para finalizar, dizer que sim, podemos fazer um movimento na cidade toda. Precisamos pensar alternativas para que todos os usuários fiquem cobertos. Não faz sentido a pessoa estar lá porque está doente, mas está pegando chuva e frio. É um absurdo. Então, nós precisamos pensar isso urgentemente. Para finalizar, trouxe aqui a matéria de ontem, que nós tivemos uma pessoa em situação de rua na nossa cidade que acabou falecendo devido ao frio. Portanto, que nós possamos pensar, enquanto sociedade, os caminhos que nós temos tomado, porque quando... (Manifestação sem uso do microfone) Sim, mas as informações, vereador Edson, dos trabalhadores dos locais é que foi isso que aconteceu. Claro que a gente está aguardando o laudo, mas tudo indica que foi isso. Então, trago aqui para deixar como reflexão, para que a gente possa pensar em alternativas na nossa sociedade para que nenhuma pessoa morra de frio. Não é natural, é uma questão social, portanto é urgente que a gente olhe para esse tipo de situação. Obrigada, senhor presidente.
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VEREADOR EDSON DA ROSA (REPUBLICANOS): Pois não, senhor presidente. Vereadora Andressa, já que V. Exa. me citou, eu estava só lendo a manchete que estava ali. “Pode ter sido”. Enfim, senhor presidente e nobres pares, ontem estive ausente da sessão porque, conforme foi solicitado pelo nosso presidente Lucas, que não está aqui, e muito bem colocado pela vereadora Andressa, ele está em Goiânia, em missão, em visita oficial, por conta do que ele nos solicitou para que cada um de nós, aqueles que o quisessem, passassem em alguns municípios para que nós divulgássemos o 1º Congresso sobre Financiamento de Projetos para Agentes Públicos, que será realizado de 11 a 13 de setembro de 2025, aqui na nossa Câmara de Vereadores. Eu tive, ontem, a oportunidade de ir a Nova Pádua primeiro. Lá em Nova Pádua falamos com o prefeito Itamar Bernardi, do MDB, mais conhecido como Kiko, e com a vice-prefeita Renata Zampieri. Foi muito proveitoso em todos os locais que estivemos. Até, infelizmente, ontem, ai na frente da Fante, Vinícola Fante, morreu uma menina. Acho que todo mundo ficou sabendo. Por causa do congelamento do asfalto. De motocicleta. Caiu e, infelizmente, foi para baixo de uma carreta. Aí ali deu uma tranqueira naquele horário que nós estávamos indo, tivemos que ir por dentro de Flores da Cunha. E depois, em Flores da Cunha, fomos visitar o prefeito César Ulian, o vice-prefeito Márcio também estava lá. Depois estivemos em Ipê, fomos atendidos pelo vice-prefeito, pela presidente da Câmara e fomos, por último, a Antônio Prado e lá fomos recebidos pelo prefeito Roberto, o vice Elias e pelo vereador Guilherme. Falo isso, senhor presidente, Wagner Petrini, porque primeiro que é importante, sabe que essas visitas que nós estamos divulgando, esse congresso, também nos possibilitam de nós sabermos como é que estão alguns assuntos que são comuns aos municípios e existem alguns assuntos que penso que talvez esse congresso possa nos possibilitar também de troca de ideias e como é importante nós sairmos do nosso município, visitar outros municípios, viajarmos para que nós consigamos saber que os assuntos meio que se confundem, proporcionalmente talvez, mas são de dimensão de acordo com o que os municípios possam suportar. Então, fiz essa justificativa e aproveito o espaço que temos direito hoje para justificar a minha ausência no dia de ontem. E depois quando chegamos a Caxias, nós fomos à Escola Luciano Corsetti, onde teve o lançamento do projeto sobre família, escola, educação, escola, família. Infelizmente, foi uma noite muito fria ontem, muito fria, mas, enfim, penso que esse programa e já tinha falado com a secretária Marta sobre, ele vai trazer o enfoque de tentarmos, cada vez mais, fortalecermos o ambiente escolar, criar barreira de proteção natural às escolas com a participação da família. Ontem teve como palestra a Guarda Municipal, estava lá... A promotora Simone, por exemplo, estava lá; estava lá a presidente do Conselho Municipal de Educação, a Fernanda Passos; estava o prefeito; estava a secretária; todo o staff da Secretaria de Educação com relação a esse assunto. Foi um ambiente muito proveitoso, aqui fazer uma saudação muito especial ao diretor Paulo Roberto, que cedeu para início desse projeto e o que nós desejamos é que tenha muito êxito. Era isso, senhor presidente. Muito obrigado.
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VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Senhor presidente e senhores vereadores. Eu quero passar um videozinho. (Exibição de vídeo.) Esse é o relato.
VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Um aparte, vereadora Daiane.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Urgente. Urgentíssimo, não é, a gente falar da questão da saúde em Caxias do Sul. Falamos ontem, ontem eu recebi a mensagem da Bruna Rodrigues, que é sobrinha do Plínio, ainda no início da tarde.
VEREADOR HIAGO MORANDI (PL): Um aparte, vereadora?
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Passamos para o Daniel, que é diretor da Secretaria da Saúde, passamos para o pessoal da UPA. Eles disseram que eles estão superlotados, que esse é um leito urgente, mais um que eles têm lá, mas que não tem leito disponível. E aqui vai o nosso apelo geral para a Secretaria da Saúde: atenção, Prefeitura, prefeito. Se não sabe desse vídeo, está rodando ontem e rodou por tudo. Mas nós já tínhamos feito contato, eu fiz contato com a Roseli ainda antes do vídeo. Mas o que a gente tem que dizer para ela? “Tem que aguardar.” Agora eles tão me pedindo: “Por favor, vem pra UPA Zona Norte, Daiane, porque está lotada. Está superlotada e as pessoas estão precisando de leito.” E tem mais de 30 pessoas aguardando leito na Secretaria da Saúde. Precisamos de uma alternativa urgente para a nossa saúde. E não adianta vir aqui e dizer que a gente só critica, mas são esses os relatos, são os relatos da população de Caxias do Sul! Seu aparte, vereador Ramon.
VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Parabéns por ter trazido esse tema, vereadora Daiane Mello. A gente vê que as redes sociais aproximam e muito o Poder Legislativo. Ontem, eu recebi esse vídeo, era 9h30 da noite, e encaminhei para o Sr. Gustavo, que é o gerente do Ideas. Hoje de manhã, ele me mandou mensagem dizendo que estavam preparando o Plínio para levar um leito de UTI no Hospital Geral.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Mas ainda não foi levado. A gente tem relatos agora da UPA que ainda não foi conseguido o leito.
VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): De agora? Perfeito.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Seu aparte, vereador Hiago.
VEREADOR HIAGO MORANDI (PL): Mais uma vez é uma vergonha, né. Até o vereador Aldonei respondeu ali na publicação, ele falou: “Já estamos alinhando para amanhã esse paciente ter a vaga. Hoje são 113 pessoas na fila por um leito.” Vereador Aldonei Machado, infelizmente, são 113 pessoas. E eu espero até, contamos com o Aldonei e o pessoal da base para cobrar o prefeito e para acabar essa bagunça de precisar de leito toda hora.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Um aparte, vereadora?
VEREADOR HIAGO MORANDI (PL): Eu sempre digo, a gente não quer arrumar um leito para quem nos procura. A gente não deve fazer esse favorzinho como a gente tem esse costume em Caxias, a gente quer resolver o problema da saúde para que ninguém mais precise de leitos e para que resolva de uma vez. Por exemplo, o Hospital Saúde, que já foi falado aqui.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Tem alternativas, a gente sabe que existem alternativas no Município, porém a gente não vê a ação. Eu disse, não adianta eles serem solícitos com nós e conversar com nós, se não tiver uma atitude do governo. Seu aparte, vereadora Andressa.
VEREADORA ANDRESSA MARQUES (PCdoB): Exatamente isso, vereadora Daiane. Eu trouxe aqui o relato de que nós temos UBS sem médico na nossa cidade. A gente não vê a efetividade. Agora o inverno está aí, a situação do nosso Município está chegando acima do limite. Portanto, a gente precisa cobrar urgentemente, porque é a vida das pessoas que está em jogo.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Para concluir, senhor presidente. Então, não adianta vir aqui e aplaudir as coisas tão mínimas na Secretaria da Saúde, se a gente tem situações tão graves com pessoas morrendo e precisando de leito. Era isso, obrigado.
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VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Senhor presidente e nobres colegas aqui presentes. Eu vim falar sobre um tema de ontem. No dia de ontem, eu recebi um engenheiro do Dnit. Eu venho fazendo diversas solicitações ao Dnit, diretamente, assim como o parlamentar de fiscalização, e o Dnit tem me atendido prontamente. E, no dia de ontem, durante essa conversa comentei com ele: “Como que a gente pode resolver esse trânsito amarrado da BR-116?” Inclusive, este engenheiro é morador de Caxias do Sul, e ele falou o seguinte: “Vereador, dentro do perímetro urbano, é responsabilidade da Secretaria Municipal de Trânsito.” Eu falei: “Tem certeza?” Ele falou: “Sim. Aqui é uma cidade, dentro do perímetro urbano é a Secretaria de Trânsito.” Só que, pasmem, quando eu chego na Secretaria de Trânsito e dou uma oportunidade de melhoria para gente resolver esse fluxo da BR-116, o que eles falam? Que é responsabilidade do Dnit. Ou seja, não resolvem. Então, eu estou falando diretamente com o Dnit por quê? Porque o Executivo não resolve. Ao invés de ir lá e buscar se realmente é responsabilidade do Dnit, não, só repete uma frase que já foi entoada. E uma mentira falada milhões de vezes, torna-se uma verdade, e é isso que vem acontecendo. “Não, isso eu não posso mexer. Não é a minha responsabilidade.” Vai lá e assume a responsabilidade, ora bolas. É a sua cidade. Ali não é uma outra cidade que está passando por dentro de Caxias do Sul. Não, é Caxias do Sul. Perímetro Urbano. Então, para resolver a questão de sincronização de semáforo na BR-116, Secretaria de Trânsito. O que ela faz? Ela pode notificar o Dnit. No dia de ontem eu também falei: engenheiro, vamos duplicar a BR-116 lá do Vila Verde até a entrada do Planalto, são 2 km de pista única dentro do município. Ele disse: “Aqui é uma questão com a empresa de gás, a Sulgás, que está dentro do perímetro.” Nós temos uma lei que fala que não pode construir às margens de uma BR antes de informar ao Dnit. Então a empresa Sulgás, ela construiu, fez o seu gasoduto naquele local, isso está errado. E o município notificou essa empresa? Quais são as tratativas? Enquanto isso, Caxias do Sul, dentro do perímetro urbano, nós temos uma via de mão única. O gargalo que é esse trânsito nesse ponto vocês não tem noção, é só quem passa por lá diariamente. Hoje nós temos condutores que levam mais de uma hora, mais de uma hora de trânsito dentro da segunda maior cidade do Estado, e isso não é para andar 100km não, isso é para andar 10km, para andar 8km, mais de uma hora de trânsito. Por quê? Porque alguém determina: “Para resolver isso aqui vamos colocar um semáforo, vamos “semaforizar”, vamos colocar semáforo.” Então, tem algum senhor que a ideia dele é semáforo, só que em engenharia de tráfego, a última alternativa é um semáforo, faz tudo antes, faz uma elevada antes, faz um viaduto antes, faz uma rotatória, e se nada der certo, você coloca um semáforo. Só que hoje, Caxias do Sul pensa às avessas, primeiro é o semáforo, porque eu quero resolver aquele problema pontual; só que quando você resolve aquele problema, você represa veículos. Então, hoje nós temos um semáforo na BR-116 represando mais de 200 veículos, enquanto nós temos um semáforo que passa 50. Com isso, você amarra o trânsito, olha o caos que é para acessar a Universidade de Caxias do Sul, é um verdadeiro caos! Por último e não menos importante, na rua Atílio Andreazza, ontem os motociclistas caíram por gelo na pista; hoje os motociclistas caíram por gelo na pista; amanhã, Secretaria de Trânsito, será que eles vão cair novamente por gelo na pista? Nós não conseguimos controlar o tempo, mas nós conseguimos controlar os fiscais, e eu gostaria de fiscalização e sinalização naquele local. Nós tivemos aqui em Caxias do Sul, para concluir, senhor presidente, a RSC-453 com gelo na pista, a RS-122 com gelo na pista, a BR-116 com gelo na pista e a Rua Atílio Andreazza com gelo na pista. Qual que é a solução? Na obra que eu trabalhei lá em Santa Catarina nós tínhamos sinalização vertical, que informava os condutores “em casos de temperatura abaixo de 5 graus, cuidado, gelo na pista”. É simples, mas eficaz. Quantas vidas foram salvas por causa da sinalização vertical? Eu não sei, não sei quantas vidas foram salvas, mas ninguém morreu naquela via. Então, nós vamos esperar uma morte para colocar uma sinalização? Sabemos que Caxias do Sul tem temperaturas horríveis, então vamos sinalizar o local, por favor. Muito obrigado, Presidente.
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VEREADOR TENENTE CRISTIANO BECKER DA SILVA (PRD): Senhor Presidente, muito rapidamente, só para falar sobre a questão do morador de rua que veio a falecer. Em princípio, estão investigando, mas certamente tenha sido mesmo por conta do frio que está nos abatendo por esses dias. É da nossa região, infelizmente ou felizmente, talvez necessário, bom que não fosse tanto frio. Porém, esse cidadão já tinha sido acolhido na Casa Carlos Miguel, e foi encaminhado para lá pela abordagem social. Mesmo alcoolizado no dia, não é uma desculpa, por óbvio, mesmo alcoolizado no dia em que foi acolhido, que seria um impeditivo ao acesso, ele foi acolhido pelas equipes da Fundação de Assistência Social. No entanto, infelizmente, no dia seguinte ele pediu desligamento do acolhimento.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Um aparte, vereador?
VEREADOR TENENTE CRISTIANO BECKER DA SILVA (PRD): Claro que sim. Então, com o frio, as nossas equipes estão aumentando a abordagem social pela FAS, elas intensificaram os atendimentos. E eu entendo que nós também tenhamos que trabalhar para isso. Inclusive, no poder de convencimento dessas pessoas, que por vezes não querem ficar em espaço. Inclusive, aqui mesmo no nosso espaço da Câmara. Esta semana nós tínhamos pessoas que foram acolhidas. Teve um cidadão que não aceitou o acolhimento, mas outro, que estava aqui na volta da Câmara de Vereadores, que por diversas vezes nós já tentamos ajudar de alguma forma, foi acolhido. Ele aceitou o acolhimento. O seu aparte, vereadora Rose.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Obrigada, vereador. Eu acho muito importante essa fala. Até hoje eu procurei no jornal se tivesse alguma ocorrência. Ou eu passei muito rapidamente ou não vi, nem nos óbitos, mas o nome da pessoa era Tiago dos Santos. E, realmente, ele já foi atendido várias vezes, mas a pessoa que me passou esse contato era uma que trabalhava nessa abordagem, já conhecia ele, sabia o quanto ele era crônico e tal. Mas, neste momento, ele estava trabalhando e até auxiliando em um mercado no São José, no bairro. Então, a gente lamenta, porque talvez ele não tivesse condição para ir para um acolhimento, mas poderia receber um cobertor, alguma coisa. Porque ninguém vai fazer uma remoção obrigatória. Até porque se todos quiserem ser acolhidos, não tem vaga para nem metade. Mas há outras formas de abordagem que não é só o acolhimento, mas também tem que criar novas vagas. Obrigada, vereador.
VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Permite um parte, vereador?
VEREADOR TENENTE CRISTIANO BECKER DA SILVA (PRD): Claro que sim. De imediato. VEREADOR RENATO OLIVEIRA (PCdoB): Vereador Cristiano, eu quero, em sua pessoa, quero parabenizar o governo por ter trazido a Casa Carlos Miguel ali para Garibaldi. Porque eu lembro quando a casa saiu aqui do centro, tinham duas casas aqui no centro, e foram lá para o Fátima. Totalmente contramão. Totalmente contramão. Então, hoje o governo traz uma casa para a Rua Garibaldi, uma rua central, próximo à rodoviária, às pessoas que chegam precisando de algum auxílio durante o dia. Naquele tempo, começaram a contratar van. Na verdade até era Kombi antes, depois van. O senhor sabe bem disso, como era difícil essa situação. Porque até ali mesmo nos bombeiros as pessoas iam pedir auxílio. Quantas vezes foram? Então, eu quero, nessa situação específica, parabenizar o governo por ter centralizado próximo à rodoviária, próximo à área central. Isso é importante, que as pessoas procurem. Não precisam estar enganchando na mão para levar em tal local. As pessoas sabem onde está. As pessoas precisam. Já pensou se deslocar, vereador Hiago, para o Fátima, vereadora Daiane? Iam para o Fátima. Lá tinha uma casa. Quando começou, quando locaram a casa, a casa tinha piscina. As pessoas não precisavam de piscina, precisavam de um cobertor, precisavam de um abrigo. Então ali, eu ainda não tive a oportunidade de conhecer, mas quero conhecer ali. Pelos noticiários que vi, as pessoas que estiveram visitando disseram que o lugar é muito bom. Parabéns, vereador, em nome do governo.
VEREADOR TENENTE CRISTIANO BECKER DA SILVA (PRD): Obrigado, vereador Renato. Convido o senhor, então, a irmos lá, porque ficou um ambiente muito acolhedor para essas pessoas. E ali é um poder de convencimento muito grande. E parabenizar de fato, como o senhor fala, a coragem do prefeito Adiló por ter criado esse espaço ali na Garibaldi, onde acolhe, de fato, pessoas que chegam à nossa cidade. Claro, temos que dar os encaminhamentos necessários sempre também. Não podemos ser tão paternalistas, por óbvio, mas também temos que trabalhar de uma forma que a gente acolha pessoas que estão nessa situação de rua. Nem todos querem, nem todos querem o acolhimento, até porque tem alguns regramentos que são necessários também. Mas parabenizar, sim, o prefeito Adiló e a equipe da FAS que está trabalhando. E também nos colocar à disposição para tentar ajudar de alguma forma no acolhimento dessas pessoas, para que não ocorram fatos como ocorreu nessa semana, do falecimento, da morte por conta do frio de um cidadão de 40 anos. Era isso, senhor presidente. Muito obrigado.
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VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Um pequeno aparte, vereador? Só para eu falar da... Bem rapidinho.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Se for breve, sim.
VEREADORA DAIANE MELLO (PL): Bem rapidinho. Só informar, então, que eu falei com a Roseli, que o leito foi conseguido. Então, provavelmente ele vai para o Hospital Geral, do Plínio. Mas dizer exatamente como o vereador Hiago falou, a gente não precisa estar resolvendo problemas pontuais toda hora, do celular dos vereadores, a questão dos leitos. A gente precisa de atitude. Daqui a pouco o Hospital Saúde ou outras alternativas do Município. Ainda mais falando de uma pessoa com autismo e com síndrome de down, a gente que tanto fala da questão da inclusão e da prioridade para essas pessoas. Obrigada, vereador Calebe.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Disponha. De fato, começar parabenizando o colega vereador Tenente Cristiano Becker que, com lucidez, trouxe esse assunto da questão dos moradores em situação de rua. E eu acho que esse assunto, vereador Tenente Cristiano, se soma àquilo que a gente fala dos desafios das grandes cidades. Caxias dá um exemplo muito grande em acolhimento, e eu sei porque eu estou dentro da Frente Parlamentar, que é presidida pela vereadora Andressa Marques. Estivemos visitando antes do centro ser iniciado, porque ainda nem foi feita a inauguração, dito pelo próprio presidente da Fundação Caxias, ainda está em processo porque quer se melhorar, quer dar melhores condições para as pessoas. Então, assim, é um salto muito grande que nós tivemos de sair da Carlos Miguel e ir para lá, na Malharia Stumpf. Três ou quatro andares, agora não me lembro exatamente, de estrutura. As pessoas podendo se profissionalizar, se recolher deste frio, etc. Então, a gente tem que, de fato, reconhecer o trabalho que é feito e entender que as pessoas são livres para estar, ficar e permanecer naquele ambiente. Então, dito isso, eu quero passar um segundo assunto que é, senhor presidente, trazer à população caxiense, especialmente os conselheiros tutelares, porque me causa estranheza o fato de que, agora, às 11 horas está marcada uma reunião na AGM, na Advocacia Geral do nosso Município, junto aos conselheiros tutelares. E de maneira solidária, a vereadora Andressa fez o convite aqui no grupo dos vereadores, que todos nós aqui estamos e recebemos o convite. E que, diga-se de passagem, em cima da hora. E me causa estranheza porque a informação que nós recebemos, inclusive, dito pelo próprio assessor do vereador Hiago, que nós estávamos apurando essa informação, é que o procurador disse que essa reunião é entre o Conselho Tutelar e o Comdica, e não com os vereadores. Então, por isso que alguns vereadores não foram convidados. A verdade é que a maioria não foi convidado, e os que foram estão indo lá, e até onde eu entendi, a reunião vai ser cancelada se tiverem vereadores lá. Porque a ideia é se ouvir conselheiros e Comdica. Então, assim, é para ficar registrado, os vereadores desta Casa que estavam presentes no Conselho Tutelar, têm interesse na pauta do Conselho Tutelar. Eu, vereador Hiago, vereadora Daiane, não lembro se mais alguns vereadores, vereador Capitão Ramon, acho que estava lá também, não lembro mais quais que estão presentes aqui na sessão, nesse instante, que estavam lá, mas as representações os vereadores têm interesse. Agora, isso tem que vir comunicado de maneira oficial. Não pode alguns vereadores saberem da informação e outros não terem acesso. Aí parece que nós não temos interesse na pauta. Pelo contrário, todos nós manifestamos aquele dia, temos interesse. Então, que fique registrado que essa reunião é para ser do Conselho Tutelar e do Comdica. Não foram convidados os vereadores de maneira oficial. Então, fica registrado isso. E um terceiro assunto que eu quero aproveitar nesses últimos dois minutos, vereador Capitão Ramon, o senhor sabe do apreço e do respeito que temos por vossa pessoa, e quando o senhor traz esse assunto do trânsito, de fato, eu concordo com o senhor sobre os desafios que nós temos do trânsito. Desafios de grandes cidades, de segunda maior cidade do Estado como nós somos. Então, Caxias do Sul concentra uma quantidade absurda de veículos, um número elevadíssimo, além de todos os veículos que trafegam por aqui, porque estamos no centro da Serra Gaúcha, somos um polo. Então, a gente recebe gente de todas as cidades aqui do nosso entorno, diariamente entram e saem. E, de fato, nós temos que fazer implementação, não somente estudo de viabilidade técnica, mas implementar. Agora, implementar com recurso. E aí vem o fator. A gente vai para a Região Metropolitana, nós observamos que cada canto tem uma elevada, tem uma rotatória, tem um local bem estruturado, projetos do governo federal, governo do Estado.
VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Me permite um aparte, vereador?
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Em tempo oportuno. Quando chega em Caxias, muitos desses projetos acabam não sendo viabilizados porque falta recurso. Existe uma parcela de contribuição e de investimento do Município? De fato, existe. Agora, tem recurso que depende também do governo federal investir na nossa cidade, que não está sendo contemplada. E se o recurso está disponível e não tem projeto, então que a nossa Secretaria faça o projeto para que possa captar o recurso. A gente tem que ser coerente aqui. Se tem recurso e não tem projeto, o problema está no projeto. Se tem ideia, tem o projeto, mas não tem recurso, então que mande recurso. Assim como a questão da saúde. A gente tem que lembrar, nós, oposição, base aliada, seja quem for, que a tabela SUS está desatualizada desde 2013. Tivemos pandemia, tivemos enchente, muita coisa foi inflacionada nesse período. Então, muita coisa que se comprava com R$ 100,00 no passado, hoje não se consegue mais comprar. Seu aparte, vereador Capitão Ramon.
VEREADOR CAPITÃO RAMON (PL): Vereador Calebe, exatamente, tem que ter projeto. Ontem, em conversa com o engenheiro do Dnit, ele disse que tinha um projeto. O ministro da infraestrutura, Renan Filho, tinha destinado recurso para a duplicação da BR-116, ali naquele trecho que eu falei, que são dois quilômetros. No entanto, teve um problema jurídico com a Sulgás. Então, a gente, nós, como Município, nós temos que notificar essa empresa para que ela construa seu gasoduto em outro local, não as margens da BR. Obrigado.
VEREADOR CALEBE GARBIN (PP): Precisamos, então, somar esforços, tanto do projeto quanto do recurso, e entender que os desafios das grandes cidades são esses, e que se apresentam para nós. Era isso, presidente. Muito obrigado.
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