VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Obrigado, presidente Marisol, colegas. A gente está aqui sim para fazer cada um o seu trabalho e também sempre somos parceiros quando um precisar. Mas colegas, eu uso esse espaço hoje... o assunto que me intriga desde lá, nos primeiros dias que eu voltei nesta Casa. Quando eu estava lá de coordenador eu parei umas duas vezes, diante do meu trabalho, ali onde estava sendo construída uma ponte provisória, que é ali no asfato de Sebastopol, e que liga no outro lado, na estrada que dá acesso a São José do Caí, que seria um paliativo enquanto se faça uma ponte nova que liga entre Caxias e Nova Petrópolis. Naquele momento confesso a vocês que eu fiquei até assim enfatizado naquele momento o dever que quando a gente quer as coisas acontecem. E naquele momento, colegas, eu vi ali praticamente um movimento... assim, parecia quase que como uma guerra de movimentação e carretas, enfim. Mas eu me perguntei, estava o Rudimar Menegotto junto, eu disse: Rudi, isso aqui vai dar problema. Porque veja bem, estão afunilando o rio, jogando a água para lá, o rio mudou de roteiro, aí parou também ali o proprietário que tinha a cana ali para o lado de cima, muito brabo porque não pediram nada e eu orientei ele a buscar, sim, o sindicato que pudesse amparar juridicamente que ele disse que perdeu 60 mil quilos de cana e que era o sustento da sua família e que tem uma agroindústria. Bom, naquele momento eu queria sim usar esse espaço para colocar da minha visão, de um agricultor com oitava série, que isso talvez não daria certo. Por quê? Quando o rio enche ou ele volta para atrás e numa das casas, ou ele leva embora o asfalto que liga Sebastopol a Vila Cristina. Até questionei, me orientei com o jornalista renomado da nossa cidade, vereador Lucas, porque eu pensei: Se eu me manifestar pode dar a impressão que eu estaria contra fazer isso. Poderia! Este vereador jamais é contra isso, jamais. Deixar bem claro e peço ajuda, enfim, aos meios de comunicação, à imprensa porque eu não sou contra. Li dias depois, fiquei quieto e mostrou que numa chuva bem menor já começou cair tudo lá, o que está sendo, no meu entendimento, sim, era até possível, mas teria que ser pedras grandes. O material igual aquele que estava sendo colocado ali tem dentro do rio, mas eu não vou questionar. Não sei o órgão que está por trás disso. Sei que o Exército está ali, alguém contratou o Exército ou é voluntário. Eu não sou contra nada disso e não quero encontrar culpados. Só que hoje eu venho... o tempo mostrou, enquanto isso vai passando tudo que tem ali, a minha assessoria, e a comunidade me cobra muito dos dois lados. Temos gente que trabalha em São José do Caí, temos funcionário aqui na Prefeitura que mora em Nova Petrópolis, vou citar uma que é a Vanize, que precisa se deslocar. Houve ali, aquele momento da implosão da ponte, explosão, e segundo os moradores explodiram e deu, não tem mais ninguém lá. E hoje estou na dúvida. Foi anunciado que em oito meses fica a ponte nova pronta. Eu, hoje, tenho dúvida. Vai começar daqui oito meses a ponte? Mas antes disso, aquela obra lá, aquela ali, gente, depois daquele dia, que mostrou lá no final do vídeo, enfim, o áudio, ali tem uma foto do rio já tirando tudo, parou tudo, está tudo parado. E ontem de manhã, quando eu vi ali na Rádio Gaúcha, até daqui a Veranópolis liberando por algumas horas, ótimo. Tá, mas e aquele povo lá embaixo, como é que fica a ligação? Agora, se não fechou, vai fechar aquela de ferro, de Feliz. Parece que liberaram lá uma ponta de madeira no Bananal, precária, como a gente tem muitos trechos na nossa cidade. Mas e aí, está parado ali. Quem é, quem tem que tomar frente nisso aí? São os dois municípios? Eu quero que os colegas também me ajudem, porque está abandonado, segundo os moradores. Falei domingo, em um aniversário, com o Remildo, foi subprefeito: parado. Liguei ontem para o secretário de Transportes aqui de Caxias, disse: “Bah, Alfonso, tu está sabendo que está tudo...” “Não, para mim é novidade.” Está tudo parado. O que está acontecendo? Bom, naquele dia, quando eu queria vir aqui com aquele assunto, e tinha muito receio que fosse visto como sendo do contra, de novo vou deixar claro, porque esse jornalista me orientou que é para repetir muitas vezes que eu não sou contra, totalmente o contrário. Aquele dia eu ia questionar... Mas eu pensei, digo: “Bom alguém está por trás disso, tem um engenheiro, um responsável, o Dnit.” Eu, sinceramente, não sei a quem recorrer, buscar explicação. Mas é explicação que o povo quer, é saber se vai acontecer a ponte provisória. Hoje, gente, hoje teve vários, eu tenho vários áudio ali, Vana Pienegonda. Tem um caiaque lá, Lucas, caiaque que eles usam para atravessar. Quando ele está do cá, aquele de lá. Esse é o meio de transporte que tem ali na ponta, um caiaque. Eles me pediram até ver a possibilidade, talvez com os bombeiros, de um bote, algum meio. Porque, de novo, tem gente que trabalha para o lado de lá, tem idosos, precisam ir ao médico. Tem que fazer 35 quilômetros, o Mochila, é funcionário de Vila Cristina, operador. Trinta e cinco quilômetros para vir trabalhar na subprefeitura. Bom, se for por uma semana, duas, não tem problema, nós temos vários trechos aqui no município assim. Mas não se vê uma luz, parou, parou ali. Olha, alguém é responsável por isso. Essas pedras pequenas ali o rio vai levar embora logo. Bom, se chover pouco, melhor. Mas o pior de tudo, parou tudo. Aquele cenário de guerra lá, que eu vi lá aquele dia, que eu fiquei até satisfeito com o que eu vi, quando as coisas querem, acontece. Ajuda, exército. Não sei de que formato, se alguém paga ou se é voluntário. Vai acontecer. Eu não concordava, a meu ver, afunilar o rio. O rio mudou de roteiro ali, gente, o Rio Caí. Ele está indo para lá, mais próximo da estrada que liga a São José do Caí. No meio ali, precisa retirar, no meio do rio, uns quatro metros de material. (Manifestação com auxílio de imagem) Tipo desse aí, teria tudo ali longe, 100 metros. Retirar e jogar ali, se é nesse formato. Mas não sou eu que tenho que dizer se isso é garantido ou não. Mas o que eu chamo atenção e preciso muito é que a imprensa nos ajude, a imprensa é muito importante nesta hora. Quem é responsável por fazer andar isso aí? Vai acontecer mesmo? A ponte que foi explodida lá, vai começar daqui oito meses? Vai terminar daqui oito mês? Duvido, no formato que está ali. Explodiram a ponte, sumiu todo mundo. Eu não poderia nem falar, porque na nossa cidade também nós temos questões assim. Mas então pelo menos deixa lá, que eles passavam a pé, aqueles que trabalham lá na empresa que tem em São José do Caí, aqueles que trabalham para o lado de cá. Agora está lá um caiaque, modelo antigo, de pescador, para atravessar o rio quando ele tiver de cá ou de lá. E ninguém fala nada, não tem deputado, não tem nada que mexe. Parece que esqueceram daqui. Não vou nem falar naquele contexto dos dois municípios, que perdem turismo, tudo. O que eu vejo é que no domingo, quando eu saio para vir para Caxias, não tem mais aquela fila de pessoas, caxienses voltando de Gramado ou Nova Petrópolis. Isso eu não vejo. Quem é que vai fazer 30 quilômetros a mais, estrada de chão, provavelmente feia como as nossas, para poder ir lá fazer turismo? Mas de novo, o que me chama atenção, gente, é o abandono. E o povo nos cobra, deve nos cobrar. Vários eu tenho aqui, pedindo domingo de noite. Aquele, o Mochila, oito minutos um áudio dele: “Por favor, nos ajudem.” O senhor tinha apelido aparte?
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Pode ser, vereador. Rapidinho.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Então, no momento oportuno, uma Declaração de Líder também. O seu aparte.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Obrigado, vereador Veloccino. Realmente, o Rio Caí ficou muito raso, né? Daí fizeram essa contenção para fazer uma ponte temporária de ferro, acho que foi.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): É o que se ouvia.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): É o que se ouviu. Em 20 dias estaria pronto. Só que eles botaram pedras finas; o rio está assoreado. A primeira chuvarada que der, vai levar inteira a cabeceira do que eles fizeram ali, com pouca sustentação. É muito cascalho ali, o rio vai arrastar tudo, porque não tem profundidade mais nessa região ali, que a gente esteve lá olhando. Eu fico preocupado com a fala do senhor, porque prometeram resolver de forma rápida, imediata. Tem uma economia toda que gira ali na região, que está estagnada. Nós estamos... Inclusive, turismo para a Região das Hortênsias está comprometido, porque ninguém vai fazer estrada de chão ou aumentar em 50, 60 quilômetros para ir passear, para fazer turismo. Ao mesmo tempo, Caxias fica isolada. Tem vários produtores de hortifrúti também, do outro lado, que têm que escoar sua produção, que é importantíssimo também para a nossa região. Eu não sei, nós temos que cobrar, tem que saber qual é a previsão, a pretensão. Desistiram da ponte de ferro? Vão ainda fazer? A nova ponte implodiram, deixaram dentro do rio os destroços. Vão tirar o cascalho que está no meio do rio? Porque tem ilhas, se formaram ilhas ali no Rio Caí. E essas ilhas têm que ser tiradas, aquelas pedras das ilhas, porque vai invadir de novo toda a margem. Primeira chuvarada que der, vereador, pode ter certeza que vai ser um outro caos, porque ali, afunilando, vai chegar às casas a água.
VEREADOR CLOVIS XUXA (UNIÃO): Um aparte, vereador.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Vai represar a água do rio. Não tem. Ou vai cair essa contenção, ou vai represar, e vai alagar nas laterais também.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Um aparte, vereador.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Então, parabéns pela sua fala. Eu acho que a cobrança tem que ser engrossada, sim.
VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Um aparte.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Nós temos que ir para cima; porque, se a gente não cobrar agora e fizer, daqui a pouco vai passar essa parte de calamidade pública, e nós vamos demorar dois, três anos para resolver o problema. Obrigado.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Obrigado pela contribuição. Novamente quero deixar bem claro, este vereador não é contra aquilo que vinha sendo feito. Eu me questionava se será que era aquilo mesmo. Eu não estou querendo achar culpado, partido. O meu partido é o povo, que lá nos cobra. Eu tenho muita afinidade com o povo de lá. O Crério Finn, que foi esse ali que, enfim, tomaram conta, nem perguntaram nada, 60 mil quilos de cana, que ele faz rapadura, faz chimia, é uma agroindústria, ninguém questionou nada. Mas não é esse o contexto. Que não se vê mais, não se vê. Nós precisamos que todos os entes... Os dois prefeitos, tudo que é deputado da região. Ou será que tem que fazer que nem lá, no município vizinho? Será que tem que fazer como na BR? Então, nesse contexto, se fosse que não se metesse ali aquele grupo de empresários, a BR que liga Vila Cristina a Golópolis estava ainda fechada. Mas por quê, então, nesse modelo acontece? E ali, que devem ter vários responsáveis, quem sou eu para questionar? Eu, sinceramente, não conheço esse modelo do exército. Acho muito bom, plausível, porque tu vê o resultado. Mas provavelmente devem ter feito a trancos e barrancos, porque não deu garantia. Porque o meio ambiente mostrou esses dias que não era garantia. Aí para tudo. Mas pelo menos que digam alguma coisa, que falem para o povo: “Oh, nós estamos reestudando. Talvez não era ali.” Mas olha o material que tem bem perto ali, dentro do rio, gente. Bem pertinho. Se não tirar quatro, cinco metros depois, dali para lá, todo aquele material de dentro, para a água ir rapidamente embora, naquele fechamento que houve ali, vai levar embora tudo. Então, de novo, que não seja dito pelos meios que eu, vereador, vim aqui e falei que sou contra isso. Nós precisamos de algum tipo de solução. Eu até pensei esses dias, nós estávamos discutindo muito sobre requerimento. Mas vou perguntar para quem? Para qual o ente, vereador Xuxa? É o Dnit? É o governo federal? São os dois municípios? É o Estado? Eu acho que é a junção de todos para que não aconteça o que aconteceu de estar abandonado. Tanto aquela que explodiu, tudo bem, tinha que explodir, e tanto aquela outra que era um paliativo. Qual é a luz que aquele povo vai ter nos próximos dias se não tem mais nada lá? Só tem o aparato pronto para poder fazer alguma coisa. Quem pediu um aparte? Vereador Xuxa.
VEREADOR CLÓVIS XUXA (UNIÃO): Obrigado, vereador Uez. Eu cumprimento o senhor que está sempre preocupado com as lutas próximas a Galópolis, por ali, o senhor está sempre preocupado. E dizer que quando se ajusta um projeto tem que se ajustar com a comunidade, tem que chamar as empresas dos arredores, tem que ouvir o Poder Público das diversas cidades que também são ali em torno, tem que chamar essas pessoas para poder ajustar o projeto, isso aí é um projeto que não foi ajustado. A gente não está sabendo o que vai acontecer, a comunidade não sabe que vai acontecer, pessoal vem cobrar o senhor, isso aí é falta de ajuste. Teria que ter chamado todas essas entidades, que eu já pronunciei aqui, para fazer esse ajuste para ver a possibilidade de terem que fazer mais rápido essa ponte para que nós possamos fluir de Caxias a Gramado ou Caxias a Petrópolis. Parabéns pelo seu tema. Obrigado, vereador.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Obrigado, vereador Xuxa. Eu me questiono: será que tinha projeto? Vereador Sandro.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Obrigado pelo aparte, vereador Velocino. Parabenizo o senhor por trazer essa questão tão importante. Mas eu, o senhor me perdoe, eu vou dizer assim: a ponte é muito importante, como também o vereador Scalco comentou, no turismo, na economia para as pessoas poderem se manifestar, mas eu tenho uma preocupação maior que a ponte. Cadê o IBAMA, meio ambiente, os responsáveis que ainda não começaram a fazer a limpeza dos rios? Ainda não mexeram uma palha, eu não vi uma máquina, eu não vi uma draga, eu não vi um caminhão levando, eu não vi nada até agora. Eu não vi nada! E aqui eu me permito a dizer o seguinte: vale mais o assoreamento do rio ou as vidas que vão se perder de novo? E vai estar na conta de quem não está fazendo esse serviço...
VEREADOR GILFREDO DE CAMILLIS (PSB): Um aparte, por favor.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Vai estar na conta dessa gente. Por quê? Hoje, com todo o dinheiro que disseram, vereador Velocino, que disseram, porque eu não sei, eu não tenho como... Que veio para cá para ajudar o Rio Grande do Sul, não tem dinheiro para botar as dragas, botar umas máquinas para limpar esses rios? Aonde é que estão as máquinas para limpar os rios? E se daqui um mês dá outra tempestade que nem deu outro dia? A maioria, vereador Velocino, a maioria, e eu arrisco dizer que 80% está fazendo a casa no mesmo lugar porque não tem outro lugar para ir. E aí, a não limpeza dos rios, vai acontecer de novo e aquelas pessoas, muitas vão perder a vida! Quem vai ser o responsável? Eu vou ser um que eu vou cobrar! Obrigado, vereador.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Obrigado, vereadora. Marisol, presidente.
PRESIDENTE MARISOL SANTOS (PSDB): Só passo a condução dos trabalhos ao vereador Felipe Gremelmaier.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Segura o tempo, então, que está curto, aqui. (Pausa) Fala, presidente.
VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Muito bem, voltando a contar o tempo aqui. Eu acho importantíssimo que a gente fale sobre isso, vereador Velocino, e quero lhe parabenizar. Eu estive, como presidente da Câmara, no dia em que o ministro Renan Filho esteve aqui e tenho certeza que essa é uma obra que a gente tem, sim, que cobrar e a responsabilidade é do Governo Federal, é do Ministério dos Transportes e do DNIT. O DNIT é o responsável por esse trabalho que estava se fazendo, tanto da implosão daquela ponte quanto da estrutura metálica que seria colocada, por isso a vinda do exército, enfim. E acho que nós podemos cobrar como Casa Legislativa, inclusive, respostas do DNIT em relação à previsão, porque, no momento em que nós estivemos lá, era um alento, como o senhor está dizendo, é importantíssimo e é um alento para a comunidade, mas alguma coisa se viu que não deu certo. Precisa se retomar e acho que a gente pode fazer aqui essa solicitação, pode ser pelo seu gabinete, em relação ao DNIT, pode ser pela Casa. Acho que nós temos, sim, que convocar e conversar com os nossos representantes, a deputada Denise Pessôa esteve, por exemplo, junto conosco, em reunião do Gabinete de Crise, quando a gente conversou sobre isso. Lá estava representada, tem uma ligação mais próxima com o superintendente, com o Hiratan. Então acho que a gente tem que entender. E esta Casa Legislativa precisa ter informações de quando isso efetivamente vai voltar a acontecer. Parabéns por ter trazido esse tema para a Casa.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Obrigado. Trinta segundos, Camillis.
VEREADOR GILFREDO DE CAMILLIS (PSB): Obrigado, colega vereador. Rapidinho. Eu sempre fui contra essa implosão. Quem sou eu, né? A gente fala, mas assim, parece que nós somos um país rico. Implodir uma ponte dessas? Será que não teria uma tecnologia para refazer aquela pilastra, aquela viga? Não precisava ter implodido totalmente essa ponte. Muito obrigado.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Camillis, eu também tenho esse entendimento. Eu só questiono, presidente Marisol, eu gostaria muito que pudesse ser assessorado, até por toda essa Casa, de ver que formato de documento a gente pode fazer como uma Casa Legislativa, como um todo, e pedindo sim o auxílio de todos os entes, deputados e a imprensa, nos ajude neste momento. O senhor sabe de quem eu estou falando. Nos ajude. A sua opinião é muito importante, aquela comunidade merece um pouquinho de respeito, pelo menos explicações.