VEREADOR CLÓVIS XUXA (UNIÃO): Senhora presidente, demais colega da Mesa, colegas vereadores, você que está nos assistindo através da TV Câmara e redes sócias, eu faço um voto de congratulações ao DNIT. Eu como presidente da frente parlamentar das melhorias da BR 116 e Rota do Sol, ontem, a empresa terceirizada do DNIT começou já a fazer as pinturas, as pinturas de faixa de segurança, eixo central da via da BR 116... Também já começou fazer a colocação de placa de sinalização aí da BR 116 e estivemos falando com o engenheiro ontem e ele falou que está fazendo um novo método de fazer a faixa de segurança, onde reflete bem melhor para os motoristas. Então meu voto de congratulações hoje vai então para a empresa DNIT e não esquecendo de cumprimentar o prefeito municipal de Caxias do Sul, que tanto também está fazendo pela BR 116. Obrigado, presidente.
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VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Obrigado. Bom dia, presidente Marisol, colegas vereadores, vereadoras, pessoas que nos acompanham aqui na plateia. Prefeito Adiló confesso que quando estava na cama e escutei o barulho da chuva lembrei do senhor preocupado com os problemas na cidade. Infelizmente, nós vamos atravessar mais um momento aí de chuvas diante do que nós passamos. Mas utilizo, presidente Marisol, esse momento para fazer um voto de congratulações, um voto de louvor, para uma colega da rede pública municipal, professora, a professora Isadora Roncarelli, que ontem defendeu a sua tese de doutorado, no Doutorado de Educação da Universidade de Caxias do Sul, intitulado de Cotidiano da Escola na Pandemia da Covid 19: uma docência em movimento pela voz dos professores. Isadora, que é professora pública municipal, então, agora cola o grau de doutora, inclusive, na postagem dela, ela coloca aqui, doutora, é quem tem doutorado, é isso que importante. Vários colegas da rede municipal que seguem estudando e fazendo suas pesquisas. Então parabéns a Isadora, doutora na rede municipal de Caxias do Sul. Obrigado.
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VEREADOR ZÉ DAMBRÓS (PSB): Senhora presidente e nobres colegas, faço um voto de congratulações, parabenizo o clube de mães do Centro Espírita no Caminho da Luz, no Bairro Pioneiro. Em nome da dona Etelvina, todas as senhoras que estavam lá ontem, passei por lá e aí eu perguntei, Velocino, se mais de duas pedirem para eu pegar o violão, eu pego o violão e cantamos! E mais de três me chamaram de bonito, cantamos a tarde inteira. Então foi uma festa, um belo encontro. Parabéns às mulheres que estão lá costurando, preparando roupas para os que mais precisam. Faço, então, voto de congratulações, parabenizo o Clube de Mães do Pioneiro, do Centro Espírita Caminho da Luz. Era isso, senhora presidente.
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Não houve manifestação

VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Obrigado, presidente Marisol, colegas. A gente está aqui sim para fazer cada um o seu trabalho e também sempre somos parceiros quando um precisar. Mas colegas, eu uso esse espaço hoje... o assunto que me intriga desde lá, nos primeiros dias que eu voltei nesta Casa. Quando eu estava lá de coordenador eu parei umas duas vezes, diante do meu trabalho, ali onde estava sendo construída uma ponte provisória, que é ali no asfato de Sebastopol, e que liga no outro lado, na estrada que dá acesso a São José do Caí, que seria um paliativo enquanto se faça uma ponte nova que liga entre Caxias e Nova Petrópolis. Naquele momento confesso a vocês que eu fiquei até assim enfatizado naquele momento o dever que quando a gente quer as coisas acontecem. E naquele momento, colegas, eu vi ali praticamente um movimento... assim, parecia quase que como uma guerra de movimentação e carretas, enfim. Mas eu me perguntei, estava o Rudimar Menegotto junto, eu disse: Rudi, isso aqui vai dar problema. Porque veja bem, estão afunilando o rio, jogando a água para lá, o rio mudou de roteiro, aí parou também ali o proprietário que tinha a cana ali para o lado de cima, muito brabo porque não pediram nada e eu orientei ele a buscar, sim, o sindicato que pudesse amparar juridicamente que ele disse que perdeu 60 mil quilos de cana e que era o sustento da sua família e que tem uma agroindústria. Bom, naquele momento eu queria sim usar esse espaço para colocar da minha visão, de um agricultor com oitava série, que isso talvez não daria certo. Por quê? Quando o rio enche ou ele volta para atrás e numa das casas, ou ele leva embora o asfalto que liga Sebastopol a Vila Cristina. Até questionei, me orientei com o jornalista renomado da nossa cidade, vereador Lucas, porque eu pensei: Se eu me manifestar pode dar a impressão que eu estaria contra fazer isso. Poderia! Este vereador jamais é contra isso, jamais. Deixar bem claro e peço ajuda, enfim, aos meios de comunicação, à imprensa porque eu não sou contra. Li dias depois, fiquei quieto e mostrou que numa chuva bem menor já começou cair tudo lá, o que está sendo, no meu entendimento, sim, era até possível, mas teria que ser pedras grandes. O material igual aquele que estava sendo colocado ali tem dentro do rio, mas eu não vou questionar. Não sei o órgão que está por trás disso. Sei que o Exército está ali, alguém contratou o Exército ou é voluntário. Eu não sou contra nada disso e não quero encontrar culpados. Só que hoje eu venho... o tempo mostrou, enquanto isso vai passando tudo que tem ali, a minha assessoria, e a comunidade me cobra muito dos dois lados. Temos gente que trabalha em São José do Caí, temos funcionário aqui na Prefeitura que mora em Nova Petrópolis, vou citar uma que é a Vanize, que precisa se deslocar. Houve ali, aquele momento da implosão da ponte, explosão, e segundo os moradores explodiram e deu, não tem mais ninguém lá. E hoje estou na dúvida. Foi anunciado que em oito meses fica a ponte nova pronta. Eu, hoje, tenho dúvida. Vai começar daqui oito meses a ponte? Mas antes disso, aquela obra lá, aquela ali, gente, depois daquele dia, que mostrou lá no final do vídeo, enfim, o áudio, ali tem uma foto do rio já tirando tudo, parou tudo, está tudo parado. E ontem de manhã, quando eu vi ali na Rádio Gaúcha, até daqui a Veranópolis liberando por algumas horas, ótimo. Tá, mas e aquele povo lá embaixo, como é que fica a ligação? Agora, se não fechou, vai fechar aquela de ferro, de Feliz. Parece que liberaram lá uma ponta de madeira no Bananal, precária, como a gente tem muitos trechos na nossa cidade. Mas e aí, está parado ali. Quem é, quem tem que tomar frente nisso aí? São os dois municípios? Eu quero que os colegas também me ajudem, porque está abandonado, segundo os moradores. Falei domingo, em um aniversário, com o Remildo, foi subprefeito: parado. Liguei ontem para o secretário de Transportes aqui de Caxias, disse: “Bah, Alfonso, tu está sabendo que está tudo...” “Não, para mim é novidade.” Está tudo parado. O que está acontecendo? Bom, naquele dia, quando eu queria vir aqui com aquele assunto, e tinha muito receio que fosse visto como sendo do contra, de novo vou deixar claro, porque esse jornalista me orientou que é para repetir muitas vezes que eu não sou contra, totalmente o contrário. Aquele dia eu ia questionar... Mas eu pensei, digo: “Bom alguém está por trás disso, tem um engenheiro, um responsável, o Dnit.” Eu, sinceramente, não sei a quem recorrer, buscar explicação. Mas é explicação que o povo quer, é saber se vai acontecer a ponte provisória. Hoje, gente, hoje teve vários, eu tenho vários áudio ali, Vana Pienegonda. Tem um caiaque lá, Lucas, caiaque que eles usam para atravessar. Quando ele está do cá, aquele de lá. Esse é o meio de transporte que tem ali na ponta, um caiaque. Eles me pediram até ver a possibilidade, talvez com os bombeiros, de um bote, algum meio. Porque, de novo, tem gente que trabalha para o lado de lá, tem idosos, precisam ir ao médico. Tem que fazer 35 quilômetros, o Mochila, é funcionário de Vila Cristina, operador. Trinta e cinco quilômetros para vir trabalhar na subprefeitura. Bom, se for por uma semana, duas, não tem problema, nós temos vários trechos aqui no município assim. Mas não se vê uma luz, parou, parou ali. Olha, alguém é responsável por isso. Essas pedras pequenas ali o rio vai levar embora logo. Bom, se chover pouco, melhor. Mas o pior de tudo, parou tudo. Aquele cenário de guerra lá, que eu vi lá aquele dia, que eu fiquei até satisfeito com o que eu vi, quando as coisas querem, acontece. Ajuda, exército. Não sei de que formato, se alguém paga ou se é voluntário. Vai acontecer. Eu não concordava, a meu ver, afunilar o rio. O rio mudou de roteiro ali, gente, o Rio Caí. Ele está indo para lá, mais próximo da estrada que liga a São José do Caí. No meio ali, precisa retirar, no meio do rio, uns quatro metros de material. (Manifestação com auxílio de imagem) Tipo desse aí, teria tudo ali longe, 100 metros. Retirar e jogar ali, se é nesse formato. Mas não sou eu que tenho que dizer se isso é garantido ou não. Mas o que eu chamo atenção e preciso muito é que a imprensa nos ajude, a imprensa é muito importante nesta hora. Quem é responsável por fazer andar isso aí? Vai acontecer mesmo? A ponte que foi explodida lá, vai começar daqui oito meses? Vai terminar daqui oito mês? Duvido, no formato que está ali. Explodiram a ponte, sumiu todo mundo. Eu não poderia nem falar, porque na nossa cidade também nós temos questões assim. Mas então pelo menos deixa lá, que eles passavam a pé, aqueles que trabalham lá na empresa que tem em São José do Caí, aqueles que trabalham para o lado de cá. Agora está lá um caiaque, modelo antigo, de pescador, para atravessar o rio quando ele tiver de cá ou de lá. E ninguém fala nada, não tem deputado, não tem nada que mexe. Parece que esqueceram daqui. Não vou nem falar naquele contexto dos dois municípios, que perdem turismo, tudo. O que eu vejo é que no domingo, quando eu saio para vir para Caxias, não tem mais aquela fila de pessoas, caxienses voltando de Gramado ou Nova Petrópolis. Isso eu não vejo. Quem é que vai fazer 30 quilômetros a mais, estrada de chão, provavelmente feia como as nossas, para poder ir lá fazer turismo? Mas de novo, o que me chama atenção, gente, é o abandono. E o povo nos cobra, deve nos cobrar. Vários eu tenho aqui, pedindo domingo de noite. Aquele, o Mochila, oito minutos um áudio dele: “Por favor, nos ajudem.” O senhor tinha apelido aparte?
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Pode ser, vereador. Rapidinho.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Então, no momento oportuno, uma Declaração de Líder também. O seu aparte.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Obrigado, vereador Veloccino. Realmente, o Rio Caí ficou muito raso, né? Daí fizeram essa contenção para fazer uma ponte temporária de ferro, acho que foi.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): É o que se ouvia.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): É o que se ouviu. Em 20 dias estaria pronto. Só que eles botaram pedras finas; o rio está assoreado. A primeira chuvarada que der, vai levar inteira a cabeceira do que eles fizeram ali, com pouca sustentação. É muito cascalho ali, o rio vai arrastar tudo, porque não tem profundidade mais nessa região ali, que a gente esteve lá olhando. Eu fico preocupado com a fala do senhor, porque prometeram resolver de forma rápida, imediata. Tem uma economia toda que gira ali na região, que está estagnada. Nós estamos... Inclusive, turismo para a Região das Hortênsias está comprometido, porque ninguém vai fazer estrada de chão ou aumentar em 50, 60 quilômetros para ir passear, para fazer turismo. Ao mesmo tempo, Caxias fica isolada. Tem vários produtores de hortifrúti também, do outro lado, que têm que escoar sua produção, que é importantíssimo também para a nossa região. Eu não sei, nós temos que cobrar, tem que saber qual é a previsão, a pretensão. Desistiram da ponte de ferro? Vão ainda fazer? A nova ponte implodiram, deixaram dentro do rio os destroços. Vão tirar o cascalho que está no meio do rio? Porque tem ilhas, se formaram ilhas ali no Rio Caí. E essas ilhas têm que ser tiradas, aquelas pedras das ilhas, porque vai invadir de novo toda a margem. Primeira chuvarada que der, vereador, pode ter certeza que vai ser um outro caos, porque ali, afunilando, vai chegar às casas a água.
VEREADOR CLOVIS XUXA (UNIÃO): Um aparte, vereador.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Vai represar a água do rio. Não tem. Ou vai cair essa contenção, ou vai represar, e vai alagar nas laterais também.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Um aparte, vereador.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Então, parabéns pela sua fala. Eu acho que a cobrança tem que ser engrossada, sim.
VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Um aparte.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (PL): Nós temos que ir para cima; porque, se a gente não cobrar agora e fizer, daqui a pouco vai passar essa parte de calamidade pública, e nós vamos demorar dois, três anos para resolver o problema. Obrigado.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Obrigado pela contribuição. Novamente quero deixar bem claro, este vereador não é contra aquilo que vinha sendo feito. Eu me questionava se será que era aquilo mesmo. Eu não estou querendo achar culpado, partido. O meu partido é o povo, que lá nos cobra. Eu tenho muita afinidade com o povo de lá. O Crério Finn, que foi esse ali que, enfim, tomaram conta, nem perguntaram nada, 60 mil quilos de cana, que ele faz rapadura, faz chimia, é uma agroindústria, ninguém questionou nada. Mas não é esse o contexto. Que não se vê mais, não se vê. Nós precisamos que todos os entes... Os dois prefeitos, tudo que é deputado da região. Ou será que tem que fazer que nem lá, no município vizinho? Será que tem que fazer como na BR? Então, nesse contexto, se fosse que não se metesse ali aquele grupo de empresários, a BR que liga Vila Cristina a Golópolis estava ainda fechada. Mas por quê, então, nesse modelo acontece? E ali, que devem ter vários responsáveis, quem sou eu para questionar? Eu, sinceramente, não conheço esse modelo do exército. Acho muito bom, plausível, porque tu vê o resultado. Mas provavelmente devem ter feito a trancos e barrancos, porque não deu garantia. Porque o meio ambiente mostrou esses dias que não era garantia. Aí para tudo. Mas pelo menos que digam alguma coisa, que falem para o povo: “Oh, nós estamos reestudando. Talvez não era ali.” Mas olha o material que tem bem perto ali, dentro do rio, gente. Bem pertinho. Se não tirar quatro, cinco metros depois, dali para lá, todo aquele material de dentro, para a água ir rapidamente embora, naquele fechamento que houve ali, vai levar embora tudo. Então, de novo, que não seja dito pelos meios que eu, vereador, vim aqui e falei que sou contra isso. Nós precisamos de algum tipo de solução. Eu até pensei esses dias, nós estávamos discutindo muito sobre requerimento. Mas vou perguntar para quem? Para qual o ente, vereador Xuxa? É o Dnit? É o governo federal? São os dois municípios? É o Estado? Eu acho que é a junção de todos para que não aconteça o que aconteceu de estar abandonado. Tanto aquela que explodiu, tudo bem, tinha que explodir, e tanto aquela outra que era um paliativo. Qual é a luz que aquele povo vai ter nos próximos dias se não tem mais nada lá? Só tem o aparato pronto para poder fazer alguma coisa. Quem pediu um aparte? Vereador Xuxa.
VEREADOR CLÓVIS XUXA (UNIÃO): Obrigado, vereador Uez. Eu cumprimento o senhor que está sempre preocupado com as lutas próximas a Galópolis, por ali, o senhor está sempre preocupado. E dizer que quando se ajusta um projeto tem que se ajustar com a comunidade, tem que chamar as empresas dos arredores, tem que ouvir o Poder Público das diversas cidades que também são ali em torno, tem que chamar essas pessoas para poder ajustar o projeto, isso aí é um projeto que não foi ajustado. A gente não está sabendo o que vai acontecer, a comunidade não sabe que vai acontecer, pessoal vem cobrar o senhor, isso aí é falta de ajuste. Teria que ter chamado todas essas entidades, que eu já pronunciei aqui, para fazer esse ajuste para ver a possibilidade de terem que fazer mais rápido essa ponte para que nós possamos fluir de Caxias a Gramado ou Caxias a Petrópolis. Parabéns pelo seu tema. Obrigado, vereador.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Obrigado, vereador Xuxa. Eu me questiono: será que tinha projeto? Vereador Sandro.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Obrigado pelo aparte, vereador Velocino. Parabenizo o senhor por trazer essa questão tão importante. Mas eu, o senhor me perdoe, eu vou dizer assim: a ponte é muito importante, como também o vereador Scalco comentou, no turismo, na economia para as pessoas poderem se manifestar, mas eu tenho uma preocupação maior que a ponte. Cadê o IBAMA, meio ambiente, os responsáveis que ainda não começaram a fazer a limpeza dos rios? Ainda não mexeram uma palha, eu não vi uma máquina, eu não vi uma draga, eu não vi um caminhão levando, eu não vi nada até agora. Eu não vi nada! E aqui eu me permito a dizer o seguinte: vale mais o assoreamento do rio ou as vidas que vão se perder de novo? E vai estar na conta de quem não está fazendo esse serviço...
VEREADOR GILFREDO DE CAMILLIS (PSB): Um aparte, por favor.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Vai estar na conta dessa gente. Por quê? Hoje, com todo o dinheiro que disseram, vereador Velocino, que disseram, porque eu não sei, eu não tenho como... Que veio para cá para ajudar o Rio Grande do Sul, não tem dinheiro para botar as dragas, botar umas máquinas para limpar esses rios? Aonde é que estão as máquinas para limpar os rios? E se daqui um mês dá outra tempestade que nem deu outro dia? A maioria, vereador Velocino, a maioria, e eu arrisco dizer que 80% está fazendo a casa no mesmo lugar porque não tem outro lugar para ir. E aí, a não limpeza dos rios, vai acontecer de novo e aquelas pessoas, muitas vão perder a vida! Quem vai ser o responsável? Eu vou ser um que eu vou cobrar! Obrigado, vereador.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Obrigado, vereadora. Marisol, presidente.
 
PRESIDENTE MARISOL SANTOS (PSDB): Só passo a condução dos trabalhos ao vereador Felipe Gremelmaier.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Segura o tempo, então, que está curto, aqui. (Pausa) Fala, presidente.
VEREADORA MARISOL SANTOS (PSDB): Muito bem, voltando a contar o tempo aqui. Eu acho importantíssimo que a gente fale sobre isso, vereador Velocino, e quero lhe parabenizar. Eu estive, como presidente da Câmara, no dia em que o ministro Renan Filho esteve aqui e tenho certeza que essa é uma obra que a gente tem, sim, que cobrar e a responsabilidade é do Governo Federal, é do Ministério dos Transportes e do DNIT. O DNIT é o responsável por esse trabalho que estava se fazendo, tanto da implosão daquela ponte quanto da estrutura metálica que seria colocada, por isso a vinda do exército, enfim. E acho que nós podemos cobrar como Casa Legislativa, inclusive, respostas do DNIT em relação à previsão, porque, no momento em que nós estivemos lá, era um alento, como o senhor está dizendo, é importantíssimo e é um alento para a comunidade, mas alguma coisa se viu que não deu certo. Precisa se retomar e acho que a gente pode fazer aqui essa solicitação, pode ser pelo seu gabinete, em relação ao DNIT, pode ser pela Casa. Acho que nós temos, sim, que convocar e conversar com os nossos representantes, a deputada Denise Pessôa esteve, por exemplo, junto conosco, em reunião do Gabinete de Crise, quando a gente conversou sobre isso. Lá estava representada, tem uma ligação mais próxima com o superintendente, com o Hiratan. Então acho que a gente tem que entender. E esta Casa Legislativa precisa ter informações de quando isso efetivamente vai voltar a acontecer. Parabéns por ter trazido esse tema para a Casa.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Obrigado. Trinta segundos, Camillis.
VEREADOR GILFREDO DE CAMILLIS (PSB): Obrigado, colega vereador. Rapidinho. Eu sempre fui contra essa implosão. Quem sou eu, né? A gente fala, mas assim, parece que nós somos um país rico. Implodir uma ponte dessas? Será que não teria uma tecnologia para refazer aquela pilastra, aquela viga? Não precisava ter implodido totalmente essa ponte. Muito obrigado.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PRD): Camillis, eu também tenho esse entendimento. Eu só questiono, presidente Marisol, eu gostaria muito que pudesse ser assessorado, até por toda essa Casa, de ver que formato de documento a gente pode fazer como uma Casa Legislativa, como um todo, e pedindo sim o auxílio de todos os entes, deputados e a imprensa, nos ajude neste momento. O senhor sabe de quem eu estou falando. Nos ajude. A sua opinião é muito importante, aquela comunidade merece um pouquinho de respeito, pelo menos explicações.
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VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Bom dia. Bom dia a todos que nos acompanham, à Mesa, aos colegas. Eu não poderia deixar de falar hoje de um assunto que é muito importante para a nossa cidade e região, que é sobre a Universidade Federal. Nós tivemos audiência na última quinta-feira, uma audiência regional, feita pela frente parlamentar desta Casa, pelo Parlamento Regional e pela Assembleia Legislativa, através da Comissão de Educação. Estava lotado este Plenário, muito representativo de entidades; movimentos; sindicatos patronais; de empregados; estudantes, não só da área urbana, mas também da área rural. Tinha muita gente aqui da Efaserra fazendo uma discussão sobre os cursos, enfim, o que será implementado. E eu, rapidamente, quero fazer um resgate histórico disso que vem sendo feito nesse último ano. Porque, como já foi dito várias vezes, essa luta iniciou ainda lá na década de 70, década de 80, na Universidade de Caxias, na metade do ano 2000 também continuou. Eram movimentos diferentes. Ou federalização da UCS, ou extensão de um polo da UFRGS. Mas, enfim, o objetivo foi o mesmo. Essa luta fazia um tempo que estava parada. Eu acho que é importante resgatar um pouquinho, porque há um ano... Nós fizemos a assembleia agora, dia 27 de junho, quinta passada, e, no dia 26 de junho do ano passado, havia tido aqui também uma assembleia com a comissão da Casa e com a Assembleia Legislativa, uma audiência pública para discutir o plano plurianual. Para quem está em casa, para quem não tem, como nós, assim, esses termos tão claros, porque é uma coisa mais do nosso cotidiano, esse plano plurianual, PPA, ele é o plano que qualquer presidente, prefeito, governador precisa apresentar quando inicia o seu governo, para os próximos quatro anos. Na verdade, até ano passado, quando o governo Lula assumiu, 2023, ainda era o plano apresentado pelo então presidente Bolsonaro. E agora, ano passado, foi feita a discussão do PPA para este ano, 2025, 26 e 27. Geralmente é o governo que apresenta, mas o governo federal, através do presidente Lula, quis que este PPA fosse feito através de uma participação popular. O presidente, à época, pediu que no mínimo tivesse uma grande audiência em cada um dos estados brasileiros e, de fato, foram feitos em 27 estados e neste debate além da inclusão das propostas que o governo federal colocou no PPA e quem iria votar e quem votou foi a população, através do gov.br também foi possível incluir novas propostas. E aqui no Rio Grande do Sul, através da Assembleia Legislativa o deputado estadual Pepe Vargas tirou como meta, fazer também algumas regiões, mas priorizou a nossa, até por que ele é dessa região aqui, e essa audiência que eu falei do dia 26 de junho do ano passado, incluiu como uma das propostas à criação, à implementação de uma universidade federal aqui na região nordeste, que são mais de 40 municípios. A gente fala muito na Serra, mas é a Serra, os Campos de Cima da Serra e também a região ali das Hortênsias e essa proposta foi feita naquele dia, foi elaborada, foi incluída. A partir dali teve muito movimento, eu lembro que na Maesa, nas outras feiras, vereador Cadore, em todas feiras que a gente fala tanto aqui, tinha abaixo-assinado, passaram pelos sindicatos por todos lugares. E eu lembro que, quando nós criamos essa frente parlamentar aqui, um vereador questionou: “Mas o governo federal vai querer essa universidade?”. E eu lembro que naquele dia eu disse: “Ele vai querer se a população da região mostrar que quer e que precisa e que merece”. E isso foi feito porque, no decorrer desse tempo, além dos abaixo-assinados, nós fizemos audiências aqui, nós fizemos a região fez audiência, reuniões, em Farroupilha, em Bento, em Nova Prata. Foram criadas frente parlamentares em várias Câmaras. Nós fizemos aquele documento que foi aprovado por unanimidade dos vereadores e das vereadoras desta Casa. Então teve todo um caminho neste último ano para chegar àquela notícia, que nós tivemos há alguns dias da implantação da universidade de um campus da UFRGS aqui. Eu acho que também é importante ressaltar que essa proposta, em função do nosso movimento, porque já existia esse caldo na sociedade, por uma universidade federal, que não foi só a partir deste ano, todo esse caldo que vinha lá da década de 70, que eu falei antes, ela fez com que esta proposta fosse a mais votada; a primeira, a mais votada da nossa região, da região nordeste. Ela foi a sétima mais votada do país em... Agora, não recordo se é a sétima ou a nona, mas, em nível de instituto de educação, de qualquer maneira ela ficou entre as 10 mais votadas e de todas as propostas do PPA que foi feito no Brasil inteiro, ela ficou entre as 100 mais votadas. Então isso justificou, mostrou que todo mundo tem interesse nisso, não é só uma pessoa ou outra, ou um governo, é uma conjunção de esforços nesse sentido. E aí eu também quero lembrar, quando eu fiz a faculdade, por sorte eu não quis uma Medicina, deu para a gente ir pagando do jeito que foi, mas era no período ali da Ditadura Militar, quase no fim, mas o que a Ditadura tinha? Tinha o Crédito Educativo. Muita gente fazia a universidade ou a faculdade pelo Crédito Educativo, mas enquanto nação não existia essa discussão de criar institutos ou universidades de estudo superior público. Depois vieram os outros governos, FHC, Color, enfim, vieram os outros governos e não teve esse debate e foi sim com o primeiro governo Lula, o um e o dois, e o primeiro governo da Dilma que se expandiu o ensino superior gratuito. Eu tenho uns dados que eu acho que é importante colocar, por exemplo, no Governo Lula foi criado 18 novas universidades federais no país, dos 181 novos campi de universidade, de faculdades federais. Na época havia aquelas escolas técnicas, 140 escolas técnicas. A partir desses três governos foram criados e, hoje, tem 442 escolas de nível médio, mas que acoplam alguns cursos superiores através dos institutos federais. E existiam 505 mil vagas de ensino superior no Brasil. Hoje nós temos 942 mil vagas, quase o dobro. Então realmente é um governo comprometido com a educação, não só primária, não só com a educação de um modo geral, mas principalmente como a interiorização das universidades federais. E quem ganha com tudo isso foi a nossa cidade, a nossa região. Depois desse pequeno histórico eu vou comentar um pouquinho desta audiência que teve, então quinta-feira passada, e já peço, no momento oportuno, uma Declaração de Líder porque acho que vai ser colocado um vídeo. Mas nessa audiência foi debatido basicamente duas coisas: o local e os cursos. Que é essa nova etapa que nós temos com a união de todas as forças, de todo mundo, a partir de agora discutir. É uma nova fase... Eu acho, eu vou falar por mim, particularmente eu não imaginava que ia ser tão rápido isto, a ideia que no ano que vem já tenha a implantação. Eu acredito que da metade do ano porque no início talvez seja um pouco difícil. Eu não tinha pensado nessa ideia do campus da UFRGS, mas realmente é uma possibilidade de ser logo. Se tivesse que criar uma universidade tem que passar pelo Congresso, tem que aprovar, tem que depois disso...
PRESIDENTE MARISOL SANTOS (PSDB): Só um instante. Perdão, Rose, por atrapalhar, a gente está segurando seu tempo. Mas segue em Declaração de Líder, bancada do PT, vereadora Rose Frigeri, no momento também que eu passo a condução dos trabalhos ao nosso segundo vice-presidente para uma representação e volto em seguida.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Então, como eu estava comentando, esse debate ele foi fruto de tudo isso e ele agora tem uma nova fase, que é basicamente saber onde e como. Este campus da UFRGS... e eu peço aqui a ajuda e colaboração não só os vereadores que fazem parte da frente, mas a todos, a nossa luta não pode acabar. Ela não pode morrer com um campus de uma universidade federal. Nós queremos num momento que isso seja multicampi, mas que também seja só um embrião, que talvez daqui um tempo nós possamos ter 10, 20, 30 cursos e que seja uma universidade federal autônoma em toda a região. Por isso aquele debate com o parlamento ele foi tão importante também naquela tarde porque o vereador presidente do parlamento, o Gilmar Peruzzo, ele dizia: Lá do outro lado do Rio das Antas também tem público, também tem jovens, pessoas que também têm o direito a ter o ensino público e a nossa luta vai ser essa. Nesse primeiro momento é Caxias, mas nós precisamos também manter esta união que se teve até hoje. E naquele dia acho que todo mundo ouviu a UCS... eu vou pedir para passar aqui a fala do representante da UCS onde eles se colocam como parceiros na nossa luta. Desde o primeiro momento eu já tinha também conversado com o reitor, ele já se colocava parceiro, e a questão do campus 8 que foi oferecido ali pela UCS, acho que são dois minutinhos só, eu peço a paciência para a gente ouvir o vídeo. (Apresentação de vídeo.) Por óbvio, isso não é uma coisa que nós decidimos, vai para o MEC, vai ter todo o estudo, tem 60 milhões para que se faça, se compre, enfim, que se organize o campus. Mas, eu acho que é um passo importante, porque o Campus 8 é um símbolo para nossa cidade. E eu, particularmente, eu acho que ele foi construído há muito tempo, acho que tem mais... na década de 60, se eu não me engano. E às vezes eu fico preocupada, vamos dizer, que todo aquele espaço seja, daqui a pouco, para a implementação de uma empresa, não que não seja importante empresas na cidade, mas eu acho que ele tem o símbolo da educação, começou com a Cabrini, aquele internato. Então, eu acho que é um símbolo. E se der, porque aí o MEC vai fazer todo o estudo, tanto da viabilidade técnica, como jurídica, como financeira, é uma conquista para a nossa cidade e é uma parceria junto com a UCS. E a outra coisa que eu queria colocar é que também, já naquele dia, foram propostos, as pessoas se organizaram, foram propostos vários cursos. Também, quem define no final, ver as condições, vai ser o governo federal junto com a UFRGS. Que também faço um parênteses, a UFRGS não esteve presente nesse momento, mesmo que nós tínhamos combinado na reunião da frente, porque eles estão em um processo eleitoral de troca de reitoria. É um processo que vai se dar agora no mês de julho a votação, enfim, e a posse vai ser acho que no início de setembro, então provavelmente todo esse debate tem que se dar com a nova reitora, acho que são três mulheres...
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Um aparte.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Já lhe dou seu aparte, vereadora. E aí, a UFRGS vai participar desse debate. Já teve propostas de curso de agronomia, de agricultura familiar, de direito, de medicina, de enfermagem, de serviço social, de direito. Então, a população está se mobilizando e a ideia é que faça a partir de agora mais encontros para a mobilização e a definição de cursos. Antes de passar o aparte então, já vou terminando dizendo do encaminhamento. O encaminhamento que ficou vai ser formado um comitê regional com todo mundo que quiser participar. O início são aquelas entidades que já estavam aqui, para a partir de agora, ver como faz esse debate, especialmente dos cursos. Então, é uma questão importante. E quanto ao local, depois nós temos uma notícia para dar, no final da minha fala eu faço. Te passo a palavra, vereadora Estela.
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Muito obrigada, vereadora Rose. Parabéns por estar à frente da frente parlamentar que tem mobilizado tantas pessoas. Eu acho que quando a gente trata desse debate da universidade federal, uma coisa que a gente tem que saudar muito e levar muito em consideração é quão participativo foi esse processo. Muitas décadas, muitas gerações lutaram por isso, eu falo pela minha geração que continua lutando e agora vê esse sonho se tornando realidade. Quando foi lançada a ideia de Caxias do Sul propor isso no PPA Participativo, que foi uma inovação do governo federal, a nossa proposta foi a mais votada de Caxias do Sul, uma das mais votadas do estado, todas as audiências públicas que foram realizadas acerca desse assunto tiveram a participação de muitas pessoas, jovens e adultos que estão preocupados em ter o sonho de ingressar no ensino superior. E agora, quando a gente parte para o momento de discutir quais serão os cursos, a gente percebe que esse movimento participativo, comunitário, que dialoga, que busca a pluralidade, continua acontecendo. Então, eu acho isso algo muito importante, de toda essa construção, que torna ela ainda mais rica e mais bela para todos nós. Obrigada.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Obrigada, vereadora Estela. Também quero agradecer. Eu sei que todo mundo tem muitos compromissos, mas aos vereadores que tiveram a oportunidade de estar aqui na audiência, acho que foi bastante importante. Tinham vereadores de outras cidades também, mas dos nossos aqui foi bem importante a participação. O segundo encaminhamento da audiência, então, era que nós fizéssemos um comitê, uma comitiva para ir ao MEC levar esse documento da UCS e outras propostas dos espaços. Mas a deputada federal Denise Pessôa disse que está em romaria, tanto no Ministério da Saúde como no MEC, da educação. Ontem ela teve a oportunidade de entregar o documento. Já tivemos então o retorno que, provavelmente, ainda não tem a data definida, mas agora, no final de julho, o senhor Gregório Grisa, que é o secretário-executivo substituto do MEC, ele é como se fosse um segundo-ministro, se der para dizer assim; o Alexandre Brasil Carvalho da Fonseca, que é o secretário de Educação Superior do MEC; e o Rui Vicente Oppermann, diretor de relações internacionais da Capes, que foi inclusive vice-reitor aqui da UFRGS, no período de 2016 a 2020; é uma comitiva do MEC, virão a Caxias em um primeiro momento para conhecer o Campus 8, mas também ver outros locais para ver a viabilidade da implantação nesse local. Então isso é uma notícia muito boa para a nossa cidade, para a nossa região. Com certeza vai avançar ainda mais rapidamente esse debate do local e da implantação da universidade. Então essa é a boa notícia. Nós com certeza ficaremos muito felizes com isso. E o mais rápido possível se pudermos agilizar esse espaço para a implantação
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VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Senhora presidente, caros colegas vereadores e a todos aqueles que nos acompanham pelas redes sociais. Segunda-feira, dia primeiro, nasceu Ayla Dornelles, no novo materno-infantil, no Hospital Virvi Ramos. Nasceu com 3,5kg e 51cm. Ela é filha, por coincidência, de amigos meus, a Taine e o Celso Dornelles Júnior, filho do Celso Dornelles, que é o proprietário do Empório Minuano, no Jardim América; do Empório São José, no Bairro São José; e outros investimentos. Inclusive, um deles, parece que ele foi parabenizado por isso, foi sorteado a dedo, ele fez um investimento próximo ao Hospital Virvi Ramos, uma estrutura de café e mercado, muito próximo ao Virvi Ramos. Então nasceu Ayla Dornelles. Terminou uma novela de longa data. Começou em agosto de 2022, quando a superintendente do Hospital Pompéia, a senhora Lara, definiu que iria fechar o materno-infantil no Pompéia, no final de 2023. Aí, chegando 2023, juntamente com o Executivo, houve um acordo de que o Pompéia cederia o espaço, cederia a estrutura do materno-infantil. A prefeitura contratou uma empresa, a empresa Ideas, que durante seis meses fez um trabalho, no meu ponto de vista, bom, porque eu não fiquei sabendo de nenhuma intercorrência e o prazo ficou definido que em 31 de junho iria se encerrar o atendimento definitivamente no Hospital Pompéia, e foi como aconteceu. E o Virvi Ramos fez uma estrutura, e eu convidei a Comissão de Saúde, sexta-feira passada, convidei todos os integrantes para fazer uma visita ao materno-infantil no Virvi Ramos. Só eu estive presente lá, fui muito bem recebido pela diretora Cleciane, pelo nosso amigo, Geraldo, e eu senti neles uma grande emoção, uma grande alegria. O Nelson D’Arrigo também lutou muito para que esse materno fosse instalado lá e o que eu vi foi uma estrutura de boa qualidade, com oito leitos neonatais, oito leitos de UTI, salas, consultórios, enfim, uma estrutura muito melhor que outros materno-infantis que eu vi na cidade. Então, nasceu a Ayla, segunda-feira, decretou o início, vai ficar marcada na história de Caxias do Sul e na história, especialmente, do Hospital Virvi Ramos como a primeira bebê a nascer. Não preciso dizer da credibilidade que tem o Hospital Virvi Ramos. E eu gostaria de manifestar à população que está nos acompanhando, a certeza ou a confiança, melhor dizendo, de que todos serão bem atendidos, todos serão bem acolhidos, as mães, os familiares, os nenês, os bebês terão todas as condições de segurança para seu nascimento. Então, não poderia deixar de fazer esse registro - eu queria ter feito no dia de ontem, mas não tive esta possibilidade - de que Caxias do Sul, através do Sistema Único de Saúde, tem um novo local, um novo materno-infantil. E eu estive presente, como disse, representando toda a Comissão de Saúde desta Casa e o que eu vi foi uma estrutura compatível com as condições humanas, dignas e seguras para fazer os partos, cuidar das mães, atender as urgências que por lá chegarem. Então, era isso, senhor presidente, essa comunicação, eu queria deixar registrada nesta Casa. Um abraço.
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VEREADOR RICARDO ZANCHIN (NOVO): Bom dia, senhor presidente. Bom dia, caros colegas. Se eu falar para os senhores e senhoras de acarajé? O que nos lembra acarajé? Qual o povo? Bahia! Se eu falar chimarrão, o que lembra? Se eu falar queijo de minas? Ok, nessa toada, pessoal, eu sou um entusiasta. Um entusiasta, vereador Felipe, na questão da gastronomia, culinária, turismo e a identificação que a culinária e a gastronomia pode trazer para uma região. O meu assunto hoje aqui é o Bauru de Caxias. Uma iguaria única no Brasil e quem sabe no mundo. Durante meus 30 anos de consultoria, sempre que recebia um cliente, um diretor, ou seja, as empresas, Randon, Marcopolo, na hora do almoço, o pessoal: “Vamos comer o famoso Bauru de Caxias.” Claro, tem a massa, a polenta e o galeto, tem a churrascaria, enfim. A nossa culinária da Serra Gaúcha é muito rica, não é? Muito rica. Porém, ao trazer pessoas de fora, os visitantes, quando eles comem o bauru de Caxias é único, é único. Os paulistas, os cariocas, os mineiros, as pessoas do exterior quando vão comer o tal do bauru de Caxias é singular. Quando professor da Universidade de Caxias do Sul, nós recebíamos no departamento de economia professores e visitantes de outras localidades. E nunca me esqueço, vereador Bressan, veio um professor italiano, e chegou a hora do almoço, depois das nossas reuniões técnicas: “Onde é que vamos almoçar?” E a gente já pensou em uma massa, polenta e galeto, alguma coisa assim, e eu pensei: “Não, vamos levar ele comer um bauru de Caxias.” E esse professor, vereador Scalco, italiano, ao comer o bauru de Caxias ficou impressionado, impressionado. Pois bem, eu tenho um projeto tramitando sobre o selo bauru de Caxias. A minha equipe, muito bem preparada, muito bem esforçada, dedicada, fomos fazer o registro...
VEREADOR FELIPE GREMELMAIER (MDB): Permite um aparte, vereador?
VEREADOR RICARDO ZANCHIN (NOVO): ...de como que se faz o Bauru, porque o bauru de Caxias, repito e vou reforçar aqui, ele é uma iguaria única. Porém, esse meu projeto está desde o Natal aí parado, e aqui não cabe a mim discutir com DPM ou IGAM, enfim, as questões técnicas de constitucionalidade ou não. Mas, eu falei do acarajé, falei do chimarrão, vocês notam como a gente liga diretamente a situação do... Só um minutinho... Volta. (Manifestação com auxílio de material visual.) Olha ali, queijo de minas, é um registro, gente, é um registro, o vereador Romeu Zema está prestigiando o queijo de minas, e os produtores, queijeiros de minas, hoje estão exportando, micro, pequenos estão exportando, vereadora Gladis. Pode pular. O chocolate de gramado é uma referência. E é e nisso que eu acredito, no turismo gastronômico, vereador Felipe. Temos mais também outros. A região de Champagne na França, uma vez todo mundo chamava de champanhe, eu lembro: “Vamos tomar uma champanhe, champanhe.” Depois eles trabalharam muito, vereadora Gladis, nessa questão da marca champanhe, da região de Champagne. E os outros vão chamar espumante, mas a minha aqui produzida é champanhe. E se eu falar de Festa da Uva, vão lembrar de onde? Vocês entendem a relação da comida, da gastronomia, da culinária, com a economia e o turismo? E eu estou lutando desde o Natal para que nós tenhamos o Selo Bauru de Caxias, como é uma Medalha Michelin, aquelas que têm de restaurantes de referência. Então, eu gostaria de passar... Oh, esse aqui é um outro exemplo fantástico para quem já foi para a Itália. Em Florença tem a Bistecca alla Fiorentina, em Florença, e a Bistecca... (Manifestação sem uso do microfone.) Isto, ali, vereador Fantinel. E ela tem que ser feita na rua, ela tem um tamanho e é servida com um bicchiere di vino de vinho e um pãozinho, e só. E é clássico mundial. Vocês sabem aonde mais no planeta tem o bauru de Caxias? Só nós. É isso que eu quero, um Selo bauru de Caxias. Então eu gostaria de... Não sei se eu tenho mais um... Gostaria de passar um vídeo, onde a minha equipe esteve nas melhores casas trabalhando para verificar, porque o Bauru não é só pegar um bife, jogar um presunto e um queijo em cima e está feito. Olha ali, pessoal, acompanhe comigo, por gentileza. Preparação técnica de um bauru de Caxias. Olha que técnica. A temperatura da chapa, a composição dos ingredientes. Olha lá. Único no mundo, bauru de Caxias. E agora, o molho de tomate e o famoso molho verde. Parabéns à minha equipe, fez uma pesquisa fantástica, estiveram lá, gravaram, regravaram, entrevistaram. Giovane e Jenifer, parabéns! (Manifestação sem uso do microfone.) É bom. Eu já não sei dessa informação. Seu aparte, vereador Felipe.
VEREADOR FELIPE GREMELMAIER (MDB): Primeiro, que deve ter sido um trabalho muito difícil para a sua assessoria ter ido buscar essas informações todas e depois provar o verdadeiro Bauru de Caxias, causou inveja, inclusive, aqui na Casa. Mas, vereador Zanchin, eu quero lhe cumprimentar. Nós conversamos sobre isso há um tempo atrás já e lhe confessei que tenho feito um trabalho em cima do xis de Caxias do Sul também, que é único. Eu tenho feito uma discussão com o SEGH[1] inclusive, porque a gente está fazendo uma análise histórica de como é feito o xis de Caxias do Sul. E é o que o senhor disse, não é simplesmente colocar na chapa e servir. Tem a quantidade certa, a especificidade certa, que tipo de pão é, que tipo de queijo. Então é todo um relato histórico, uma pesquisa histórica, para a gente poder desenvolver esses projetos porque são muito sérios e muito importantes. Então Caxias do Sul tem lá o Galeto al Primo Canto como bem de natureza imaterial, que é uma marca de Caxias do Sul. Não é qualquer tipo de galeto que ele é bem de natureza imaterial, é um tipo específico de galeto que é feito aqui. A mesma coisa com o Bauru e a mesma coisa com o xis. Então tenho certeza... E essas três iniciativas, tanto a sua como a minha e como a do vereador Toigo do Galeto al Primo Canto, elas reforçam a capacidade do turismo de gastronomia que nós temos em Caxias do Sul. Esse somatório demonstra a capacidade que nós temos de receber bem os turistas aqui com a culinária nossa. E mais do que isso, quero dizer que, quando convido amigos para virem de outras cidades para cá, e eles vêm conhecer, principalmente, a questão esportiva, eu sempre indico ou bauru ou xis. Quando eu levo eles comer bauru, eles me dizem o seguinte: “Ah, então, lá na minha cidade, eu como um sanduíche”. “Pois é, bauru é isso aqui. (Risos) Esse é bauru. Se lá na sua cidade é um sanduíche, é diferente.” Então, a gente vê a especificidade e a importância que tem isso para o turismo, para a gastronomia de Caxias do Sul e quero lhe cumprimentar pela iniciativa.
VEREADOR RICARDO ZANCHIN (NOVO): Obrigado, vereador Felipe. Pessoal, nós estamos falando de uma tradição de 60 anos. Nós não estamos falando de algo de agora. Na minha exposição de motivos nós falamos aqui do mestre Lula, que foi um dos primeiros na antiga Lancheria Bossa. (Manifestação sem uso do microfone.) Exatamente. E ele dava um show. Inclusive foi até o Programa Sílvio Santos, esse mestre Lula foi ao Programa Sílvio Santos da época, pela sua habilidade em manejar com as travessas, com os pratos. Então nós estamos falando de 60 anos de tradição. (Esgotado o tempo regimental.) Uma Declaração de Líder, senhor presidente, por gentileza.
PRESIDENTE ADRIANO BRESSAN (PRD): Em Declaração de Líder à bancada do NOVO, continua com a palavra o vereador professor Zanchin.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Um aparte, vereador, se possível.
VEREADOR RICARDO ZANCHIN (NOVO): De imediato, vereador Fantinel.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Vereador Zanchin, essa história do bauru ali que o senhor trouxe à tona aqui é realmente incrível, sabe? E eu queria a alongar um pouco o braço, porque é sempre Caxias do Sul, não é? Mas hoje no Kiosque, de Fazenda Souza, vem gente de Gramado e Canela comer o bauru...
VEREADOR RICARDO ZANCHIN (NOVO): De Caxias?
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): É! O Kiosque, de Fazenda Souza, que pertence a Caxias, mas o Bauru que é feito lá tem gente que vem de Gramado e Canela para comer o bauru lá. Nas sextas e sábados, tem gente de todos lugares. Então é incrível, o nosso bauru aqui da nossa cidade, da nossa região aqui, é incrível. E para fazer um comparativo, que nem o senhor estava falando, a última vez que eu estive em Fortaleza, no Ceará, eu cheguei em um restaurantezinho, não sabia o que pedir, “ah, vou pedir um bauru”. Pedi um bauru e eles fazem uma massa de panqueca, colocam um bife e um pouquinho de molho em cima e dobra que nem se fosse um pastel... (Risos) Aquele é o bauru deles, que não tem nada a ver com o nosso bauru, mas era isso. Parabéns.
VEREADOR RICARDO ZANCHIN (NOVO): Sim. Obrigado, vereador Fantinel. Por isso que eu digo assim, pessoal, pizza é universal, refrigerante de Coca Cola é universal, o galeto é universal, o sanduíche é universal, mas, sinceramente, o bauru de Caxias não tem, é nosso. E o meu projeto não está criando atribuição aos órgãos públicos, ele não mexe com o Estatuto dos Servidores, ele não altera a estrutura do município. Então eu faço votos que a gente consiga tocar adiante esse projeto. Inclusive, saiu no programa da RBS. Pretinho Básico, tem o Bola nas Costas. A gente tem um vídeo aqui, se vocês puderem acompanhar comigo, pessoal, a fama que é do bauru de Caxias. (Segue o vídeo) É Bola nas Costas, o programa. E nós conseguimos resgate de vídeos, pessoal, que outros tantos, vereador Scalco, programas dessa audiência, desse nível de audiência, de qualidade, falando do bauru de Caxias. Está mais do que na hora de nós não perdermos o trem da história, como estamos perdendo do mercado público e outras coisas que não andam, que não andam, que não andam e precisam andar. Então, vereador Felipe, nós que somos parceiros desse sentido de turismo, seja futebolístico, seja de negócios. O turismo gastronômico da serra gaúcha, eu tenho, enfim, parentes, pessoas que moram no exterior e dizem: Olha, é difícil você comer bem e tão bem quanto a serra gaúcha. E aí eu me estendo a Hortênsias, Vale dos Vinhedos, seja do xis, seja do galeto, seja das churrascarias, a sopa, enfim, mas nós não estarmos desde o Natal do ano passado tentando criar o selo bauru, um patrimônio nosso. Então eu aqui não cabe discutir a questão de CCJ, enfim, mas eu venho a essa tribuna para destacar e reforçar o efeito econômico positivo de nós termos esse patrimônio cultural gastronômico chamado bauru de Caxias. Eu duvido qual dos senhores e senhoras, em algum momento, não trouxe algum convidado de fora, seja de fora do Rio Grande do Sul ou até mesmo fora de Caxias. Tem gaúchos, como esse programa demonstrou, gaúchos... e não vamos longe, aqui no Vale dos Sinos quando você convida algum amigo, eu sempre tenho bastante relações com o Vale dos Sinos, e eles dizem: Zanchin, nós temos que comer o bauru de Caxias. E todos, vereador Uez, quando chegam ficam maravilhados e não acreditam nessa iguaria, nesse prato e existe toda uma tecnologia, vamos dizer assim, para fazer. Então esse é o meu destaque de hoje. Eu faço votos que a gente consiga criar o selo bauru de Caxias porque o impacto positivo no nosso turismo, na nossa economia, é muito bacana, como é o queijo de Minas, como é a bisteca fiorentina, como todos estão fazendo. Eu comecei o meu discurso de hoje falando de acarajé. Quando eu falo acarajé vocês lembram na hora da Bahia. Se eu falar de chimarrão eu vou lembrar do Rio Grande do Sul e se eu falar de Caxias, além da Festa da Uva, vamos lembrar do bauru de Caxias. Obrigado, senhor presidente.
 

[1] Sindicato Empresarial de Gastronomia e Hotelaria
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VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Senhor presidente, nobres pares, as pessoas que nos acompanham, nos assistem, eu ia fazer essa fala ontem, mas daí não houve o tempo possível para poder vir aqui apresentar esse momento tão especial da minha vida, do meu trabalho público e da comunidade de Fazenda Souza. Momento em que eu... estamos ali há pouco tempo do final do mandato e eu concluindo com a cereja do bolo, um dos projetos ou o projeto mais importante do meu mandato, que depois de muitos anos de luta, muitos e muitos anos de luta. Essa luta ela não começou quando eu me elegi vereador, essa luta começou em 2010 quando que eu fui eleito presidente de bairro, presidente da Associação de Moradores de Fazenda Souza, onde as mães já vinham me pedindo para que eu lutasse para conseguir uma escolinha infantil para a comunidade de Fazenda Souza.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Um aparte, vereador.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): E eu vim sempre lutando e batalhando, lutando, batalhando, lutando e batalhando, pedindo para os prefeitos que comandaram essa cidade e nunca tive a atenção, nunca tive ajuda, nunca nenhum teve interesse. Agora, depois, coloquei como meta da minha campanha esse sonho. E esse sonho aconteceu. Foram muitas reuniões, foi muita batalha e eu não posso me furtar de dizer um agradecimento, muito especial, à ex-secretária da Educação, Sandra Negrini, porque foi ela que me ajudou muito no começo a dar esse passo, foi ela que me deu as diretrizes de como eu deveria fazer para que a escolinha acontecesse. Me deram diretrizes, senhoras e senhores, praticamente, quase que impossíveis porque disseram tu tens que encontrar uma residência do tipo que nós queremos, tu tem que encontrar residência na posição e no local que nós queremos, tu tem que encontrar uma residência que tenha o espaço para isso, aquilo, aquilo como nós queremos. Então vocês entendem o quanto foi difícil para mim, passar de porta em porta, de falar com as pessoas, com os proprietários para ver quem poderia alugar - porque, na época, a intenção era alugar uma casa para colocar a escolinha, como a prefeitura tem hoje em vários outros locais - e foi nessa luta, quando eu vi que estava tão difícil de conseguir, eu coloquei nas minhas redes sociais essa súplica para a comunidade de Fazenda Souza que me ajudasse. E aí apareceram dois anjos, que são anjos já conhecidos na nossa comunidade de Fazenda Souza, que são o seu Agenor Boff e a sua filha, Kátia Boff, que me chamaram e me disseram: “Fantinel, nós vamos doar a casa para você fazer a creche, a escolinha infantil, de graça. Nós não cobraremos R$ 0,01 de aluguel para o município. É a nossa doação. É a nossa parte. É a nossa contribuição.” Eu sinto a necessidade de dizer, nesta tribuna, o colégio Avelino Boff, do segundo grau, em Fazenda Souza, existe graças ao seu Agenor Boff que doou as terras para que o colégio fosse construído. A igreja matriz de Fazenda Souza tem os campanários graças ao seu Agenor Boff que doou. E, agora, Fazenda Souza tem uma escolinha infantil graças à doação da casa por parte do seu Agenor Boff e sua filha Kátia e família. Essa família tem que ser lembrada e deve ser muito agradecida. Foi muita luta, como eu disse, começou lá com a secretária Sandra Negrini, depois foi com o secretário que assumiu, posteriormente, assim andou, agora veio a secretária Flávia e, finalmente, tenho que agradecer, também, ao prefeito, as secretarias, a Prefeitura, a SMED, que se empenharam para transformar esse sonho, que não é só meu, é uma luta que eu comecei em 2010, mas que eu quero contemplar, nesse momento, com todos aqueles que me ajudaram. Uma conquista que, eu criei uma frase, que não copiei de livro nenhum, eu criei uma frase para que essa frase fique gravada para sempre, que eu fiz no meu discurso no momento da inauguração da escolinha, na qual eu disse: “o tempo não perdoa a carne porque a gente envelhece e morre, mas as lembranças não perdoam o tempo porque elas duram para sempre.” e a escolinha, quando eu não estiver mais aqui e quem lutou junto comigo também não estiver mais aqui, ela estará lá. Então, é uma luta, não é mais uma, é a única, é a primeira escola infantil do interior. A Escolinha Infantil Nona Égida, que é a mãe do Seu Agenor Boff, e por incrível que pareça, o Colégio Avelino Boff, o seu Avelino Boff era o pai do Agenor Boff. Então, são marcas que essa família deixa, e que eu tive a honra de ter o apoio para fazer essa grande realização pela comunidade de Fazenda Souza, que confiou a mim a sua representatividade aqui. E a minha meta foi cumprida. O que eu disse que faria está feito, concluído e lá permanecerá. Seu aparte, vereador Valim.
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Vereador Fantinel, olha como é importante e bonito a gente ver na sessão sendo mostrado algo concreto, realizado. Porque são conquistas que só agregam valores. Como o senhor disse, é para o presente e futuro. São novas... Hoje, educação é a base. Hoje, um povo que não sabe ler nem escrever é um povo indefeso perante a sociedade. Então, parabéns à comunidade de Fazenda Souza e Vila Oliva. Enfim, a toda comunidade que vai utilizar essa escola educação infantil. E parabéns ao senhor, vereador Fantinel, por ser esse lutador, essa pessoa comunitária, que luta bastante por aquela região. Autoridades assim, pessoas que defendem as causas nobres de uma cidade que agregam valores. Parabéns.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Obrigado, vereador Valim. Agora já começaram, né? É normal que isso aconteça, faz parte do andamento. Agora a comunidade de Santa Lúcia me procurou pedindo que também querem uma escolinha. Então, agora que Fazenda Souza tem a sua, eu tentarei lutar, se possível e se aqui eu estiver, para que Santa Lúcia também tenha uma escolinha infantil. Aliás, Santa Lúcia tem mais necessidade, neste momento aqui, de uma UBS decente, porque infelizmente eles não têm. Então, estaremos aí, eu e os meus colegas que estão aqui, porque eu sei que os meus colegas todos fazem a sua parte. Quando é para a gente lutar por algo maior a gente sabe dar as mãos. Muito obrigado, senhor presidente.
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VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Muito bom dia, comunidade caxiense, que nos prestigia pelas redes sociais e TV Câmara. Hoje venho a este plenário trazer uma ótima notícia lá da região Esplanada, São Caetano, Loteamento São Salvador. Pois este vereador está tendo mais uma demanda sendo atendida, uma demanda que está em andamento. Hoje, infelizmente, devido à chuva, foi parado o andamento das obras. Mas ontem estive lá acompanhando o início. Eu gosto sempre de frisar que, no meu trabalho, tem início meio e fim. Eu fui cobrado pelos moradores, inclusive está ali no slide que a TV Câmara está mostrando, reunião com os moradores lá no salão São Salvador. Os moradores nos chamaram. Inclusive, fui abaixo de chuva com os moradores lá à esquina, onde tem uma residência que diversas vezes já derrubaram as grades, o portão dessa moradora. Agendei com o secretário, ele foi lá comigo, junto com os fiscais de trânsito também. Se comprometeu que ia fazer e cumpriu com a palavra. Me deu prazos. Nesse contexto, eu só tenho que agradecer ao secretário Alfonso, da Secretaria de Trânsito e Mobilidade Urbana; à Grégora, que é a secretária de governo; ao prefeito Adiló; e também não posso deixar de agradecer pelo profissionalismo do diretor de sinalização, o Marco Aurélio, o qual estava lá junto comigo. Hoje ele é um dos responsáveis e sabe dos pedidos que eu fiz. Estava lá. Até está ali na foto; faço questão que a TV Câmara frise. Profissionais assim que têm que ser valorizados, pois ele estava na Secretaria de Obras e, aos pedidos que eu encaminhava, ele sempre estava atento. Sem burlar o sistema, mas sempre presente e acompanhando. Então, temos que valorizar quem de fato ocupa um cargo de servidor público, como um cargo em comissão, de CC, que de fato é exemplo para a comunidade caxiense. Também aproveitando o ensejo, também quero aproveitar e falar como exemplo o Pedrinho, do Samae, e o Ângelo, do Samae, que são pessoas que, de fato, honram a camiseta e desenvolvem um papel de extrema importância para a sociedade. Também quero reforçar e frisar a importância das lideranças comunitárias. Por exemplo, a Lúcia Ribas de Souza, lá do Loteamento São Salvador, que entrou em contato com o meu gabinete, com a minha assessoria, do qual mobilizou a comunidade, através de grupos, para eu estar lá presente, junto com meu assessor, Beto, e, de fato, os resultados saíram do papel e estão se tornando realidade A TV Câmara está mostrando, inclusive, ali, mais uma vez, estão lá os profissionais com os caminhões, nesta tarde de terça-feira, trabalhando, onde que serão colocados tachões, diversas pinturas em amarelo, em branco, divisão de pista, a ajuste nas placas de sinalização, obras de extrema importância, inclusive, estreitamento de pista e bem na esquina, onde que tem a residência que acontece diversos acidentes, serão colocados pinos de contenções. Mas algo que nós temos que estar atentos, que a população, os moradores, também, têm que fazer a sua parte, que são os condutores dos veículos. As pessoas têm que, também, ter uma atenção maior. Enquanto estava lá acompanhando as obras, se observava o índice de alta velocidade dos veículos, as equipes trabalhando, todos com a sinalização e as pessoas, de fato, também têm que fazer a sua parte, não é, simplesmente, só julgar “Ah, é um problema do Executivo.”, “É um problema da Secretaria de Trânsito que não sinaliza.”. Não. Cada cidadão tem que fazer a sua parte, porque tu pode colocar a sinaleira, pode botar quebra mola, o que for ali, se a população não cooperar, vai dar acidente todo dia, vão haver fatalidades, infelizmente, vão haver danos materiais e não adianta nós virmos aqui e bater o pé e espernear que não vai resolver o problema. Então, essas melhorias são para minimizar, não que vá resolver o problema que, inclusive, há diversos pedidos que eu fiz, inclusive, cito como exemplo o vereador Xuxa, que foi um lutador pelo acesso ao Bairro Serrano, já aconteceu o acidente com danos materiais mesmo com a sinaleira, por quê? Porque a população tem que fazer a sua parte, tem que cooperar, senão não vai resolver. Então, tenho orgulho, mais uma vez, friso, parabenizo secretário de Trânsito, Afonso; Marco Aurélio; a Grégora; prefeito Adiló, que, de fato, cumpriram e os resultados estão acontecendo. Eu vou exibir, agora, um vídeo. Por gentileza. (Exibição de vídeo.) Então, ontem eu recebi o chamado de alguns moradores, a moradora, principalmente, da esquina que sempre tem os portões e grades atingidas, muito contente e alegre, entre outros moradores que acabaram se juntando no momento que estávamos lá na rua. A gente fica grato e contente quando as pessoas observam, inclusive, já tinham ocorrido algumas mobilizações de moradores, inclusive, de mobilização de protesto, chamarem a imprensa e algo que eu liguei para o secretário reforçando, juntamente com o assessor Beto, e ele disse: “Não, primeiros dias de tempo bom, me dá um prazo até sexta-feira que vai sair do papel e nós vamos fazer a obra.” Então, obrigado secretário, tenho o privilégio de lhe parabenizar, porque o senhor honrou a palavra, cumpriu com esse vereador e, de fato, estão lá as obras em andamento e esperamos que o tempo fique firme, que se não der para concluir essa semana, na próxima semana os serviços estejam realizados. Meu muito obrigado, presidente, e a todos que nos acompanham pelas redes sociais.
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VEREADOR CLÓVIS XUXA (UNIÃO): Bom dia, presidente. Bom dia, colegas vereadores. Bom dia a você que nos assiste através da TV Câmara. Ontem à tarde, estivemos, com minha assessoria, visitando a BR-116, olhando as demandas, as necessidades como sempre fiz. Eu, como presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Melhorias da BR-116 e Rota do Sol, gosto de sempre sempre frisar que eu não sou sozinho, eu tenho oito vereadores que fazem parte da frente parlamentar, onde me ajudam muito, esses vereadores fortalecem muito essa frente parlamentar, onde as pessoas me dão atenção quando eu chego por ser presidente da frente parlamentar. Mas, dizendo que é composto por oito vereadores. Juro que fiquei um pouco sentido ali na fala da Rose Frigeri, ela falando que ela faz, ela acontece, vai acontecer, e já esqueceu da frente parlamentar onde nós somos 12 vereadores, são 12 vereadores juntos...
VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Peço a palavra, vereador Xuxa.
VEREADOR CLOVIS XUXA (UNIÃO): Então, teria que falar que têm 12 vereadores juntos para poder é manter essa frente Parlamentar em Defesa da Implantação da Universidade de Caxias do Sul. Mas, bem, ontem à tarde estivemos ali na BR-116, onde presenciamos o final do recapeamento. A BR-116 passou por um recapeamento desde lá da encruzilhada, até próximo à polícia rodoviária, uma extensão de cinco quilômetros, onde deu um transtorno muito forte, que fez um transtorno para aquela comunidade ali que usa a BR-116 para vir trabalhar, mas ontem à tarde tivemos prazer de conversar com os engenheiros lá e eles falando que já estão finalizando, e está começando agora a pintura. Que bom que uma empresa que está terceirizada ali pelo DNIT está começando as pinturas, iniciou a pintura da faixa de segurança, iniciou a pintura do eixo central e também a colocação de placas ali, que vai sinalizar e vai dar mais segurança para a nossa comunidade. E conversando com os engenheiros, que é uma empresa que é de Palhoça, Santa Catarina, onde eles trabalham além do Rio Grande do Sul, eles também fazem em outros estados. Eles estão trazendo um novo método, trazendo aí uma nova maneira de fazer a pintura, onde essa pintura fica nas faixas no chão e a água consegue penetrar por essa pintura, não fica em cima da faixa. Esse novo método, eles explicaram que... Eu creio que vai ajudar muito ali a comunidade que anda pela BR-116, vai ajudar muito na segurança, já que ela penetra, a chuva para dentro, penetra a água e ela fica exposta ali, que não venha acontecer acidentes. E também eles estavam comentando conosco que estão fazendo um novo sistema de faixa, uma faixa mais larga e ela é refletiva; à noite os motoristas vão conseguir visualizar mais. Então, parabéns a essa empresa, parabéns ao DNIT, à prefeitura municipal, à Secretaria de Trânsito, que estão nos ajudando a melhorar a vida dessas pessoas que usam a BR-116. Também estou muito feliz aí pela entrada do Bairro Serrano. Vereador Valim, o senhor também tem trabalhos marcantes dentro da comunidade e o pessoal fala muito do senhor, que o senhor está trabalhando bastante, sempre trabalhou naquela comunidade, e assim está fazendo um trabalho bom dentro daquela comunidade, ajudando melhorar a vida. Feliz, porque ouço o pessoal comentando sobre a entrada da BR-116, é uma entrada que tinha essa necessidade e agora foi suprida aí com a entrada do Bairro Serrano. Mas triste quando eu fiquei sabendo que a empresa aqui da entrada do Bairro Planalto deu uma desistência da obra, a empresa SUV Empreendimentos LTDA responsável pela obra aqui da entrada do Bairro Planalto, do acesso ao Bairro Planalto, ela anunciou ontem então essa desistência, onde fizeram uma desistência amigável com o prefeito de Caxias do Sul. Trouxeram dor de cabeça para o prefeito e não só para o prefeito, mas sim para aquela comunidade que está sofrendo ali na entrar entrada do Bairro Planalto. Essas empresas vêm a Caxias do Sul, participam da licitação... Foi analisado, eu e o ex-vereador Edi Carlos estivemos juntos no dia da licitação, mas as pessoas responsáveis pela licitação, foi analisado documento por documento e essa empresa estava apta, sim, de fazer essa entrada do Bairro Planalto. Agora ela vem comunicar a Prefeitura que vai fazer a desistência, que não tem condições de fazer a entrada do Bairro Planalto. É lamentável essas empresas que vêm terceirizar esse trabalho, que a Prefeitura tenha essa necessidade de terceirizar porque nós não temos perna para fazer todas essas obras e tem que ser terceirizada. Essas empresas arrumam Caxias do Sul com uma proposta boa, aparentemente, a gente vê que a proposta é muito boa e após fechar esses contratos, acabam não cumprindo o que o projeto e o que a proposta, o que o contrato é feito. Lamentável para aquele pessoal do Bairro Planalto, ontem recebi ligação do Bairro Planalto falando dessa entrada, eu sei que está difícil. Hoje pela manhã conversei com o prefeito Adiló Didomenico aqui, ele esteve aqui no plenário, e a gente conversou com ele e ele estava explicando que é bem difícil a situação porque agora tem que fazer uma nova documentação, uma nova licitação, isso ainda vai demorar. Até falei se não tinha condições de botar a Codeca, porque quem fez a entrada do Bairro Serrano foi a Codeca que fez, ela fez rápido e nós precisamos agilizar essa entrada do Bairro Planalto, conversando com o prefeito, ele falou que está bem difícil colocar a Codeca porque a Codeca já tem muitas obras aqui dentro da cidade Caxias do Sul e não teria mais maquinários e até funcionários para fazer aquela obra. Então vai ter que entrar em licitação de novo para que uma nova empresa venha terminar essa entrada do Bairro Planalto. Bem lamentável mesmo. Essa empresa que veio fazer essa desistência ontem à tarde, trazendo dor de cabeça para a Prefeitura e trazendo dor de cabeça para o nosso prefeito, que estava aqui hoje bem magoado com essa empresa, e também trazendo transtorno para esse povo do Bairro Planalto, que não é pouco. O Bairro Planalto tem uma grande quantidade de pessoas que moram no Bairro Planalto e usam a BR 116 para fazer esse acesso e agora não vão poder usar esse acesso tão cedo porque agora vai ser feita essa nova documentação, essa nova contratação dessa nova empresa para que possa agilizar essa entrada do Bairro Planalto. Obrigado, presidente.
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VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PP): Bom dia, senhor presidente, senhoras e senhores vereadores. Bom, a gente vem para esta tribuna, porque... Até hoje o dia foi meio corrido, foi bastante corrido, já iniciou bastante corrido, a gente esteve agora há pouco na assinatura da lei que fixa o custo fixo do transporte escolar, que passou por esta Casa na semana passada, por lei municipal, onde poderão ser feitos os pagamentos do custo fixo. E a gente, ontem à noite, recebeu algumas mensagens via Whatsapp, e até a vereadora Gladis está por aqui nos acompanhando, e deve também ter recebido que vão trancar a entrada do Bairro Desvio Rizzo. Vai ser trancada, os moradores não aguentam mais, vai ser trancada a entrada do Bairro Desvio Rizzo em protesto pelas incompetências, pela falta de resposta, a falta de gestão, a falta de interesse, planejamento – não é, vereador Felipe – que uma empresa assume, “esculhamba” toda a entrada, quem que está perdendo com isso? Principalmente aquela rua, aquela avenida que é tomada de comércio e depois sobe alguns vereadores com discursinho aqui para defender, “aí, dor de cabeça para o meu prefeito”.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Um aparte, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PP): Dor de cabeça é para as pessoas que estão lá! Dor de cabeça é para a entrada do Planalto para aquele rapaz que é dono da concessionária, onde essa empresa incompetente foi lá e largou o piche assim que parecia que eles estavam pintando as parede e aí deu prejuízo para todos os carros. Dor de cabeça é para aquele cara que é da areia lá, que tem o depósito dentro do Bairro Planalto, e ele não consegue entrar com os caminhões, está desviando pelo Bela Vista, e já está rachando a casa das pessoas lá. Então parar de fazer dor de cabeça para o prefeito. Dor de cabeça é para quem sofre lá, que paga os seus tributos, seus impostos. Isso sim é verdade. Estão dando dor de cabeça para a comunidade, estão dando dor de cabeça para quem acessa aquele trevo na Bortolo Zani que não passa um caminhão. Não passa, eu falei desde o início. Não passa, é a verdade. Porra, ninguém é bobo. Eu sou motorista de carro grande. Quem dirige sabe que tem que abrir ali, que não passa, que vai passar por cima: Ah, mas tinha um inventário naquele terreno. Sim, mas se nós sabíamos não muda antes de fazer o serviço bem feito. Então assim, vai dar problema em muitos... então, olha, cuidado com a defesa, cuidado com a defesa porque as pessoas estão indignada. Me mandaram ontem aqui, ouvi a mensagem... O senhor quer falar pede aparte, não tem problema. Ouvi a mensagem que vão trancar a entrada do Rizzo... olha o transtorno, aquilo lá é uma cidade, porque as pessoas não aguentam mais. Seu aparte, vereadora Gladis.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Vereador Bressan, muito obrigada por trazer esse assunto. Eu quero dizer para o senhor que eu também recebi ontem à noite a mensagem, estava nas divulgações do Bairro Desvio Rizzo, hoje eu quero falar com o Célio, que foi o Célio que colocou, o morador, e mandei hoje de manhã para a Grégora e também para a Maria de Lurdes, que é a presidente da Codeca, para ver se tem alguma solução. A gente não recebe retorno nenhum. A impressão que dá, lá no meu bairro, de que até eu abandonei o Rizzo e vocês sabem, mais do que ninguém, o quanto eu tenho cobrado isso e a gente não tem tido retorno. Esse governo, eu anunciei lá no início, quando estavam festejando a entrega de uniformes... Se um governo tem que festejar a entrega de uniformes é um governo fadado ao fracasso. É o que nós estamos vendo hoje, puro fracasso. E quem defende esse governo é porque alguma coisa de interesse tem. Nós estamos vendo que quem não é da base não consegue mais nada. Não consegue ajudar a comunidade caxiense que provavelmente votou nesse prefeito. Eu sinceramente estou cansada, faz horas que eu estou dizendo, eles não nos escutam. Eles gostam só de escutar elogio. Agora, nós estamos tentando ajudar quando a gente fala o que está acontecendo nos bairros. O Rizzo não aguenta mais. Quem mora lá sabe. Nós não temos retorno nem do Samae, que é outra porcaria que está acontecendo. Acredito eu que essa obra não está tendo continuidade porque primeiro tem que fazer a drenagem. Aí vão lá no bairro... Eu falei que o prefeito tinha implantado expectativa no bairro, que a Codeca ia pegar, que a Codeca ia resolver. Quantos meses fazem, vereador? É insuportável o trânsito, é insuportável as ruas, é buraco para todo lado, é pedra jogada para todo lado. Os cascalhos estão entupindo as bocas de lobo. Aí cai nas casas e a prefeitura vai lá e diz que não tem nada a ver com aquele muro que caiu. Então assim, é muito difícil nós, como vereadores, fiscalizar esse governo que não escuta. Não venha me dizer que escuta, é pura falácia. Muito obrigada por me ajudar e ajudar aquele povo que tanto merece. Obrigada, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PP): Obrigado, vereadora Gladis. É mais ou menos isso que acontece, a gente acaba protocolando, diversos vereadores protocolam o mesmo trabalho. Poucos trabalhos são atendidos, quando são atendidos é porque alguém da base protocolou, porque se for oposição acaba não sendo atendido. A gente tem que atender a toda a comunidade. Eu sempre digo isso, pode ser que eu jamais passe talvez naquela rua que a pessoa pede numa simples lâmpada ou um simples fechamento de buraco, mas eles estão pagando para isso, eles merecem ser recompensados, eles merecem que o serviço seja entregue da melhor qualidade possível. Ontem, por exemplo, tive algumas demandas, anteontem, que eram próximas ao crematório, dificilmente, eu passo naquela região, mas a gente encaminha porque as pessoas que passam por lá precisam ser atendidas, elas não pode cair com o pneu no buraco, arrebentar uma roda e ficarem com o prejuízo. Então, a gente vem, diversas vezes, reivindicando e vou falar, inclusive, de um secretário, porque eu não tenho medo de falar de ninguém aqui, mas pode ter certeza, querem me boicotar, me boicote mais ainda porque quem está sofrendo é, principalmente, a comunidade e depois vocês, porque eu vou lá e vou dizer: “Eu protocolei, eu fiz todo o meu papel e eu fui para tribuna e cobrei”. E ainda, passando vergonha aqui da tribuna, eles, não eu, e aí eles não atendem. Então, assim, esses dias eu fui a uma reunião, por exemplo, que era do Trânsito e o secretário disse: “Não precisa trazer o vereador, é só vocês virem aqui que eu atendo”. O vereador vai acompanhar! Este vereador vai lá e este vereador vai entrar em todas as secretarias que tiver que entrar e eu quero ver me barrarem, eu quero ver me fechar a porta. Que não adianta querer me boicotar, não fazer minhas demandas, entregar para os outros vereadores ou quem faz ou quem protocola, porque eu vou continuar fazendo, vou continuar cobrando. E tem mais um vídeo que, agora de manhã, o pessoal vai fazer porque eu disse: “Olha, podem fazer vocês aí que eu boto lá, porque eu já estou cansado de cobrar”. É a José Casal. A Estrada José Casal, que leva à 9ª Légua, o vereador Felipe com certeza conhece aquela região, está lá um precipício para cair, esses dias tinha uma carreta, uma Scania, que caiu na valeta, foi por milagre que ela não cai naquela rodovia da estrada que é asfaltada, aquela que leva até Santa Justina, e por falta de uma patrola para alargamento porque caiu tudo lá e, inclusive, caiu uma parte da via que desbarrancou lá embaixo. Aí eu disse para os moradores agora: “Pode mandar”. Porque eu cobro da tribuna, eu já cobrei diversas vezes, já fiz os protocolos, não atendem por quê? Porque precisa quem ir lá, vereadora Gladis? Talvez outro vereador? Talvez outro secretário? Talvez o prefeito, que daí ele diga: “Eu estou aqui! Agora sim, vai sair!” Se o vereador Bressan esteve lá, não vai sair, talvez seja isso. Se for isso, que vá lá então. Pode ir! Não tem problema! Desde que resolva para a comunidade, eu, para mim, estou bem tranquilo. Então ele vai me mandar, a gente vai colocar aqui, porque devem ser as últimas instâncias a gente colocar em um telão, porque, se eu faço os protocolos, obviamente, os protocolos têm que ser respeitados e serem cumpridos; é o mínimo isso. É o mínimo! Vamos ser sinceros! O vereador quando faz a sua indicação tem que ter resposta ou vai ser atendida ou não vai ser. E eu espero que seja atendido porque não fui eu, não é para mim. Não é para mim! Eu recebo de diversas pessoas, é para a comunidade. É para a comunidade. Graças a Deus, não precisei fazer nenhum na frente da minha casa, nenhum lá que não teve buraco, por enquanto, se tiver vou fazer, mas eu não fiz para minha, para me ajudar; é para ajudar as pessoas que mais precisam. Então, assim, o pessoal lá de Santa Justina, de São Luiz da 9ª Légua, mandem aqui, já fica registrado, podem mandar que eu vou colocar no telão porque a desculpa é sempre a mesma: “Não tem patrola, não tem patrola; está chovendo e não tem patrola”. É só isso que eu escuto. Obrigado, presidente.
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VEREADOR CLÓVIS XUXA (UNIÃO): Bom dia, presidente. Bom dia, colegas. Voltando à tribuna agora para falar sobre essa empresa que terceirizou, também, as parcerias público-privadas, a luz de Caxias do Sul. Dias atrás, a gente fez uma reunião próximo à Polícia Rodoviária, no escritório dessa empresa, onde foram convidados diversos vereadores e os vereadores falaram sempre a mesma língua, mostraram para essa empresa que tinha uma falha, uma necessidade de que eles ouvissem mais os presidentes de bairro, que eles ouvissem mais a comunidade, que eles ouvissem mais as liderança. Hoje eu venho dizer que mudou a empresa, a empresa começou mais a ouvir. Então, eu vim hoje agradecer pelo trabalho dessa empresa. Primeiro eu quero começar a agradecer ao Edi Carlos, que está à frente dessa empresa, Luz de Caxias, que está trocando as lâmpadas, tudo para lâmpadas de LED. Está ficando muito bom Caxias do Sul. Nós, vereadores, cobramos o Edi Carlos, e o Edi Carlos passa a cobrar essa empresa. Essa empresa teve uma recuperação, digo eu assim, porque ela conseguiu mais ouvir a comunidade, começou a ouvir os presidentes, começou a ouvir mais as lideranças de bairro e já trouxe resultados. Nesses dias que parou a chuva, que foram poucos dias que parou a chuva, na região norte da cidade Caxias do Sul, em muitas ruas foi feita essa iluminação. Inclusive, lá no Bairro Serrano, tinha uma rua, a Anacleto Vidor, que eu estava cobrando, porque eu passo lá todo dia, e era muito cobrado. Nessa segunda-feira, tivemos a oportunidade de eles lá não só trocar aquelas que estavam queimadas, mas sim fizeram toda a rua. Já recebemos vários elogios de todos os moradores que moram naquela rua. Então quero cumprimentar novamente o meu prefeito Adiló Didomenico, que está sempre trabalhando em cima das causas da comunidade; eu quero cumprimentar o Edi Carlos, que faz essa assessoria aí da Luz de Caxias do Sul; cumprimentar o líder do governo, o nosso querido pastor Fiuza, aqui da Câmara de Vereadores, que também tanto nos auxilia aqui, levando as nossas demandas para as pessoas fazerem. Obrigado a todos. Estou feliz. Vamos para frente, vamos construindo Caxias cada vez mais e melhor para a nossa comunidade. Luz para todos.
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VEREADOR JULIANO VALIM (PSD): Olha o quanto essas empresas malditas, que fazem parte desses processos de licitação, trazem de prejuízo para uma cidade. Exemplo, Bairro Serrano, escola de educação infantil. A empresa que ganhou é de Brasília, e terceirizaram para uma empresa de Bento Gonçalves. A empresa decretou falência. Olha o prejuízo. Quem paga o pato é quem? Somos nós; é a população, que contribui com seus impostos. Por quê? Porque a lei federal, até eu estava observando aqui, Lei nº 14.133, que diz: “Estabelece normas gerais de licitação e contratação para as Administrações Públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.” Então assi, cai no colo do prefeito. Daí vêm as críticas porque não sai, porque o vereador que fez o pedido, não sai a obra lá no bairro, atrasa tudo. Mas temos que ser transparentes, que a causa nem sempre é do Executivo. Nesse caso, por exemplo, olha a empresa que causou esses danos que o vereador Xuxa acabou de falar. O vereador Bressan também fez um relato lá da entrada do Bairro Planalto. Não é culpa do prefeito, porque a empresa decretou falência, a empresa abandonou a obra. Olha que situação lamentável. Tem que achar... Agora tem um quebra-cabeça, tem que achar uma solução. Estamos aí concluindo o ano de 2024, e só um milagre para que essas obras sejam concluídas. Olha a situação lá do Desvio Rizzo, que a vereadora Gladis estava agora, aqui, braba, nervosa, estressada. Mas é estressante mesmo. Olha, tudo é o menor preço, aí tem empresas de extrema qualidade que vêm participar, tem que ter três empresas, às vezes, sequer aparece alguma e a que aparece não tem qualidade, mas colocam nos envelopes “ganha a com o menor preço”, depois iniciam as obras, chega no meio do caminho, desistem. Olha o prejuízo para o Bairro Serrano. Olha o prejuízo na região do Planalto. Olha o prejuízo no Desvio Rizzo, que lá, para mim, o Desvio Rizzo, que é onde a vereadora Gladis mora, é uma cidade. Por culpa dessas malditas empresas, por essas malditas leis, que são feita pelos políticos e nós somos políticos, mas começa lá em Brasília, lá nos deputados federais. E são esses que, muitas vezes, têm que ser cobrados e passam despercebidos pela população. É igual as nossas leis municipais que nós aqui, vereadores, aprovamos, deferimos ou indeferimos, aprovamos ou não aprovamos. Então é uma situação complicada, complexa e por que acabam desistindo agora? Porque é véspera de eleições! Faltam 90 e poucos dias para as eleições! Parece algo proposital para causar críticas e mais críticas, independente do governo que está administrando, mas vai induzir como se fosse algo proposital “Vamos decretar falência.”, “Vamos abandonar a obra.” e daí vem a oposição, deita o sarrafo. Eu não sou oposição e não tenho cargo no Executivo, as minhas obras estão saindo porque tem início, meio e fim. Inclusive, na próxima semana eu vou apresentar, aqui, obras atendidas há poucos meses que eu cobrei em 2021 e foi aberto indicação, processo administrativo e que estão saindo do papel agora. Por quê? Porque eu tenho orgulho da minha assessoria, tenho orgulho da minha equipe como as demais assessorias dos demais vereadores que eu vejo estão nos corredores, correndo atrás, indo nas secretarias, cobrando, vereadores que agendam reuniões. Só que não existe milagre, Caxias é muito grande, tem que ser persistente, tem que estar ali rígido, eu estou, seguidamente, nas secretarias cobrando, quando não é minha assessoria cobrando, é uma loucura! E mesmo assim não é fácil. Mas temos que fazer a nossa parte. Mas tem coisas que a gente tem que ser transparente também, temos que falar o que é correto, o que é o certo, porque, às vezes, a gente acaba difamando certas pessoas que nem, por exemplo, quando me difamam ou fazem alguma crítica que é negativa, que não corresponde com a realidade. Meu muito obrigado presidente.
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VEREADOR FELIPE GREMELMAIER (MDB): Senhor presidente, senhoras vereadoras, senhores vereadores. Eu vou voltar ao seu assunto, vereador Bressan, da vereadora Gladis. Em outros pontos da cidade que eu estou... Não sei se cansando ou, daqui a pouco, esperando uma tragédia. Eu queria, sinceramente, estar nessa cidade que tentam falar aqui, mas não sei qual é. Porque a situação da Avenida São Leopoldo, a situação da Francisco Pezzi, se eu não me engano, aqui no Panazzolo, são dois pontos que vão acontecer tragédia. Vão acontecer tragédias. Nós já vínhamos anunciando aqui há bastante tempo a questão do Beltrão de Queiróz, que caiu em uma garagem, que desmoronou em cima de uma garagem, caiu casinha de cachorro. Agora, quem passar na Av. São Leopoldo descendo, vereador Bressan, em direção à Zona Sul, e olhar para a esquerda, logo depois do posto de gasolina, pare um minuto e olhe para cima do morro. Olhe para cima do morro. Olha, é tragédia anunciada. Eu não sou engenheiro, não sou técnico, mas estive ali conversando com alguns técnicos, é muito perigoso. Aqui no Panazzolo, na Francisco Pezzi, todos os dias, cai um pouco. É minha rota de ida para a casa da minha mãe, que eu vou muito seguido lá, eu passo praticamente todos os dias para dar um abraço nela, todos os dias tem um desmoronamento, todos os dias. E não é pequeno aquele morro. O vereador Uez conhece bem, que é bem perto da casa de parentes e amigos seus ali, não é, vereador Uez. Gente, é muito perigoso, ninguém estaria pedindo aqui qualquer coisa e insistindo tanto nesses pontos se não fosse tão grave, é muito grave, sim. Eu não sei qual das duas é mais grave. Eu acho que, com relação à quantidade de moradores, é a da São Leopoldo; mas eu não sei qual vai cair antes, eu não sei, porque essa do Panazzolo, realmente, é muito perigosa. Vocês pegarem, tem uma faixa aí de uns 300 metros que todo dia desmorona um pouco, é só chegar lá, vamos lá agora, vamos ver o que tem de pedra na rua. Parece que não é tão importante, porque não tem, praticamente, residências na parte de baixo, é uma via que é praticamente só trânsito ida e vinda, mas na parte de cima tem residências, na parte de cima tem rua, e na parte de baixo também tem morador, na parte de baixo também tem morador. Então, está sendo avisado isso há bastante tempo já, essas duas em específico são duas que me preocupam muito, parece que a do Beltrão encaminharam, vereador Lucas, espero que sim, mas é tanto tempo de dizer, eu já não sei mais. Mas, volto aqui a chamar atenção, tenho falado disso há bastante tempo já. A outra situação lá no Rio Branco, nós vínhamos avisando a bastante... Antes da tragédia das inundações lá no Rio Branco, nós vínhamos anunciando, vínhamos anunciando, vínhamos avisando, a casa alagava, vinham vídeos, nós mandávamos para o governo, anunciamos, fomos lá, protocolamos de novo, avisamos mais. São três casas, precisou ter o último domingo de chuva para as famílias terem que ser retiradas de casa, casos interditados pela defesa civil, as pessoas estão fora de casa. Aí, agora estão lá, abriram toda a rua. Então, se tivesse sido feito o preventivo antes, não tinha acontecido o que aconteceu. E segue lá o problema, recebi hoje pela manhã o tamanho do buraco que estão cavando dentro daquelas casas agora. E na minha visão aqui, se tivessem desviado a entrada da água na parte de cima da rua e jogado para dentro da Avenida Rio Branco, tudo isso poderia ter sido prevenido. Mas, nem vou entrar na questão de lâmpadas, vereador Bressan, porque tem coisas aí que... Teve um bairro da cidade que trocaram, arrumaram, trocaram lâmpadas em todas as ruas, em uma que eu tinha quatro pedidos da mesma rua não foi feita, uma rua só não foi feita, mas são coincidências, coincidências. Eu espero que eu não acerte aqui o que pode acontecer na Avenida São Leopoldo, nem no bairro Panazzolo. Obrigado
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VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Eu quero mandar um abraço aqui para o meu amigo, ex-vereador, ex-prefeito, ex-deputado dessa Casa, Alceu Barbosa velho. E lembro que o lema do Alceu era “Caxias da fé e do trabalho”. Agora seria, nos dias atuais, esse lema seria: “Caxias da falta de fé e trabalho da gestão, e dos buracos.” trazendo para a atualidade é isso que nós temos. Porque, eu não sei, eu ouço alguns colegas aqui falarem, e eu concordo, vereador Felipe, eu geralmente concordo muito, o senhor é o nosso segundo... É o vice-decano da Casa e tem muita experiência, e fala quando tem propriedade, certeza, não fala muito. Mas, gente, eu não sei. Primeiro que eu acho, presidente Bressan, essa Casa, na função fiscalizadora que tem, eu já ouvi a liderança do governo dizer que o governo tem quatro anos. Agora deve ser o que, três anos e sete? Mas, não acabou ainda, acaba só em dezembro. Os CCs, os secretários, eles estão no governo para fazer campanha para vereador, assim, declaradamente? Usando a máquina declaradamente, escancaradamente? E esta Casa vai continuar em um silêncio absoluto? Ou nós vamos ter que recorrer ao Ministério Público para pedido de lâmpada? Que quando vereador da base, CC da base pede, faz. E na mesma rua tem indicação dos moradores... Vamos parar com essa palhaçada. Nós temos que mudar. Não é indicação de vereador, é indicação de morador. Mas daí são cinco, seis vereadores só que tem indicação atendida nesta Casa. Nós vamos continuar assim quietinhos? Porque é isso que acontece. Naturalizou-se em Caxias: quem é amigo do rei, banquete; quem não é amigo do rei, nem farelo. É isso! E vou falar agora, para ver como a situação é, Bom Pastor, região Esplanada, outra esquecida. Fui lá visitar o meu amigo Claucir. (Pronunciamento com auxílio de recurso visual.) Aqui é a Avenida Nossa Senhora de Caravaggio. Vocês têm ideia de que o seguinte, aqui é o final da linha do ônibus, sabe qual é a alternativa? (Risos) Tirar o ônibus. Vamos mudar o roteiro do ônibus. Daí vocês vão me dizer o seguinte: “Não, mas choveu, calamidade, etc. e etc.”. Não, mas isso aqui é de abril, é de março, é de muito tempo. Tá, e daí o que eu vou falar? Vai fechar os buracos aí, recapeamento. Ou é por que o Claucir é do PT daí não faz nessa? Ou vou ter que pedir para o Claucir mudar de partido, falar com o deputado premier aí, que resolve tudo do governo... Não resolve muito bem as coisas do governo, só se atrapalha nas articulações políticas. Mas, se fosse amigo do deputado, assessor do deputado esse que não resolveu o muro do Imigrante, estava feito; até vou dar o conselho. Mas para amigo a gente dá conselho bom, não dá conselho furado, mas está aí, lá no Bom Pastor. Outra coisa, aqui é um buraco no início aí da Avenida Nossa Senhora de Caravaggio com a Império Serrano, ótimo; é o nome de uma escola de samba. Agora me lembrei, é isso aí mesmo, vereador. Esse cavalete... e vão dizer, “ah não, a chuva...” Início de abril. Vai abrir uma cratera. Passa ali. (Manifestação sem uso do microfone.) É só falta cair, não é, e daí o que nós vamos dizer para os moradores do Bom Pastor? Que a cidade está linda? Luz, Cor e Flor, alguém falou aí. No é a vice-prefeita a coordenadora do Luz, Cor e Flor? Faça um Luz, Cor e Flor lá no Bom Pastor. CC, não tem um monte? Qual é a carga horária de CC? Me diga uma coisa, qual é a carga horária de CC? É tempo à disposição do Poder Público. Faça... Prefeito Adiló, convoque a sua vice, coordenadora do Luz, Cor e Flor para fazer lá no Bom Pastor. Quer mais? Passa aí, Thales. Ah, outra coisa, lá na divisa do Bom Pastor com o Santa Marta tem uma rua... Espera um pouquinho. Terceirizaram... O wi-fi também é ruim. Lá de Santarém é a rua. Um buraco na casa de um morador responsável da Secretaria de Obras, disse que ia lá e não foi e vai cair a casa dentro do buraco, é uma tubulação enorme. Tá e daí o que nós vamos dizer? “Ah, não tem servidor, não tem...”. Mas nós não temos estado de calamidade? O estado de calamidade serve para alguma coisa ou para nada? Porque, se serve para alguma coisa, vamos contratar trabalhador porque daí eu não sei o que dizer. Eu preciso de uma resposta para a comunidade lá do Bom Pastor. Tristes tempos da cidade em que a gestão parou. Os CCs não pararam porque estão preocupados com a campanha, tem vários, dá para fazer uma lista que correm pela cidade, gasolina, obra, lâmpada, cano. As pessoas me dizem: “Lucas, eu nem peço mais para ti. Eu peço para o A, para o B e para o C”. E, se precisa, eu vou começar a dizer desta tribuna, eu vou mostrar as fotos. Por fim, que esta Casa fiscalize porque está virando palhaçada e, na democracia, as pessoas, os vereadores, a população deve ser tratada com igualdade e com respeito. Muito obrigado, presidente Bressan.
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VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Eu tinha três assuntos para falar, inclusive, a resposta, vereador Velocino, da questão lá da ponte. Mas eu vou deixar isso para amanhã, porque hoje eu fiquei muito indignada. Eu, além de todos esses buracos que todo mundo falou, porque todo mundo foi nos mesmos. Então quando resolve foi o meu, foi do outro, parece que é a briga pelo pai da criança ou pela mãe da criança. Mas o que mais me traz aqui e me indigna é em relação às faixas de segurança. Aliás, antes de falar das faixas, não precisa ir nos bairros... o vereador Felipe, que está sempre onde eu vou, especialmente ali no Centro de Cultura, no Ordovás, já viste o que está aquela ruazinha ali? Para ir a pé? Pois é, é um buraco que uma amiga minha professora caiu e está mais de 30 dias fora. Ela está mais de 30 dias com licença da escola porque se quebrou dentro daquilo. É dois, três ali naquela ruazinha. Então não precisa nem ir muito para os bairros. Mas eu quero falar da faixa de segurança. Nós aqui já pedimos lá na ruazinha do Reolon, onde vai para a Escola Machado de Assis, muitas. Agora, vereador Valim, que quero mostrar essas fotos porque justiça seja feita. Nesse dia aí, nós fomos dois dias seguidos, eu acho que na segunda-feira o vereador Bressan e a vereadora Estela estavam presentes, no segundo dia fui só eu. Nós estivemos nessa esquina aí, lá da João Costa, e uma das coisas que me colocaram aqui, foi muito engraçado, um amigo botou assim “prefeito relapso, mas espera chegar à campanha política que aí ele resolve e vai abraçar as pessoas e dar mãozinha e tapinha no ombro”. Dia 15 de janeiro foi isso aí e eu estava apoiando a comunidade porque só numa foto ali tem a presidente do Esplanada, da AMOB Esplanada, do São Salvador, do São Caetano. Então foi uma mobilização da comunidade. E vereador Valim, eu gostaria de poder dizer assim, “bah, o prefeito atendeu a minha a reivindicação. Mas é impressionante, essa reivindicação foi feita em janeiro. Ele atendeu agora a sua reivindicação, por que será? Na véspera da eleição. Eu estou aqui com uma emenda que um deputado mandou e ele precisa mandar lá para o Murialdo Santa Fé e aí o que eles me dizem”Ai, vereadora, nós não temos equipe para fazer isso”. Eu disse? Pois é, mas eles precisam receber antes do dia seis, senão só no final do ano. O que eles dizem? “Nós não temos equipe”. Só que quando eu fui convidar o prefeito para vir na audiência aqui, que, vereador Xuxa, o senhor foi muito injusto porque eu falei o tempo inteiro aqui sobre a frente e inclusive convido os vereadores para irem em todos os lugares, se os vereadores não querem ir é uma outra opção. Quando eu fui convidar o prefeito ele disse para mim: “Eu não tenho tempo, eu estou correndo para inaugurar as obras porque agora dia seis acaba”. Então vou pedir para o prefeito atender a todos os vereadores e vereadoras iguais. E mais, então ele faça uma força tarefa para entregar essas emenda porque as entidades estão precisando. Esta que eu estou falando é lá para o Murialdo Santa Fé, é um parquinho, são 200 mil para arrumar a área de lazer dos alunos. Isso não tem pressa, não é? Não, nós vamos correr para inaugurar as obras. E agora, depois de quantos? Mais de seis meses que a comunidade se mobilizou veio o prefeito atender e dizer que é para ajudar um vereador que pediu. Então, olha, isso está uma vergonha. Não é a primeira vez que eu falo aqui que se o prefeito... qualquer prefeito tem que se dar conta disso. Ele se elegeu para a cidade, para os moradores, para todos os bairros. Ele não é de um bairro ou de outro, ou de um vereador e de outro, ele é de todos. Então, por favor, ou ele atende as comunidades ou ele atende todos os vereadores e vereadora, porque se eu não sou da base então coitado dos meus... Eu vou dizer assim, que nem o vereador Lucas falou: Não me pede mais nada porque se eu pedir para o prefeito ele não vai fazer porque eu não sou da base. Então pede para os vereadores da base, especialmente o vereador Xuxa ou o vereador Valim porque nós não conseguimos nada.
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VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Senhor presidente, nobres pares, colegas, dizer para a vereadora Rose que o que mais acontece aqui nesse governo são vereadores que não são da base trabalharem e na hora de inaugurar ou de mostrar, quem vai são os vereadores da base. Eu quero falar aqui da Forqueta, de novo, Tatiane Frizzo, de novo nós. A senhora vai lembrar. Eu quero dizer que quando foi feito a pavimentação na Gérson Andréis, que é no Cidade Nova, foram tirados paralelepípedos e eu pedi que levassem para a subprefeitura da Forqueta os paralelepípedos. E nós tínhamos o subprefeito, que era inclusive indicado pela senhora, que queria devolver para o Centro paralelepípedos. Nós fizemos uma reunião com a comunidade, a senhora estava junto, o secretário também estava, pedimos para não tirar os paralelepípedos de lá, não tiraram, fizeram as ruas que nós inclusive tínhamos indicado.
VEREADORA TATIANE FRIZZO (PSDB): Um aparte, vereadora.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): E me surpreendeu que esse final de semana o prefeito e a Tatiane Frizzo estavam lá na rua, batendo foto, cumprimentando e agradecendo. Ninguém avisou nós, que nós organizamos a reunião com os moradores na subprefeitura. Então, o que mais acontece nesse governo é privilégio para vereadores da base.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Se possível um aparte.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Mas, eu quero dizer que esse, governo fadado ao fracasso como ele está, ele é fracasso, quando diz o aqui o vereador Xuxa: “Temos que construir Caxias.” Nós temos é que reconstruir Caxias, porque depois que a gestão Adiló assumiu, destruiu, envergonha a nossa cidade, envergonha. Isso mesmo, é chuva, é mais desculpa de chuva. Aí, diz que... Vereador Valim, o senhor diz que o prefeito não tem culpa dessas empresas que não estão fazendo as obras, aquela obra do Desvio Rizzo, para que o senhor saiba, ela não precisa de licitação, ela já tem dispensa de licitação. E ninguém contratou, não tem mais ninguém que faça, não tem cidade alguma no país que possa reiniciar essa obra. Pra mim, isso é incompetência, nada mais do que incompetência. Só quem mora lá naquela região sabe do que eu estou falando, só quem passa naquela região sabe do que eu estou falando. Outra incompetência, o que foi que o vereador Bressan falou? Não passa um caminhão lá na Bortolo Zani, está lá, bonitinho, está bonito mesmo, botaram umas plantinhas, mas não é útil, é fútil! O vereador Felipe falou, e eu acredito que o vereador Lucas Caregnato também vai falar do Planalto. Meu Deus, só as empresas que não prestam? É só em Caxias que vem empresa que não presta? Depois nós estamos aqui fazendo política, nós estamos aqui falando a verdade. Eu quero passar o seu aparte, vereador Lucas. Obrigado, vereadora Gladis.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Vereadora Gladis, eu estou aqui fazendo política, fui eleito para isso, estou fazendo política, claro que sim, todo mundo faz política, estou fazendo política. E sobre a questão... Eu nem falei do Planalto. Gente, é o caos, é o caos. A época da construção do Bortolo Zani losan eu até brincava: “Nós vamos ter que vir de helicóptero para o Planalto.” E daí, não entrava pelo Bela Vista, lá no Vila Verde é uma confusão por causa do trânsito. Então, muito triste. Eu não acredito, eu volto a dizer, nós estamos nas nós não estamos na Bossoroca, nós não estamos na Bossoroca, nós estamos na segunda maior Cidade do Rio Grande do Sul, se nós não conseguirmos fazer uma licitação adequada para impedir as empresa picareta, porque a informação que eu tinha lá no Planalto é que a empresa era boa: “Bah, a empresa é maravilhosa, a empresa...” hipoteticamente, não sei se é isso, mas: “A empresa reforma escola.” Tá, mas eu tenho que fazer asfalto. Aí, assim, gente, não dá, não tem justificativa. Lá na sua casa, se a se a luz for cortada, faltar água, a senhora é responsável. “Ah, mas a RGE...” Eu vou ter que dar um jeito.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): Claro.
VEREADOR LUCAS CAREGNATO (PT): Então, assim, muito triste, e quem sofre é a população.
VEREADORA GLADIS FRIZZO (PP): O senhor falou também que é melhor trocar a linha de ônibus do que tapar os buracos, isso aconteceu na Forqueta também, trocaram toda linha de ônibus. É pessoal para tirar paradas, bota na outra rua, os moradores ficam atrapalhados. Porque não vão lá tapar o buraco? Eu não estou entendendo que cidade é essa que alguns colegas falam que está maravilhosa. Quando o cara fala que o prefeito Adiló é o prefeito tatu, eu estou acreditando que é mesmo, o cara está certo. Obrigada, senhor presidente.
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