VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Bom dia, senhor presidente; senhoras e senhores vereadores. Primeiramente, gostaria de agradecer ao vereador Scalco por me ceder esse espaço. E a gente aqui vem muito preocupado, hoje, não só com Caxias do Sul, mas afeta Caxias do Sul, toda Serra Gaúcha, todo o Estado do Rio Grande do Sul, que, infelizmente, após 30 dias das enchentes que aconteceram, da tragédia principalmente na região de Roca Sales, Muçum, Vale do Taquari. A gente vem sofrendo com essas pontes que foram destruídas, com essas rodovias que hoje estão bloqueadas. Infelizmente, vereador Fantinel, quanto atrasa um dia de imposto, tu és penalizado. Mas, quando o estado, tanto em nível estadual quanto federal não te dão nem a condição de tu produzir e escoar tua produção, tu tem que arrumar alternativas e as alternativas que tu arruma vai acontecer o quê? Vai sair do teu bolso. Então a Serra Gaúcha, principalmente, que é rica, mas não rica em dinheiro, os pobres dos colonos lá, rica em produção, rica em trabalho, rica em quem quer desenvolver. Hoje, na região de Nova Roma do Sul, por exemplo, tem um prejuízo estimado em R$ 150 mil por dia, onde a ponte está interditada. Então nós temos algumas imagens, pessoal, que vocês vão vendo. Ali é a de Nova Roma, por exemplo, acho que ela vai passar. Tem a de Nova Roma, tem umas que já não existe mais. Essa é da BR 116. E aí o que me indigna com tudo isso? Eu vou nominar aqui as rodovias e depois a gente vai falar. Então tem rodovias federais: BR 116, BR 153, BR 290 na região central, todas elas, dessas que eu falei, no mínimo, duas interdições cada. A BR 293, na Campanha, também está interditada; a BR 116 entre Caxias e Nova Petrópolis, que já é uma novela, um filme, há quanto tempo que a gente não consegue desenrolar esse problema? E uma das mais graves, a BR 116 que atravessa todo o nosso país. Vocês imaginam a situação entre São Marcos e Campestre da Serra, que é onde, coloca a imagem ali, que eles tiveram só a capacidade de ir lá colocar umas pedras. Ali é a imagem da ponte, olha lá como é que está a situação. E aí tu colocas a imagem, aquela que eles tiveram só o trabalho de pegar uma retroescavadeira, aquela que tem as pedras na frente, a outra, mais uma... Aquela que tem... Bom, daqui a pouco tu acha ali... Não, não é essa aí... mas é... É essa aí do jornal, que saiu no Jornal Pioneiro de hoje. Vocês imaginam que tiveram só a capacidade de colocar lá o material, interrompendo toda a estrada, vereador Rafael, o senhor que esteve Brasília. E o município fica como? E o estado faz o quê? Ficou só no discurso. Veio para cá a Janja, até a Janja conseguiram trazer, mas as estradas não conseguiram de forma nenhuma aí. Pelo menos ter uma empresa... Como é que uma empresa não está trabalhando nessa ponte? Vão esperar até quando? O estado... Já entrou em estado de calamidade, poderia fazer as obras até sem licitação. Aí existem as rodovias estaduais antes de passar o aparte. A RS 130, no Vale do Taquari e Rio Pardo; em Nova Roma do Sul, a 448; a RS 400 em Candelária; a RS 342 em Cruz Alta; a 814 em Nova Pádua, todas elas contêm problemas. Aí pontes... Vou nominar aqui. Na RS 448, em Nova Roma, entre Farroupilha e Nova Roma, ponte caída; RS 129, entre Muçum e Roca Sales, ponte caída; RS 431, entre Bento Gonçalves e São Valentim, caída; BR 116 entre São Marcos e Campestre da Serra, não caiu, mas ninguém pode passar, acho que nem a pé. A RS 851, entre Serafina Correia e Nova Bassano, ponte caiu; RS 129, entre Cotiporã e dois Lajeados, ponte caiu. E até agora nada. Seu aparte, vereador Fantinel.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Vereador Fiuza, parabéns aí pela... Ah, vereador Fiuza...
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Não tem problema.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Obrigado pelo aparte. Parabéns pelo que o senhor está trazendo aí.
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Um aparte.
VEREADOR SANDRO FANTINEL (PL): Mas talvez seria interessante lembrar ao senhor que a classe política que usa como profissão a política diz e sempre disse que o povo tem memória curta. Então o senhor pode ficar tranquilo aí, porque, a partir de janeiro, vai ter até helicóptero transportando ponte para deixar tudo pronto. É isso que eu penso. E essa é a tristeza do nosso país, é não se preocupar quando acontece o problema e tentar resolver o problema pensando no povo e não em si mesmo. Então assim, eu duvido muito que isso vai ficar do jeito que está de janeiro para frente. Duvido muito. Mas, até lá, o povo vai continuar sofrendo. Obrigado, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Mais três meses, infelizmente. Seu aparte, vereador Fiuza. Sim, depois mais um tempo, né?
VEREADOR ELISANDRO FIUZA (REPUBLICANOS): Obrigado, vereador Bressan. Essa crítica construtiva que o senhor está fazendo, agradecendo desde já o seu aparte, não é crítica de governo “a”, “b”, “c” ou “d”. Mas, falando especificamente do que está acontecendo atualmente, é mais fácil fazer um turismo de oportunismo e de viagem internacional do que fazer turismo em uma cidade que está atravessando dificuldades, como o estado, com essa dificuldade das enchentes. Lá em Alvorada, mais precisamente ali no Bairro Americana, também alagou tudo agora, nessas últimas semanas. Então é mais fácil fazer uma viagem de oportunismo e internacional do que vir à Serra Gaúcha ver o que é possível ser feito para que essas pessoas que se encontram ilhadas, que empresas voltem ao normal para poder fazer com que a sua produção e a economia comecem a girar novamente. São situações às vezes fora da curva, que a gente não consegue entender e compreender por que às vezes existem mais esforços para umas coisas e menos para outras. Muito obrigado.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Obrigado, vereador Fiuza. E a gente, aqui, não pode deixar de lembrar que toda a comunidade caxiense, que são mais de 600 mil habitantes, também ocupa essas rodovias, também estão sofrendo. Então não é “ah, mas o Bressan está falando de um problema estadual”. Não, não é. Atinge Caxias essa situação. E aí a gente vê a demagogia, vereador Scalco. Porque quando estava chovendo pedra, pedra, não estava chovendo uma chuvinha que nem uma garoa, quando estava chovendo pedra, vereador Alberto Meneguzzi, o free flow, ali entre Flores da Cunha e Antônio Prado, tinham dois guinchos lá fazendo o trabalho. Então a desculpa do mau tempo parece que só existe quando é no poder público, porque quando é no privado eles fazem, trabalham. E que bom que trabalham. Mas por que não é assim também na hora que a gente mais precisa? “Ah, mas temos mau tempo.” Mas o mau tempo é para todos. E ali entre Flores da Cunha e Antônio Prado, o free flow estava sendo instalado. Por quê? Porque é privado, porque vai ter cobrança.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (NOVO): Um aparte, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): E aí, onde as pontes estão caindo, nada a gente vê. Seu aparte, vereador Scalco.
VEREADOR MAURÍCIO SCALCO (NOVO): Parabéns pelo tema, vereador Bressan. Esse impacto que dá não é só no trânsito. Muitas empresas, até de São Marcos, dependem dessa estrada aí. Com o fluxo deslocando por outras estradas, essas empresas aí não vão conseguir manter empregos, não vão gerar impostos. E acaba o município como um todo perdendo empregos, perdendo arrecadação. Atinge toda a população. E a gente nota, nas notícias brasileiras, o governo federal tentando botar 1 bilhão na Argentina para tirar o candidato principal da concorrência, tentar barrar. Esse 1 bilhão nós poderíamos resolver todas essas pontes aí e ajudar muito o estado do Rio Grande do Sul. Então às vezes são prioridades. Às vezes talvez não pense exatamente em resolver de forma rápida o problema, mas em uma ideologia na América do Sul inteira. Obrigado, vereador.
VEREADOR ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Um aparte, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Seu aparte, vereador.
VEREADOR ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Parabéns pela sua exposição. É importante, sim, trazer todas essas citações e mostrar a realidade.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PTB): Declaração de Líder do PTB.
VEREADOR ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Agora, essa fala do vereador Scalco é fake.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PTB): Um aparte.
VEREADOR ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Essa fala do vereador Scalco é fake. Nós temos que assistir à entrevista da Simone Tebet a respeito dessa questão dos valores do Brasil para a Argentina. Não vamos trazer informações erradas, né? Um banco de fomento em que a Simone Tebet é uma das... O Brasil é um dos países que está nesse banco de fomento. E todos os países do banco de fomento aprovaram, menos o Peru, esse empréstimo para a Argentina. Então, por favor, não é? Vamos colocar as informações corretas.
PRESIDENTE ZÉ DAMBRÓS (PSB): Segue em Declaração de Líder.
VEREADOR ALBERTO MENEGUZZI (PSB): Para não seguir, não politizar isso aqui, eu só quero trazer essa informação porque eu assisti uma entrevista da segunda intérprete Simone Tebet explicando essa situação. Mas parabenizar o senhor, que sempre é um fiscal dessas questões, e é importante trazer essas questões. Independente de esfera federal, municipal, estadual, nós temos que cobrar mesmo. Obrigado.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): É, vereador Alberto, o que eu quero, realmente, é o que o senhor falou por último, eu quero realmente a cobrança, sabe, independente da questão partidária, porque o que afeta é toda a comunidade, tanto de Caxias porque... “Ah, mas em Caxias não tem ponte, não somos cercados aqui por grandes rios, enfim.” Mas a gente tem que escoar a nossa produção e nós dependemos de todos esses municípios também, como os municípios dependem de nós. Vocês imaginam que nós estamos, praticamente, ilhados, tem que procurar outras alternativas, e essas outras alternativas geram valores que a gente não estava aguardando, nos surpreende.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Um aparte, vereador.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Porque se tu tiver que fazer 100 km a mais, 50 km a mais, vai sair do bolso de quem produz, alguém vai ter que pagar. E nós estamos vendo que em Nova Roma, por exemplo, pela ausência dos governos, tanto estaduais quanto federais, eles estão se reunindo já... parece que conseguiram em torno de R$ 6 milhões para tentar viabilizar a ponte, que vai praticamente a quase R$ 20 milhões. Então é muito dinheiro. E aí o próprio contribuinte, quem paga esse imposto deveria receber de volta o quanto antes uma ponte que pelo menos fosse um quebra galho, alguma coisa, não é? Não recebe. E aí tem que se reunir, se unir e tentar do próprio bolso ser pago. Isso é lamentável. Seu aparte, vereador... O senhor pediu? Vereador Uez primeiro, depois, o vereador Rafael.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PTB): Vereador Bressan, concordo plenamente, eu faço só um comparativo, talvez, parece até um dos menores... Nova Roma do Sul, o orçamento do município é 80% oriundo da agricultura. Eu estava ouvindo esses dias, os agricultores, para poder comercializar os seus produtos têm que fazer 100 km a mais.
VEREADOR GILFREDO DE CAMILLIS (PSB): Uma Declaração de Líder à bancada do PSB.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PTB): E parece que os governos não estão preocupados se o governo vai entregar a uva lá a R$ 1,50...
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Um aparte, vereador.
VEREADOR VELOCINO UEZ (PTB): Se vai ter que fazer mais de 100 km. Então se colocar um pouco no lugar dessas pessoas. E concordo plenamente, aquilo que tem interesse, o tempo não é o problema, aquilo que a gente precisa, talvez, encontrar, que precisa demorar bastante para justificar valores, eu vejo nessa questão ali de Nova Petrópolis, em torno de R$ 22 milhões vai custar aquela obra. Então o pior ali ainda nem começou. E me lembro aquela outra obra, que custou R$ 14 milhões, e que a empresa que executou o serviço depois de terceirizado disse: “Eu fiz a obra por R$ 3,5 milhões”. E aí precisa demorar muito para justificar o porquê, vereador Sandro, que vai custar tanto. Infelizmente o nosso país é assim as obras públicas infelizmente.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Vereador Rafael.
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Bom, vereador, o senhor está falando em construção de pontes, o muro do colégio Imigrante ainda está lá para ser construído e ainda não foi, viu? Eu passo lá quase todos os dias, só desmancharam e agora está sem muro de vez, então se a gente for falar de obras... Mas eu quero só também restabelecer a questão da verdade, vereador, o governo federal está repassando R$ 741 milhões para os municípios afetados, e aí serão distribuídos os valores, já estão sendo para vários municípios para questões humanitárias. Mas só para questão de pontes, vereador, para dar um número exato, desses R$ 741 milhões, ele está sendo distribuído, valores para a questão humanitária, enfim, são R$ 72 milhões só para a construção de pontes de acesso, esse dinheiro já chegou.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): E por que não faz?
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Mas daí não é com o governo federal. Cadê os prefeitos? Cadê os...
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Mas eu estou falando...
VEREADOR RAFAEL BUENO (PDT): Entendeu? O prefeito de encantado... O prefeito Adiló está mandando a cada dois dias está mandando um caminhão pipa para eles de água, sabia disso? O Samae está indo levar água até hoje lá para Muçum. Agora o prefeito de Encantado, isso aí foi o vídeo que viralizou, pegando uma patrola, uma caçamba lá e jogando as roupas, amassando tudo as roupas. Então tem que cobrar dos prefeitos também a questão da transparência, que é muito dinheiro que está indo para os municípios, e que bom, mas tem que ter transparência. Então se fazerem essas coisas no afogadilho, quem sabe esse dinheiro não seja aplicado para a devida finalidade, mas o governo federal enviou quase R$ 800 milhões.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Vereador Bueno, eu concordo que todos somos responsáveis e por isso que a gente está aqui na tribuna cobrando. Então é responsabilidade de todo o agente público e político. Mas não dá para uma BR-116, entre São Marcos e Campestre da Serra, que é federal, até agora, depois de 30 dias, nada aconteceu. A única coisa que aconteceu é colocar aquelas pedras ali, só foi essa a atitude do governo federal. E estou cobrando do governo federal, estou cobrando do governo estadual e estou cobrando então dos prefeitos dessas regiões que foram atingidas e nada fazem. Mas quem sofre não é o prefeito, não é o governador, não é o... É a economia, exatamente, são as pessoas que produzem para pagar principalmente os impostos que é os nossos salários. Seu aparte, vereador Cadore.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Vereador Bressan, é um tema que nós temos que realmente debater e chamar atenção. O governo federal esteve aí, o governo estadual também, mas o governo estadual mais presente, desde o primeiro momento, e o governo federal, enquanto o Lula viajava em outros países, o Alckmin veio, deu uma benzida, na linguagem popular, mas nada efetivo. E como sempre, no Brasil, a gente manda impostos para Brasília e de lá para cá vem pouco. Esse, digamos, recurso teria que chegar aí para resolver rapidamente o problema. O Exército poderia ser chamado nesse momento. Ele já participou de algumas obras que eu acompanhei e deu resultado positivo.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Um aparte, vereador.
VEREADOR OLMIR CADORE (PSDB): Então o nosso presidente deveria se preocupar mais com o nosso país e dar atenção para essas catástrofes que estão acontecendo e resolver acolher o povo e não está fazendo da forma que deveria.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Obrigado, vereador. Seu aparte, vereadora Rose.
VEREADORA ROSELAINE FRIGERI (PT): Bom, primeiro eu acho que as verdades novamente tem que serem ditas. Não é verdade, vereador Cadore, que não veio nada, só veio pessoas aqui para o Rio Grande do Sul. Já foi dito inúmeras vezes os valores e quanto o governo federal contribuiu aqui. Se tem que ser cobrado? Tem. Vamos ser coerentes, eu falei ontem da coerência, vamos cobrar de todos os governos, estadual, municipal, federal, inclusive em todas as épocas, não só neste ano. Segundo, essa discussão do banco recomendo também, vereador Meneguzzi, assistir a entrevista da Simone Tebet, onde ela deixa bem claro que não é dinheiro brasileiro, que ela não consultou o presidente Lula porque é um banco, a CAF, que ela tomou a decisão como governante deste banco e não saiu dinheiro do Brasil para ajudar a população brasileira, a Argentina. Então, por favor, eu acho que sim, cobranças tem que serem feitas, eu vou cobrar sempre, do governo que for. Agora, vamos cobrar de todos e de forma igualmente.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Obrigado. Vereador Zanchin, para dar tempo aqui.
VEREADOR RICARDO ZANCHIN (NOVO): Rapidinho, vereador Bressan. Vamos colocar as ordens aí. Esse dinheiro da CAF – CAF é o banco de desenvolvimento da América Latina. O Brasil é o principal participante desse fundo, com 37,3% de participação. Todos os órgãos de imprensa e acredito nos jornalistas, todos, informaram que o Lula falou com a Tebet para que liberasse um valor de 1 bilhão para servir de aval junto ao FMI porque a Argentina não tem mais crédito junto ao FMI. E a Argentina precisa de 7,5 bilhões, vereador Bressan. Com esse aval... o dinheiro é para servir de aval para pegar mais dinheiro no FMI e esse dinheiro da CAF vem de onde, vereador Bressan?
VEREADORA ESTELA BALARDIN (PT): Declaração de Líder para a bancada do PT.
VEREADOR RICARDO ZANCHIN (NOVO): De onde vem o dinheiro da CAF? BNDES. Então a gente tem que cuidar. E de onde vem o dinheiro do BNDES? Qual é o destino do dinheiro do BNDES? Para onde tem que ir a grana do BNDES? É essa questão, só para ficar claro. Não é fake news, talvez incompleta a informação. Mas se nós pegarmos a linha toda é sim, é uma intervenção séria lá. Parabéns pelo tema, é isso que a gente precisa mesmo. Estrada é progresso e não dá para ficar assim, dessa forma, seja qual partido, qual governo, quem for, nós temos que resolver esse problema. Obrigado.
VEREADOR ADRIANO BRESSAN (PTB): Pois é, vereador Zanchin, infelizmente a gente sabe aqui que a gente tem muita dificuldade do aeroporto. Então para escoar por aeroporto é difícil, não temos... praticamente só temos o internacional. Por águas a gente sabe como é que está a situação, não tem porto, falam do porto. Então nós temos as estradas e agora caíram as pontes. Está difícil! E são seis pontes aqui que eu nominei, seis. E vou cobrar então que o governo estadual, já que recebeu, pelo que estão dizendo aqui... Só para concluir aqui, senhor presidente. Pelo que foi falado, o dinheiro já deve estar em caixa. Eu não sei. Foi o que foi falado aqui, que o dinheiro já está em caixa. Então que o governo estadual faça urgente a contratação das empresas para poder consertar ou construir essas novas pontes aí. Muito obrigado, senhor presidente.